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30.06 - Gastos com TI deve crescer 7,1% em 2011
Os gastos com TI em todo o mundo deve crescer 7,1% em 2011, de acordo com relatório do Gartner. Os analistas reviram a previsão de gastos em TI de 5,6% de crescimento para 2011. 
"É um pouco surpreendente que nós não vimos um impacto mais significativo na nossa previsão de gastos globais de TI como um resultado do terremoto e do tsunami no Japão, mas apesar das preocupações generalizadas sobre interrupções no fornecimento de componentes críticos na sequência inicial do natural desastre, não houve um impacto dramático sobre os gastos de TI em geral", disse Richard Gordon, vice-presidente de pesquisa do Gartner. 
Os serviços globais de TI estão previstos para chegar 846 bilhões de dólares em 2011, um aumento de 6,6% frente 2010. O segmento de hardware terá o maior crescimento, com elevação dos gastos em 11,7% em 2011. 
As últimas previsões do Gartner constatou que os gastos mundiais com serviços de nuvem pública alcançará um total de US $ 89 bilhões em 2011, acima dos US $ 74 bilhões em 2010. O mercado está previsto para chegar 177 bilhões dólares em 2015. 
No entanto, os analistas da Gartner, observaram que os gastos com serviços de nuvem pública foram de apenas cerca de 2% da despesa global de TI em 2010, e em 2015 o nível de gastos com serviços de nuvem pública será menor do que 5% do total gasto em TI. (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

29.06 - Microsoft lança versão virtual do pacote Office 
Ofensiva busca frear expansão do Google
A Microsoft lançou uma ofensiva para tentar combater o crescimento do Google em soluções para negócios. A empresa anunciou ontem uma versão virtual dos programas do pacote Office, como o Excel e o Word.
O modelo on-line, conhecido como versão nas nuvens, permite aos usuários acesso de diferentes dispositivos e elimina a necessidade de instalação dos programas e manutenção de servidores.
Na apresentação do novo sistema -chamado de Office 365-, o presidente da empresa, Steve Ballmer, afirmou que o modelo, aliado a ferramentas de conferência virtual, permitirá uma redução nos custos de pequenas e médias empresas.
A Microsoft cobrará taxas de US$ 2 ao mês, para uso de serviços básicos de e-mail, até US$ 27 mensais, por serviços mais avançados. Um pacote para pequenos negócios custará US$ 6 ao mês.
A empresa aposta no baixo preço como alternativa de elevar o alcance e, assim, compensar futuras quedas nas receitas da sua divisão mais rentável hoje.
O Google ganhou espaço em soluções corporativas ao oferecer aplicativos virtuais capazes de substituir as funções dos programas da concorrente, como e-mail e editor de textos. O pacote dos aplicativos custa US$ 50 por mês e a companhia diz ter alcançado cerca de 40 milhões de clientes no negócio.  (Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

28.06 - Uso de Internet no Brasil cresceu 15% em 2010
A sexta pesquisa TIC Domicílios apresentada hoje (28) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) apresentou hoje, junto com o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) e com o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), mostra que o acesso à internet nos domicílios urbanos cresceu 15% em 2010 comparado à 2009. Na média geral de 2005 a 2010, o país apresenta crescimento de 19% ao ano.
Estudo aponta crescimento d o uso da Internet no Brasil entre as pessoas com baixa escolaridade (analfabetos e com nível infantil de alfabetização), que já totalizam 13% do total de usuários. 
O uso de redes sociais possui maior índice de penetração/usuários na região Nordeste, com 75% das pessoas cadastradas nesse tipo de serviço. Na sequência, aparecem as regiões Sul e Centro-Oeste, com 70%, Norte com 68% e Sudeste com 67%.
Entre as dificuldades apontadas pelos usuários para usar a web, as principais são: demora em carregar uma página (37%), dificuldade em encontrar uma informação (22%), dificuldades em ler textos longos (14%), e exibição de janelas pop-ups (11%).  (Executivos Financeiros)
 
 
 
 

23.05 - Internet já é o 2º maior canal bancário
Com quase um quarto do número de transações efetuadas no Brasil, web só fica atrás de caixas eletrônicos
Especialistas dizem que sites ainda precisam se adaptar ao cliente e dão dicas de como usar o sistema com segurança
O internet banking brasileiro já é o segundo canal de serviços mais utilizado pelos clientes, atrás apenas dos caixas automáticos (31%), respondendo por 23% das operações bancárias efetuadas no Brasil, segundo dados da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).
Mas essa escalada de importância na vida dos clientes precisa ser acompanhada por uma reformulação tanto na forma de manuseio dos serviços quanto na linguagem empregada nos sites, afirma Fabiana Yazbek, especialista em usabilidade e arquitetura da informação da Lumens Consultoria.
"Em vez de ter uma infinidade de serviços que ninguém sabe como usar, o site de banco ideal deveria oferecer satisfatoriamente o básico, que é uma visão global da conta corrente e dos investimentos, como saldo, últimas operações e agendamento de pagamentos", diz Yazbek.
Outra problema, na avaliação de Yazbek, é a comunicação. "Os menus dos sites bancários estão presos à linguagem mercadológica, o que dificulta a navegação", afirma. "Parece uma sopa de letrinhas."
Para ela, o internet banking tem de incorporar a seus serviços o agendamento de compromissos futuros que o cliente tenha com a instituição, como a renovação do seguro do automóvel ou da casa. "Atualmente, nenhum banco está fazendo isso direito, seja pela falta de dados de todos os serviços que o cliente utiliza na instituição, seja pela falta de sinergia entre as áreas", diz.
Do ponto de vista do design, o internet banking brasileiro vai contra a intuitividade dos usuários, priorizando a lógica dos projetistas de informática, diz Luís Cláudio Portugal, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.
"As categorias de serviços não seguem uma hierarquia de informações e ainda existe o problema de você realizar uma longa operação e apenas ao término dela descobrir que não pode ser concluída naquele horário", afirma Portugal.
SEGURANÇA
Segundo Wanderson Castilho, especialista em crimes eletrônicos da consultoria E-Net Security, a maioria das vítimas de fraudes virtuais no internet banking são usuários novos de informática, que acabam cedendo espontaneamente suas informações bancárias.
"Os bancos precisam criar um canal direto para esclarecer os clientes sobre os perigos de preencher formulários maliciosos e atualizar esse banco de dados com os novos tipos de golpe", afirma.
"Todo dia os bandidos inventam novas formas de roubar e os bancos têm de enfrentá-los informando seus clientes sobre como se prevenir", completa Castilho.
Marcelo Laus, especialista em segurança da Data Security, recomenda que se evite o uso de computadores compartilhados, como os de hotéis ou de salas de aula. "O usuário também deve manter seu PC protegido, com o sistema operacional e antivírus atualizados", diz.  (FELIPE VANINI BRUNING - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

20.05 - "Tablet será o novo PC", diz presidente da SAP
CEO da múlti alemã de software empresarial explica mudança no setor
"Executivo vai querer ver em tempo real dados de vendas, pedidos dos clientes e aprovar contas no tablet", prevê 
Com faturamento de cerca de US$ 400 bilhões, a indústria mundial de software vive uma das maiores transformações de sua história. 
Estabelecida há décadas sobre a venda de licenças tradicionais para rodar seus sistemas em computadores, a indústria tenta se adaptar ao triunfo dos tablets. 
"Os consumidores estão determinando as estratégias das empresas. Os limites de uso entre o que o executivo usa profissionalmente e para seu consumo pessoal estão cada vez menores", diz Donald Feinberg, vice-presidente da consultoria Gartner. 
Os números justificam a movimentação. Em 2011 a expectativa é que sejam vendidos no mundo 59 milhões de tablets, sendo que 25% serão consumidos por empresas. 
Ao longo dos próximos quatro anos, serão mais de 260 milhões de tablets. "Os aparelhos móveis, como tablets e smartphones, são os novos desktops e estão transformando a indústria de software", diz Bill McDermott, copresidente da empresa de software SAP. 
Não à toa, o setor já registra investimentos massivos. Depois de adquirir a empresa de sistemas móveis Sybase por quase US$ 6 bilhões, a SAP, líder global de software empresarial, lançou há poucos dias uma loja de aplicativos, num modelo semelhante ao criado pela Apple para a App Store. 
Em vez de consumidores finais interessados em jogos, porém, estão executivos que querem ter na palma da mão software para ver em tempo real dados de vendas, volume financeiro, pedidos dos clientes e até aprovar contas. 
A intenção é alcançar 1 bilhão de usuários até 2015, o que ajudará a empresa a chegar ao faturamento esperado de 20 bilhões nos próximos quatro anos. 
Segundo os especialistas, porém, a era dos tablets e smartphones apresenta desafio às receitas das empresas mundiais de software. 
Acostumada a receber adiantado pela venda das licenças de uso, o que rendia milhões de dólares em uma implementação grande, a indústria, que já tenta se adaptar ao modelo sob demanda -de pagamento periódico pelo uso do software-, precisará lidar com os ganhos variáveis dos aplicativos. 
Nos próximos quatro anos, as vendas globais de aplicativos para smartphones e tablets devem atingir US$ 40 bilhões, mas a escala para que as grandes de software empresarial vejam ganhos significativos é desafio.   (CAMILA FUSCO - Folha de S.Paulo)

20.05 - Brasil é o 6º maior mercado de TI do mundo
O Brasil é o sexto maior mercado de tecnologia da informação (TI) do mundo, de acordo com a empresa de consultoria International Data Corporation (IDC), líder nos segmentos de tecnologia da informação e telecomunicações. Em 2010 mercado interno movimentou US$ 81 bilhões, representando cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB). 
As exportações do setor somaram no mesmo período US$ 2,5 bilhões. Para o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, para tornar-se protagonista no cenário mundial, nas duas próximas décadas, o país terá de vencer alguns desafios, entre os quais a desoneração da folha de pagamentos.
“O Brasil é muito competente porque o uso de tecnologia da informação é feito com supremacia mundial em várias áreas, como indústria financeira, governo eletrônico e, inclusive, na indústria manufatureira. E o mercado, que é, hoje, de US$ 1,5 trilhão, globalmente, será de US$ 3 trilhões em 2020”, destaca Gil. 
Novas oportunidades serão abertas nesse cenário para o Brasil nas áreas de saúde, educação, segurança, bancos, de acordo com Gil principalmente. Outro fator relevante é o crescimento do grupo de países denominado Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), a mudança demográfica e as novas tecnologias. 
Para o empresário, deve-se reduzir o custo da folha de pagamento, treinar pelo menos 725 mil profissionais até 2020, investir em infraestrutura tecnológica e estimular a inovação. Ele enfatizou que é preciso ter uma “mentalidade de inovação, porque tudo que nós estamos usando hoje, amanhã será obsoleto”.
Para 2020, a projeção da Brasscom é que o mercado interno de TI alcançará entre US$ 150 bilhões e US$ 200 bilhões, o que elevará a participação do setor no PIB entre 5,5% e 6%. As exportações deverão subir para US$ 20 bilhões.   (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

19.05 - Banda larga tem crescimento de 53%
O Brasil chegou à marca de 40,9 milhões de acessos à banda larga em abril, segundo a Telebrasil. Em 12 meses, foram 14,2 milhões de novos clientes, crescimento de 53,2%, considerando números da banda larga fixa e móvel. Os smartphones já representam quase metade dos acessos.  (Folha de S.Paulo)

19.05 - Tablet é mais vulnerável a furto de dados 
Risco de perder o equipamento é seis vezes maior que o de perder um laptop, diz levantamento de consultoria
Já surgiram empresas que oferecem serviços de proteção e blindagem de informações para o segmento corporativo 
Adotados por milhares de empresas como alternativa ao laptop, especialmente para viagens ou apresentações, os tablets começam a preocupar os especialistas pelos riscos que podem representar à segurança das informações corporativas.
Levantamento da consultoria americana Ponemon Institute antecipado à Folha mostra que os tablets são seis vezes mais propensos a serem perdidos do que laptops.
Com isso, podem ser os mais perigosos para vazamento de dados quando não levam sistemas de segurança para blindar seu conteúdo.
A pesquisa, feita nos 18 principais aeroportos do mundo, mostrou que, por serem compactos, são confundidos com revistas e esquecidos em salas de embarque ou assentos das aeronaves.
"Nunca vimos taxa de perda como essa entre os dispositivos móveis. É alarmante porque a maioria dos aparelhos não trazia senha ou sistemas de proteção de dados, o que pode gerar perdas milionárias para as empresas", diz Larry Ponemon, presidente da consultoria.
Os prejuízos para empresas, em casos de vazamento de dados, variam de US$ 100 mil a US$ 50 milhões.
No Brasil, a perda estimada por ano é de R$ 1 bilhão a R$ 1,5 bilhão, segundo a RCI First Security and Intelligence Advising, especializada em contraespionagem. A empresa também é responsável pela construção da maioria das 214 salas antigrampo que existem no Brasil.
EXPANSÃO
O alerta é importante diante da discussão do alcance que os tablets ganharão no setor corporativo. Na estimativa da Deloitte, mais de 10 milhões de aparelhos (25% do total projetado) serão comprados por empresas no mundo ao longo do ano.
De olho no filão de proteção dos tablets, algumas empresas já se adiantam. A Navita gerencia um lote de 15 mil tablets com software de controle do conteúdo.
"Como ocorre nos carros, o usuário que perder o aparelho ou for roubado pode ligar para uma central que bloqueará o acesso à distância", diz Roberto Dariva, presidente da companhia.
A Autômatos é outra empresa que descobriu nos tablets um importante filão de negócios. Além de 20 mil tablets gerenciados com um software que permite filtrar as informações que podem ser acessadas pelos funcionários, a empresa fornece sistemas que proíbem que dados sejam extraídos da rede e enviados por e-mail.
OUTRAS MEDIDAS
Além de software, outras medidas de proteção adotadas pelas empresas incluem bloqueio de gravação de CD, de cópia em pen drive e envio de arquivos por e-mail.
Há até advertência para quem esquece papéis sigilosos em suas mesas -caso da Procter & Gamble. A Chemyunion, fabricante de extratos para cosméticos, adotou medidas após ter projetos e fórmulas furtadas.
"No Brasil, não há cultura para preservar a informação nem no ambiente empresarial nem no pessoal. As pessoas se expõem, por exemplo, nas redes sociais", diz Ricardo Chilelli, da RCI.  (CAMILA FUSCO e CLAUDIA ROLLI -Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

17.05 - Cresce número de venda de computadores no 1º trimestre de 2011; Notebooks são maioria
Equiparação de preços entre PCs e notebooks fez com que portáteis fossem mais vendidos
A venda de computadores no 1º trimestre de 2011 apresentou um crescimento de 22% comparado ao mesmo período de 2010. Ao todo foram comercializados 3,6 milhões de máquinas (notebooks e desktops) nos primeiros três meses do ano. As informações são do estudo Brazil Quarterly PC Tracker, feito pela consultoria IDC, divulgado nesta terça-feira (17).
Segundo o estudo, que dá um panorama do mercado de computadores no Brasil, a maioria (50,5%) dos computadores vendidos são notebooks. O restante (49,5%) é resultado da comercialização de desktops (computador de mesa).
Apesar da pequena diferença entre portáteis e desktops, o mercado de notebooks apresentou um grande crescimento comparado ao 1º trimestre de 2010. Segundo o IDC, as vendas cresceram 58%, enquanto o de computadores pessoais caiu 1,4%.
“As multinacionais estão focadas em liderança e no abastecimento do varejo. Com isso, os preços estão cada vez mais competitivos e convidativos, o que faz com que o notebook se torne a primeira opção de compra”, explicou Martim Juacida, analista de mercado da IDC, sobre a preferência de alguns consumidores pelos portáteis.
O principal mercado consumidor dos computadores foi o doméstico, que adquiriu 68,6% dos equipamentos vendidos. Só este segmento teve um crescimento de 33% na aquisição de equipamentos comparado ao mesmo período do ano passado.
Na sequência, vem as empresas com 26,9% das compras de computadores e, por fim, o segmento de governo e educação, responsável pela compra de 4,5% das unidades. De acordo com a consultoria IDC, este último segmento apresentou redução em função de cortes nos orçamentos.
O Brasil, segundo a consultoria, ocupa a quarta posição do ranking de países que mais vendem PCs. Estados Unidos, China e Japão estão nas primeiras posições, respectivamente.  (Uol Notícias)

17.05 - Foram comercializados 3,6 milhões de computadores no primeiro trimestre de 2011
No primeiro trimestre de 2011 foram comercializados 3,6 milhões de máquinas, 22% a mais do que o registrado no mesmo período de 2010. Os dados são do estudo Brazil Quaterly PC Tracker, realizado pela IDC Brasil, especializada em inteligência de mercado, consultoria e eventos para as indústrias de TI e Telecomunicações. 
“Em geral, os primeiros meses do ano apresentam um movimento menor de negociações entre fabricantes e canais já que o varejo inicia o ano abastecido por conta do Natal e realiza queimas de estoque nos meses seguintes. Porém, com a demanda aquecida nos segmentos doméstico e corporativo, a sazonalidade tem diminuído consideravelmente no mercado de PCs desde o 3º trimestre de 2010”, declara Martim Juacida, analista de mercado da IDC. 
Do total de computadores vendidos, 49,5% são desktops e 50,5% notebooks. Dentro deste cenário, 68,6% foram destinados ao segmento doméstico, 26,9% ao corporativo e apenas 4,5% à soma de governo e educação. “Um sinal claro de que a indústria de PCs está se tornando mais madura é o fato de os consumidores já não esperarem apenas datas comemorativas como Natal, por exemplo, para comprar seu computador. Nossa expectativa é de um mercado bastante aquecido e muito impulsionado pelo segmento doméstico durante todo o ano de 2011”. 
Apenas no setor doméstico o aumento foi de 33% em relação ao mesmo período de 2010. Por outro lado, as mudanças recentes e os cortes nos orçamentos fizeram com que o segmento de governo e educação tivesse uma retração de 30%, comprometendo os resultados de alguns fabricantes que atuam fortemente neste setor”, completa Juacida.
Ainda de acordo com o estudo da IDC, durante o primeiro trimestre deste ano, o mercado de notebooks cresceu 58% e o de desktops caiu 1,4% em relação ao mesmo período de 2010. “As multinacionais estão focadas em liderança e no abastecimento do varejo. Com isso, os preços estão cada vez mais competitivos e convidativos, o que faz com que o notebook se torne a primeira opção de compra”. 
Segundo os dados da IDC, o Brasil ainda ocupa a quarta posição no ranking mundial dos países que mais vendem computador no mundo. Estão à frente apenas Estados Unidos, China e Japão.  (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

20.04 - Acesso à banda larga cresce 51,5% no 1º tri 
Internet móvel foi principal responsável pelo incremento no período; modalidade avançou 78% em 3 meses
Associação estima que país tenha atingido a 8ª posição no mundo em acessos móveis e a 9ª em acessos fixos 
O Brasil registrou no primeiro trimestre do ano crescimento de 51,5% em sua base de acessos à banda larga, em relação a março de 2010. Com isso, chegou à marca de 38,5 milhões de acessos.
A banda larga móvel é, novamente, a principal responsável pelo incremento, mas com menor intensidade que no ano passado. Nos três primeiros meses do ano, houve crescimento de 77,7%. Em 2010, o avanço foi de 136,8%.
Até março, o país registrava 24,4 milhões de acessos à banda larga móvel, que são as conexões feitas por um terminal 3G, como smartphones (celulares com acesso à internet) ou modems móveis.
As conexões fixas tiveram crescimento de 20,5% no trimestre e chegaram a 14 milhões de acessos.
Os dados são da Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicações), que estima que o Brasil tenha atingido a oitava posição no mundo em número de acessos móveis e a nona em acessos fixos.
Apesar de ter uma das piores velocidades de conexão, o estudo da Telebrasil mostra que o Brasil está deixando para trás as conexões lentas, inferiores a 1 Mbps (megabit por segundo), piso exigido pela presidente Dilma Rousseff para o Plano Nacional de Banda Larga.
Segundo a entidade, a faixa de 2 Mbps é a que apresentou, no trimestre, o maior ritmo de crescimento, e representa 20% dos acessos fixos.
Para Eduardo Levy, diretor-executivo do Sinditelebrasil (entidade que representa as empresas do setor), o crescimento intenso da banda larga, sobretudo móvel, é tendência mundial e tem várias explicações.
Primeiro, os pacotes de internet móvel são geralmente oferecidos com o celular, o que facilita a venda. Os preços estão menores e a velocidade, apesar de ainda reduzida, cresce. Dessa forma, o acesso móvel atende a necessidades básicas, como uso de sites de busca e e-mail.
As conexões por meio de celulares servem como um indutor de internet no país, avalia Levy. "À medida que o tempo vai passando, a internet vai se popularizando pela banda larga móvel", disse.  (SOFIA FERNANDES - Folha de S.Paulo)

20.04 - Microsoft oferece no país versão on-line gratuita do pacote Office
Simplificada, transposição para a web não apresenta recursos como a contagem de palavras 
Como o Google Docs, o Web Apps permite edição de documento por mais de uma pessoa ao mesmo tempo
Se você costuma elaborar textos, planilhas e apresentações em parceria com outras pessoas e tem que lidar com diversas versões dos arquivos, que vão e voltam em dezenas de anexos de e-mail, deve considerar urgentemente a adoção de um software on-line, que torna a colaboração muito mais racional.
Nos serviços em nuvem, os arquivos ficam disponíveis em qualquer computador com acesso à internet.
Hoje dominado pelo Google Docs (docs.google.com), o mercado de editores on-line de documentos ganhou uma opção gratuita e de grande peso simbólico: o Office Web Apps, versão on-line do Office, da Microsoft, sinônimo de pacote de escritório.
O serviço está disponível desde a semana passada para usuários do Hotmail no Brasil. Para usá-lo, basta clicar no link Office, na parte superior da interface do serviço de e-mail, ou acessar office.live.com e fazer login com uma conta do Windows Live.
O Word, o Excel, o PowerPoint e o OneNote foram transportados para a web em versões bastante simplificadas --afinal, não é razoável supor que a Microsoft ofereceria de graça todas as funcionalidades pelas quais cobra R$ 190,29 (preço da versão Home and Student 2010 do Office) ou R$ 1.308,28 (pelo Office Professional 2010).
Estão presentes estilos de formatação, verificação de ortografia (inclusive em português do Brasil), tabelas, inserção de imagens e cliparts.
Algumas omissões, como a de efeitos especiais no PowerPoint, são compreensíveis. Já outras são graves a ponto de tornar o uso praticamente inviável para alguns usuários: é o caso da falta do recurso de contagem de palavras e caracteres.
Dependendo da complexidade do arquivo criado no Office e transportado para o Google Docs ou outro serviço on-line, pode haver erros de formatação. Isso não ocorre no Office Web Apps, já que a Microsoft conta com a óbvia vantagem de ter desenvolvido o formato dos arquivos.
Em um sinal de que a empresa está abandonando aos poucos alguns antigos hábitos ruins, o Office Web Apps funciona tão bem no Internet Explorer quanto nas versões atuais dos principais browsers concorrentes (Firefox, Chrome, Safari e Opera).
Um recurso importante, que funcionou bem nos testes da Folha, é a possibilidade de editar arquivos hospedados no Web Apps usando o Office tradicional. Dessa forma, tem-se o melhor dos dois mundos: a vastidão de funcionalidades e a sincronização dos arquivos na web.
Assim como no Google Docs, duas ou mais pessoas podem editar um arquivo ao mesmo tempo, e os documentos podem ser vistos em smartphones. (RAFAEL CAPANEMA - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

19.04 - Registro de Saúde Eletrônico é lento entre consumidores
Ferramenta estimula paciente a se comprometer com sua saúde ao rastrear e agregar suas informações online
De acordo com estudo da IDC Health Insights, alguns pacientes ainda estão preocupados com a segurança online, enquanto os consumidores saudáveis parecem indiferentes aos benefícios do PHRs.
Os consumidores estão adotando de forma lenta o registro pessoal de saúde (PHR), uma ferramenta com base na rede, projetada para incentivá-los a se comprometer com sua saúde ao rastrear e agregar suas informações online, de acordo com um estudo da IDC Health Insights. O resultado vem em um momento em que outras tecnologias - tais como registros de saúde eletrônico, dispositivos móveis de saúde, e-prescrições e outras tecnologias estão vendo taxas aceleradas de adoção conforme as organizações de saúde implementam sistemas para gerenciar os dados dos pacientes.
O relatório - "Vendor Assessment: When Will PHR Platforms Gain Consumer Acceptance?" ("Estimativa do Fornecedor: Quando a plataforma PHR ganhará a aceitação do Consumidor?") - foi baseado em uma pesquisa online com 1.200 consumidores entre 18 e 23 de fevereiro, para avaliar seu interesse no registro e comparar os números com um relatório similar realizado em 2006.
Publicada no mês passado, a pesquisa descobriu que a adoção generalizada de consumo de PHRs permanece indefinida, apesar das inúmeras opções oferecidas por fornecedores, planos de saúde e empregadores, bem com fornecedores terceirizados como Dossia, Microsoft Heath Vault e Google Health.
De acordo com a pesquisa do IDC Health Insights, somente 7% dos questionados em 2011 relataram nunca ter usado o PHR, e menos da metade dos entrevistados (47,6%) ainda estão usando um para gerir a saúde de sua família. Além disso, a maioria (50,6%) disse que a razão pela qual não tinham usado a tecnologia online foi por não estarem familiarizados com o conceito do registro. Estes resultados foram semelhantes ao estudo de 2006 que mostrou que aproximadamente 7% dos respondentes indicaram que usaram o PHR com base em PC ou em rede, e um pouco mais da metade (51,9%) não estavam cientes do PHRs.
"A adoção do PHR por consumidores nunca vai ser total. Sempre haverá consumidores que não armazenarão seus dados pessoais de saúde online", disse em entrevista Lynne Dunbrack, autor do relatório e diretor do programa do Connected Health IT Strategies at IDC Health Insights.
Também disse que consumidores saudáveis, que não tenham uma razão para se envolverem no sistema de saúde, poderão não enxergar os méritos em usar o PHR. No entanto, é provável que aconteça um ligeiro aumento nas taxas de adoção em pacientes com doenças graves como câncer, diabetes ou outra condições crônicas que requerem cuidados constantes durante longos períodos de tempo.
A constante promoção dos benefícios do PHRs pelos provedores e planos de saúde também deve aumentar o número de pessoas a adotá-los. Dunbrack prevê que durante os próximos 18 a 36 meses haverá um aumento modesto no uso de registro para monitorar resultados de laboratório, pressão sanguínea, taxa de glicose e outros dados vitais associados a pacientes em estado grave.
De fato, enquanto o relatório mostrou baixas taxas de adoção do PHR, também mostrou que três de cada quatro consumidores começaram a usar o registro sob certas circunstâncias. Por exemplo, uma recomendação do médico (37,4%) é um motivador primário. E um pouco mais de 20% disseram que usariam o registro se um de seus membros familiares sofressem de algum problema de saúde que mostrasse a importância de ter a informação disponível (11,9%) ou que tivesse sido diagnosticado com uma doença crônica ou um problema complicado de saúde (9,4%).
Outras descobertas importantes do estudo foram:
- Os consumidores avaliaram seu nível de conforto com o Google Health e o Microsoft Health Vault de forma semelhante; aproximadamente um em cada quatro entrevistados relataram estar satisfeitos usando um dos dois.
- As fontes primárias para PHRs são hospitais ou sites médicos (25%) e sites de planos de saúde (21,4%).
O relatório também destaca as maiores barreiras para a adoção do PHR, que persistem com o passar dos anos:
- Antigos produtos PHR exigem que os consumidores entrem nos seus próprios registros manualmente ou digitalizem documentos para serem armazenados eletronicamente. Cerca de 16% dos questionados indicaram que não querem perder tempo atualizando suas informações no registro.
- A Privacidade e segurança de dados online continuam a preocupar os consumidores. Na pesquisa de 2011, outros 9,1% dos questionados relataram ter parado de usar o registro por não confiarem na segurança dos sites disponíveis.
- Historicamente, quando consumidores mudam de plano de saúde ou empregadores, suas informações armazenadas em seus PHR não podem ser facilmente transferidas, o que os desencoraja a estabelecerem novos registros.
Observando a perspectiva de crescimento do mercado de PHRs o relatório diz: "Patient-centered medical home (PCMH) e incontáveis modelos de saúde, focados em melhorar a coordenação dos cuidados e gestão da condição crônica, deve encorajar os médicos a recomendarem o PHRs para seus pacientes para gerir melhor suas saúdes e bem-estar. Mas os registros precisarão evoluir de depósitos de informação de saúde para uma ferramenta que forneça informações úteis no momento de decisão de saúde fazendo com que os consumidores considerem seu uso útil".   (Nicole Lewis - InformationWeek/Saúde Business Web)
 
 
 
 
 

15.04 - ANS: Detalhamento dos atendimentos em padrão XML\Schema
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tornará disponível o detalhamento dos atendimentos identificados através do padrão XML\Schema.
A medida, que acontecerá a partir do 30º Aviso de Beneficiários Identificados (ABI), visa agilizar o processo de Ressarcimento ao SUS, além de facilitar a importação do detalhamento do ABI pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde, tornando as informações ainda mais confiáveis.
As operadoras de planos de saúde poderão baixar os arquivos para visualizar o novo formato.
Baixe os arquivos através do link http://www.ans.gov.br/images/stories/noticias/zip/20110414arquivos.zip  (ANS)

15.04 - Vendas de PCs no 1º trimestre recuam
Segundo a empresa de pesquisa Gartner, as vendas caíram 1,1%, para 84,3 milhões de unidades no mundo. Algumas razões apontadas foram a atração de consumidores por tablets e o foco do Japão em recuperar-se dos estragos causados pelo terremoto e pelo tsunami que atingiram o país. (Folha de S.Paulo)
 
 
 
 

13.04 - Brasil melhora posição em ranking de TI
O Brasil subiu cinco posições no ranking do Relatório Global de Tecnologia da Informação e ocupa agora a 56ª posição entre 138 países. A avaliação considera o impacto de tecnologia no desenvolvimento e competitividade em áreas como ambiente regulatório, empresarial e de infraestrutura.  (Folha de S.Paulo)

13.04 - País é o 8º país mais infectado por vírus
Segundo relatório da empresa de segurança Panda Labs, o Brasil é o oitavo na lista dos países que apresentam maior infecção por vírus de computadores. A empresa encontrou algum tipo de código malicioso para roubar ou corromper dados em quase 50% das máquinas analisadas.   (Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

05.04 - TI na saúde: 51% dos dados desprotegidos
51% das empresas da área de saúde não têm preocupação com perda ou roubo de informações.
O índice é apontado em pesquisa publicada pel a organização norte-americana Ponemon Institute chamado Health Data at Risk in Development: A Call for Data Masking.
Cerca de 450 profissionais de TI de empresas de serviços de saúde foram entrevistados pela empresa, à pedido da Informatica Corporation, fornecedora de soluções de integração de dados.
O estudo relata que 78% dos entrevistados não têm certeza ou não sabem se suas organizações seriam capazes de detectar o roubo ou perda acidental de dados.
Em relação à segurança, 38% já sofreram falhas que envolveram dados em ambientes de desenvolvimento e teste e 12% não conseguem afirmar com certeza se tiveram equívocos ou não na segurança.
Quanto às consequências sofridas, 59% das empresas sofreram a interrupção das operações, 56% foram acionados por órgãos regulatórios e 36% tiveram sua reputação afetada.
“O estudo é um alerta para o setor de saúde, no qual o custo médio por vítima de uma perda de dados é US$ 294, 44% superior ao valor médio de todos os outros setores”, diz Larry Ponemon, fundador do Ponemon Institute.
Segundo a pesquisa, a terceirização e a computação em nuvem aumentam o risco das companhias.
Das empresas analisadas, 40% não recorrem ao outsourcing por preocupação com a segurança e apenas 19% estão confiantes ou muito confiantes sobre a segurança em um ambiente de nuvem.
Paralelamente, as empresas entrevistadas do segmento de serviços de saúde estão desiludidas com as metas de proteção de dados, apesar de reconhecerem que a proteção de informações reais em ambientes de desenvolvimento e teste é essencial.
Ou seja, 64% dizem que atender aos requisitos de privacidade e proteção dos dados no setor de saúde é importante, mas apenas 35% dizem acreditar que a empresa esteja conseguindo alcançar esta meta. (Guilherme Neves – Baguete.com)
 
 
 
 
 

04.04 - A evolução da era virtual
Não temos mais dados, os acessamos
NotíciaComentários(0)CompartilheMais notíciasAAEu estava sentado em frente ao meu computador. Na época era um TK-82 com 2Kb de memória RAM expansível para 16Kb, ligado a uma TV com imagem pb, que não possuía nenhuma forma de armazenamento. Lembro que revistas de informática publicavam matérias com códigos em Basic para que pudéssemos digitar e executar. Se eu quisesse usar o programa novamente e já tivesse desligado o computador, teria que digitar todo o código novamente, pois não tinha como salvá-lo em algum lugar. Para um adolescente que usava um computador em 1983, estava bom demais.
Depois de passar pelo TK-85 e CP-200 com a mesma limitação, ao usar um Naja TRS-80 tive acesso a um grande avanço: a fita cassete. O tocador de fitas era ligado ao computador e apertávamos o play para que ele pudesse ler os dados gravados. Era demorado, mas pelo menos eu não precisava digitar um código imenso só para jogar Galaxy Invasion e já experimentava o gosto de trafegar informações.
Tudo mudou novamente quando ganhei um drive de disquete de 5 1/4 do meu pai e conectei no meu TK3000. Foi uma festa. Logo depois, quando tive meu primeiro PC 286, conheci os HDs. Cada vez menores, mais rápidos e com mais capacidade, começamos a usá-los para carregar grande volume de informação. Com o crescimento da digitalização, passamos a fazer deles nossa central de conteúdo: fotos, músicas, textos e filmes. Tudo isso até nos pequenos pen-drives.
Mas a internet veio e mudou isso também. Com o rápido crescimento das redes sociais, compartilhamos nossas informações na web e, inconscientemente ou não, iniciamos o armazenamento de todo o nosso conteúdo pessoal na grande rede. Câmeras mais atuais já têm acesso à internet e são capazes de publicar suas fotos no Picasa, seus vídeos no YouTube e ainda podem guardar no Google Maps a localização de onde foram capturadas. 
E o que dizer dos celulares? Os mais recentes e os estreantes tablets estão nos levando à era dos dispositivos de acesso. Hoje não temos mais os dados conosco. Nós simplesmente os acessamos. Minhas músicas estão no Grooveshark, minhas fotos no Flickr, meus vídeos no Youtube, meus e-mails e compromissos no Gmail, e onde eu estive às 14h de ontem, no FourSquare. Quem usa iPhone pode ter todos os seus contatos, compromissos e arquivos guardados no Mobile Me. O mesmo acontece com os usuários do Android, que podem acessar todos os seus dados através do Gmail e do Google Docs, gratuitamente. 
Toda essa tecnologia surpreende e nos encanta a cada dia, facilita nossas vidas, nos aproxima de todos, diverte e traz informações fantásticas. Mas vale lembrar que quando cair a conexão, ainda teremos que saber contar aquela história para nosso filho, mostrar aquela foto ou vídeo legal de quando ele nasceu ou mesmo deixá-lo brincar com o vizinho, no caso, o amigo que não precisou ser adicionado. De uma forma ou de outra, tenhamos sempre à mão o que é realmente importante para nós.  (ANDRÉ ALMEIDA - O Tempo)
 
