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05.09 - Navegador do Google já é o 3º mais utilizado
O Google lançou o Chrome, o navegador de internet que vai concorrer diretamente com o Internet Explorer, da Microsoft. A disputa já começou e o Google ganhou terreno no Brasil. Apenas na estréia, o Chrome já é o terceiro navegador mais utilizado, conquistando 1,12% da preferência dos internautas brasileiros.
O Chrome ultrapassou o Safari, da Apple, que agora detém 0,81% do mercado brasileiro, e o Opera, que tem 0,20%. O Internet Explorer é líder, com 87,88%, seguido do Firefox, da Mozilla, com 9,98%.
É o que revela um levantamento que será divulgado hoje pela Predicta, empresa que monitora praticamente todos os acessos na internet brasileira.
Ao contrário do Internet Explorer, o Chrome utiliza uma plataforma de programação aberta.  (Guilherme Barros - Folha de S.Paulo)

05.09 - Chrome está vulnerável a ataque malicioso, revela pesquisador
O Chrome, novo navegador do Google, está sujeito a ataques maliciosos. Um pesquisador demonstrou que o browser está vulnerável a ataques de “carpet-bombing” - quando o usuário é induzido a baixar executáveis para o seu sistema.
Segundo Aviv Raff, duas vulnerabilidades combinadas - uma no Apple Safari (WebKit) e uma falha em Java, divulgada na conferência Black Hat deste ano - podem levar um usuário a lançar executáveis a partir do navegador.
Raff fez uma demo inofensiva do ataque em ação (clique aqui para lançar a demo), mostrando como usuários do Google Chrome podem ser ludibriados para executar um arquivo JAR (Java Archive) sem aviso.
A prova de conceito mostra como um simples ataque de engenharia social pode levar o usuário a instalar códigos maliciosos em seu sistema. (IDG Now)

05.09 - Dell vai lançar mininotebook de US$ 400
A Dell está pronta para lançar um minilaptop esta semana, afirmou uma fonte próxima do plano da companhia, confirmando reportagem do jornal Wall Street Journal. 
A fonte disse que o "mini" da Dell será um computador de baixo custo com dois terços do tamanho dos notebooks convencionais, e que será lançado para competir com o Eee PC, da Asustek Computer, e outros rivais em Taiwan e no Japão. 
O jornal citou "pessoas com conhecimento do aparelho", que disseram que o mini laptop da Dell deve ser vendido por menos de US$ 400. O aparelho tem tela menor que nove polegadas e funciona com sistema operacional Windows, da Microsoft, ou Linux. 
Um porta-voz da Dell não estava disponível para comentar. A fonte confirmou que o novo modelo pode ser revelado ainda hoje, como parte de um anúncio com a parceira Box.net, que fornece serviço de armazenamento de dados online para a Dell.
Os mininotebooks se popularizaram entre usuários de aparelhos que querem acesso irrestrito, não somente a e-mail, mas a páginas da Internet e a documentos enquanto estão longe de seus desktops.   (Agência Reuters/Jornal do Commercio)

05.09 - Notebooks da Itautec
 A brasileira Itautec vendeu 283% mais notebooks no primeiro semestre de 2008, na comparação com igual período em 2007. De acordo com levantamento da consultoria IT Data, o mercado brasileiro de notebooks cresceu 173% no semestre, frente igual período em 2007. As vendas do setor acumularam 1.188.100 de unidades. Também segundo a IT Data, o segmento doméstico respondeu por 64% das vendas de portáteis.    (Gazeta Mercantil)
 
 
 
 
 

