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18.12 - plano de banda larga fica para o próximo ano 
A decisão sobre o modelo definitivo do Plano Nacional de Banda Larga foi adiada e deverá ocorrer apenas na segunda semana de janeiro, quando representantes dos ministérios de Comunicações, Planejamento, Casa Civil se reunirão novamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para apresentar os estudos.
Pelo plano, o governo quer ampliar o acesso à banda larga pelo país a preços acessíveis para a população mais carente. Na reunião anterior, o presidente solicitou estudos sobre qual seria o custo de o governo bancar integralmente a oferta de banda larga em todo o país, sem interferência de nenhuma empresa de telefonia.
Mesmo que as operadoras façam parte do plano, o governo quer usar esse cálculo para pressioná-las a reduzir seus preços. Para estender seus investimentos, previstos em R$ 15 bilhões ao ano para banda larga, as operadores pediram ao governo redução de impostos, principalmente em aparelhos de modem, que têm mais de dois terços de seu valor final em tributos.
Debates preliminares dentro do governo indicaram a meta de oferecer acesso à internet por banda larga por R$ 30. No entanto, alguns participantes das discussões já chegaram a cogitar a oferta do acesso por R$ 10. O Ministro das Comunicações, Hélio Costa, considerou ontem o preço de R$ 15 para o acesso.
O custo da banda larga no Brasil atualmente é um dos mais altos do mundo. Enquanto aqui 1 megabit por segundo custa cerca de US$ 47, nos EUA, esse mesmo megabit custa US$ 15.
Além de reduzir os custos para os usuários, o governo também quer diminuir a diferença de preços entre as diversas regiões do país. Hoje, em Manaus, o acesso à internet chega a custar mais de cinco vezes o valor de São Paulo.
Com a liberação de 16 mil quilômetros de cabos de fibra óptica que eram de posse da Eletronet na Justiça do Rio na semana passada, o governo federal ganhou mais força para conseguir oferecer os acessos à banda larga até a ponta final. Com essas redes, que se somam aos 15 mil quilômetros de cabos em posse de estatais, o custo de o poder público bancar totalmente o acesso seria reduzido. Com esse "backbone", como é chamada a infraestrutura de cabos de fibra óptica, o governo poderá arbitrar o mercado, alugando parte dos cabos para novas empresas, sem que elas tenham de fazer grandes investimentos para começar a oferecer um serviço de telecomunicação.
Para administrar essa infraestrutura, debateu-se na reunião inicial com o presidente a criação de uma empresa estatal, que poderia ser a Telebrás. No entanto, mesmo que seja ela a empresa a administrar esses cabos, o governo já considera terceirizar alguns serviços para bancar todo o projeto, até os usuários. Uma das alternativas, também, é estimular pequenos 475 provedores que têm atuação regional no país.
Para Costa, porém, não há como viabilizar o Plano Nacional de Banda Larga sem considerar os R$ 75 bilhões em investimentos previstos por grandes operadoras nos próximos cinco anos. "Mas (com a decisão da Eletronet), já há condições de se regular melhor o mercado", comenta. "Onde as empresas chegarem, nós (governo) vamos ter de chegar e a custo baixo", completa.   (Danilo Fariello -  Valor Online)

18.12 - Microsoft oferecerá navegador rival na UE 
Para evitar nova e dispendiosa disputa judicial, empresa, que anteriormente pagou multa de US$ 2,4 bi, faz acordo com autoridades
Especialistas dizem que acordo mostra a crescente influência da Europa no estabelecimento de padrões antitruste mundiais
As autoridades regulatórias europeias abandonaram o processo antitruste contra a Microsoft, depois que a empresa concordou em oferecer aos consumidores a opção de usar navegadores de companhias rivais. O acordo evitou uma segunda e dispendiosa batalha judicial para a gigante norte-americana do software.
O acordo dispõe que a Microsoft ofereça aos usuários do Windows a opção de adotar até 11 outros navegadores oferecidos por empresas rivais, como Mozilla, Apple e Google.
Os usuários europeus do onipresente sistema operacional Windows que tenham optado pelo Explorer como seu navegador padrão receberão a opção de mudar para um rival em uma próxima atualização de software, a partir de 2010.
"Milhões de consumidores europeus se beneficiarão dessa decisão ao ter liberdade de escolher o navegador que utilizam", afirmou, em comunicado, Neelie Kroes, a comissária europeia para concorrência.
A Microsoft, por sua vez, declarou que estava "satisfeita" com a decisão. Jesse Verstraete, porta-voz da empresa em Bruxelas, disse que não há planos de estender a oferta a outros países que não os 27 integrantes da UE mais Noruega, Islândia e Liechtenstein.
Ainda assim, o acordo coloca em destaque, de acordo com especialistas jurídicos, a atitude cada vez mais conciliatória que as empresas norte-americanas vêm adotando para evitar sanções e assim poder continuar atuando na Europa.
Para a Microsoft, o acordo representa um contraste gritante com o seu primeiro e acrimonioso confronto judicial com as autoridades europeias, que resultou em multas de US$ 2,4 bilhões e em uma ordem judicial para que alterasse algumas de suas práticas de negócios.
O caso,que durou quase uma década, foi encerrado em outubro de 2007, quando a Microsoft desistiu de recorrer de uma decisão da comissão, segundo a qual a empresa havia abusado da posição dominante do Windows no mercado para beneficiar seu software de mídia e seu negócio de servidores.
Dois meses após a desistência da Microsoft, a Opera, fabricante de navegadores, apresentou queixa quanto a esse tipo de software, o que resultou no segundo processo.
O Google, produtor do Chrome, e a Mozilla, que criou o Firefox, assinaram como oponentes no processo. A comissão anunciou em janeiro que a integração do Explorer ao Windows prejudicava a concorrência. Em julho, a Microsoft propôs um plano de distribuição para navegadores, que, depois de ajustes propostos pelos rivais, conduziu ao acordo.
Os produtores rivais disseram que o acordo representava uma oportunidade importante para seus softwares. Isso, afirmam, dará mais liberdade de escolha aos europeus e também permitirá que eles comparem os diferentes navegadores.
"Acredito que esse acordo tenha o potencial de mudar a situação atual", disse Sundar Pichai, diretor da equipe do navegador Chrome, do Google. "A maioria dos consumidores, no passado, teria escolhido o Explorer porque ele veio em seus computadores. Agora, a decisão será tomada pelos méritos."
O Windows, da Microsoft, está presente em mais de 90% dos computadores do planeta.
Pelos termos do acordo, a Microsoft oferecerá telas de opção de navegadores como parte das atualizações de software fornecidas a mais de 100 milhões de usuários dos sistemas operacionais Windows XP, Vista e 7 na Europa que optaram pelo Explorer como seu navegador principal.
O Explorer detinha 62% do mercado europeu de navegadores em setembro, de acordo com a consultoria AT Internet Institute. O segundo lugar cabe ao Firefox, com 28,4%, seguido pelo Apple Safari, com 4,3%, o Google Chrome, com 2,8%, e o Opera, com 2,2%.
Além dos efeitos sobre o mercado, especialistas disseram que a anuência da Microsoft em distribuir produtos rivais era uma confirmação da crescente influência da Europa no estabelecimento de padrões antitruste mundiais.
Nos 12 últimos meses, a comissão, sob a liderança de Kroes, conquistou concessões da Oracle (que queria a aprovação da aquisição da Sun Microsystems), da Rambus (que concordou em reduzir seus royalties sobre certos chips de memória) e agora da Microsoft.
No mês passado, a comissão encerrou um inquérito -iniciado quatro anos atrás- sobre a política de descontos praticada pela Qualcomm depois que a fabricante americana de chips para celulares fechou acordos com sete rivais.
Em todas essas ocasiões, as empresas norte-americanas decidiram que era preciso mudar a forma como operam na União Europeia a fim de evitar novas multas, custos judiciais e má publicidade.   (New York Times, tradução de PAULO MIGLIACCI - Folha de S.Paulo)

18.12 - Agência dos EUA acusa Intel de prejudicar concorrência
A FTC (Federal Trade Commission, agência responsável por regular as práticas comerciais nos EUA) entrou com ação antitruste contra a Intel, acusando-a de aproveitar a posição dominante no mercado para "asfixiar a competição e fortalecer o monopólio".
Ela acusa a fabricante de chips de realizar uma campanha sistemática e ilegal para impedir que as rivais tenham acesso aos consumidores. Com isso, diz, privou os consumidores de produtos que podem ser superiores e mais baratos.
"A Intel empreendeu uma campanha deliberada para sufocar ameaças competitivas ao seu monopólio", afirmou Richard Feinstein, diretor da FTC para competição. "Ela tem desconsiderado os princípios de disputa justa e as leis que protegem a competição."
Em comunicado, a fabricante disse que o processo iniciado pela agência é "equivocado". "A Intel tem competido de maneira justa e legal. As suas ações têm beneficiado os consumidores. A indústria altamente competitiva dos microprocessadores, da qual a Intel é parte importante, tem mantido a inovação robusta e com os preços caindo mais rapidamente que qualquer outro setor."
A empresa tem sido alvo de diversas ações nos últimos meses. Ela foi acusada no mês passado pela Justiça de Nova York de ameaçar e punir as fabricantes de computadores que usassem chips das rivais e de fazer pagamentos ilegais para que utilizassem seus produtos. Em maio, a UE a multou em 1,06 bilhão por prática semelhante.
Também em novembro, ela fechou acordo de US$ 1,25 bilhão com a rival AMD para encerrar uma disputa legal que durava quatro anos em que era acusada de dar desconto para clientes que não usassem produtos da concorrente.    (New York Times/Folha de S.Paulo)
 
 
 
 

17.12 - Destaques do ano de 2009
Ao longo de 2009, o caderno Informática testou dezenas de produtos. Todos bastante bons, mas alguns se sobressaíram pelos recursos inovadores, pela facilidade de uso e pela boa relação custo-benefício.
Um dos destaques do ano foi o netbook Eee PC 1008HA, da Asus. Com espessura de pouco mais de 2,5 cm, ele tem design sofisticado e boa performance.
O teclado permite uma digitação confortável e a bateria dura mais de cinco horas.
Na seara da fotografia, a Olympus E-P1 fez bonito. A câmera é uma releitura digital da linha Pen, que a Olympus consagrou na década de 1960.
Com design retrô, ela oferece filtros artísticos, como Grainy Film (granulado em preto e branco) e Pin Hole (que realça o centro da imagem).
A nova versão do iPhone também agradou. Mais rápido do que os modelos anteriores, o 3GS vem com uma câmera melhor e faz vídeos. Além disso, conta com a App Store, em que se podem baixar milhares de programas para o aparelho.
Já o monitor 3D da Hyundai inova ao fazer a conversão de imagens de duas para três dimensões. Vendido em modelos de 22, 24 e 46 polegadas, ele pode ser usado para ver filmes e jogar videogame. (RC)
Eee PC 1008HA
O netbook ultrafino da Asus tem tela de 10,1 polegadas, processador Intel Atom N280 de 1,66 GHz, 1 Gbyte de memória, disco rígido de 160 Gbytes e Windows XP
Preço sugerido: R$ 1.699
www.asus.com
iPhone 3GS
A nova versão do celular da Apple com tela sensível ao toque está mais rápida e conta com câmera de 3 Mpixels que faz vídeo
Preço: R$ 2.799 (versão com 32 Gbytes desbloqueada na Oi)
store.apple.com/br
Olympus E-P1
Com resolução de 12,3 Mpixels, a câmera com estilo retrô tem lentes intercambiáveis e conta com filtros artísticos. O ISO vai de 100 a 6.400
Preço: US$ 799,99 (com lente Zuiko ED 14-42mm)
www.olympus.com
Monitor 3D Hyundai
Vendido nos modelos de 22, 24 e 46 polegadas, faz a conversão de imagens de duas para três dimensões. Tem conexões HDMI e VGA
Preço: de R$ 4.800 (22 polegadas) a R$ 36 mil (46 polegadas)
shop.abs-tech.com  (Folha de S,Paulo)
 
 
 
 
 

16.12 - Governo deve investir R$ 15 bilhões no Plano Nacional de Banda Larga até 2014
O Governo Federal deverá investir R$ 15 bilhões até 2014, para ampliar o acesso à internet em alta velocidade no País. O Plano Nacional de Banda Larga deve ser anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o dia 20 de janeiro.
De acordo com a Agência Brasil, durante a audiência da Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, afirmou que caberá às empresas de telefonia a maior parte dos investimentos – em torno de R$ 49 bilhões. A contrapartida do setor público seria de R$ 26 bilhões, somando os investimentos em infraestrutura, como satélites, e renúncias fiscais.
Metas
Ainda em elaboração pelo Ministério das Comunicações e outros órgãos do governo, o projeto poderá até suscitar a criação de uma nova estatal para gerir a expansão da internet no Brasil.
Uma das metas do plano, segundo Costa, é aumentar em dez vezes, até 2014, a velocidade da banda larga que chega ao interior brasileiro e “a um preço razoável”. Segundo ele, a infraestrutura das companhias telefônicas não chega a regiões como os estados do  Amapá, Acre, Roraima, Pará, que acabam dependendo de acessos via rádio, o que diminui a velocidade.  (InfoMoney)

16.12 - Brasileiro que acessa internet no trabalho tem renda maior, revela IBGE
Pessoas que acessam a internet do trabalho têm renda superior àquelas que usam a rede internacional de casa ou de locais públicos.
Uma pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com base nos dados da Pnad (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio), revelou que a renda média mensal per capita de quem usa a internet no local de trabalho é de R$ 1.523.
Já os que acessam a rede mundial do domicílio tem uma renda média mensal de R$ 1.336, enquanto quem tem acesso a um local público gratuito tem renda média de R$ 825 mensais e quem opta pelo centro público pago, de R$ 536.
Idade
O local de acesso à internet também tem relação com a faixa etária do usuário. Os mais jovens - de 10 a 17 anos de idade - acessam principalmente dos centros públicos pagos, que têm representatividade de 53,3% nesta faixa de idade.
Pessoas com 40 anos ou mais, por sua vez, acessam mais de seus domicílios, com 78,6% de representatividade.
Os dados mostram que, nos domicílios, a idade média de quem acessa a internet é de 30,6 anos, enquanto no local de trabalho é de 34,6 anos.  (InfoMoney)
 
 
 
 
 

15.12 - Uso da internet cresce 75,3%
O acesso à internet cresceu 75,3% no Brasil entre 2005 e 2008. De acordo com dados divulgados na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual de brasileiros que acessou a rede mundial de computadores, ao menos uma vez no ano, passou de 20,9% para 34,8% entre os períodos analisados, o que equivale a 56 milhões de usuários a mais no País. O aumento no uso da rede ocorreu de forma paralela entre homens de 21,9% para 35,8% e mulheres de 20,1% para 33,9%.
O IBGE divulgou uma série de dados sobre o comportamento do cidadão brasileiro na rede no Suplemento da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2008 sobre Acesso à Internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal. Os resultados mostram que em todas as áreas da pesquisa sexo, idade, rendimento, local o acesso à internet cresceu no País. Pode-se destacar que foram, principalmente, as pessoas com baixa renda que puxaram o patamar de uso da rede no Brasil para cima. Apesar de o dado ter crescido em todos os níveis de escolaridade, o aumento foi mais intenso na população com menos escolaridade, segundo a pesquisa. 
O estudo mostra que os usuários da internet são mais escolarizados (10 anos de estudo em média) que aqueles que não a utilizam (5,5 anos de estudo). A proporção de pessoas que acessam é maior quanto maior a escolaridade. Entre aqueles com 15 anos ou mais de estudo, o percentual de usuários da rede foi de 80,4% em 2008; entre os com 11 a 14 anos de estudo, 57,8%; com 8 a 10 anos de estudo, 38,7%; com 4 a 7 anos de estudo, 23,4%; e entre as pessoas sem instrução ou com menos de 4 anos, 7,2%.
Cresceu também o uso da internet em locais públicos, como lan houses, que junto com as residencias superam os locais de trabalho no acesso à web no Brasil. De acordo com o IBGE, isso se deve ao aumento de renda. Segundo o estudo, em 2008, os acessos foram feitos, principalmente, de casa (57%), das lan houses (35,2%) e do trabalho (31%).
O rendimento per capita das pessoas que acessaram a web no trabalho foi de R$ 1.523, enquanto o dos internautas domésticos ficou em R$ 1.336. Os menores rendimentos per capita foram os dos usuários de centros públicos de acesso gratuito (R$ 825) e de lan houses (R$ 536). 
IDADE. O levantamento mostra que os jovens estão muito mais inseridos no mundo virtual que os mais velhos. O grupo que registrou o maior percentual de uso foi o de 15 a 17 anos de idade, com 62,9%. Além disso, esse grupo teve o maior aumento em relação a 2005 quando era de 33,7%. A partir dessa faixa etária, o percentual de usuários diminui com a idade, chegando a 11,2% das pessoas de 50 anos ou mais. Esse grupo representava, em 2008, 24,8% da população total, mas correspondia a apenas 8% do total dos que tinham acessado a internet.
A proporção de pessoas que acessam a internet no grupo de 10 a 14 anos de idade (51,1%) também é muito significativa, já que ficou acima das percentagens de usuários em todas as faixas etárias a partir de 25 anos, em todas as regiões
O principal motivo apontado pelos usuários para uso da internet é a comunicação com outras pessoas, por email ou sites de relacionamento 83,2%. Assim, os dados apontam uma mudança no uso da web, que, em 2005 era acessada, principalmente, para fins educacionais e de aprendizado. Também aumentaram os acessos para atividades de lazer, que passou do terceiro motivo mais citado (54,3%) em 2005 para o segundo (68,6%) em 2008. Já 48,6% das pessoas acessaram a internet para ler jornais e revistas.
REGIÕES. De acordo com o Suplemento da Pnad, as regiões Sudeste (40,3%), Centro-Oeste (39,4%) e Sul (38,7%) registravam os maiores percentuais de usuários, e as regiões Norte (27,5%) e Nordeste (25,1%), os menores. Entre os estados, Distrito Federal (56,1%), São Paulo (43,9%) e Rio de Janeiro (40,9%) tinham os maiores percentuais de pessoas que acessaram a internet. Os menores índices ficaram com Alagoas (17,8%), Piauí (20,2%) e Maranhão (20,2%).
Segundo a Pnad, 104,7 milhões de pessoas não utilizaram a internet nos três meses anteriores à data da entrevista, ou seja, 65,2% do total. Os motivos de não utilização foram concentrados em três: não achavam necessário ou não queriam (32,8%); não sabiam utilizar (31,6%) e não tinham acesso a computador (30,0%). (Jornal do Commercio Brasil)

15.12 - Por uma banda larga melhor e mais acessível
Empresas e governo tentam superar os desafios do serviço, como oferta restrita, qualidade que deixa a desejar e preços e impostos nas alturas, para tirar o país do atraso nessa tecnologia
Oferta restrita, qualidade de serviço questionada, produto caro e impostos nas alturas estão entre os principais obstáculos para um maior acesso à banda larga pelos brasileiros. Projetos públicos e privados vêm ganhando força para superar esses desafios e a alta velocidade prometida aos consumidores tenta tirar o atraso em que o país está mergulhado. É o que espera com ansiedade a auxiliar de serviços gerais, Kelly Moreira de Souza. Com notebook novo em casa, ela ainda prefere usar o computador de uma lan house. “Cheguei a pesquisar os preços e ficaria em R$ 80 para usar a internet em casa. Não tem condição, já que ganho menos de um salário mínimo com os descontos”, afirma. Por enquanto, ela navega apenas para pesquisas e, por isso, paga de R$ 2 a R$ 3 por semana. “Para ser acessível, o valor teria que cair para R$ 15”, diz. 
O Plano Nacional de Banda Larga, apresentado pelo Ministério das Comunicações e que pode ser aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas próximas semanas, estabelece que a metade dos domicílios brasileiros urbanos e 15% dos rurais estejam conectados à internet de alta velocidade até 2014. Para atingir o número, serão necessários investimentos de R$ 75,5 bilhões já a partir do ano que vem, sendo que a iniciativa privada, representada principalmente pelas operadoras, terá de desembolsar R$ 49 bilhões. Os R$ 26,5 bilhões seriam aplicados pelo governo na forma de desoneração tributária e uso de recursos de fundos setoriais. Com isso, segundo cálculos do ministério, os planos de banda larga poderiam custar no máximo R$ 30. É uma queda significativa, mas ainda insuficiente para beneficiar brasileiros como Kelly. 
Ainda no governo, a principal bandeira do Ministério do Planejamento é a criação de uma estatal da banda larga. Ela seria montada a partir das redes óticas da Petrobras, Eletrobrás e Eletronet. A infraestrutura, que poderá ser administrada pela Telebrás, faria a transmissão de dados. Mas, para chegar ao usuário, será preciso construir ramificações da rede de distribuição, o que demandaria recursos bilionários, inicialmente estimados em ao menos R$ 3 bilhões. “Esperamos que o governo solte as amarras para o desenvolvimento da banda larga no país o quanto antes. O PL 29, projeto de lei que trata das telecomunicações, está no Congresso há mais de três anos”, critica o diretor da consultoria Teleco, José Luís de Souza. 
Hoje, o presidente Lula participa da abertura da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que segue até quinta-feira, em Brasília. A Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), entidade civil de caráter privado de âmbito nacional e sem fins lucrcativos, criada com a missão de congregar os setores público e privado das telecomunicações brasileiras, vai entregar um documento com propostas para agilizar o processo de universalização da banda larga no país (veja quadro). “Temos propostas concretas para a democratização da banda larga. Imagino que, com o diálogo na Confecom, vamos todos perceber que o problema é tão complexo que teremos que sentar com calma para resolver. Mais que tecnológica ou financeira, a solução é política. Temos que conversar todos: governo, iniciativa privada, academia e consumidor”, disse o superintendente-executivo da Telebrasil, Cesar Rômulo Silveira Neto. 
Levantamento feito em outubro pelo banco JP Morgan mostrou que onde as operadoras competitivas não estão, o preço médio cobrado pela banda larga de 1 a 2 megabites por segundo (Mbps) é de R$ 118. Esse valor cai a R$ 60 quando há a presença da NET e GVT. Quando está presente somente a GVT, o preço médio é de R$ 64 e, quando há apenas a NET, o valor é de R$ 72. Já segundo estudo da consultoria IDC, feito a pedido da Cisco, o Brasil fechou o primeiro semestre com 10,9 milhões de acessos de banda larga, um crescimento de 25,6% ante o mesmo período do ano passado. Mesmo assim, a maioria das conexões tinha menos de 1Mbps de velocidade, o que não é nem considerado banda larga pela União Internacional de Telecomunicações (UIT).   (Paola Carvalho e Paula Takahashi - Estado de Minas)
 