 
 
 
 

01.04 - iPad 2 é liberado para a venda no Brasil
A Anatel liberou o iPad 2 para a venda no Brasil. Segundo documento de liberação da agência publicado no site, as duas versões do tablet -com conexão à internet Wi-Fi e 3G- estão homologadas. Mesmo com a autorização das vendas do aparelho, não há previsão oficial de quando será o lançamento no país. (Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

30.03 - iPhone pode ajudar em atendimentos de emergência
Software usa algoritmos adultos e pediátricos para orientar os médicos. Download gratuito foi testado por um conselho médico britânico.
Um aplicativo para iPhone pode melhorar o rendimento de médicos em atendimentos de emergência. Numa pesquisa com situações simuladas, quem utilizou o iResus © apresentou resultados significantemente melhores que os dos médicos que não usaram. O estudo foi feito pelo Conselho de Reanimação do Reino Unido e publicado pela revista médica "Anaesthesia".
O software gratuito usa algoritmos adultos e pediátricos para dar aos usuários sugestões de como agir, de forma rápida e com fácil leitura.
Na pesquisa, 31 médicos com treinamento avançado em suporte à vida foram divididos em dois grupos; um deveria trabalhar com o aplicativo e o outro sem. Numa simulação, tiveram de atender a uma emergência de parada cardiorrespiratória acompanhados de um enfermeiro.
Eles foram avaliados num sistema que pontua a eficiência com notas de 0 a 100. Os que usaram o aplicativo atingiram, em média, 84,5 (variação entre 75,5 e 92,5), contra uma média de 72 (variação entre 62 e 87) entre os que não o utilizaram.
"Os médicos em nosso estudo acharam o aplicativo fácil de usar, sentiram que aumentaria a confiança deles em situações de estresse e disseram que gostariam de utilizá-los numa emergência clínica de verdade", contou o Dr. Daniel Low, anestesista que desenvolveu o aplicativo. (Portal G1)

30.03 - Geap: Usuários da telefonia móvel
Praticidade, comodidade e conforto. Esses alguns benefícios ofertados pelo GEAP Móvel, portal destinado aos usuários da telefonia móvel, criado especialmente para os assistidos da Fundação. Com o serviço, os beneficiários têm à disposição informações importantes de seu interesse.
É fácil utilizar a ferramenta, basta ter um aparelho celular em mãos. Na rua, na fila do banco, em qualquer lugar, o beneficiário terá acesso ao médico que deseja. Basta teclar o endereço m.geap.com.br e a página principal do GEAP Móvel aparecerá. Nela, o beneficiário encontra os links para as opções disponíveis, como: UTI VOLANTE, ENCONTRE SEU MÉDICO, GEAP NOS ESTADOS, NOTÍCIAS E EVENTOS. Em seguida, é só fazer uso do serviço desejado.
O sistema suporta diferentes tecnologias de acesso, via telefonia móvel, a internet e a diversidade de modelos de celulares comercializados. A tecnologia utilizada, o sinal e a cobertura na localidade definem a qualidade do acesso. O serviço também possui ausência de imagens e fotografias. O objetivo é reduzir a quantidade de caracteres transmitidos e permitir a utilização de aparelhos com baixa resolução gráfica. O custo do acesso é determinado pelos planos oferecidos via operadoras de telefonia celular.   (Geap)
 
 
 
 
 

28.03 - Internet em obras
Crescimento das conexões por computadores e celulares impulsiona mudanças no protocolo 
Criados em 1981, muito antes de a internet comercial ser popularizada, os endereços IPv4 estão se esgotando em todo o mundo.
Na época da criação do protocolo, a internet era restrita a instituições de pesquisas e poucos órgãos corporativos e, segundo especialistas, acreditava-se que ele seria suficiente para suportar a demanda de conexões por muitas décadas seguintes.
O ritmo de crescimento da internet no mundo -tanto em computadores tradicionais quanto no avanço da navegação por celular- acelerou o esgotamento do IPv4.
A situação mais crítica hoje é a da Ásia, que apresenta crescimento vertiginoso de usuários e tem estoque de endereços de conexão para apenas seis meses. Operadoras de telefonia e portais de conteúdo têm necessidade imediata de se preparar.
No Brasil, além de provedores fixos de internet, a adoção do IPv6 também desafia empresas de telefonia móvel que oferecem banda larga.
Segundo a Associação Brasileira de Telecomunicações, das cerca de 38 milhões de conexões de internet em banda larga, 63% ou 23,6 milhões, são móveis. O número representa crescimento de 82% até fevereiro.
Com 25 milhões de linhas com acesso à internet, a Vivo já fez testes com IPv6 e espera a implementação ao longo de 2011, assim como a Claro. A Oi diz que já oferece novas conexões em projetos especiais sob demanda e fará testes neste ano. A TIM não fez comentários. (CAMILA FUSCO - Folha de S.Paulo)

28.03 - Brasil corre para adotar novo padrão de internet
Formato IPv6 mobiliza empresas, mas apenas um quarto delas já se adaptou
Mudança acontece porque o número atual de códigos distribuídos pelos provedores está próximo de se esgotar 
Operadoras de telefonia e portais de conteúdo brasileiros correm contra o tempo para se preparar para o novo padrão mundial de navegação na internet.
Com o esgotamento dos endereços IP atuais -conjunto de números e códigos distribuídos pelos provedores no ato da conexão-, as empresas enfrentam o desafio de preparar sua infraestrutura para o novo padrão, previsto para vigorar em pouco mais de um ano.
Das 800 companhias que distribuem protocolos IP para os cerca de 75 milhões de internautas, apenas 200 estão preparadas para o novo formato, chamado IPv6.
"Temos 16 meses para aprontar toda a cadeia. O formato permitirá que novos internautas naveguem. Sem ele, a internet não cresce", diz Frederico Neves, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, que distribui os endereços no país.
Segundo Neves, esse é o tempo que deve durar o estoque do padrão atual, o IPv4, hoje com 25 milhões de endereços disponíveis para a América Latina. O Brasil vai consumir 50% desse volume.
A primeira ponta da preparação para o novo formato de endereços vem das empresas provedoras de acesso à internet, com instalação de equipamentos e treinamentos.
Embora não confirmem números, as operadoras não devem gastar pouco. Os esforços de preparação da rede, segundo estimativas de órgãos americanos para países emergentes, devem custar cerca de US$ 1 bilhão.
A Telefônica afirmou que começou a implantar IPv6 em 2011 e a expectativa é preparar a rede em até dois anos. Hoje a operadora tem 3,3 milhões de usuários do Speedy e beira 300 mil endereços de redes corporativas.
"São necessários novos sistemas, alterações de configuração e até equipamentos para chegar até a distribuição do IPv6 ao usuário", diz o diretor Ari Falarini.
Já a Net informou que estuda e testa o IPv6 desde 2008. GVT e Embratel disseram estar se preparando.
PORTAIS
Ao lado dos provedores de acesso, estão os portais que compõem a internet com textos, fotos e vídeos. Como o padrão IPv6 é diferente do atual, todo o conteúdo precisará ser adaptado. Isso é feito sobretudo por meio de configurações, software e equipamentos de redes.
"É um projeto extenso que lembra o bug do milênio", afirma Enildo Barros, diretor de engenharia e infraestrutura do UOL, portal controlado pela Folhapar, integrante do Grupo Folha, que publica a Folha e o "Agora".
Na ocasião do bug do milênio, houve a preparação dos computadores corporativos para, entre outras coisas, "compreender" o novo milênio e os dígitos do ano 2000 e continuarem trabalhando.
Segundo o executivo, a preparação envolve migração de sistemas e servidores. Há dois anos a empresa vem trabalhando no protocolo e, hoje, mapeia a infraestrutura que determinará as aquisições de equipamentos.
O Terra há dois anos prepara o portal. "Teremos um equipamento que identifica o endereço do usuário e entrega o conteúdo em IPv4 ou em IPv6", afirma Ruy Neto, gerente de tecnologia.
O iG informou que em um mês publicará os principais conteúdos no novo formato.
O padrão IPv4 rendeu cerca de 4,3 bilhões de endereços. O novo padrão permitirá a conexão de centenas de vezes mais pessoas (39 seguido de 37 zeros).  (CAMILA FUSCO - Folha de S.Paulo)

28.03 - Tecnologia prenuncia a era da "internet das coisas"
Aqueles a quem os deuses desejam destruir são primeiro levados a se encantar com sua própria engenhosidade. Basta observar o entusiasmo com relação à "internet das coisas". Estamos avançando de uma era na qual a rede conectava seres humanos para uma era na qual a maioria dos nós encaminhará a impressoras, câmeras, sistemas de monitoração e eletrodomésticos (sim, até a humilde torradeira). 
Duas forças impulsionam essa tendência. A primeira é que sensores e sistemas de acionamento mecânico são incorporados com frequência cada vez maior a objetos. 
O segundo fator é que agora dispomos de endereços de internet em número suficiente para que cada objeto no planeta tenha o seu próprio. 
Originalmente, os endereços IP tinham 32 bits de extensão, o que significava que o número máximo de endereços era de pouco menos de 4,3 bilhões. Agora, uma nova convenção de endereçamento, conhecida como IPv6, está sendo adotada e utiliza endereços com 128 bits. 
Isso significa que o número máximo de endereços únicos disponíveis seria equivalente a 34 seguido de 38 zeros (34 mil milhões de bilhões). 
Em todos os países industrializados, as distribuidoras de energia começam a instalar relógios de luz "inteligentes", dotados de um botão de liga/desliga que poderá ser acionado remotamente. 
O propósito é permitir impor aos caloteiros um modelo pré-pago de fornecimento. 
Mas outros usos incluiriam impor cortes de energia forçados, caso a oferta não acompanhe a procura. 
A indústria automobilística é outro caso de mania de rede. O mais recente Mercedes classe S opera com mais de 20 milhões de linhas de código de computação e contém quase tantos computadores incorporados quanto um Airbus-A380. 
O nirvana tecnológico emergente acarreta dois problemas. O primeiro é que todos os programas de computador têm falhas. Mas a maior ameaça vem da corrida insensata para integrar tudo em redes porque, assim que algo está conectado à internet, torna-se vulnerável. 
Para os especialistas em guerra cibernética, por exemplo, o ataque ideal a um país alvo é cortar o fornecimento de energia. 
Como afirmaram dois especialistas em segurança da computação em um estudo recente, "quando a eletricidade para, em breve tudo mais também o faz. Até agora, a única maneira plausível de fazê-lo era realizar ataques contra instalações-chave de geração, transmissão e distribuição de energia, cada vez mais bem defendidas. Os relógios de luz inteligentes mudam o jogo". 
Quanto aos automóveis, na semana passada cientistas da computação norte-americanos revelaram que conseguiram assumir o controle de veículos por meio de redes sem fio. 
A deliciosa ironia é que as conclusões foram apresentadas em reunião do Comitê Universitário Nacional de Controles Eletrônicos para Veículos e Aceleração Involuntária, formado em parte como resposta ao escândalo surgido no ano passado pelos supostos problemas nos freios de carros Toyota. 
Bem-vindos à internet das coisas.   (JOHN NAUGHTON - Guardian, tradução de PAULO MIGLIACCI - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

21.03 - 74 milhões de brasileiros conectados à internet
O Brasil alcançou 73,9 milhões de pessoas que navegam na internet, considerando o acesso por meio dos mais diferentes ambientes (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais). 
Segundo levantamento do Ibope Nielsen Online, o número corresponde ao quarto trimestre do ano passado e aponta crescimento de 9,6% em relação aos 67,5 milhões do mesmo período de 2009.
A taxa de crescimento é maior para os acessos residenciais e no ambiente de trabalho. O total de pessoas com acesso em pelo menos um desses dois ambientes chegou a 56 milhões em fevereiro de 2010, o que significou um crescimento de 19,2% sobre os 47 milhões do mesmo mês do ano anterior.
O total de pessoas que moram em domicílios com acesso à internet cresceu 24% nesse período e já é de 52,8 milhões, segundo o Ibope Nielsen Online. (Brasil Econômico)
 
 
 
 
 

18.03 - Internet chega a 73,9 milhões de pessoas no Brasil 
O número de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, LAN houses ou outros locais) atingiu 73,9 milhões no quarto trimestre de 2010, segundo o Ibope Nielsen Online. 
O número representou um crescimento de 9,6% em relação aos 67,5 milhões do quarto trimestre de 2009, segundo dados divulgados pelo instituto nesta sexta-feira. 
No que se refere ao acesso mensal em fevereiro deste ano, o Ibope informou que "o acesso à internet no trabalho e em domicílios vem crescendo ainda mais. O total de pessoas com acesso em pelo menos um desses dois ambientes chegou a 56 milhões em fevereiro de 2011, o que significou um crescimento de 19,2% sobre os 47 milhões do mesmo mês do ano anterior." 
O total de usuários que moram em domicílios com acesso à internet cresceu 24% nesse período --já é de 52,8 milhões. 
O Ibope informa ainda que das 56 milhões de pessoas que têm acesso à rede no trabalho ou em residências, 41,4 milhões foram usuárias ativas em fevereiro --o que significou uma diminuição de 3,3% em relação a janeiro e um crescimento de 12,7% na comparação com os 36,7 milhões de fevereiro de 2010. 
CONTROVÉRSIA 
Embora o crescimento do número de internautas seja favorável, a internet brasileira não está preparada para suportar as exigências atuais dos internautas, de acordo com um relatório divulgado pela Cisco no ano passado. 
A pesquisa "A Qualidade da Internet", feita pela Universidade de Oxford (Reino Unido) e pela Universidade de Oviedo (Espanha) com apoio da Cisco, empresa que fabrica equipamentos que conectam os computadores à rede, revelou que embora o Brasil tenha feito avanços para aumentar o número de domicílios conectados, a qualidade das conexões está abaixo da média.
Hoje, para que um internauta navegue e realize suas tarefas (trocar e-mails, baixar arquivos, assistir a vídeos, entre outras), as velocidades médias precisam ser de 3,75 Mbps (megabits por segundo) para o download (quando se baixa arquivos ou se acessa um site qualquer) e de 1 Mbps para o upload (quando se envia algo, e-mail ou mensagem instantânea). 
O tempo de resposta (entre dar o comando e perceber que ele foi obedecido) não pode ser superior a 95 milésimos de segundo, segundo a pesquisa. 
Em Fortaleza, apontada como a cidade brasileira com a melhor qualidade de internet, a velocidade de download auferida foi de 4,3 Mbps, ante 570 Kbps (kilobits por segundo) de upload. O tempo de resposta ficou em 114 milésimos de segundo. 
A pesquisa indica que, nos próximos cinco anos, os internautas estarão consumindo mais capacidade de rede porque assistirão a vídeos sob demanda e farão videoconferências, entre outras aplicações sofisticadas. 
Por isso, os especialistas estimam que, até 2015, um domicílio estará consumindo 500 GBytes mensalmente, ante os atuais 20 GB.
Para dar conta dessa quantidade de dados trocados via internet, será preciso investir mais para que as redes ofereçam velocidades de download de 11,25 Mbps e de 5 Mbps de upload com uma resposta de 60 milésimos de segundo. 
MUNDO 
Só 38 cidades no mundo já estão preparadas para essa nova fase --nenhuma no Brasil. No total, foram monitorados domicílios em 239 cidades e 72 países. 
A Coreia do Sul continua liderando a lista de países líderes em internet, seguida por Hong Kong e Japão. O Brasil ocupa a 38ª colocação. Esteve na 41ª, em 2009, e na 36ª, em 2008.   (Folhapress)
 
 
 
 
 

14.03 - ANS lança novo portal corporativo
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lança em 15 de março o seu novo portal corporativo. Com navegação simplificada e linguagem mais acessível, é um presente aos usuários no Dia Mundial dos Direitos do Consumidor: um portal mais claro, amigável e com maior destaque aos serviços disponíveis para o cidadão.
A reformulação da principal ferramenta de comunicação da ANS teve início em 2009 e contou com o envolvimento de toda a instituição. Um comitê formado por diversos setores da Agência coordenou o trabalho. O novo portal foi desenvolvido em gerenciador de conteúdo gratuito (software livre) e cumpre recomendações de acessibilidade do Programa de Governo Eletrônico Brasileiro (E-Gov).
“Entendemos esse novo portal como um case de gestão do governo federal, pois é resultado de pesquisas com todos os perfis de usuários. A ANS ouviu seus clientes e vai continuar ouvindo, pois esse é um processo contínuo”, ressalta o Secretário-Geral da Agência e coordenador do comitê do portal, Bruno Sobral.
Entre as principais novidades estão:
· áreas destinadas aos dois principais públicos da ANS: consumidores e operadoras de planos de saúde;
· possibilidade de assinatura de conteúdos;
· compilação de toda a legislação do setor, com as referências de alterações e revogações marcadas no texto;
· acesso facilitado a perguntas frequentes e aos canais de atendimento da Agência;
· layout mais dinâmico com fotos em rotação automática na página inicial;
· acesso rápido às áreas que apareceram como de maior interesse pelos públicos nas pesquisas realizadas.
Pesquisas e testes foram a base da reformulação
O projeto de reformulação do portal da ANS foi desenvolvido com reuniões periódicas e muita pesquisa: acompanhamento de métricas, testes presenciais e remotos de navegação.
Uma das técnicas presenciais utilizadas para melhor compreensão do ponto de vista do usuário foi o card sorting, método que observa como o público-alvo organiza, por meio de cartões, as informações da forma mais adequada para ele. Dessa maneira, é possível considerar no portal a lógica de quem o acessa.
Testes de usabilidade foram feitos com frequentadores do Procon do Rio de Janeiro, representantes de operadoras de planos de saúde e de prestadores de serviços de saúde, além de servidores da própria ANS. Na imagem abaixo, a cor vermelha indica a área mais clicada pelos usuários quando solicitados a encontrar a seção de Consultas Públicas.
O resultado desse esforço estará à disposição de todos, a partir de 15 de março de 2011, em www.ans.gov.br, num processo contínuo de aprimoramento.
Boa navegação!  (ANS)
 
 
 
 

28.02 - Telemedicina, uma realidade brasileira
A telemedicina auxiliou o socorro nas recentes chuvas na região serrana do Estado do Rio. Equipes médicas na capital treinaram via teleconferência os grupos médicos, de saúde e o voluntariado sitiados na serra. A ajuda remota foi importante para o enfrentamento da situação crítica utilizando computadores ou o celular. É o mundo globalizado, com comunicação em tempo real, presente também na medicina. Episódios como esse mostram como a tecnologia está se tornando parte importante do cotidiano em algumas especialidades médicas no país - como a telerradiologia, a telecardiologia, a teledermatologia e a teleoftalmologia. Na telerradiologia, por exemplo, existem soluções para a digitalização e envio de imagens desenvolvidas por pesquisadores brasileiros. Não poderia ser diferente. O Brasil é um país com características geográficas e demográficas adversas. Por isso, a incorporação da telemedicina no cotidiano pode modificar o atendimento à população. Hoje, um paciente com sintomas de tuberculose, doença altamente contagiosa, pode ter digitalizada sua radiografia convencional do tórax realizada no interior de um barco no rio Amazonas, e obter o laudo de um médico radiologista na cidade do Rio de forma rápida, segura e respeitando as normas éticas na relação médico-paciente.
Não por acaso, o Conselho Federal de Medicina está atento a esta nova forma de trabalho. A internet é um meio para a troca  de informações médicas, pela possibilidade de uma segunda opinião à distância para fechar um diagnóstico preciso. Também leva o conhecimento atualizado ao profissional geograficamente afastado. Mas cabe ressaltar que a relação médico-paciente não é perdida com a utilização da telemedicina: o médico que atende o paciente ainda é o responsável por ele. O que muda é forma de trabalho entre os médicos, que podem ter consultoria especializada sem deslocamentos.
Felizmente, esse é um caminho sem volta. No Congresso Mundial de Telessaúde, realizado na Austrália recentemente, inúmeras perspectivas tecnológicas foram demonstradas, com ênfase na utilização da mobilidade. Há uma tendência para armazenar imagens e dados do paciente em seu próprio celular. Assim, no caso de um infarto agudo, a equipe médica local pode ter acesso via celular a todos os dados clínicos do paciente e enviar imediatamente o respectivo eletrocardiograma para o laudo à distância.
Além disso, será possível interagir com um especialista por teleconferência para a definição do melhor atendimento.
É uma bela perspectiva.  (Alexandra Monteiro - Portal G1)

28.02 - Internet e a saúde da mulher
Em seu famoso livro “Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus”, John Gray  sustenta que o comportamento já vem codificado nos cromossomas:  homens se retiram para “suas cavernas” para resolverem problemas, enquanto mulheres “se reúnem e conversam abertamente”.
Homens são diferentes de mulheres. A mulher entra no elevador, aperta o botão do décimo andar e antes de chegar ao destino, já está conversando animadamente com outra mulher e descobrindo um novo restaurante nas redondezas. O homem entra no elevador e fica olhando para o piso ou para o relógio.
Mulheres adoram fazer contatos, se relacionar, perguntar, responder. Mulheres costumam ir ao médico com mais freqüência que homens. Cuidado: nem todas as mulheres são assim, e quando se trata de saúde, 82% das mulheres sentem-se desconfortáveis para discutir o assunto com familiares e amigos. Por motivos variados, também não procuram imediatamente o médico para conversar. Diante da necessidade da troca de informações, surgiu então uma forma alternativa de comunicação, a Internet, oferecendo um canal impessoal e ilimitado de consultas.
O assunto saúde está aumentando a cada dia sua participação na internet, visto que o “Dr Google” atende seus pacientes com uma presteza de dar inveja à qualquer médico. Entretanto, fica devendo no quesito eficiência, pois a maioria dos sites e assuntos  postados na internet não possui uma veracidade comprovada dos fatos, nem uma atualização constante, o que constitui um perigo iminente.  Navegar buscando relacionar sintomas com diagnóstico e tratamento é um procedimento que está se tornando usual na web, mas que para leigos em medicina, tem um risco enorme de erro.
Apesar disto, pesquisas recentes demonstram que 49 % das mulheres antes de procurarem o médico procuram a internet para investigar questões de saúde. Faz parte da sua natureza. Precisam estar informadas e preparadas para a consulta médica, pois são elas que compram ou influenciam a aquisição de 80 por cento de todas as mercadorias de consumo. Isto inclui 75 % dos remédios vendidos em farmácias. As mulheres também influem em 80 % das decisões de cuidados com a saúde.
Imagine agora se os sites fossem seguros, fáceis de navegar, confiáveis e dirigidos às mulheres.  Transparentes, mostrando tudo sobre a empresa ou produto, inclusive as falibilidades. Imagine o percentual que atingiriam as vendas. Mulheres gostam de tudo às claras, querem saber não apenas da marca, mas o que está por trás da marca. O valor do produto ou serviço interessa, mas o posicionamento da empresa também é importante: comportamento ambiental, ética dos administradores, tratamento dispensado aos funcionários, origem e o destino do material utilizado e até mesmo o número de mulheres que ocupam cargos executivos.
A necessidade de conversar sobre saúde e a dependência da web para mulheres realizarem esses contatos é um fato. Estratégias de comunicação podem ser desenvolvidas no sentido de deixá-las tranqüilas sobre o conteúdo, clareza e idoneidade das informações, porém mais importante do que isto, talvez seja a facilidade de acesso e retorno de informações solicitadas bem como uma identificação da empresa com a saúde da mulher e sua atuação na comunidade.
Afinal de contas, junto a uma grande mulher, sempre existe uma ótima oportunidade de sucesso. Enfim, não sejam apenas mais uma gota no oceano onde as mulheres navegam, sejam as águas límpidas onde elas vão querer mergulhar.   (Ildo Meyer - Saúde Business Web)
 
 
 
 
 

14.02 - Intel amplia portfólio e anuncia novidades para 2011
A Intel Corporation anunciou nesta segunda (14) os avanços em seu portfólio de soluções de mobilidade, que englobam as áreas de hardware, software e conectividade, incluindo os testes do “Medfield”, o chip para telefones da empresa fabricado com o processo tecnológico de 32nm. 
A empresa também anunciou a aceleração das plataformas LTE, uma nova experiência de usuário com tablets e MeeGo, a aquisição da Silicon Hive, e inúmeros novos investimentos em mobilidade e ferramentas de desenvolvimento de software para auxiliar no fornecimento das melhores experiências com dispositivos baseados na arquitetura Intel e equipados com diferentes sistemas operacionais. 
Além disso, vai acelerar os planos para se tornar a arquitetura de processador preferida para diversos segmentos de mercado e dispositivos – netbooks e notebooks, carros, smartphones, tablets e TVs inteligentes – ao mesmo tempo em que atende as crescentes necessidades dos fabricantes de dispositivos, provedores de serviços, desenvolvedores de software e consumidores de todo o mundo. “A Internet móvel, com toda a sua complexidade, apresenta grandes oportunidades e perspectivas de crescimento para a indústria como um todo”, declarou Anand Chandrasekher, vice-presidente da Intel e gerente geral do Grupo de Ultra Mobilidade da Intel. 
Entre os negócios previstos para 2011, a Intel Mobile Coomunications (IMC) espera testar no segundo semestre sua primeira solução multi-modo (LTE/3G/2G) compacta, de baixo consumo verdadeiramente global. A IMC também já está fabricando a menor solução HSPA+ totalmente integrada do mundo, com velocidades reais de 21 Mbps de downlink e 11.5 Mbps de uplink para dispositivos de tamanho reduzido, além de anunciar uma nova plataforma com suporte para operação Dual-Sim Dual-Standby (DSDS) para o emergente segmento de mercado Dual SIM. 
Ampliando as capacidades de silício da Intel, a empresa anunciou que está testando o seu chip para celulares “Medfield” de 32nm com os clientes. O “Medfield” deverá ser lançado ainda nesse ano e ampliará os benefícios de desempenho da arquitetura Intel com essa solução de baixo consumo projetada especificamente para o segmento de mercado de smartphones.
Outra aquisição da Silicon Hive, uma empresa do portfólio da Intel Capital, que traz a melhor tecnologia multimídia para o processamento de vídeos e fotos, bem como compiladores e ferramentas de software para o portfólio do processador Intel Atom. As capacidades da Silicon Hive auxiliarão no fornecimento de SoCs mais diferenciados, baseados no Intel Atom, à medida que imagens e conteúdos multimídia crescem de importância para os segmentos de dispositivos móveis e inteligentes. 
Avanços de Software 
Para ampliar o desenvolvimento de plataformas flexíveis, de código aberto, e aplicativos para todos os dispositivos móveis, a Intel demonstrou uma atraente experiência para o usuário com o MeeGo em tablets, que será disponibilizada por meio do Programa para Desenvolvedores Intel AppUp. A experiência para o usuário com o MeeGo em tablets conta com uma interface intuitiva orientada para objetos com painéis para demonstrar conteúdo e contatos – acesso rápido aos consumidores, facilitando seu estilo de vida digital: redes sociais, pessoas, vídeos e fotos.
A experiência para o usuário com o MeeGo em tablets está exposta no Pavilhão MeeGo no Congresso Mundial de Mobilidade.  (Executivos Financeiros)
 
 
 
 

10.02 - Fundação Cesp: Novo gerente executivo de TI
A Fundação Cesp, anunciou ontem a contratação de Julio Lapidus para o cargo de gerente executivo de Tecnologia da Informação.
O executivo que já passou pela Câmara Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), BrasilPrev, o Unibanco e o Banco Nacional, tem mais de 17 anos de experiência na área de TI, com especialização em planejamento, estruturação e gestão de TI.
A Fundação é o maior fundo de pensão patrocinado por empresas da iniciativa privada do país, de acordo com dados da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Com recursos da ordem de R$ 18 bilhões, ocupa a quarta posição no ranking geral do setor por ativos de investimento.  (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

08.02 - Positivo Informática nega venda de controle acionário 
A Positivo Informática divulgou novo comunicado ao mercado através da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) negando a venda do controle da empresa.
O primeiro comunicado foi divulgado em janeiro desse ano, logo depois dos rumores na imprensa sobre a suposta negociação para a venda do controle da empresa. Os dois textos foram assinados pelo vice-presidente financeiro da Positivo, Ariel Leonardo Szwarc.
A chinesa Lenovo, fabricante de computadores, não nega o interesse na Positivo Informática. (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

07.02 - SP: Pacientes do SUS -  Resultados pela internet
Laudos online dos exames de imagem e laboratoriais estarão disponíveis no AME de Heliópolis
Os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) de São Paulo, agora, podem retirar resultados de exames pela internet.
Os pacientes atendidos no Ambulatório Médico de Especialidades (AME) "Dr. Luiz Roberto Barradas Barata", em Heliópolis, podem retirar, via computador, os laudos online dos exames de imagem e laboratoriais. Por mês são realizados na unidade mais de 30 mil exames na unidade.
É possível obter pelo portal do AME, mediante número de protocolo e senha, resultados de exames de urina e sangue e outros de apoio diagnóstico como ecocardiograma, endoscopia, ressonância magnética, tomografia computadorizada e teste ergométrico, entre outros.
O AME Heliópolis, o maior dos 37 em funcionamento no Estado, é referência principalmente para os bairros da Moóca, Aricanduva, Ipiranga, Sacomã, Penha, Vila Prudente, Sapopemba, Vila Mariana e Jabaquara. Para exames de imagem a unidade também recebe pacientes da região metropolitana e algumas cidades do interior.  (Saúde Business Web)
 
 
 
 
 
 

04.02 - Base de dados: a vital importância da validação
O primeiro passo: Identificando o cliente - Capturando dados consistentes e úteis a organização
Não é de hoje que as empresas deixam de dar a devida atenção ao cadastro de um novo cliente ou então em atualizar e/ou enriquecer o seu banco de dados, no momento em que há uma nova oportunidade de contato.
Em nossa rotina, ao conhecermos e nos apresentarmos a uma nova pessoa, informamos o nosso nome, em alguns casos, até o que fazemos comercialmente. Nas relações comerciais, entre cliente e empresa não é diferente, é fundamental que ambos se apresentem.
O processo de cadastro de um novo cliente é onde nasce a informação e é o momento ideal para as organizações identificarem as pessoas ou as empresas com quem estão iniciando uma relação comercial. 
Identificando o cliente
A primeira etapa para qualquer empresa que deseja começar a desenvolver uma estratégia de comunicação dirigida, ou de CRM, é identificar o seu cliente e criar um banco de dados com os mesmos.
A identificação de um cliente, passa inicialmente pela definição de quais informações cadastrais serão coletadas em decorrência da sua utilidade para as organizações. 
A definição de quais dados se obter pode levar a dois caminhos:
Simplista - possibilita em alguns casos o cadastro de poucos dados, nome e email como, por exemplo, em formulários na web. Deixar nas mãos do cliente a decisão do que deseja informar pode ser uma estratégia que não vai ao encontro das necessidades posteriores da marca. O ideal é permitir o cadastramento unicamente de clientes que desejam se relacionar com a empresa e estão dispostos a informar o cadastro correto. Por isso a importância de se utilizar as regras de consistência de entrada de informações.
Complexa – nesse caso, o número de informações solicitadas torna-se um inibidor de cadastro ao cliente. Ele sofre só de ver a quantidade de informações que deverá preencher ou fornecer para efetuar o seu cadastro e às vezes desiste. Claro que existem casos, como a solicitação de um visto Americano, que é necessário, mas nos deparamos com situações de empresas que solicitam o número do passaporte, sem que você entenda, qual a finalidade dessa informação para aquela empresa.
Uma das principais chaves de identificação de um cliente é o CPF ou o CNPJ. Algumas empresas deixam de solicitar esse atributo. Se houver oportunidade, inclua essa opção no cadastro. Claro, para aqueles clientes que estão interessados em receber somente uma newsletter não será necessário solicitar esse atributo. Ambos são atributos necessários para verificar se o registro já existe na base de dados, ou mesmo posteriormente para ser utilizado no enriquecimento da base de dados com atributos como, por exemplo: data de nascimento, renda, profissão, classe social, telefones, email etc através de empresas de birô de informações. Ou então realizar uma ação de co-brand, onde existe a necessidade de cruzar dois ou mais bancos de dados de empresas parceiras. Sem essa chave, o trabalho se torna oneroso tanto em tempo, quanto em custos às mesmas e, muitas vezes, inviabilizando o projeto.
Principalmente em São Paulo com a nota fiscal eletrônica, cada vez mais os consumidores estão solicitando a inclusão do seu CPF na nota fiscal, passando a adquirir o hábito em fornecer essa informação às empresas para qualquer que seja a natureza de negócio e, nesse sentido, por que não fornecer a empresas onde se tem o interesse em se cadastrar? Em pouco tempo a lei de nota fiscal Paulista será estendida a outros estados.
O importante é solicitar ao cliente o que realmente é relevante à empresa e que ele perceba valor no que está informando. Se ele disponibilizou o email é porque deseja receber informações relevantes da empresa por esse canal.
Após a definição de quais dados cadastrais serão capturados, o próximo passo é adotar soluções que permitam certificar-se da qualidade e da integridade dos dados que serão coletados, ou seja, se a informação recebida contém os dados desejados e se é exatamente a mesma que será colocada à disposição da empresa.
E, nesse sentido, a integridade da informação é fundamental para o êxito da comunicação e do relacionamento entre clientes e empresas. Quanto mais atualizado estiver seu banco de dados, maior é a chance de retorno sobre o investimento.   (Arthur Guitarrari - Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

