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03.07 - Telefônica reúne fornecedores para tratar do Speedy
Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica, encontrou-se na noite da terça-feira passada com presidentes e diretores de 13 dos maiores fornecedores de equipamentos e prestadores de serviços da companhia.
Valente reuniu os principais executivos de empresas como NEC, Alcatel/Lucent, Ericsson, Nokia/Siemens, Nortel, Cisco e IBM para apresentar o plano de aprimoramento do serviço de banda larga, entregue à Anatel, na sexta-feira passada, que teve como objetivo obter a autorização para retomar as vendas do Speedy, suspensas no dia 22 de junho.
A reunião foi a primeira de uma série de encontros que a diretoria da empresa está promovendo nesta semana para envolver setores na execução do plano de ação entregue à Anatel.
Ontem a Telefônica também realizou uma reunião especial com seus 80 diretores. Para hoje, está previsto um encontro com integrantes dos sindicatos que representam trabalhadores da empresa.   (Guilherme Barros - Folha de S.Paulo)

03.07 - Caso Speedy: MPF dá puxão de orelha na Telefónica e na Anatel
Nesta quinta-feira, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo recomendou que a operadora Telefónica não cobre multa dos clientes que decidirem cancelar o contrato do serviço de internet banda larga de Speedy, mesmo se houver contrato de fidelidade. Segundo a recomendação, a empresa não deverá colocar o nome dos clientes no cadastro de restrição a créditos, se os débitos tiverem sido feitos a partir de abril. 
No dia 22 de junho, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou a suspensão da venda do Speedy, por causa das interrupções reiteradas na prestação do serviço. Dias depois, a Telefónica apresentou um plano para resolver os problemas. 
O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, entende que a empresa não pode querer impor o prejuízo da sua má prestação de serviços aos consumidores. 
- O contrato de longa duração só é justo se mantida a qualidade do serviço por todo o período prestado - avaliou Schusterschitz. 
O MPF também quer que a empresa não coloque o nome de clientes no cadastro de restrição de crédito, por débitos relativos a partir do mês de abril deste ano, enquanto não for permitida as novas vendas de serviço de internet pela Anatel. Outra recomendação feita é que a empresa melhore a eficiência no atendimento ao consumidor pelo telefone.
A recomendação também é dirigida à Anatel, pois o setor e o contrato são regulados pela agência. A Telefónica e a Anatel têm dez dias úteis para responder ao MPF. 
A Telefónica ainda não se manifestou sobre a recomendação do Ministério Público Federal. 
Usuários não conseguem se conectar 
Por volta das 13 horas desta quinta-feira, clientes do Speedy não conseguiam se autenticar ao tentarem entrar na internet. 
De acordo com o Uol Notícias, a Telefónica, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que está apurando se há algum problema em sua rede. Já o Serviço de Atendimento ao Cliente da empresa, explicou à reportagem que seus clientes realmente enfrentam dificuldades de autenticação. Segundo a atendente, técnicos estão tentando resolver o problema e ainda não há previsão de volta à normalidade.  (Monitor Mercantil)

03.07 - Google pretende alavancar crescimento da Internet no país
Com o intuito de alavancar o crescimento da Internet no Brasil, o Google anunciou nesta quinta-feira (02) uma parceria com a Fiat, em que foi firmado o compromisso do lançamento de um serviço de mapas Street View no Brasil, o qual usa carros equipados com máquinas fotográficas para abastecer mapas de cidades que podem ser visualizados no nível real das ruas.
O Google prevê retorno de crescimento da Internet no país até o final de 2009, após o setor ter sido impactado negativamente pela desaceleração da economia. A afirmação é do diretor-geral da empresa no Brasil, Alex Dias.
O executivo afirma que "o segundo trimestre já marcou um cenário de retomada e a gente está otimista, esperando um crescimento forte agora".
Dias declarou também que o segmento de Internet ainda recebe apenas 3% dos investimentos de publicidade, embora seja capaz de atrair a atenção de 25% a 30% do público que consome mídia no país.   (Executivos Finaceiros)
 
 
 
 
 

02.07 - Nova solução de BI no mercado de saúde
Fornecedora de serviços de TI lança solução para hospitais
A Tata Consultancy Services (TCS), fornecedora de serviços de TI, lançou a solução Business Intelligence (BI) para hospitais e outras instituições de saúde. Em forma de um painel de indicadores de desempenho, a nova interfase tem a meta de reduzir os custos e o tempo dedicado à administração hospitalar.
A solução permite que os gestores tenham acesso instantâneo a uma base unificada de dados abrangendo o desempenho das áreas clínicas e operacionais, que poderão ser cruzados conforme as necessidades e objetivos da organização.   (Saúde Business Web)