 
 
 
 

14.12 - Número de usuários de Internet no Brasil cresceu 75,3% entre 2005 e 2008 
Em três anos, o percentual de brasileiros de dez anos ou mais de idade que acessaram ao menos uma vez a Internet pelo computador aumentou 75,3%, passando de 20,9% para 34,8% das pessoas nessa faixa etária, ou 56 milhões de usuários, em 2008, segundo dados do Suplemento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados nesta sexta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
No mesmo período, a proporção dos que tinham telefone celular para uso pessoal passou de 36,6% para 53,8% da população de dez anos ou mais de idade, sendo que, para 44,7% dessas pessoas (ou cerca de 38,6 milhões de brasileiros), o celular era o único telefone para uso pessoal.
Os mais jovens acessam mais a Rede mundial de computadores, assim como os mais escolarizados – embora, entre 2005 e 2008, o acesso tenha crescido mais entre aqueles com menos anos de estudo.
As diferenças regionais no uso da Internet permanecem, sendo que o percentual de usuários era menor no Norte (27,5%) e Nordeste (25,1%) e maior no Sudeste (40,3%), Centro-Oeste (39,4%) e Sul (38,7%). O local de onde mais se acessava a Internet continuava sendo, em 2008, o próprio domicílio, mas em segundo lugar vinham os centros públicos de acesso pago – ou lan houses -, que superaram o local de trabalho (segundo local de acesso em 2005).
Também houve mudança no principal motivo que leva as pessoas a usarem a Internet: 83,2% acessaram a Rede em 2008 principalmente para se comunicar com outras pessoas – em 2005, o principal motivo era educação ou aprendizado, que caiu para o terceiro lugar em 2008. Nesses três anos, o acesso à Internet por conexão de banda larga duplicou, mas, em 2008, 32,8% dos que não acessaram a Rede ainda diziam que não queriam ou não achavam necessário usá-la.
Em relação à posse de celular, entre 2005 e 2008 diminuiu diferença entre os percentuais de homens e mulheres que tinham o aparelho. As pessoas que tinham celular apresentavam um número médio de anos de estudo superior (9,2) ao das que não tinham (5,2), e o percentual dos que tinham celular crescia conforme aumentava a faixa de rendimento domiciliar per capita   (Executivos Financeiros)

14.12 - Positivo desmente negociações com a Lenovo
A Positivo Informática divulgou nota ao mercado na última quinta-feira negando que esteja negociando sua venda para a Lenovo.
Segundo a empresa, “não foi recebida nenhuma proposta de aquisição de ações e nem discutido tal assunto com a referida sociedade estrangeira, com a qual vem mantendo contactos sobre temas exclusivamente operacionais”.
Exceto pelo potencial efeito favorável resultante da extensão das medidas de desoneração fiscal para o setor de informática até 2014, anunciada quarta-feira pelo Governo Federal, e do anúncio de incentivos para a aquisição de computadores por escolas públicas, a Positivo não tem qualquer outra informação relevante que possa justificar as oscilações atípicas de volume nos negócios apresentados no pregão da BM&FBovespa.    (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

11.12 - Correio eletrônico na berlinda
Quando se fala em cartas escritas a mão e enviadas por correio convencional, é difícil escapar da sensação de que esses artifícios são meios de comunicação arcaicos, muito distantes da realidade atual. A partir do fim da próxima década, a estranheza deve ser a mesma quando o assunto for e-mail. A tese é defendida por pesquisadores da Universidade de Kent, na Inglaterra. Eles afirmam que os serviços de correio eletrônico irão durar só mais cerca de 10 anos, quando serão substituídos definitivamente por programas de mensagens instantâneas e redes sociais.
A pesquisa, publicada em novembro, revela que 51% dos jovens adotam o e-mail como primeira opção como meio de comunicação na internet. Enquanto isso, 98% das pessoas com mais de 65 anos e 96% dos usuários entre 45 e 64 anos utilizam, prioritariamente, o correio eletrônico para se comunicar na rede mundial de computadores. Esses dados, para os cientistas, corroboram a ideia de que o e-mail é um recurso considerado ultrapassado pelos mais novos e está com os dias contados, já que é uma tecnologia utilizada por um grupo formado, em sua maioria, por pessoas de meia idade e aposentados.
O consultor financeiro Luiz Mário Borelli, 54 anos, se rendeu ao e-mail há sete anos. Desde então, utiliza o mesmo endereço eletrônico para tratar assuntos pessoais e profissionais com mais agilidade. Mesmo com todos os recursos disponíveis na internet, não abre mão da ferramenta. O que sabe de redes sociais, garante, é de ouvir falar, porque não tem curiosidade para acessá-las. Borelli gosta do e-mail pelas possibilidades de escrever mensagens mais encorpadas e anexar arquivos mais pesados.
"Em 80% das vezes, uso o correio eletrônico para tratar questões profissionais e, na minha opinião, esse meio de comunicação confere um caráter mais formal que as redes sociais. Para mim, que estou acostumado com o uso do e-mail, mudar para outro meio seria bem complicado", explica o consultor financeiro. "Sinceramente, não acredito que o e-mail será extinto. A tendência é de que ele seja utilizado com menos frequência, como são as cartas hoje em dia", opina. 
As redes sociais ficaram mais populares no Brasil a partir de 2004, quando o Orkut foi lançado por um indiano. Desde então, outras páginas eletrônicas, como Facebook e o microblog Twitter, começaram a fazer parte do cotidiano dos brasileiros. Para se ter uma ideia da devoção dos internautas do País às redes sociais, o Orkut tem 23 milhões de brasileiros, ou 51% do total dos frequentadores da rede.
OUTROS CAMINHOS. O professor responsável pela pesquisa, David Zeitlyn, ressalta que o e-mail demorou 20 anos para tornar-se o fenômeno que é, mas pode levar a metade desse tempo para desaparecer. Jorge Henrique Fernandes, presidente do Conselho de Informática da Universidade de Brasília (UnB), não concorda com Zeitlyn. De acordo com ele, por princípio, os meios de comunicação não são extintos, mas sobrepostos por outros mais modernos. Ainda segundo Fernandes, a tecnologia acompanha a organização das estruturas na sociedade, e a rotina atual exige uma velocidade maior na comunicação, mas isso não quer dizer que o e-mail desaparecerá .
"O fluxo de informações no mundo de hoje é gigantesco. As redes sociais e os programas de mensagens instantâneas permitem que as respostas sejam recebidas mais rapidamente e, assim, o e-mail vai ficando obsoleto", destaca. O pesquisador da UnB também credita o abandono do correio eletrônico como primeira opção de comunicação na internet ao spam, que irrita os usuários.
O spam é o termo utilizado para mensagens não solicitadas pelo internauta e enviadas em massa. Geralmente, o texto tem caráter publicitário e causa tanto incômodo na rede mundial de computadores que alguns países criaram leis para regulamentar o uso desse método. "As pessoas não aguentam abrir a caixa de correio e observar que a maior parte dos itens recebidos não interessam", completa.
A estudante de psicologia Lorena Leite, 20 anos, representa bem um dos grupos avaliados na pesquisa da Universidade de Kent. O estudo mostra que 86% dos jovens com idades entre 15 e 24 anos ainda enviam mensagens por e-mail, mas utilizam outros métodos com mais frequências. Lorena garante que o correio eletrônico ainda é importante no cotidiano, porém entende que redes sociais e programas de mensagens instantâneas são mais eficientes. Ela diz, ainda, que a maioria dos amigos também pensa dessa maneira.
"Quase todo mundo conectado ao mundo virtual usa MSN, Gtalk, Twitter e Orkut. Quando há trabalhos da faculdade, eu e os outros estudantes do meu curso usamos essas ferramentas para trocar idéias, discutir os rumos de cada projeto e avaliar os resultados. É bem mais prático", conta Lorena, que só usa o correio eletrônico para enviar arquivos pesados, como imagens e trabalhos. O especialista em informática Jorge Henrique Fernandes afirma que o comportamento de Lorena é mais comum do que se imagina. "O e-mail deve continuar existindo em casos mais formais ou para comunicação corporativa", prevê.   (IGOR SILVEIRA - Jornal do Commercio Brasil)

11.12 - Mercado de PCs é alvo principal da Semp Toshiba
Quem visita pela primeira vez a sede da Semp Toshiba, em São Paulo, pode encontrar uma certa dificuldade para localizar o complexo. Inaugurado em 1963, quando quase nada havia nas proximidades da ponte João Dias, na zona Sul da cidade, o prédio de dois andares parece comprimido pela paisagem cercada de fábricas, edifícios e tráfego intenso. Para muitos, nos últimos anos, a Semp Toshiba também parecia contraída no mercado de eletroeletrônicos, pressionada pela concorrência das coreanas LG e Samsung em segmentos mais recentes, como televisores de LCD, e pela queda na demanda dos aparelhos tradicionais de tubo. 
O que pouca gente talvez tenha percebido é que durante esse tempo a companhia tem direcionado sua produção para outro mercado: o de notebooks e computadores de mesa. De maneira silenciosa, a Semp Toshiba tornou-se a quarta maior fabricante de PCs do país e se prepara, agora, para fortalecer a marca nessa área, com o apoio de uma ampla campanha de marketing.
O setor de PCs corresponde, atualmente, a 40% do faturamento da empresa (contra 33% no ano passado) e a perspectiva é de que a participação suba para 50% em 2010. A outra metade será obtida com a venda de eletroeletrônicos e, futuramente, com a entrada da empresa no segmento de linha branca, há muito prometida. "A penetração de PCs nos lares é de 35% e já se produz no Brasil mais computadores do que televisores. Há um enorme potencial de expansão", afirma o vice-presidente de marketing e vendas da Semp Toshiba, Caio Ortiz. 
A maioria dos lançamentos da empresa neste ano foram de computadores (para o varejo e o mercado empresarial) e celulares com TV digital. No segmento de televisores, a empresa acompanhou a tendência do mercado e lançou aparelhos de plasma e LCD. 
Ortiz diz acreditar que a expansão do mercado de informática será mais expressiva e contínua que a do segmento de televisores, em função da existência de milhões de lares sem computadores (99% dos lares já possuem TV). Ele também observa que a demanda por PCs não se restringe ao uso pessoal, enquanto a venda de TVs para empresas é praticamente inexistente. Além disso, no mercado de computadores a substituição de máquinas mais antigas por versões atualizadas e a venda de acessórios oferecem um potencial maior de negócios que o mercado de TVs. "A dinâmica do setor de informática é mais rápida, o que nos leva a acreditar que o faturamento com a área será igual ou maior que o das linhas de entretenimento."
A divisão Semp Toshiba Informática (STI) foi criada em 1996 a partir da compra da fábrica de computadores Lince. Em março de 1998, a companhia inaugurou fábrica em Salvador (BA) e tornou-se a primeira empresa a produzir notebooks no Brasil. O gesto pioneiro, porém, não garantiu à Semp Toshiba a liderança no mercado, que hoje tem como maiores fornecedores Positivo Informática, Dell e Hewlett-Packard (HP).
A meta da empresa é tentar se aproximar da liderança. A estratégia é evidenciada na campanha de marketing lançada há poucos dias. No comercial para TV, um personagem japonês anda de bicicleta enquanto homens da caverna dizem ter inventado a roda. Um locutor diz ao fundo: "Não há provas de que os japoneses da Semp Toshiba inventaram a roda, mas se eles criaram computadores tão avançados como os STI, quem duvida?" O mesmo ocorre na peça em que Neil Armstrong, ao pisar na Lua, é surpreendido com a visão de um japonês em uma tina. "Quisemos recuperar a ideia das campanhas anteriores de que 'os nossos japoneses são melhores que os outros', mas tendo como foco as linhas de computadores", diz Ortiz.
No segmento de TVs, a empresa vai manter a produção dos aparelhos de tubo (CRT). "As vendas de LCD crescem muito mais, mas a substituição completa do tubo ainda levará tempo para se concluir", afirma Ortiz. Hoje, segundo ele, dois terços do mercado ainda é composto de TVs de tubo. As vendas totais do mercado de televisores foram de 10,5 milhões de unidades em 2008, devendo ficar ficar em 9,5 milhões neste ano. 
Segundo Ortiz, a Semp Toshiba encerra o ano com 22,5% de participação no mercado total de TVs, quando em tempos áureos chegou a deter 28% do mercado. "As concorrentes coreanas lideram em faturamento, mas em unidades ainda estamos na liderança", diz Ortiz. Ele diz que a produção e a venda de TVs de tubo no Brasil devem sobreviver pelo menos até 2014. 
O executivo estima crescimento de 12% a 15% nas vendas de TVs em 2010, em função da Copa do Mundo. Neste ano, a empresa acompanhou a queda da demanda no mercado, mas prevê encerrar o período com resultado melhor que o de 2008, em função da estabilidade cambial. "O faturamento será o mesmo mas o lucro será maior", afirma Ortiz, sem citar números. 
A empresa também decidiu "descongelar" o projeto de concorrer no mercado de linha branca (fogões, geladeiras, freezers, máquinas de lavar etc.), em análise há 12 meses. Segundo Ortiz, o local onde será instalada a fábrica ainda não foi definido, mas a meta é lançar as primeiras linhas em 2011.   (Cibelle Bouças - Valor Online)

11.12 - Dell lança menor desktop comercial do mundo
A Dell anuncia globalmente nesta quinta-feira (10) uma atualização de sua linha OptiPlex de desktops comerciais, com a introdução de modelos de formato pequeno e que oferecem a empresas de todos os portes uma plataforma robusta e eficiente energeticamente. Os lançamentos ainda conferem flexibilidade, segurança e confiabilidade às tarefas de computação. 
Tais soluções, diz a Dell, estão aptas para suportar o crescimento futuro das empresas e contam com opções de ciclo de vida longo, com capacidade de conferir suporte a ambientes alternativos de computação, a exemplo das soluções da Dell de Flex Computing, para ambientes de Virtual Remote Desktop e On-Demand Desktop Streaming.
O novo modelo OptiPlex 780 USFF (Ultra Small Form Factor) da Dell é o menor desktop comercial do mundo 100% funcional, integrando fonte de energia e a tecnologia Intel vPro. Entre os outros destaques do produto, estão possibilidade de atualizar a capacidade de processamento, a placa de vídeo e os discos rígidos com a tecnologia Intel Core2 Duo de última geração; Estabilidade de imagem e suporte estendido (15 meses) como parte do programa de Plataforma Global Padrão da Dell, ajudando a minimizar as mudanças de manutenção que reduzem a produtividade; incorporação de fontes até 90% energeticamente eficientes, de acordo com as especificações Energy Star 5.0, EPEAT Gold, além de suporte para o Microsoft Windows 7, Vista e XP, dentre outras características.
O Dell OptiPlex 780 USFF estará disponível no Brasil nos próximos dias, com preço de referência de R$ R$ 3.299.   (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

10.12 - Banda larga: Rede sem fio com 3G
Atentos ao crescimento da banda larga móvel, fabricantes estão lançando no Brasil roteadores Wi-Fi com suporte a modems 3G -com eles, é possível compartilhar a conexão com dispositivos como notebooks, celulares e tocadores de mídia portáteis com Wi-Fi.
O procedimento é simples: basta conectar o modem 3G ao roteador, que, por sua vez, deve ser ligado a um computador de mesa ou portátil com um cabo de rede. Depois, é preciso inserir o CD de instalação e seguir as instruções na tela para configurar sua rede sem fio.
Quando a sua rede estiver pronta, você pode transportá-la para qualquer lugar com energia elétrica -basta levar consigo o modem e o roteador com seu cabo de força.
Usando uma conexão 3G da TIM, a Folha testou três roteadores 3G: o DIR-451, da D-Link, o WRH 211, da Intelbras, e o 3G-6200n, da Edimax.
Todos eles funcionam também como roteadores para conexões de banda larga fixa (como Virtua e Speedy).
Assim, você pode usar a banda larga fixa como conexão principal e deixar a móvel como secundária -caso a conexão primária caia, o roteador alterna para a segunda.
A Folha testemunhou na prática a utilidade desse recurso: durante os testes, a banda larga fixa ficou instável e só se podia recorrer à conexão 3G.
Os roteadores 3G ainda são, em geral, mais caros do que os comuns. Enquanto um bom aparelho sem compatibilidade com a banda larga móvel, como o WGR614, da Netgear, sai por cerca de R$ 150, o 3G-6200n, o mais barato entre os três roteadores 3G testados, tem preço sugerido de R$ 360.
Antes de optar por um roteador 3G, observe, no site do fabricante, se ele é compatível com o seu modem.
Lembre-se sempre de definir uma senha complexa para proteger sua rede de estranhos.
Hoje, segundo a IDC, há 7,9 milhões de assinantes de 3G no país (3,7 milhões por celular e 4,2 milhões por modem).
Apesar de, em geral, terem velocidades menores, as conexões 3G têm sido muito procuradas em locais onde a banda larga fixa não chega.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) anunciou que tomará medidas para equiparar a internet móvel à fixa, exigindo metas de qualidade -consumidores têm reclamado de não conseguir atingir a velocidade contratada.  (RAFAEL CAPANEMA - Folha de S.Paulo)

10.12 - Banda larga popular vai usar rede WiFi 
A Telefônica vai lançar até o fim de janeiro um serviço de banda larga popular a R$ 29,90 por meio de rede sem fio WiFi. Essa foi a alternativa técnica encontrada para chegar às residências que não contam com telefone fixo. "Tecnicamente não seria possível instalar o Speedy em residências de não assinantes", diz o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente. Os usuários de telefonia fixa pagam perto de R$ 40 pela assinatura, encarecendo a opção de banda larga popular acordada com o Governo do Estado de São Paulo, o que atrasou a oferta do produto.
A Telefônica conta com uma rede de 150 hot spots (antenas) próprios no Estado de São Paulo e a ideia é estender esse número conforme a demanda por banda larga. Os novos notebooks já saem de fábrica com modem interno para o WiFi, aumentando o potencial de usuários da banda larga sem fio.
A operadora termina 2009 com alguns percalços, como a suspensão da venda do Speedy por três meses e a perda da GVT para o grupo francês Vivendi. Valente afirmou que ainda aguarda um posicionamento da CVM sobre a lisura do processo e só depois disso tomará outras medidas. "Continuamos avaliando aquisições de empresas regionais", diz o executivo. Outra estratégia será uma maior sinergia com a Vivo na oferta de pacotes integrados de banda larga fixa, móvel e TV paga via satélite.
Neste ano a operadora investiu acima de R$ 2 bilhões em infraestrutura e R$ 750 milhões só em banda larga. O serviço continua prioridade em 2010.  (Ana Luiza Mahlmeister - Valor Online)