03.02 - Eficiência da TUSS depende de boa infraestrutura de TI
Para especialista, integração entre sistemas tabelas dificulta a manutenção dos softwares e atualização de códigos
Possuir uma infraestrutura de TI adequada é um dos requisitos necessários para que uma instituição de saúde possa utilizar de forma eficiente a nova Terminologia Unificada em Saúde Suplementar (TUSS). "O ideal seria que todos os sistemas que trabalham com terminologias em saúde tenham essas terminologias desacopladas dos programas, ou seja, quanto mais isoladas elas estiverem melhor para a absorção das tecnologias e manutenção dos códigos", afirmou a coordenadora do grupo de estudos de terminologia da ABNT, Rigoleta Dutra, durante o II implanta TUSS, promovido pela comissão de estudo técnico TISS e o Instituto HL7 Brasil e pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).
Segundo Rigoleta, além as dificuldades técnicas, a integração das terminologias com a base de dados dos sistemas pode onerar as instituições de saúde. "Se o software estiver acoplado às terminologias o sistema torna-se cada vez mais complexo e difícil de migrar para novos códigos, além de consumir mais recursos financeiros e mão de obra que poderia ser direcionada a outras áreas do hospital, por exemplo,".
Para desenvolver as melhores práticas e métodos para implementar a TUSS, o Brasil vem atuando a quatro anos em comitês internacionais de estudos. Um dos grupos do qual o País faz parte é o comitê ISO TC 215 de padrões para informática em saúde representada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Os trabalhos realizados pelo grupo já renderam duas novas normas, a primeira destinada a apresentar os requisitos para se constituir um Registro Eletrônico de Saúde (RES) e a outra especificando como dever ser feita a arquitetura da informação do RES.  (Guilherme Batimarchi - Saúde Business Web)
 
 
 
 
 

02.02 - Vírus de computador completa 25 anos com foco no dinheiro
Cibercriminosos, que antes buscavam a fama, agora querem roubar dados para vender
Ao longo dos anos, ataques virtuais também forçaram mudanças na indústria de computadores 
Antes era pela fama, depois virou uma forma de negócio bastante lucrativa.
Desde o nascimento do primeiro vírus para PC, há 25 anos, as ameaças virtuais já passaram por mudanças de mentalidade e alvos e afetaram a indústria dos computadores permanentemente.
No começo, o objetivo de tentar invadir um computador era o desafio, o desejo de ser reconhecido como gênio da programação. "Em geral, [os vírus] travavam máquinas e infernizavam a vida do usuário", conta Fabiano Tricarico, da Symantec.
"CAUSA NOBRE"
O primeiro vírus para PC era quase que voltado para uma "causa nobre". Os irmãos Basit e Amjad Farooq Alvi criaram o Brain, em 1986, para infectar máquinas que tivessem versões piratas de seu software. O programa mostrava uma mensagem que orientava o infectado a procurar os irmãos Alvi para destravar a máquina.
Naquela época, o principal meio usado para a distribuição dos vírus era o disquete -acessório hoje praticamente extinto. Logo no começo, os principais alvos das ameaças virtuais eram as empresas, já que ter um computador ainda era caro.
Em 1998, foi registrado um vírus que alteraria a indústria de computadores. O Chernobyl foi a primeira praga que danificava o hardware da máquina -após uma infecção, o computador não poderia mais ser usado. A indústria teve que se adaptar para evitar que isso ocorresse novamente, diz Fábio Assolini, analista da Kaspersky.
VIRADAS
Ele conta que o final da década de 1990 marcou a virada de alvo do cibercrime: os primeiros grandes worms estavam sendo feitos para atacar o usuário final, já que os computadores haviam se espalhado pelas residências. Com o aumento do uso da internet, também era possível apelar para a rede para a disseminação da praga -o e-mail virou a ferramenta favorita dos piratas.
No início dos anos 2000, outra mudança forçaria a indústria a se adaptar: "O [worm] Blaster atacou máquinas se aproveitando de vulnerabilidades do Windows, e a Microsoft teve que fazer mudanças profundas no sistema", diz Assolini. Até hoje, vulnerabilidades dos sistemas são usadas como porta de entrada de ataques.
Nesse meio tempo, a mentalidade dos cibercriminosos foi mudando. "Hoje o foco é obter informações que valham dinheiro, como o número de cartão de crédito e dados pessoais do usuário", afirma Tricarico.
O trabalho também se tornou mais organizado, segundo ele. "Um grupo desenvolve pragas, outro compra a praga e obtém a informação do usuário e vende adiante para um terceiro grupo, que executa o roubo", relata o representante da Symantec.  (AMANDA DEMETRIO - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

01.02 - Microsoft alerta para falha no Windows que pode afetar 900 mi de usuários
A Microsoft emitiu nesta semana um alerta sobre falha de segurança em todas as versões do Windows. O defeito estaria relacionado à forma como o navegador lida com páginas e documentos na rede, e poderia afetar 900 milhões de usuários do Internet Explorer. A falha foi classificada como “muito séria” e poderia ser explorada por hackers para roubar dados pessoais ou assumir o controle de computadores.
A Microsoft afirmou admitir a seriedade do problema, mas negou que haja evidências de que a falha já tenha sido explorada por criminosos. Ao clicar em um link, a brecha permitiria rodar scripts maliciosos capazes de roubar dados pessoais. O problema afeta todas as versões do sistema operacional utilizadas atualmente, como Windows XP (SP3), Windows Vista, Windows 7, Windows Server 2003 e Windows Server 2008 (R2).
A empresa disse trabalhar em uma solução para resolver o problema, e anunciou um “patch” de segurança para proteger o IE, disponível no atalho ao final. Os navegadores Firefox, Google Chrome e Safari não seriam afetados pela ameaça, pois arquivos MHTML. 
Links relacionados: 
tinyurl.com/6kpwn6x   (Executivos Financeiros)

01.02 - Segurança da informação: a mobilidade e o novo paradigma da proteção de dados
Antigamente para estar disponível um executivo precisava apenas de um celular para receber chamadas. Com o avanço da tecnologia móvel, a disponibilidade vai muito além de atender ligações: envolve o acesso à Internet, aos sistemas corporativos, à informações e comunicação em tempo real. 
Além dos Laptops, dispositivos como smartphones, tablets iPhones, Pen-drives e Modems USB permitem que os usuários corporativos carreguem seus dados e se comuniquem em qualquer lugar e a qualquer hora, contribuindo para o aumento da produtividade e eficiência dos processos empresariais. 
Assim como os benefícios trazidos pelas novas tecnologias, os riscos associados ao armazenamento portátil de dados e dispositivos móveis podem ser significativos ainda mais por que dispositivos como estes, por questões de comodidade e funcionalidade são frequentemente utilizados para interesses pessoais. 
Imagine um dispositivo contendo dados confidenciais que compartilha arquivos com o PC doméstico, acessa redes sociais como linked-in, facebook e twitter e que é utilizado para exibir fotos em uma TV de última geração que por sua vez também está conectada à internet. 
Além disso, para exibir informações em tempo real, muitas vezes os aplicativos instalados nos dispositivos móveis possuem mecanismos de sincronização e logon automático em sistemas corporativos. Isto aumenta mais ainda o interesse dos hackers pela utilização destes dispositivos como porta de entrada para as redes corporativas. Com a proliferação dos dispositivos móveis, a tradicional idéia de segurança de perímetro tende a desaparecer. Os dispositivos de firewall deixam de ser a última fronteira entre um ambiente seguro e um ambiente hostil. 
A transmissão e circulação de informações entre dispositivos móveis, a web a as redes sociais, está exigindo que cada dia mais, os CIOs coloquem a segurança da informação na ponta dos orçamentos. E a complexidade do cenário não termina aí.
As vulnerabilidades, como sempre, não estão apenas nas tecnologias mas também na conduta das pessoas envolvidas nos processos. O fator humano continua sendo um desafio para a segurança e a criação de políticas de uso aceitável de recursos tem um papel importante ao se abordar a questão. Os dispositivos móveis e a convergência de funcionalidades oferecidas pelos fabricantes, favorecem seu uso compartilhando para fins pessoais e corporativos tornando-se mais um item a ser endereçado.
A tendência natural do ser humano é procurar alternativas de acesso ao se deparar com algum tipo de restrição, desta forma invariavelmente encontraremos funcionários tentando burlar (ou burlando) a política de segurança, mas é fato, que ela deve existir e o colaborador deve ser avisado sobre o assunto. Tê-lo ao lado da empresa é a melhor forma de se proteger. 
Uma vez que a companhia tem dados importantes circulando nesses dispositivos, sua perda também passa a ser uma grande dor de cabeça, pois o apelo da portabilidade e mobilidade faz com que sejam cada vez menores e fáceis de serem perdidos. Já não são raros os casos de perdas de notebooks, e smartphones em taxis, saguões de aeroportos entre outros locais de grande circulação. Uma empresa até pode ter o controle do que o colaborador acessa, mas não pode impedir a perda de um aparelho, logo precisa buscar alternativas tecnológicas para isto, ou os danos podem ser irreparáveis. 
O avanço da tecnologia móvel é contínuo, impossível de se analisar o quanto ainda há de espaço para crescer. Somente no mês de dezembro de 2010, uma única operadora arrematou 11 dos 18 lotes do leilão da ANATEL para a Banda H de freqüência de 3G no Brasil. Com isso, foram inclusos a cobertura ainda mais freqüente para a capital de São Paulo, além de cidades do interior do Estado paulista, e municípios do Amazonas, do Amapá, do Pará, do Maranhão e de Roraima. É a tecnologia chegando aonde a gente nunca imaginava. O crescimento é dado a um passo largo, e a segurança deve acompanhar.
Em um cenário cada vez mais competitivo, onde gigantes do desenvolvimento de software brigam pela hegemonia no mercado de dispositivos móveis lançando novas funcionalidades e “facilidades”, não é difícil imaginar as infinitas possibilidades para o acesso à informação e conectividade a serem disponibilizadas. 
Em 2011, esperamos que as empresas desenvolvedoras de soluções aprimorem ainda mais suas tecnologias para que a segurança vá além dos limites da rede corporativa, que hoje ainda podemos chamar de “rede interna”. O paradigma da proteção baseada em perímetro já não satisfaz as necessidades atuais de negócio de forma eficiente. As tecnologias de segurança devem cada vez mais se voltar para a autenticação de usuários e dispositivos conectados à rede, ao monitoramento e à mecanismos de proteção da informação em si, não importando onde ela esteja.    (Júlio Graziano Pontes - Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

31.01 - Positivo encerra 2010 com volume recorde de vendas
A Positivo Informática encerrou o ano passado com um aumento de 7,1% na receita líquida, que somou R$ 2,3 bilhões. O resultado foi puxado pelo crescimento da venda de computadores para um recorde de 1,98 milhão de unidades, 11,3% acima do comercializado em 2009. 
De acordo com os dados preliminares informados há pouco pela maior fabricante de computadores do Brasil, o volume de vendas no quarto trimestre de 2010 foi de 553 mil unidades, alta de 14,2% sobre o mesmo intervalo do ano anterior. A receita líquida no período somou R$ 590,1 milhões. O relatório final de resultados da empresa será divulgado em 1º de março.
Segundo a companhia, a venda de notebooks tem crescido e esse produto já representa mais da metade das unidades comercializadas. No quarto trimestre, por exemplo, as vendas de computadores portáteis subiram 36,6% sobre 2009, e representaram 52,2% do volume total.   (Valor)

31.01 - Muito além da TI - Cláudio Basso*
O conceito de Gestão da Continuidade dos Negócios tem sido encarado com seriedade por empresas em todo o mundo. É cada vez maior o número de companhias que desenvolvem ações para garantir a disponibilidade de funções críticas para seus clientes, fornecedores e demais públicos. Mas, nesse período inicial de popularização do conceito, as empresas atribuíram a responsabilidade exclusivamente à área de Tecnologia da Informação – uma estratégia que está começando a mudar, por uma série de motivos. 
No ano passado, o Chartered Management Institute fez uma pesquisa na Inglaterra, chamada “Disruption & Resilience”, mostrando que os departamentos de Recursos Humanos se tornaram a área que mais se envolve na gestão da continuidade dos negócios, ao lado das equipes de TI (que, até, lideravam a lista). Em todo o mundo, está havendo um crescente envolvimento múltiplo na gestão desses recursos críticos. A necessidade de envolver grupos específicos de diversas áreas varia de acordo com a natureza da organização, seu tamanho e seu campo de atuação. 
Além disso, a atual descentralização da Continuidade de Negócios da área de TI também é reflexo da seguinte situação: soluções de continuidade oriundas de TI tendem a ser verdadeiros dinossauros em estruturas de datacenter alternativas e, na maioria das vezes, não incluem as necessidades de contingência das demais áreas de negócios. Ou seja: quando só a equipe de TI está envolvida na elaboração do plano de continuidade, muitos outros processos fundamentais para o funcionamento do negócio durante um evento não-programado podem acabar sendo ignorados. 
Presencio até hoje casos no Brasil em que aplicativos deixam de ser e inseridos em planos de continuidade de negócios simplesmente porque não são utilizados pela área de TI. Para piorar, existem soluções específicas desenvolvidas internamente por cada departamento e setor (planilhas e bancos de dados de pequeno porte) que são esquecidas na hora de projetar um ambiente alternativo. 
No contexto da Continuidade de Negócios, a área de TI e seu conhecimento técnico são de suma importância na busca de soluções que proporcionem o equilíbrio dos investimentos frente às perdas prováveis, com um planejamento minucioso para avaliar os riscos e se proteger de acordo com as vulnerabilidades existentes. Mas é preciso perceber que a continuidade de negócios evoluiu de um simples Plano de Recuperação para TI para um conjunto de ações coordenadas. Essas ações requerem gestão especializada, capaz de considerar sempre a manutenção dos Negócios mesmo na ausência de infraestrutura de TI por um breve período. 
É válido salientar que a Alta Direção das empresas é a maior responsável pela manutenção dos seus serviços, fazendo com que suas equipes de negócio, riscos, conformidade, auditoria, segurança e tecnologia definam o que deverá ser feito para que uma empresa, em situações de crise, seja resiliente. Desta maneira, a Gestão da Continuidade do Negócio não será apenas uma disciplina estratégica e obrigatória para a boa gestão dos negócios, mas também um diferencial competitivo.    (Cláudio Basso - Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

26.01 - Tecnologia da Informação a favor da Inteligência do Marketing Direto
Durante anos a percepção de valor de uma base de dados (mailing list) esteve apoiada em dois pontos principais, a Origem e Atualização. Quase todos os problemas que uma empresa poderia ter ao adquirir ou alugar uma lista poderiam ser resolvidos apenas fazendo para o executivo algumas perguntas simples que permitiriam identificá-los e atender a sua necessidade de perfil. Na verdade, bastava que a origem fosse lícita e a atualização garantida por um percentual de cerca de 95%. Caso houvesse retorno das correspondências (nixies) superior aos 5%, registros a mais seriam repostos.
Aqui é importante observar que ao enviar uma campanha para uma lista não atualizada, as chances do prejuízo podem ser muito superiores a este percentual, elevando os gastos com os nomes devolvidos. Você calcula seu retorno a partir de um universo que, na verdade, não recebeu sua comunicação, e terá um resultado incorreto, prejudicando toda a sequência de ações de mensuração que viriam a seguir.
Felizmente, tudo muda quando existe tecnologia e esta serve de veículo para aplicar Inteligência de Marketing.
O mercado evoluiu para um ponto em que já não é mais possível falar de origem de dados de forma tão simples. Hoje valorizamos e pensamos em valor de uma lista a partir do cruzamento de diversas listas de origens diferentes e do tratamento sofisticado de dados e aplicação de inteligência na base. A aquisição das fontes originais de informação, se feita de forma lícita, é apenas obrigação, e já é de conhecimento do mercado de quem faz e de quem não faz.
O enriquecimento de uma lista inicialmente simples, feito a partir do cruzamento com outras, onde os mesmos nomes estão presentes, permite a criação de bancos de dados efetivamente personalizado e estruturado de acordo com os objetivos da empresa usuária. Interessa ter informações de crédito? É possível agregá-las! Endereços alternativos? Sim! Outras pessoas da mesma família para ações de localização e cobrança? Sim, e de forma relativamente fácil e rápida! Enriquecimento de dados para incremento mídias, agregando endereços de e-mails e SMS? Sim, é possível e abre inúmeras possibilidades estratégicas e táticas.
O mercado torna-se a cada dia mais profissional. Os sonhos mais ousados de super segmentação e de criação tornam-se possíveis, os retornos aumentam e mais empregos são gerados com foco em Fazer, Pensar e Agir no Macro e não no Micro. Um saudável ciclo que começa quando você decide que a sua lista pode ser, ao máximo, enriquecida e preparada de verdade para servir não somente aos seus objetivos, mas envolvendo objetivos de uma cadeia imensa de valores para que, no momento em que esta peça for aberta, ela esteja causando o impacto planejado pelas mentes maravilhosas dos executivos de planejamento e criação, entre outros profissionais das empresas e agências.
É importante ressaltar que ações de Mala Direta, Telemarketing, SMS e Email Marketing, ainda têm características como: Individualidade, onde estas ações são dirigidas à Pessoa; Confidencialidade, onde estas ações ficam entre a empresa e o perfil segmentado e não ao mercado como um todo; Adequabilidade, onde possibilita a customização perfeita entre o público segmentado e a empresa ou a oferta; Aplicabilidade, onde todas estas ações podem ser aplicadas em diversas situações e momentos como nos calendários promocionais ao longo de cada ano comercial. 
A origem da informação continua sendo muito importante, a atualização da informação continua sendo primordial e as possibilidades de segmentações devem ser inúmeras para permitir encontrar o perfil adequado. Agora, devemos perceber, receber e interagir com as ações que são dirigidas ao nosso perfil. Tudo isto deve ser apreciado da mesma forma com que a ação foi enviada a você.
Após anos de experiência na Dmax Direct Inc, estou hoje integrado à ZipCode Tecnologia da Informação, empresa que me permite realizar este tipo de trabalho e liderar, junto a grandes profissionais da empresa e do nosso mercado, essa próxima geração.   (Silvio Almeida - Executivos Financeiros)

26.01 - Computador virtual é tendência para 2011
A virtualização é uma das principais apostas para 2011. Essa tecnologia usa softwares para criar máquinas virtuais dentro de computadores reais, multiplicando seu poder de processamento. A ideia é eliminar parcialmente a necessidade de investir em novos equipamentos, economizando espaço físico nos centros de dados. 
No Bradesco, o centro de tecnologia da informação construído em 2010 conta com 39 servidores virtuais, que substituíram oitocentos servidores físicos. Para este ano, o plano do banco é virtualizar outros mil servidores, diz o vice-presidente Laércio Albino Cézar.
Empresas como a Cemig têm aproveitado a virtualização para construir nuvens privadas. Esses ambientes são parte do movimento da computação em nuvem, pela qual sistemas e informações ficam armazenados em centros de dados e são acessados pela internet. 
Em geral, as companhias utilizam centros de dados externos, cujos equipamentos são compartilhados com outras empresas. As nuvens privadas são construídas nos centros internos, o que, segundo alguns gestores de TI, garante mais segurança e controle. "A vantagem é a velocidade para ampliar a capacidade de processamento ou a memória necessária para uma determinada aplicação", diz Jamir Teodoro Lopes, superintendente de tecnologia da Cemig, que prevê ampliar a capacidade de sua nuvem em 15% neste ano. 
A Petrobras também aderiu à nuvem privada. De acordo com José Carlos da Fonseca, gerente-executivo de TI, o objetivo é virtualizar 55% dos servidores neste ano. 
Segundo Marcelo Kawanami, analista da Frost & Sullivan, a computação em nuvem é uma das áreas que terão maior crescimento este ano, com mais de 60% das grandes companhias investindo nesse modelo.   (Valor Online)
 
 
 
 
 

20.01 - Aumenta a segurança na Internet no Brasil
O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) divulgou dados sobre notificações e incidentes de segurança na Internet do quarto trimestre de 2010 e o total do ano. 
A partir das informações fornecidas por administradores de redes e usuários, as notificações estão 60% menores, em relação a 2009, havendo uma redução significativa no número deste último ano.
A estatística reúne informações sobre tentativas de fraude, ataques a servidores web, varreduras e propagação de códigos maliciosos, além de alguns outros incidentes ocasionais.   (Executivos Financeiros)

20.01 - Telebrás não deve oferecer banda larga a cliente final
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que a entrada da Telebrás no segmento de banda larga, com a aprovação pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de pedido para a obtenção de licença do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), não significa que a empresa vai oferecer esse tipo de serviço diretamente ao consumidor. "Nós achamos que não é a vocação natural", afirmou Bernardo, na Campus Party, em São Paulo. "Nós achamos que a Telebrás tem de entrar para ajudar a baratear o tráfego no atacado e para ajudar a achar soluções para essa questão."
De acordo com ele, existem vários agentes e atores econômicos que podem resolver a questão. "Nós dizemos, na época da reativação da Telebrás, quando montamos o Plano Nacional da Banda Larga, que se ninguém fosse fazer, nós iríamos fazer. Essa é a postura que temos colocado e reiterado. Na verdade, nós queremos um serviço de melhor qualidade, preço mais acessível e a Telebrás vai ajudar", disse.
O ministro também afirmou que a Telebrás não será afetada por cortes no Orçamento da União. "Não houve cortes por parte do governo", disse. "Os cortes que têm sido falados pelos ministros Guido Mantega (Fazenda) e Miriam Belchior (Planejamento) dizem respeito à administração direta e não envolvem empresas", afirmou. Sobre a possibilidade de que o Ministério das Comunicações sofra cortes, ele disse que é o último dos ministros que poderá reclamar, uma vez que ocupou o Ministério do Planejamento na gestão de Lula. Ele reiterou ser favorável à disciplina fiscal e disse que, se houver necessidade de readequação, trabalhará com o orçamento que for definido.    (Anne Warth - Agência Estado)
 
 
 
 
 

19.01 - Mais de 20 milhões de vírus foram criados em 2010
Número corresponde a cerca de 34% de todas as pragas virtuais, segundo relatório da Panda Security
O tipo mais popular de ameaça é o cavalo de troia, criado para roubar dinheiro e dados de contas bancárias 
O ano que passou foi motivo de comemoração para cibercriminosos. Mais de 20 milhões de pragas virtuais foram criadas em 2010 -cerca 34% do total de malwares (vírus, worms, cavalos de tróia e outros) que já existiram. A conclusão é da empresa Panda Security, que divulgou na semana passada o relatório Segurança 2010.
Os programas construídos para roubar informações de contas bancárias -cavalos de tróia- dominaram o ranking dos malwares que surgiram em 2010 (56% de todos os programas).
Outro tipo de programa que chama a atenção são os roguewares, que correspondem a 11,6% das novas pragas catalogadas no banco de dados da Panda.
Os roguewares são os falsos antivírus, uma categoria que existe há apenas quatro anos e vêm cada vez mais causando confusão entre os usuários.
Eduardo D'Antona, diretor corporativo e de tecnologia da Panda Security Brasil, não é otimista sobre os números de 2011. "Temos, cada vez mais, pessoas com conhecimentos de programação e que são capazes de desenvolver novos vírus. E também cada vez mais pessoas têm contato com a internet, sem conhecimento sobre segurança virtual, o que as torna vítimas em potencial", diz.
Para o executivo, o antivírus em nuvem pode ser uma forma de combater o crescimento das ameaças. "Essa tática permite que uma base de dados seja compartilhada em vários países de vários continentes, em tempo real".  (Folha de S.Paulo)

19.01 - Avanço da internet no celular esbarra em pré-pago
A expansão dos serviços de internet e o uso de aplicativos em celulares encontra obstáculos para se adaptar ao volumoso mercado de telefones pré-pagos do Brasil.
Com cerca de 160 milhões de aparelhos no país, os pré-pagos representam aproximadamente 80% do mercado brasileiro -nos EUA a penetração deles é só de 20%.
"O massivo uso de dados por pré-pagos é uma preocupação na área", diz Maurício Falck, da Amdocs, multinacional de tecnologia do setor.
O modelo de cobrança e a comunicação com o usuário são alguns aspectos que precisam ser aprimorados, segundo Erasmo Rojas, da 4G Americas (associação que reúne o setor).
Outra dificuldade é a renda, segundo Eduardo Tude, da consultoria Teleco.
"O gasto mensal desse cliente é baixo, assim como seu poder aquisitivo para comprar o aparelho smartphone. As operadoras vão privilegiar primeiro o pós, enquanto ampliam a capacidade das redes ", diz Tude.
O ideal seria que o mercado se revertesse em majoritariamente pós-pago, para facilitar a cobrança. Mas a inversão levaria muitos anos, segundo Rojas. Sistemas híbridos de cobrança, que aliam pagamentos anteriores e posteriores ao uso, são uma opção, segundo Falck.
Mais de 70% das empresas do setor dizem que querem incluir novos serviços de pacote de dados e conteúdo segundo pesquisa da Amdocs.
O modelo híbrido deve ser oferecido por 63% delas.
A pesquisa aponta que os sistemas de cobrança e infraestrutura atuais estão defasados. Quase 50% das empresas dizem ser necessárias mudanças em plataformas.  (Maria Cristina Frias - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

18.01 - Digibras planeja fabricar disco rígido no país
Braço de informática do grupo brasileiro CCE, a Digibras planeja fabricar discos rígidos (HD) no país. Conforme apurou o Valor, a empresa teve um projeto aprovado na Zona Franca de Manaus para a produção dos componentes - usados para o armazenamento de dados em computadores - na sua fábrica de Manaus, hoje voltada à montagem de computadores de mesa, notebooks e monitores. 
A iniciativa prevê investimento de R$ 92,9 milhões no prazo de três anos, com um aporte de R$ 26,4 milhões no primeiro ano de fabricação. Nos dois anos seguintes, os recursos projetados são de R$ 31,7 milhões e R$ 34,8 milhões, respectivamente. Procurada pelo Valor, a assessoria da CCE disse que não encontrou um executivo disponível para comentar o projeto até o fechamento desta edição. 
A expectativa é produzir 11,5 milhões de HDs no período de três anos, sendo 3,3 milhões no primeiro ano e 3,9 milhões no segundo. Para o terceiro ano do projeto, a produção estimada é de 4,3 milhões de unidades. Nesses três anos, a previsão é contratar mais de 30 pessoas para o novo projeto. 
Para a fabricação dos componentes, a tecnologia homologada é da Seagate, empresa americana que atua no Brasil por meio de canais e revendas. Procurada pelo Valor, a companhia - através de sua assessoria de imprensa - confirmou que participou de uma reunião com a Digibras para tratar do tema, mas ressaltou que nada foi definido no encontro. 
O projeto da Digibras reforça o aquecimento na fabricação de HD no Brasil, mercado que demanda 14 milhões de unidades por ano e até pouco tempo tinha como único fabricante local a Samsung, com produção mensal de aproximadamente 480 mil unidades. 
Em outubro, a americana Western Digital também começou a fabricar os componentes no país, por meio de uma parceria com a brasileira Digitron, com plano de produzir 4 milhões de unidades por ano. 
No mercado mundial de HD, a Western Digital alcançou a liderança nas vendas a partir do segundo trimestre de 2010, segundo dados da consultoria americana iSuppli. Com 51,1 milhões de unidades vendidas no período, a empresa desbancou uma liderança de mais de dez anos da Seagate, que registrou a venda de 50,3 milhões dispositivos no mesmo trimestre. 
Nas vendas globais relativas ao último trimestre de 2010, a Western Digital deve manter a liderança do segmento, segundo a iSuppli. Ainda sem dados consolidados, a consultoria estima que a companhia vendeu 51,5 milhões de unidades no trimestre, ante 49,5 milhões da Seagate. 
Em relação às receitas mundiais do segmento, a previsão é de que a Seagate mantenha a liderança com a cifra de US$ 2,8 bilhões no período, ante US$ 2,4 bilhões da Western Digital.   (Moacir Drska - Valor Online)

18.01 - Solução oferece visão integrada do SUS
Betha Sistemas desenvolveu Fly Saúde que viabiliza o acompanhamento do paciente do SUS e organiza rede pública de saúde
A empresa Betha Sistemas lançou no final de 2010 uma solução, voltada para os serviços de saúde pública dos municípios, que proporciona ao gestor uma visão integrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Batizada de Fly Saúde, a ferramenta une os diversos sistemas de controle da saúde pública do País como, por exemplo, o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNEs), organizando, dessa forma, em um único sistema a rede de saúde do município.
Os agendamentos das consultas, atendimentos dos pacientes e o faturamento dos serviços são controlados pelas secretarias de saúde da região por meio da solução, que é totalmente ligada à internet.
"Todo o histórico do paciente é acompanhado pelo Fly Saúde, como um prontuário eletrônico. As informações são seguras, o que propicia condições para uma correta análise e acompanhamento do profissional de saúde", explicou o gerente de produtos da Betha Sistemas, Fábio Crispim.
De acordo com o executivo, o principal diferencial da ferramenta está na pactuação integrada entre os municípios. Ou seja, um município que seja referência em saúde de uma determinada região pode ofertar um tipo de procedimento para outro município vizinho. Com isso, o fluxo de pacientes de uma localidade para a outra também são monitorados.
Corte de gastos
Segundo Crispim, o sistema auxilia a prefeitura a cortar gastos, já que informatiza os processos. "A economia pode chegar a 80%, pois no faturamento de forma manual acontecem inúmeras falhas. Como, por exemplo, o registro de uma idade errada do cliente ou algum dado equivocado de um exame. A solução evita o retrabalho", afirmou.
Além disso, o parque tecnológico utilizado para hospedagem em datacenter e servidor de banco de dados são custeados pela Betha Sistemas.
A tecnologia atende às diversas necessidades de uma rede: gestão básica, procedimentos de atenção básica e média complexidade; gestão plena, desde a básica até alta complexidade; e estadual, englobando todos os níveis.
O Fly Saúde já está no mercado para ser comercializado. Segundo Crispim, o município de Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul, já realizou 3 mil atendimentos por meio da solução em dois meses de uso sem ter havido nenhum problema.   (Verena Souza - Saúde Business Web)
 
 
 
 
 

17.01 - Governo quer concluir até maio acordo para banda larga
O governo quer concluir até maio as negociações para solucionar os gargalos para colocar em prática o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e cumprir a meta de levar internet rápida por preços populares para 1.163 municípios até o fim do ano. "Até maio devemos ter uma definição", afirmou na última terça-feira o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, após reunião com diversos representantes de provedores de internet.
O ministro se referiu às reivindicações trazidas pelos provedores como os principais entraves para ofertar banda larga com velocidade de 512 quilobits por segundo (kbps) por até R$ 35, que é a meta do governo para massificar o acesso à internet no País. Além do preço médio de R$ 60 praticado no mercado, os altos impostos, a falta de crédito e a burocracia para conseguir linhas de financiamento foram apontados, segundo Bernardo, como as principais dificuldades dos pequenos provedores para aderir ao PNBL. "O governo vai interferir para ajudar", disse o ministro, que solicitou aos provedores que tragam uma planilha com todos os custos que interferem no preço da banda larga para serem apresentados em um próximo encontro.
Há casos, por exemplo, em que uma distribuidora de energia elétrica cobra R$ 2 por poste para levar internet pela rede elétrica, ao passo que outras cobram R$ 9. Em algumas situações, o preço do boleto bancário chega a ter peso de 10% sobre o custo do serviço ofertado. "O governo não pode resolver tudo isso. Mas vamos arregaçar as mangas em cima dessas questões", afirmou Bernardo.
Em relação ao uso das fibras óticas das distribuidoras, Bernardo disse que já conversou sobre o assunto com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. "O ministro Lobão já está preparando uma nota técnica sobre isso para fazer um convênio para a Telebrás centralizar a destinação dessas fibras óticas para o comércio de internet", afirmou Bernardo, referindo-se às redes das distribuidoras federais ou federalizadas. Nos casos das privadas ou estaduais, o ministro ponderou que a negociação terá que ser feita com as próprias empresas e governos estaduais.
Para solucionar a questão da falta de garantias dos pequenos provedores para ter acesso a financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), está sob análise do banco de fomento uma proposta de inclusão do cartão BNDES vinculado ao PNBL no Fundo Garantidor de Investimentos. O ministro citou também a possibilidade de a Telebrás ser parceira dos provedores em alguns investimentos. Bernardo disse ainda que a Telebrás será chamada na mesa de negociações para avaliar a possibilidade de redução do custo de R$ 230 do megabit no atacado. Segundo ele, a tendência, com a conclusão das negociações, é que o preço da banda larga fique abaixo de R$ 35 ou até mesmo abaixo de R$ 30.   (Karla Mendes - Agência Estado/Executivos Financeiros)

