31.05 - DF: Rombo na Previdência local
GDF tem um deficit mensal de R$ 3,4 milhões para bancar os benefícios
A Previdência Social do Distrito Federal caminha para uma situação
de risco. Em relatório elaborado pelo Instituto de Previdência
dos Servidores do Distrito Federal (Iprev), o governo local precisará
de R$ 192 milhões para atender as concessões de benefícios
previdenciários dos servidores do GDF em 20 anos. Por mês,
para cobrir os gastos desse setor, o governo tem um deficit de R$ 3,4 milhões.
Há um desequilíbrio nas contas. De acordo com um relatório
elaborado em janeiro deste ano, encaminhado para apreciação
do Poder Legislativo, que conta com a junção do Relatório
Atuarial do Plano Previdenciário na Lei de Diretrizes Orçamentárias
(LOA), o GDF precisa imediatamente aumentar as reservas. Segundo consta
no documento, um dos principais fatores de motivação que
gera a diferença nessa matemática é a evolução
na folha de pagamento dos funcionários. O aumento concedido nos
rendimentos causa um deficit técnico.
Trabalhando sob hipóteses, o relatório foi criado em
cima de bases de dados encaminhadas pelo próprio governo. Atualmente,
a Iprev tem na folha de pagamento aproximadamente 15 mil beneficiários,
sendo inativos e pensionistas, que custam R$ 77 milhões aos cofres
públicos por mês (R$ 55 milhões de aposentados e R$
22 milhões para pensionistas). As folhas de pagamento dos funcionários
das Secretarias de Educação, Saúde e Segurança
são efetuados diretamente pelas pastas com verbas federais, de responsabilidade
do Fundo Constitucional, não gerando ônus para o GDF.
BASE DE DADOS
A avaliação atuarial é essencial para dimensionar
os benefícios. O cálculo é fundamentado nas características
do trabalhador, utilizando-se de detalhes como idade, nú mero de
dependentes, valor da remuneração, expectativa de vida, probabilidade
de falecimento e de acidente de trabalho, tempo de vin-culação
com a Previdência Social, entre outros. "Tudo é feito em cima
de uma base de dados da Secretaria de Planejamento do DF", explicou o vice-presidente
do Iprev, Francisco Jorgivan Machado Leitão.
Segundo informou Leitão, a matemática realizada é
uma ciência que faz projeções futuras e traz para o
presente. Os números podem ser alterados em decorrência de
mudança nos fatores.
A avaliação é determinada por lei para que o governo
posso identificar os valores a serem comprometidos para o fundo previdenciário
nos períodos seguintes. No caso, se mantidas as contribuições
o dinheiro será insuficiente.
"Essa não é uma dívida do Estado. É algo
que ocorre, mas que deve ter o aporte financeiro do Estado", defendeu o
representante da Iprev. Embora admita uma previsão com muitas dificuldades,
ele garante que no momento não há deficit na Iprev, embora
o relatório aponte outra realidade.
SAIBA+
O relatório atuarial é desenvolvido por um especialista
da área, que tem formação em ciência atuária.
No Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev)
há somente um funcionário para essa função.
Em funcionamento pleno desde janeiro de 2009, o Iprev conta com 47
servidores, tendo uma grande maioria de cargos comissionados do governo
Contribuição distinta
O Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal
(Iprev) foi criado em 2008 pela Lei Complementar °769/2008, distinguindo
dois grandes grupos de Previdência: o sistema previdenciário
financeiro e o de capitalização.
Todo o relatório foi construído com base no Regime Próprio
de Previdência, instituído pela União, estados e municípios
e que assegura a aposentadoria e a pensão por morte dos beneficiários.
No entanto, no DF eles são distintos em servidores que ingressaram
nos quadros do governo local antes e depois de 31 de dezembro de 2006.
Aos primeiros integrantes, todos os 33% de contribuição
são custeados pelo Estado. Já no outro caso, os servidores
arcam com 11% - descontados diretamente na folha de pagamento - e, o restante,
22%, bancado pelo sistema, "que deve ser autossustentável", declara
o vice-presidente do Iprev, Francisco Jorgivan Machado Leitão.