10.12 - Exporte mensagens de e-mail do Windows Vista para o XP
Tenho o Windows Vista Ultimate instalado e gostaria de desinstalar o sistema para voltar a usar a versão XP, mas possuo várias pastas de e-mail no Windows Mail. Como faço para copiar as pastas para o Outlook Express do XP?
Paulo Roberto Roim
Resposta: Essa situação parece ocorrer com muita frequência, não só com pessoas que se arrependeram da migração do Windows XP para o Vista, mas também com aquelas que utilizam dois computadores -um com o Windows Vista e Windows Mail, outro com o Windows XP e o Outlook Express.
No caso do uso dos dois sistemas operacionais, sugiro ao leitor configurar tanto o Windows Mail como o Outlook Express para deixar uma cópia das mensagens no servidor. Assim, poderá baixar os e-mails recebidos nas duas máquinas.
O formato dos arquivos dos dois programas são incompatíveis, mas existe uma forma simples de exportar as mensagens do Windows Mail para o Outlook Express.
Fiz o procedimento abaixo transferindo mensagens de um notebook com Windows Vista para meu desktop com o XP.
Usando o sistema Windows Vista, crie uma nova pasta onde você colocará as mensagens. É melhor criá-la num pendrive, para que você tenha menos trabalho na hora de fazer a transferência. Deixe essa pasta aberta ocupando metade da tela.
Abra o Windows Mail e reduza a sua janela para se acomodar ocupando a outra metade. Isso será necessário porque iremos arrastar as mensagens que estão dentro do Windows Mail para a pasta que está aberta.
Selecione uma por uma ou clique na primeira mensagem e, com a tecla Shift pressionada, clique na última para selecionar todo um grupo. Depois de selecionadas, arraste-as para a nova pasta. Cada mensagem será gravada como um arquivo com a extensão EML.
Terminada a cópia, você pode fechar a pasta e o Windows Mail. Insira o pendrive na máquina que funciona com o Windows XP e repita o processo inverso. Abra o Outlook Express e a pasta com as mensagens. Selecione as mensagens e arraste-as para a caixa de entrada ou outro para local que você tiver dentro do Outlook Express.
Existem outras formas de exportar as mensagens, mas essa é sem dúvida a mais simples.  (José Antonio Ramalho - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 
 

09.12 - Brasil passa EUA e se torna nº 1 em spam, afirma estudo
Envio de mensagens inúteis tem alta de 193% ante 2008
O Brasil ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o principal fornecedor de spam (e-mails enviados em grandes quantidades, independentemente de terem caráter malicioso ou não). No ano passado, o país era o quinto colocado.
Segundo levantamento da Cisco, o Brasil foi responsável por 7,7 trilhões de mensagens inúteis, aumento de 192,6% em relação ao ano passado. Já os Estados Unidos, que antes ocupavam a primeira colocação, tiveram uma queda de 20,3% e agora estão no segundo lugar.
Esse avanço do envio de mensagens do Brasil segue uma tendência dos países emergentes, diz a Cisco, com as ações das nações ricas para conter e-mails inúteis ou vírus começando a mostrar resultado. De acordo com a autora do estudo, 55% da produção de spam no mundo tem origem nos países em desenvolvimento.
"Está claro que os provedores de serviço de internet nas nações desenvolvidas estão fazendo grandes avanços no combate ao spam", afirmou Russell Smoak, diretor de suporte técnico da Cisco.
"Esse conhecimento precisa ser dividido com seus colegas das economias emergentes, para que esses países em crescimento possam impedir os problemas ligados aos altos níveis de "botnets" [máquinas infectadas] e ao spam -incluindo a diminuição da produtividade e o aumento de ameaças de crime."
Entre as principais origens de spam, só a China, a Rússia e os EUA reduziram a produção.  (Folha de S.Paulo)

09.12 - Queda no preço dos computadores faz brasileiros terem mais acesso à internet
A queda nos preços dos computadores, impulsionada especialmente por incentivos fiscais como a Lei do Bem, tem aumentado a quantidade de brasileiros que possuem acesso à internet em casa. Porém, muitos desses novos consumidores ainda não sabem utilizar o equipamento.
De acordo com a pesquisa do Ipsos encomendada pela Fecomércio-RJ, em outubro de 2009, 39% dos brasileiros tinham acesso à web, enquanto em 2008 essa porcentagem era de 31%.
Essa expansão, segundo a pesquisa, é explicada pelo aumento nas vendas de computadores, favorecidas pelas melhores condições de crédito, ganhos reais de renda nas famílias de renda inferior e incentivos fiscais, como a isenção de PIS e Cofins (Lei do Bem), que contribuíram com a redução do preço final das máquinas.
"Não sei usar"
Dessa forma, em um ano, caiu de 51% para 37% o número de entrevistados que apontaram a falta de computador em casa como o maior motivo para não acessar a internet.
"Não sei usar o computador" é agora a principal razão para impedir o acesso do brasileiro à web, apontada por 57% dos respondentes - em outubro de 2008, eram 45%.
"O novo consumidor passa por uma fase de adaptação à grande quantidade de recursos oferecidos pelos computadores", aponta o relatório da pesquisa. Não ter interesse em acessar é a resposta de 25% dos entrevistados.
Alto custo
Já o alto custo vem caindo quanto ao principal motivo para impedir o acesso da população - em 2008, esse era o principal impeditivo para 9% da população. Em 2009, apenas 6% apontam o custo do acesso como maior dificuldade.  (InfoMoney)

09.12 - Novos investimentos em Centro da IBM
A IBM Brasil investiu US$ 12 milhões em seu centro de serviços de TI, em Hortolândia (SP), para expandir os sistemas de energia e refrigeração. Serão instalados novos geradores de energia, baterias, torres de água e sistemas de ar-condicionado.  (Maria Cristina Frias - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

08.12 - Embratel diz não temer estatal da banda larga
O presidente da Embratel, José Formoso Martínez, disse que não teme a concorrência da estatal de banda larga, que está em estudo pelo governo. "Já temos muitos concorrentes. A concorrência é boa, melhora os preços", afirmou. Segundo ele, a preocupação das empresas é que sejam criadas condições econômicas para que os serviços cheguem a todos os segmentos da população. 
Ao lado de outros executivos do setor, Martínez participou ontem de reunião com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, para acompanhar o andamento da proposta de criação de um Plano Nacional de Banda Larga, entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 24 de novembro.
A proposta do ministro, que é endossada pelas empresas, prevê uma parceria público-privada, com a meta de chegar a 2014 com 90 milhões de acessos à internet em alta velocidade. O programa prevê investimentos de R$ 75,5 bilhões, sendo R$ 49 bilhões do setor privado e R$ 26,5 bilhões do governo, na forma de desoneração tributária e recursos de fundos setoriais. Segundo Martínez, uma eventual parceria do governo com as empresas de telefonia pode acelerar o processo de expansão da banda larga no Brasil. 
Outra proposta em debate, porém, sugere que sejam aproveitadas as redes ópticas de estatais, como Petrobrás, Eletrobrás e Eletronet. Esta infraestrutura, que poderá ser administrada pela Telebrás, faria a transmissão de dados ''no atacado''. Para chegar ao cliente final, seria preciso construir ramificações da rede de distribuição. Embora apoie a sugestão das teles, Hélio Costa acha que a atuação da estatal no atacado também seria viável. 
A proposta de maior participação estatal no projeto de massificação da banda larga vem sendo trabalhada por um grupo técnico a partir de uma sugestão do secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. 
Na última reunião, em novembro, Lula pediu estudos sobre a viabilidade econômica de a estatal da banda larga atuar não apenas "no atacado", mas também no atendimento ao cliente final. No início das discussões, o secretário chegou a estimar investimentos de R$ 3 bilhões para fazer a conexão com os clientes.
Segundo Hélio Costa, uma nova reunião para discutir o assunto com o presidente deverá acontecer no próximo dia 16. Costa reafirmou a tese de que só é possível massificar o acesso à Internet em alta velocidade se houver uma parceria com as empresas privadas. Segundo ele, R$ 3 bilhões não são suficientes. "Se estamos falando em fazer uma grande empresa de banda larga para cobrir o País inteiro e em tempo curto, tenho dúvidas", afirmou. "Um plano nacional de banda larga não é só fibra óptica.''   (Gerusa Marques - O Estado de S.Paulo)
 
 
 
 
 

07.12 - Banda larga 
Para estender a todos o acesso rápido à internet, plano do governo precisa combater concentração e atrair novas operadoras
Depois de dois meses de discussões entre representantes da Casa Civil e dos ministérios das Comunicações e do Planejamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, no final de novembro, uma série de propostas relativas ao Plano Nacional de Banda Larga -conjunto de ações com vistas a ampliar o acesso da população brasileira a conexões rápidas de internet.
O tema é relevante. A internet tornou-se uma ferramenta de primeira necessidade no mundo contemporâneo. É um bem, como a água, a educação e o transporte, que precisa chegar aos cidadãos em condições minimamente compatíveis com os avanços tecnológicos.
O panorama do setor, no Brasil, é de pouca concorrência e forte concentração nas regiões Sul e Sudeste, que contam com 80% dos acessos mais velozes. Apenas o Estado de São Paulo, com 20% da população, responde por 40% das conexões desse gênero existentes no país.
O quadro reflete desigualdades regionais e a lógica concentradora do mercado. É o caso em que o poder público deve agir. Foi o que tentou fazer na privatização da telefonia, quando impôs às empresas metas de atendimento às áreas que corriam o risco de ficar desassistidas.
Há, no entanto, muitas maneiras de o governo atuar para corrigir desequilíbrios. A menos recomendável delas é a intervenção direta, por meio da estatização pura e simples. Essa, lamentavelmente, é uma das opções que se apresentam no caso da banda larga. Uma ala ligada ao Planalto defende que o processo de universalização das conexões mais velozes seja conduzido por uma nova empresa do Estado, administrada pela Telebrás.
Ainda que algum grau de presença governamental possa se revelar necessário, o melhor caminho vai em sentido contrário. Num mercado concentrado, controlado por poucos "players", o ideal é que o plano seja um instrumento para aumentar a competitividade do setor.
Regulamentação e políticas fiscais inteligentes deveriam ser utilizadas para atrair novas operadoras -o que aumentaria a competição e tornaria o sistema mais eficiente, em benefício do consumidor.
A concentração é, sem dúvida, um dos motivos que explicam o fato de as empresas oferecerem serviços de baixa qualidade. O que se considera banda larga no Brasil é uma conexão ainda muito aquém das que são oferecidas em outros países. Além disso, muitas vezes as teles não entregam aos consumidores a velocidade contratada.
Um caso grave é o da internet móvel, a banda larga em 3G (terceira geração), que cresce de modo acelerado no país. Apenas recentemente a Anatel começou a tomar medidas para enquadrar as empresas que produzem publicidade atraente e oferecem serviços de baixa qualidade.
Caberá ao presidente Lula escolher entre o retrocesso estatizante e medidas capazes de propiciar ao país um projeto moderno e eficaz para tornar a banda larga acessível a todos.  (Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

04.12 - Empresa nega falha no Windows 7
Após suposto problema com seu novo sistema operacional, a Microsoft declarou não ter encontrado qualquer evidência de que recentes atualizações de segurança estão causando problemas no Windows 7, uma das maiores apostas da empresa após o fracasso do sistema anterior, o Windows Vista. As possíveis falhas já estão sendo apelidadas por usuários na internet de "tela preta da morte".
O problema, que fez alguns usuários verem uma tela completamente negra logo após iniciarem o sistema, foi identificado pela empresa britânica de segurança de software Prevx, na semana passada, e recebeu grande atenção depois de ser reportado pela rede de televisão BBC, na última terça-feira. A Prevx alegou que a alteração no registro do sistema operacional da Microsoft é a causa mais provável do erro, mas a Microsoft negou veementemente que esta seja a causa do suposto problema.
RESPOSTA. "A Microsoft investigou relatos de que suas atualizações de novembro alteraram permissões no registro que estão resultando em questões sistêmicas para alguns clientes", disse Christopher Budd, representante da Microsoft, em comunicado oficial. "A empresa considera esses relatos imprecisos e nossa investigação mostrou que nenhuma das atualizações recentes estão relacionadas com o comportamento descrito", completou o representante.
Budd acrescentou que as equipes de suporte da Microsoft não vêem a questão da tela negra como um grande problema para os usuários do Windows 7, mas pediu que os clientes entrem em contato com a equipe de suporte para assistência gratuita em caso de problemas. (Jornal do Commercio Brasil)

04.12 - 3Com lança novo porftólio para LAN Wireless Empresarial 
A 3Com Corporation lançou um novo portfólio para LAN Wireless Empresarial H3C que ativa o Unified Network Access (UNA), primeira solução do setor capaz de integrar networking wireless e cabeado para formar uma única camada de acesso à rede.
Segundo a empresa, o H3C UNA combina os benefícios do recentemente ratificado padrão 802.11n com uma abrangente integração dos produtos para rede cabeada e para WLAN da H3C, finalizando uma era de inadequações devido às soluções empresariais ‘fracamente’ integradas e tradicionalmente complexas resultantes do caro modelo com overlay para networking wireless.
O novo portfólio para WLAN empresarial 802.11n da H3C simplifica as instalações de rede e coloca o wireless no mainstream do networking. Os principais benefícios do UNA incluem redução dos problemas de administração da rede, eliminação de custos adicionais com treinamento nas plataformas cabeadas e wireless e o final dos custos com hardware redundante.
Segundo Miguel Minicz, engenheiro da 3Com no Brasil, a solução totalmente integrada da H3C proporciona performance, confiabilidade e capacidade sem precedentes para instalações empresariais em campus, edge e escritório remoto. “O novo portfólio para WLAN empresarial é
capaz de suportar milhares de access points a partir de um único chassi, tornando-se a plataforma mais escalável disponível na atualidade. Através dos benefícios do recém ratificado padrão wireless 802.11n, o UNA da H3C oferece um significativo aprimoramento na qualidade geral da experiência do usuário, assegurando performance e disponibilidade wire-speed”, explica Miguel.   (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

03.12 - IDC aponta recorde na venda de PCs no terceiro trimestre
A venda de PCs no terceiro trimestre bateu recorde no Brasil, com cerca de duas milhões de unidades comercializadas no período. De acordo com os dados do o estudo “Brazil Quartely PC Tracker”, da IDC Brasil, as vendas ficaram 8,5% acima dos resultados obtidos no ano passado.
Líder do ranking, a venda de notebooks continua com perspectivas de crescimento para o Natal e para o próximo ano.
De acordo com Luciano Crippa, analista da IDC Brasil responsável pelo estudo, vário fatores contribuíram com o resultado. “O Brasil passa por um momento extremamente favorável, em que o índice de confiança dos consumidores atingiu níveis excelentes. A base econômica brasileira está consolidando o país como uma potência mundial”, afirma.
Já para 2010, a IDC projeta um crescimento de 12% em relação ao resultado deste ano, o equivalente a 12,7 milhões de computadores.   (Executivos Financeiros)

03.12 - Intel prevê volta do crescimento do mercado de PCs ao patamar de dois dígitos em 2010
Segundo análise da Intel, o mercado brasileiro de PCs deve registrar forte crescimento em 2010. A empresa estima um crescimento nas vendas da ordem de dois dígitos para o próximo ano, contrariando pesquisas de analistas de TI. 
A mobilidade será a grande tendência para o próximo ano, com as vendas de notebooks e netbooks ultrapassando os 50%. Em 2008, as vendas destes produtos representaram 41% do total de aquisições. 
Apesar do avanço na venda de equipamentos portáteis, os desktops também alcançarão destaque no varejo, tendo a classe C como seu principal mercado consumidor. 
Os principais fatores apontados para essa demanda são a baixa penetração de computadores nessa camada da população e a preferência por um equipamento que possa ser utilizado por toda a família. Apenas 25% das famílias desta classe possuem computadores. 
O estudo da Intel prevê também que em 2010 o Brasil será o terceiro maior mercado de PCs do mundo, superando Japão e Alemanha. O país ocupa a 5ª posição no ranking atualmente. Os líderes neste mercado são Estados Unidos e China. 
Os maiores atrativos para o consumidor final de PCs em 2009 foram a queda de preço dos computadores e as promoções praticadas por hipermercados. Segundo a companhia, notebooks e netbooks representarão 34% do mercado, enquanto os desktops ficarão com 66% no próximo ano.   (Executivos Financeiros)

03.12 - SP tem 990 pontos de acesso Wi-Fi 
A pesquisa "Mapa Wi-Fi", realizada pela Marco Consultora, consultoria especializada em desenvolvimento e implementação de serviços de marketing sob medida para mercados altamente competitivos, apontou que na cidade de São Paulo há 990 pontos de acesso Wi-Fi, o que representa um 1 hotspot para cada 11.038 habitantes.
A exemplo da primeira edição da pesquisa, realizada no segundo semestre de 2008, os pontos de acesso continuam se concentrando nos setores alimentícios (restaurantes e cafés) e hoteleiro. "Essa concentração se deve à tendência de alimentação fora de casa e sua aglomeração em locais de trabalho, como região da Berrini, Paulista e outros", diz Edson Barbero, gerente de Business Intelligence da Marco Consultora.
O estudo, feito em toda a cidade de São Paulo e grande São Paulo, pesquisou os setores de alimento (restaurantes, cafés); turismo (hotéis); educação (faculdades); compras e consumo (shoppings center); centros desportivos (ginásios e estádios); entretenimento (cinema, teatro); clínicas médicas; e transportes (aeroporto). O setor alimentício possui mais de 65% do total de hotspots, e em seguida com 11% está turismo (hotéis), educação com 7% e compras e consumo com 6%.
Frente ao estudo realizado em 2008, a quantidade de hotspots em São Paulo cresceu 27%.  (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

02.12 - Intel projeta forte alta no setor de PCs
O mercado brasileiro de computadores, para o qual se previa uma retração de até 11,5% no início do ano, encerra 2009 com crescimento e perspectiva de ganho de posições no ranking dos maiores mercados de PCs do mundo. A fabricante de microprocessadores Intel estima que o país encerrará o ano com vendas de 12,5 milhões a 13 milhões de computadores, ante 11,8 milhões registrados em 2008. Para 2010, a expectativa é de que o mercado cresça de 25% a 30% - superando o ritmo de expansão da China, prevista em 15%.
Se as estimativas forem confirmadas, o Brasil se tornará o terceiro maior mercado de PCs do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. Hoje o país é o quinto colocado, sendo superado também pelo Japão e o Reino Unido. "2009 foi um ano cheio de desafios, mas hoje São Pedro chora de alegria ao nos ver unidos celebrando os resultados do ano", brincou o presidente da Intel no Brasil, Oscar Clarke, fazendo menção à forte chuva que caía em São Paulo durante entrevista coletiva.
O bom humor do executivo é justificado pelas perspectivas de aquecimento da economia brasileira e de avanço nos programas de governo de estímulo à inclusão digital. Citando dados da empresa de pesquisas IDC, ele observou que, dos 23 milhões de lares de famílias da classe C, 25% possuem computadores, havendo ainda um grande mercado a ser explorado.
Além disso, muitos dos consumidores compraram o primeiro PC há quatro anos. Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel, acredita que essas famílias tendam a substituir essas máquinas por versões mais novas e por notebooks, o que deve ajudar a alavancar as vendas. Em 2009, os notebooks representaram 41% do total de vendas de PCs no país e a expectativa é que essa participação cresça para 50% já no próximo ano. As vendas de computadores de mesa, por sua, vez, devem crescer entre 19% e 20% em 2010, observou Tietê.
Devido ao potencial de forte expansão das vendas para o consumidor final, a Intel continuará dando mais ênfase em produtos voltados ao varejo. "Hoje, 55% a 60% das vendas de computadores no país são destinados a pessoas físicas e há um potencial enorme de expansão", disse Clarke. 
O mercado de pequenas e médias empresas, disse o executivo, também tem grande potencial, mas ainda não se sabe exatamente como explorá-lo. No início do próximo ano, a empresa traz ao Brasil toda a família de processadores Core i7. E coloca no varejo, até fevereiro, computadores para uso educacional "classmate". A empresa já vendeu em torno de 9 mil computadores educativos (uma versão mais antiga), como parte dos projetos de inclusão digital nas escolas nos municípios de Piraí (RJ) e Araucária (PR). A produção será dos computadores será feita por uma empresa brasileira, cujo nome ainda é mantido em sigilo. 
De acordo com o gerente da área, Alan Markham, a Intel já fechou acordo com escolas particulares para a entrega desses computadores no início de 2010 e podem participar de futuras licitações para para fornecimento desses equipamentos para escolas públicas. 
No mercado corporativo, a Intel pretende reforçar as vendas de servidores para pequenas e médias empresas, seguindo o projeto realizado em toda a América Latina. 
Além da linha de servidores e computadores de alta performance, anima a empresa a perspectiva de expansão das vendas de microprocessadores para eletroeletrônicos. A Intel negocia a venda de dispositivos para rádios e TVs digitais. A meta global da Intel é chegar a 2014 com 1 bilhão de dispositivos conectados, sendo 400 milhões de PCs, 200 milhões de netbooks, 200 milhões de smartphones, 100 milhões de dispositivos eletrônicos e 200 milhões de dispositivos dedicados. O Brasil, diz Clarke, estará entre os mais "conectados".  (Cibelle Bouças - Valor Online)