17.01 - Tecnologia de banda larga móvel HSPA+ chega a 100 redes comerciais no mundo
O número de redes de banda larga móvel com a tecnologia HSPA está crescendo em ritmo acelerado. Segundo comunicado nesta semana pela 4G Americas, associação setorial dos principais provedores de serviços e fabricantes do setor de telecomunicações, o número de operadoras com a banda larga móvel Evolved HSPA (HSPA+) chegou a 103 redes comerciais em 54 países, e espera expandir esta penetração às 376 redes que contam com a versão não atualizada da ferramenta.
Segundo Chris Pearson, presidente da 4G Americas, “a maioria das operadoras que implementaram a HSPA deverá adotar a HSPA+ e continuar a evolução das suas redes com avanços futuros”. De acordo com a entidade do setor Informa Telecoms & Media, o mercado já conta com uma grande base de 800 redes comerciais GSM e continua a seguir seus planos de evoluir para a 3G e 4G em mais de 4,75 bilhões de assinantes GSM-HSPA-LTE, além de cerca de 632 milhões de conexões banda larga móvel 3GPP. 
“A 4G Americas está prevendo mais de um bilhão de conexões banda larga móvel 3GPP até o fim de 2011 com assinantes ganhando mais velocidade, smartphones mais populares, novos aplicativos e maior cobertura”, disse Pearson. 
No continente americano, a HSPA+ está presente em 16 redes de banda larga móvel em 6 países, além de 77 redes de banda larga móvel em 29 países que já contam com a versão anterior. A tecnologia já foi adotada por gigantes como as operadoras AT&T, Bell Canada, Rogers, Telus e T-Mobile.   (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

14.01 - Venda de computadores
O volume de computadores vendidos em todo o mundo cresceu 2,7% no quarto trimestre de 2010, abaixo das estimativas da consultoria IDC, de 5,5%. A reticência dos consumidores e a procura por tablets justificaram o número. O total de computadores vendidos no período chegou a 92,1 milhões. No ano, foram 346,2 milhões de equipamentos, um incremento de 13,6% na comparação com 2009. A Hewlett-Packard (HP) mantem a liderança, com 19,5% de participação, seguida pela Dell (12,1%) e pela Acer (10,6%). Outra consultoria, a Gartner, dá números diferentes para a Acer (12,7%) e Dell (11,6%). Para o Gartner, a venda de PCs subiu 3,1% no quarto trimestre, com 93,5 milhões de máquinas. As informações são da Bloomberg.  (Valor Online)

14.01 - Banda larga cresce 71%
Os serviços de banda larga das prestadoras privadas apresentaram crescimento de 71% em sua base em 2010, alcançando 34,2 milhões de acessos fixos e móveis. Segundo levantamento de Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), no período, foram ativadas 14,2 milhões de novas conexões. No caso da banda larga de terceira geração (3G), o crescimento chegou a 257%, passando de 4 milhões para 14,6 milhões. A banda larga fixa subiu de 11,4 milhões para 13,6 milhões no mesmo período (elevação de 20%). Já o número de modems passou de 4,6 milhões para 6 milhões, com crescimento de 31%.   (Valor Online)
 
 
 
 
 

13.01 - Acesso à internet rápida no País cresce 71% em 2010
Os acessos à internet de banda larga no Brasil cresceram 71% em 2010. Balanço divulgado hoje pelo Sinditelebrasil, que representa as operadoras de telefonia privadas, mostra que a base de acessos de internet rápida chegou a 34,2 milhões no ano passado. Essa expansão é resultado da inclusão de 14,2 milhões de novas conexões, o que segundo o sindicato representa o acréscimo de 27 acessos por minuto ao longo do ano. O levantamento considerou os acessos em banda larga fixa, modems de conexão à internet móvel e terminais de terceira geração (3G), como os smartphones, que foram o destaque de 2010, com taxa de crescimento de 257%. Entre o fim de 2009 e o fim do ano passado, os acessos via 3G por smartphones saltaram de 4 milhões para 14,6 milhões.
Nesse mesmo período, o número de terminais de banda larga fixa subiu de 11,4 milhões para 13,6 milhões, um incremento de 20%, e o número de modems passou de 4,6 milhões para 6 milhões, o que representa uma evolução de 31%. Somente no quarto trimestre de 2010, melhor período de vendas no ano para as operadoras, por causa do Natal, 3,6 milhões de novos acessos foram ativados, entre conexões fixas e móveis, número 12% maior que no terceiro trimestre do ano passado.
Em 2010, o acesso à internet via banda larga móvel pelas redes 3G ultrapassaram a banda larga fixa. O levantamento do Sinditelebrasil mostra que o número de acessos nesse segmento, entre smartphones e modems, passou de 8,7 milhões em 2009 para 20,6 milhões no fim do ano passado, representando aproximadamente 50% a mais que o número de conexões pela banda larga fixa. A velocidade média das conexões é de 1,3 megabits por segundo. Os serviços de banda larga são oferecidos em 1.059 cidades, nas quais há pelo menos duas prestadoras atuando, segundo o sindicato.   (Karla Mendes - Agência Estado)

13.01 - Megaware lança netbook com autonomia de até 2hs30
A Megaware lança o Meganetbook M1100 Series. Compacto (265x27x182mm) e pesando aprximadamente 1 kg, o netbook apresenta touchpad com multitoque, tela LCD de 10.1” e 12 teclas de função. Disponível na cor vermelha, o produto tem o acabamento emborrachado, o que evita manchas.
O produto vem com o sistema operacional Windows 7 Starter Original e conta com alguns aplicativos inclusos como o Microsoft Office 2010 Starter Edition, o Microsoft Security Essentials e o Windows Live Essentials.
O lançamento também traz uma bateria de 3 células e autonomia de até 2h30, auto-falantes 2.0, teclado ABNT2 e garantia de 12 meses. O Meganetbook M1100 Series pode ser encontrado na rede Pernambucanas e o preço sugerido é de R$ 999,00.   (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

12.01 - Lenovo apresenta o all-in-one mais fino do mundo na CES 2011
Quarta maior fabricante de computadores do mundo, a Lenovo apresentou durante a CES 2011 o computador all-in-one mais fino do mundo, o IdeaCentre A320. O modelo foi projetado especialmente para tornar a computação pessoal mais moderna e eficiente, com uma tela sensível ao toque, recursos 3D (opcional) e a última geração de processadores Intel. 
Chegando a medir apenas 1,85 centímetro de profundidade em sua extremidade mais fina, o design ultra-slim do all-in-one IdeaCentre A320 é único no mercado. O modelo possui uma tela panorâmica de 21,5 polegadas e a mais recente tecnologia LED, além de oferecer a função vídeo HD. Além disso, o A320 apresenta também uma série completa de conectores, incluindo HDMI (in e out) e um leitor de cartões integrado.
"A apresentação de um desktop tão diferenciado como o IdeaCentre A320 representa o compromisso da Lenovo em oferecer o computador certo para cada tipo de usuário, focando no design moderno e na alta performance", afirmou Jaison Patrocínio, diretor de produtos da Lenovo Brasil. "A atual presença da Lenovo no mercado de market share representa 4%, tal crescimento deve-se ao fato de estarmos sempre atentos às necessidades e aos desejosos do mercado", completou.  (Executivos Financeiros)

12.01 - Provedores de banda larga reclamam de valores cobrados do setor
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, se reuniu com provedores de internet banda larga, para que eles apresentassem custos e reivindicações do setor, para que sejam inseridos nas discussões do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga).
Os provedores de internet banda larga reclamaram sobre as diferenças de preços cobrados pelas companhias de energia elétrica para uso dos postes de rede de distribuição. De acordo com o presidente da Anid (Associação Nacional para Inclusão Digital), Percival Henriques, algumas empresas cobram R$ 2 pelo uso do poste para a passagem dos cabos de internet, enquanto outras chegam a cobrar R$ 9.
Outro item citado pelos provedores foi o preço dos boletos bancários, que foi considerado alto para a prestação de serviço. Segundo Henriques, as tarifas bancárias podem corresponder até 10% a mais do preço da mensalidade paga pelos usuários.
Entre as necessidades apresentadas pelos provedores, está a oferta de crédito. Segundo a Agência Brasil, o setor pode contar com linhas de crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para capital de giro, que não podem ser utilizadas para investimentos. No entanto, o governo pretende criar um fundo garantidor de investimentos voltado para o segmento.
PNBL
O Plano Nacional de Banda Larga deve "começar a andar" em um ano, segundo previsões do ministro das Comunicações.
Mais de 2 mil provedores de serviços multimídia que oferecem internet banda larga estão cadastrados na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
O PNBL tem como objetivo levar a internet de alta velocidade, por baixo custo, para 1.173 cidades que ainda não contam com esse serviço.
Investimentos
A Telebrás terá R$ 589 milhões para implantar o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) e levar a banda larga para 1.173 cidades, nas quais o custo previsto é de R$ 35 para cada cidadão.
Desse recursos, R$ 316 milhões são oriundos de créditos extraordinários do Poder Executivo, que estavam previstos para 2010 e empenhados no final de dezembro, e R$ 273 milhões já estavam previstos para este ano. No ano passado deveriam ser liberados R$ 600 milhões e, este ano, R$ 400 milhões.  (InfoMoney)
 
 
 
 
 

11.01 - Empresas de internet discutem banda larga com Bernardo
O Ministério das Comunicações informou sexta-feira, por meio do Twitter, que o ministro Paulo Bernardo realiza nesta semana uma série de reuniões com provedores de acesso à internet e outras empresas de telecomunicações para tratar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
Em entrevista ao Valor, publicada no dia 3, Bernardo afirmou que os provedores de acessos podem ser a alternativa para o governo viabilizar a oferta de banda larga em regiões com baixa atratividade econômica. Ou seja, na hipótese de as grandes prestadoras não terem interesse em levar o serviço às cidades distantes dos centros urbanos, onde passam as principais infraestruturas de telecomunicações, as redes administradas pela Telebrás podem ser disponibilizadas a preços competitivos para os provedores de acesso.
O plano de banda larga foi tema da reunião realizada sexta-feira passada no Palácio do Planalto entre o ministro e a presidente Dilma Rousseff. Bernardo afirmou, após o encontro, que os detentores de redes de telecomunicações utilizadas no PNBL serão remunerados - sejam empresas estatais e privadas ou prefeituras que dispõem de redes de fibra óptica. A infraestrutura de telecomunicações que a Telebrás vai operar inclui cabos de comunicação de estatal, como a Petrobras e as subsidiárias da Eletrobras.
Em 2011, a Telebrás pretende levar o programa federal a 1.163 municípios. A idéia é viabilizar a oferta do serviço de banda larga a custo mensal de até R$ 35, com velocidade mínima de 512 megabits por segundo (Mbps). O ministro considera equivocada a estratégia das empresas ao fornecer serviços mais caros a poucas pessoas.   (Rafael Bitencourt - Valor)
 
 
 
 

10.01 - Na internet, negócios contados em centavos 
Sites de leilão com lances de um centavo, inspirados em iniciativa alemã, aproveitam o ‘boom’ das compras coletivas para crescer 
A explosão de sites de compras coletivas abriu espaço para novos negócios na internet. Agora, começam a surgir as páginas de leilão por um centavo, inspiradas num site alemão, que está há cinco anos no ar. No Brasil, o primeiro deles apareceu no fim de 2008 – mas só agora os sites caíram no gosto de brasileiros conectados. 
Para atrair um número maior de internautas, essas empresas estão leiloando produtos mais valiosos, como carros, viagens internacionais e até um apartamento de R$ 250 mil. Como cada lance aumenta em apenas um centavo o valor do objeto ou serviço leiloado, os arremates são feitos por valores muito baixos, que chegam a ser 95% mais baratos do que no mercado. Há casos como o de um Renault Clio vendido por R$ 100, um iPad por R$ 15 e uma viagem para a África do Sul, com tudo pago, que saiu por R$ 13. 
Para participar, primeiro é preciso comprar um pacote de lances – o preço unitário varia de R$ 0,70 a R$ 1. Quando o leilão começa, o cronômetro faz uma contagem regressiva de 15 segundos: a cada lance, o relógio volta ao tempo inicial. Arremata o produto quem oferece o último lance antes de o cronômetro zerar. 
Sylvio Avilla conheceu o modelo de negócio numa viagem à Alemanha, mas só se deu conta de que seria interessante reproduzi-lo no Brasil quando já estava de volta a São Paulo, num bate papo com amigos numa mesa de bar. Naquela noite, surgiu a ideia de criar o Olho no Click, primeiro site de leilão de um centavo no País. Guilherme Pizzini, o amigo de infância que acompanhava Sylvio no happy hour, virou o diretor comercial da empresa. "No início era só uma brincadeira, que virou coisa séria", diz Pizzini, porta-voz da empresa. 
Com um investimento inicial de R$ 500 mil e outros dois sócios, a dupla colocou a página no ar. Hoje, o site tem 400 mil clientes cadastrados, realiza 85 leilões por semana e tem faturamento previsto de R$ 5 milhões em 2010. É a venda de lances que garante a receita da empresa.
No mês passado, o site fechou uma parceria com a construtora Rossi para leiloar um apartamento de R$ 250 mil. A oferta atraiu tanta gente que o site saiu do ar. O leilão teve de ser remarcado e estava previsto para recomeçar na noite de ontem. 
Concorrentes
Por alguns meses, o Olho no Click esteve sozinho no mercado brasileiro. Mas, desde março, com o boom dos sites de compra coletiva, outros empresários da web decidiram apostar no leilão de centavos, que chegam a 40 hoje. Sidney Pedrotti lançou há 120 dias o Martela.com. "É uma adrenalina trabalhar com isso", diz. O site integra um programa de startups (empresas nascentes) da Microsoft.
Foi o Martela.com que leiloou há duas semanas um Renault Clio. O carro recebeu 1.351 lances feitos por 118 internautas e foi arrematado por R$ 13,51. O ganhador, de Ribeirão Preto, levou o veículo com 89 lances, que custaram R$ 1 cada. Portanto, ela não pagou apenas os R$ 13,51, mas R$ 102,51 – o que também não é nada mau para um automóvel de R$ 24 mil.   (Naiana Oscar - Agência Estado)

10.01 - Internet móvel atinge a marca de 21 milhões de aparelhos
A internet móvel ganhou espaço na vida dos brasileiros e o percentual de aparelhos que utilizam o recurso subiu para 11%, segundo dados divulgados pela 4G Americas. Com isso, o número de aparelhos com acesso a tecnologia 3G totalizou 21 milhões, revelando que os brasileiros estão aderindo cada vez mais à mobilidade virtual.
"Isso se deve à introdução dos smartphones no mercado e ao uso crescente de ferramentas que necessitam da conexão de internet", explica o diretor da entidade para a América Latina e Caribe, Erasmo Rojas.
Os números devem se manter positivos e a expectativa é que totalizem 32 milhões de aparelhos em 2011. Um dos fatores que deve contribuir para o aumento significativo do cenário é a entrada da Nextel no mercado que, em dezembro, arrematou 11 dos 13 lotes do leilão das últimas faixas de frequência da banda H, destinadas à tecnologia 3G.  (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

20.12 - IBM anuncia inovações para os próximos cinco anos 
A quinta edição da pesquisa da IBM, a “IBM Next 5 in 5”, apresenta uma relação de inovações que podem mudar o modo das pessoas trabalharem, viverem e se divertirem nos próximos cinco anos. O estudo foi baseado nas tendências de mercado e da sociedade mundial, além de tecnologias emergentes desenvolvidas nos laboratórios IBM do mundo inteiro. 
De acordo com a pesquisa, com as inovações tecnológicas, nos próximos cinco anos, as baterias usarão o ar para alimentar nossos dispositivos; o caminho de ida e volta para o trabalho será personalizado; os computadores ajudarão a fornecer energia para a sua cidade; o ser humano não precisará ser um cientista para salvar o planeta; e será possível conversar com os amigos através de tecnologias 3D. 
Para Cezar Taurion, gerente de novas tecnologias aplicadas da IBM Brasil, a companhia acredita que a tecnologia pode e deve promover melhorias na qualidade de vida da população.
Next 5 in 5
A IBM acredita que nos próximos cinco anos, avanços científicos na tecnologia de transistores e de baterias permitirão que os seus dispositivos durem 10 vezes mais do que duram hoje. Ao invés das pesadas baterias atuais de íon lítio, os cientistas estão trabalhando em baterias que usam o ar que respiramos para reagir com metal denso em energia, eliminando um inibidor chave para a maior duração das baterias.
A IBM também quer reduzir a quantidade de energia por transistor para menos de 0,5 volts, para eliminar completamente a bateria em alguns aparelhos, que poderiam ser carregados usando uma técnica chamada recolhimento de energia. Alguns relógios de pulso usam isso: eles são carregados pelo movimento do seu braço. No caso do telefone celular bastaria sacudir e discar. 
Com o avanço das tecnologias analíticas será possível personalizar recomendações que levem as pessoas para onde elas precisam ir, da maneira mais rápida. 
Os pesquisadores da IBM estão desenvolvendo novos modelos para prover os resultados de rotas variáveis de transporte para oferecer informações que vão muito além dos relatórios tradicionais de tráfego, que só relatam o que já aconteceu e indicam que você já está preso no engarrafamento. 
A partir das inovações em computadores e centros de processamento de dados permitirá que o calor e energia excessivos que eles liberam sejam utilizados para aquecer construções no inverno e alimentar aparelhos de ar condicionado no verão. Em novas tecnologias, como os novos sistemas de resfriamento por água em chips desenvolvidos pela IBM, a energia térmica de um cluster de processadores computacionais pode ser reciclada de forma eficiente para oferecer água quente para um escritório ou para casas. 
Nos próximos cinco anos, sensores em seu telefone, seu carro, sua carteira coletarão dados que darão aos cientistas uma imagem em tempo real do seu ambiente. Você poderá fornecer voluntariamente esses dados para combater o aquecimento global, salvar espécies ameaçadas ou monitorar plantas ou animais invasivos que ameaçam ecossistemas no mundo inteiro. 
Para a IBM nos próximos cinco anos as interfaces em 3D - como as utilizadas nos cinemas - permitirão a você interagir em tempo real com as de seus amigos. O cinema e a TV já estão migrando para a imagem tridimensional e, à medida que as câmeras 3D e holográficas ficam mais sofisticadas e menores para caberem em celulares, você será capaz de interagir com fotos, navegar na Web e conversar com seus amigos de formas totalmente novas.   (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 
 

10.12 - Demanda desafia capacidade dos portais de e-commerce 
Entrega fora do prazo e venda de produtos fora de estoque estão entre as principais reclamações registradas pelos consumidores 
Às vésperas do Natal, a demanda por produtos dos sites de comércio eletrônico desafia os sistemas tecnológicos e a capacidade logística dos varejistas on-line.
Segundo reclamações encaminhadas à Folha, atraso na entrega, problemas na confirmação de pagamento e compras canceladas sem a solicitação do comprador são alguns dos principais problemas enfrentados.
Entre os sites mais afetados, estão Submarino e Americanas.com, ambos da B2W.
O paulista José Felipe Buzeto, 27, enfrentou dificuldades para comprar uma TV de 32 polegadas por R$ 899.
Em contato com três canais de atendimento do Submarino, foi informado de que o produto estava esgotado, de que o pagamento não havia sido confirmado e de que tinha solicitado o cancelamento da compra.
Problemas como o de Buzeto motivaram a discussão em um fórum com centenas de comentários.
Questionado, o Submarino informou em nota que "problemas pontuais podem ocorrer, mas a empresa está preparada para ações corretivas imediatas de forma a minimizar quaisquer transtornos a seus clientes".
Atraso na entrega é a principal queixa sobre a Americanas.com. Segundo o site Reclame Aqui, 67% dos problemas registrados na sexta-feira passada atestavam descumprimento do prazo.
A Americanas.com divulgou uma nota afirmando que investe em melhorias no sistema e que "todos os transtornos serão prontamente contornados".
Segundo especialistas ouvidos pela Folha, a demanda do comércio virtual neste ano superou as expectativas de varejistas como a Americanas.com, que processa cerca de 100 mil transações por dia. Espera-se que o comércio eletrônico fature cerca de R$°15 bilhões no ano.  (Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 
 

08.12 - Vendas de computadores sobem 14,3% em 2010
Este é o resultado de recente estudo do Gartner, instituto de pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia e redes de abastecimento.
Estas projeções ficaram abaixo dos estudos realizados pelo Gartner em setembro, que apontavam para um crescimento de 17,9%.
Segundo a análise, as vendas mundiais de PCs em 2011 devem chegar a 409 milhões de unidades, um aumento de 15,9% em relação a 2010, mas abaixo da previsão anterior do Gartner, de um crescimento de 18,15%, em 2011.
"Esses resultados refletem as esperadas reduções no crescimento de unidades de PCs, a curto prazo, com base nas expectativas de uma demanda mais fraca, em grande parte, em consequência do aumento de interesse dos usuários pelos tablets, como o iPad", afirma Ranjit Atwal, diretor de pesquisas do Gartner.
O analista acrescenta que, a longo prazo, espera-se que os tablets substituam cerca de 10% das unidades de computadores até 2014.
"O crescimento do mercado de PCs será impactado por dispositivos que permitam um melhor consumo de conteúdo móvel, como os media tablets e a próxima geração de smartphones", explica o analista de pesquisas do Gartner, Raphael Vasquez.
Para ele, a demanda por esses dispositivos aumentará não como substitutos aos computadores, mas como equipamentos complementares para consumo de voz e de dados leves.
"É provável que este tipo de dispositivo sofra um impacto adverso a longo prazo, em virtude da adoção de desktops virtuais, que podem utilizar rapidamente outros dispositivos leves".  (Brasil Econômico)

02.12 - Brasil é só o 42º em custo-benefício na web em banda larga 
Ranking considera preço e velocidade dos serviços oferecidos; Hong Kong lidera lista
O Brasil vive um momento de expansão da oferta de banda larga por redes de fibra óptica. Mesmo assim, ainda fica para trás na relação custo-benefício entre preço e velocidade dos serviços oferecidos.
No ranking da Point Topic, divulgado na terça-feira e que mostra as melhores ofertas de banda larga aos consumidores, o país obteve o 42º lugar. Hong Kong foi o primeiro.
Para fazer a comparação, a consultoria analisou quanto o consumidor paga por MB/s (megabit por segundo).
De acordo com a Point, porém, a classificação muda muito rápido. A atualização da rede particular de um operador, por exemplo, pode melhorar o custo-benefício do que é ofertado no país.
"Nove das dez tarifas de melhor valor são [em países que usam] fibra pura ou ofertas híbridas em que a fibra é parte significativa. A exceção é a Alemanha, onde a Unity Media oferece um serviço a cabo competitivo", diz Fiona Vanier, analista da Point.
"Velocidade mais alta geralmente significa melhor valor para o consumidor."
O Brasil, portanto, caminha para a ascensão no ranking. Oi e Telefônica já usam fibra óptica na oferta de seus serviços. E a chegada da GVT aos principais centros urbanos vai acelerar esse processo. Além disso, o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) pretende usar as redes ociosas já existentes.  (GRAZIELLE SCHNEIDER - Folha de S.Paulo)

02.12 - Brasileiro é líder em compra on-line na AL 
Consultoria mostra que consumidores do país preferem sites nacionais ao escolherem produtos pela internet 
Uma das dificuldades que os sites de fora do país têm para elevar as vendas no Brasil é o alto custo da importação
O brasileiro que entra em sites de vendas dificilmente sai de mãos abanando. Segundo pesquisa, 94% dos internautas que frequentam essa modalidade de site já fizeram compras on-line -maior índice da América Latina.
Na Argentina, que tem o segundo maior patamar, 89% já adquiriram produtos pela internet. No Peru, o último, o índice é de 63%, segundo a consultoria ComScore.
Esses dados, afirma o estudo, mostram que o setor dá sinais "encorajadores de crescimento", mas que as empresas devem se adaptar para concretizar esse avanço.
Uma das questões cruciais é a melhora da segurança nas compras on-line, que é a principal preocupação dos internautas da América Latina, principalmente entre as mulheres, que são as líderes de compra na região.
Segundo a pesquisa, 88% das latino-americanas que visitam sites de vendas já adquiriram produto on-line (entre os homens, são 79%).
Porém, entre as que não compraram, mais de dois terços dizem que a falta de segurança na internet foi o principal motivo que impediu a concretização do negócio.
PREFERÊNCIA NACIONAL
A pesquisa mostra que o brasileiro prefere os sites locais, mas há espaço para os concorrentes internacionais ganharem consumidores.
Segundo a ComScore, 58% dos internautas brasileiros preferem comprar em um site nacional do que em um de fora do país. Essa preferência só perde na América Latina para a dos argentinos -76% dos vizinhos optam pelo comércio eletrônico local.
Para a consultoria, como a diferença de preferência é pequena (no Brasil e na maior parte da região), isso mostra que a origem do site não é levada em grande consideração pelos consumidores latino-americanos.
Uma das dificuldades que os sites internacionais têm para elevar as vendas no Brasil é o alto custo da importação, devido aos impostos.
O consumidor brasileiro é o que paga mais caro para comprar o Kindle, o leitor de livros eletrônicos vendido pela Amazon.
São US$ 312 (cerca de R$ 530) pela versão mais barata -praticamente metade do valor é formada por impostos. (ÁLVARO FAGUNDES - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

19.11 - No Brasil, 38% pretende comprar um novo computador 
A Intel divulgou alguns dos resultados preliminares do Nation Wide Study 2010, um estudo realizado pela Ipsos, a pedido da empresa, sobre as tendências no consumo de PCs nos próximos 12 meses. Os resultados apontam um mercado nacional aquecido em 2010, com crescente demanda por novas máquinas e tendência a um movimento de individualização do PC, fenômeno que já acontece em alguns mercados mais desenvolvidos.
Penetração nos lares e individualização do PC
No Brasil 58% dos domicílios já possuem ao menos um computador. A penetração é maior no Sudeste com 66%, no Rio de Janeiro 71% dos domicílios possuem ao menos um computador, e São Paulo com 64%. Goiás e Distrito Federal (65%). 
As regiões com menor índice de penetração são o Norte (59%) e Nordeste (42%). O Estado que apresentou menor penetração foi Pernambuco, com 36%.
A pesquisa também aponta que cada vez mais o computador deixa de ser um item “da família”, que é compartilhado por todos os membros do lar, para tornar-se um item pessoal.
Neste cenário, o Distrito Federal se destaca tanto pela penetração (65%) quanto pelo número de pessoas que fazem uso individual do PC (35,6%). Outros estados que apresentam maior porcentagem de uso individualizado do PC SÃO: Rio de Janeiro (25,9%), Minas Gerais (25,7%) e Goiás (25,3%). 
Os Estados que apresentaram maior índice de uso compartilhado foram o Rio Grande do Sul (91,7%), Pará (91,4%) e Pernambuco (90,6%). Os computadores nos lares são compartilhados não somente entre os membros da família residentes, mas também por visitantes: 13,3% dos entrevistados compartilha seu computador de casa com outros parentes, como primos, tios e avós, e 4,5% compartilha o computador com amigos e vizinhos.
O diretor de marketing da Intel Brasil, Cássio Tietê, comenta que o Brasil avança a passos largos na informatização da sociedade, com avanços significativos tanto no número de lares com computadores quanto no modelo de uso dos brasileiros.
Intenção de Compra
A Intel espera em 2011 um ano aquecido para o mercado de desktops e notebooks no Brasil: 38% dos entrevistados declararam a intenção de comprar um computador nos próximos 12 meses. Dentre os itens de tecnologia, o desktop está no topo da lista de desejos dos brasileiros, com 15,2% de intenção de compra – mesmo número que as TVs LCD/Plasma/3D. Os notebooks têm 14,3% das intenções, e os netbooks 2,3%.
As Regiões Norte e Sul são as que apresentam maior intenção de compras, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde 50% dos entrevistados declarou que pretende comprar um desktop, notebook ou netbook nos próximos 12 meses. Paraná (44%), Bahia (31%), Ceará (36%) e Santa Catarina (34%), são regiões com intenção acentuada de compra.   (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 
 

21.10 - Todos os dias, 39,5 mi de brasileiros acessam a internet
A internet, no Brasil, é acessada diariamente por 39,5 milhões de pessoas. E uma em cada dez é das classes C e D, ou seja, ganham até dez salários mínimos por mês (R$ 5.100). Os dados fazem parte de uma pesquisa do instituto Data Popular divulgada ontem. 
Segundo o instituto, especializado em levantamentos sobre hábitos de consumo das classes média e baixa, esses brasileiros já correspondem a 73% dos usuários de redes sociais na internet. Além disso, eles são maioria entre os que têm blogs e sites pessoais: 66%.
Mundial. O acesso à internet deve estar disponível para 2 bilhões de usuários até o fim deste ano, segundo estimou a União Internacional das Telecomunicações (UIT). 
Em relatório divulgado ontem, a UIT informou que o número de usuários da internet duplicou nos últimos cinco anos. O número de pessoas que acessam a internet da própria residência subiu de 1,4 bilhão em 2009 para 1,6 bilhão este ano. Dos 226 milhões de novos usuários, pelo menos 162 milhões vivem em países em desenvolvimento.  (O Tempo)
 
 
 
 
 

20.10 - Microsoft venderá Office "fatiado" à Prefeitura de NY 
A Prefeitura de Nova York e a Microsoft fecharam um acordo de compra de software que deve reduzir os custos públicos em US$ 50 milhões por ano e aumentar o acesso dos funcionários a aplicações mais modernas.
É que a cidade conseguiu fazer com que a empresa -sob pressão dos rivais Google e IBM- cobre só por softwares de fato usados pelos trabalhadores. Ou seja, em vez de comprar pacotes do Office, a administração vai dividir os funcionários em categorias e pagar só pelos programas usados.
A Prefeitura também usará versões on-line dos softwares.  (Folha de S.Paulo)

20.10 - Internet no país não suporta demanda
Pesquisa aponta que, apesar dos avanços, rede brasileira não atende às principais exigências dos internautas
Levantamento monitora 239 cidades em 72 países; Coreia, Hong Kong e Japão são líderes em banda larga 
A internet brasileira não está preparada para suportar as exigências atuais dos internautas.
É o que revela a terceira pesquisa "A Qualidade da Internet", feita pela Universidade de Oxford (Reino Unido) e pela Universidade de Oviedo (Espanha) com apoio da Cisco, empresa que fabrica equipamentos que conectam os computadores à rede.
Embora o Brasil tenha feito avanços para aumentar o número de domicílios conectados, a qualidade das conexões está abaixo da média.
Hoje, para que um internauta navegue e realize suas tarefas (trocar e-mails, baixar arquivos, assistir a vídeos, entre outras), as velocidades médias precisam ser de 3,75 Mbps (megabits por segundo) para o download (quando se baixa arquivos ou se acessa um site qualquer) e de 1 Mbps para o upload (quando se envia algo, e-mail ou mensagem instantânea).
O tempo de resposta (entre dar o comando e perceber que ele foi obedecido) não pode ser superior a 95 milésimos de segundo, segundo a pesquisa.
Em Fortaleza, apontada como a cidade brasileira com a melhor qualidade de internet, a velocidade de download auferida foi de 4,3 Mbps, ante 570 Kbps (kilobits por segundo) de upload. O tempo de resposta ficou em 114 milésimos de segundo.
A pesquisa indica que, nos próximos cinco anos, os internautas estarão consumindo mais capacidade de rede porque assistirão a vídeos sob demanda e farão videoconferências, entre outras aplicações sofisticadas.
Por isso, os especialistas estimam que, até 2015, um domicílio estará consumindo 500 GB (Gigabytes) mensalmente, ante os atuais 20 GB.
Para dar conta dessa quantidade de dados trocados via internet, será preciso investir mais para que as redes ofereçam velocidades de download de 11,25 Mbps e de 5 Mbps de upload com uma resposta de 60 milésimos de segundo.
MUNDO
Só 38 cidades no mundo já estão preparadas para essa nova fase -nenhuma no Brasil. No total, foram monitorados domicílios em 239 cidades e 72 países. A Coreia do Sul continua liderando a lista de países líderes em internet, seguida por Hong Kong e Japão. O Brasil ocupa a 38ª colocação. Esteve na 41ª, em 2009, e na 36ª, em 2008.  (Folha de S.Paulo)

07.10 - Banda larga: acesso universal 
O acesso universal à banda larga é fundamental porque propicia a igualdade de alcance do conhecimento 
Nas últimas colunas comentei situações e oportunidades para quem a conexão à internet já é realidade -em casa, no trabalho e no celular.
Mas ainda somos uma parcela relativamente pequena da população com acesso a serviços de banda larga e os muitos benefícios que a web oferece. Felizmente no mundo essa realidade começa a mudar.
Recentemente, a Finlândia tornou-se o primeiro país a declarar que o acesso à internet é direito fundamental de todo cidadão. Isso dá à web status e importância de telefone, eletricidade e água corrente.
É o que se conhece por "serviço universal", conceito cada vez mais presente na regulamentação de telecomunicações e que prega a disponibilidade geral de certos serviços básicos para toda a população de um país.
Na América Latina, o Chile foi o primeiro a anunciar subsídios para suprir a demanda de acesso para a população. Voltado inicialmente a empresas que levam banda larga a áreas distantes de grandes centros, com tarifas fixadas pelo governo, o projeto deve ser intensificado, com subsídios mais pesados que ajudem a massificar a internet no país, especialmente em áreas urbanas de baixa renda.
A iniciativa terá investimentos de quase US$ 500 milhões (R$ 840 milhões) nos próximos dois anos, com meta de que, em 2014, 70% da população chilena tenha banda larga.
Hoje, só 33% do país tem acesso ao serviço -média bem menor do que os 65% dos países-membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico.
Com essa medida, o governo chileno também começou a liderar esforços multilaterais para reduzir os custos de internet no mundo.
A iniciativa, proposta e coordenada pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, prevê que cada país assuma sua própria demanda interna de banda larga, gerando economia de escala que permitiria reduzir o custo internacional atual e consequentemente os preços para os usuários finais.
No Brasil, o governo federal criou o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga), que também pretende democratizar o acesso à rede, embora de maneira diferente da chilena.
Aqui, a Telebrás foi reativada para realizar a tarefa de levar a internet a 40 milhões de brasileiros até 2014, com planos a preços populares. A estratégia quer aproveitar as redes de fibra óptica ociosas instaladas no país, contando com investimento privado, enquanto o Estado terá um papel complementar.
Segundo dados publicados na própria Folha, atualmente apenas 12,2 milhões de brasileiros possuem banda larga. Por aí, é possível ver o tamanho do desafio que o governo tem pela frente.
Para tocar o PNBL, o governo vai investir R$ 3,32 bilhões nos próximos anos e as cem primeiras cidades já foram anunciadas. A estimativa é de que mais de 14 milhões de brasileiros se beneficiem desse investimento.
Além do PNBL, existem outros esforços para conectar a população carente. Os mais de 100 mil moradores da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, têm acesso gratuito à web graças a uma iniciativa do governo fluminense e da PUC-RJ.
Esse programa, o Rio Estado Digital, também abrange outras comunidades, como Santa Marta, Pavão-Pavãozinho e Cidade de Deus.
O princípio do acesso universal à banda larga já pode se considerado uma tendência real. Algo a se comemorar, porque propicia a igualdade de acesso ao conhecimento.
Diz o Manifesto para a Banda Larga, que circula em sites chilenos: "Banda larga é educação, é comunicação, é o mundo em nossa casa, é biblioteca e conhecimento. Banda larga para aprender, para trabalhar, para inovar, para negócios, para lazer e para conquistar o mundo, quebrando o ciclo preconceituoso entre classes sociais e democratizando o conhecimento e a cultura".
Para quem já está acostumado a ter acesso à informação, pode parecer apenas mais uma manifestação panfletária. Mas, para a população que tem pela primeira vez a chance de ter acesso imediato à informação, isso tem um peso realmente libertador e revolucionário.  (ALEXANDRE HOHAGEN - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 
 
