27.07 - Ipe: Consciliação de contas
Porto Alegre - O Instituto de Previdência do Estado está
realizando uma conciliação geral de todas as contas de atendimentos
realizados por todos os seus?prestadores. O processo de conciliação
visa a apurar diferenças e pendências financeiras entre os
valores da contabilidade do IPE e dos seus credenciados. Ou seja, será
feito o recálculo de todas as contas. O prazo termina dia 31.
(Fernando Albrecht - Jornal do Comércio)
22.07 - COMPREV: Prorrogado até 2013 prazo para conciliação
de contas dos regimes previdenciários
Compensação previdenciária abrange mais de 2 mil
regimes próprios no país
O prazo para a compensação financeira entre o Regime
Geral de Previdência Social (RGPS) e os Regimes Próprios de
Previdência Social (RPPS) dos estados e municípios foi prorrogado
para maio de 2013. É o que determina a Medida Provisória
nº 496/2010, publicada no Diário Oficial da União (DOU)
dessa terça-feira (20). A MP altera a Lei 10.666/2003, que estabelecia
para maio de 2010 a data limite para a compensação previdenciária.
A compensação previdenciária (Comprev) abrange
mais de dois mil regimes próprios em todo o país. O grupo
inclui os regimes dos 26 estados e do Distrito Federal, além de
1.981 municípios com RPPS. Muitos desses municípios e alguns
estados ainda não haviam concluído ou mesmo iniciado os procedimentos
de compensação.
Agora, os regimes instituidores têm até maio de 2013 para
apresentar aos regimes de origem os dados relativos aos benefícios
concedidos a partir de outubro de 1988 e que estavam sendo pagos em maio
de 1999. A partir desse período ficou estabelecido um fluxo de compensação
mensal, garantindo a reposição das despesas entre os regimes,
enquanto durar o benefício pago ao servidor.
O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, negociou
a ampliação do prazo diretamente com o presidente da República,
Luiz Inácio Lula da Silva, atendendo a reivindicações
das entidades representativas dos RPSS e dos gestores dos regimes de pequenos
municípios, que têm mais dificuldades para conduzir todo o
processo de compensação financeira.
Para o secretário de Políticas de Previdência Social,
Fernando Rodrigues – também presidente do Conselho Nacional dos
Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social -, é
necessário que os municípios que ainda não iniciaram
os procedimentos para a compensação estejam atentos para
o novo prazo. “É preciso que se organizem o mais rapidamente possível
e resolvam essas pendências de ‘estoque de compensação’,
dando segurança aos regimes e aos segurados”.
Compensação - A compensação previdenciária
é um acerto de contas entre os regimes próprios de previdência
e o Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Se o trabalhador contribuiu
por um determinado período para o RGPS, passou a ser servidor de
um município e se aposentou pelo regime próprio, a prefeitura
arca com o pagamento do valor total do benefício. Como em determinado
período o trabalhador contribuiu para o RGPS, a Previdência
Social, por meio do Comprev, paga parte da aposentadoria ou pensão
desse trabalhador. A situação inversa também pode
ocorrer. Assim, o benefício continua sendo pago pelo regime no qual
o trabalhador se aposentou, mas os recursos devidos para cada instituição
são repassados. (AgPrev)
21.07 - Fozprev: Recadastramento de pensionistas
A Foz Previdência – autarquia gestora do Regime Próprio
de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município
de Foz do Iguaçu - realizará de 2 agosto até o dia
3 de setembro o recadastramento obrigatório de pensionistas. A meta
é atualizar os cadastros de cerca de 250 beneficiários.
“A atualização cadastral é obrigatória.
O pensionista deve vir pessoalmente a sede do Fozprev e apresentar o documento
de Identidade, CPF e comprovante de residência atualizado.
Temos pensionistas de todas as faixas etárias desde crianças
até idosos. Por isso é necessário que venham pessoalmente
para evitar que o pagamento seja suspenso”, disse a diretora de benefícios
da autarquia Cristina Ogura.
São obrigados a fazer o recadastramento todos os pensionistas
que recebem mensalmente um valor a título de Pensão por Morte
de Servidor, pago pelo Fozprev, na condição de beneficiário/dependente
do servidor falecido. O Decreto no 19.702/10 que regulamenta o manual de
instruções dos pensionistas pode ser acessado no site:
www.fozprev.com.br
Outras informações podem ser obtidas na sede do Fozprev
na Rua Barão do Rio Branco, 363. Ou pelo telefone 3523- 5393. O
calendário de recadastramento de pensionistas foi agendado por iniciais
do nome do titular. (Notícias de Foz do Iguaçu)
19.07 - Previ-Rio abre inscrições para financiamento de
casa própria
O Instituto de Previdência e Assistência do Município
do Rio de Janeiro (Previ-Rio) abre, nesta segunda-feira, o Programa de
Cartas de Crédito Imobiliário 2010, proporcionando ao servidor
da Prefeitura do Rio, ativo ou aposentado, segurado do instituto, a oportunidade
de realizar o sonho da casa própria. O juro ficará entre
3% e 8% ao ano; o valor máximo das cartas será de R$ 200
mil. O período de inscrição será do dia 19
de julho até o próximo dia 2 de agosto, e as inscrições
deverão ser feitas, exclusivamente, pela página do Previ-Rio
na internet, no endereço www.rio.rj.gov.br/web/previrio (Jornal
Monitor Mercantil)
15.07 - ParanaPrevidência: Qualidade de vida
O Programa Qualidade de Vida oferece atividades artísticas e
culturais, palestras informativas, inclusão digital a aposentados
e pensionistas ParanaPrevidência. Cerca de 740 pessoas participam
mensalmente do programa, que promove a qualidade de vida e interação
dos segurados em Curitiba. “A troca de experiências, o diálogo
e a interação são muito importantes nesta fase da
vida”, afirma a diretora de previdência da instituição,
Rosane Gurniski.