02.12 - Aproveite melhor a tela do netbook
Os netbooks, laptops ultraportáteis, foram feitos principalmente para navegar na internet. Mas suas telas pequenas (geralmente de dez polegadas), aliadas às resoluções baixas (em sua maioria, 1.024x600), não são ideais para exibir sites repletos de conteúdo.
Com alguns ajustes simples, porém, é possível otimizar o espaço na tela, fazendo caber o máximo de elementos possível.
A primeira dica é recorrer, sempre que possível, ao modo de tela cheia do navegador de internet que você usa.
Nos principais browsers (Internet Explorer, Firefox, Safari, Chrome e Opera), basta apertar a tecla F11 para alternar para a tela cheia. Nesse modo, somem os botões, a barra de endereço e a barra inferior -a tela é preenchida somente pelo site.
O Chrome, navegador do Google, foi desenhado para otimizar o espaço na tela: um de seus truques é não ter uma barra de título (que mostra o nome do programa) -as abas ficam na parte mais alta da tela. Gratuito, o download do Chrome pode ser feito em www.google.com.br/chrome.
No Firefox, você pode diminuir os botões da barra superior. Clique nela com o botão direito, escolha Personalizar e marque Ícones pequenos.
Outra boa pedida é configurar a barra de tarefas do Windows (que inclui o botão Iniciar e mostra os programas abertos) para que ela se oculte automaticamente. Dessa forma, a barra só aparece quando você passa o mouse nos pontos extremos inferiores da tela.
Para fazer isso, clique em um ponto vazio da barra de tarefas com o botão direito do mouse e escolha Propriedades. Marque o item Ocultar automaticamente a barra de tarefas.
No novo Windows 7, a barra de tarefas é demasiadamente grande para as pequenas telas dos netbooks. Você pode diminuí-la clicando nela com o botão direito, selecionando Propriedades e marcando a opção Usar ícones pequenos.  (RAFAEL CAPANEMA - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

01.12 - HP é líder em serviços de impressão, diz pesquisa do IDC
A HP anunciou que sua oferta de serviços de impressão gerenciados (MPS) foi reconhecida como a opção preferida para clientes empresarias pelo IDC, um provedor de pesquisa e consultoria de TI.
Os Serviços de Impressão Gerenciados HP, segundo a empresa, transformam processos de negócios otimizando a infraestrutura de imagem e impressão de uma empresa, gerenciando todo o ambiente de imagem e impressão e aprimorando os fluxos de trabalho de documentos. Isso ajuda os clientes a reduzir custos, aumentar a produtividade e diminuir o impacto ambiental.
A HP foi identificada como líder em uma pesquisa recente conduzida pelo IDC, "Serviços de Impressão Gerenciados - Mercado Global e Análise de Provedores". Dentro da amostra da pesquisa, a HP apresentou a maior participação em termos de contratos de MPS novos e pendentes entre os fabricantes de impressão.
"A HP ampliou suas capacidades para fortalecer o setor de MPS com sua herança em TI e continuamos a aumentar a nossa participação no crescente mercado de MPS e superar as expectativas", disse Vyomesh Joshi, vice-presidente executivo, do Grupo de Imagem e Impressão da HP. "Nosso recente impulso no mercado é um poderoso exemplo da estratégia da HP de estabelecer relacionamentos contratuais de longo prazo com as maiores empresas do mundo, enquanto continuamos a liderar a transformação da impressão digital".   (Executivos Financeiros)

01.12 - Empresas de TI gastarão mais em Cloud Computing privada até 2012
01/12/2009 
Os serviços de cloud privada serão prevalecentes sobre o fornecimento de cloud pública, e até o ano de 2012, as organizações de TI investirão mais em cloud privada do que na oferta de informações a partir de fornecedores de cloud pública, apontou nesta terça-feira (01) o Gartner.
O Gartner define cloud computing pública como um estilo de computação em que as capacitações escaláveis e elásticas são fornecidas como um serviço aos clientes externos usando tecnologias da Internet. Já cloud computing privada é definida como um estilo em que as capacitações escaláveis e elásticas são fornecidas como um serviço aos clientes.
O analista do Gartner, Tom Bittman, lembra a grande propaganda de que processos e arquiteturas de TI podem ser substituídas pela computação em nuvem, e que as organizações de TI deverão no futuro ter uma combinação desses modelos. Desta forma, as empresas maiores continuarão a ter uma área dedicada a cuidar da TI, que gerencia e implanta os serviços de TI internamente, sendo que alguns destes dados estarão na cloud privada.    (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 
 

30.11 - Congresso possui mais de cem projetos sobre internet em tramitação
Mais de cem projetos sobre internet tramitam atualmente na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Segundo a Agência Câmara, os textos tratam de assuntos como regulamentação de lan houses, compartilhamento de arquivos e comércio eletrônico.
Há ainda os que falam sobre acesso a serviços públicos pela rede e divulgação de informações de órgãos públicos.
Até março, o governo deve enviar à Câmara uma proposta de "marco civil regulatório da internet", que incluirá direitos básicos dos usuários, bem como a responsabilidade dos provedores de acesso e usuários.
O documento está em consulta para discussão pública desde outubro, por meio do blog culturadigital.br/marcocivil, lançado pelo Ministério da Justiça. Nos primeiros 20 dias, o texto recebeu 120 mil acessos e mais de 500 comentários.
Lei de crimes digitais
Devido a essa proposta, o governo pediu que os deputados Paulo Teixeira (PT-SP), Julio Semeghini (PSDB-SP) e Regis de Oliveira (PSC-SP) adiassem a votação do Projeto de Lei 84/99, que tipifica os crimes cometidos com o uso da internet. O PL, em discussão há dez anos, foi aprovado pelo Senado em 2008 e tramita em regime de urgência na Câmara.  (InfoMoney)
 
 
 
 
 
 

27.11 - Banda larga: Acesso é baixo e custa caro no Brasil
O Brasil apresenta taxas consideradas como baixas de acesso da população à internet de banda larga e um dos custos mais elevados. Um ranking elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a existência do serviço em 150 países concluiu que o Brasil ocupa apenas a 69ª posição. Países como Argentina, Chile, México e Uruguai superam o Brasil no ranking.
Segundo os dados da ONU, ainda baseados no ano de 2008, 10 milhões de brasileiros tinham acesso à banda larga. Isso representava cerca de 5,19% da população. Em 2003, a taxa era de apenas 0,6% da população com acesso aos serviços, ou seja, 1,2 milhão de pessoas. Para 2009, o governo estima que 20 milhões de brasileiros estarão conectados à internet de alta velocidade.
O Brasil ainda debate investimentos de R$ 75,5 bilhões para garantir que, em 2014, 90 milhões de pessoas tenham acessos à web em alta velocidade, bem acima do número atual de conexões, que está em cerca de 20 milhões. O projeto O Brasil em Alta Velocidade prevê que, em cinco anos, metade dos domicílios brasileiros estarão conectados com banda larga.
Por enquanto, porém, os dados da ONU apontam que a taxa brasileira é ainda bastante inferior ao serviço existente nos países ricos. Para a União Internacional de Telecomunicações (UIT), o acesso à internet de alta velocidade é hoje o melhor indicador das condições de tecnologia de comunicação de um país. Na Finlândia, Reino Unido e Dinamarca, mais de um terço da população têm acesso à rede por banda larga. Nos Estados Unidos, são 26%. Na China, a taxa é ainda de 6,2%, mas superior a do Brasil.
A ONU aponta que dois problemas aparecem como os principais obstáculos no acesso da população brasileira à internet: o custo e a falta de investimentos em infraestrutura.  (Jamil Chade - Agência Estado/Jornal do Commercio Brasil)

27.11 - Gestores da internet preparam novas regras 
Com 40 anos de vida, a internet se prepara para mudanças importantes. Criada como uma rede universitária, a Arpanet, no fim da década de 60, a rede mundial de computadores massificou o protocolo IP - o padrão que permite a troca de dados entre os computadores -, foi acumulando camadas de outras redes e agora precisa dar novos passos para continuar crescendo. Para ir além dos atuais 2 bilhões de computadores conectados, os gestores da rede iniciaram um movimento de migração gradual do protocolo IPv4 para o IPv6, que aceita um número praticamente ilimitado de máquinas interligadas.
Outra mudança importante será nos nomes de domínio de primeiro nível (".com", ".net", ".org" etc) que somam apenas 22 e limitam a expansão dos negócios na rede. Previsto inicialmente para o ano que vem, o guia do candidato aos novos domínios - o conjunto de normas que regulará a candidatura aos nomes que serão criados - está em sua versão três, mas a definitiva não tem data para ser lançada. "Há muitos interesses em jogo, pois [a mudança] afetará diretamente marcas e produtos, além de abrir um leque muito maior de empresas registradoras de domínios", explica Karla Valente, diretora de produtos e serviços da Corporação para a Atribuição de Nomes e Números na Internet (Icann, na sigla em inglês) que esteve em São Paulo para participar do evento "A internet do futuro", também patrocinado pela Associação Brasileira de Internet (Abranet). 
A Icann, que elabora as normas da internet, propõe a ampliação ilimitada de domínios genéricos de primeiro nível ou gTLDs (generic Top-Level Domain), o nome que vem depois do ponto (com, org etc), sem incluir os nomes de países, regidos por outras regras. Na prática, uma empresa poderia se candidatar a ser proprietária de qualquer palavra na rede mundial como www.notícias, www.finanças ou www.futebol, por exemplo. Os novos domínios podem ser comunidades como www.ianomami, marcas de empresas, setores como www.bancos, produtos e entidades. Para a Icann, isso aumentará muito a complexidade de administração dos domínios, que podem chegar às centenas e até milhares.
Só podem se candidatar pessoas jurídicas. Para se aplicar a um domínio será necessário preencher uma proposta on-line no site da Icann e pagar US$ 185 mil de taxa de análise. Essa candidatura será analisada por vários conselhos internos e colocada em consulta pública para a manifestação de outras empresas. Caso haja oposição, há outras taxas de defesa do domínio. Uma vez aprovado o domínio, a taxa de manutenção anual é de US$ 25 mil. As empresas que se candidataram a determinado domínio poderão fazer uso dele ou licenciá-lo para outros interessados. "A empresa que detém o 'notícias', por exemplo, poderá comercializar o nome para um jornal ou revista que queira fazer uso dele", diz Karla. No caso de duas empresas se aplicarem ao mesmo domínio, haverá leilão, elevando o gasto para muito além dos US$ 185 mil iniciais. 
A Icann também poderá enviar a candidatura para análise do World Intelectual Property Organization, que arbitra sobre marcas e propriedade intelectual.
Um dos principais obstáculos ao lançamento do Guia do Candidato é definir possíveis bloqueios de candidaturas e se a Icann poderá fazer isso. A propriedade virtual de palavras como "Deus", "holocausto", "Jesus", "Islã", entre muitas outras, devem provocar polêmica. Há também a oposição de empresas que anteveem a pressão de registrar domínios de todos os seus produtos, elevando muito os custos. Outra dificuldade está nas normas de aceitação de nomes de comunidades pois haverá dificuldade para provar que são representativas (como o domínio www.tupi-guarani, por exemplo). Essas questões não são fáceis de resolver e podem consumir todo o ano que vem, afirma Karla.
Hoje, existem 900 empresas registradoras de domínios (as chamadas "registrars") no mundo. A mais famosa é a Verisign (dona do ".com" e ".net"), com 50% do mercado. Eduardo Parajo, presidente da Abranet, acha difícil que a ampliação dos nomes de domínio represente uma oportunidade para os pequenos provedores de acesso à internet. "O investimento de uma licenciadora de domínios começa em US$ 500 mil. É um mercado para grandes empresas", afirma Parajo.  (Ana Luiza Mahlmeister - Valor Online)
 
 
 
 
 
 

26.11 - Governo adia plano, mas define diretriz para banda larga 
Nova reunião para debater a questão está prevista para daqui a três semanas, antecipa Miguel Jorge
O governo não aprovou terça-feira o Plano Nacional de Banda Larga, mas definiu as diretrizes gerais. Entre elas, a de que a Telebrás deverá gerir a rede estatal de fibras óticas, que será usada no programa. Nova reunião deverá acontecer em três semanas para detalhar de que maneira isso acontecerá.
As informações sobre a reunião foram dadas pelo ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento). Ele explicou que as diretrizes do plano foram apresentadas pelo assessor especial do presidente Lula, Cezar Alvarez, e por Erenice Guerra, secretária-executiva da Casa Civil.
"Na apresentação eles disseram que não era um programa pronto, eram algumas diretrizes, que deveriam ser aprovadas e foram. Agora precisa de mais estudos", disse o ministro.
"Foram definidas ideias básicas de como isso funcionaria, de que iria para a Telebrás", disse Jorge. "Isso é uma coisa que praticamente foi decidida", afirmou o ministro.
Há divergência entre as posições defendidas por assessores diretos do presidente Lula e pelo Ministério do Planejamento, de um lado, e pelo Ministério das Comunicações junto com as empresas do setor, de outro.
A proposta defendida pelo Planejamento e por assessores de Lula dá mais peso à participação estatal, com o uso de uma infraestrutura pública de cabos de fibras óticas, de propriedade de empresas estatais. Assim, o Estado iria interferir diretamente no mercado como regulador e iria fomentar a concorrência. A operação dessa rede, segundo a proposta, seria licitada para um consórcio privado.
Já o Ministério das Comunicações e as empresas defendem um modelo no qual as próprias operadoras do serviço, por meio de incentivos fiscais e financiamento público, passam a oferecer o serviço em regiões onde, atualmente, ele é economicamente inviável.
A proposta do Ministério das Comunicações prevê mais de 90 milhões de acessos à banda larga até 2014, o que exigirá investimentos de R$ 49 bilhões. De acordo com o texto, o acesso em alta velocidade poderia sair por R$ 30,00 e ela deveria ser ampliada em dez vezes.  (HUMBERTO MEDINA - Folha de S.Paulo)

26.11 - Uso da rede da Eletronet depende de briga na Justiça
Empresa falida opera infraestrutura de fibras ópticas de 16 mil quilômetros em 18 Estados do País
A Eletronet, que se encontra em processo de falência, opera uma rede óptica de 16 mil quilômetros, presente em 18 Estados brasileiros. Ela usa a infraestrutura de transmissão de energia, com cabos chamados em inglês de Optical Ground Wire (OPGW), que combinam uma parte metálica que serve de para-raio e as fibras ópticas. A Eletrobrás tem 49% de participação na empresa.
O processo de falência da Eletronet corre na Justiça Estadual do Rio de Janeiro. O controle da operadora pertencia à americana AES, mas foi vendido ao empresário Nelson dos Santos, que comprou 51% da Eletronet sem desembolsar praticamente nada, em troca de assumir as dívidas. Santos foi o responsável por negociar as dívidas da AES, referentes às empresas de energia que comprou no Brasil, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 
Os principais credores da Eletronet são a Furukawa e a Alcatel-Lucent, que forneceram a rede da empresa e acabaram sem receber uma dívida que já ultrapassa R$ 600 milhões. Em 2007, os credores chegaram a negociar a venda da Eletronet com o Serpro, estatal ligada ao Ministério da Fazenda, que pagaria cerca de R$ 210 milhões pela empresa, mas o negócio não foi para a frente. O governo fez um depósito judicial de R$ 300 milhões, no processo de falência que corre no Rio, para tentar retomar a rede.
Apesar de desatualizada, a Eletronet tem uma infraestrutura de abrangência nacional que rivaliza com a da Embratel e da Oi. Essa rede, no entanto, não tem capilaridade. Ou seja, ela chega a várias cidades, mas não à porta dos usuários de banda larga. Para isso, precisaria de um grande investimento em redes locais, ou de parcerias com outras empresas.
Em agosto, o Tribunal de Justiça do Rio decidiu que o governo poderá assumir o controle da fibra óptica não utilizada pela Eletronet. Apesar disso, a posse dessa rede pelo governo ainda não aconteceu na prática, dependendo de avaliações de peritos.   (Renato Cruz - O Estado de S.Paulo)
 
 
 
 
 

25.11 - Preços dos computadores continuarão baixos em 2010
O rápido declínio no preço médio dos computadores reflete uma mudança de postura nos consumidores de computadores: eles têm procurado os PCs 'suficientemente bons', com o menor preço possível.
A conclusão é da consultoria Gartner, que estima uma queda mundial na receita dos fabricantes de computadores no final de 2009, apesar do crescimento nas vendas.
"Os consumidores procuram os computadores mais baratos, e os fabricantes têm tentado estimular o crescimento do mercado ao oferecer preços ainda mais baixos", disse o diretor de pesquisa do Gartner, George Shiffler.
Shiffler acredita que o preço médio de venda dos PCs suba lentamente, conforme o mercado for se recuperando. Porém, com a atual competição do setor, não vê os preços voltando a subir tão cedo. "Como resultado, o crescimento no preço ficará bem atrás do crescimento nas vendas no ano que vem e nos próximos, afirmou".
Números
Com seu último levantamento, realizado em outubro, a Gartner prevê que, em 2009, o faturamento global do setor de PCs totalize US$ 217 bilhões, uma queda de 10,7% em relação ao total faturado em 2008. No ano passado, apesar da crise financeira mundial ter afetado fortemente o mercado de computadores, o resultado foi positivo, graças ao aquecimento visto nos primeiros meses de 2008.
Quanto às unidades vendidas, o crescimento deve ser de 2,8% em 2009 em relação ao ano anterior, atingindo 298,9 milhões de computadores vendidos no mundo, estima a consultoria.  (InfoMoney)
 
 
 
 
 
 

24.11 - Plano de banda larga prevê nova empresa estatal
Serviço será oferecido por empresas privadas, usando rede estatal; projeto vai ser apresentado a Lula amanhã
Depois de dois meses de discussões e divergências públicas, serão apresentadas amanhã, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, propostas que vêm sendo elaboradas por um grupo técnico do governo para colocar em prática o projeto de massificação da banda larga. Já está certo que o governo vai usar como base para esse projeto as redes ópticas de empresas estatais, como as da Petrobrás, Eletrobrás e Eletronet - empresa falida que tem a Eletrobrás como acionista. 
A ideia é criar uma estatal da banda larga, que poderá ser administrada pela Telebrás, para atuar na transmissão de dados, ampliando a oferta de capacidade e estimulando a competição no setor, além de atender a comunicação do próprio governo. A proposta em estudo tem o objetivo de expandir a internet rápida para as classes mais carentes da população e para os pontos mais distantes do País. 
As empresas da iniciativa privada, como as de telefonia e provedores de internet, operariam na ponta, fornecendo serviços ao cliente final. 
Esse modelo híbrido, cuja notícia da criação foi antecipada pelo Estado em outubro, é fruto das negociações envolvendo técnicos de diversos ministérios, entre eles a Casa Civil, Comunicações e Planejamento. 
A decisão final será do presidente Lula e, quando tomada, será criado um fórum, com a participação dos setores envolvidos, para acompanhar a implantação do Plano Nacional de Banda Larga. 
META
O projeto terá 2014 como meta final. Os técnicos dos ministérios estão traçando diagnósticos com base nas diferenças regionais e econômicas do Brasil. O coordenador dos projetos de inclusão digital do governo federal, Cezar Alvarez, que participa das discussões, disse, na semana passada, que a banda larga no Brasil é "para poucos, concentrada, lenta e cara", e que são esses os problemas que o governo quer corrigir. 
Segundo ele, 80% dos acessos à internet em alta velocidade estão nas regiões Sul e Sudeste, sendo metade desse porcentual só no Estado de São Paulo. Alvarez lembra que o Brasil ainda considera como banda larga as conexões acima de 128 quilobits por segundo (kbps) enquanto, no mundo, a alta velocidade é acima de 1 megabit por segundo (Mbps). 
PARCERIA COM AS TELES
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, que desde o início defendeu uma parceria com as teles, vai apresentar uma proposta mais focada no atendimento da demanda do que na estrutura estatal.
O argumento dele é de que é impossível cumprir o objetivo de atender a toda a população sem usar a infraestrutura das teles, que soma 200 mil quilômetros de fibras e estará em todos os municípios brasileiros até o fim de 2010. 
Assessores de Costa lembram que a rede do governo tem apenas 21 mil quilômetros. Desse total, 16 mil quilômetros são da Eletronet, que tem pendências na Justiça, o que poderia comprometer a implantação do projeto. 
O Ministério das Comunicações fez estudos com as teles, considerando uma meta de chegar a 2014 com 80 milhões de acessos de banda larga, sendo 30 milhões pela rede fixa e 50 milhões pelas redes de telefonia celular. Hoje, o País tem pouco mais de 21 milhões de conexões. 
Os estudos concluem que, se não houver incentivos, o Brasil chegaria a 2014 com 48 milhões de acessos, 32 milhões a menos que a meta. Para bancar a diferença, seriam necessários investimentos adicionais de até R$ 32 bilhões, segundo as estimativas de técnicos das empresas. 
Cumprida esta meta, estariam alcançadas as classe C e D, que, segundo os mesmos técnicos, estariam dispostas a pagar até R$ 30 por mês. 
Mesmo oferecendo um produto mais barato, as empresas sairiam lucrando porque ganhariam na quantidade. Para participar do projeto, as teles reivindicam desoneração tributária de produtos e serviços de telecomunicações e a liberação de recursos de fundos setoriais. 
Alvarez já anunciou que serão liberados recursos recolhidos ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) a partir de 2009, que são em torno de R$ 1 bilhão ao ano. Desde 2001, já foram recolhidos pelas empresas mais de R$ 8 bilhões, mas os recursos não foram aplicados em nenhum projeto e vêm sendo usados para fazer superávit primário.   (Gerusa Marques - O Estado de S.Paulo)

