18.11 - Ipasgo: Projeto será discutido na
5ª
Uma cópia do projeto de lei que o governo pretende encaminhar
à Assembléia Legislativa alterando o Ipasgo foi entregue
no último dia 13 aos participantes de uma reunião com o secretário
da Fazenda, Jorcelino Braga, e o presidente do Ipasgo, Geraldo Lemes. O
documento agora será analisado por sindicalistas e membros do Conselho
Deliberativo do instituto e discutido em um novo encontro nesta quinta-feira,
20, às 10 horas, no auditório do Ipasgo. Após o consenso,
a proposta será encaminhada pelo governador Alcides Rodrigues aos
deputados estaduais.
Esta foi uma das decisões acertada na reunião, que discutiu
saídas para vencer a crise do Ipasgo. “Temos de encontrar solução
definitiva”, defendeu Braga. Todos os itens da crise, como o pagamento
dos cartorários, das vítimas do Césio, a cobrança
de aluguéis dos prédios do instituto e até o pagamento
dos fornecedores foram debatidos. (Goiás Agora)
17.11 - Ipesp: Advogados de SP pressionam contra extinção
Entidades representantes dos advogados do Estado de São Paulo
já estão negociando com o governador José Serra (PSDB)
para que ele tome alguma atitude com relação à extinção
da carteira de previdência da categoria. O Instituto de Previdência
do Estado de São Paulo (Ipesp), que administra a previdência
de cerca de 38 mil advogados, está previsto para ser extinto em
junho do ano que vem. A previsão de extinção foi estabelecida
pela Lei Complementar nº 1.010, sancionada por Serra em junho do ano
passado. Essa mesma lei criou o São Paulo Previdência (Spprev)
para gerir o regime previdenciário dos servidores públicos
e militares do Estado. Sem estabelecer um novo gestor para a carteira de
previdência do advogados, a lei tem causado uma grande dor de cabeça
para a categoria, já que não há previsão de
como ficará essa carteira após esse prazo.
Foram criadas três frentes de atuação, sob a liderança
da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Associação
dos Advogados de São Paulo (Aasp) e do próprio Instituto
de Previdência do Estado de São Paulo (Ipesp). Uma seria a
própria negociação com o governo do Estado de São
Paulo para que ele assuma a gestão da carteira de previdência
dos advogados, incluindo a categoria no Spprev ou mantendo a vigência
do Ipesp. A segunda seria a alternativa legislativa, ao pressionar pela
aprovação de um dos projetos de lei que já tramitam
na Assembléia Legislativa: um que prorrogaria o prazo de funcionamento
do Ipesp e outro que coloca a carteira de previdência dos advogados
sob gestão da Secretaria da Fazenda. Como última alternativa,
os advogados preparam uma ação judicial, caso não
haja negociação, para que o Estado seja responsabilizado
pelo fundo. Para isso, foram feitos pareceres de três juristas que
reconhecem a responsabilidade do Estado em gerir essa carteira.
Já foram feitas diversas reuniões das entidades representantes
dos advogados com a Secretaria da Justiça, da Fazenda, e com o próprio
governador José Serra para discutir o problema, segundo o presidente
da OAB -SP , Luiz Flávio Borges D' Urso. "O governador pediu um
diagnóstico de como estão essas carteiras de previdência,
com a apresentação de diversos cálculos atuariais
e simulações, e estamos providenciando isso para continuar
a negociação", diz.
O caminho da negociação tanto com o governo quanto na
Assembléia Legislativa ainda deve ser prioritário, segundo
Márcio Kayat, presidente da Aasp. "Ainda acreditamos que um acordo
pode ser melhor do que levar o caso para a Justiça." Só então,
se o Estado não assumir espontaneamente a gestão, por meio
do Spprev ou não prorrogar a vigência do Ipesp, é que
se deve buscar judicialmente essa responsabilização. Kayat
também esclarece que a carteira de previdência dos advogados
não está quebrada e possui reserva financeira de mais de
R$ 1 bilhão, suficiente, segundo ele, para pagar as aposentadorias
até 2021. Porém, de acordo com ele ainda há um déficit
atuarial de R$ 11 bilhões para que a carteira honrasse suas obrigações
nos próximos 80 anos.
Para o advogado Arthur M. Mazzini, do Mello Mazzini Advogados, um dos
muitos que contribuem mensalmente para o Ipesp para receber um complemento
quando estiver aposentado, a situação é de grande
frustração. "A percepção dos advogados que
estão em véspera de pedir a sua aposentadoria, como eu, que
já tenho 35 anos de profissão e contribuo para o Ipesp desde
estagiário, é de que a OAB deixou passar esta lei sem que
houvesse nenhuma atitude para impedir isso, o que nos preocupa." Para ele,
a solução estaria na aprovação do projeto de
lei que migra a carteira de previdência dos advogados para o Spprev.
"O governador está agindo com descaso em um assunto importante e
deveria pressionar a Assembléia para agilizar a aprovação
do projeto", afirma.