Ainda segundo Leitão, o GDF gasta em torno de R$ 180 milhões
por mês para pagar as despesas com o primeiro grupo, os mais antigos
de Casa. Para os servidores relativamente novatos, que entraram nos quadros
do governo a partir de 1° de janeiro de 2007, os valores são
de R$ 12 milhões mensais.
ESTRANHEZA
O Relatório Atuarial do Plano Previdenciário causou estranheza
nos técnicos da Câmara Legislativa. De acordo com eles, em
uma análise prévia foi possível constatar a deficiência
do sistema previdenciário do DF, que, nas suas avaliações,
já está deficitário.
Entretanto, de acordo com Lei-tão,"não há deficit
financeiro. O representante do Iprev insistiu em apontar que o relatório
trabalha apenas com previsões, apesar de o documento ter sido elaborado
em janeiro, com estimativas feitas para o período do mês seguinte.
(Isabel Paz - Jornal de Brasília)
21.05 - Ipesp: OAB contesta fim do Instituto
O Conselho Federal da OAB aprovou, por unanimidade, o ingresso de uma
Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal
Federal contra a lei paulista que manteve temporariamente a Carteira de
Previdência dos Advogados do Ipesp. A ação vai contestar
o artigo 2º, parágrafo, 2º, da Lei 13.549/2009, que manteve
a carteira vinculada ao Instituto de Previdência do Estado de São
Paulo, mas tirou do estado a responsabilidade pela aposentadoria dos advogados.
A decisão do Conselho Federal foi tomada com base no voto do relator,
o conselheiro federal Cláudio de Souza Neto.
“A decisão do Conselho Federal da OAB de acatar o pedido de
ADI reforça nosso trabalho visando preservar os direitos dos colegas
inscritos na Carteira de Previdência do Ipesp. Nessa segunda etapa
da luta, vamos buscar reparar as distorções decorrentes da
mudança da lei, especialmente no que concerne ao fato de que o estado
se isenta da responsabilidade pelos pagamentos dos benefícios já
concedidos, assim como daqueles que vierem a ser concedidos”, explicou
o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D´Urso. Ele lembrou
que desde a sua criação, a Carteira esteve sob administração
de órgão estatal.
O voto do relator e conselheiro federal Cláudio Pereira de Souza
Neto aponta quatro eventuais inconstitucionalidades. Segundo ele, a Lei
13.549 é ordinária, e a Constituição Federal
só permite que a matéria seja disciplinada por lei complementar.
Souza Neto aponta também que a nova lei viola direitos adquiridos,
e que a adesão dos advogados ao plano previdenciário é
ato jurídico perfeito. Para ele, o estado não pode se “desonerar
de sua responsabilidade em relação ao plano porque sua administração
sempre foi feita pelo Ipesp [Instituto de Previdência do Estado de
São Paulo].”
“Para evitar interpretação que viole a garantia do direito
adquirido, opina-se pela inclusão na ADI de pedido de interpretação
conforme [a Constituição Federal] para que o STF declare
que a lei nova é inaplicável aos filiados que já adquiriram
o direito, mesmo que ainda não o tenham consumado.”
A Carteira de Previdência dos Advogados de São Paulo foi
criada pela Lei estadual 5.174, de 1959, reorganizada pela Lei estadual
10.394, de 1970, e sempre foi administrada pelo Ipesp. No entendimento
das entidades, a Carteira sempre esteve sob a responsabilidade do governo
do estado, o que serviu de estímulo para que muitos advogados nela
se inscrevessem.
Diante da iminente extinção da Carteira, o trabalho das
entidades representativas da advocacia paulista (OAB-SP, Aasp e Iasp) para
salvar a Carteira teve três frentes de atuação: jurídica,
política e legislativa. O trabalho terminou com a construção
de um grande acordo envolvendo o governo do estado, o Ministério
da Previdência Social, o Ipesp e a Assembleia Legislativa, para a
não liquidação da carteira. O Legislativo aprovou,
por 75 votos a 2, a Emenda Aglutinativa Substitutiva 60 ao Projeto de Lei
236/09 do Executivo.
