29.07 - Office 2010 é lançado no varejo nacional
A Microsoft disponibiliza no varejo o Office 2010, em mais de 5 mil
pontos de venda. Este pacote de programas pode ainda vir pré-instalado
em desktops, notebooks e netbooks, dos fabricantes mais expressivos de
computadores.
O Office 2010 permite criação de documentos no computador,
telefone e na internet, com opções de preço acessível
no varejo, nas versões Home and Student, Home and Business e Professional.
Nas novas máquinas, a opção pré instalada será
a versão Office Web Apps, na nuvem, e Office Starter 2010.
O beta do Office 2010 foi a versão mais acessada da história,
com o triplo de participantes dos programas anteriores. Mais de nove milhões
de usuários fizeram o download do produto mundialmente, sendo 260
mil do Brasil. Um levantamento realizado pela Microsoft com os usuários
do Office 2010 beta revelou que 75% deve compra-lo até o fim de
2010.
O Office 2010 traz novas funções como permitir que os
usuários possam trabalhar de forma simultânea no mesmo documento,
o Office Web Apps está previsto para lançamento até
o final do ano e esta versão na Internet possibilitará acessar
e editar o documento em computador ou smartphone, baseado em Windows Mobile.
Para as versões Home and Student o valor sugerido é de
R$ 199,00; Home and Business por R$ 499,00; e Professional por R$ 1.399,00.
A primeira é recomendada para usuários domésticos
e estudantes, tem os programas Word 2010, Excel 2010, PowerPoint 2010 e
OneNote 2010. Já Home and Business traz também o Outlook
2010 e é indicada para pequenas e médias empresas.
Professional atende profissionais liberais e empresas de pequeno e
médio porte e vem com o Publisher 2010, indicado para criação
de materiais de marketing, e o Access 2010, um banco de dados voltado para
aplicação de negócios em pequenas e médias
empresas.
O Office Starter 2010, para novos usuários, vem instalado em
novos computadores, laptops e netbooks, e substituirá o Microsoft
Works, que hoje em dia se encontra nos novos PCs. Estes computadores terão
versões reduzidas do Word (Word Starter) e do Excel (Excel Starter),
que incluem publicidade.
O Office 2010 possibilita às pessoas conectar-se e colaborar
em co-autoria no Microsoft Word, PowerPoint e OneNote, fazer gerenciamento
de e-mail e administração do Outlook, além do histórico
da comunicação e dos comentários das redes sociais.
Já estão disponíveis as conexões com o Windows
Live, LinkedIn, MySpace e Facebook.
O PowerPoint inclui novas capacidades de apresentação,
auto-visualização no Word, fácil elaboração
de documentos por meio da visualização do Microsoft Office
Backstage e o novo Sparklines no Excel, para a visualização
de tendências e dados.
Será possível trabalhar em qualquer lugar com aplicativos
do Office Web Apps, que traz as versões no navegador do Word, PowerPoint,
Excel e OneNote. Além de oferecer fácil acesso aos documentos
de praticamente qualquer lugar, as aplicações Web preservam
a aparência do documento, independentemente do dispositivo. Os usuários
podem ler, editar e compartilhar documentos do Office 2010 na nuvem com
o Windows Live SkyDrive.
O Office Mobile 2010 em um telefone Windows possibilita ao usuário
fazer a edição de documentos, manter sua agenda e correio
eletrônico e tomar notas de qualquer lugar. Esta versão também
está disponível a partir do Windows Phone Marketplace para
todos os telefones Windows Mobile 6.5.
Todas as versões do Office 2010 já contemplam a nova
ortografia da língua portuguesa nas ferramentas de correção,
interface e ajuda ao usuário. Será possível também
configurar a ferramenta no ambiente pré-reforma, pós-reforma
ou em ambos.
Mais informações e dicas sobre o produto podem ser acessadas
no site: www.office.com/brasil (Executivos Financeiros)
29.07 - Inteligência de dados: Por que é preciso terceirizar?