Pensionistas e servidores aposentados participam de oficinas de artesanato,
trabalhos manuais, yoga, oficina de canto, musicoterapia, dança
circular e atendimento psicológico. “Quando convocados para fazer
o recadastramento na instituição os aposentados e pensionistas
têm um primeiro contato com o programa e, a partir disso, são
convidados a participar das atividades”, explica.
Entre as atividades mais procuradas está a pintura em tela,
que inclui aulas ao ar livre, no Parque Barigüi, para diversificar
o cenário das pinturas. Nas oficinas semanais de artesanato são
oferecidas atividades diferentes, o que atrai um número cada vez
maior de participantes, que aprendem novas técnicas de pintura e
artes em geral.
A ParanaPrevidência disponibiliza também um espaço
para que aposentados pensionistas e também os servidores da ativa
exponham suas obras de arte, que ficam disponíveis para compra pelos
visitantes. A negociação das obras é feita diretamente
com cada artista.
De acordo com o diretor-presidente da ParanaPrevidência, desembargador
Munir Karam, o programa faz parte da revitalização da instituição.
“Revitalizar a ParanaPrevidência é chamar para dentro da instituição
os nossos segurados, os aposentados e pensionistas do Estado”. Segundo
ele, o programa foi idealizado objetivando o resgate da qualidade de vida
dessas pessoas.
PALESTRAS – O programa prevê ainda a realização
de palestras informativas relacionadas à saúde da terceira
idade. Os participantes do programa já receberam orientações
sobre diabetes e hipertensão, com a enfermeira e professora universitária
Anna Beatriz Twardowski.
Segundo ela, a terceira idade precisa saber como se prevenir destas
doenças e também quais são os sintomas de cada uma.
“A intenção é estimular uma vida saudável,
pois sempre dá tempo de mudar os velhos hábitos e melhorar
a qualidade de vida”, afirma. De acordo com Anna Beatriz, a terceira idade
não precisa estar relacionada ao aparecimento de doenças.
Os aposentados e pensionistas receberam ainda orientações
sobre o correto manuseio e armazenagem da medicação e também
sobre o prazo de validade dos medicamentos.
Outras palestras serão programadas e agendadas de acordo com
a disponibilidade dos palestrantes voluntários e devidamente divulgadas
através do site da ParanaPrevidência na Internet – www.paranaprevidencia.pr.gov.br.
INCLUSÃO DIGITAL – Em parceria com a Secretaria de Assuntos
Estratégicos, a ParanaPrevidência também oferece, dentro
do Programa Qualidade de Vida, um Telecentro. A preocupação
da instituição é com a inclusão digital dos
aposentados e pensionistas.
São dez microcomputadores destinados preferencialmente à
utilização por aposentados e pensionistas. O objetivo é
promover a inclusão digital destas pessoas, que receberão
orientações de monitores principalmente para acesso básico
à Internet, criação de conta de e-mail e ferramentas
de busca. Até agora já são mais de 50 participantes
nesta área do programa.
Os aposentados e pensionistas que já fizeram o recadastramento
e têm interesse em participar do Programa Qualidade de Vida, podem
entrar em contato pelos telefones (41) 3304-3767 ou (41) 3304-3766.
(ANE)
12.07 - Pressão de servidores conteve previdência complementar
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva terminará o governo
sem concluir a reforma previdênciária que iniciou no seu primeiro
mandato. O projeto de lei 1992, que institui a previdência complementar
para funcionários públicos federais, não será
votado este ano. O projeto, encaminhado por Lula em maio de 2007, dorme
nas gavetas da Comissão de Trabalho da Câmara, onde não
conseguiu avançar um milímetro. "Os próprios parlamentares
não quiseram que o projeto avançasse, não quiseram
brigar com os servidores públicos", disse um ministro ao Valor.
"Não tem lobby mais poderoso do que o do funcionalismo, especialmente
do Judiciário", acrescentou.
O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza
(PT-SP), admitiu que o projeto não será votado este ano.
Além das dificuldades naturais da matéria, o ano eleitoral
não favorece a discussão, uma vez que todas as entidades
representativas dos servidores são contrárias ao projeto.