Pelo acordo firmado na ocasião, a Carteira de Previdência
dos Advogados do Ipesp seria mantida em regime de extinção,
até atender ao último advogado inscrito, numa estimativa
de 80 anos. A receita da Carteira de Previdência dos Advogados é
constituída atualmente pela contribuição dos segurados,
taxa de juntada de procuração recolhida pelos advogados,
doações, legados recebidos e rendimentos patrimoniais e financeiros.
(Consultor Jurídico)
20.05 - Institutos: Irregularidades generalizadas
Dados coletados pelo Correio Braziliense mostram que, de todos os fundos
previdenciários das capitais brasileiras, cerca de 80% estão
em situação irregular. O Ministério da Previdência
aponta para problemas de transparência na contabilidade dessas entidades,
desequilíbrios financeiros e desaparecimento de contribuições
trabalhistas. No caso de Planaltina de Goiás, uma farra de cheques
está mal explicada. O fundo que deveria garantir a aposentadoria
dos servidores da cidade apontou, em uma primeira auditoria, rombo de R$
3 milhões. Na região conhecida como Entorno do Distrito Federal,
apenas um fundo de previdência está com as contas regulares:
o de Padre Bernardo. Apesar de todos esses problemas, o mistério
não tem uma estimativa do total de desvios de recursos praticados
pelos regimes previdenciários de estados e municípios.
(Correio Braziliense)
19.05 - Funprev: Ação contra "rombo"
Prefeitura de Bauru gastará R$ 10 milhões ao ano para
recompor a Funprev
Agora não tem mais jeito: a Prefeitura de Bauru tem de começar
a pagar em 2011 e até 2046 R$ 10 milhões/ano para tapar o
buraco das contas do passado da previdência municipal. Se o governo
municipal não aprovar o projeto na Câmara Municipal de Bauru,
conforme determina resolução do Ministério da Previdência
Social (MPS), Bauru perde o Certificado de Regularidade Previdenciária
(CRP) e, com ele, o direito de receber verbas e firmar convênios
com a União.
Para evitar esta situação, o prefeito Rodrigo Agostinho
(PMDB) fechou acordo, ontem à noite, com o comando da Fundação
de Previdência (Funprev). O total atualizado do buraco é de
R$ 424 milhões (chamado de resultado do cálculo atuarial),
correspondente ao déficit nos pagamentos de despesas para o auxílio
doença, aposentados e pensionistas acumulado nos últimos
19 anos, conforme revelou o JC em 2008.
Batizado de aporte previdenciário, o pagamento de R$ 10 milhões
anuais inclui mais R$ 1 milhão de responsabilidade do Departamento
de Água e Esgoto (DAE) para estancar o rombo no caixa da Funprev
gerado pelo que não foi recolhido ao sistema durante os governos
de Izzo Filho, Tidei de Lima e Nilson Costa.
O rombo foi formado, sobretudo, entre agosto de 1991 e dezembro de
2004. Neste período, a prefeitura assumiu novas despesas com a previdência
depois de aderir ao regime estatutário para o servidor, mas não
fez depósitos no caixa do antigo Serviço de Previdência
(Suprem) para suportar as despesas futuras com inativos. O pior é
que o dinheiro que deveria ser utilizado para pagar inativos ainda foi
utilizado para custear despesas médicas do funcionalismo por anos
seguidos.
Também conta para este buraco, medidas que geraram despesas
previdenciárias ao longo das gestões, mas que não
vieram acompanhadas do cheque para cobrir o benefício. Um deles,
por exemplo, é a concessão de aposentadoria especial, garantida
na Constituição, a profissionais do magistério. A
redução em cinco anos para a aposentadoria (tempo de serviço
combinado com idade) tirou receita da Funprev, dinheiro que saiu do mesmo
caixa existente, sem aporte específico.