24.11 - Governo quer estimular provedores regionais
Apenas três empresas concentram quase 90% do mercado de banda larga no País
A criação de uma estrutura de banda larga pública tem também o objetivo de estimular o surgimento de pequenos provedores de internet para atuarem em cidades ou nichos de mercado pouco atrativos para as grandes empresas de telecomunicações. A constatação de um dos estudos que serão apresentados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de que apenas três empresas - Telefônica, Net e Oi - concentram 86% do mercado de banda larga fixa no País. 
Essa rede principal, que deverá ser montada com a infraestrutura das estatais, seria usada como alternativa às redes das teles e seria alugada a preços mais competitivos para pequenos provedores, que fariam as instalações até o cliente final. Outro objetivo do Plano Nacional de Banda Larga é o de interligar, com internet em alta velocidade, 135 mil pontos de governo em 4.245 municípios. 
CONEXÃO
Segundo a proposta do secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, com as redes da Petrobrás, Eletrobrás e Eletronet, é possível levar banda larga a 59 mil escolas rurais e 45 mil hospitais e postos de saúde. Também seriam interligadas 5.523 delegacias de polícia, entre outros pontos de governo.
ACESSO
A realidade do Brasil, apresentada em seminário na semana passada pelo coordenador dos programas de inclusão digital do governo federal, Cezar Alvarez, é de que apenas 31,2% do total de domicílios brasileiros possuem computadores e só 23,8% têm acesso à internet. 
Do total de residências conectadas à rede mundial de computadores, apenas 13% têm acesso em banda larga, segundo dados do Comitê Gestor de Internet (CGI), citados pelo assessor da Presidência. 
O alto preço dos serviços também preocupa o governo e, de acordo com Alvarez, é o principal motivo apontado em pesquisa do CGI para falta de acesso à banda larga no País. 
Segundo ele, uma conexão em baixa velocidade (200 quilobits por segundo) custa, em Manaus, R$ 119,90, o mesmo preço pago em São Paulo por uma conexão em alta velocidade, de 6 megabit por segundo. 
"Nosso desafio é propiciar a massificação dos serviços de conexão em banda larga, independentemente de localização geográfica, com preços acessíveis e qualidade satisfatória", afirmou Alvarez, no seminário.  (Gerusa Marques - O Estado de S.Paulo)
 
 
 
 
 

23.11 - Microsoft libera versão preliminar do 'Office'
Quem quiser conferir as novidades do Office 2010 já pode baixar o sistema gratuitamente, pela internet. Ontem, a Microsoft liberou o acesso à versão de teste de seu novo pacote de ferramentas de escritório. Qualquer pessoa pode baixar o software. Basta preencher um cadastro no site da empresa para conseguir uma chave de ativação do programa. A licença é válida por um ano.
A versão final do Office 2010, que chegará ao mercado no primeiro semestre do próximo ano, é o grande lançamento da Microsoft depois do sistema operacional Windows 7, apresentado no mês passado. Com o novo pacote de sistemas, a Microsoft reforça a intenção de integrar seus programas com a chamada computação em "nuvem", um modelo em que os sistemas e dados ficam disponíveis na internet, sem a necessidade de instalar programas no computador do usuário. O objetivo é melhorar a experiência do consumidor na hora de criar e gerenciar documentos por meio da internet e equipamentos, seja um PC ou um celular.
No pacote Office 2010, o usuário vai experimentar as novidades do Word, Excel, PowerPoint, Outlook, além de outras ferramentas, como OneNote, Publisher, Access, InfoPath, Office Communicator e o SharePoint.
Entre as novidades do Word está o recurso de "coautoria", no qual duas ou mais pessoas podem editar um mesmo texto, simultaneamente, usando diferentes equipamentos. No PowerPoint, usado para montar apresentações, a Microsoft se preocupou em melhorar a inclusão de fotos e vídeos. "Nossas pesquisas mostram que só 3% das pessoas que usam o PowerPoint incluem vídeos no material, mas isso deverá mudar bastante", comenta Eduardo Campos, gerente de marketing e negócios da Microsoft. O novo PowerPoint, diz Campos, vai permitir recortar e editar fotos e vídeos no próprio sistema. 
Outra novidade é a aproximação do sistema de correio eletrônico Outlook das redes sociais. A cara nova do Outlook traz espaço para receber mensagens de redes sociais. O site LinkedIn já anunciou que vai desenvolver um sistema de integração para rodar dentro do novo Outlook. 
Paralelamente ao Office 2010, a Microsoft passou a oferecer a versão de teste de outros sistemas, como o SharePoint, usado em servidores; o Visio, de diagramação e desenhos; e o Office Web Apps, destinado a empresas.
Antes da versão de teste, todos esses sistemas passaram pela fase batizada pela Microsoft como "dog food" (comida de cachorro, numa tradução livre), período de cinco meses em que os 90 mil funcionários da companhia podem testar e sugerir melhorias. Desde o início da semana, programadores de sistemas que participam de comunidades de software atreladas à Microsoft já têm acesso livre às versões preliminares dos sistemas.
Ainda não se sabe quanto custará o Office 2010. Hoje, é possível comprar um pacote básico do Office 2007 por R$ 199, válido para até três computadores. A versão mais completa sai por R$ 1.499. "O que podemos dizer é que teremos uma versão 'starter' (básica) do Office", afirma Campos.
Na arena dos sistemas de produtividade, o maior desafio da Microsoft é enfrentar a agressividade de concorrentes como o Google e a comunidade de software livre, que cada vez mais oferecem sistemas gratuitos. A Microsoft tem razões de sobra para se preocupar em manter seu domínio nesse setor. A divisão de negócios que inclui o Office é uma das mais lucrativas da empresa. No trimestre encerrado em 30 de setembro, o segmento respondeu por um lucro de US$ 4,48 bilhões, o equivalente a mais de 60% dos ganhos operacionais da Microsoft. Para continuar assim, a empresa terá de convencer o consumidor de que vale a pena substituir o Office atual pelo novo pacote e não por um produto rival, ainda que gratuito. 
Para baixar os programas acesse microsoft.com/brasil/office2010  (André Borges - Valor Online)
 
 
 
 
 

19.11 - Softwares grátis para o Windows 7
Confira alguns programas essenciais para instalar na sua máquina com o novo sistema da Microsoft
Se você comprou um computador novo com Windows 7, terá de passar pelo ritual de instalar os programas de que precisa. Confira, abaixo, algumas dicas de softwares gratuitos para incluir no seu micro com o novo sistema da Microsoft.
Para manter o computador longe das pragas virtuais, você deve instalar um antivírus.
A própria Microsoft oferece um antivírus gratuito, o Security Essentials, que pode ser baixado em www.microsoft.com/Security_Essentials.
Entre as opções gratuitas estão o AVG (free.grisoft.com), o avast! (www.avast.com) e o Avira AntiVir (www.free-av.com).
Aliado importante na segurança, o anti-spyware combate softwares espiões. Entre as opções recomendadas estão o Malwarebytes Anti-Malware (www.malwarebytes.org), o Ad-Aware (www.lavasoft.com) e o Spybot -Search & Destroy (www.safer-networking.org).
Tudo em um
O Ninite é uma ferramenta gratuita que instala automaticamente diversos programas populares, como Firefox, Chrome, Skype, iTunes, eMule, Google Earth e WinRAR.
Basta acessar ninite.com, selecionar os programas que você quer e baixar o instalador personalizado. O Ninite se encarregará de instalar todos os softwares no seu computador.
Há um inconveniente: alguns dos programas só podem ser instalados, por meio do Ninite, em sua versão em inglês .
Softwares como Mail, Movie Maker e Messenger, que vinham previamente instalados em edições anteriores do Windows, não estão incluídos no Windows 7. Você pode baixá-los gratuitamente por meio do pacote Windows Live Essentials (download.live.com)
Alguns PCs com Windows 7 vêm com uma versão de avaliação do Microsoft Office, que geralmente funciona gratuitamente por dois meses.
Se, depois desse período, você optar por não comprar o Office, pode recorrer ao gratuito BrOffice.org (www.broffice.org), versão do OpenOffice.org adaptada para português do Brasil. O pacote, que inclui editores de texto, planilhas e apresentações, é compatível com arquivos do Microsoft Office.
Quem faz edições de imagem, das mais simples às mais avançadas, encontra o Paint. NET (www.getpaint.net) e o Gimp (www.gimp.org).
Para ver vídeos, uma boa pedida é o VLC (www.videolan.org/vlc), tocador multimídia gratuito que abre praticamente todos os formatos mais populares, como AVI, ASF, WMV, MP4, MOV, 3GP e OGG, além de reproduzir filmes em DVD e arquivos de áudio.
Ainda na seara multimídia, o Miro (www.getmiro.com) suporta os formatos mais comuns e baixa vídeos do YouTube, além de acessar canais gratuitos em alta definição.
Se você estiver em busca de softwares mais específicos, o site www.techsupportalert.com traz uma seleção bem abrangente dos melhores programas gratuitos em dezenas de categorias, como internet, manutenção do computador e multimídia. (RAFAEL CAPANEMA - Folha de S.Paulo)

19.11 - Kits de segurança voltados à internet
O novo programa de segurança da empresa russa Kaspersky foca o usuário de redes sociais, que está cada vez mais exposto aos ataques dos piratas da rede. Essas pessoas estão mais vulneráveis porque acham que as mensagens recebidas nas redes vêm de contatos conhecidos.
Para tentar barrar esses ataques, a empresa lançou o Kaspersky Internet Security (a partir de R$ 99,95, em brazil.kaspersky.com/comprar), que diz proteger o usuário por meio de camadas. Assim, os piratas têm que ultrapassar muros antes de chegar ao seu computador, diz a empresa.
A equipe do Norton Antivirus também lançou a versão 2010 do seu produto de segurança focado em internet, que sai a partir de R$ 99 (www.norton.com/br).
Quem quer algo gratuito pode instalar o programa da AVG (www.avgbrasil.com.br). Para tornar a navegação mais segura, também é possível baixar uma extensão no seu navegador (bit.ly/navegacaosegura).
Veja avaliações sobre antivírus feitas pelo site Cnet em bit.ly/segurancacnet. (Folha de S.Paulo)

19.11 - Ministro propõe desoneração de modem no país 
O ministro Hélio Costa (Comunicações) propôs que o governo desonere a produção de modems como forma de massificar o acesso à internet em alta velocidade no país.
Segundo Costa, a carga tributária em cima desse equipamento é de 76%. "O governo está onerando o modem, indispensável para a popularização do acesso", disse o ministro.
Na próxima terça-feira, o governo deverá anunciar seu plano nacional de banda larga. Apesar da proximidade do anúncio, não há consenso dentro do governo sobre qual deveria ser a estratégia para massificar o acesso à internet.
O Ministério do Planejamento e a assessoria direta do presidente Lula defendem que o governo use sua rede de fibras óticas (as instalada nas linhas de transmissão de energia e as da Petrobras) para intervir e regular o mercado.
Para o Ministério das Comunicações, a solução não é viável porque o governo não pode dispor de suas fibras óticas, pois elas podem ser objeto de penhora para pagar a credores da empresa Eletronet. Em processo de falência, a companhia era uma associação entre estatais do setor e a multinacional AES.  (Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

18.11 - Microsoft confirma existência da primeira vulnerabilidade do Windows 7
A Microsoft confirmou sexta-feira a existência de uma vulnerabilidade no Windows 7, mas disse que a maioria dos usuários pode se proteger de ataques por meio de bloqueio de duas portas no firewall.
Em um boletim de segurança, a Microsoft disse que uma falha no Server Message Block (SMB), um protocolo feito pela empresa, pode ser usado por crackers para atacar máquinas com Windows 7 e Windows Server 2008 R2.
A vulnerabilidade foi divulgada pelo pesquisador canadense Laurent Gaffie na quarta-feira (11/11). De acordo com Gaffie, explorar a falha pode atingir os sistemas a ponto do único método de recuperação ser o desligamento manual do computador.
Inicialmente a Microsoft disse que investigaria o caso, mas na sexta-feira confirmou o problema. “A Microsoft está ciente de um código que pode ser explorado para prejudicar o funcionamento do sistema”, disse o representante do grupo de segurança da empresa Dave Forstrom. “A companhia não teme ataques que explorem a vulnerabilidade nesse momento.”
Forstrom, assim como Graffie, disse que o erro pode ser explorado para incapacitar um computador, mas a vulnerabilidade não permite a instalação de códigos maliciosos no Windows 7.
Tanto o SMBv1 quanto o SMBv2 contém o erro. “Windows Vista, Server 2008, XP, Server 2003 e 2000 não são afetados”, garante Forstrom.
Ataques podem ser voltados para qualquer navegador, não apenas o Internet Explorer, alertou a Microsoft. Depois de levar o usuário a acessar sites maliciosos, crackers podem travar o computador da vítima com pacotes SMB problemáticos.
A Microsoft deve lançar uma correção do problema, mas não disse se incluirá no pacote previsto para o dia 8 de dezembro ou se lançará uma correção isolada. A companhia sugere que usuários bloqueiem as portas TCP 139 e 445 no firewall. Porém, isso pode desabilitar navegadores, assim como causar outros problemas críticos. (Computerworld)

18.11 - Plano nacional de banda larga prevê subsídios para setor privado
O governo federal deverá incluir no Plano Nacional de Banda Larga estímulos e subsídios para as empresas privadas participarem do projeto, que pretende massificar o uso da internet rápida. O governo também mantém a ideia de aproveitar a estrutura de cabos disponível em empresas estatais, como Petrobras, Furnas, Eletrobrás e Eletronet, para eliminar as diferenças regionais e sociais no acesso à informação. 
O plano ainda prevê a criação de um fórum em que governo e demais interessados no tema mantenham constante debate. Segundo César Alvarez, assessor da Presidência da República à frente do processo, a proposta final será levada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 24. Para ele, "não é possível que ainda se tenha uma visão anacrônica e preconceituosa de que o governo não deve usar seus ativos de fibra ótica".
O comentário do coordenador do Comitê de Inclusão Digital representa um sinal de convergência entre a previsão do Ministério do Planejamento, de colocar em prática o projeto apenas com recursos governamentais, e a do Ministério das Comunicações, que teria nas empresas a principal base para o avanço do projeto.
Segundo Alvarez, porém, ainda não está fechada a discussão sobre qual instituição governamental assumirá o papel de regular a oferta do serviço. Entre as possibilidades está a ressurreição da Telebrás, que assumiria a infraestrutura das estatais. Segundo Alvarez, os estudos para isso estão aprofundados.
Apesar disso, Alvarez ponderou que o governo não será um provedor de acesso à banda larga para a população - vai apenas gerir as redes de infraestrutura ou estendê-las. Ele considera um "desinvestimento" as operadoras construírem um novo "backbone" (núcleo de uma rede de telecomunicações) onde já existem sistemas de estatais. A Eletronet é a empresa com maior estrutura para oferecer ao plano, com 21 mil km de redes de fibra ótica. No entanto, a empresa se encontra num vagaroso processo de falência, que, num primeiro momento, pode comprometer seu uso pelo governo.
O governo considera discutir políticas tributárias para o setor, conforme pleiteado pelas operadoras em reunião com o Ministro das Comunicações, Hélio Costa. Mas Alvarez considera que esta seria uma simplificação da questão relacionada à democratização do acesso e lembra que o debate fiscal tem de ser aberto também com Estados e municípios, porque dois terços da carga tributária do setor de telecomunicações - de mais de 40% - se trata de ICMS.
Ainda na área tributária, ele considera que o setor poderia ter subsídios cruzados, entre diferentes classes de serviços ou de consumidores. No entanto, o Tribunal de Contas da União (TCU) já publicou parecer contra o subsídio cruzado no setor, invocando previsões da Lei Geral das Telecomunicações (LGT). Para o governo, porém, é possível contornar esse fato.
Entre os recursos de que o governo pretende usar no projeto está o fluxo do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) em 2009, de cerca de R$ 1 bilhão, e nos anos seguintes. Outra saída seria conceder subsídios diretamente às operadoras no serviço de distribuição de acesso à internet via banda larga nos locais menos rentáveis. Continua em debate, ainda, uma estratégia para estimular o surgimento de novas operadoras regionais nos locais mais remotos, onde o governo deve pesar mais no papel de condução da infraestrutura, ou a própria empresa pública oferecer o serviço ao usuário na ponta.
A meta é baratear o acesso, considerado caro, lento, limitado e concentrado, mesmo comparado aos vizinhos da América Latina. Segundo Alvarez, 40% dos acessos à banda larga no país estão em São Paulo e 80% no Sul e Sudeste. Ele lembra também que há uma enorme distância na competição entre as regiões. Enquanto um acesso de 256 Kbps em Manaus custa R$ 119 por mês, pelo mesmo valor o cidadão de São Paulo consegue acesso a 6 Mbps. Ainda segundo o coordenador do Comitê de Inclusão Digital do governo, por US$ 17 se consegue acesso de 256 Kbps no Brasil, em média, enquanto na Argentina se obtém o dobro e, no México, quase quatro vezes mais.  (Danilo Fariello - Valor Online)

18.11 - Testes de urnas eletrônicas com hackers terminam sem que haja invasão
Os testes com hackers realizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com as urnas eletrônicas que serão usadas nas Eleições 2010 terminaram sem que o sistema que contabiliza os votos fosse comprometido.
Segundo comunicado no site do TSE, os 38 especialistas convocados pelo órgão para testar a segurança do sistema não conseguiram comprometê-lo durante os testes, que aconteceram entre os dias 10 e 13 de novembro.
No último dia de testes, o TSE afirma que especialistas da Procuradoria Geral da República (PGR), do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e da Polícia Federal (PF) tentaram invadir a urna eletrônica para alterar contagem de votos e fraudar eleições por diferentes métodos, mas não tiveram sucesso.
O representante da Polícia Federal tentou, sem sucesso, alterar as informações em cartões de memória que alimentam a urna eletrônica, mudando os votos antes mesmo do eleitor se apresentar à sua seção eleitoral.
Os especialistas do TST tiveram como estratégia alterar o boletim da urna, que imprime a comprovação do voto. 
O plano teve relativo sucesso, mas a impressão fraudulenta não saia do mesmo tamanho da impressão original, o que comprometeria o sigilo da invasão.
Já os especialistas da PGR tentaram, também sem sucesso, substituir o sistema operacional original da urna eletrônica, baseado em Linux, para que pudessem controlar todos os processos do equipamento.
É a primeira vez que o TSE expõe o sistema de segurança da urna eletrônica à avaliação técnica antes da votação. 
Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Giuseppe Janino, a falta de sucesso nos testes prova que eleitores não devem se preocupar com a segurança do sistema.
Como último passo do processo, o ministro do TSE, Ricardo Lewandowski, anunciará na próxima sexta-feira (20/11) os vencedores dos três prêmios em dinheiro para as melhores sugestões técnicas que sofistiquem a segurança da urna eletrônica. 
Os prêmios serão de cinco mil reais, três mil reais e dois mil reais. (IDG Now)
 
 
 
 
 