A cada ano que passa, as organizações convencem-se de
que a gestão baseada em evidências é o fator que vai
fazer a diferença entre sucesso e fracasso. Na edição
de agosto de 2006 da revista Harvard Business Review (publicada em português),
uma matéria específica sobre gestão baseada em evidências
foi produzida e demonstra a relevância deste aspecto no processo
decisório.
Alinhado a esta realidade, o BSC (Balanced Scorecard), metodologia
de gestão que estabelece indicadores de performance que são
capazes de traduzir e desdobrar as estratégias organizacionais (vide
David Norton e Robert Kaplan), tem-se revelado instrumento unânime
para monitoramento dos resultados organizacionais. No entanto, o processo
de desenvolvimento destes indicadores é mais fecundo do que a sua
viabilização efetiva. A invenção de indicadores
relevantes para o processo decisório é fortemente alavancado
através de consultorias que trabalham na criação de
algoritmos (processos calculométricos matematizados) capazes de
mensurar etapas vitais para a performance global da empresa.
O problema é que, depois de inventados estes indicadores, com
contas matemáticas que estabelecem razões dotadas de numeradores
e denominadores, na grande maioria das vezes, estes componentes não
estão disponíveis na base de dados da empresa ou não
são passíveis de serem extraídos com a tecnologia
de informação disponível.
É exatamente nesta lacuna que entram as empresas que estão
se especializando em terceirizar a “inteligência” da informação
e não a “tecnologia” da informação. Enquanto a maioria
das grandes companhias direciona seus esforços em automatizar o
processo de geração de informação e/ou indicadores
para a tomada de decisão, esforço, infelizmente, inócuo
para com as demandas estabelecidas, estas empresas trabalham para agregar
inteligência mesmo sem dispor de tecnologia de ponta.
O trabalho de outsourcing inovador consiste numa parceria entre empresa
contratante e fornecedor de inteligência da informação,
que trabalha a base de dados disponível da organização,
estejam elas armazenadas em qualquer local (Excell, Acess, ERP, BI, planilhas
em separado, softwares específicos, etc.) e transformam esta base
de forma a responder, em tempo plausível, as mais diversas perguntas
que o tomador de decisão considere relevante.
Os softwares de BI (Business Inteligence) esforçam-se, há
muito tempo, em automatizar este trabalho, mas o que se constata, na prática,
é uma subutilização de seus recursos. Além
de uma impossibilidade técnica de integração com diversas
bases de dados diferentes e de estudos com sistemáticas de correlação
não tão paramétricas, ineficaz no cumprimento de sua
missão preponderante.
O modelo de prestação de serviços – outsourcing
- é executado por profissionais, na maioria das vezes com formação
acadêmica alinhada a gestão integrada e com forte embasamento
matemático e estatístico. São denominados de Gestores
de Tratamento de Dados, que se responsabilizam pela geração
de gráficos, estatisticamente tratados, que devem ser capazes de
responder as mais diversas dúvidas dos tomadores de decisão.
Em essência, este novo modelo de outsourcing para inteligência
da informação, delega o processo de transformação
da base de dados disponível em indicadores focados no negócio
para empresas e pessoas especializadas nisto. Assim, a organização
fica apenas com seu principal fundamento e sua principal competência,
ou seja, a tomada de decisão propriamente dita.
Existem ainda poucas organizações se especializando neste
tipo de trabalho, mas o fato é que esta tendência tem se mostrado
extremamente agregadora de valor e tem respondido questões que não
tem sido possíveis com as tecnologias de informações
disponibilizadas pelo mercado especializado.
Os prestadores deste tipo de serviço têm chamado este
tipo de alternativa de “BI ON DEMAND”, embora não utilizem, necessariamente,
nenhum software específico de BI para a sua viabilização.
A explicação reside no fato de que a forma de custos por
este tipo de serviço acontece apenas depois que cada informação
é efetivamente disponibilizada ao interessado e seus valores. Quando
comparados ao investimento em TI, é bastante competitivo, viabilizando
a gestão baseada em evidência para empresas de qualquer tamanho
e segmento de atuação. (Orlando Pavani
Junior - Executivos Financeiros)
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