04.09 - O jeitão do Internet Explorer 8
Já está disponível para download uma versão de testes do sucessor do navegador da Microsoft, que promete mais segurança para o usuário, entre outras novas características.
A versão beta 2 do Internet Explorer 8 pode ser encontrada em www.microsoft.com/windows/internet-explorer/. O download é gratuito.
Mas fique esperto: a não ser que você realmente seja um curioso nato, experimentar a versão beta 2 do Internet Explorer 8 pode lhe trazer mais amarguras do que prazeres.
Complicações aparecem especialmente para usuários do Windows XP com o pacote de correções Service Pack 3 (SP3). Só para ter uma idéia, quem já havia instalado a versão beta 1 e instalar a beta 2 poderá ter dificuldades para removê-la.
Para corrigir o problema, a recomendação é fazer a desinstalação do SP3, do Internet Explorer 8 beta 1, depois reinstalar o SP3 e finalmente o Internet Explorer 8 beta 2. É uma maratona que pode levar bastante tempo...
Além disso, o beta 2 também parece apresentar alguns problemas com o Hotmail. Ao clicar no botão de desconexão, a conta pode continuar ativa e permitir que outros usuários usem o computador e acessem ou enviem mensagens.
Produtos de terceiros também apresentam algum nível de problema de compatibilidade, como é o caso do Skype. O beta 2 pode mostrar uma mensagem de incompatibilidade quando alguns complementos do Skype estão instalados. Segundo a empresa, se esses complementos forem desabilitados, a funcionalidade do Skype fica inalterada.
Boas novas
Do lado positivo, não se pode deixar de destacar a nova funcionalidade das abas. Quando você abre uma nova aba a partir da aba atual, a nova será colocada ao lado direito da antiga, e não mais no canto direito da lista de abas. A nova aba é apresentada na mesma cor da aba antiga, facilitando a visualização de páginas relacionadas.
A Microsoft chamou de Barra de endereços inteligente a funcionalidade que permite pesquisar ou buscar sites visitados anteriormente por meio de palavras-chaves e frases.
Com relação à segurança, uma da principais novidades da versão é o Smart Screen Filter. Ao detectar a entrada num site suspeito, o navegador exibe uma borda vermelha para que o usuário saiba que o site pode ser falso ou perigoso.
Do ponto de vista de privacidade, há o InPrivate Browsing, que permite a abertura de uma sessão do navegador que não mantém nenhum registro da navegação, ou seja, não são armazenados arquivos temporários, cookies, entradas no histórico. Esse recurso dificulta que a navegação seja rastreada.
Nossa recomendação é que o usuário aguarde uma próxima versão para baixar o IE8. Ou então, se quiser tomar partido na guerra dos navegadores, experimente a versão final do Firefox 3 (br.mozdev.org/firefox/download.html).  (JOSÉ ANTONIO RAMALHO - Folha de S.Paulo)

04.09 - Google acirra briga com a Microsoft
Com o Chrome, gigante das buscas quer tornar o navegador mais importante que o sistema operacional
O Google lançou oficialmente na terça-feira seu navegador de internet, o Chrome. Com o novo produto, a empresa, mais conhecida por seu site de buscas, entra em uma área que é o coração da operação de sua grande rival, a Microsoft. Com o Internet Explorer, a Microsoft domina 73% desse mercado no mundo.
Mas a meta do Google não é só tirar mercado da rival em navegadores. A empresa quer tornar o uso de serviços prestados via internet tão fácil quanto programas instalados no computador. O Google já tem, por exemplo, serviços na internet para substituir a suíte de aplicativos Office, da Microsoft. Chamada Google Docs, ela inclui processador de textos, planilha eletrônica e apresentações. Com o Chrome, a experiência de usá-las se torna ainda mais próxima da de usar o Office.
"O Chrome é uma plataforma para rodar aplicativos da web", afirmou Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil. A empresa qualificou o Chrome como estável, rápido, robusto e confiável, adjetivos normalmente mais usados para sistemas operacionais.
Para a Microsoft, guerra de navegadores não é novidade. Na década de 1990, a empresa travou uma grande batalha contra a Netscape, que dominava o mercado e acabou sumindo. A guerra foi declarada quando Marc Andreessen, co-fundador da Netscape, começou a dizer que o sistema operacional ia se tornar irrelevante, pois todo software rodaria no próprio navegador de internet. De certa forma, o que o Google faz hoje é materializar essa visão.
A Microsoft reagiu ao lançamento do Google. "O mercado de navegadores é altamente competitivo, mas as pessoas irão escolher o Internet Explorer 8 pela forma como ele coloca os serviços da maneira que elas querem, nas pontas dos dedos, respeita as escolhas pessoais sobre como elas querem navegar e, mais do que qualquer tecnologia de navegador, as coloca no controle de seus dados pessoais na internet", disse Dean Hachamovitch, gerente-geral do Internet Explorer da Microsoft, em comunicado. 
O fato de o Google ter lançado o Chrome primeiro para o Windows mostra claramente que o alvo a ser atingido é a Microsoft. "As versões para Mac e para Linux serão lançadas em breve", disse Ximenes.
O movimento coloca em risco, no entanto, o Firefox, navegador com código aberto com 19% do mercado. John Lilly, presidente do Mozilla, responsável pelo Firefox, escreveu em seu blog que a entrada do Google nesse mercado era "inevitável". O Google é a principal fonte de receita do Mozilla, tendo pago, em 2006, US$ 56 milhões para ser a primeira página padrão do navegador.
O Google Chrome foi lançado simultaneamente em mais de 100 países e em 43 idiomas, incluindo o português. Ao mesmo tempo em que o Google ataca o mercado da Microsoft, a gigante do software investe em serviços online, de olho na publicidade ,que é a principal fonte de receita do Google. A tentativa frustrada de comprar o Yahoo tinha como objetivo conquistar uma boa fatia do mercado de buscas. 
SURFANDO NA REDE
73%
é a participação de mercado do Internet Explorer, da Microsoft
19%
é a fatia do Firefox, do Mozilla, navegador com código aberto que tem acordo com o Google
6%
é quanto tem o Safari, da Apple, terceiro colocado no mercado de navegadores  (Renato Cruz e Michelly Teixeira - O Estado de S.Paulo)