Os parlamentares não querem sequer emitir opiniões sobre
a proposta. O primeiro relator do projeto foi o deputado Nelson Marquezelli
(PTB-SP). No início de 2009, foi substituído na relatoria
por Sabino Castelo Branco (PTB-AM). Nenhum dos dois quis falar da proposta.
"Esse projeto está parado e não vai andar aqui dentro, pois
não há interesse de ninguém que ele avance", sintetizou
o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que é um dos representantes
dos aposentados. Nem mesmo o Ministério do Planejamento quis falar
do assunto.
Pelas regras previstas no projeto, toda pessoa que ingressasse no serviço
público depois da instituição da previdência
complementar teria direito, ao se aposentar, a benefício máximo
equivalente ao teto do INSS (atualmente de R$ 3,4 mil), da mesma forma
que trabalhadores da iniciativa privada. O servidor que quisesse aposentadoria
maior teria que contribuir com fundo de pensão.
Depois que os dispositivos constitucionais que tratam da aposentadoria
dos servidores foram alterados, em fins de 2003, mais de 119 mil pessoas
ingressaram por concurso na administração pública
federal. Esses novos funcionários continuarão se aposentando
pelas regras atuais, que não têm teto para o benefício,
e terão parte de seus benefícios custeada pelos contribuintes.
"Quanto mais a reforma for postergada, maior será a necessidade
de ajuste lá na frente", observa o economista Marcelo Abi-Ramia
Caetano, pesquisador do Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA) e especialista
em questões previdenciárias. "Em algum momento, a sociedade
terá que encarar o problema", acrescenta.
A primeira tentativa de criar uma previdência complementar para
os servidores foi feita pelo governo Fernando Henrique Cardoso, que, em
1999, encaminhou ao Congresso o PL 9 - projeto de lei complementar que
sequer chegou a ser votado. O governo Lula patrocinou uma mudança
na Constituição que definiu que a previdência complementar
dos servidores seria feita em regime de contribuição definida
e não de benefício definido. A emenda estabeleceu ainda que
a previdência complementar seria instituida por meio de projeto de
lei ordinária.
A idéia do projeto encaminhado por Lula é a de que os
servidores terão aposentadoria até o teto do INSS garantida
pelo orçamento público. Somente o que excede esse valor terá
que ser capitalizado em regime de contribuição definida.
"A lógica previdenciária é que os benefícios
para as faixas de renda mais elevadas não devem onerar o erário",
explicou Marcelo Caetano. Com o projeto, o governo pretendia harmonizar
as regras entre os estratos de renda mais alta do setor público
e privado.
Hoje, trabalhador do setor privado tem aposentadoria paga pelo INSS
até o teto de R$ 3,4 mil. Dados do Planejamento mostram que aposentados
do Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público
da União recebem em média mais de R$ 13 mil mensais. No Executivo,
o valor médio é inferior, mas parte considerável recebe
acima do teto do INSS.
No ano passado, as despesas da União com o pagamento de aposentadorias
e pensões atingiu R$ 67 bilhões. Esse montante foi destinado
a 937.260 aposentados e pensionistas, de acordo com o Planejamento. O valor
é superior ao total gasto com a saúde, que absorveu R$ 57
bilhões, incluindo o pagamento de pessoal. Como as receitas ficaram
em R$ 20 bilhões, já considerando a contribuição
patronal da União, o déficit do regime de próprio
dos servidores civis e militares da União atingiu R$ 47 bilhões,
o que corresponde a mais de quatro vezes o gasto com o Bolsa Família
em 2009. As contribuições dos servidores ativos e inativos
somaram apenas R$ 9,3 bilhões.
Para o economista Marcelo Caetano, a atual estrutura do regime de previdência
dos servidores é regressiva e acentua as desigualdades. Essa regressividade
é dupla, pois os gastos são financiados por tributos que
incidem, em grande parte sobre o consumo, atingindo em maior grau as camadas
pobres da população. Além disso, os recursos obtidos
financiam benefícios previdenciários de pessoas mais bem
aquinhoadas.
A demora na instituição da previdência complementar
dos servidores público atrasará a mudança desse cenário.
Como explicou Marcelo Caetano, este regime terá um custo adicional
para a União no curto prazo, pois o governo terá que fazer
uma contribuição ao fundo de pensão em nome de cada
servidor. Ao mesmo tempo, o governo perderá a contribuição
do servidor que também será destinada ao fundo. O pesquisador
estima que somente a partir da terceira década, os benefícios
da limitação das aposentadorias ao teto do RGPS começam
a superar os custos associados às perdas de arrecadação.
O próximo presidente terá, portanto, que enfrentar este desafio.
(Ribamar Oliveira e Paulo de Tarso Lyra - Valor Online)
05.07 - Iprev: Nova fase
Florianópolis - O Iprev assumirá a gestão da folha
de pagamento dos servidores inativos, trabalho que, hoje, cabe à
Secretaria da Administração. Parece um ato corriqueiro, mas,
com a confecção da folha, o Iprev assume a totalidade da
condição de gestor da Previdência Social do Estado.
O presidente Demetrius Hintz informa que o próximo passo será
a implantação de um software para a gestão da área
previdenciária. (ROBERTO AZEVEDO - Diário Catarinense)
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