 

05.10 - Internet Explorer agora tem menos da metade do mercado 
Navegador perde espaço para o Firefox e para o Google Chrome 
A história da internet pode não ser mais a mesma após a divulgação de um relatório da empresa de estatísticas StatCounter ontem. Em marco inédito, o Internet Explorer, navegador da Microsoft, registrou menos de 50% de participação no mercado mundial em setembro.
Segundo as contagens do relatório, a participação do Internet Explorer caiu para 49,87% em setembro. O browser é seguido pelo Firefox, com 31,5% de participação de mercado.
Para efeito de comparação, o IE detinha 58,37% do mercado no mesmo período, uma diferença de 8,5 pontos percentuais em relação a setembro de 2010.
O navegador que prossegue em crescimento é o Chrome, do Google: se ele tinha 3,69% do mercado em setembro de 2009, o percentual de setembro de 2010 chega a 11,54% -ou um crescimento de 221%.
"É certamente um marco na guerra dos navegadores da internet", disse o executivo-chefe da StatCounter, Aodhan Cullen. "Há apenas dois anos, o Internet Explorer dominava o mercado mundial, com 67%."
O acordo de competitividade feito entre a Microsoft e a União Europeia -a fim de que a empresa oferecesse escolha aos usuários europeus sobre os navegadores além do IE- foi diretamente proporcional à queda global do browser, afirmou ele.
As contagens da companhia se baseiam em uma amostra que excede 15 bilhões de visitas a páginas por mês, coletadas a partir de mais de 3 milhões de sites.  (MARINA LANG - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

04.10 - Vendas de micros crescem 23% no terceiro trimestre
José Roberto Campos, vice-presidente de computação da Itautec: compras empresariais visam internacionalizaçãoO mercado brasileiro de computadores, que já havia registrado expansão de 20% nas vendas do primeiro semestre deste ano, encerrou o terceiro trimestre com crescimento expressivo. Fabricantes de equipamentos como Hewlett-Packard (HP), Itautec e Sony apontaram ampliação nas suas vendas de 20% a 25%, como na média do mercado, e com base nas encomendas esperam uma aceleração desse ritmo nos próximos três meses. 
As vendas de PCs cresceram 23% no trimestre, ante o mesmo intervalo de 2009, segundo dados preliminares apurados pela consultoria International Data Corporation (IDC). "O mercado está acelerando o ritmo de crescimento em comparação aos primeiros meses do ano", afirma o diretor-geral da consultoria, Mauro Peres. A retomada de projetos das companhias de grande porte e compras por pequenas e médias empresas ditaram a aceleração no período, diz o consultor. Também houve aumento na demanda por sistemas de gestão empresarial e de gerenciamento de redes, servidores e equipamentos para armazenamento de dados. 
A HP foi uma das fabricantes beneficiadas pelo movimento de renovação dos parques de TI. A companhia estima que as vendas de computadores para empresas também cresceram segundo a média do mercado no terceiro trimestre, afirma Fabiano Takahashi, diretor da unidade de produtos corporativos da HP. Ele observa que as vendas para empresas foram maioria e os setores mais demandantes foram o financeiro, de construção civil e de infraestrutura.
"Houve uma onda de troca e atualização do parque de PCs", afirma Takahashi. Segundo ele, as vendas aumentaram progressivamente mês a mês e as encomendas em carteira indicam que o quarto trimestre será bastante forte. "O dólar em queda é um componente que pode ajudar a alavancar as vendas", diz. Para o ano, a HP prevê crescimento de 15% a 18% nas vendas de PCs. 
A Itautec, que também tem forte atuação na área de computadores para empresas, confirmou que a demanda estava mais aquecida no terceiro trimestre. "Muitas empresas têm buscado estruturar melhor a área de TI como parte da preparação para competir no mercado externo", afirma o vice-presidente da unidade de computação da Itautec, José Roberto Campos. A empresa tem ações negociadas na BM&FBovespa e não antecipa dados de vendas. Campos observa que houve aumento nas vendas para pequenas e médias empresas, devido ao processo de digitalização de documentos. Para o quarto trimestre, a expectativa é de que o mercado continue aquecido. "As encomendas indicam que o segundo semestre tem todo potencial para ser mais forte que o primeiro", afirma o executivo. 
A demanda no varejo também se manteve aquecida no período, afirma Peres, da IDC. "No primeiro semestre os consumidores deram prioridade à troca das TVs por conta da Copa do Mundo. Mas em julho, o interesse por computadores voltou a ficar mais forte", diz Peres. 
A Samsung, por exemplo, registrou elevação de 72% nas vendas das linhas de TI no terceiro trimestre, que incluem, notebooks, netbooks, impressoras, monitores e discos rígidos (HD). No primeiro semestre, a expansão foi menor, de 42%, afirma o vice-presidente da divisão de soluções de TI da Samsung, Ronaldo Miranda: "Depois da Copa, os computadores voltaram a ficar na moda." Ele diz que as encomendas dos varejistas para os próximos meses permitirão à empresa fechar o ano com crescimento de 60% nas vendas dos produtos de TI. "O plano original era crescer de 25% a 28%. Felizmente fomos positivamente surpreendidos."
A Sony, que vende computadores com preços acima de R$ 2,4 mil, também afirma ter superado as expectativas de vendas, segundo o gerente de produto, Willen Puccinelli. A empresa, porém, não revela seus números. 
A Intel, que fornece processadores para mais de 90% do mercado, estima alta de 25% no terceiro trimestre. Para o ano, a empresa prevê vendas de 15 milhões de PCs no país, o que representaria uma expansão de 36%, diz o diretor de marketing da Intel Brasil, Cássio Tietê.
A IDC projeta expansão de 24% nas vendas de PCs. Para o mercado de TI, a consultoria prevê expansão de 14% em receita, saindo de R$ 56 bilhões para R$ 64 bilhões. Segundo Peres, a receita cresce menos devido à redução dos preços praticados no varejo, fruto do aumento da concorrência entre fabricantes e da queda nos custos com componentes importados.   (Cibelle Bouças - Valor Online)
 
 
 
 
 
 

30.09 - Médicos devem ter atenção com dados na internet
Segundo o CFM, os profissionais correm riscos em oferecerem suas informações em sites e redes sociais sem fazerem rigorosa verificação
O Conselho Federal de Medicina (CFM) faz alerta sobre páginas eletrônicas que solicitam dados de profissionais médicos com um discurso de valorização e mobilização social da classe. Segundo a entidade, os profissionais correm riscos em oferecerem seus dados e informações em sites e redes sociais sem fazerem uma rigorosa verificação de suas finalidades e responsáveis.
Páginas eletrônicas denunciadas ao Conselho apresentam espaços de propagandas falsas e pretensões de negociar informações com objetivo de lucro. De acordo com o coordenador do Setor de Informática do CFM, Goethe Ramos, alguns cadastros são duvidosos ao apresentarem que teriam 364 mil cadastrados, sendo esta a totalidade de médicos ativos no País.
O CFM enfatiza ainda que o médico precisa ficar atento ao artigo 111 do Código de Ética Médica que veda ao médico permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos, em qualquer meio de comunicação de massa, deixe de ter caráter exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade. O descumprimento das normas pode levar o médico a responder a processos ético-profissionais.
Como ferramenta de segurança para o médico e a sociedade, o Conselho disponibiliza em seu site oficial - Portal Médico - o nome do médico, assim como o número de registro no CRM, o estado de origem e especialidade. O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) também divulga a foto do profissional como mais um mecanismo de segurança para resguardar os médicos de falsificações.   (Saúde Business Web)
 
 
 
 
 

24.09 - EUA: TI é essencial para homecare
Relatório da Deloitte ressalta interesse no uso da tecnologia para coordenar assistência médica domiciliar
A Tecnologia de Informação (TI) é considerada o investimento mais importante para as organizações participantes do programa de Assistência Médica Domiciliar (PCMH) nos Estados Unidos. A informação foi divulgada por um relatório do Delloitte Center for Health Solutions - o Centro da Deloitte para Soluções em Saúde.
O estudo, que analisa tendências para o mercado de homecare, conclui que o tratamento em casa se tornará uma alternativa permanente nos Estados Unidos, em curto prazo. Entre os motivos estão os custos crescentes com saúde, o envelhecimento populacional e o acesso cada vez mais fácil à TI clínica.
Para os membros do PCMH, a TI ajuda a integrar e coordenar os cuidados com a saúde, além de aprimorar o cuidado com o paciente, a medição da performance e a qualificação, baseados no princípio de qualidade e segurança.
Retorno positivo
Um dos principais pontos revelados pelo estudo da Delloite em relação à TI aplicada à saúde diz respeito ao retorno do investimento. Segundo o relatório, o capital inicial é alto, devido aos custos fixos de algumas tecnologias. No entanto, se as instituições conseguem fazer investir no início, em itens como transmissão em banda larga e equipamentos para registros do paciente, os resultados do tratamento são aprimorados e os custos proporcionais se tornam menores.
O relatório também mostra que a adoção deste modelo por parte dos médicos pode ser um desafio, já que é preciso convencê-los da necessidade de utilização da TI na interação com o paciente e no planejamento dos diagnósticos e tratamento. O estudo também destaca a aplicação da TI na medicina à distância, contribuindo na prática dos cuidados primários.   (Mariana Fontes - Saúde Business Web)
 
 
 
 
 

22.09 - Intel anuncia produtos e projeta futuro 
Companhia lança novo chip da família Core na edição 2010 do IDF, o fórum de desenvolvedores da empresa 
Integração entre dispositivos e expansão do uso dos chips da Intel marcou evento de tecnologia nos EUA
Computadores mais velozes, econômicos e com maior capacidade de processamento gráfico.
Essa é a promessa da Intel para máquinas que venham equipadas com o Sandy Bridge, codinome do novo chip da empresa, a segunda geração da família Core.
O SB foi o carro-chefe da edição 2010 do IDF (Intel Developer Forum), evento que aconteceu na última semana em San Francisco.
Apresentado por Paul Ottellini, presidente da Intel, na fala que abriu o evento, o chip deve vir embarcado nas primeiras máquinas no primeiro bimestre de 2011.
David Perlmutter, vice-presidente da Intel, disse que são 1 bilhão de transistores dentro do novo processador.
Para efeito de comparação, em 2004, no Pentium 4, existiam apenas 10 milhões.
A Intel também lançou a AppUp (appup.com), loja de aplicativos gratuitos e pagos, oferecidos num modelo parecido com o da App Store, da Apple, ou o Android Market, do Google.
Os aplicativos estão disponíveis para dispositivos com processador Atom.
O plano inicial é oferecê-los para netbooks com MeeGo ou Windows e mais tarde, ampliar o alcance para as mais diversas plataformas: celulares, tablets e até mesmo veículos.
Cerca de 6.500 visitantes passaram pelos três dias de evento, número que representou recorde de público.
FUTURO
Celulares supermodernos que entendem e reagem ao humor do usuário, televisões que acessam a internet saberão quem está segurando o controle remoto, carros automáticos dirigidos por inteligência artificial.
Essas foram apenas algumas tecnologias apresentadas na feira da Intel. Várias palestras ressaltaram que é "hora de tirar o chip da caixa", numa referência ao uso múltiplo dos chips da empresa em diversos equipamentos, muito além dos PCs.
"Os dispositivos irão constantemente aprender sobre você, sobre seu dia, seus amigos e provavelmente até mesmo como você está se sentindo", disse Justin Rattner, vice-presidente de tecnologia da Intel, em apresentação no último dia do evento.   (ALEXANDRE ORRICO - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 
 

21.09 - Projetos públicos de banda larga criam polêmica em vários países
Governos de todo o mundo vêm lançando, nos últimos dois anos, iniciativas para aumentar o acesso à internet em alta velocidade em seus países. Cada qual com sua fórmula, o objetivo é inserir a população ainda não atendida com banda larga, ou mesmo melhorar o acesso, ainda precário mesmo em países desenvolvidos. Independentemente da intenção dos governantes, esses projetos não têm consenso. Enquanto alguns os consideram como estimuladores do mercado, outros os veem como intervenção do Estado na atividade privada.
Brasil, Estados Unidos, Austrália e Finlândia são alguns de uma lista de pelo menos 13 nações com planos nacionais de banda larga já delineados. "Todos os países estão trabalhando em planos de alguma forma", confirma Raul Katz, professor da Columbia Business School.
O governo Barack Obama destinou à ampliação e melhoria da infraestrutura de banda larga na zona rural e comunidades pobres dos EUA, US$ 7,2 bilhões do pacote de US$ 860 bilhões para estimular a economia. O objetivo é conectar cerca de 14 milhões de pessoas sem acesso à internet rápida. Na Espanha, a proposta é transformar a banda larga em um serviço básico como a telefonia fixa. 
A vizinha Argentina avalia a possibilidade de liberar até 1,4 bilhão de pesos (cerca de R$ 700 milhões) para financiar um projeto de levar rede de banda larga a regiões que não oferecem rentabilidade para as operadoras locais.
Até mesmo a Comissão Europeia entrou no jogo. Na semana passada, o bloco anunciou um plano para estimular investimentos nos 27 países-membros. Pela estratégia, os europeus deverão ter acesso à internet em banda larga até 2013 e conexão com velocidade acima de 30 megabits por segundo (Mbps) em 2020, comparado a 2 Mbps hoje. Em dez anos, o objetivo é de que 50% ou mais de residências europeias tenham acesso à internet por fibra óptica com conexões acima de 100 Mbps.
Acesso veloz à internet é visto como meio de reduzir a distância educacional entre nações emergentes e ricas
Não está em jogo o simples desejo dos governos de interferir mais na economia, e sim a busca por formas de acelerar o crescimento e o desenvolvimento das nações. A universalização dos serviços de internet em banda larga tem sido vista como um impulso para as economias em um momento de crise e incertezas no cenário econômico global.
Nos países emergentes há ainda outro estímulo: o acesso à internet veloz é visto como uma forma de reduzir a distância que separa essas nações das mais ricas em termos de educação e produção de conhecimento, fatores que interferem diretamente no crescimento econômico. 
Isso é comprovado por números. Segundo estudo do Banco Mundial, um aumento de 10% na penetração da banda larga pode contribuir com 1,21 ponto percentual de crescimento no Produto Interno Bruto (PIB) de países desenvolvidos. Já nos países emergentes, a evolução das riquezas produzidas pode chegar a 1,38 ponto percentual. 
Os planos são projetados, na verdade, para corrigir deficiências criadas ao longo dos anos, em cada mercado, envolvendo preço. As iniciativas dos governos forçam o estabelecimento de conexões mais baratas e o lançamento do serviço em áreas remotas, lembra Márcio Couto, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV).
De acordo com Katz, da Columbia Business School, existem três modelos nos quais os governos têm baseado seus planejamentos. No primeiro, o governo traça objetivos e metas e trabalha na melhoria do ambiente regulatório para que elas possam ser atingidas pela iniciativa privada. No segundo, os governos destinam linhas de crédito específicas para inclusão digital. No terceiro modelo, o governo entra diretamente na prestação de serviço, ou oferece infraestrutura de banda larga.
Dependendo do país, as medidas são adotadas de forma isolada, como aconteceu no Canadá, ou até mesmo em conjunto, caso de Cingapura. Para Katz, a interferência do Estado é bem-vinda. "Ninguém pode esperar que a inciativa privada invista em regiões onde é mais difícil ganhar dinheiro, como áreas afastadas dos grandes centros e zonas rurais", diz. O consultor afirma, no entanto, que é preciso deixar claro até onde vai a influência estatal.
Peter Sondergaard, vice-presidente global de pesquisa da consultoria Gartner , acredita que é preciso pensar além da banda larga. "A conexão em alta velocidade só será a plataforma sobre a qual você vai construir alguma coisa, se houver pessoas com habilidade para usá-la e uma percepção de que esse cenário demanda uma mudança do ponto de vista de modelos de negócios das empresas", opina Sondergaard. 
Para o executivo, é preciso construir uma política econômica em torno da tecnologia da informação que combine investimentos públicos e privados para criar a infraestrutura e a capacitação necessárias para o novo cenário. "Se só uma dessas coisas acontecer, o valor do investimento em banda larga será limitado."   (Valor Online)

21.09 - Banda larga: No Brasil, meta é atender a 40 milhões de domicílios
Com um dos serviços de internet mais caros e e de menor densidade do mundo, o Brasil criou, em maio, o Plano Nacional da Banda Larga. A meta é levar internet rápida e barata a 40 milhões de domicílios até 2014. Hoje, o número está na casa dos 12 milhões. Grande parte do plano será implantada pela Telebrás. A estatal, que só existia por conta de disputas judiciais de fornecedores, foi reativada com o objetivo de criar uma rede nacional de fibras ópticas. O modelo foi inspirado, em grande parte, no plano criado na Austrália. A diferença é que lá o governo sairá do serviço depois de cinco anos, por meio de privatização da estatal envolvida no projeto.
A Telebrás tem hoje R$ 280 milhões em caixa para iniciar suas operações. Os primeiros investimentos virão com a compra de equipamentos de grande porte usados para interligar a malha de fibra que a empresa tem distribuída pelo país. São roteadores e "switches" para gerenciar o tráfego de dados que passam pela rede. Com isso, a empresa pretende chegar a cem cidades e 15 capitais brasileiras até o fim do ano, começando pelas regiões Nordeste e Sudeste. Para 2011, o plano de expansão inclui a injeção de mais R$ 1,5 bilhão vindos dos cofres do Tesouro. Em 2012, a projeção é aplicar mais R$ 1,5 bilhão.
Os clientes da Telebrás, inicialmente, não serão os consumidores comuns de serviços de banda larga, mas os provedores de acesso à internet. O objetivo da empresa é oferecer links de rede para 1,7 mil provedores licenciados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para operar no país, ampliando a concorrência no setor. Mas o decreto 7.175/2010 prevê que a Telebrás poderá vender banda larga aos usuários finais em localidades "onde inexista oferta adequada" do serviço.
Márcio Couto, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV), diz que o governo brasileiro não precisava ter ido direto para o modelo de intervenção estatal para resolver o problema, pois os planos de regulamentação da Anatel preveem uma série de medidas nesse sentido. Para Couto, o aprimoramento do marco regulatório poderia ter vindo primeiro. Caso as medidas não funcionassem, poderia se evoluir para a presença mais forte do Estado.   (Gustavo Brigatto - Valor Online)
 
 
 
 
 

20.09 - Classe C já usa internet como veteranos
Perfil de navegação da nova classe média é similar ao das classes A e B ao pesquisar produtos antes de comprar
Usuários buscam fotos e vídeos sobre produtos e endereços de lojas, além de comentários no microblog Twitter
Usuários de internet da classe C já têm um perfil de navegação semelhante ao de internautas maduros, especialmente no que diz respeito ao uso da rede como ferramenta de decisão para a compra de eletrônicos.
Essa é uma das conclusões do estudo da consultoria americana TNS Research encomendado pelo Google Brasil e obtido com exclusividade pela Folha.
Segundo o levantamento, conduzido com 500 pessoas em São Paulo, 52% dos entrevistados da classe C utilizam a internet como primeiro recurso para procurar produtos eletrônicos, ante 63% dos usuários avançados -os "early adopters", cuja maioria (68%) é composta de internautas das classes A e B.
"O poder de compra que está trazendo a classe C para a economia vem ao mesmo tempo em que os recursos da internet estão mais maduros, e isso influencia positivamente no uso", afirma Leonardo Tristão, diretor de vendas diretas do Google Brasil.
A relevância da rede é superior inclusive à pesquisa nas lojas físicas, declarada por 23% dos participantes como principal fonte de informação para a classe C.
As ferramentas de busca são o principal local de procura de lançamentos de eletrônicos desses internautas, indicada por 64% da base. Esse percentual ultrapassa inclusive a participação dos buscadores entre os usuários avançados (61%).
Segundo Tristão, desde 2008, as buscas relacionadas a aparelhos de telecomunicações cresceram 98% no Google, e as de produtos de informática saltaram 120%. O buscador não revela os números absolutos.
INTERAÇÃO
Entre as principais informações buscadas pelos usuários da classe C, estão fotos e vídeos sobre os produtos (60%), endereço do site de lojas (34%) e de fabricantes (30%).
Opiniões de amigos também são consideradas no momento de decisão sobre a compra, segundo 45% dos entrevistados.
Nesse contexto, as redes sociais são fundamentais. De acordo com o estudo, 50% dos usuários da classe C procuram comentários sobre o produto no Orkut, e 17%, no Twitter.
"O que se vê é um ciclo, que pode começar a partir da busca sobre o lançamento, passando pela visualização dos recursos e pela materialização do produto em vídeo, e depois partindo para a opinião dos amigos", afirma Tristão.
COMPRA OFF-LINE
Apesar da densa participação da internet para pesquisa e consulta sobre produtos, a rede ainda tem pouca penetração no ato da compra.
Segundo a pesquisa, apenas 22% dos entrevistados da classe C pesquisaram e compraram os produtos na rede.
São consumidores como a empregada doméstica Edenildes da Silva, 36, que há dois anos tem computador com internet em casa e recorre à rede para ganhar tempo. Em geral, porém, costuma realizar as suas compras nas lojas tradicionais.
"Em vez de passar parte do fim de semana rodando nas lojas para pesquisar, olhei primeiro na internet. Ganhei tempo para ficar com o meu filho", diz sobre dois celulares, adquiridos há menos de seis meses.
Como motivação para a compra on-line, os entrevistados da classe C citaram a necessidade de mais segurança (48%) nos sites e melhores preços (40%).
Sites mais fáceis de navegar e de comprar também foram considerados por 26% da base.
Entre os usuários avançados, principalmente das classes A e B, os fatores determinantes na compra são promoções e descontos (42%) e melhores preços (40%).    (CAMILA FUSCO - Folha de S.Paulo)

20.09 - Jovens na faixa de 18 a 24 anos representam 68% dos usuários
A maioria dos usuários de internet da classe C pesquisados pela consultoria TNS Research utiliza a web diariamente e fica até quatro horas conectado.
Segundo o levantamento que foi realizado com 500 pessoas -sendo metade da classe C-, 71% dos entrevistados utilizam a internet diariamente, percentual equivalente ao das classes A e B (74%).
A maioria dos internautas (65%) fica conectada de uma a quatro horas por dia, enquanto 21% navegam por mais de seis horas.
Na divisão por idade, a maioria (68%) dos usuários têm e 18 a 24 anos. Mais da metade (52%) é mulher, perfil semelhante ao das classes A e B.   (CAMILA FUSCO - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

13.09 - Internet brasileira
O uso da internet no Brasil mais que dobrou nos últimos quatro anos. O acesso já faz parte do dia a dia de 41,7% da população com mais de dez anos de idade,segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada em 2009 e divulgada na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A rede chega a 67,9 milhões de pessoas. O aumento é ainda mais expressivo entre quem tem mais de 50 anos - 148%. A entrada de mais idosos na rede e o aumento da renda, principalmente nas classes C, D e E, contribuíram para a expansão dessa participação brasileira na internet.
A internet deixou, há muito, de ser um luxo. Passou a ser, se não necessária, uma facilidade para pagar contas, fazer transações bancárias, consultar documentos públicos, comprar, informar-se ou comunicar-se. Não se pode encarar a popularização da internet como uma banalidade. A rede é, hoje, um instrumento potente de inserção e promoção social, quando bem usada. 
Apesar desse crescimento, o Brasil ainda oferece um acesso caro e restrito. Pouco mais da metade do total de acessos é feita de pontos privados - as casas dos próprios usuários ou as de amigos e parentes. As lan houses assumiram, assim, uma espécie de papel social dos mais importantes - 35,2% de todos os acessos no Brasil são feitos a partir desse tipo de estabelecimento.
Um norte-americano paga pouco mais de R$ 3 para acessar a internet a uma velocidade de cinco mega. Um brasileiro que quiser a mesma velocidade vai pagar ao menos 20 vezes mais. Na Coreia, pagam-se inacreditáveis R$ 0,46 mensais por mais de 60 mega. A internet brasileira é das mais caras do mundo, e a qualidade dos serviços já há muito deixa a desejar. Nesse sentido, é especialmente lamentável o esvaziamento da agência reguladora das telecomunicações, Anatel. Agora, o governo federal quer promover a banda larga através da ressurreição da Telebrás. A concorrência e a seriedade na aplicação das leis fariam melhor ao país. Que a expansão não seja só quantitativa, mas também qualitativa.   (O Tempo)
 
 
 
 
 

09.09 - Fabricantes de antivírus questionam testes de laboratórios independentes
Para executivo do setor, exames estáticos são inúteis, já que maioria das pragas vem pela Internet e malwares circulam por apenas três dias.
A briga para ver qual é o melhor antivírus esquentou na quarta-feira (8/9) com o lançamento das versões 2011 das suítes de segurança da Symantec e da Trend Micro.
A polêmica recai sobre o valor dos testes comparativos promovidos pela AV-Test e a Dennis Technology Lab, e a Symantec divulgando os resultados obtidos como prova cabal de que seu Norton Internet Security 2011 é superior aos seus concorrentes, incluindo aí o Trend Micro.
“Nós nos saímos melhor que a Trend”, disse Dan Nadir, diretor de gerenciamento de produtos da Symantec, referindo-se às avaliações da Dennis Technology, feita com 13 softwares. O exame envolveu tanto a defesa contra malwares como a capacidade de demovê-los da máquina.
No entanto, a Trend Micro destaca que a análise foi feita com a versão 2010 de seu programa, em vez da atual, a Titanium 2011, que abarca proteção via cloud computing:
“A Titanium 2011 é uma solução totalmente reformulada e toma a dianteira no sentido de utilizar a nuvem em suas atividades, o resultado é um cliente mais ágil no computador”, ressaltou David Perry, diretor de educação da empresa.
A Trend já tem certa reputação quanto ao uso de computação na nuvem em suas soluções corporativas, mas é a primeira vez que o recurso aparece no programa destinado ao cliente doméstico. A Titanium 2011 vem em três modelos: uma que inclui apenas o antivírus, a Internet Security, que conta com bloqueio de spam e de conteúdo impróprio, e a Maxium Security, que oferece como atrativo backup online de 10GB.
Testes questinados
Perry afirma que a controversa em torno dos testes de suítes de segurança digital está atingindo um nível crítico, com a credibilidade de todos os laboratórios sendo ferozmente debatida.
“Exames estáticos são inúteis”, afirma, justificando que a maioria das pragas infecta o sistema a partir de arquivos baixados na Internet. “Em média, os malwares ficam em circulação por apenas três dias, e alguns duram menos de 15 minutos”.
A Trend Micro afirma entrar em contato com 220 mil amostras de pragas por dia, na tentativa de seus autores de quebrar padrões de correspondência dos softwares. Para contornar o problema, a companhia, assim como a Symantec, tem usado a velocidade da Internet na tentativa de substituir a tecnologia antiga.
Segundo Perry, cresce no Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE, na sigla em inglês) o apoio à proposta de padronizar nomenclatura, medição e análises de malwares. O tópico será discutido no próximo encontro do grupo, o Malware 2010, que se concentrará na questão da segurança digital. (Ellen Messmer - Network World)

09.09 - Previdência: Sistema de digitalização de documentos
Centros permitem tornar mais ágil tanto a consulta a processos como o atendimento ao cidadão
O Ministério da Previdência Social e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) avançam na implantação dos Centros de Documentação da Previdência (CedocPrev). Já foram instaladas 40 unidades em todo o país e, até o fim desde ano, mais 23 deverão entrar em atividade. A meta é criar centros como estes em todas as Gerências Executivas do INSS. Ao todo, serão 101 unidades, contando com o centro projetado para a Direção Central do INSS em Brasília.
Dos centros previstos para este ano, já foram instalados CedocPrev em Canoas (RS), Governador Valadares (MG), Duque de Caxias (RJ) e nas capitais Palmas, Florianópolis, João Pessoa e Porto Velho.
O CedocPrev é operacionalizado por meio da Central de Atendimento a Pesquisas Processuais (Capture), que tem como atribuição a concentração das informações e o gerenciamento dos documentos, com recuperação e acesso ao acervo. Para executar o Capture, o INSS capacitou servidores em todas as gerências que já contam com um CedocPrev.
Após receber o pedido de consulta a um processo – enviado por alguma Agência da Previdência Social – o servidor localiza o documento e o encaminha para a higienização. Nesta fase, o servidor verifica a ordem original do documento para digitalização e o envia, por meio eletrônico, para a unidade solicitante. O documento físico volta ao arquivo.
Além da guarda e preservação de processos e documentos administrativos, o CedocPrev permite atender, com mais rapidez, as solicitações das unidades, sem risco de extravio e necessidade de deslocamento de servidores.
Processos de benefícios – A maioria dos documentos digitalizados se refere a processos de benefícios dos segurados, de pedido de revisão, recursos ou demandas judiciais. Nos CedocPrev são arquivados processos de benefícios que já foram concedidos ou indeferidos.
Acervo - A implantação dos CedocPrev integra o Projeto de Gestão de Documentos, que tem como objetivo o gerenciamento das informações produzidas em fontes de arquivos, bibliotecas e museus da Previdência Social. Toda a documentação gerada no INSS fica mantida nos centros por um período que varia de 50 a 100 anos, conforme a tabela de temporalidade e destinação de documentos, estabelecida pela Política Nacional de Arquivos.
Documentos que antes estavam espalhados de forma desordenada, em diversos arquivos do instituto, estão sendo armazenados de acordo com as normas de procedimentos estabelecidas pelo Comitê Executivo de Deliberação do Sistema de Documentação e Informação do INSS (Cedin). Nos centros estará armazenado, de forma organizada, um volume que ultrapassa a mais de 500 quilômetros de documentos e processos do INSS.    (Mauren Rojahn e Natália Oliveira - AgPrev)
 
 
 
 
 

01.09 - Versões do Windows 7 e suas diferenças
Gostaria de saber qual a diferença entre o Windows 7 de 32 bits e o de 64 bits, pois penso em comprar novo micro.
Além de fatores relativos à performance, a principal vantagem da versão de 64 bits é a sua capacidade de RAM (memória de curto prazo, que esvazia ao desligarmos o PC). A versão de 32 bits do Windows 7 suporta algo em torno de 3,3 Gbytes, enquanto a de 64 bits pode endereçar até 192 Gbytes.
As versões de 64 bits oferecem maiores oportunidades de executar aplicações que demandam muita memória. Boa parte dos novos micros já trazem essa versão, muito interessante se você for trocar seu computador.
A única observação é que alguns periféricos, como impressoras e scanners antigos, podem não rodar com a nova versão, pois precisam de um driver (programa que conecta hardware e sistema operacional) específico. Antes de migrar para a nova versão, verifique a lista de compatibilidade da Microsoft no site bit.ly/9AM2NO.
Mesmo que algum programa não seja compatível, verifique no site do fabricante se não estão disponíveis atualizações para ele.   (José Antonio Ramalho - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

30.08 - Venda de computador cresce 29% no 2º tri
A comparação é com o segundo trimestre do ano passado. No total, foram comercializados 3,4 milhões de unidades, segundo dados da consultoria IDC. Do total vendido no período, 54% foram computadores de mesa; o resto, notebooks. No semestre, as vendas foram 32% maiores (6,4 milhões).   (Folha de S.Paulo)

30.08 - Banda larga do Brasil não é suficiente para 
[Serviço é caro, lento e insuficiente para fluxo de dados do evento esportivo 
A banda larga brasileira, que é cara e lenta, pode ser um problema na Copa do Mundo de 2014. O alerta foi feito durante o seminário "Projeto 2014", que aconteceu na última quinta-feira em Belo Horizonte e reuniu diversas empresas da área de tecnologia. "É preocupante, porque os projetos já tinham que estar em andamento. Estamos atrasados", disse o especialista em telecom e broadingcast da Casablanca Online, Laudson Diniz. 
Ele explicou que para atender à demanda de visitantes e, principalmente dos milhares de profissionais de mídia que virão ao Brasil, é preciso uma rede de fibra ótica com capacidade de transmissão de dados muito superior à instalada atualmente. Além disso, a rede precisa unir pontos estratégicos, como o estádio ao centro de imprensa de cada cidade-sede. Esses pontos, por sua vez, precisam estar conectados ao ponto central de imprensa. Para se ter uma ideia, não há definição nem mesmo dos locais que abrigarão a mídia durante os jogos no Brasil. 
Diniz disse ainda que a experiência brasileira em infraestrutura tecnológica não foi boa. "No Pan (no Rio de Janeiro, em 2007) a rede não funcionou a contento", afirmou ele.   (ANA PAULA PEDROSA - O Tempo)
 
 
 
 
 