17.11 - Mouses de última geração
Imagine que você possa usar a internet com maior facilidade, navegando de site em site apenas clicando num botão do mouse, evitando o hoje quase comum esforço repetitivo do pulso. Ou selecionar um termo do texto que você está lendo e, automaticamente, abrir uma página na internet com o resultado da busca, pulando as etapas de acessar um buscador e digitar a expressão procurada. Ou, quem sabe, fazer desenhos gráficos detalhados em 3D utilizando um mouse de alta resolução. 
Tudo isso é possível com a evolução da tecnologia dos mouses, desde a sua invenção, há mais de 40 anos. A começar pelo popular mouse de esfera - que dava trabalho porque a sujeira acumulada o tornava impreciso. Mas isso os mouses óticos e a laser sem fio resolveram o problema e estão cada vez mais completos.
Agora, segundo Eduardo Larios, gerente de Relações Públicas para América Latina da Logitech, há uma nova tendência no mercado. "Trata-se de uma tecnologia que permite ao mouse trabalhar sobre qualquer superfície, inclusive vidro transparente, permitindo que o usuário utilize o mouse em qualquer lugar, a qualquer momento", explica. 
Larios atesta que essa é quebra da barreira do vidro. "A tecnologia de leitura ótica convencional não trabalha em vidro transparente nem em superfícies com alto índice de reflexão, mas já há no mercado mouses capazes de detectar partículas microscópicas e microranhuras, em vez de rastrear a superfície em si", esclarece. 
A vantagem dos botões programáveis e da alta resolução tem permitido também que jogadores de games tenham mais prazer e precisão em seus jogos. O músico Marcelo Guterman Stilben, de 24 anos, comprou um G9 Laser Mouse, da Logitech, só para jogar, mas explica que o mouse tem outras utilidades. "Quem trabalha com photoshop e edição de imagens também usa o G9, porque ele tem uma alta precisão, mas também dá para usá-lo em atividades comuns", assegura. 
Marcelo gosta de jogos em que é preciso atirar em alvos em movimento. "Tem que ter precisão para acertar o inimigo na tela. Se não tivesse um bom mouse, dificilmente eu teria uma mira boa. Com certeza, faz diferença na hora de jogar, até porque é mais divertido." Além da boa resolução, Marcelo também aproveita os botões programáveis do mouse. "Dá para configurar o mouse para o jogo, como mudar de arma clicando num botão, dar zoom em outro, atirar?". 
As inovações e utilidades dos novos mouses não param por aí. O periférico que permite ao usuário fazer quase todo tipo de comando no computador está cada vez mais personalizável. De acordo com Mauro Hiroshi, gerente de marketing da Mtek, a intenção é facilitar a vida das pessoas. "Alguns mouses de alta performance contam com botões programáveis, inclusive para comandos de teclado, que facilitam a vida de qualquer usuário em tarefas ou comandos repetitivos", informa. Com isso, além de agilizar, alguns mouses podem evitar um problema comum entre quem utiliza o computador muitas horas por dia: a lesão por esforço repetitivo (LER). 
ALÉM DA RESOLUÇÃO. Além disso, o ganho desses mouses não se dá apenas na resolução. "Há melhorias em design, frequência de resposta e frame rate", emenda Hiroshi. Isso quer dizer que os mouses atuais estão cada vez mais sensíveis, ergonômicos e inteligentes, proporcionando a possibilidade de apresentar um trabalho a 10 metros do computador, coordenando os slides à distância e apontando o que quer destacar com o ponteiro laser do mouse sem fio. 
O destino dos mouses se mostra ainda mais promissor do que o presente, segundo Hiroshi. "A tendência é chegar a um produto tão bom quanto o de conexão com fio em performance, com resolução acima de 2.000 DPIs e frequência de resposta acima de 125 Hz. Para um futuro próximo, mouses 3D com sensor de movimento espacial similar ao Wii remote", prevê.  (Jornal do Commercio Brasil)
 
 
 
 
 

16.11 - McAfee recomenda usuários de Windows instalarem todos os patches
Em comunicado divulgado na sexta-feira (13/11), a empresa de segurança McAfee avalia as correções de segurança anunciadas esta semana pela Microsoft em seu pacote mensal de atualizações. 
Segundo o diretor de pesquisas em segurança e comunicação da McAfee, Dave Marcus, as vulnerabilidades críticas –três dos seis boletins anunciados pela Microsoft receberam tal classificação (a de maior risco) – expõem os usuários do Windows a graves ataques. 
No comunicado, Marcus informa que devemos esperar que os pesquisadores  de segurança da empresa estão fazendo a engenharia reversa das correções anunciadas como forma de melhor conduzir a correção dos exploits existentes.
Uma das atualizações críticas da Microsoft (MS09-065) trata de um trio de vulnerabilidades no Kernel do Windows, uma parte central do sistema operacional. Essas vulnerabilidades podem ser exploradas se um usuário do Windows simplesmente visitar um site carregado com uma fonte mal-intencionada.
As outras duas atualizações críticas solucionam vulnerabilidades que podem permitir ao hacker assumir o controle remoto do comando da máquina do usuário, sem que ele precise tomar qualquer ação para isto, podendo levar à disseminação de um worm. A atualização MS09-063 soluciona uma brecha grave de segurança na interface de serviços da Web do Windows Vista e do Windows Server 2008 e a MS09-064 soluciona essa brecha no Windows 2000. (PC World)

16.11 - Direito à informação
Práticas desleais na internet colocam em risco as bases que permitem o exercício do jornalismo independente no país
Democracias tradicionais aprenderam a defender-se de duas fontes de poder que ameaçam o direito à informação.
Contra a tendência de todo governo de manipular fatos a seu favor, desenvolveram-se mecanismos de controle civil -caso dos veículos de comunicação com independência, financeira e editorial, em relação ao Estado. Contra o risco de que interesses empresariais cruzados ou monopólios bloqueiem o acesso a certas informações, criaram-se dispositivos para limitar o poder de grupos econômicos na mídia.
Essas salvaguardas tradicionais se veem desafiadas pelo avanço da internet e da convergência tecnológica nas comunicações -paradoxalmente, pois esse mesmo processo abre um campo novo ao jornalismo.
Apesar da revolução tecnológica e do advento de plataformas cooperativas, a produção de conteúdo informativo de interesse público continua, majoritariamente, a cargo de organizações empresariais especializadas. O acesso sistemático a informações exclusivas, relevantes, bem apuradas e editadas sempre implica a atuação de grandes equipes de profissionais dedicados apenas a isso. Essas equipes precisam ser remuneradas -ou o elo se rompe.
Quando um serviço de internet que visa ao lucro toma, sem pagar por isso, informações produzidas por empresas jornalísticas, as edita e as difunde a seu modo, não só fere as leis que resguardam os direitos autorais. Solapa os pilares financeiros que têm sustentado o jornalismo profissional independente.
Quando um país como o Brasil admite um oligopólio irrestrito na banda larga -a via para a qual converge a transmissão de múltiplos conteúdos, como os de TVs, revistas e jornais-, alimenta um Leviatã capaz de bloquear ou dificultar a passagem de dados e atores que não lhe sejam convenientes. A tendência a discriminar concorrentes se acentua no caso brasileiro, pois os mandarins da banda larga são, eles próprios, produtores de algum conteúdo jornalístico.
Quando autoridades se eximem de aplicar a portais de notícias o limite constitucional de 30% de participação de capital estrangeiro, abonam um grave desequilíbrio nas regras de competição. Veículos nacionais, que respeitam a lei, têm de concorrer com conglomerados estrangeiros que acessam fontes colossais e baratas de capital. Tal permissividade ameaça o espírito da norma, comum nas grandes democracias do planeta, de proteger a cultura nacional.
Contra esse triplo assédio, produtores de conteúdo jornalístico e de entretenimento no Brasil começam a protestar.
Exigem a aplicação, na internet, das leis que protegem o direito autoral. Pressionam as autoridades para que, como ocorre nos EUA, regulamentem a banda larga de modo a impedir as práticas discriminatórias e ampliar a competição. Requerem ao Ministério Público ação decisiva para que empresas produtoras de jornalismo e entretenimento na internet se ajustem à exigência, expressa no artigo 222 da Carta, de que 70% do controle do capital esteja com brasileiros.
A Folha se associa ao movimento não apenas no intuito de defender as balizas empresariais do jornalismo independente, apartidário e crítico que postula e pratica. Empunha a bandeira porque está em jogo o direito do cidadão de conhecer a verdade, de não ser ludibriado por governos ou grupos econômicos que ficaram poderosos demais.  (Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

13.11 - HP anuncia que vai comprar a 3Com por US$ 2,7 bi 
A HP (Hewlett-Packard) anunciou no final da quarta-feira (11) que vai comprar a produtora de equipamentos de rede 3Com em um acordo de US$ 2,7 bilhões que espera concluir no primeiro semestre de 2010. 
A operação foi aprovada pelos conselhos da HP e da 3Com. A HP, que também divulgou um lucro preliminar maior que o esperado, informou que vai pagar US$ 7,90 por cada ação da 3Com.
Com a aquisição, a HP diz que incrementará o fornecimento de infraestrutura de data centers de próxima geração, baseada na convergência de servidores, sistemas de armazenamento e de redes, gerenciamento e serviços.
De acordo com Dave Donatelli, vice-presidente executivo e gerente geral da HP, “as empresas estão procurando maneiras de se libertar das limitações comerciais impostas por um paradigma de rede que tem sido dominada por um único fornecedor”. O executivo acrescenta que “ao adquirirmos a 3Com, estamos acelerando a execução de nossa estratégia de infra-estrutura convergente e trazendo mudanças para a indústria de rede. Ao combinar as soluções HP ProCurve com o conjunto de soluções da 3Com, proporcionaremos aos clientes a construção de uma infra-estrutura de rede de próxima geração que suporta as necessidades do cliente desde a ponta da rede para até o data center.  (Executivos Financeiros)

13.11 - NET ultrapassa Telefônica em banda larga no Brasil
A NET, empresa de multisserviços via cabo da América Latina, declara ter atingido a primeira posição no mercado de banda larga do Brasil, passando a ser a maior empresa do setor em número de assinantes, à frente da Telefônica, Oi e Brasil Telecom, incumbents oriundas da privatização do Sistema Telebrás. 
A companhia fechou o terceiro trimestre de 2009 com 2,790 milhões de assinantes NET Vírtua, seu produto para acesso a banda larga. Este número representa um crescimento de 36% em relação ao mesmo período de 2008. Além de líder em TV por assinatura, com 3,645 milhões de clientes, a NET alcança agora a liderança em banda larga e é também a empresa que mais cresce em telefonia fixa, com uma alta de 63% no terceiro trimestre, chegando a 2,5 milhões de clientes NET Fone via Embratel.
Somente no terceiro trimestre de 2009, a NET conquistou 185 mil novos clientes e é hoje a empresa com maior número de adições de cliente de banda larga, sendo responsável por 57% do montante de crescimento do mercado. 
Considerando todo mercado de banda larga, a NET possui 26% de market share. As informações têm como base os dados consolidados do 3º trimestre de 2009 de todas as empresas que atuam no mercado de Telecomunicações.
As informações divulgadas pela NET baseiam-se na comparação dos resultados referentes ao terceiro trimestre de ambas empresas.  (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

12.11 - Telefônica perde clientes na banda larga
Após suspensão das vendas pela Anatel, operadora foi ultrapassada pela Net e deixou de ser a segunda maior empresa de internet rápida do País
A Telefônica encerrou o terceiro trimestre deste ano com 2,578 milhões de clientes de serviços de acesso à internet de banda larga, oferecidos por meio das marcas Speedy e Ajato. O número representa uma redução de 5,5% em relação ao trimestre anterior e um aumento de 5% na comparação com o mesmo período de 2008. A empresa atribui o resultado à proibição da comercialização do Speedy entre os dias 22 de junho e 27 de agosto pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Com a redução na base de clientes da Telefônica, a Net se transformou na segunda maior empresa de banda larga do País, com 2,790 milhões de clientes. Em primeiro lugar está a Oi, com 4,142 milhões de clientes.
Por conta da restrição determinada pela agência, as receitas com transmissão de dados da Telefônica registraram uma queda de 1,5% no terceiro trimestre ante o período de três meses anterior, para R$ 1,054 bilhão. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a receita aumentou 11,8%.
O serviço de TV por assinatura oferecido pela Telefônica também sofreu uma redução por conta proibição do Speedy, já que é majoritariamente comercializado por meio de pacotes. 
No terceiro trimestre, o número de clientes atingiu 508.212, queda de 1,2% em relação ao final de junho e alta de 19,6% ante igual período do ano passado. Já a receita com o serviço, de R$ 151,6 milhões, caiu 4,2% na comparação com o segundo trimestre e apresentou um aumento de 45,3% em relação a julho a setembro de 2008. 
A Telefônica registrou lucro líquido de R$ 600,3 milhões no terceiro trimestre de 2009, um aumento de 2,2% sobre os R$ 587,4 milhões de igual período de 2008. A receita líquida somou R$ 3,910 bilhões, com queda de 4,6%, e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 1,444 bilhão, com queda de 14%. 
GVT
A possível compra da GVT pela Telefônica não trará nenhuma alteração no plano de investimentos da companhia em São Paulo, segundo o diretor financeiro da empresa, Gilmar Camurra. De acordo com o executivo, tanto os investimentos da companhia no Estado como os planos de expansão já traçados pela GVT serão mantidos.
Para a Telefônica, a abertura de uma consulta pública sobre o assunto pelo Ministério Público abre uma oportunidade para que a empresa mostre os benefícios da operação. "Tanto do ponto de vista competitivo como do setor, a operação será muito positiva", afirmou o secretário-geral da empresa (cargo equivalente ao de executivo da área jurídica), Gustavo Fleichman. 
A Telefônica rebate o argumento de que estaria negligenciando os clientes de São Paulo, onde a operadora possui um número grande de reclamações, para comprar a GVT. Segundo Fleichman, o número de queixas contra a Telefônica no Procon-SP vem caindo e hoje se situa proporcionalmente abaixo dos principais concorrentes.
Os executivos também negaram que o movimento da Telefônica ao fazer uma oferta pela GVT tenha como objetivo eliminar um concorrente. Segundo Camurra, agora existe uma "coincidência de situações" que permitiram a oferta, entre elas a disposição dos acionistas de vender a empresa e de derrubar as cláusulas no estatuto que dificultavam a operação.  (Vinícius Pinheiro e Aline Cury Zampieri - O Estado de S.Paulo)
 
 
 
 
 

11.11 - Programa procura tornar navegação colaborativa
Um plug-in (programa acessório) para navegadores quer deixar a navegação pela internet com os amigos bem mais simples. Muitas atividades on-line são profundamente sociais: escrever e ler blogs, visitar sites de redes de comunicação, enviar mensagens instantâneas e e-mails e fazer ligações telefônicas por meio da internet. No entanto, navegar pela internet ainda é, normalmente, uma atividade solitária. 
Pesquisadores da Universidade de William e Mary, em Wiliamsburg (Virgínia), esperam mudar isso com o software chamado "real-time collaborative browsing" (RCB, navegação colaborativa em tempo real, na tradução livre), que vai tornar bem mais fácil o ato de se conectar com outra pessoa enquanto ela estiver clicando em alguma parte da rede. 
Já existem algumas formas de navegar colaborativamente pelas páginas da internet, mas cada uma delas tem suas limitações. 
O Trailfire, por exemplo, permite aos usuários gravar as suas sessões de internet, mas não deixa que eles naveguem juntos ao mesmo tempo. Outro serviço, chamado Weblin, oferece um modo de fazer anotações em sites por meio de animações e avatares, mas propicia interações somente em uma única página. 
Um "screen sharing" (compartilhador de tela) mais potente permite aos usuários navegarem juntos como se estivessem compartilhando uma mesma máquina, mas isso envolve normalmente a conexão com um servidor externo. 
Inovação
O que diferencia o RCB dos demais, afirma Haining Wang, professor assistente de ciências da computação na Universidade de William and Mary, é a sua simplicidade. Somente a pessoa que está liderando uma sessão precisa ter uma extensão do navegador instalada -as outras podem então participar com qualquer navegador convencional de internet. 
"Isso torna a navegação compartilhada muito mais simples e prática", disse Wang. Os pesquisadores argumentam que o RCB poderia ser particularmente útil para as empresas que oferecem suporte ao cliente, para cursos de ensino à distância e para amigos que querem compartilhar links. 
Como usar
Para usar o RCB, é preciso instalar uma extensão do navegador Firefox. Isso possibilita ao usuário gerar uma sessão URL que pode ser enviada a outros participantes. Quando um segundo usuário clicar na URL, a extensão RCB do hospedeiro irá enviá-lo a uma página da internet que, então, o conectará ao navegador da primeira pessoa. Uma vez conectados, ambos os usuários serão capazes de interagir com a página e os links ligados a ela com todas as ações selecionadas por meio do browser do hospedeiro. 
O hospedeiro também tem controle sobre a sessão e pode adicionar ou remover participantes se necessário. Um hospedeiro é capaz de se conectar com até dez participantes sem que haja perda significativa de desempenho, mas os pesquisadores afirmam que o RCB funciona melhor quando usado por duas pessoas de cada vez. 
Navegar junto
"Há um grande desejo por parte dos usuários de compartilhar URLs com colaboradores em tempo real", afirmou Meredith Ringel Morris, cientista computacional do grupo de pesquisa na área de sistemas adaptativos e grupos interativos da Microsoft Research, que lançou uma ferramenta de busca colaborativa, no ano passado, chamada SearchTogether (bit.ly/searchtogether). 
Uma pesquisa realizada por Morris, em 2006, mostrou que 30% dos participantes afirmaram ter tentado navegar junto com outras pessoas por meio de mensagens instantâneas. 
Segundo Morris, o esforço dos pesquisadores de simplificar a navegação compartilhada por meio do RCB "é um grande passo na direção certa". Em especial, os usuários com habilidades limitadas seriam capazes de se beneficiar por meio da ferramenta de navegação compartilhada, afirmou Morris, pois essa ferramenta permite que um usuário de internet mais experiente os acompanhe em tarefas mais difíceis. 
Por outro lado, Morris se preocupa com a possibilidade de o RCB causar um acúmulo de tarefas no hospedeiro de uma sessão compartilhada. 
Atualmente, conforme o sistema está sendo aprimorado, um usuário somente é capaz de realizar uma sessão se souber o nome do servidor ou o número do protocolo de internet (IP) do computador dele, assim como uma porta desocupada de protocolo de controle de transmissão (TCP). 
Vladimir Estivill-Castro, professor da Faculdade de Tecnologia da Informação, na Universidade Griffith, na Austrália, que tem estudado a capacidade de uso de ferramentas para navegação compartilhada, afirma que o método "parece bem conveniente". Porém, ele acredita que mais trabalho ainda precisa ser feito a fim de aperfeiçoar o sistema de modo que muitos usuários sejam capazes de realizar tarefas em uma única página. 
O RCB ainda não está disponível para o público em geral. 
Segundo Wang, seu grupo deu entrada em um pedido de patente provisória em setembro do ano passado na esperança de que a tecnologia seja adotada pelos principais vendedores de navegadores.    (ERICA NAONE - Tech Review, tradução FABIANO FLEURY DE SOUZA CAMPOS - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

10.11 - Tecnologia para o mercado financeiro
Três empresas brasileiras estão no ranking FinTech 100, que lista as cem maiores provedoras de serviços de tecnologia para o mercado financeiro do mundo. São elas Itautec (24ª), CPM Braxis (33ª) e Politec (57ª). O levantamento foi feito pelo IDC Financial Insights e pela "Bank Technology News".  (Maria Cristina Frias - Folha de S.Paulo)

10.11 - Malware Gumblar está ativo novamente, adverte pesquisadora
Pesquisadores da ScanSafe registram uma nova atividade do Gumblar, malware multifuncional que se espalha quando PCs visitam páginas web contaminadas. Entre suas características, o Gumblar é capaz de roubar credenciais FTP e até de sequestrar resultados de buscas do Google, substituindo o resultado em PCs infectados com links para outros sites com conteúdo malicioso.
Quando foi identificado em março de 2009, o que se descobriu é que o Gumblar buscava por intsruções em um servidor em gumblar.cn, domínio que foi desativado na ocasião mas que voltou a funcionar na última sexta-feira (6/11), segundo comentário postado no blog da ScanSafe pela pesquisadora Mary Landesman. 
Sites infectados com essa praga possuem um iframe - trata-se de uma técnica utilizada que leva conteúdo de um site para dentro de outro. Desenvolvedores de malwares são capazes de tornar esses iframes invisíveis. Quando vítima visita uma página infectada, o iframe carrega instruções que ficam armazenadas em um computador remote para tentar hackear o equipamento que está fazendo o acesso.
O Gumblar, então, verifica se a máquina visitante está executando uma versão não corrigida do Reader ou do Acrobat, ferramentas da Adobe, e caso encontre, irá comprometer o funcionamento do PC a partir de a downloads maliciosos.
Domínios reconhecidos com perigosos em geral são suspensos o que leva os criadores de malware a frequentemente terem de mudar o domínio em que suas pragas vão buscar por instruções. Por alguma razão, o domínio gumblar.cn foi liberado e voltou a ser usado.
A pesquisadora informa que sites que ainda estão infectados com o Gumblar podem, agora, voltar a receber instruções e voltar a agir. “É uma bagunça e precisamos ficar atentos”, escreveu. (IDG News)