02.07 - Bing faz Microsoft ganhar terreno no mercado de buscas nos EUA 
A Microsoft ganhou espaço no mercado de buscas nos Estados Unidos, com o lançamento do serviço Bing, mas ainda está bem longe do líder do setor, o Google. 
Dados da empresa StatCounter indicam que o Bing, lançado oficialmente no dia 3 de junho, ficou com 8,23% das buscas feitas no mês passado --em maio, a Microsoft havia conseguido um índice de 7,81%. Na primeira semana de funcionamento, o Bing chegou a 9,21% de participação, mas caiu nos dias seguintes. 
Enquanto isso, o Google teve uma leve queda: ficou com 78,48% das buscas em junho, contra os 78,72% registrados antes do lançamento do Bing. O segundo colocado nesse mercado, o Yahoo!, cresceu de 10,99% para 11,04%. 
"No primeiro momento, um aumento de 1 ponto percentual na participação de mercado não parece representar um grande retorno para o grande investimento feito pela Microsoft, mas a tendência para o Bing parece ser positiva", afirma Adohan Cullen, executivo-chefe da StatCounter. (Folha Online)

02.07 - Buscador da Microsoft ganha participação de mercado nos EUA
O Bing, nova ferramenta de buscas na internet da Microsoft, lançado em 03 de junho, mas disponibilizado para alguns usuários alguns dias antes, ganhou participação de mercado nos Estados Unidos. 
Segundo dados da empresa de pesquisa StatCounter, 8,23% dos internautas acessaram o buscador, e nos dias precedentes ao lançamento, havia sido 7,81, ante 7,21% em abril. Na primeira semana de junho, esse índice chegou a 9,21%, porém na última 
Semana do mês, variou negativamente para 8,45%.
O maior concorrente do Bing, o Google, perdeu participação no mercado norte-americano, tendo caído de 78,72% de acessos para 78,48% após a criação da Microsoft. O Yahoo, que no mesmo período tinha 10,99%, passou após o Bing ser lançado, a 11,04% de todas as buscas na rede.
Sobre os resultados, Adohan Cullen, presidente-executivo da StatCounterafirmou em comunicado que "À primeira vista, um aumento de 1% na participação de mercado não parece ser um enorme retorno do investimento feito pela Microsoft no Bing, mas a tendência básica parece positiva".
A Microsoft ainda poderá firmar parceria com o Yahoo na linha de buscas na rede, mas isso ainda não é confirmado oficialmente por nenhuma das companhias.
A StatCounter declara que seus resultados são baseados em 4 bilhões de visualizações de páginas por mês, que são monitoradas por meio de uma rede de sites. Outras empresas atuantes no mesmo setor que StatCounter, como é ocaso da comScore, devem divulgar esse tipo de estudo apenas a partir do próximo mês.   (Reuters/Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

01.07 - Cisco planeja alternativa ao Office
A Cisco Systems está considerando oferecer alternativas baseadas na Web para o pacote Office da Microsoft, como parte da expansão da gigante de redes na internet. O vice-presidente sênior da Cisco, Doug Dennerline, afirmou ontem que sua empresa deve desenvolver um serviço que possibilitará que usuários corporativos criem documentos e compartilhem arquivos através de seu serviço WebEx de reuniões e colaboração. O serviço atualmente inclui reuniões online, e-mail e mensagens instantâneas.
Alternativas ao Office da Microsoft baseadas na internet começaram a aparecer cerca de cinco anos atrás, mas usuários corporativos ainda não as adotaram. Se a estratégia da Cisco funcionar, isso pode se tornar um grande negócio: a divisão Office da Microsoft registrou vendas de US$ 60 bilhões no último ano fiscal da companhia. O Google vende o Google Apps, uma alternativa ao Office com base na internet que inclui planilhas, um processador de textos e um software para apresentações.
A Cisco disse não ter interesse em competir com a Salesforce.com em administração de vendas e marketing. (Reuters/Jornal do Commercio do Brasil)

01.07 - Firefox 3.5 está disponível para download e tem campanha em redes sociais
O Firefox 3.5, nova versão do navegador da Mozilla lançada nesta terça-feira (30/6), já está disponível para download em português.
No lançamento do browser Firefox 3.5, a Mozilla lança a campanha Onda de Choque, apelidada de Shiretoko - nome de uma Península no nordeste de Hokkaido, no Japão - com o objetivo de criar uma ‘onda social’ de divulgação do navegador de código aberto.
A ideia é que hoje, a partir das 3:50 PM (15h50), horário escolhido para coincidir com o número da nova versão, os usuários escrevam em redes sociais e no Twitter para estimular o download. A campanha começa no Brasil, às 15:50, e continua por países com outros fusos horários.
O movimento irá durar 24h e a ideia é que, ao falar do Firefox 3.5, os usuários incluam o link para o download e, no caso do Twitter, usem também a hashtag #fx35. (IDG Now)
 