27.08 - Internet rápida do governo começa sem público novo
Das cem primeiras cidades que receberão o Plano Nacional de Banda Larga, 97 já contam com o serviço, prestado por empresas privadas -em alguns dos locais, é fornecido também pelo Estado ou pelas prefeituras.
Só duas cidades da Paraíba e uma no Rio Grande do Norte não têm provedor de banda larga.
O governo diz que os critérios para a escolha das cidades, que funcionarão como campo de teste para a implantação do projeto, vão da baixa densidade de web banda larga à presença de programas de inclusão digital.
Outro critério é atender municípios com baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) -o que não acontece em Campinas, uma das contempladas.   (Folha de S.Paulo)

27.08 - Banda larga começa onde já há serviço 
Das 100 primeiras cidades que receberão plano do governo para internet rápida, 97 já contam com provedores 
Governo alega que um dos critérios de escolha foi a distância máxima de 50 km da rede de serviço da Telebrás
O PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) criado pelo governo Lula vai começar por cidades onde o serviço já é prestado por empresas privadas e, em alguns casos, também pelo Estado ou pelas prefeituras.
Da relação das 100 primeiras cidades a serem atendidas, anunciada ontem pelo presidente da Telebrás, 97, de acordo com informações das operadoras de telefonia, já têm o serviço.
Só duas cidades da Paraíba (Riachão e Dona Inês) e Lagoa D'Anta, no Rio Grande do Norte, de toda a lista, não têm provedor de banda larga.
As sete cidades de São Paulo a serem contempladas -Campinas, Guarulhos, Pedreira, Serrana, Conchal, Embu e São Carlos- têm banda larga oferecida pela Telefônica e por rivais.
Das 8 cidades do Estado do Rio selecionadas, 3 -Nova Iguaçu, Mesquita e Duque de Caxias- contam com acesso implantado pelo governo do Estado.
A cidade de Piraí, no Rio, foi um dos primeiros projetos de cidade digital do país (com o serviço oferecido pela prefeitura) e, aliás, inspirou Lula no projeto "Um Computador por Aluno".
CRITÉRIOS
Os critérios para escolher essas cidades, que funcionarão como campo de teste para a implantação do projeto de levar internet em alta velocidade para todo o país até 2014, vão da baixa densidade de internet banda larga à presença de programas de inclusão digital nas cidades.
Por isso, justifica o governo, foram incluídas no primeiro momento do plano cidades bem servidas de internet, como Piraí, no Rio de Janeiro.
A cidade do vice-governador Luiz Fernando de Souza recebeu ainda no início da década o programa Piraí Digital, que fornece internet gratuita à população.
Outros critérios para a primeira fase do plano são: atender municípios com baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), ter projetos de interesse social, ter áreas urbanas pobres e densamente povoadas, ou áreas rurais e regiões remotas.
No entanto, algumas cidades escolhidas estão longe de ter IDH baixo, como Campinas, em São Paulo, e Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
O governo alega que foram consideradas muitas variantes, inclusive a distância máxima de 50 quilômetros da infraestrutura de banda larga da Telebrás.
PREÇO
O presidente da estatal, Rogério Santanna, esclareceu que a estatal não irá levar o serviço para o consumidor final. Essa função será das operadoras e dos provedores, que venderão o serviço por um preço médio de R$ 35 por um pacote de 512 kbps.
Nessa etapa inicial, o governo estima gastar R$ 600 milhões.
Em Limoeiro (PE), que está na lista das cem cidades a serem contempladas, há quatro provedores locais de internet via rádio, além da Oi, que oferece a Velox.
Um dos provedores é o pequeno empresário Pedro Adriano, dono da Evolution Net. Ele acha que o governo deveria priorizar outras cidades. ""Minha cidade não está carente de banda larga. O governo vai aplicar mal seu dinheiro", afirmou.   (ELVIRA LOBATO e SOFIA FERNANDES - Folha de S.Paulo)

27.08 - HP eleva oferta por 3PAR para US$ 1,8 bi e supera a Dell 
A HP elevou sua oferta pela empresa de armazenamento de dados 3PAR para US$ 1,8 bilhão, superando, mais uma vez, a proposta melhorada de US$ 1,6 bilhão (R$ 3,1 bilhões) anunciada pela Dell na manhã de quinta-feira.
As ações da 3PAR, considerada estratégica para as companhias na ampliação de seus negócios de soluções corporativas, saltaram 6% no pregão "after market" em Nova York.
Os papéis haviam recuado 2,7% na sessão regular devido à oferta revisada decepcionante da Dell, apenas levemente acima do preço inicial da HP.
A HP elevou a oferta pela 3PAR para US$ 27 por ação, pagos em dinheiro, ante US$ 24,30 por ação apresentados pela Dell após a revisão.  (Reuters/Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

26.08 - Mercado de Internet
O Brasil já é o quinto maior mercado do mundo para redes sociais on-line, segundo uma pesquisa da empresa comScore, que mede audiência na internet. No país, sites de relacionamento social tiveram 35,2 milhões de visitantes únicos em julho, uma alta de 47% em comparação com um ano antes. Os Estados Unidos lideram o ranking, com 174 milhões de visitantes únicos e um crescimento de 33%. O Brasil está à frente de países desenvolvidos mas não tão populosos, como o Reino Unido, e também de algumas nações emergentes com imensa população, como a Índia. Nesse país asiático, que até junho era um dos últimos redutos de domínio do Orkut, agora tem o Facebook como sua rede social online mais popular. No Brasil, o Orkut ainda é líder, de acordo com a última pesquisa.   (Estado de Minas)

26.08 - Segurança de sites preocupa especialistas 
Proliferação de "autoridades certificadoras" dificulta garantia de privacidade na rede, alertam pesquisadores
Páginas "seguras" no browser podem permitir monitoramento de atividades; fabricantes citam novo certificado
Pesquisadores em segurança de computadores estão alertando sobre as vulnerabilidades existentes em algumas das áreas mais seguras da internet: sites de bancos, e-commerce e outros que usam criptografia para se comunicar com seus usuários.
Esses sites, normalmente identificados por um cadeado fechado em alguma parte do navegador, dependem de uma terceira parte, que emite um certificado garantindo a autenticidade de um site.
O poder de nomear autoridades certificadoras tem sido delegado por fabricantes de navegadores como a Microsoft, a Mozilla, o Google, a Apple e a Verizon. Essas entidades, por sua vez, têm certificado outras empresas, criando uma proliferação de "autoridades certificadoras", de acordo com pesquisadores de segurança na internet.
O fenômeno torna cada vez mais difícil garantir que não há uso indevido dos certificados a fim de rastrear as atividades dos usuários na rede, dizem especialistas.
RÚSSIA E CHINA
Segundo a Electronic Frontier Foundation, mais de 650 organizações podem emitir certificados que serão aceitos pelo Internet Explorer, da Microsoft, e pelo Mozilla Firefox, os dois navegadores mais populares da web.
Algumas delas estão em países como a Rússia e a China, suspeitos de estarem envolvidos no monitoramento generalizado de seus cidadãos.
Segundo Peter Eckersley, tecnólogo e diretor sênior da Electronic Frontier Foundation, o exemplo mais evidente dos frágeis elos dessa sequência de operações é a Etisalat, uma operadora móvel nos EAU (Emirados Árabes Unidos), que ele afirma estar envolvida na disputa entre a fabricante do BlackBerry, a RIM, e esse país. Os EAU ameaçaram interromper alguns serviços do BlackBerry porque a RIM se recusa a oferecer-lhes um sistema de vigilância "porta dos fundos" dos dados transmitidos por seus usuários.
Eckersley também disse que a Etisalat é responsável por ter instalado spyware em cerca de 100 mil BlackBerrys no ano passado. A RIM disponibilizou posteriormente atualizações capazes de remover o código malicioso.
Em uma carta aberta assinada por Eckersley, a Electronic Frontier Foundation pede à Verizon, empresa responsável por ter conferido à Etisalat o poder de certificar sites, para considerar a possibilidade de anulação desse direito. A Verizon não quis comentar o assunto, e a Etisalat não respondeu a um e-mail que solicitava explicações sobre o caso.
Johnathan Nightingale, diretor da Mozilla no desenvolvimento do Firefox, afirmou que muitos sites de e-commerce têm usado um novo tipo de certificado que demandou extensa verificação.
Se uma autoridade certificadora estivesse usando impropriamente o seu poder para fins de rastreamento, um usuário com conhecimentos técnicos seria capaz de detectar o ataque, e o poder da empresa de emitir certificados seria revogado, disse ele.   (MIGUEL HELFT - New York Times, tradução de FABIANO FLEURY DE SOUZA CAMPOS - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

25.08 - Fusões e aquisições movimentam área de TI
As operações de fusão e aquisição de empresas de tecnologia da informação (TI) no Brasil chegaram a 33 no primeiro semestre. O setor foi o mais movimentado em número de negócios, ao lado da indústria de alimentação. Cada um das áreas de atividade respondeu por 10% das operações totais no período.
Os negócios envolvendo empresas de TI no Brasil movimentaram US$ 150 milhões. O volume é relativamente modesto porque o setor é pulverizado e tem muitas empresas com gestão familiar, sem um grau mais alto de governança, justifica Eduardo Redes, sócio da área de transações da consultoria Ernst & Young, autora do levantamento. Os dados, porém, mostram que apesar dessas características, o setor tem sido um dos mais ativos na área de fusões e aquisições. "Existe um processo de profissionalização [das companhias de TI", diz Redes.
Em todo o mundo, a Ernst & Young registrou 1256 operações de fusão e aquisição de TI anunciadas no primeiro semestre. O valor total movimentado foi de US$ 42,9 bilhões. No mesmo período do ano passado, os números tinham sido de 845 negócios e US$ 28,16 bilhões movimentados. 
A maior parte dos negócios concentrou-se no segundo trimestre. No período, foram registradas grandes operações como a compra da americana Sybase pela SAP, de origem alemã, e a transação envolvendo a brasileira Tivit, adquirida pelo fundo inglês Apax. Se negócios como esses encabeçaram a lista de valores pagos, em número de operações prevaleceram as transações de pequeno porte, celebradas principalmente com o objetivo de buscar proteção contra os efeitos da crise econômica, afirma Redes. 
No Brasil, onde o cenário é muito melhor do que em lugares como Estados Unidos e países da Europa Ocidental, as empresas de TI têm buscado se unir para ganhar escala e aproveitar as oportunidades de mercado. Uma pesquisa da Ernst & Young constatou que 60% dos empresários brasileiros de todos os setores da economia pretendem expandir seus negócios por meio de aquisições. Isso está acima da média mundial, que fica entre 40% e 45%. A ideia é ganhar força para aproveitar a aceleração da economia e o ganho de renda da população. 
Segundo Redes, outros dois fatores influenciam o movimento na área de TI. O primeiro é o aumento dos gastos do governo na área. O segundo é a fusão entre companhias de outros setores. Esse movimento cria clientes com exigências maiores em relação à demanda e à variedade de produtos. Para atender a clientes cada vez maiores, e com mais poder de negociação, muitos fornecedores de TI acabam buscando eles mesmos o caminho das fusões e aquisições.
Seguindo essa tendência, afirma Redes, a perspectiva é de que o segundo semestre seja ainda mais movimentado que o primeiro na área de TI.   (Gustavo Brigatto - Valor Online)
 
 
 
 
 

24.08 - Idosos aderem à internet
No Brasil, há 15 anos, a internet comercial ainda é um processo em andamento, modificando relacionamentos e alterando hábitos de consumo e comportamento. Além da geração Y, pesquisas revelam que a internet também chegou com toda força a outra geração: a terceira idade.
Conforme estudo realizado pelo instituto GFK no Brasil, 88% dos idosos possuem renda própria e representam 17% do poder de compra. Os idosos brasileiros estão em pleno processo de descoberta dessa nova forma de comunicação, o que requer atenção do mercado para estimular o uso e investir em estratégias de relacionamento.
Atualmente, a terceira idade já apresenta sua parcela de contribuição em mídias sociais e nos índices de vendas em turismo, saúde e beleza, indústria da tecnologia e comércio eletrônico. Essa mudança também é confirmada por pesquisa realizada na Alemanha, que avaliou o potencial de compra desse público. Cerca de 40% dos entrevistados entre 50 e 69 anos clicaram para alugar carros, comprar computadores, medicamentos e suplementos alimentares nos últimos 12 meses. No ano passado, uma pesquisa do Ibope identificou que aumentou em 20% o número de pessoas com mais de 50 anos usando a internet no Brasil. Ainda segundo o Ibope, em 2008, apenas 350 mil idosos tinham acesso à internet, e uma das possíveis explicações é a pouca familiaridade que as pessoas dessa faixa etária têm com os computadores.
Já de acordo com o IBGE, a expectativa, é que, até 2020, as pessoas com idade acima de 50 anos representem 18 milhões de consumidores. Esse foi o grupo que mais cresceu (um total de 17%), nos meses de fevereiro e março, conforme o Ibope NetRatings.
Segundo dados de pesquisa do Sesc e da Fundação Perseu Abramo, a terceira idade virtual define novos hábitos e interfere diretamente, inclusive, no consumo. A média mensal de permanência plugada chega a 32 horas e 40 minutos, se conectando, em geral, pela manhã e usando a web mais como ferramenta de comunicação e busca de informações.
A internet também tem contribuído com a socialização da terceira idade. Entre os que começaram a usar a internet em 2009, o número de visitantes em redes sociais cresceu quase duas vezes mais rápido que o índice geral de crescimento do uso de internet, de acordo com dados do grupo de medição de audiência comScore. Segundo pesquisa da Associação Americana de Aposentados (AARP), cerca de um terço das pessoas com idade acima de 75 anos vivem sozinha. Dessa forma, as redes sociais acabam por se tornarem um meio para reduzir a solidão. Hoje, existem mídias sociais específicas para esse público, como o Eons (www.eons.com) e o Mais de 50 (www.maisde50.com.br), com cerca de 150 mil cadastrados, sendo 70% deles do sexo feminino.
A terceira idade está reinventando a maneira de interagir com o mundo, mostrando que a internet também pode ser sim um grande aliado dessa geração.   (LEONARDO BORTOLETO - O Tempo)
 
 
 
 
 

23.08 - Intel vai comprar McAfee por US$ 7,7 bi 
Aquisição fará fabricante de chips avançar sobre o promissor mercado de software e serviços de segurança
Companhia investe em setor que deve crescer, na medida em que mais aparelhos passem a se conectar à internet
Em uma das mais audaciosas decisões de seus 42 anos de história, a fabricante de chips Intel anunciou ontem que planeja adquirir a McAfee, especializada em software antivírus, por US$ 7,68 bilhões (ou R$ 13,44 bilhões).
A Intel pagará US$ 48 por ação em dinheiro, um ágio de 60% ante o fechamento em US$ 29,93 das ações da McAfee no pregão de ontem.
A aquisição fará da Intel uma companhia importante no mercado de software e serviços de segurança. E a levará a abrir mão de parte de sua identidade como fornecedora de componentes e galgar alguns degraus na cadeia alimentar da tecnologia.
A Intel antecipa que o mercado de tecnologia de segurança venha a crescer à medida que aparelhos eletrônicos e produtos como carros e eletrodomésticos elevam o poder da computação e começam a se conectar à internet.
Analistas acreditam que, com o tempo, muitas das ferramentas que a McAfee fornece venham a ser incorporadas a chips e aparelhos.
"Por isso, a transação talvez seja uma forma dispendiosa de a Intel adquirir conhecimentos especializado nesse campo", disse Ashok Kumar, analista de tecnologia da Rodman & Renshaw.
FOCO EM SEGURANÇA
Elogiando a aquisição como parte da transformação da Intel de "companhia de computadores em companhia de computação", o presidente-executivo Paul Otellini enfatizou que segurança é uma demanda crescente.
"No passado, desempenho com boa eficiência energética e boa conectividade definia os requisitos de computação. Para o futuro, a segurança passará a ser um terceiro pilar daquilo que será exigido em todas as experiências de computação", afirmou, em comunicado.
A Intel, maior fabricante mundial de chips, recuperou-se bem da recessão, registrando vendas recordes nos trimestres mais recentes. Seus resultados foram beneficiados pela alta nas vendas de computadores pessoais e pela expansão no uso de centrais de dados.
Ainda assim, seus esforços para oferecer novos modelos de chips de baixo consumo de energia progridem lentamente, o que faz investidores relutarem em considerar a Intel uma boa aposta.
A transação oferece à Intel uma fonte de receita potencialmente mais firme do que a do mercado de chips, já que boa parte do software de segurança é vendido em base de assinatura.
O preço das ações da empresa caiu cerca de 20% nos últimos cinco anos, e fechou na quarta a US$ 19,59 por ação. As da McAfee subiram 57,3% ontem, enquanto as da Intel caíam 3,4%.  (ASHLEE VANCE - "New York Times", tradução de PAULO MIGLIACCI - Folha de S.Paulo)

23.08 - No país, compra da McAfee não preocupa 
A compra da McAfee pela Intel, por US$ 7,68 bilhões, não mexeu com os ânimos do setor de segurança da informação no Brasil. Especialistas consultados pelo Valor disseram não acreditar que o mercado terá alterações significativas. "O primeiro impacto seria na venda de licenças junto com computadores novos. Mas eles [a McAfee] já são líderes nesse mercado", diz uma fonte que não quis se identificar. Segundo a consultoria Frost & Sullivan, a McAfee é umas das três empresas mais importantes do país tanto em antivírus para o mercado residencial como na detecção de invasões nas redes de empresas. As outras duas, considerando o segmento de produtos pagos, são Symantec e Trend Micro.
Em entrevista ao Valor em março, o executivo-chefe da McAfee, David DeWalt, disse que a América Latina respondeu por 3,6% dos negócios globais da companhia em 2009, movimentando US$ 69 milhões. A subsidiária brasileira é comandada há cinco anos por Márcio Lebrão e tem entre 30 e 35 pessoas. 
A McAfee tem uma rede de parceiros para vender seus produtos a empresas. Felipe Bouças, sócio da Cipher, uma dessas companhias, disse não acreditar em nenhuma mudança na forma como a empresa se relaciona com o mercado. Bouças mostrou-se aliviado com a compra pela Intel e não pela Hewlett-Packard (HP), como se especulava há alguns meses. "Se esse fosse o caso, poderia haver uma mudança no modelo comercial por conta do sistema de vendas diretas da HP."     (Gustavo Brigatto - Valor Online)
 
 
 
 
 
 

20.08 - Intel firma acordo para aquisição da McAfee
A Intel entrou em acordo nesta semana para a aquisição da fabricante de software de segurança para computadores McAfee, pela quantia de US$ 7,68 bilhões. A Intel considera os produtos da McAfee fundamentais para suas iniciativas em negócios online e sem fio. O acordo será submetido à aprovação dos acionistas e dos órgãos reguladores.
A Intel pagará US$ 48 por ação da McAfee, um prêmio de 60% sobre o preço de fechamento do papel ontem. As ações atingiram este nível pela última vez em 1999. "Com a rápida expansão de crescimento em uma ampla série de dispositivos conectados a internet, cada vez mais elementos de nossas vidas estão se tornando online", afirmou o presidente da Intel, Paul Otellini. 
"No passado, desempenho com eficiência energética e conectividade definiram as exigências da computação. Olhando para o futuro, segurança acompanhará estes recursos como terceiro pilar do que as pessoas demandam em todas as experiências de computação".   (Dow Jones/Executivos Financeiros)

20.08 - Lucro da HP cresce com vendas fortes de servidores e PCs
A Hewlett-Packard (HP) informou ontem alta de 6% no lucro de seu terceiro trimestre fiscal, impulsionado pelas vendas de servidores e PCs, em sua primeira divulgação de resultados desde a renúncia de seu presidente-executivo Mark Hurd. 
A HP, que já havia divulgado dados em 6 de agosto, quando anunciou a saída de Hurd, registrou um lucro líquido de US$ 1,77 bilhão, ou US$ 0,75 por ação no trimestre encerrado em 31 de julho, abaixo dos US$ 1,67 bilhão, ou US$ 0,69por ação, registrados um ano antes.
Excluindo itens, o lucro foi de US$ 1,08 por ação. Já a receita da companhia cresceu 11%, para US$ 30,7 bilhões.
A HP, maior empresa de tecnologia do mundo em vendas, forçou a renúncia de Hurd devido a irregularidades em suas despesas, relacionadas a uma funcionária da companhia.
Hurd, que é presidente da HP desde 2005, é considerado responsável pelos bons resultados da empresa nos últimos anos.
As ações da HP já caíram 12% desde sua renúncia. A empresa reiterou suas projeções para o exercício social de 2010, de um lucro de entre US$ 4,49 e US$ 4,51 por ação sobre uma receita de entre US$ 125,3 e US$ 125,5 bilhões.
As ações da companhia fecharam a sessão desta quinta-feira a US$ 40,76 na Bolsa de Nova York.  (Gabriel Madway- Reuters/Brasil Econômico)
 
 
 
 
 

19.08 - Internet pode ganhar novos domínios
A Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann), entidade que administra mundialmente os registros de domínios da internet, planeja abrir em breve a possibilidade de as empresas registrarem novos nomes na rede mundial. O órgão prepara um guia de normas, ainda sem data para ser divulgado, para renovar os nomes de domínio de primeiro nível (".com", ".net", ".org", etc), que hoje somam apenas 22 e limitam a expansão dos negócios na internet. 
A entidade ainda não tem previsão de quantos pedidos vai receber com as novas regras, afirma a diretora de produtos e serviços da Icann, Karla Valente. O projeto é ampliar de forma ilimitada o número de domínios genéricos de primeiro nível ou gTLDs (generic Top-Level Domain), o nome que vem depois do ponto (com, org etc), sem incluir os nomes de países, regidos por outras regras. 
O guia dos novos domínios vai permitir que empresas se candidatem a qualquer palavra na rede mundial como www.cocacola, www.aspirina, www.noticias, www.natureza ou www.futebol, por exemplo. Também está em estudos os domínios de comunidades como www.tupi, marcas de empresas e setores como www.bancos ou www.comercio, produtos e entidades. A Icann tem sido muito procurada por empresas da área ambiental que reivindicam o ".eco", ".natureza" e ".green"; e também da área financeira para ".fund" e ".banco". 
"Isso aumenta muito a complexidade da administração dos novos domínios, que podem chegar às centenas e até milhares", afirma Karla. Até março, foram registrados 193 milhões de nomes de domínios de primeiro nível, com um crescimento de 11 milhões ante o primeiro trimestre do ano passado. 
Os registros de domínios ".com" e ".net" totalizaram aproximadamente 8,1 milhões durante o trimestre, representando uma média de aproximadamente 2,7 milhões de novos registros por mês. Isso representa um crescimento de 10% frente ao quarto trimestre de 2009, segundo a Verisign, empresa que administra os registros com e net. As maiores bases de nomes de domínio no trimestre foram ".com", ".de" (Alemanha), ".net", ".cn" (China), ".uk" (Reino Unido), ".org", ".info", ".nl" (Holanda), ".eu" (União Europeia) e ".ru" (Rússia).
De acordo com as novas regras, para enviar um pedido de domínio ao Icann será necessário ser pessoa jurídica, preencher uma proposta on-line no site da entidade e pagar US$ 185 mil de taxa de análise. Essa candidatura será analisada por vários conselhos internos, seguindo para consulta pública para manifestação de outras empresas ou entidades. Caso haja oposição, há outras taxas de defesa do domínio.
Uma vez aprovado, o interessado pagará uma taxa de manutenção anual de US$ 25 mil. As empresas que pedirem determinado domínio poderão fazer uso dele ou licenciá-lo para outras empresas. "A empresa que detiver ' bancos ' , por exemplo, poderá comercializar o nome para instituições financeiras", diz Karla. No caso de duas empresas pedirem o mesmo domínio, haverá leilão.
Hoje existem 900 empresas registradoras de domínios (as chamadas "registrars") no mundo, sendo que a mais famosa é a Verisign (dona do ".com" e ".net"), com 70% do mercado. No Brasil, o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br (Nic.br) administra os domínios locais, com 2,1 milhões de nomes registrados. Demi Getschko, diretor-presidente do Nic.br, vê pouca pressão do público local na Icann para a abertura de novos nomes de domínios. "Vai aumentar a complexidade da administração das marcas e também o custo. Uma indústria farmacêutica, por exemplo, teria que pedir nomes de domínios para todos os seus produtos para proteger a marca", afirma o executivo.
Neste mês, o Nic.br criou o ".emp.br" para pequenas empresas, baixando o custo do registro do domínio para micronegócios. Ao facilitar o trâmite burocrático do registro, a entidade espera atrair mais de 2 milhões de pequenas empresas para o novo domínio.  (Ana Luiza Mahlmeister - Valor Online)
 
 
 
 
 
 

17.08 - Microsoft prevê 'tempestade' de ataques contra falhas do Windows
Pesquisadores de segurança recomendam que internautas façam atualização de segurança para diminuir risco de ataques.
A Microsoft alertou que os bugs que motivaram o recente lançamento recorde de patches de segurança, provavelmente, ainda serão exploradas nos próximas dias. A mais nova atualização de segurança inclui 35 vulnerabilidades e 14 boletins de segurança.
Com o uso de uma tabela publicada em um site da Microsoft, os engenheiros da Microsoft Security Response Center (MSRC) citaram que cinco das oito atualizações de segurança classificadas como "críticas" e quatro das seis classificadas como "importantes" provavelmente ainda serão exploradas nos próximos 30 dias.
Entre as 35 vulnerabilidades, 32 foram relacionadas ao índice de explorabilidade, sendo 18 delas classificadas com o alerta máximo de segurança – a mesma avaliação para nove dos 14 boletins divulgados. 
Pesquisadores de segurança ontem concordaram com a companhia que o próximo mês pode ser difícil para quem demorar a instalar o novo patch. A maioria do entrevistados pela Computerworld norte-americana acredita que possíveis ataques explorarão as vulnerabilidades corrigidas, incluindo bugs relacionados ao Office 2007, Internet Explorer, Silverlight e Windows, entre outros. 
"Mas as pessoas não devem entrar em pânico. O lado positivo para os internautas é que a maioria dessas falhas requer interação com o usuário", disse Josh Abraham, um pesquisador de segurança da Rapid7. 
"No entanto é importante instalar as atualizações", completou Jason Miller, gerente da quipe de dados e segurança da Shavlik Technologies. (Gregg Keizer - IDG News)

17.08 - Microsoft lançará beta público do IE9 em setembro
A versão teste do navegador será lançada no dia 15 de setembro, apenas para computadores com o Windows Vista e Windows 7.
A Microsoft anunciou na última quinta-feira (13/8) a data oficial de lançamento do beta público do Internet Explorer 9 (IE9). Os internautas poderão testar o novo navegador a partir de 15 de setembro deste ano. 
De acordo com a companhia, a versão será exclusiva para os usuários do Windows 7 e de seu antecessor, o Vista. Atualmente, cerca de 68% dos PCs com um sistema operacional da Microsoft instalado ainda utilizam o Windows XP, lançado em 2001.
O anúncio de ontem confirmou o comentário feito em julho por Kevin Turner, COO da companhia, de que o IE9 beta chegaria ao público em setembro. Até hoje, no entanto, nenhum comunicado da fabricante tinha confirmado a data ou negado a veracidade da declaração.
Em março, a Microsoft anunciou que já estava trabalhando no novo browser, e desde então lançou quatro prévias, destinadas a desenvolvedores. A última foi publicada em 05 de agosto, quando a empresa indicou que está seria a última antes da versão beta. 
Até o momento, não foi divulgada a data de lançamento da versão final do aplicativo, embora muitos especialistas de mercado especulem sobre o mês de abril de 2011, que coincidiria com a MIX, um evento anual da fabricante. 
Entretanto também é possível que o lançamento ocorra somente no segundo semestre do próximo ano, já que a versão final do IE8 foi lançada um ano depois da versão beta. Caso seja mantido o ritmo, provavelmente, a edição final não chegará ao grande público antes de setembro de 2011. (Gregg Keizer - IDG News)

17.08 - Ciberameaças estão superando os antivírus tradicionais, diz Symantec
De acordo com relatório da empresa de segurança online, o aumento dos malwares é vertiginoso, e o modelo atual não funciona mais.
As tecnologias tradicionais de segurança estão perdendo a batalha contra os crackers e criadores de malwares, diz a empresa de segurança online Symantec.
Em uma análise dos principais riscos de segurança do semestre, a empresa disse que simplesmente há ciberameaças demais para os tradicionais sistemas automatizados pegarem.
O estudo diz que a Symantec criou 2,9 milhões de "assinaturas" (arquivos de identificação) para códigos maliciosos no ano passado, um crescimento de 71% sobre 2008. 
A empresa disse ter identificado mais de 240 milhões de programas maliciosos no ano passado, o dobro em relação a 2008.
"Somente na primeira metade do ano, criamos 1,8 milhão de assinaturas e identificamos mais de 124 milhões de malwares", diz o estudo. "Isso significa que está ficando cada vez mais difícil que as tecnologias automáticas existentes barrem cada nova ameaça – simplesmente há demais".
Não basta capturar e analisar
"Tecnologias que não se baseiam somente em capturar e analisar uma ameaça será imperativa", diz o estudo. "Outros métodos importantes são a heurística, análise comportamental e prevenção de invasão", explica.
Outros números que são destaques no estudo:
Ataques de phishing: Na primeira metade deste ano, cerca de um a cada 476 e-mails era uma tentativa de fraude (phishing).
Encurtadores de URL: Em seu pico, em julho de 2009, 9,3% do spam (em abril de 2010, chegou a 18%) incluía algum link encurtado. Isso é equivalente a mais de 10 bilhões de spams por dia, no mundo todo. (Ross O. Storey - IDG Now)
 
 
 
 

12.08 - Smartphones pessoais são novo desafio para segurança nas corporações
Empresas que só usavam Blackberry enfrentam o desafio de lidar agora com iPhone e terminais com Android trazidos pelos funcionários.
O BlackBerry, smartphone fabricado pela canadense Reseach in Motion (RIM) para uso corporativo, ainda domina as empresas, mas seus competidores hoje são muito mais fortes. Aparelhos como o iPhone e  terminais equipados com o sistema operacional Android ,do Google, entraram nas corporações pelas mãos dos usuários, que cada vez mais querem usar os dispositivos pessoais também para fins comerciais.
Esse novo comportamento de uso dos smarphones cria para os executivos da segurança da informação (CSO) um novo desafio e para as companhias, várias questões sobre os terminas móveis. Elas questionam a possibilidade de criação de políticas para a utilização dos equipamentos e para controle do uso do terminal do próprio funcionário na rede da empresa. O maior dos problemas é  garantir a proteção de um ambiente multiplataforma formado por smartphones que não pertencem à empresa.
A companhia de seguros de saúde UAB é uma das que estão sentindo esse problema na pele. De acordo com o chefe de segurança de dados da organização, Terrel Herzig, a chegada dos aparelhos como iPhone, iPad e Droid é inevitável. Segundo o profissional, médicos e outros integrantes da equipe da empresa esperam ir ao trabalho com os aparelhos e ter acesso ao sistema de dados da organização de forma natural. Os funcionários ligam para o departamento técnico para saber como configurar os dispositivos.
O resultado são profissionais de TI confusos, que procuram o setor de segurança da rede. Essa tarefa ficou tão corriqueira que obrigou a UAB a montar uma equipe para investigar se a empresa deve ou não abrir o acesso da rede para outros sistemas operacionais e avaliar o uso de smartphones privados no ambiente da companhia, além do Blackberry, já autorizado. “Estamos orientando os funcionários para que não comprem novos aparelhos enquanto tentamos descobrir como lidar com esses dispositivos”, afirma Herzig.
Apesar disso, a UAB já mostra avanços. Em uma primeira fase, a organização concluiu as configurações de segurança para permitir a entrada do iPad na rede. O gadget da Apple agora será usado alinhado com aplicativos de gestão e de segurança do Google.
"A nova geração de dispositivos tem funcionaldades desejadas pelos profissionais em geral", diz Herzig, explicando o esforço para adotar o iPad. O próximo desafio é permitir o uso do desktop remotamente via Droid. "Essa é a principal demanda atual", completa. (Ellen Messmer - Network World)

12.08 - Usuários do Windows XP SP2 poderão instalar novo patch de segurança
Mesmo sem consentimento da Microsoft, pesquisador ensina como burlar o XP SP2 e instalar as novas atualizações de segurança.
Os usuários que continuam usando o aposentado sistema operacional Windows XP Service Pack 2 (SP2) podem modificar o sistema e instalar as atualizações de segurança necessárias. A afirmação foi feita pelo pesquisador Sean Sullivan, um conselheiro de segurança da empresa de antivirus F-Secure, na última segunda-feira (9/8).
“Para instalar atualizações exclusivas do XP Service Pack 3 (SP3) será necessária uma modificação simples na chave do registro do XP SP2. Assim é possível enganar o sistema operacional. Acesse o registro do computador - HKEY_LOCAL_MACHINE \ System \ CurrentControlSet \ Control \ Windows \ CSDVersion, altere o item "Dados do Valor" de 200 para 300 e reinicie o computador", disse de Sullivan.
De acordo com a Microsoft, o CSDVersion especifica o nome da mais recente versão do software instalada.
Com a modificação, o pesquisador foi capaz de forçar um sistema XP SP2 a instalar a correção de emergência que a fabricante divulgou na semana passada. 
Essa atualização foi negada oficialmente para os equipamentos com XP SP2 já instalados, já que a companhia encerrou o suporte para essa versão após 13 de julho. Por política da companhia, os produtos sem suporte não recebem novas correções de segurança.
Depois de hackear o registro, Sullivan baixou o novo patch de segurança diretamente do site da Microsoft - não através do serviço Windows Update - e o instalou no computador.  Concluída a instalação, fez testes de vulnerabilidade dos atalhos do sistema e o resultado foi positivo para o usuário.
Durante a divulgação da experiência, o pesquisador se preocupou em alertar que hackear o registro é uma prática arriscada.
"Esta atualização não é oficialmente testada ou apoiada pela Microsoft. Hackear o registro e as atualizações é, provavelmente, uma forma rápida para desestabilizar o sistema", disse. "Se possível, o usuário deve atualizar para o Service Pack 3", finalizou o especialista. (Gregg Keizer - IDG News)
 
 
 
 