10.11 - Hackers exploram brecha e sequestram centenas de grupos no Facebook
Um grupo anônimo autointitulado “Control Your Info” tomou o controle de centenas de grupos do Facebook, num movimento que, segundo os organizadores, é o maior golpe de vulnerabilidade já sofrido pela rede social.
O Facebook minimizou o incidente e declarou que a ação não envolveu nenhuma quebra de código ou vazamento de informação confidencial.
A ação foi notada na manhã de hoje (10/11), quando mais de 200 grupos do Facebook foram sequestrados e tiveram seus nomes trocados para “Control Your Info”.
Mensagem de alerta
No mural de cada grupo, os invasores publicaram uma mensagem anunciando o sequestro e aconselhando seus membros a tomar cuidado com informações pessoais em sites de rede social.
“Isto significa que nós controlamos uma parcela da informação sobre você no Facebook. Se quiséssemos, poderiamos fazer com que você aparecesse de forma ruim, o que poderia causar danos à sua imagem”, diz a mensagem.
Em outro site, o "Control Your Info" diz que sua açao não constitui hacking, mas sim uma demonstração de como um recurso oferecido de forma legítima pelo Facebook pode ser facilmente usado para sequestrar a titularidade de um grupo.
Sem dono
De acordo com o "Control Your Info", quando um administrador abandona seu grupo no Facebook, qualquer um pode se registrar como novo administrador deste grupo. 
Para tomar o controle de um grupo no Facebook, uma pessoa tem apenas que fazer uma pesquisa rápida no Google para identificar grupos públicos sem administrador.
Uma vez que alguém se inscreve como administrador daquele grupo, esta pessoa pode fazer qualquer coisa com o grupo – até mudar seus nome, enviar e-mails para seus membros e editar suas informações.
“Este é apenas um exemplo que realmente mostra as vulnerabilidades das mídias sociais. Se você opta por expressar-se na internet, certifique-se de que a expressão é mesmo sua”, prega o grupo.
Fora de risco
Em declaração enviada por e-mail,  um porta-voz do Facebook minimizou os efeitos do incidente e disse que nenhuma informação confidencial foi exposta a risco.
“Os grupos em questão tinham sido abandonados por seus donos, o que significa que qualquer outro membro tem a opção de se tornar um administrador e continuar a se comunicar com o grupo”, disse o porta-voz.
Na mensagem, o porta-voz disse ainda que os administradores de grupos do Facebook não tem acesso a informações confidenciais.
Administradores podem editar o nome de um grupo, moderar discussões ou enviar uma mensagem a membros somente em caso de grupos pequenos, explicou.
“Os nomes de grupos com grande número de associados não pode ser mudado, e tampouco seu administrador pode enviar mensagens a todos os membros”, disse.
Quando descobre que um nome de grupo foi alterado de forma inapropriada, o Facebook inabilita esses grupos, que é o que se planeja fazer nesse caso, finalizou. (Eric Lai - Computerworld)
 
 
 
 
 

09.11 - Windows 7 bate de longe vendas de seu antecessor
Depois de toda a expectativa criada em torno do Windows 7, os engenheiros da Microsoft responsáveis pelo novo sistema operacional - e toda a alta cúpula da empresa - devem estar aliviados com os primeiros resultados de vendas. De acordo com o NPD Group, especializado em pesquisa de mercado, as vendas iniciais do Windows 7 nos Estados Unidos foram 234% superiores às do Vista na época de seu lançamento. A receita, no entanto, não foi tão forte. Uma combinação de descontos associados a pré-vendas e a ausência de atividades promocionais para a versão Ultimate, a mais cara, resultou em vendas 82% superiores às do Vista em dólar, de acordo com o levantamento.
O desempenho inicial foi comemorado por Steve Ballmer, o executivo-chefe da Microsoft, que classificou de "fantásticas" as vendas nos primeiros dez dias após o lançamento do Windows 7. O resultado, afirmou Ballmer, superou as receitas de todos os sistemas operacionais lançados anteriormente pela companhia. "O Windows 7 é um exemplo do tipo de inovação que eu considero importante no mercado tecnológico", disse o executivo, ontem, em Tóquio.
A Microsoft começou a vender o Windows 7 em 22 de outubro. No dia seguinte, a empresa divulgou que havia vendido mais cópias do Windows no trimestre passado do que em qualquer outro período. As encomendas do novo sistema operacional e a demanda elevada pelo Windows XP, muito usado nos netbooks - equipamentos diminutos e mais baratos que os laptops tradicionais -, reforçaram as vendas totais do Windows no período.
"O programa de pré-vendas de baixo custo da Microsoft, o marketing de alta visibilidade e acordos agressivos ajudaram o fazer do lançamento do Windows 7 um sucesso", disse Stephen Baker, vice-presidente de análise do NPD Group. "Em um ambiente lento para os pacotes de software, o Windows 7 trouxe um grande número de consumidores até as prateleiras de software."
A Microsoft está "mais otimista" com o mercado de computadores pessoais do que estava há três meses e prevê uma continuação da recuperação das vendas no segmento de consumo - de máquinas compradas para uso em casa -, disse no mês passado Bill Koefoed, gerente-geral da área de relações com investidores da Microsoft. A demanda no segmento empresarial está fraca e não vai se recuperar neste trimestre, segundo acreditam alguns analistas. 
As vendas de computadores pessoais cresceram 2,3% no terceiro trimestre, segundo a consultoria IDC. Com esse desempenho, o setor retomou seu crescimento um trimestre antes do projetado pela IDC. 
A maior parte das pessoas que comprarem PCs, também vão comprar o Windows 7, disse Ballmer, em Taiwan, na quarta-feira. 
A Microsoft, que em julho anunciou uma parceria na área de mecanismos de busca com o Yahoo nos Estados Unidos, poderá ampliar o acordo para os mercados internacionais, informou Ballmer, sem fornecer mais detalhes. A expansão vai depender da experiência da Microsoft nos EUA e da aprovação das autoridades reguladoras, disse Ballmer.
No mês passado, o Yahoo disse que as negociações do acordo, que deveriam ter sido concluídas no dia 27 de outubro, poderão levar mais tempo que o esperado. O acordo deverá criar um concorrente maior para o Google no mercado de buscas. Sob os termos da parceria, o Yahoo colocará o Bing, o mecanismo de busca da Microsoft, em seus sites na internet. As duas companhias vão dividir as receitas publicitárias.
"O Google é o rei da busca e vamos trabalhar duro", disse Ballmer. "Quando você é um concorrente de pequenos volumes e existe muito conteúdo local na construção de um serviço de busca, você realmente precisa trabalhar muito mais para converter localidades, países e idiomas diferentes."   (Pavel Alpeyev - Bloomberg/Valor Online)

09.11 - 40 anos de internet 
Será que a tecnologia está redefinindo quem somos?
Faz 40 anos que os computadores de Leonard Kleinrock, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e de Douglas Engelbart, do Instituto de Pesquisas na Universidade de Stanford, foram conectados por uma "linha especial" da Arpanet, um sistema de apenas quatro computadores que faziam parte de um projeto do Departamento de Defesa dos EUA.
Com o passar dos anos, o sistema exclusivo de tráfego de informação evoluiu, saiu dos laboratórios de cientistas para o público e hoje é conhecido como internet.
Não há dúvida de que a internet está transformando o mundo, de que vivemos em meio a uma revolução. A questão, ou uma delas, é que tipo de revolução é essa: será que a internet pode ser comparada, por exemplo, ao telefone ou ao carro, ou mesmo à imprensa de tipo móvel, que revolucionou o livro? Ou será que ela pertence a outra classe de tecnologia, que não só transforma a sociedade mas que vai além, redefinindo quem somos?
A questão é complicada, difícil até de ser formulada. O telefone e o carro transformaram o modo como as pessoas se comunicavam, iam ao trabalho, viajavam, viam o mundo. Como toda tecnologia que se torna de uso público, primeiro começaram pequenos, com alcance limitado: eram poucas as linhas telefônicas e as estradas.
Aos poucos, as coisas foram crescendo e, em meados do século 20, telefones e estradas estavam pelo mundo todo. Uma diferença bem importante é que a internet, por ser acessível por computadores, é bem mais aberta aos jovens. Telefones celulares também; os jovens têm a sua privacidade, o seu espaço virtual separado do dos pais e irmãos. A comunicação é tão fácil e rápida que chega a tornar o contato direto, em carne e osso, desnecessário.
Talvez seja uma preocupação dos meus leitores mais velhos, que, como eu, nutriam as amizades no campo real e não por meio de sites como Facebook e Twitter, mas será que a internet nos fará desaprender como nos relacionar diretamente com outros seres humanos?
Deixando esse tipo de preocupação de lado, se olharmos para a história da civilização, veremos que podemos contá-la como uma história da tecnologia. À medida que novas tecnologias foram sendo desenvolvidas, do controle do fogo e da rotação de terra na agricultura até a roda, o arado e os transistores e semicondutores usados em aparelhos eletrônicos, nossa história foi, em grande parte, determinada pelas nossas máquinas. Valores e interesses mudam, e visões de mundo se transformam de acordo com nossos instrumentos.
O Homo habilis, nosso ancestral que usou ferramentas pela primeira vez, evoluiu rumo ao Homo sapiens e, agora, este se transforma no Homo conectus. Será que nossos avanços tecnológicos são, hoje, a principal mola da nossa evolução como espécie? Nesse caso, será que a tecnologia está redefinindo o que significa ser humano?
Descontando uma grande devastação biológica, como uma epidemia de proporções globais ou um cataclismo climático ou ecológico, somos donos da nossa evolução: nossa transformação como espécie ocorre muito menos devido a mutações aleatórias e ao processo de seleção natural do que, por exemplo, devido a um maior intercâmbio racial, à melhor alimentação e aos avanços da medicina, à integração de tecnologias diversas com o corpo (marca-passos, órgãos e membros artificiais) e com a mente (drogas que mudam nossas emoções, implantes nos olhos e ouvidos, chips no cérebro).
A internet talvez represente uma nova fronteira, a da integração coletiva da humanidade a um nível sem precedentes. Se não no mundo real, ao menos no virtual.   (MARCELO GLEISER - Folha de S.Paulo)

09.11 - Quarenta anos conectados
Em 29 de outubro de 1969, um grupo de pesquisadores se reuniu na Universidade da Califórnia (UCLA), em Los Angeles, para enviar uma mensagem a outros cientistas do Instituto de Pesquisa de Stanford, em São Francisco. A ideia era comprovar que duas máquinas poderiam se comunicar por meio de uma rede. A mensagem que deveria ser enviada era simples: apenas a palavra "log". No entanto, o único texto recebida pelos cientistas foram as letras "l" e "o". Na metade da experiência, a conexão caiu e impediu que as máquinas concluíssem a conversa. O projeto, realizado sem muita ambição e batizado com o codinome Arpanet, é considerado o embrião de uma das maiores invenções do último século e que 40 anos depois seria conhecida por gente de todo o mundo como internet.
Leonard Kleinrock, professor de informática da Ucla e responsável pelo envio da frustrada mensagem que deu início a revolução da rede mundial de computadores, participou na última semana de um evento comemorativo à ocasião. Em entrevista a agência de notícias Efe, ele declarou que tinha apenas o objetivo modesto de integrar diferentes máquinas por meio de uma rede. "Dei-me conta disto (da dimensão do projeto) quando apareceu o e-mail. Tratava-se, então, de uma comunicação entre pessoas, não apenas entre máquinas", comentou.
Foram justamente essas pessoas que passaram a utilizar em grande escala a web - principalmente a partir dos anos 1990, quando ela se tornou comercial - que ajudaram a tornar um emaranhado de computadores interligados numa rede mundial de usuários ávidos em descobrir o que havia depois das fronteiras regionais. Sites de notícias (e, depois, portais de conteúdos), mensageiros instantâneos, redes sociais, páginas de games online, serviços governamentais e uma infinidade de outras possibilidades demostraram que a ideia dos pesquisadores norte-americanos era não só próspera como fundamental para uma nova sociedade globalizada.
No entanto, a rede só conseguiu florescer, durante a época de seu desenvolvimento, por conta da ausência de regras no setor. "Durante boa parte da história da internet, ninguém tinha ouvido falar dela. Isso permitiu demonstrar toda sua funcionalidade", conta Jonathan Zittrain, professor de direito e co-fundador do Centro Berkman para a Internet e a Sociedade de Harvard. "Hoje existe mais liberdade para que o usuário comum da internet possa jogar, se comunicar, fazer compras, por exemplo", conta o professor, lembrando que o próprio governo norte-americano, que financiou as primeiras pesquisas como parte de um projeto militar, não se envolveu muito com a invenção e deixou que os engenheiros promovessem a ideia de uma rede aberta.
WEB DE AMANHÃ. 
O que, porém, os próximos anos reservam para os mais de 1 bilhão de internautas que surfam nas ondas da internet nos quatro cantos do mundo? De acordo com Kleinrock, qualquer prognóstico para o futuro se parecerá com um filme de ficção científica. Para ele, na próxima década a web sairá da tela do computador para as paredes de edifícios, escritórios e casas, até chegar às "unhas dos dedos ou aos óculos" dos usuários. "Tudo estará baseado na tecnologia integrada, na nanotecnologia, em pequenos sensores que saberão como você é, conhecerão suas preferências e se adaptarão às suas necessidades e aos seus gostos", defende. Após quatro décadas de existência, Kleinrock sustenta que a internet chegou a um ponto sem volta, no qual os conteúdos superaram a tecnologia como motor que impulsiona o desenvolvimento da rede.
Responsável por coordenar a equipe que efetuou a primeira conexão de internet no Brasil, em 1991, entre a Fapesp e a Energy Sciences Network (ESNet), nos Estados Unidos, por meio de uma rede conhecida como Bitnet, Demi Getschko concorda que nos próximos anos a internet estará sempre em nossa volta. "Num primeiro momento, a rede começou como uma conexão entre poucos computadores. Depois, com a web, os usuários ajudaram a tornar o que ela é hoje. O próximo passo é o que acreditamos ser a internet das coisas, quando cada dispositivo de nossas casas estará conectado", diz. "A rede vai controlar a geladeira, o ar condicionado, a TV, e, com isso, vamos conseguir automatizar muitas coisas em nosso dia a dia", acredita Getschko, que atualmente atua como diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.BR).
Para o diretor de desenvolvimento tecnológico da Intel para América latina, Reinaldo Affonso, a rede deve tornear cada atividade de nossa vida. "A cada vez mais vamos ver a internet nos nossos bolsos, principalmente com o celular oferecendo conectividade. A web também vai para a TV (com o sistema digital), possibilitando ver, de forma simultânea, sites, álbum de fotos em alta definição, jogos de futebol, classificação do nosso time, etc.", acredita. "Também vamos ver em maior número a adoção de sites em 3D, que vão permitir que o usuário interaja com um ambiente amigável", diz. (Fernando Braga, colaborou Tiago Falqueiro - Jornal do Commercio Brasil)

09.11 - Dell quer se diversificar para retomar mercado no mundo
A Dell não é mais a mesma e aposta no Brasil para retomar seu lugar na disputa com IBM, HP (Hewlett-Packard) e outras concorrentes, que, nos últimos anos, diversificaram seus negócios antes restritos à venda de computadores.
Enquanto a concorrência se transformou, a Dell manteve-se fiel a esse ramo e perdeu valor. Em 2005, ela valia cerca de US$ 100 bilhões, mais que HP e Apple juntas. Hoje, não passa de 30% das duas companhias. Mesmo em mercados emergentes, com altas taxas de crescimento na venda de computadores (desktops e notebooks), a Dell perdeu posição, como no Brasil.
Em visita ao país, seu presidente mundial, Michael Dell, mostrou ontem que está contrariando todos os seus princípios para recuperar posição. Primeiro, anunciou que está diversificando os negócios, pensando em fabricar dispositivos destinados à conexão (entre eles, um aparelho celular). Além disso, disse que está aumentando os investimentos na área de soluções de tecnologia para todo tipo de público.
O Brasil cumpre importante papel nesse processo de retomada. Nas previsões de Dell, depois de EUA, Europa e China, o país deverá ser o maior mercado para a companhia. "Vejo uma economia forte e em crescimento que deverá representar nosso quarto maior mercado até 2015."
Hoje, o Brasil é a oitava maior operação da Dell no mundo, e as estimativas da companhia contrastam com a dos principais institutos de pesquisa, que colocam o Brasil na terceira posição entre os maiores mercados de tecnologia já em 2010.  (Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

06.11 - Novo Office enfrenta pressão competitiva
Quando a Microsoft Corp. lançar a nova versão do Office, no ano que vem, terá de fazer de tudo para convencer as empresas a atualizar o popular pacote de programas de produtividade - desta vez, para ter acesso aos novos recursos que conectam o software à internet de maneira mais aprofundada.
Mas o Office 2010 enfrenta um clima hostil. A economia enfraquecida tem motivado várias empresas a pensar duas vezes antes de efetuar grandes compras de software. Um grande rival da Microsoft, o Google Inc., também tem pressionado as empresas a usar seu pacote de aplicativos gratuitos que rodam em navegadores da internet.
Outro desafio são os vários programas baratos que fornecem desde já às versões antigas do pacote alguns dos recursos mais esperados para o novo Office. Alguns recursos, por exemplo, facilitam colaborar com outras pessoas num documento do Word ou acessar informações em redes sociais como Facebook a partir do próprio Outlook, o programa de email e de agenda da Microsoft.
Os programas de atualização do Office são um desafio de longa data a um segmento da Microsoft que é o maior motor de crescimento dos lucros da empresa. A divisão que inclui o Office respondeu por mais de 60% do lucro operacional de US$ 4,48 bilhões no trimestre encerrado em 30 de setembro.
Várias das empresas por trás desses programas são dirigidas por ex-funcionários da Microsoft. Por exemplo, a Gist Inc., firma de Seattle cujo software conecta o Outlook e outros programas de email a sites de relacionamento social, é chefiada por T.A. McCann, um ex-gerente da Microsoft, e financiada por Paul Allen, um dos fundadores da Microsoft.
McCann não acha que os novos recursos do Office 2010 interessarão o suficiente às empresas para motivá-las a enfrentar a dor de cabeça de atualizá-lo. "Os fundamentos dos aplicativos não mudaram muito", diz ele.
Os executivos da Microsoft admitem que a maior concorrência para uma nova versão do Office - um pacote onipresente de programas centrado no Word, no Excel, no PowerPoint e no Outlook - sempre são as versões mais antigas do próprio Office.
A cada três anos, quando uma nova versão do Office é lançada, a Microsoft tem que convencer os clientes de que o software para produzir apresentações, tabelas e documentos de texto vale as várias centenas de dólares que custa para atualizar a licença dos usuários e treiná-los.
A firma de pesquisa de mercado Gartner Inc. calcula que o total de usuários do Office antigo que atualizaram o programa para a versão 2003 atingiu no máximo 60%, enquanto que a própria Microsoft prevê que o total de clientes que passará à versão 2007 chegará no máximo a 50% ou 55% em 2011. Para um volume significativo de usuários, as versões mais antigas do Office são simplesmente boas o suficiente.
As empresas querem resolver seus problemas "sem os custos de treinamento e investimento na atualização de toda sua base de usuários", diz Shan Sinha, um ex-gerente da Microsoft que é agora diretor-presidente da DocVerse Inc., uma empresa novata de São Francisco que fabrica um programa auxiliar para o Office.
O software da DocVerse, por exemplo, permite que as versões antigas do Office colaborem pela internet, editando um discurso num documento do Word ou modificando os gráficos numa apresentação de PowerPoint. O software também é projetado para eliminar a confusão que pode surgir com o antigo método de enviar por email anexos em Word para edição, ao registrar detalhadamente as várias versões de um arquivo.
O Office 2010, que entra no mês que vem numa fase mais ampla de testes, contará com um recurso semelhante, chamado pela Microsoft de "co-autoria".
O usuário do DocVerse Sukhi Singh, executivo da RealPage Inc., uma produtora de software de administração de imóveis, diz que não "está muito motivado" a atualizar para o Office 2010 porque o DocVerse fornece os recursos de colaboração de que ele precisa. O DocVerse tem planos de assinatura para empresas que custam a partir de US$ 6 por mês.
Chris Capossela, diretor sênior da Microsoft, diz que os programas que adicionam recursos ao Office não substituem o Office 2010, que terá várias melhorias novas.
Por exemplo, a nova versão do PowerPoint terá capacidade para editar vídeos e mais efeitos para as transições entre os slides, enquanto o Outlook permitirá que as pessoas ignorem mais facilmente as irritantes correntes de email.
"Eu sinto que temos em nossas mãos um produto campeão de vendas", diz Capossella.
Há muito tempo que a Microsoft considera que os programas que adicionam recursos ao Office aumentam o apelo do produto, em vez de prejudicar as vendas das versões mais novas. Um dos programas mais populares desse segmento vem da Xobni Corp., que oferece um software que melhora a busca de emails no Outlook e também busca dados do Twitter, Facebook e de outros sites de relacionamento social, permitindo que o usuário veja fotos, atualizações e outras informações de seus contatos no Outlook.
A Xobni afirma que seu software, gratuito na versão básica e vendido a US$ 29,95 na versão mais avançada, já foi baixado mais de 3 milhões de vezes. Ano passado, o presidente do conselho da Microsoft, Bill Gates, citou a Xobni numa apresentação da convenção técnica anual da empresa.
Segundo uma pessoa a par da situação, a Microsoft chegou a negociar a aquisição da Xobni, mas o negócio foi por água abaixo. Capossella, da Microsoft, não quis comentar.
Agora, um software da Xobni vai concorrer com o plano da Microsoft de integrar as redes de relacionamento social diretamente no Outlook 2010, segundo uma pessoa a par da questão.  (Nick Wingfield - The Wall Street Journal/Valor Online)
 