04.09 - YouTube corporativo
Além do lançamento do navegador Chrome, o Google também está acrescentando uma ferramenta de comunicação em vídeo, semelhante ao YouTube, ao seu pacote de aplicativos de negócios, com a intenção de tornar o compartilhamento de vídeo entre funcionários de escritórios tão fácil e simples como trocar emails ou mensagens instantâneas.
Diferentemente do YouTube, que é destinado a consumidores, o Google vídeo para negócios é criado para ser compartilhado entre usuários designados entre um domínio de rede interna de uma organização, protegendo palestras de executivos, treinamento de produtos, reuniões de vendas ou outras mensagens de vídeo de empregados de publicação não autorizada fora da companhia.
A ferramenta está sendo incorporada ao Google Apps Premier Edition, que custa US$ 50 por usuário ao ano por um pacote com programas para negócios, email, agenda e possibilidades de criação de sites.
"O que o YouTube fez no mundo do consumidor o Google Video para negócios irá fazer para as empresas", disse Matthew Glotzbach, diretor de produtos da divisão de negócios do Google, a unidade responsável pelo Google Apps.
Ao contrário de serviços de videoconferência, que requerem programas e instalações especiais em escritórios, os usuários do Google Video para negócios podem simplesmente trocar endereços na internet para ver vídeos à medida que são disponibilizados a partir de computadores do Google.
"É para qualquer um que diz eu não lembro como fazer aquele procedimento", disse a analista de Pesquisa de Núcleo Rebecca Wettemann. "O Google Video para negócios traz de volta parte do contexto com o qual nós perdemos contato ao nos comunicarmos por email ou comunicadores instantâneos".
Tempo. E ao contrário do YouTube, que tipicamente limita os vídeos a menos de 10 minutos, o Google Video para negócios pode ter vídeos de uma hora ou mais. A companhia também desenvolveu um serviço automatizado que identifica as transições de cenas e cria formas rápidas de pular segmentos específicos de um vídeo.
Administradores podem dar aos usuários a opção de fazer o download de vídeos para ver fora da internet ou em dispositivos móveis. A ferramenta oferece três gigabytes de armazenamento de vídeo para o usuário do Google Apps Premier.
Os vídeos podem ser vistos em qualidade standard ou em formato de alta resolução, dependendo da capacidade da rede. Também é possível designar usuários incorporados da Apple e do iPhone, segundo o Google.   (ERIC AUCHARD - Jornal do Commercio)