06.08 - Previdência disponibiliza serviços pela internet
A Previdência Social dispõe de canais eletrônicos - Portal na Internet (www.previdencia.gov.br) ou pela Central 135, que podem levar o cidadão a obter uma série de serviços sem precisar sair de casa ou de seu local de trabalho.
Na página da Previdência Social há uma Agência Eletrônica que agrega todos os serviços disponíveis on-line para o cidadão. Ao todo, são 48 serviços e links informativos que vão desde a inscrição de novos filiados até ao agendamento de aposentadoria por tempo de serviço ou contribuição, facilitando o contato, por meio virtual, com a Previdência Social.
O uso da internet tem como finalidade facilitar o acesso aos serviços, proporcionando mais conforto, evitando o deslocamento até uma unidade do INSS e reduzindo a burocracia no relacionamento do INSS e o cidadão. É o caso do advogado Francisco Araújo de Carvalho, que por meio da internet, agendou atendimento e verificou o prazo de aposentadoria para um cliente. "Inclusive, já recomendei o portal a outros colegas profissionais de minha área", declarou Francisco Araújo.
SEGURADO
No link Agência Eletrônica Segurado, alguns benefícios podem ser requeridos pela internet. Essa agência faz parte dos esforços do Ministério da Previdência Social de agilizar o atendimento de salário-maternidade, pensão por morte,  auxílio-doença, entre outros. Os segurados também podem fazer o agendamento para solicitar prorrogação ou reconsideração do auxílio-doença; fazer uma simulação do cálculo de contribuição, consultar às perícias médicas agendadas, solicitar extrato de pagamento de benefícios, atualização de endereço, informações sobre o andamento de processos e certidões.
Navegando na Agência Eletrônica Empregador, com foco das empresas e empregadores, alguns serviços são oferecidos ao internauta, entre eles: o Cadastramento de Acidentes de Trabalho (CAT), Fator Acidentário de Prevenção,   consulta às decisões das Juntas de Recursos da Previdência Social, cálculo de contribuição e missão de Guia da Previdência Social (GPS) em dia e em atraso.
Outros serviços que, antes, eram prestados pela Previdência Social, como informações relativas à GFIP, Certidão Negativa de Débito (CND), baixa de empresas, matrículas CEI, devem ser consultados no portal da Receita Federal.
O contador Edgley Rocha, do Centro de Apoio Empresarial, diz que sempre navega no site da Previdência Social em auxílio ao seu trabalho de contabilidade. "Já utilizei o serviço por mais de uma vez. Acho excelente, pois evita meu deslocamento ao INSS".
Central telefônica reforça acessibilidade alternativa
Outro canal eletrônico é a Central 135. Um telefone gratuito por meio do qual o cidadão pode agendar pelo telefone fixo ou público, possibilitando fazer o atendimento programado e personalizado, com dia e hora marcados em qualquer Agência da Previdência Social. Para falar com um atendente da Central 135, o usuário deve ligar das 7 às 22h,  de segunda-feira a sábado.
Pelo telefone se pode obter orientações sobre os serviços da Previdência Social, agendar atendimento, requerer auxílio-doença, pedir prorrogação ou reconsideração, consultar perícia médicas, checar datas de pagamento, verificar a situação de um benefício, fazer incrição e até registrar reclamações, sugestões, elogios ou fazer denúncias junto à Ouvidoria-Geral da Previdência Social.
É importante que, ao telefonar, o segurado tenha em mãos todos os documentos e informações necessárias ao requerimento dos benefícios ou serviços, pela internet ou por telefone, como: documentos pessoais (RG, CPF), o número de inscrição junto à Previdência Social,  PIS/Pasep ou o NIT - Número de Identificação do Trabalhador-  utilizado para identificar o contribuinte individual, doméstico e facultativo.   (O Mossoroense)
 
 
 
 
 

05.08 - Tecnologia é diferencial em gestão hospitalar
“É inconcebível um hospital, de médio porte, que seja, não ter um sistema de TI”. Com, essa frase o gerente de TI do Hospital Samaritano Klaiton Luis Ferreti Simão sentencia o presente e o futuro das instituições que não adotarem sistemas informatizados na gestão hospitalar. Simão é o responsável pela implantação do sistema Tasy, da WHEB Sistemas, no hospital Samaritano em abril de 2009. A sua gestão de utilização é considerada um case de sucesso.
Antes dessa aquisição o hospital trabalhava com dois sistemas: um para o front office e outro para o back office. A comunicação entre os dois era complicada e a manutenção consumia a maior parte do tempo da equipe de TI. “A área não organizava as novas demandas dentro de todas as exigências, sempre ficava um pouco aquém das necessidades e exigências. Fora isso a manutenção tinha um custo altíssimo”, recorda Simão.
A equipe de tecnologia olhou para as opções que lhe batiam à porta: Desenvolver um novo software com todas as estruturas necessárias para suportar as informações do hospital ou ir ao mercado buscar um que atendesse a essa necessidade. Simão e sua equipe optaram pelo segundo caminho e já trilham um caminho de um ano de sucesso.
O diferencial do sistema Tasy é a interatividade em todas as áreas do hospital. Através da mesma plataforma as áreas financeiras, atendimento e assistência inserem informações. Cada área tem um perfil adequado às suas necessidades. O superintendente geral de operações do hospital Sérgio Lopez Bento mostra como o sistema é manuseado, a barra de comando localiza-se na parte superior do monitor e as opções são adequadas de acordo com o setor do funcionário.
Um dos principais desafios enfrentados pela área de TI e por Bento para a implantação do sistema foi fazer com que médicos adequassem a ferramenta à sua rotina, pois uma das funções do Tasy no Samaritano é armazenar todo o histórico dos pacientes.”Fizemos um pacto corporativo entre diretoria e corpo clínico. Muitos funcionários ajudaram a decidir qual sistema escolher, foi uma decisão em conjunto”, explica o gerente de TI.
Simão diz ainda que para conscientizar o corpo de funcionários sobre a utilização do sistema foram promovidos treinamentos, work shops e outras ações de instrução. Hoje o Samaritano se destaca dentre as instituições paulistanas e tem recebido visita de outros hospitais para troca de informações, prática usual segundo o gerente de TI.
Bento afirma que na última década os hospitais têm voltado seus olhos para a área de TI, que independentemente da estrutura da instituição a informatização é essencial para a gestão hospitalar bem sucedida. Simão complementa dizendo que “Não é mais luxo, agora é necessidade!”.
Esse case de sucesso do Samaritano será apresentado na conferência Tecnologia em Hospitais que acontece nos dias 10 e 11 de agosto, e é realizada pelo IBC (International Business Communications).   (Paulo Gratão - B2B)

05.08 - Intel aceita regras antiabuso de mercado
A empresa aceitou parar de adotar práticas anticompetitivas, afirmou a agência norte-americana de comércio. O acordo impede a Intel de retaliar fabricantes de computadores se eles fizerem negócios com fornecedores rivais. A Intel produz 80% de todos os microprocessadores do mundo.  (Folha de S.Paulo)

05.08 - AOL anuncia prejuízo de US$ 1,1 bilhão
A empresa divulgou os resultados do segundo trimestre, que foram impactados pelas vendas do site de relacionamento Bebo e do comunicador ICQ. No mesmo período de 2009, a companhia lucrou US$ 90,7 mi. Em dezembro último, a AOL deixou de integrar o portfólio da Time Warner.  (Folha de S.Paulo)
 
 
 
 

04.08 - Saúde investe em comunicação via SMS
O uso de mensagens do tipo SMS como lembretes para consultas médicas resulta em 19,42% de falta dos pacientes, contra 25,57% quando tal recurso não é utilizado.
A conclusão é do estudo realizado pelo Departamento de Informática em Saúde da Unifesp - Universidade Federal de São Paulo sobre o impacto de SMS como lembrete para consultas médicas em clínicas da cidade de São Paulo.
Para Crisleine Pereira, diretora Executiva da Comunika - fornecedora de soluções de SMS - a prática de confirmação e lembrete de consultas ou exames é uma forma de garantia de receita, pois a cada cliente que não comparece a uma consulta médica, por exemplo, o profissional deixa de alocar esse horário para alguém que efetivamente compareceria.
“O contato via SMS, além de rápido e com baixo custo, também é mais discreto, especialmente quando a informação a ser transmitida diz respeito a assuntos relacionados à saúde das pessoas. Utilizando o SMS para as confirmações e lembretes, o custo cai cerca de 70% em comparação a uma ligação telefônica”, destaca.
Contato com a equipe médica, lembretes de remédios e monitoramento dos pacientes são outras ações que o SMS Corporativo contempla, explica Crisleine.
Além disso, destaca a diretora, até o final do ano de 2010 estará disponível o serviço de SMS - regulamentado pela Anatel - para a comunicação de emergência com a Polícia Militar e Corpo de bombeiros. (Juliana Franzon – Baguete)

04.08 - Conheça os destaques do Office 2010 
Pacote de programas para escritórios tem como grande novidade a possibilidade de edição colaborativa on-line 
Conjunto já está sendo vendido em português e apresenta versões com diferentes grupos de programas
A nova versão do Office 2010 chega com a inovação do compartilhamento e a editoração colaborativa. Os programas do pacote, como Word, Excel e PowerPoint, estarão disponíveis no serviço on-line Windows Live.
Com isso, poderão ser utilizados tanto para visualizar e editar documentos em qualquer máquina quanto para trabalhar de forma sincronizada com colaboradores em documentos on-line.
Todos os aplicativos do Office têm agora a interface de fita, barra mais limpa e clara (não tão pesada quanto a da versão 2007). No menu, a aba Arquivo é marcada com cor diferente das outras, tornando-se facilmente identificável, o que não ocorria na versão anterior.
Veja a seguir algumas das novidades dos programas que integram o Office 2010.
Word 2010
Traz efeitos artísticos que transformam fotos em gráficos e funcionalidade de remoção do fundo de imagens, o que requer paciência, mas é possível cortar objetos complexos de forma rápida.
No quesito segurança, abre e-mails ou documentos baixados da internet no modo somente leitura, o que impede a execução de códigos maliciosos clandestinos; também facilita a colocação de senha em documentos.
Excel 2010
As funções matemáticas, estatísticas e financeiras foram melhoradas e há cerca de 50 novas funções disponíveis.
PowerPoint 2010
Traz a funcionalidade Broadcast, que permite realizar uma apresentação para pessoas que não estejam no mesmo local que o apresentador. Também é possível acrescentar vídeos a sua apresentação ou transformá-la em vídeo.
Outlook
Permite marcar mensagens como lixo sem abri-las e traz conectores para o LinkedIn e MySpace.
OneNote
Esse aplicativo, que agora faz parte do Office, permite fazer gravações de áudio enquanto se faz anotações. Os estilos de escrita não são tão fáceis de escolher e falta ao programa um corretor gramatical. Mas é uma boa ferramenta de organização de informações, permitindo a coleta de dados de múltiplas fontes em uma página.
A junção de todos esses aplicativos, funcionando de forma colaborativa e permitindo o compartilhamento de informações, torna o pacote uma poderosa ferramenta colaborativa e de fácil uso.  (DOUGLAS RODRIGUES, JÚLIO C. ESTRELLA, LUIZ HENRIQUE CASTELO BRANCO e KALINKA R. L. J. CASTELO BRANCO - Folha de S.Paulo)

04.08 - Office 2010 chega ao Brasil em quatro edições diferentes
O pacote Office 2010 é comercializado no mercado brasileiro em três diferentes edições, com o objetivo de atender a diversos perfis, do usuário doméstico ao profissional. Há ainda uma quarta edição, simplificada, incluída em novos computadores.
A edição básica, Home & Student, é voltada para a utilização residencial. Contém os quatro programas que compõem todas as edições do Office 2010: Word, Excel, PowerPoint e OneNote, espécie de caderno de anotações que passou a fazer parte do pacote neste ano. A edição Home & Student contém três licenças e custa R$ 199.
O Microsoft Office 2010 Home & Business é recomendado para pequenas empresas e profissionais liberais. A edição incorpora o Outlook, programa de gerenciamento de e-mails. Duas licenças do Office Home & Business são comercializadas a R$ 499.
Por fim, a edição Professional do pacote, para grandes empresas, inclui o Access (banco de dados) e o Publisher (editoração e diagramação eletrônica). Duas licenças custam R$ 1.399.
Usuários que comprarem novos computadores fabricados por empresas parceiras da Microsoft terão disponível a edição Starter do Office 2010, que traz apenas o Word e o Excel, ambos com funções restritas. (LUIZ GUSTAVO CRISTINO - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

02.08 - EUA investigam preço de e-books de Apple e Amazon 
O procurador-geral do Estado de Connecticut (EUA), Richard Blumenthal, está investigando os acordos de preços de livros eletrônicos realizados por Amazon e Apple com grandes editoras do país.
De acordo com ele, as fabricantes do Kindle e do iPad fizeram um acordo no início deste ano com grupos como HarperCollins e Penguin garantindo que eles não poderiam vender livros a rivais por preços inferiores aos acertados com Apple e Amazon.
Para Blumenthal, o acordo (que impediria que as editoras oferecessem descontos para outros fabricantes de leitores eletrônicos) pode impedir que concorrentes também consigam oferecer preços competitivos.
Blumenthal é o mesmo que investiga a coleta de dados pelo serviço de mapeamento Google Street View.  (Folhapress)
 
 
 
 

30.07 - Tecnologia é o diferencial em hospitais verdes
Equipamentos mais econômicos e programas de reciclagem são alguns dos aspectos oferecidos pela indústria para promover sustentabilidade
Aplicar conceitos de sustentabilidade em unidades hospitalares tem sido cada vez mais comum dentro do segmento. Estas práticas auxiliam as instituições de saúde a poupar recursos naturais como água e luz, além de reduzir os custos do hospital.
Quer ficar por dentro sobre tudo o que acontece no setor de saúde? Assine gratuitamente a nossa newsletter diária e receba os destaques em sua caixa de e-mail.
Além das boas práticas de sustentabilidade aplicadas aos edifícios de saúde, para o gerente de marketing estratégico da Siemens, Reynaldo Goto, o emprego de equipamentos médicos mais modernos e que consumam menos energia também são responsáveis pela economia de recursos naturais dentro das unidades.
"A responsabilidade da indústria é cada vez maior em relação ao desenvolvimento de produtos que otimizem o fluxo de trabalho e reduzam o consumo de energia. Além disso, tais equipamentos também possibilitam um maior índice de reciclagem no setor hospitalar nacional", afirmou Goto. (Saúde Business Web)

30.07 - Brasil é o 42º em economia digital
A economia digital no Brasil ainda patina. O país ocupou a 42ª posição em ranking produzido anualmente pela IBM e pela unidade de inteligência da "The Economist".
A pesquisa, que avalia a capacidade de 70 países de absorver novas tecnologias de informação e comunicação e aplicá-las no desenvolvimento econômico e social, colocou a Suécia na primeira posição, seguida por Dinamarca, EUA e Finlândia.
O Brasil perde para países como Chile, Estônia, Cingapura e Grécia. Na América Latina, o país ocupa o segundo lugar no ranking.
"Na Suécia, a atenção do governo em tecnologia da informação, educação e cultura ajuda no aumento do número de usuários de serviços digitais", diz Felipe Botto, executivo da IBM Brasil.
Com nota de 5,27 de um total de 10 pontos, o Brasil lidera entre os países do BRIC, com o melhor ambiente geral para o crescimento do comércio eletrônico.
A economia brasileira avançou na categoria "ambiente de negócios", com melhores desempenhos em oportunidade de mercado e em política de investimento estrangeiro.
No entanto, teve pior desempenho em "visão e política do governo" e "ambiente social e cultural", com queda na nota de nível educacional.
A categoria "infraestrutura de tecnologia e conectividade" aponta que a internet alcançou percentual de crescimento menor que no ano passado no Brasil.  (Maria Cristina Frias - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

29.07 - Office 2010 é lançado no varejo nacional
A Microsoft disponibiliza no varejo o Office 2010, em mais de 5 mil pontos de venda. Este pacote de programas pode ainda vir pré-instalado em desktops, notebooks e netbooks, dos fabricantes mais expressivos de computadores. 
O Office 2010 permite criação de documentos no computador, telefone e na internet, com opções de preço acessível no varejo, nas versões Home and Student, Home and Business e Professional. Nas novas máquinas, a opção pré instalada será a versão Office Web Apps, na nuvem, e Office Starter 2010.
O beta do Office 2010 foi a versão mais acessada da história, com o triplo de participantes dos programas anteriores. Mais de nove milhões de usuários fizeram o download do produto mundialmente, sendo 260 mil do Brasil. Um levantamento realizado pela Microsoft com os usuários do Office 2010 beta revelou que 75% deve compra-lo até o fim de 2010.
O Office 2010 traz novas funções como permitir que os usuários possam trabalhar de forma simultânea no mesmo documento, o Office Web Apps está previsto para lançamento até o final do ano e esta versão na Internet possibilitará acessar e editar o documento em computador ou smartphone, baseado em Windows Mobile.
Para as versões Home and Student o valor sugerido é de R$ 199,00; Home and Business por R$ 499,00; e Professional por R$ 1.399,00. A primeira é recomendada para usuários domésticos e estudantes, tem os programas Word 2010, Excel 2010, PowerPoint 2010 e OneNote 2010. Já Home and Business traz também o Outlook 2010 e é indicada para pequenas e médias empresas. 
Professional atende profissionais liberais e empresas de pequeno e médio porte e vem com o Publisher 2010, indicado para criação de materiais de marketing, e o Access 2010, um banco de dados voltado para aplicação de negócios em pequenas e médias empresas. 
O Office Starter 2010, para novos usuários, vem instalado em novos computadores, laptops e netbooks, e substituirá o Microsoft Works, que hoje em dia se encontra nos novos PCs. Estes computadores terão versões reduzidas do Word (Word Starter) e do Excel (Excel Starter), que incluem publicidade. 
O Office 2010 possibilita às pessoas conectar-se e colaborar em co-autoria no Microsoft Word, PowerPoint e OneNote, fazer gerenciamento de e-mail e administração do Outlook, além do histórico da comunicação e dos comentários das redes sociais. Já estão disponíveis as conexões com o Windows Live, LinkedIn, MySpace e Facebook. 
O PowerPoint inclui novas capacidades de apresentação, auto-visualização no Word, fácil elaboração de documentos por meio da visualização do Microsoft Office Backstage e o novo Sparklines no Excel, para a visualização de tendências e dados. 
Será possível trabalhar em qualquer lugar com aplicativos do Office Web Apps, que traz as versões no navegador do Word, PowerPoint, Excel e OneNote. Além de oferecer fácil acesso aos documentos de praticamente qualquer lugar, as aplicações Web preservam a aparência do documento, independentemente do dispositivo. Os usuários podem ler, editar e compartilhar documentos do Office 2010 na nuvem com o Windows Live SkyDrive. 
O Office Mobile 2010 em um telefone Windows possibilita ao usuário fazer a edição de documentos, manter sua agenda e correio eletrônico e tomar notas de qualquer lugar. Esta versão também está disponível a partir do Windows Phone Marketplace para todos os telefones Windows Mobile 6.5. 
Todas as versões do Office 2010 já contemplam a nova ortografia da língua portuguesa nas ferramentas de correção, interface e ajuda ao usuário. Será possível também configurar a ferramenta no ambiente pré-reforma, pós-reforma ou em ambos. 
Mais informações e dicas sobre o produto podem ser acessadas no site:   www.office.com/brasil   (Executivos Financeiros)

29.07 - Inteligência de dados: Por que é preciso terceirizar? 
A cada ano que passa, as organizações convencem-se de que a gestão baseada em evidências é o fator que vai fazer a diferença entre sucesso e fracasso. Na edição de agosto de 2006 da revista Harvard Business Review (publicada em português), uma matéria específica sobre gestão baseada em evidências foi produzida e demonstra a relevância deste aspecto no processo decisório.
Alinhado a esta realidade, o BSC (Balanced Scorecard), metodologia de gestão que estabelece indicadores de performance que são capazes de traduzir e desdobrar as estratégias organizacionais (vide David Norton e Robert Kaplan), tem-se revelado instrumento unânime para monitoramento dos resultados organizacionais. No entanto, o processo de desenvolvimento destes indicadores é mais fecundo do que a sua viabilização efetiva. A invenção de indicadores relevantes para o processo decisório é fortemente alavancado através de consultorias que trabalham na criação de algoritmos (processos calculométricos matematizados) capazes de mensurar etapas vitais para a performance global da empresa. 
O problema é que, depois de inventados estes indicadores, com contas matemáticas que estabelecem razões dotadas de numeradores e denominadores, na grande maioria das vezes, estes componentes não estão disponíveis na base de dados da empresa ou não são passíveis de serem extraídos com a tecnologia de informação disponível. 
É exatamente nesta lacuna que entram as empresas que estão se especializando em terceirizar a “inteligência” da informação e não a “tecnologia” da informação. Enquanto a maioria das grandes companhias direciona seus esforços em automatizar o processo de geração de informação e/ou indicadores para a tomada de decisão, esforço, infelizmente, inócuo para com as demandas estabelecidas, estas empresas trabalham para agregar inteligência mesmo sem dispor de tecnologia de ponta. 
O trabalho de outsourcing inovador consiste numa parceria entre empresa contratante e fornecedor de inteligência da informação, que trabalha a base de dados disponível da organização, estejam elas armazenadas em qualquer local (Excell, Acess, ERP, BI, planilhas em separado, softwares específicos, etc.) e transformam esta base de forma a responder, em tempo plausível, as mais diversas perguntas que o tomador de decisão considere relevante. 
Os softwares de BI (Business Inteligence) esforçam-se, há muito tempo, em automatizar este trabalho, mas o que se constata, na prática, é uma subutilização de seus recursos. Além de uma impossibilidade técnica de integração com diversas bases de dados diferentes e de estudos com sistemáticas de correlação não tão paramétricas, ineficaz no cumprimento de sua missão preponderante.
O modelo de prestação de serviços – outsourcing - é executado por profissionais, na maioria das vezes com formação acadêmica alinhada a gestão integrada e com forte embasamento matemático e estatístico. São denominados de Gestores de Tratamento de Dados, que se responsabilizam pela geração de gráficos, estatisticamente tratados, que devem ser capazes de responder as mais diversas dúvidas dos tomadores de decisão.
Em essência, este novo modelo de outsourcing para inteligência da informação, delega o processo de transformação da base de dados disponível em indicadores focados no negócio para empresas e pessoas especializadas nisto. Assim, a organização fica apenas com seu principal fundamento e sua principal competência, ou seja, a tomada de decisão propriamente dita. 
Existem ainda poucas organizações se especializando neste tipo de trabalho, mas o fato é que esta tendência tem se mostrado extremamente agregadora de valor e tem respondido questões que não tem sido possíveis com as tecnologias de informações disponibilizadas pelo mercado especializado.
Os prestadores deste tipo de serviço têm chamado este tipo de alternativa de “BI ON DEMAND”, embora não utilizem, necessariamente, nenhum software específico de BI para a sua viabilização. A explicação reside no fato de que a forma de custos por este tipo de serviço acontece apenas depois que cada informação é efetivamente disponibilizada ao interessado e seus valores. Quando comparados ao investimento em TI, é bastante competitivo, viabilizando a gestão baseada em evidência para empresas de qualquer tamanho e segmento de atuação.    (Orlando Pavani Junior - Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

28.07 - Ferramenta gratuita bloqueia ataques que exploram bug em atalhos do Windows
Programa criado pela Sophos substitui o gerenciador de atalhos e intercepta chamadas suspeitas; Microsoft, contudo, não endossa seu uso.
A empresa de segurança Sophos liberou uma ferramenta na segunda-feira (26/7) que, segundo a empresa, bloqueia qualquer ataque que tenta explorar a vulnerabilidade crítica dos arquivos de atalho do Windows.
A ferramenta, chamada “Sophos Windows Shortcut Exploit Protection Tool”, protegerá os usuários até que a Microsoft lance uma correção permanente para o problema, disse Chet Wisniewski, conselheiro sênior de segurança da Sophos.
“A ferramenta substitui o gerenciador de ícones do Windows. Assim, poderemos interceptar qualquer chamada ao gerenciador”, explicou Wisniewski à Computerworld.
Mas a Microsoft recusou-se a endossar a ferramenta da Sophos – uma posição que ela assume sempre que um terceiro decide lançar soluções para um bug do Windows.
“A Microsoft não endossa ferramentas de terceiros”, disse Jerry Bryant, gerente de grupo do Microsoft Security Response Center (MSRC). “Nós recomendamos que os clientes apliquem a solução paliativa descrita no Boletim de Segurança 2286198, que ajuda a proteger de todos os vetores de ataques conhecidos.”
Em blog
A vulnerabilidade está em como o Windows interpreta os atalhos, pequenos arquivos que representa graficamente programas e documentos. Os atalhos são componentes essenciais do desktop Windows, bem como do menu Iniciar e da barra de tarefas.
O bug foi descoberto inicialmente há mais de um mês pela VirusBlokAda, uma pouco conhecida empresa de segurança da Bielorrússia. A falha atraiu a atenção mundial somente depois que o blogueiro de segurança Brian Krebs a divulgou, em 15 de julho.
Um dia depois, a Microsoft confirmou o bug e admitiu que invasores já estavam explorando a falha.
Todas as versões do Windows contém a vulnerabilidade, incluindo a versão preliminar do Windows 7 Service Pack 1, e os recentemente aposentados Windows XP SP2 e Windows 2000.
O código de exploração tem sido amplamente distribuído na Internet. A Microsoft e outras empresas têm detectado diversas campanhas de ataque que se aproveitam do bug.
A “Sophos Windows Shortcut Exploit Protection Tool” funciona no Windows XP, Vista e Windows 7, mas não no Windows 2000. Ela pode ser baixada gratuitamente a partir do site da empresa, em www.sophos.com/security. (Gregg Keizer - Computerworld)

28.07 - Segurança de celulares GSM entra na mira dos hackers da Defcon
Evento que começa em 30/7 terá demonstração de captura de ligação de voz; intenção é alertar sobre as vulnerabilidades do sistema.
Os participantes da conferência anual de hacking Defcon, em Las Vegas (EUA), serão aconselhados a manter seus celulares desligados durante o show, onde um eminente pesquisador promete demonstrar um modo de interceptar e grampear, de forma transparente, chamadas de celular. O evento começa em 30 de julho.
Quem é veterano da Defcon já se acostumou a adotar uma atitude alerta durante o evento. Entre as medidas estão limitar (ou mesmo evitar) o acesso à Internet durante o show, desligando os adaptadores sem fio e ficando distante da rede interna do Hotel Riviera, que tem recebido a conferência nos últimos anos.
O novato que se expõe ao perigo tem uma probabilidade enorme de ter seu PC invadido e seu nome mostrado num enorme painel chamado de Wall of Sheep (Muro das Ovelhas). É cruel, mas é assim que funciona.
Mas quem vier ao show deste ano também poderá preferir manter seus celulares e laptops com Windows ativos, pelo menos de acordo com um conhecido pesquisador de segurança. Chris Paget, da empresa de segurança H4RDW4RE, afirmou em seu blog que iria conduzir uma “demonstração espetacular de insegurança de celulares na Defcon” na qual promete “interceptar as ligações de celular da audiência sem qualquer ação requerida de sua parte”.
Apanhador de IMSI
A apresentação, chamada “Practical Cellphone Spying” (prática em espionagem de celulares), está descrita no site da Defcon como uma demonstração de um método para operar um “IMSI catcher” – uma falsa estação rádio-base GSM, projetada para enganar o celular-alvo e enviar a você o tráfego de voz. “Jamming de bandas, rolagem de LACs, Neighbor advertisements e uma ampla faixa de truques de rádio será coberta, bem como todos os equipamentos de RF que você precisa para começar a ouvir seus vizinhos.” 
Paget já advertiu, no passado, sobre os perigos das implantações inseguras de 3G. Em particular, ele chamou a atenção para o modo como os circuitos integrados dos cartões de identificação, como aqueles usados por donos de iPad que foram roubados da AT&T por hackers, poderiam ser utilizados em ataques mais sofisticados visando usuários de celular. A demonstração na Defcon vai colocar um pouco dessa pesquisa sob teste.
Paget tem ganhado evidência por expor buracos de segurança em tecnologias de uso comum. Desta vez, o pesquisador não está se arriscando, especialmente em função de leis contra a interceptação de comunicações telefônicas. Com a ajuda da Electronic Frontier Foundation (EFF), Paget está fazendo o máximo para se certificar que sua demonstração na Defcon não irá atrair a polícia contra si.
Áreas nas quais as comunicações com celular poderiam ser interceptadas serão marcadas com cartazes de advertência sobre a demonstração em andamento. Todos os usuários serão aconselhados a desligar seus celulares, apesar de a demonstração funcionar apenas com celulares GSM.
Paget também disse que a demo será efetuada de uma máquina sem disco rígido, com apenas uma memória USB para armazenamento local, que será entregue à EFF imediatamente após a demonstração, para destruição. Por fim, a estação falsa GSM que será usada para espionagem terá um dispositivo de baixa potência, limitando seu alcance.
A segurança de poderosos aparelhos móveis conectados à Internet tem-se tornado uma grande preocupação para as empresas. Os reguladores começam a exigir que uma melhor segurança seja aplicada aos dados e às transmissões de e para esses aparelhos. Mas, cinco anos depois da infame invasão do celular da Paris Hilton, os pesquisadores de segurança alertam para o fato que as operadoras fizeram poucas melhorias aos sistemas e às aplicações usadas para prover e gerenciar as contas de celulares e de clientes.
Será preciso esperar para ver se autoridades legais ou operadoras móveis como a AT&T surgirão para tentar impedir a demonstração. A sombra de uma ameaça legal condiz com a imagem maldita de shows como Black Hat e Defcon e, quase sempre, colabora para divulgar tanto o evento como o pesquisador (mas também traz algum transtorno jurídico). Os shows anteriores se notabilizaram por hacks de alta visibilidade – e alguma pirotecnia legal – envolvendo empresas como Cisco e HID. Veremos se a história se repete este ano. (Paul F. Roberts - InfoWorld)
 
 
 
 
 

27.07 - Computador chega a 36% das casas, diz pesquisa do CGI.br 
O computador doméstico nunca chegou a tantos domicílios brasileiros, segundo uma pesquisa divulgada pelo CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil) na semana passada: 36% das casas do país mantiveram ao menos uma máquina em suas dependências em 2009.
Isso significa um aumento de 30% em relação a 2008, ano em que apenas 28% tinham computador em casas no perímetro urbano.
O mesmo aumento foi visto com relação ao uso da web nas casas brasileiras: de 20% em 2008 para 27% dos domicílios no ano seguinte, o que representa um aumento de 35% no período.
Mesmo com o crescimento significativo em ambos os segmentos, os números indicam que o abismo na relação entre computadores e internet em residências aumentou nove pontos percentuais.
Segundo os dados, a posse de computador dos brasileiros cresceu 21% entre 2005 e 2009, enquanto o acesso à internet em domicílios se ampliou 20% nos últimos cinco anos.
Em números absolutos, isso significa que são 4 milhões de computadores na área urbana sem acesso à internet em 2009 -em 2005, o número ficava na casa dos 2 milhões, informa a pesquisa.
Quando se contabiliza as áreas rurais, o total de domicílios com computador sem internet chega a 5 milhões.
Apenas os notebooks cresceram 70% entre o período. Entretanto, locais nos quais há tanto computador portátil quanto de mesa corresponderam a apenas 3% das casas brasileiras no ano passado.  (MARINA LANG - Folha de S.Paulo)

27.07 - Pesquisadores descobrem falha no protocolo de segurança Wi-Fi WPA2
Vulnerabilidade de segurança faz parte dos padrões definidos pela IEEE, e permite a atacantes derrubar uma rede wireless.
Especialistas em segurança da AirTight Networks descobriram uma falha de segurança no protocolo de rede Wi-Fi WPA2.
A falha foi chamada de "Hole 196", em referência à página 196 do manual de padrões da IEEE – entidade que regulamenta o setor.
Nessa página, o padrão IEEE explica as chaves usadas pelo WPA2: a PTK (Pairwise Transient Key), que é única para cada cliente Wi-Fi e usada para tráfego unidirecional e a GTK (Group Temporal Key), para broadcast.
Enquanto falsificações de dados e de endereços MAC podem ser detectados pela PTK, a GTK não oferece essa funcionalidade.
Os especialistas da AirTight dizem que essa é a questão central, porque permite a um cliente gerar pacotes arbitrários de broadcast, para que outros clientes respondam com informação sobre suas PTKs secretas, que podem ser decodificadas pelos atacantes.
A AirTight disse que bastam 10 linhas extras de código disponível na web para o driver open source Madwifi para fazer um PC com uma placa de rede comum simular o endereço MAC de um Acess Point (AP) e passar-se por gateway para o envio de tráfego.
Atacantes podem explorar isso para derrubar a rede, via ataque de negação de serviço (DoS). O único porém é que eles precisam estar dentro da rede Wi-Fi como usuários autorizados. (IDG Now)
 
 
 
 
 
 

26.07 - AVG identifica rede zumbi com mais de 1,2 mi de computadores
A AVG Technologies, fabricante de antivírus gratuito, anuncia que a equipe de seu laboratório de pesquisas identificou uma rede zumbi composta por mais de 1,2 milhão de computadores. Controlada por criminosos, as máquinas foram infectadas em um ataque do tipo Eleonore Explore Toolkit, programa que permite a contaminação e controle de desktops e notebooks.
Nos últimos dois meses, a equipe do Virus Lab da AVG observou aumento no uso desse conjunto de ferramentas específicas, conhecidas como Eleonore Explore Toolkit. Com isso, iniciou monitoramento de 165 sites conhecidos que foram invadidos por criminosos. 
A equipe da AVG encontrou fragilidades nos códigos maliciosos, coletou dados estatísticos que permitiram obter uma melhor compreensão da dimensão dos ataques e a taxa de sucesso média de infecção. A primeira etapa para infectar silenciosamente é explorar uma vulnerabilidade nos navegadores Internet Explorer 6, 7, Safari e Firefox, além do Adobe Acrobat Reader. Ao invadir o computador, é possível roubar dados ou mesmo transformá-lo em uma máquina de enviar spams.
A AVG estima que mais de 12 milhões de usuários acessaram as páginas contaminadas, sendo que 10% foram infectados. No entanto, essa taxa depende do navegador que foi atacado. O Eleonore teve mais sucesso em 33,8% dos computadores equipados com o Internet Explorer 6 e menor taxa de invasão no Safari, com 2,78%.
"A acessibilidade e a sofisticação das ferramentas a favor do cibercrime provam que as gangues de criminosos estão arriscando-se cada vez mais para rentabilizar suas atividades. É por isso que é mais importante do que nunca que usuários domésticos e corporativos protejam seus computadores contra esse tipo de ataque cada vez mais comum", explica Yuval Ben-Itzhak, vice-presidente sênior da AVG Technologies. (Executivos Financeiros)
 