Mas o buraco previdenciário teve outros episódios no
tempo. Em 2002, no governo Nilson Costa, a situação deu sinais
de melhora com a criação da Funprev (que passou a formar
receita para garantir aposentadorias futuras). Mas como a conta do passado
não foi resolvida, o problema que estourou a partir de 1991, ainda
no primeiro governo de Izzo Filho, também passou sem ser atacado
pela gestão de Tidei de Lima, entre 1993 e 1996, chegando à
enorme cifra atual. (Jornal da Cidade)
13.05 - Ituprev: Vereadores aprovam criação
Em clima tenso os vereadores votaram na terça-feira, dois projetos
de Lei que promoverão uma mudança no regime trabalhista dos
funcionários públicos de Itu. Em uma sessão que durou
cerca de 4 horas e 40 minutos foram aprovados em primeira discussão
o novo Estatuto dos Servidores e a Lei que cria o Regime Próprio
de Previdência Social, o RPPS.
O estatuto
O primeiro dos dois projetos a ser votado foi o novo estatuto. O vereador
Guilherme dos Reis Gazzola (PPS) pediu a palavra durante a sessão
para esclarecer que o estatuto nada tem a ver com a reforma do regime previdenciário.
"Tentaram vender a ideia de que o estatuto e o Regime Próprio de
Previdência eram a mesma coisa e isso não é verdade.
Todos os benefícios do novo estatuto poderão vigorar sem
a mudança de regime", afirmou o vereador.
"O novo estatuto prevê grandes vantagens ao funcionalismo como
aumento da licença maternidade para 180 dias e licença prêmio",
foi o que afirmou a vereadora Fátima Scavacini (PV).
O estatuto foi aprovado por unanimidade dos vereadores.
Regime Próprio
Já o Regime Próprio de Previdência Social foi motivo
de discordância entre os vereadores. A discussão também
foi marcada pela manifestação constante dos poucos funcionários
públicos que estavam presentes.
"Esta será a maior tragédia da história de Itu",
afirmou o oposicionista Gazzola. Para o vereador a cidade não conseguirá
manter o pagamento das aposentadorias o que acabará gerando um prejuízo
ao orçamento da cidade. O vereador se embasou em estatísticas
para afirmar que mais da metade das cidades que optaram por administrar
as aposentadorias dos seus servidores acabaram tendo o regime falido.
O vereador Luiz Henrique Adas Junqueira Schmidt (PDT) partiu em defesa
do projeto do Governo e afirmou que todo um estudo foi feito para a elaboração
do projeto que será muito benéfico ao servidor. Emerson Cury
(PTB) também discursou favoravelmente à mudança salientando
apenas que é preciso ficar atento à escolha dos gestores
do instituto que administrará o novo regime.
O RPPS foi aprovado em primeira discussão recebendo votos contrários
de Guilherme Gazzola (PPS), Adauto Gonçales (PR) e Sérgio
Luiz Corsi (PP).
A mudança
Os projetos ainda serão discutido e votado um segunda vez pelo
Legislativo que pode propor emendas às leis. Caso seja aprovada
a lei de Regime Próprio de Previdência Social o que muda é
que a previdência dos funcionários públicos será
administrada por uma autarquia municipal, migrando assim do Regime Celetista
(CLT), para o Regime Estatutário. Com a mudança, os funcionários
públicos deixarão de contribuir com o INSS e passarão
a filiação do ITUPREV (Instituto de Previdência Social
dos Servidores Municipais de Itu), sendo essa autarquia a responsável
pela administração da contribuição. Também
muda a legislação que rege o compromisso entre o empregador
e o empregado. Como o município passará a ter um estatuto
próprio, algumas questões com fundo de garantia, taxa de
contribuição, e pisos salariais serão restabelecidos
pela nova legislação. (Periscópio)
12.05 - Ipesp: Aposentada deve receber complemento
Uma aposentada pelo Instituto de Previdência do Estado de São
Paulo (Ipesp) conseguiu complementação de sua aposentadoria
do tempo em que foi admitida sob um regime diferente. A 6ª Turma do
Superior Tribunal de Justiça definiu a correção de
0,5% de juros de mora nas parcelas vencidas.