 
 
 
 
 

30.06 - Paradoxo virtual
Somente 48% das empresas no país têm site
A internet, a fantástica rede que revolucionou a comunicação mundial, debuta. Completa 15 anos, impressionando pela desenvoltura e, ao mesmo tempo, assustando pelo ainda completo desconhecimento de milhares de empresários brasileiros. Atualmente, existem cerca de 174 milhões de domínios registrados na internet pelo mundo afora e ter somente uma home page já não é o suficiente para gerar negócios, o que dizer de empresas que não têm. Uma pesquisa do Ibope Net Ratings revelou que quase 98% das empresas brasileiras usam a internet de alguma forma para negócios, mas somente 48% delas têm um site. Isso é assustador ao considerar que o país tem 41 milhões de internautas e lidera o ranking mundial em tempo médio de navegação com 24 horas e 49 minutos. 
Vale lembrar que um site por si só não gera negócios, não incrementa vendas e, muito menos, eleva o faturamento. Contudo, é o primeiro passo para a apresentação e conhecimento da empresa com sua respectiva atuação no mundo virtual. Contudo, é preciso um alerta claro: não basta ter somente um endereço eletrônico na internet se a empresa não estiver bem posicionada, por exemplo, nos resultados das ferramentas de busca ou de implementação de comércio eletrônico. Mais do que ter também um site, é preciso torná-lo conhecido, e isso não quer dizer mudar o layout ou ter uma bela home page, mas a forma como é programado seguindo orientações de sites como o Google, Yahoo e Live, entre outros, para garantir uma melhor colocação, sendo mais facilmente visualizado e encontrado por internautas. Conforme dados da consultoria Predicta, 94,8% dos brasileiros acessaram o Google em janeiro em busca de informações.
A máxima que circula entre os internatuas que, se “não está no Google, não existe”, mostra claramente a importância de manter um site com características para facilitar a inclusão em ferramentas de busca. Os empresários devem definir estratégias e reestruturar a home page para que possam ganhar visibilidade junto aos sites de busca como ação para vender mais e reforçar os verdadeiros pontos fortes do negócio. Independentemente de mercado, fato é que o Google acabou ditando as regras do mundo virtual e trouxe muitas mudanças para o segmento por ter se tornado o site de busca mais utilizado. Em decorrência de novas orientações das máquinas de busca, as empresas que ocupavam o primeiro, segundo e terceiro lugar em pesquisas não necessariamente mantêm a mesma posição. Entretanto, seguir as orientações pode garantir melhor colocação em pesquisas e ser encontrado pelos internautas. 
A realidade dos sites de busca é tão dinâmica que, mesmo uma programação correta que garanta um bom ranqueamento numa semana, não quer dizer manter a posição na semana seguinte. Assim como outras mídias, a rede exige planejamento. Os executivos devem estar atentos para decidir se querem um site para ganhar medalha ou para ganhar dinheiro. Para incrementar negócios, é preciso desenvolver um endereço funcional. A maioria dos empresários brasileiros ainda não descobriu que a internet é o meio de comunicação mais ágil e barato do mercado. Trata-se de um ponto de partida para trabalhar a imagem do negócio com o mercado, lembrando que o consumidor, em geral, consulta a internet antes de ir às lojas.  (Leonardo Bortoletto - Estado de Minas)
 
 
 
 
 

29.06 - Windows 7 com preço menor que o Vista
A Microsoft está prestes a vender a versão básica do novo sistema operacional Windows 7 por um preço 8% menor do que versão comparável do Vista. A companhia informou que o novo sistema estará disponível a preços ainda mais baixos por um curto período, à medida que pretende incentivar migrações antes do fim do ano.
O novo sistema operacional, que a Microsoft espera que será melhor recebido do que o Vista, será lançado em 22 de outubro. Haverá pré-vendas em lojas norte-americanas como a Best Buy, Amazon.com e o próprio site da companhia a partir desta sexta-feira.
A versão Home Premium do Windows 7 custará US$ 49,99 desta sexta-feira até o dia 11 de julho nos Estados Unidos. Depois o preço da pré-venda será de US$ 119,99, 8% menos que o preço atual de US$ 129,99 da versão comparável do Vista, que custava US$ 159,99 no lançamento, em 2007.
A atualização para a versão Professional do Windows 7 começará a ser vendida até 11 de julho por US$ 99,99 e depois a US$ 199,99, mesmo preço da versão do Vista.  (Reuters/Jornal do Commercio do Brasil)