04.09 - Google lança Chrome em português
O Chrome, novo browser do Google,  já está disponível para download em português no site www.google.com/chrome . 
A versão beta do navegador de código aberto foi lançada oficialmente nesta terça-feira (02/09) em 43 diferentes linguagens e pesa 474 Kb.
Apenas a versão para Windows do novo navegador está disponível, ainda em beta. Executivos do Google Brasil afirmaram que ainda não há um prazo para que as versões para Mac e Linux estejam disponíveis.
O navegador de código aberto, chamado Chrome, apareceu pela primeira vez no blog Blogoscoped, no formato de uma revista em quadrinhos, na segunda-feira (01/09).
No final do dia, o Google foi obrigado a confirmar a existência do projeto, oficializado na tarde desta terça-feira.
O download chegou a apresentar alguns erros na instalação, identificados pela equipe do IDG Now! (veja as telas abaixo) mas o download foi concretizado pouco tempo depois. (IDG Now)

04.09 - Mozilla adia lançamento de 1º beta do Firefox 3.1 em algumas semanas
A Mozilla adiou o lançamento do primeiro beta do navegador Firefox 3.1 em algumas semanas, indica mensagem no fórum mozilla.dev.planning.
O ‘code freeze’, termo da Mozilla usado para interromper o desenvolvimento do navegador no intuito de lançar uma versão alpha, foi adiado de 9 de setembro para 30 de setembro.
Segundo o diretor interino de engenharia da Mozilla, Mike Shaver, o atraso foi necessário para que os desenvolvedores incorporassem o feedback obtido com as edições alpha do navegador.
Além disso, foram consideradas mudanças em recursos, para oferecer download automático para o Firefox 3.0.1 para os usuários do browser Firefox 2.0.0.16.
Se a Mozilla for fiel ao deadline do dia 30 de setembro, o 1º beta do Firefox 3.1 pode ser lançado em meados de outubro. Esta versão do browser deve ser até 40 vezes mais rápida que o Firefox 3.0.
A Mozilla, contudo, não estabeleceu data para lançamento da versão beta do browser. A base de usuários brasileiros do Firefox dobrou em 2008, segundo a Mozilla. (Computerworld)
 
 
 
 
 

03.09 - Google lança navegador de internet
Depois de meses de especulação, o Google lançou ontem o seu navegador de internet, o Google Chrome. Com o novo produto, ele amplia a disputa com a Microsoft, dona do Internet Explorer, o navegador mais usado pelos internautas.
De acordo com a empresa, a versão beta do Google Chrome para o Windows estará disponível hoje para usuários de mais de cem países e estão sendo desenvolvidos os programas para Mac e Linux.
Ainda segundo o Google, o navegador será de fonte aberta, isto é, os usuários poderão alterar as características do programa. "Esperamos colaborar com toda a comunidade para ajudar a levar a internet para a frente", afirma a companhia em seu blog oficial.  (Folha de S.Paulo)

03.09 - Rede elétrica levará internet a 98%
Com projeção de chegar a 98% das residências em poucos anos, a energia elétrica vai se tornar o meio de acesso com maior capilaridade para a oferta de banda larga. Com preços competitivos - por não requerer implantação de novas redes - a banda larga por cabos de energia, ou PLC (Powerline Communication), pode assumir papel importante na universalização da internet no País, disse ontem à Gazeta Mercantil, o gerente de Engenharia de Espectro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Marcos de Souza Oliveira. 
As velocidades nos testes do PLC da agência variaram de 1 a 16 megabits por segundo (Mbps) e se adequam ao conceito de banda larga da União Internacional de Telecomunicações (UIT), braço da Organização das Nações Unidas (ONU). O piso é de 2 Mbps. O regulamento que estabelece as condições de uso da rede elétrica foi aprovado e está sob consulta pública na Anatel desde terça-feira, por 30 dias. Após o prazo, as contribuições serão analisadas pela área técnica e o texto final será submetido à aprovação do Conselho Diretor da agência. Estima-se que ainda este ano a regulamentação permitirá a oferta, de forma direta (pela concessionária de energia) ou por compartilhamento da última milha com as prestadoras de telecomunicações. 
Oliveira explicou que não há risco de o usuário ser surpreendido com uma descarga elétrica e levar "choque" ao acessar o serviço pela tomada de luz. "Os equipamentos do PLC separam o sinal elétrico, transmitido pelo cabo de energia na freqüência de 60 hertz, do sinal de telecomunicações, cuja transmissão será nas faixas de 1,7 megahertz a 50 megahrtz", explicou. Apenas o sinal do serviço de dados que viabiliza a internet chega ao computador, por meio de um modem. Todos os equipamentos para venda do serviço ao público terão de ser certificados pela Anatel. 
Embora a agência desconheça os planos das concessionárias de energia, já se sabe que algumas, como a Eletropaulo, têm interesse em tornar-se prestadora direta de PLC. Outras, como Cemig (Minas Gerais), Celg (Goiás), Copel e CEEE (Rio Grande do Sul), realizaram testes.    (Gazeta Mercantil - Márcio de Morais)
 