A assessoria de imprensa do governo do Estado não havia retornado
pedido de entrevista até o fechamento desta edição.
(Adriana Aguiar - Valor Online)
14.11 - Ipasgo: Recuperação do Instituto
A administração estadual precisa colocar a causa de recuperação
do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Goiás
(Ipasgo) na pauta das suas maiores prioridades, considerando, acima de
tudo, a dependência de milhares de servidores e suas famílias.
A missão não é fácil, mas também
não é impossível, como mostra exemplo construído
pela própria instituição, que já conseguiu
avanços na qualidade de sua gestão, conquistando certificações.
A situação do Ipasgo requer medidas que não podem
ser proteladas, sob pena de se tornarem irremediáveis os impasses
que levaram a restrições no atendimento. Essa limitação
deixa inseguros os previdenciários e abala a confiança dos
colaboradores e parceiros.
A instituição programava alguns objetivos que se tornaram,
agora, difíceis, mas é preciso que haja empenho tão
substancial que se tornem viáveis, como a busca de excelência
no atendimento, a ampliação de parcerias, a qualificação
de colaboradores e a meta da auto-sustentação.
O Ipasgo tem uma história a ser preservada e respeitada, criado
que foi há 46 anos, em outubro de 1962, pela administração
Mauro Borges. Passou por dificuldades, antes da atual crise, e conseguiu
superá-las. Não se pode, pois, deixar que a resposta ao desafio
de agora seja uma conformação. O direito à previdência
e a um bom atendimento não pode ser sonegado aos servidores e seus
dependentes. (Patrícia Drummond - O Popular)
12.11 - Baprev: Servidores terão nova gestão
da previdência
Salvador - A expectativa de capitalização
de R$ 216 milhões até 2011 pelo novo Fundo Previdenciário
dos Servidores Públicos do Estado da Bahia (Baprev) foi destacada
na terça-feira pelo chefe de Gabinete da Secretaria da Administração
do Estado, Edelvino Góes. A informação foi dada durante
a mesa Agenda do Desenvolvimento: Trabalho decente, proteção
e previdência do servidor público.
O evento fez parte da 24ª Assembléia
Geral da Conferência Interamericana de Seguridade Social (CISS).
O Baprev já contempla aproximadamente cinco mil servidores desde
que entrou em atividade, em 1º de janeiro deste ano. A conferência,
que está sendo realizada no Gran Stella Maris Resort & Convention,
conta com delegações de 37 países e será encerrada
nesta quinta-feira (13).
Segundo Góes, o novo fundo substituiu
o antigo Fundo de Previdência dos Servidores do Estado da Bahia (Funprev),
criado em janeiro de 1998. A situação do Funprev era insolvente.
Os rendimentos financeiros do fundo tornaram-se insuficientes para o pagamento
dos benefícios, o que gerou a descapitalização. Esta
situação culminou com a exaustão dos recursos já
em outubro de 2001. Ainda assim, lembra o chefe de gabinete, este fundo
estará em atividade até que o último beneficiário
esteja aposentado. (Jornal da Mídia)
11.11 - RioPrevidência: Edital do Espaço Leblon
O Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de
Janeiro (RioPrevidência) lançou, ontem, o edital do Espaço
Leblon nos jornais O Dia e Valor Econômico. O primeiro e mais importante
imóvel do Programa de Monetização de Ativos Imobiliários
possui 5.900 m2 e está avaliado em R$ 75 milhões.Localizado
dentro do Complexo do Shopping Leblon, o espaço possui 70 vagas
na garagem e nunca foi utilizado. O aluguel do m2 está estimado
em R$ 150. A venda do imóvel será realizada pelo maior preço
apresentado pela concorrência. Terrenos na Lapa, na Barra da Tijuca
e o prédio da Fundação Escola de Serviço Público
(Fesp) também participarão do sistema.Em 2009, deverão
ser arrecadados R$ 200 milhões com as três principais atrações
da relação de mais de mil imóveis. O programa faz
parte da reestruturação do RioPrevidência, iniciada
em 2007, que tem se refletido na melhora do atendimento aos beneficiários
e no fortalecimento de suas contas. Já em 2008, o fundo deverá
apresentar superávit financeiro, resultado inédito nos quase
dez anos de sua história. (Portal do Governo RJ)
10.11 - Servidor de SC pede fim do projeto de previdência
Funcionalismo quer que fundo deixe de ser discutido na AL
Os trabalhadores do serviço público estadual aprovaram,
ontem à tarde, em assembléia geral, a decisão de lutar
pela retirada do projeto que cria o novo Fundo de Previdência do
Estado das discussões na Assembléia Legislativa.
O projeto foi construído entre os Poderes durante todo o ano
passado e protocolado na Assembléia em 19 de dezembro. Os dirigentes
sindicais argumentam que os servidores não foram ouvidos na elaboração
da proposta, por isso pedem sua retirada.
Em evento que lotou o plenarinho Antonieta de Barros, que tem capacidade
para 467 pessoas sentadas, líderes sindicais e alguns servidores
revezavam-se ao microfone para apontar falhas e criticar o projeto.
O ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público
Estadual de SC (Sintespe) Maurino Silva afirmou que os sindicatos são
contra vários pontos do projeto, dentre eles o que prevê o
fim da paridade entre servidores e o que permite ao governo aumentar a
alíquota de 11% dos trabalhadores se houver déficit no fundo.
Por volta de 16h30min, os trabalhadores decidiram acompanhar a sessão
plenária da Assembléia e ocuparam pacificamente as galerias
superiores e inferiores do Parlamento. Na prática, a retirada do
projeto não deve ocorrer já que os deputados farão
audiências públicas para debater a proposta. O líder
do governo, deputado Herneus de Nadal (PMDB), garantiu que que o projeto
preserva os direitos adquiridos, não penaliza o servidor e dará
condições para que ativos e inativos continuem a receber
seus proventos no futuro.
Disse também que não acredita em criação
de fundo para os deputados, já que a Assembléia tinha o Ipalesc
que foi extinto em 1989. (Diário Catarinense)
07.11 - Ipasgo: Suspensão do credenciamento por 120 dias
O Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores
do Estado (Ipasgo) determinou a suspensão do credenciamento de pessoas
jurídicas e extensão para atendimento aos usuários
do plano, pelo prazo de 120 dias. Os casos excepcionais de solicitação
de credenciamento de pessoa jurídica e extensão devem ser
analisados pela presidência do Instituto, junto com a diretoria de
Assistência.
Os processos de credenciamento e extensão, protocolados até
ontem, 5, data de assinatura da Portaria Normativa nº 9-2008, que
dispõe sobre a suspensão temporária de extensão
e credenciamento de pessoa jurídica, não sofrerão
solução de continuidade na sua tramitação administrativa
com a entrada em vigência da portaria. O prazo de suspensão
estabelecido em 120 dias poderá ser dilatado pela direção
do Ipasgo. Maiores informações pelo telefone 3238-2448.
(Goiás Agora)
05.11 - Ministério Público vai fiscalizar fundos de municípios
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) fiscalizará
de perto as contas dos fundos de previdência dos municípios
do Estado. O MPPE identifica irregularidades na maior parte desses fundos,
que abrangem cerca de 150 mil pessoas em 138 cidades. Os promotores deverão
solicitar informações detalhadas dos fundos e abrir procedimentos
investigatórios. “Grande parte dos fundos está irregular.
Queremos saber onde foi parar o dinheiro. Há recursos que foram
sacados indevidamente”, afirma o promotor Roberto Burlamaque, coordenador
do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Defesa do Patrimônio
Público (Caop).
Ele esteve reunido com promotores do Estado na sexta-feira e ontem
debatendo o assunto. A estratégia será a solicitação
de informações às prefeituras que mantêm o regime
próprio de previdência para depois os documentos serem analisados
pelo Caop. Esses técnicos ficarão responsáveis por
auditar os últimos cinco exercícios financeiros e emitir
um parecer, que poderá embasar as medidas tomadas por cada promotor.
Segundo Burlamaque, o Ministério da Previdência Social
vai atuar em conjunto com o MPPE. Ele criticou também Câmaras
de Vereadores que aprovaram leis permitindo a utilização
de recursos desses fundos. “Por mais nobre que seja gastar esses recursos
em obras, não há como o prefeito sacar dinheiro desse fundo
para cobrir despesas outras que não as relacionadas com o próprio
fundo. As leis elaboradas nesse sentido são inconstitucionais e
vamos ingressar com ações”, promete. (Jornal do Commercio
PE)
04.11 - Ipes Previdência: Recadastramento
O Ipes previdência realiza o recadastramento do Censo Previdenciário
de Inativos e Pensionistas nascidos em outubro. Os convocados devem atualizar
seus dados para não terem seus benefícios bloqueados.
Os inativos devem procurar a Secretaria de Estado da Administração
ou o Ceac do Shopping Riomar e os pensionistas, o Ipesprevidência.
O segurado que não puder comparecer a um deste locais por problemas
de saúde, deve solicitar a visita de um técnico através
dos telefones (79)3226-2025,ou (79)3221-37654. (Joelma Gonçalves
- Emsergipe)
03.11 - ParanáPrevidência: Justiça inclui novos
profissionais
Uma decisão judicial incluiu no regime da ParanaPrevidência
todos os serventuários do foro extrajudicial, como notários
e registradores, além de escrivães do foro judicial, que
ingressaram na atividade até 1998.
Com isso, mais de 1.600 profissionais que integram essas categorias
serão incluídos no sistema previdenciário dos servidores
paranaenses, informou ontem a Associação dos Notários
e Registradores do Paraná.
A decisão foi julgada nesta semana pela 4.ª Vara de Fazenda
Pública do Paraná e põe fim a uma disputa judicial
iniciada em 1994, quando foi criado o Estatuto do Notário e Registrador,
pela Lei n.º 8.935. (Paraná Online)
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