 
 
 
 
 

05.11 - Microsoft refaz correções críticas para Internet Explorer
A Microsoft anunciou, na última segunda-feira (2), uma nova correção para o browser Internet Explorer que fazia parte do pacote mensal de atualizações de segurança da empresa, o Patch Tuesday, de outubro.
Esta é a terceira vez em que a Microsoft é obrigada a reparar uma das correções que integraram o maior pacote de atualizações já anunciado pela empresa, envolvendo 13 alertas para 34 vulnerabilidades.
A nova atualização MS09-054 repara quatro correções para falhas críticas no IE, incluindo problemas na exibição de páginas web – páginas embaralhadas ou com erros de digitação - que foram provocados pela primeira atualização. 
Os problemas provocados pela atualização de outubro podem afetar qualquer versão do Internet Explorer que ainda tenha suporte da Microsoft, incluindo IE 5.01, IE6, IE7 e  IE8, em todas as versões do sistema operacional Windows, incluindo o novo Windows 7. 
De acordo com o blog de segurança da Microsoft, a segunda correção já foi distribuída automaticamente pelos sistemas Windows Update, Microsoft Update e Automatic Updates.
A reportagem da Computerworld norte-americana confirmou a atualização automática da nova correção para usuários dos sistemas Windows XP, Vista e Windows 7, na segunda-feira.
A atualização update for MS09-054 está disponível para download no site da Microsoft e pode ser obtida pelos sistemas Windows Update ou WSUS. (Computerworld)

05.11 - Segurança em TI: sempre um novo desafio
Desde que surgiram os primeiros mainframes, a segurança tem sido foco constante de atenção para os executivos de tecnologia. É verdade também que com o tempo, este assunto evoluiu bastante: os motivos de preocupação mudaram, as políticas tornaram-se mais complexas e rígidas. Até os orçamentos destinados ao assunto cresceram. Mas o tema continua no topo da lista de prioridades desse público.
Os investimentos corporativos em projetos de segurança em 2005 totalizaram 1,1 bilhão de dólares. No ano seguinte, o Forrester Research divulgou um estudo que afirmava que este número deveria atingir a marca de 11,2 bilhões de dólares até 2008 nos Estados Unidos e Europa. Mas segundo dados do Gartner, só o mercado de softwares para segurança movimentou, em 2008, cerca de 13,47 bilhões de dólares.
Há um pouco mais de 10 anos, CIOs em todo o mundo estavam preocupados com a integridade dos softwares utilizados. Naquela época, as versões disponíveis eram cheias de falhas. Os fornecedores se esforçavam para lançar, o mais rápido possível, uma versão mais atual e conquistar os “novos” usuários da Internet. Com essa pressa toda, inúmeros service packs eram lançados, o que abria brechas de segurança e deixava as empresas desprotegidas. 
A partir de 11 de setembro, as atenções voltaram-se para a continuidade de negócios. Não bastava mais guardar dentro de casa os dados importantes, porque percebeu-se que a proteção das informações não era só um problema da área de TI. A Ernst&Young realizou uma pesquisa em 2002 que apontou que mais de 75% das empresas americanas já haviam vivenciado indisponibilidades inesperadas e que mais de 50% delas reconheciam a importância da segurança da informação. A queda das Torres Gêmeas chamou a atenção dos executivos de tecnologia para os planos de disaster recovery e business continuity. Muitos projetos saíram do papel. E foi neste momento popularizaram-se termos que hoje nos parecem corriqueiros, como redundância de dados, espelhamento de servidores, alta disponibilidade, down time e recovery time, entre outros.
Mas como a área de TI não é o avesso da estática, no ano seguinte, os executivos já tiveram que se preocupar com outra questão: a aprovação, nos Estados Unidos, da lei que visa maior transparência da gestão: a Sarbanes-Oxley. Estas novas práticas de governança mudaram o status de TI, que deixou de ser uma área de apoio para firmar-se como pilar para as estratégias de negócios das organizações. A responsabilidade cresceu exponencialmente. 
Então o mercado recebe mais uma inovação: a mobilidade. Porém como todo grande avanço no setor de tecnologia vem acompanhado de novas ameaças, , junto com o aumento da produtividade dos funcionários, também teve início o “transporte” de informações para fora da infraestrutura protegida da companhia. Já o advento da Web 2.0, ou web colaborativa, ao mesmo tempo em que possibilita uma melhor integração com parceiros e fornecedores, dá origem ao vazamento de conteúdos e até à exposição negativa das empresas nas redes sociais. O Gartner alertou em evento recente que as organizações terão suas imagens associadas não mais apenas a seus produtos, mas também à atuação de seus funcionários em redes sociais.
Tantas mudanças, num prazo de pouco mais de 10 anos, exigiram muito conhecimento técnico e altos investimentos em treinamento de profissionais. Além, é claro, de ferramentas compostas por software e hardware específicos para garantir a segurança dos dados mais estratégicos. O Gartner prevê que, até o final de 2010, os investimentos em software aumentarão 4%, enquanto as verbas de serviços crescerão 3%, ultrapassando os demais gastos com TI. Ainda assim, as previsões apontam índice inferiore aos 15% de toda a verba de TI indicada para garantir a segurança de uma companhia.
Onde estará a ameaça no futuro? Onde devem ser investidos os recursos? Quem não quiser arriscar, pode optar pela terceirização. Além de custos mais baixos, os SLAs (Service Level Agreements) garantem a criação e, principalmente, o acompanhamento de métricas. Este tipo de contrato também possibilita o monitoramento e prevenção de ameaças, suporte em tempo integral por profissionais capacitados e atualizados, entre outras vantagens.
Independente do que vier por aí, a segurança da informação deverá estar pronta para ajudar as empresas a enfrentar estes cenários constantemente em mudança.   (Pedro Goyn - Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 
 

04.11 - Google revoluciona o e-mail
O e-mail é o primeiro aplicativo de massa da internet. Sua origem está ligada à criação da própria rede mundial de computadores. Desde então, ele ganhou novas caras, integrações e capacidade, mas nunca mudou de conceito. A ferramenta inclusive perdeu sua hegemonia na comunicação da internet, e tem como competidores os meios de programas de mensagem instantânea e as redes sociais.
Agora, o e-mail deve fazer sua maior evolução, caso a proposta do Google Wave se concretize. A nova ferramenta da empresa de Mountain View está atualmente sendo testada por cerca de 100 mil pessoas na internet, e deve ser lançada até o fim do ano. Ela surgiu do seguinte questionamento: "Como seria o e-mail se fosse inventado hoje?". Os responsáveis pela pergunta - e pelo programa - são os irmãos dinamarqueses Lars e Jens Rassmussen, autores do Google Maps.
Eles têm um plano ambicioso: querem que seu aplicativo seja o sucessor do correio eletrônico. "Espero que, após o lançamento do produto, as pessoas passem a dizer "vamos começar uma wave", em vez de dizer "vou te mandar um e-mail"", disse Jens Rassmussen à CNN.
A ferramenta se baseia em waves, ou ondas, que são uma mistura de e-mail. Chega a ser difícil defini-las. Elas podem ser uma conversa, um documento, ou as duas coisas ao mesmo tempo. Ele se parece com um comunicador de mensagens instantâneas, com um fórum de discussão, com a seção de comentários de um blog, e até mesmo com o próprio e-mail.
No Google Wave, é possível adicionar quantas pessoas você quiser para dentro de uma "onda", e todas elas poderão responder, colaborar e editar mensagens. Se dois ou mais usuários estiverem online, é possível ver o que cada um está digitando em tempo real. Para ajudar quem chegou atrasado na conversa, um botão aciona uma linha do tempo e mostra o quê foi escrito desde que a onda foi iniciada. O Google Wave também permite que as mensagens sejam completamente multimídia. Elementos como fotos, vídeos e mapas também podem ser adicionados diretamente à discussão, sem a necessidade de clicar em hiperlinks.
Na atual fase de testes, também é possível conferir duas extensões para as ondas: o serviço do Google Maps, e formular uma enquete interativa com três respostas simples: sim, não e talvez. Alguns outros gadgets feitos para o Google Wave também deverão surgir após o lançamento da versão final, como conferências de áudio e vídeo em tempo real. Enquanto a novidade não está disponível para toda a internet, fica a expectativa sobre o quão o Google Wave atingirá o objetivo de seus criadores. Para José Calazans, analista do Ibope Nielsen Online, grupo que mede estatísticas de uso da internet no Brasil, ainda é cedo dizer. "Não há indícios de que esse caminho tende ao futuro, mas também não quer dizer que alguém não venha a fazer algo que dê certo", opina.  (Jornal do Commercio Brasil)

04.11 - Samsung traz ao país linha de notebooks
A disputa pelo mercado brasileiro de notebooks, que já conta com uma infinidade de concorrentes, ganha hoje mais um competidor de peso: a coreana Samsung. A empresa vai juntar-se a uma lista de fabricantes que prometem disputar com vigor a preferência do consumidor neste Natal, e que inclui marcas como Positivo, Hewlett-Packard, Dell, Apple, Lenovo, LG, MSI,Acer, Megaware e Itautec.
Depois de dois anos estudando o mercado brasileiro, a Samsung pretende colocar nas prateleiras dos varejistas, já na semana que vem, cinco máquinas a preços que variam entre R$ 1,5 mil e R$ 3,6 mil. "O momento [para o anúncio] não poderia ser melhor", diz Ronaldo Miranda, diretor de produtos de tecnologia da informação (TI) da Samsung. 
O mercado de computadores no Brasil vem mostrando um bom desempenho em 2009, principalmente em relação a outros países. As vendas estiveram fracas no primeiro trimestre, mas melhoraram entre abril e junho e continuaram em recuperação no período de julho a setembro, chegando a um acumulado de 7,9 milhões de máquinas vendidas no ano em nove meses, de acordo com dados da consultoria IT Data.
Nos último trimestre, a estimativa é de que sejam vendidos 3,34 milhões de computadores. Na avaliação da IT Data, o mercado terá uma queda de 3% em relação ao ano passado, quando os brasileiros compraram 12 milhões de máquinas. A projeção de retração nesse segmento, no entanto, é menor do que o previsto no início do ano pela consultoria: 6%. Do total de máquinas vendidas neste ano, 40% serão notebooks.
O primeiro lote de portáteis da Samsung, com aproximadamente 20 mil peças, será importado da Coreia e distribuído principalmente nas regiões Sul e Sudeste do país. Segundo Miranda, a decisão de importar as máquinas foi tomada para que os equipamentos pudessem estar disponíveis em tempo para o Natal. A importação, no entanto, dará lugar aos equipamentos feitos no Brasil. 
Os notebooks serão produzidos na fábrica de Campinas, no interior de São Paulo, onde a Samsung já fabrica monitores e celulares. O plano é de iniciar as atividades em fevereiro, com os primeiros produtos nacionais chegando às lojas em março. "Precisamos de um mês para fazer testes e adequar a linha", explica Miranda. A fábrica de portáteis no Brasil será a única da empresa fora da China. 
A fabricação no Brasil já vinha sendo estudada há algum tempo pela Samsung. De acordo com Miranda, a linha deveria ter entrado em operação no ano passado. Os investimentos já estavam programados e a produção teria começado nesta mesma época do ano. A crise, porém, adiou o projeto. "Os recursos foram revertidos para a fábrica da China, que estava sendo ampliada" conta o executivo. Com a melhora no no exterior e o aquecimento no mercado interno, o projeto voltou à tona. "A chegada dessa linha é um marco para a Samsung se consolidar no mercado de tecnologia brasileiro", diz o executivo.
Na primeira fase, a produção brasileira será destinada integralmente ao mercado local. "Levaremos algum tempo para ganhar escala e começar a pensar em exportação", comenta o executivo. Ele não revela o investimento, nem a capacidade de produção da unidade. Miranda afirma, entretanto, que a Samsung pretende se colocar entre os dez maiores vendedores de notebooks do país já em 2010. A entrada no mercado de micros de mesa está descartada. "Não é o posicionamento da Samsung nem o futuro do mercado", diz. Segundo Miranda, a projeção é de que as vendas de notebooks ultrapassem os computadores de mesa em número de unidades em 2010: 7 milhões contra 6,5 milhões, respectivamente. 
Fabricante de diversos componentes para computadores, como telas de LCD, discos rígidos e memórias, a Samsung pretende se beneficiar dos custos menores propiciados pela produção no país. A empresa não quer, no entanto, entrar em uma guerra de custos. "Os preços serão os mesmos dos grandes fornecedores", diz o executivo.   (Gustavo Brigatto - Valor Online)
 
 
 
 
 

03.11 - Caso de fraude a correntista do Itaú alerta internautas
O caso da 15º Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS), que mudou uma sentença já dada e isentou o banco Itaú da responsabilidade de ressarcir um correntista que teve 4.487,53 reais retirados de sua conta pela web, é um sinal para os internautas redobrarem seus cuidados com a segurança. 
Independentemente das visões jurídicas em torno do episódio, chama atenção o argumento utilizado pelo relator, o desembargador Otávio Augusto de Freitas Barcellos, para isentar o Itaú de indenizar o cliente que foi vítima do crime virtual.
Segundo a determinação da Justiça, não houve falha na prestação do serviço nem mesmo negligência no que diz respeito à segurança do site do banco. Tratou-se, portanto, de um caso de descuido dos procedimentos de segurança por parte do correntista. Diante dessa situação, cabe relembrar alguns procedimentos de segurança e atentar para as novas modalidades de crimes virtuais. 
O perito em crimes pela internet e diretor da E-net Security, Wanderson Castilho, afirma que o ponto de partida é manter antivírus e firewall sempre atualizados. "É uma regra  conhecida, mas ainda assim muitas pessoas se esquecem desse cuidado", afirma. 
Um dos principais pontos que devem ser atentados hoje, no entanto, refere-se à navegação, alerta Castilho. Ele observa que cresce a passos largos a clonagem de sites de empresas ou infecção de espaços virtuais de companhias conhecidas. 
"O crime virtual está mudando sua forma de agir. Em vez de investirem só no envio de e-mails infectados, os crackers passaram a contaminar sites de empresas", diz. "Por isso, vale ficar atento a qualquer mudança do visual do site do banco ou de empresas que o usuário costuma visitar. Se notar algo diferente, é melhor telefonar para a companhia e se certificar de que aquele site é de fato da organização e de que ele está seguro", recomenda. 
Para auxiliar você, preparamos umas dicas de segurança para que os criminosos virtuais fiquem distantes de máquina. 
Confira.
Atualizar programas de segurança 
É fundamental checar com regularidade se seu antivírus e firewall estão atualizados. Trata-se de uma regra básica e fundamental, mas nem sempre seguida. 
E-mails com links
Sinal de alerta quando receber mensagens eletrônicas que pedem para clicar em links. Essa é uma das formas mais tradicionais utilizadas por criminosos virtuais. Os códigos maliciosos podem ser enviados por meio de spams e também pelo e-mails de seus amigos, que podem não saber que estão contaminados. 
Navegação 
Muito cuidado com os sites que você acessa. É muito comum chegarmos a canais desconhecidos por meio de mecanismos de busca. Tome cuidado: tem crescido o número de sites falsos criados para infectar usuários desavisados. Sites de sexo estão entre os mais perigosos. 
Sites de bancos
Como os mecanismos de segurança das instituições financeiras costumam ser bem protegidos, os crackers passaram a investir na clonagem desses espaços virtuais. Em outras palavras, eles criam uma página muito parecida com a dos bancos, para que o usuário a visite e informe sua senha bancária. Portanto, a dica é para ficar atento a qualquer mudança, por mais sutil que seja, ao lay out do site (logotipo, cores usadas, seções). Se ficar em dúvida, telefone para o banco e se certifique de que aquele site é mesmo da instituição. 
Informações confidenciais
Não vá passando qualquer informação que lhe pedirem. É comum em sites clonados a solicitação de dados confidenciais, como RG, CPF e endereço de sua residência - além da senha. Mas, como seu banco já possui seus dados pessoais, dificilmente eles lhe pediria novamente pela internet. Se isso acontecer, telefone para a instituição e relate o ocorrido. 
Sites de empresas 
Uma modalidade de crime virtual em moda atualmente é a infecção de sites de companhias conhecidas. Por isso, a recomendação para ficar atento a mudanças de visual nas páginas também vale para este caso. Outro cuidado também é importante: se aparecer alguma janela diferente da que você se acostumou a ver no site, com mensagens do tipo ""warming 
security" ou com solicitação de dados confidenciais, desconfie. (Clayton Melo - IDG Now)

03.11 - Banco se livra de indenização se provar que fraude é culpa de cliente, diz Procon
O episódio em que o Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS) isenta o Itaú de ressarcir um correntista que teve 4.487,53 reais retirados de sua conta pela internet abre um precedente que deve ser observado com muita atenção pelos consumidores. 
O Código de Defesa do Consumidor estabelece, em seu artigo XIV, que uma empresa - seja ela de que ramo for - é responsável por reparar "danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos". 
A exceção ocorre quando o fornecedor provar que determinado dano foi causado por "culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro", estabelece o código. 
"Em linhas gerais, o código estabelece que o fornecedor deve responder pelo serviço prestado, tendo em vista que o consumidor é a parte mais frágil dessa relação", afirma Diógenes Donizete, assistente de direção do Procon-SP. 
"Mas pode haver exceção. Se a empresa provar tecnicamente que a culpa é exclusiva do consumidor, ela pode ficar livre de indenizações", diz.
Donizete fez sua análise tendo como alvo as relações gerais entre consumidores e empresas.  Sem entrar no mérito da questão que envolve o cliente do Itaú, ele afirma, no entanto, que as premissas estabelecidas no artigo XIV do código podem ser aplicadas a esse caso. 
"Não tenho detalhes a respeito do caso sobre o cliente do Itaú. Mas, se o banco conseguir provar tecnicamente - não vale alegar, tem de provar - que o problema aconteceu por causa do usuário, ele pode ser isentado de indenização. Mas repito: é preciso uma prova fundamentada para isso", afirma. 
"É por isso que o Procon sempre alerta o consumidor para a segurança na internet. É preciso tomar cuidado, por exemplo, ao acessar serviço de banco de um computador que não é o seu, como em uma lan house. Você nunca sabe o que tem naquela máquina", afirma.
A reportagem está tentando obter a posição do Itaú sobre o caso.  (Clayton Melo - IDG Now)

03.11 - Campanha de spam usa nome do Facebook para espalhar malware
Uma campanha de spam está espalhando malwares por e-mail para usuários da rede social Facebook. A mensagem, que diz ser da “Equipe do Facebook”, alerta ao usuário que sua senha foi alterada e propõe o registro de uma nova senha através de um arquivo malicioso, em anexo.
Segundo o site de notícias eWeek, pesquisadores de diferentes empresas de segurança associaram o cavalo de troia Bredolab aos ataques, que baixa e executa arquivos da internet. Segundo a empresa de segurança da web MX Logic, o Bredolab atravessa firewalls, injetando seu próprio código em processos legítimos do sistema como svchost.exe ou explorer.exe.
O malware também apresenta código anti-sandbox para despistar os pesquisadores e cria os arquivos %AppData%\wiaservg.log, %Windir%\temp\wpv861256600826.exe e %Programs%\Startup\isqsys32.exe, além dos processos isqsys32.exe e svchost.exe.
A companhia de segurança M86 publicou uma imagem da mensagem em seu site e afirmou que um dos primeiros downloads do Bredolab foi outro malware, o Pushdo bot, que espalha mais mensagens infectadas sobre alteração de senhas do Facebook. (IDG Now)

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