 
 
 
 

02.09 - Planos da Panasonic 
A Panasonic está de olho na regulamentação do serviço de banda larga pela rede elétrica no mercado brasileiro. A companhia trouxe ao país modems para conexão com a tecnologia conhecida como conexão via rede elétrica (PLC, na sigla em inglês) e está testando o serviço em Barreirinhas (MA), informou a Reuters. A empresa já comercializa modems para conexões pela rede elétrica no Japão, EUA, México e Europa. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) colocou em consulta pública na semana passada a proposta para regulamentar o serviço de internet pela rede elétrica.    (Valor Online)

02.09 - Disputas de domínio, problemas para empresas
Disputas de domínio de endereços virtuais são freqüentes. Muitas empresas entram com ações judiciais contra registros que são semelhantes ou iguais aos seus endereços eletrônicos. 
Em 1996, o site americano Amazon.com perdeu uma ação contra o site brasileiro Amazon.com.br, na qual o juiz Edson Ferreira da Silva, entendeu que a brasileira não vendia os mesmos produtos que americana e por isso, não trazia prejuízos à última. 
"Neste caso, o juiz pode conceder o direito de usar o mesmo domínio porque a marca tem sentido genérico", explica o advogado Diego Vieira, sócio do escritório Daniel Advogados. "A internet é complicada, é sempre mais fácil conseguir o direito exclusivo, quando a marca não possui um nome comum." 
O advogado afirma que o que não pode ser feito é uso de mesmo domínio com "má fé", ou seja, "uma empresa se aproveita da marca da outra para lucrar com isso". 
Como aconteceu com o site IG, cliente do escritório Dannemann Siemsen. Um site de notícias registrou-se como "ignoticias com.br" e justificou ao juiz que "ig" significava integração de notícias. "Obviamente, o juiz não aceitou a justificativa e nossa cliente foi indenizada", diz o advogado Felipe Cabral, do Danneman   (Gazeta Mercantil - Fernanda Bompan) 

02.09 - Internautas residenciais avançam rapidamente
O aquecimento das vendas de computadores pessoais e ampliação do uso da banda larga impulsionam o uso de recursos de internet. Em julho, 18,5 milhões de brasileiros acessaram a web a partir de suas casas, um crescimento de 28% em relação ao mesmo mês de 2007, quando havia 23,7 milhões de usuários, segundo levantamento do Ibope/NetRatings. 
O total da população com acesso à internet em seus lares chega a 35,5 milhões de pessoas. Quatro anos atrás, em julho de 2004, esse número atingia apenas 19,3 milhões de pessoas. Desde 2006, as vendas de computadores pessoais passam por forte aquecimento. Preços mais baixos para o consumidor, devido ao barateamento da produção das máquinas e incentivos fiscais do governo às empresas que montam no Brasil, atraíram as classes C e D. 
O primeiro semestre deste ano somou 5,685 milhões de unidades vendidas em todo o País, contabilizando o varejo e o mercado corporativo, segundo pesquisa da IT Data para a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). 
Isso significa um crescimento de 31% frente às 4,34 milhões do mesmo período de 2007, que já haviam registrado expansão de 20%, em relação aos 3,611 milhões de 2006. Por se tratar de um crescimento forte em relação a uma base que já tinha recebido acréscimo acelerado por anos, o resultado chegou a surpreender o mercado.A empresa de pesquisas revisou os números para o consolidado do ano. A previsão era de que o mercado consumiria 11,8 milhões de máquinas e a nova expectativa é de 13 milhões. "O computador é o grande objeto de desejo. A informática entrou na vida das pessoas", disse o consultor da IT Data, Ivair Rodrigues. 
Também o número de conexões rápidas vem crescendo e superou pela primeira vez os 10 milhões na metade deste ano, um crescimento de 48% em relação a doze meses antes, quando era de 6,78 milhões, segundo o estudo Barômetro da Banda Larga, divulgado pela Cisco Systems. A empresa americana, que vende equipamentos de rede que permitem o acesso à internet, esperava para este ano que o Brasil ultrapassaria a meta de 10 milhões de acessos e agora prevê para 2010 que ele irá atingir os 15 milhões. Faltam apenas 4,96 milhões de conexões para o número ser alcançado. 
Atualmente 4,6% da população e de 13% das residências possuem conexões banda larga no País. Estão no Estado de São Paulo 38,7% do total dos acessos. A Coréia do Sul, líder em porcentagem de acessos, possui penetração superior a 26% na população e de 65% nas residências. De acordo com dados relativos ao primeiro trimestre de 2008 do Global Internet TrendsGNetN, pouco mais de 41 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais declaram ter acesso à Internet em qualquer ambiente (casa, trabalho, escola, cybercafés, bibliotecas e outros locais).    (Gazeta Mercantil - Carlos Eduardo Valim) 
 