A funcionária foi admitida pelo Ipesp em março de 1974,
sob o regime de credenciamento, conforme Decreto 49.532/68. A partir de
novembro de 1976, ela tornou-se empregada registrada do instituto. De acordo
com o contrato de trabalho a contratação retroagiu a julho
de 1976.
Quando se aposentou em 2005, ela pediu a complementação
da aposentadoria ao instituto. O pedido foi negado. O caso foi levado à
Justiça. Tribunal de São Paulo entendeu que não houve
ato ilegal por parte do Ipesp, “inexistindo o direito à complementação
de aposentadoria”.
Em seu voto, o relator, ministro Nilson Naves, destacou que a 3ª
Seção já firmou o entendimento de que o artigo 1º,
parágrafo único, da Lei Estadual 200 assegurou aos funcionários
admitidos até 13 de maio de 1974, o direito à complementação
de aposentadorias e pensões.
O ministro ressaltou que a alegação da aposentada sempre
foi a de que a própria administração reconheceu que
o seu vínculo empregatício se iniciou com o primeiro credenciamento,
em março de 1974, tanto assim que providenciou o recolhimento das
contribuições ao INSS, ao FGTS, tendo inclusive expedido
certidão de tempo de serviço, computado tal período
para fins de aposentadoria. “Ora, se a própria Administração
admitiu que, em vários casos de credenciamento, inclusive no da
recorrente, tal instituto fora utilizado como forma de disfarçar
a relação de trabalho na prática existente, tendo,
inclusive, adotado providências para corrigir tal situação,
não me parece razoável recusar, agora, por ocasião
da aposentadoria, o aproveitamento daquele tempo para o fim de concessão
da complementação de proventos”, afirmou o relator. Com informações
da Assessoria de Imprensa do Superior Tribunal de Justiça.
(Consultor Jurídico)
05.05 - Protesto por desvio em fundo previdenciário
Cerca de mil pessoas reuniram-se na manhã de ontem em frente
à prefeitura de Planaltina de Goiás para pedir o impeachment
do prefeito, José Olinto Neto (PSC). Ele é acusado de desviar
pelo menos R$ 3 milhões do fundo de previdência dos servidores
do município, conforme revelou o Correio Braziliense em 25 de abril
último. O material está servindo base para a Comissão
Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta na Assembléia Legislativa
local. Por oito votos a dois, os vereadores da cidade começaram
a investigar transações irregulares entre o fundo e a área
de educação. Foi constatada uma farra de cheques debitados
do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb)
e do fundo de previdência. O Executivo do município goiano
ainda é suspeito de falsificação de documentos e apropriação
indébita, por ter recolhido contribuição dos funcionários
e não ter depositado o dinheiro no local correto. (Correio
Braziliense)
04.05 - Ipajm: Horário de atendimento é ampliado
Vitória - O horário de atendimento no Instituto de Previdência
dos Servidores do Estado (IPAJM) tem agora uma hora e meia a mais de duração
a partir de ontem. O Instituto, localizado no bairro Consolação,
em Vitória, agora atende aos servidores das 8h às 18h, e
não mais das 9h às 17h30.
A Portaria que regulamentou a extensão no período de
funcionamento do instituto foi publicada no Diário Oficial da última
sexta-feira (30). De acordo com a publicação, o atendimento
terá carga horária ampliada em todas as áreas do IPAJM,
exceto na Gerência de Perícia Médica Social, já
que a realização de perícia é feita por agendamento
prévio e tele-atendimento.
O IPAJM está localizado na Avenida Vitória, 2365, no
bairro Consolação, em Vitória. Outras informações
sobre o horário de atendimento podem ser obtidas pelo site www.ipajm.es.gov.br
ou pelo telefone 0800-2836640. (Gazeta online)