29.06 - Microsoft vai comercializar Windows 7 com desconto
A Microsoft divulgou na quinta-feira descontos maiores do que o esperado para alguns compradores do seu sistema operacional Windows 7, prestes a ser lançado, na tentativa de elevar a demanda por novos computadores de mesa e tentar deixar para trás a má reputação do Windows Vista.
Em alguns países, como Estados Unidos, Reino Unido e Japão, a companhia anunciou uma oferta agressiva por tempo limitado, com o preço da versão mais comum do software nos EUA fixado em US$ 49,99, num desconto de 75% em relação ao preço de tabela. "Colocar [o Windows 7] rapidamente nas mãos das pessoas é importante para que elas eliminem a má impressão deixada em torno do Windows Vista", disse Michael Silver, analista do segmento de software do Gartner.
Lançado no começo de 2007 após longos atrasos, o Vista atraiu muitas críticas no começo, por não conseguir funcionar com alguns softwares comumente usados, minando a reputação de uma das mais conhecidas marcas do mundo.
Outros analistas dizem que a política agressiva de preços aumentou as probabilidades de uma recuperação nas vendas de PCs no fim deste ano. A iniciativa será bem recebida pelas fabricantes de computadores, aumentando a probabilidade de alta nas vendas durante a importante temporada do Natal, disse Sarah Friar, analista de software do Goldman Sachs.
Os detalhes da política de preços surgiram ontem, no momento em que a Microsoft acerta os detalhes finais para o lançamento do Windows 7, em outubro. 
Na Europa, alguns usuários acabarão pagando mais para atualizar a nova versão do Windows, como resultado direto da batalha que a empresa de software travou com órgãos reguladores europeus em torno dos navegadores de internet.
A Microsoft deverá comercializar o Windows 7 na Europa, desprovido do seu navegador Internet Explorer, numa decisão que a empresa havia anunciado no mês passado, em resposta ao ataque movido pela Comissão Europeia contra a sua prática de "venda casada" do software. Como resultado, o órgão havia informado que os usuários do Windows Vista na Europa necessitariam de uma versão mais completa do novo software, quando fossem atualizá-lo, elevando o preço de tabela da nova versão Home Premium para €199,99 (US$ 280,00), em lugar do preço de atualização padrão, de € 119,99.
Para atenuar o golpe, a Microsoft informou que venderá o software com seu preço "no mínimo" até o fim deste ano, apesar de não ter dado nenhuma garantia sobre a prorrogação da oferta. Um subproduto da concessão é que as pessoas que ainda não possuem o Vista, e que de outra forma teriam de pagar aproximadamente € 200, receberão o benefício de um preço reduzido se comprarem o software neste ano.   (Richard Waters - Financial Times/Valor Online)

29.06 - Governo britânico anuncia plano de segurança contra ciberataques
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou nesta quinta-feira (25/6) um plano contra uma crescente onda de ciberataques, com a criação de uma agência de cibersegurança liderada pelo Centro de Comunicações do Governo britânico (GCHQ, na sigla em inglês), que faz parte da nova Estratégia de Segurança Nacional do país. 
De acordo com o site do jornal britânico The Guardian, o novo Centro de Operações de Cibersegurança (CSOC, na sigla em inglês) será integrado ao GCHQ, na cidade de Cheltenham, em Gloucestershire. Um departamento separado de Cibersegurança vai coordenar as políticas sob o comando de Neil Thompson, contando com pessoas treinadas pelas agências MI5, MI6 e outras agências governamentais.
"Assim como no século 19 tivemos de assegurar os mares para nossa segurança nacional, e no século 20 tivemos de garantir a segurança aérea, agora no século 21 também temos de assegurar nossa posição no ciberespaço para garantir às pessoas e às empresas a confiança necessária para agir de forma segura (neste espaço)" declarou Brown.
Ao lançar a estratégia, o ministro de cibersegurança britânico, Lord West, afirmou que o governo do país tem conhecimento sobre grupos interessados em promover uma guerra na internet, informa uma reportagem da BBC.
De acordo com West, os alvos mais prováveis de ataques online envolvem empresas de grande portal, a rede de energia, operações financeiras e do governo.
West confirmou que o governo britânico já sofreu ciberataques de outros países como Rússia e China, mas negou que os invasores tenham conseguido acessar dados confidenciais do governo britânico. Dados do governo indicam que a rede do país é alvo de mil ataques por dia, em média, embora a maioria seja de baixo risco.
De acordo com o governo britânico, os crimes na internet geram um prejuízo global de 52 bilhões de libras (84,2 bilhões de dólares), por ano, sendo 20 bilhões de libras (32,5 bilhões de dólares) para o Reino Unido.
Segundo West, a agência de cibersegurança britânica já vem atuando em conjunto com sua equivalente nos Estados Unidos, a Agência de Segurança Nacional, em estratégias de defesa o ciberespaço. (IDG Now)

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