 
 
 
 

01.09 - Microsoft libera versão beta do IE8
A Microsoft lançou uma segunda versão de teste (beta) do Internet Explorer 8, oferecendo atualizações de recursos para o navegador de Web mais usado do mundo.
A maior produtora de software do mundo informou que a mais recente versão - beta 2 - do Internet Explorer, programa que domina cerca de 75% do mercado, oferece novos recursos de proteção à privacidade e que facilitam o uso e reforçam a segurança.
A Microsoft lançou a primeira versão de teste - ou beta 1 - do IE 8 em março, mas o objetivo era permitir que programadores avaliassem inicialmente o navegador.
A empresa não revelou quando planeja lançar oficialmente o IE 8, e nem qual é sua expectativa quanto ao número de downloads do novo navegador. O Internet Explorer 7 saiu em outubro de 2006.
A Microsoft prometeu que lançaria atualizações mais regulares do Internet Explorer, cuja vantagem vem sendo solapada pelo navegador Mozilla Firefox.
A mais recente versão do Internet Explorer reproduz recursos disponíveis no Firefox 3, a versão mais recente do navegador concorrente, entre os quais uma barra de endereços "inteligente" que lembra e direciona usuários a endereços que eles já tenham visitado.
O Internet Explorer 8 oferece também um modo chamado InPrivate Browsing, que garante que o histórico, os arquivos temporários de internet e os cookies não fiquem registrados em um computador.
A Microsoft também atualizou recursos já anunciados como o Activities, que permite que um usuário empregue informação encontrada em uma página, a exemplo de um endereço, em conjunto com serviços online como os de mapas, sem ter que sair do site original. Esta funcionalidade se chama agora Accelerators.  (DAISUKE WAKABAYASHI - Reuters/Jornal do Commercio)

01.09 - Microsoft adquire site na Europa
A Microsoft fechou acordo para compra da Greenfield Online, dona do site europeu de comparação de preços ciao.com, por cerca de US$ 486 milhões. A idéia da empresa com a aquisição é impulsionar sua unidade de busca na Internet e comércio eletrônico na Europa. A Microsoft, cuja oferta de US$ 47,5 bilhões pelo Yahoo feita este ano foi malsucedida, afirmou que a aquisição deve beneficiar sua plataforma de busca Live Search.   (O Estado de S.Paulo)

01.09 - Medidata anuncia resultados do primeiro semestre de 2008
A Medidata, integradora de sistemas que atua no mercado de informática há mais de 30 anos,  obteve  um  crescimento  em  seu  faturamento  bruto em reais, no primeiro semestre deste ano, em torno de 50% em relação ao mesmo período de 2007. O  segmento que mais cresceu foi o de Telecomunicações, com um índice de  180% maior em relação ao mesmo período do ano anterior. Durante este período  foram  fornecidos  diversos  projetos de expansão de redes para operadoras  de  telefonia  móvel.  No  segmento  de  mercado  de grandes empresas foi obtido um resultado significativo com um aumento de 100% no mesmo período.  (PanoramaBrasil/DCI)

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