 
 
 

23.07 - Microsoft lança versão beta do software gratuito Security Essentials
A empresa melhorou o desempenho da ferramenta anti-malware, incluindo capacidades de limpeza e integração com o navegador Internet Explorer.
A Microsoft lançou, ontem (20/7), uma versão beta do software gratuito de segurança, Security Essentials, de acordo com um post no blog da companhia.
As melhorias no desempenho da ferramenta anti-malware, incluiu capacidades de limpeza, integração com o navegador Internet Explorer e a possibilidade de ativar o firewall do computador, segundo Brandon LeBlanc, gerente de comunicação do Windows na Microsoft.
Além disso, também detectará ameaças baseadas na rede, mas apenas para os sistemas operacionais Windows Vista e Windows 7. O software não poderá ser executado no XP, pois o sistema não possui o Windows Filtering Platform, um conjunto de APIs (application programming interfaces) que permite aos fabricantes de software filtrar e modificar os pacotes TCP / IP para a configuração de firewalls ou outros pacotes de processamento.
A versão beta está disponível em inglês, hebraico e português do Brasil. 
O Security Essentials foi lançado em setembro de 2009 e substituiu o Windows Live OneCare, que, desde então, não foi mais comercializado. (IDG News)

23.07 - Dell alerta sobre malware em placas-mãe de servidores 
Problema parece ser limitado a poucas unidades. No fórum da companhia existe uma série de mensagens de clientes preocupados.
A fabricante de computadores Dell está alertando os clientes sobre a presença de malware em “algumas poucas” unidades de placas-mãe da série de servidores PowerEdge R410.
“A questão envolve um número limitado de placas-mãe PowerEdge enviadas aos clientes. Essas placas podem conter um programa malicioso no firmware de gestão de servidores, integrado às placas”, afirma uma mensagem em um fórum de suporte de produtos Dell e respondida pela empresa.
A resposta da Dell veio depois de um cliente informar que um técnico da empresa havia agendado um horário para livrar o servidor da presença do malware.
Provavelmente esse problema não compromete a segurança dos clientes com o hardware instalado. “Até o presente momento, não fomos informados sobre a presença da infestação em qualquer servidor”, diz o post.
Somente equipamentos com sistemas Windows são afetados pelo malware, o qual não está presente nas novas placas mãe, baseadas no PowerEdge, afirma a mensagem.
Uma série de clientes da Dell tem entrado no fórum de discussões da companhia para questionar os motivos de  um técnico ter de ir até a empresa para realizar a limpeza. "No caso de uma correção de firmware, por que não executar uma atualização pela internet", pergunta um usuário. Também surgem perguntas sobre o que exatamente esse malware faz no sistema.
A infecção não é endêmica. Com isso, qualquer servidor munido com placas-mãe da série R410 PowerEdge pode estar com o spyware rodando na máquina. (IDG News)

23.07 - Versão 3.6.7 do Firefox corrige 16 vulnerabilidades, nove críticas
Essa é a maior atualização para o navegador desde março; ao mesmo tempo, a companhia corrigiu 12 falhas da versão 3.5 do Firefox.
A Mozilla liberou um update para o navegador Firefox que corrige 16 vulnerabilidades, nove delas consideradas críticas. É a maior atualização para o navegador desde março. Ao mesmo tempo, a companhia consertou 12 falhas da versão 3.5 do Firefox. 
As nove nove falhas, na versão mais recente do navegador, foram classificadas como "críticas", pelo ranking de ameaças elevadas da Mozilla, indicando que hackers seriam capazes de usá-las para comprometer um sistema executando o browser, plantando um malware no computador. Dos demais, dois foram considerados de "alto risco", enquanto os outros cinco foram identificados como ameaças de nível "moderado".
Cinco das vulnerabilidades foram reportadas pela TippingPoint, responsável pelo programa Zero Day Initiative, que recompensa pesquisadores que encontram vulnerabilidades em softwares; enquanto outros dois foram revelados por pesquisadores que trabalham para a Google.
No início deste mês, a Mozilla tinha declarado que planejava lançar novas correções antes da anual conferência de segurança Black Hat, que está programada para começar na próxima semana, em Las Vegas. A empresa fez o mesmo no ano passado, quando atualizou o Firefox 3.0 com 11 correções dias antes da edição de 2009.
Em breve, provavelmente, novas correções deverão ser lançadas, para corrigir falhas reveladas por pesquisadores durante a conferência.
Antes da última conferência de segurança, a CanSecWest, em março, em Vancouver, a Google e a Apple atualizaram seus navegadores, Chrome e Safari, respectivamente, para corrigir eventuais falhas.
Entre as falhas corrigidas, ontem, duas foram no motor de renderização do Firefox 3.6, que pode ser explorado por imagens PNG mal-intencionadas postadas em sites, e duas que poderiam enganar os usuários, fingindo ser um site confiável, quando na verdade não são.
A nova atualização do Firefox é feita menos de uma semana após a Mozilla aumentar para 3 mil dólares a recompensa para pesquisadores com informações sobre erros de segurança tidos como críticos ou altos.
Os internautas podem atualizar a versão do Firefox 3.6.7 pelo site ou selecionando "Verificar Atualizações" no menu Ajuda do navegador. Os usuários do Firefox 3.5 podem obter a versão 3.5.11 pela chamada ferramenta de atualização integrada. (IDG News)
 
 
 
 

22.07 - Qualys lança verificador de segurança para navegadores web
A nova ferramenta identifica e ajuda a corrigir falhas em complementos que estão desatualizados no IE, Firefox e Chrome.
A Qualys lançou uma ferramenta gratuita que verifica problemas de segurança em navegadores de internet e ajuda os usuários a resolver quaisquer problemas.
A companhia afirmou que o Qualys BrowserCheck é compatível com o Internet Explorer, Mozilla Firefox e Google Chrome.
A ferramenta identifica complementos como o Adobe Flash Player, Adobe Reader, Apple Quicktime ou Microsoft Silverlight e oferece um botão para reparos caso algum deles esteja desatualizado.
Ao pressionar o botão de reparo, os usuários são redirecionados ao website oficial do complemento, no qual a versão mais recente pode ser baixada.
De acordo com a Qualys, falhas de segurança em navegadores modernos e suas extensões são o alvo preferido da maioria dos ataques de malware, mas muitos usuários não estão cientes dos riscos que seus navegadores enfrentam cada vez que eles fazem uma compra online, acessam algum jogo baseado na web ou leem notícias.
"Quase 100% de todos os navegadores que analisamos têm complementos que permitem aos usuários tocar músicas, visualizar arquivos PDF e jogar games. Frequentemente, essas extensões são abandonadas pelos usuários e não são atualizadas, representando um risco de segurança - para ambos os usuários finais e clientes corporativos", afirmou o presidente e CEO da Qualys, Philippe Courtot.
"O BrowserCheck é uma forma fácil e direta de resolver falhas e garantir uma experiência de navegação confortável e segura para o usuário", completou Courtot.
O BrowserCheck pode ser baixado no site oficial da Qualys. (IDG News)

22.07 - Adobe Reader 10 usará tecnologia de segurança "sandboxing "
Recurso separa os processos em execução do restante da máquina, dificultado a infecção de códigos maliciosos no PC.
A Adobe Systems anunciou, nesta terça-feira (20/7), que melhorará a segurança do popular Adobe Reader, visualizador de PDF, alvo frequente de hackers, acrescentando a tecnologia "sandboxing”  (caixa de areia) ao software.
Essa tecnologia, talvez mais conhecida por seu uso no navegador Google Chrome, separa os processos em execução do restante da máquina, impedindo ou dificultando que um código malicioso escape de um aplicativo para infectar o computador.
Anteriormente, os especialistas em segurança disseram que o sandboxing no Reader seria apenas uma jogada inteligente da empresa, enquanto se esforçava para bloquear o programa e impedir que as vulnerabilidades fossem exploradas por hackers.
De acordo com o diretor de segurança e privacidade da Adobe, Brad Arkin, a nova ferramenta será adicionada na próxima grande atualização do Reader para Windows, a versão 10, que será lançada antes do final do ano, embora não tenha informado um cronograma específico com a data do lançamento.
"Embora os ataques ainda possam ser bem sucedidos, seria necessária uma segunda façanha, que seria escapar do isolamento", disse Arkin, descrevendo as vantagens da tecnologia, que também é usada pelo Internet Explorer 7 e 8, como também pelo Microsoft Office 2010. 
O plug-in do Reader para navegador já faz uso do Modo Proteção do IE7 e IE8 - nome para o sandboxing no navegador da Microsoft - assim como da funcionalidade de isolamento do Chrome. Mas a adição da ferramenta diretamente para o Reader, de modo geral, protegerá os usuários do Firefox, além das pessoas que utilizam somente o visualizador de PDF.
"Na primeira versão, tudo o que está envolvido no processamento de um arquivo PDF tem que acontecer dentro do sandbox", disse o diretor, lembrando que isso inclui a análise do documento PDF, as imagens associadas e a execução de JavaScript, que tem sido um caminho atraente para explorar as falhas do programa. 
A tecnologia, que será ativada por padrão, será marcada como Modo Protegido, o mesmo termo usado pela Microsoft no IE7 e IE8. (IDG News)

22.07 - Golpes virtuais usando nome de Lindsay Lohan se espalham pela rede
Crackers estão usando a prisão da atriz Lindsay Lohan – que se apresentou a polícia de Los Angeles nesta terça-feira (20/7) para cumprir uma pena de 90 dias de reclusão por violação de condicional – para infectar PCs de usuários com spywares, programas de keylogging (que registram o que o usuário está teclando) e outros malwares. A informação é da empresa de segurança Symantec.
Segundo a companhia, os criminosos usam supostas imagens de Lindsay sendo presa nos e-mails enviados e induz os internautas a clicarem nela. Acessando os arquivos, eles automaticamente acionam os códigos maliciosos, que são instalados nos PCs. A partir daí, dados confidenciais como senhas bancárias e números de cartões de crédito podem ser roubados sem que o usuário perceba.
De acordo com o relatório Norton Online Family Report, as crianças são as mais propensas a cair nesse tipo de golpe, sendo que 19% delas simplesmente clicam no que recebem, sem se preocupar com a origem das mensagens.
Especialistas em segurança aconselham que os internautas apaguem e-mails de origem desconhecida, além de manter as soluções de segurança sempre ativas no PC e que evitem acessar links e vídeos postados em redes sociais. (IDG Now)
 
 
 
 
 

21.07 - Internet sem fio é usada por 59% dos norte-americanos 
De acordo com um estudo da consultoria Pew Research Center, divulgado no início do mês, 59% de toda a população adulta (acima de 18 anos) norte-americana acessa a internet por meio de dispositivos móveis, como celulares e notebooks.
O número representa um aumento sobre os 51% registrados em 2009.
As pessoas com idade de 18 a 29 anos são os que mais usam internet por meio de celular ou smartphone -90% deles têm um.
Destes, 52% já usam o telefone para enviar e receber e-mails, 64% usam o aparelho para acessar a internet e 60% gravam vídeos ou joga games.
Outros 23% acessam redes sociais, como o Facebook e o MySpace, usando o celular.
Apesar disso, o estudo mostra que o número de internautas na faixa etária de 30 a 49 anos cresce a cada ano.
Em 2009, eles representavam 31% e, em maio de 2010, já somavam 43% do número total de internautas dos Estados Unidos.
Os norte-americanos também estão utilizando mais funções em seus celulares. Em 2009, 66% tiravam fotos e 27% aproveitavam o telefone para jogar games, por exemplo.
Em 2010 esses percentuais subiram para 76% e 34%, respectivamente.
Mais da metade dos usuários que acessam a internet por meio do celular (55%) fazem a atividade diariamente.
O estudo também mostra que 9% dos adultos nos EUA se conectam a internet por meio de um tocador MP3, leitores de livros eletrônicos ou tablets como o iPad, da Apple.
Apenas 3% dos entrevistados afirmaram que têm um tablet, como o iPad, e 4% possuem um leitor de livros digitais, como o Kindle, da Amazon.  (Folha de S.Paulo)

21.07 - Falha em sistemas de autenticação pode afetar milhões de internautas
Dois pesquisadores de segurança garantem que bibliotecas que implementam padrões de autenticação OAuth e OpenID são vulneráveis a ataques temporais.
Nate Lawson e Taylor Nelson, pesquisadores e especialistas de segurança, prometem revelar detalhes de uma falha básica de segurança que coloca em risco dezenas de sites e softwares, além de usuários de bibliotecas que implementam os padrões de autenticação OAuth e OpenID.
Os pesquisadores afirmam que algumas versões desses sistemas de login são vulneráveis ao que se conhece por ataque temporal (timing attack). Embora a maioria dos especialistas em criptografia acredite ser muito difícil um ataque desses através de uma rede, Nate e Taylor garantem terem conseguido acesso a senhas apenas medindo o tempo que o computador levou para responder às solicitações de login.
Segundo eles, em alguns sistemas de login, o computador verifica os caracteres de uma senha, um de cada vez, mostrando uma mensagem de "erro de login" assim que encontra um dado incorreto na senha. Isso significa que um computador retorna uma tentativa incorreta de login antes de validá-lo. Ao tentar entrar outras vezes, alternando entre logins e medindo o tempo que leva para o computador responder, os hackers podem descobrir as senhas corretas.
Isso tudo soa muito teórico, mas os ataques temporais podem realmente ter sucesso no mundo real. Três anos atrás, um deles foi usado para hackear o sistema de jogo do Microsoft Xbox 360.
Lawson, fundador da consultoria de segurança Root Labs, e Nelson testaram ataques através da Internet, em redes de locais e em ambientes de computação em nuvem e descobriram que eram capazes de quebrar as senhas em todos os ambientes. Eles pretendem discutir os ataques na conferência Black Hat, este mês, em Las Vegas.
"Eu realmente acho que as pessoas precisam explorar essa possibilidade para acordarem para a necessidade de correção", declarou Lawson, que disse ter focado sobre aplicações que usem OpenID e OAuth, justamente porque elas são pensadas para serem invulneráveis a ataques temporais. "Eu queria alcançar as pessoas que estavam menos conscientes disso", disse ele.
Os pesquisadores também descobriram que as consultas feitas para programas escritos em linguagens interpretadas como Python ou Ruby - ambos muito populares na internet - tem as respostas geradas de maneira mais lenta do que outros tipos de linguagens como C ou Assembly, tornando os ataques temporais mais viáveis.
Ainda assim, as pessoas não deveriam se preocupar com estes ataques, disse Eran Hammer-Lahav, diretor de normas da Yahoo, um contribuinte dos projetos e OAuth OpenID.
"Não estou preocupado com isso. Eu não acho que qualquer grande provedor está usando qualquer uma das bibliotecas de fonte aberta para a sua implementação no lado do servidor, e mesmo que o façam, este não é um ataque simples de se executar", escreveu ele em uma mensagem de e-mail.
Lawson e Nelson notificaram os desenvolvedores de software afetados pelo problema, mas não divulgarão os nomes dos produtos sensíveis, até que estes deixem de estar vulneráveis. Para a maioria das bibliotecas afetadas, a correção é simples: programar o sistema para ter a mesma quantidade de tempo de resposta para as senhas corretas e incorretas. Isso pode ser feito com cerca de seis linhas de código, disse Lawson.
Curiosamente, os pesquisadores descobriram que os aplicativos baseados em nuvem poderiam ser mais vulneráveis a estes tipos de ataques, porque serviços como o Amazon EC2 e Slicehost permitem aos crackers uma maneira de chegar mais perto de seus alvos, reduzindo assim a instabilidade da rede.
Na opinião de Scott Morrison, CTO do Layer 7 Technologies, provedor de segurança de computação em nuvem, realmente existem motivos para se preocupar com a possibilidade de realização desse tipo de ataque na nuvem.
"Esse tipo de pesquisa é importante porque mostra como um ataque, que parece quase impossível para alguns, realmente pode funcionar", disse Morrison. (IDG Now)

21.07 - Mozilla aumenta prêmio por informação sobre falha de segurança
A companhia paga até 3 mil dólares para pesquisadores com informações sobre falhas de segurança em seus produtos.
A Mozilla, empresa proprietária do navegador Firefox, aumentou, de 500 dólares para 3 mil dólares, o valor do pagamento aos pesquisadores de segurança que enviarem informações sobre falhas de segurança em produtos da empresa. 
A mudança é parte de uma atualização no Programa de Premiação por Falhas de Segurança (Bug Bounty Program Security), que foi lançado em 2004.
"Muita coisa mudou nestes seis anos desde que o programa foi anunciado, e nós acreditamos que uma das melhores maneiras de manter os usuários seguros é torná-los economicamente sustentáveis, para que os pesquisadores de segurança possam fazer a coisa certa ao revelar a informação", escreveu Lucas Adamski, diretor de engenharia de segurança, em um post no blog da empresa.
Também foi ampliado o alcance do programa de recompensa, que agora também abrange lançamentos e produtos beta . 
"São casos em que nós já pagaríamos prêmios "secretamente", mas preferimos fazer isso de forma explícita", disse Adamski.
No entanto, a Mozilla pode negar uma recompensa para um pesquisador, caso a organização considere que a pessoa não tenha agido para o bem os usuários, escreveu. (IDG Now)

21.07 - Windows XP SP2 ainda é usado por 17% das empresas, diz estudo
Como a Microsoft não lançará nenhuma nova atualização, a execução desse sistema operacional pode tornar-se cada vez mais perigosa.
A porcentagem de corporações usando o Windows XP Service Pack 2 ainda é surpreendente, mesmo após o fim do suporte ao sistema operacional, na  terça-feira (13/7), de acordo com um estudo da norte-americana Fiberlink Communications.
A companhia, que vende um serviço que permite às organizações descobrirem quais as versões de software estão instaladas, descobriu que quase 17%, dos 500 mil computadores analisados ainda rodam o XP SP2. 
O estudo ainda apontou que apenas 0,33% dos computadores rodam o Windows 7, enquanto 15,14% o Vista, 81,57% o Win XP e 2,96% o Windows 2000. A empresa analisou PCs de clientes como Pepsi, Volkswagen e Bayer.
"Nós temos ido aos nossos clientes e conversado sobre isso nos últimos dois meses. Mas não é possível fazer as pessoas mudarem, somente informar e deixar elas decidirem", disse o gerente de produto da Fiberlink, Chuck Brown, que instala as ferramentas que ajudam a migrar para o Windows 7. 
Como a Microsoft não lançará nenhuma nova atualização, a execução do XP SP2 deve se tornar cada vez mais perigosa, e ao surgirem vulnerabilidades, essas organizações terão que encontrar uma solução alternativa ou estarão vulneráveis a hackers.
O XP SP3, um enorme software, de 316 MB, foi lançado em maio de 2008 e inclui todas as correções dos dois primeiros pacotes de serviço, acrescentando outras adicionais. Para Brown, esse service pack não é necessariamente fácil de instalar e muitas organizações parecem ter ignorado isso.
"O fim do suporte ao XP SP 2 levará as empresas a migrarem rapidamente. Acredito que elas aceitarão um nível de risco maior por dois meses, e então mudarão para o Windows 7. A melhoria das condições econômicas e hardwares mais baratos, também, podem estimular", disse o especialista.
Na última terça-feira (13/7), foi lançada a primeira versão beta do Windows 7 Service Pack 1 (SP1). "Muitas empresas têm a tendência a esperar até o primeiro pacote de serviços antes de adotá-lo. Quando a versão final estiver pronta, as migrações podem aumentar", finalizou ele. (IDG Now)
 
 
 
 
 

19.07 - Maior penetração do notebook
A empresa de pesquisas e-Consulting apresentou o estudo em que o dispositivo com maior penetração foi o notebook, 33% e o com menor, tablet PC, 2%. Outro destaque do levantamento é que o Brasil já tem a participação da Internet móvel de 9%, com 8,1 milhões de usuários de banda larga, acima da estatística de 6% dos EUA. 
Das 10,5 milhões de conexões registradas em Janeiro, 94% aconteceram de celulares e 6% em modems. A pesquisa prevê que neste ano sejam vendidos mais de 6,5 milhões de smartphones e que serviços baseados em localização ganhem cada vez mais em espaço neste tipo de aparelho.
A América Latina ainda começa desenvolver seu mercado de smartphones, consome somente 5% das unidades fabricadas, mas deste montante, 35% vão para o Brasil. O continente deve conquistar até 30% de participação de mercado em cinco anos, período no qual 50 milhões destes aparelhos devem ser comprados.
No ano que vem a expectativa é de que sejam entregues 1,5 bilhão de celulares, comparados com 800 milhões em 2005. Em 2011, os celulares com funções convergentes provavelmente serão 30% do mercado. No segmento de PCs, devem ser comercializados neste ano 235 milhões de unidades e em 2011, 350 milhões.  (Executivos Financeiros)

19.07 - Investimentos em TI devem crescer mais de 10%
A empresa de projetos, estratégias e serviços de TI, internet, contact center, mídia e telecom E-Consulting prevê que serão aplicados R$ 55,89 bi, 13,9% a mais que em 2009, segundo a pesquisa Investimentos em TI Brasil. Finanças provalmente investirá R$ 17 bi, governo de R$ 12 a R$ 15 bi, a maioria nos primeiros seis meses, devido às eleições. 
O maior investidor deste ano possivelmente será serviços, aplicando 14% a mais comparado a 2009, com R$ 23,83 bi, girando em torno de 43% do total de gastos do setor. Os investimentos em software devem chegar a US$ 10,77 bi, hardware e infra-estrutura R$ 21,29 bi, representando 38% e 19%, respectivamente.
Os números se devem à retomada de investimentos em implementação e finalização dos projetos, necessidade de otimização da infra-estrutura em projetos de virtualização e preparo para novas tendências em estruturas e modelos de gestão e operação de TI.   (Executivos Financeiros)
 
 
 
 
 

16.07 - Internet: Inclusão positiva 
Cerca de 30,6% do atendimento bancário é feito por meio da internet 
Aparentemente, pode parecer pouco, algo em torno de 13% da população do Brasil: em um só mês, 25,4 milhões de brasileiros navegam na internet por meio de computadores próprios, conforme pesquisa Ibope/NetRatings. Somando àqueles com 16 anos ou mais com acesso à web em todos os ambientes – residência, trabalho, biblioteca ou lan house – são 50 milhões em 30 dias, um quarto do contigente populacional do país. Cada internauta brasileiro passa, em média, quase 24 horas por mês conectado na rede, o que leva o Brasil a se manter na primeira posição entre os 10 países pesquisados, à frente da França, com 23h45, e da Alemanha, com 23h5. Os usuários das outras nações têm aumentado seu tempo de permanência, atraídos por sites de relacionamento social, que são os conteúdos que mantêm as pessoas por mais tempo conectadas. No país, esses endereços de comunidades sempre representaram também a maior parte do tempo on-line. As redes sociais e a possibilidade de se relacionar com os amigos atraem os usuários, que então passam a navegar em outros sites.
Os novos internautas brasileiros – um grande número deles com mais de 60 anos – que compraram computador nos últimos dois anos, já superam a fase de conhecimento da internet pelas redes sociais e começam a descobrir os outros conteúdos disponíveis no sistema. Ora, quem falasse em rede mundial de computadores domésticos há 20 anos seria chamado de doido. Dessa forma, não surpreende quando se sabe que a internet é, agora, o principal canal de atendimento bancário. Segundo o Banco Central (BC), as operações via web somaram 30,6% de todas as transações entre clientes e bancos em 2009, com 8,3 bilhões de operações. Com esse desempenho, a web ultrapassou os caixas eletrônicos, que até 2008 lideravam essas transações. Entre os demais canais de atendimento, as agências estão em terceiro, com 23,8% do movimento registrado em 2009, ou 6,5 bilhões de operações. Em seguida, aparecem os correspondentes bancários (9,5%), atendimento telefônico (5,9%) e operações eletrônicas por telefonia celular e outros aparelhos (0,4%). 
Pena que os piratas virtuais estão cada vez mais aperfeiçoados e sempre tentando obter senhas e outros itens que permitam fazer transferências fraudulentas de valores para contas de pessoas, da mesma forma, inescrupulosas, em boa parte. Apesar disso, empresas e pessoas físicas não abrem mais mão de se conectar com seus parentes, amigos e pesquisar seja com alguém da mesma cidade, do Brasil ou no outro lado do mundo, o que é extremamente positivo. Que os centros científicos das universidades brasileiras, públicas e privadas, trabalhem para encontrar mecanismos que inibam essas agressões – crimes mesmo – via internet. Com o aumento da demanda, os serviços, softwares e equipamentos tendem a ficar mais em conta para a população, o que só faz crescer o interesse pela rede mundial de computadores. Verdade é que o país aprendeu mesmo a navegar na web. Não plugar é estar fora de contexto.    (Estado de Minas)

16.07 - 73% dos internautas em situação de risco 
A grande maioria dos internautas brasileiros não consegue identificar se um site é ou não seguro. É o que mostra uma pesquisa realizada pela empresa de segurança eletrônica VeriSign com 1.006 usuários de internet em todo País.
O levantamento, feito no último trimestre de 2009, pediu aos entrevistados que identificassem entre duas imagens de um site qual deles se tratava de uma fraude. Entre os pesquisados, 73% deles simplesmente não notaram os erros ortográficos grosseiros ao navegar pela página, um dos principais indícios de que trata-se de um site falso. Outros 54% não perceberam a falta do símbolo do cadeado na barra de endereço do navegador, um item fundamental na identificação de um site seguro. Já 33% dos internautas pesquisados não perceberam que o endereço da página eletrônica continha números ou um nome muito longo, outro indicativo de fraude.
Ainda de acordo com o estudo da VeriSign, as pessoas com idade entre 35 e 44 anos tem 21% mais chances de ser vítima de sites falsos que o grupo entre 18 a 24 anos.
“O uso da internet é bastante heterogêneo no País. Como o número de novos internautas aumenta de forma expressiva, na faixa de 15% ao ano, quem começou a usar há menos tempo pode não conhecer as formas de precaução. Portanto, é mais difícil que jovens, que lidam há mais tempo com a rede, sejam vítimas de fraudes”, explica Gastão Mattos, do Movimento Internet Segura.
A ameaça geralmente chega via correio eletrônico, na forma de e-mails spams (mensagens não solicitadas enviadas a várias caixas postais virtuais ao mesmo tempo). Entre os atrativos para fisgar o usuário estão as mensagens oferecendo prêmios e sorteios, ou intimidações que solicitam informações confidenciais.
A maioria dos internautas não clica, porém quem entra no link acaba sendo direcionado a um site clone e falso — mas muitas vezes extremamente semelhante ao original –, onde terá seus dados roubados ao tentar efetuar um login (digitando usuário e senhas) ou ao informar dados confidenciais, como números de cartão e senha.
A VeriSign mantém em sua página eletrônica na internet o mesmo teste aplicado aos usuários pesquisados. Para conferir se você sabe ou não distinguir um site pirata, basta acessar o site: www.verdadeirooufraude.com.  (Marília Almeida - Jornal da Tarde)

16.07 - Intel aumenta previsão de lucros
A Intel aumentou seu caixa em US$ 2 bilhões no segundo trimestre com a produção dos chips do tamanho de uma unha, que rodam computadores pessoais do mundo inteiro, ressaltando a capacidade das companhias de tecnologia de conseguir lucros com uma velocidade sem precedentes.
A maior fabricante de chips do mundo aumentou ontem sua previsão de lucros para o ano para um patamar recorde, afirmando que a margem bruta deverá subir para 66%. Isso significa que o fluxo livre de caixa da Intel poderá alcançar US$ 12 bilhões em 2010 e US$ 13,5 bilhões em 2011, segundo Patrick Wang da Wedbush Securities de Nova York.
"A Intel é uma máquina de fazer dinheiro", disse Wang em uma entrevista. "Eles não só são um nome defensivo no mercado hoje, como também é impressionante como eles geram caixa."
Os ganhos da Intel resultam do fato de a companhia de Santa Clara, Califórnia, administrar suas fábricas de maneira mais eficiente. Além disso, como a demanda das empresas por novos computadores aumentou, a Intel está colhendo benefícios maiores. A margem bruta, a porcentagem das vendas após deduzidos os custos de produção, aumentou de 51% no segundo trimestre de 2009 para 67% no mesmo período deste ano. 
No segundo trimestre, a companhia aumentou os investimentos de curto prazo em cerca de US$ 2 bilhões, para US$ 18,3 bilhões. Wang, que tem uma recomendação "outperform" (desempenho acima da média do mercado) para a ação da Intel e tem o papel em sua carteira, estima o fluxo livre de caixa de 2009 em cerca de US$ 11 bilhões.
A Intel elevou a previsão de margem bruta para 2010 de 64% para 67%. A companhia também está prevendo margens de lucros maiores para o longo prazo. O direto-financeiro Stacy Smith disse acreditar que a margem bruta ficará entre 55% e 65% nos próximos anos.
A Intel está dando início a um período de três semanas em que as maiores companhias de tecnologia dos Estados Unidos estarão anunciando seus balancetes trimestrais. Entre essas empresas estão a IBM, o Google e a Microsoft. O domínio que a Intel tem no mercado de microprocessadores faz dela um barômetro da demanda no setor.   (Ian King e Katie Hoffmann - Bloomberg/Valor Online)
 
 
 
 
 

15.07 - Idec: Pouca competição leva a banda larga ruim no Brasil
Instituto de consumidores aponta que brasileiros pagam preço alto por pouca velocidade no acesso à rede mundial 
O brasileiro paga caro pela internet. E não recebe as informações corretas sobre o serviço que lhe é oferecido. Essa é a conclusão de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que comparou o preço e a qualidade da banda larga em seis capitais brasileiras. "A internet no Brasil é cara, lenta e restrita", ressaltou Estela Guerrini, advogada do Idec, responsável pela pesquisa. 
Na visão do Idec, a concorrência "quase inexistente" é a principal vilã para os preços da banda larga no mercado brasileiro. Para ter internet rápida em casa, o brasileiro paga em média U 28, valor que chega a 4,58% da renda per capita no País, segundo o Idec. Nos EUA, o valor é de apenas 0,5% da renda per capita dos americanos, e na França é de 1,02%. 
Além disso, apesar de pagar caro, o consumidor brasileiro não recebe um bom serviço. Segundo levantamento recente realizado pela empresa americana Akamai, a velocidade de tráfego da internet brasileira é uma das mais lentas do mundo.
A pesquisa mostra que a velocidade média é de pouco mais de um megabit por segundo (Mbps), 93% menor que a velocidade média da Coreia do Sul, líder do ranking. Além disso, 20% das conexões no País têm velocidade inferior a 256 quilobits por segundo (Kbps), o que passa ao largo da velocidade mínima estabelecida pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), entre 1,5 e 2 Mbps.
O Idec aponta ainda diversas deficiências de qualidade na prestação do serviço aos clientes. A principal queixa do órgão de defesa do consumidor é em relação à variação da velocidade, pois a maioria das empresas só se compromete a entregar um porcentual mínimo de conexão.
Segundo o Idec, o site e o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Ajato, por exemplo, nada falam sobre o problema. E o contrato prevê que a operadora não se responsabiliza pelas diferenças de velocidade em decorrência de fatores externos. 
Na Net, o site e o SAC nada falam sobre variação de velocidade. Mas o contrato prevê que a velocidade máxima ofertada em cada uma das faixas é de até 10% da indicada. No caso da Telefonica, o site não fala sobre variação de velocidade, e o SAC informa que a velocidade pode variar. O contrato, por outro lado, prevê que as velocidades estão sujeitas a variações. 
O site da GVT não informa sobre variação de velocidade; o SAC informa que há pouca variação de velocidade; e o contrato prevê que algumas velocidades máximas são garantidas apenas para o acesso à rede da GVT. A Oi, segundo o Idec, também não dá informações sobre variação de velocidade no site da empresa; o SAC informa que a velocidade é sempre a mesma, em qualquer horário; o contrato, por outro lado, prevê que as faixas de velocidade não são garantidas.
Outro lado
Procurada, a GVT informou que sua proposta de valor é oferecer "o melhor custo-benefício do mercado". A Telefônica informou que "tem compromisso com a garantia da qualidade na oferta e prestação do serviço de banda larga, seja com a marca Speedy, seja com a marca Ajato". A Oi informou que "os custos incorridos na prestação do Oi Velox (...) são diferenciados por localidade". A Net disse que "garante em contrato o mínimo de 10% da velocidade contratada e não apenas 10%".  (Karla Mendes - O Estado de S.Paulo)

15.07 - A luta dos americanos contra spam
Se você acha que recebe muitas mensagens de spam, tente visitar o segundo piso do prédio da Federal Trade Commission (FTC) em Washington. É lá que um servidor mantém a maior coleção de e-mails spam do mundo ? 314 milhões de mensagens, com 200 mil novas chegando todos os dias. A máquina fica no laboratório da internet da agência reguladora americana, um bunker repleto de aparelhos eletrônicos que ajudam investigadores a caçar spammers, criadores de programas espiões e ladrões de identidades.
Criada por Woodrow Wilson em 1914 como uma autoridade reguladora antitruste, a FTC ampliou de forma constante suas atribuições, passando a proteger os consumidores de fraudes e outras práticas de negócios com má intenção. Hoje, ela supervisiona tudo que vai de casas funerárias a uma lista nacional de pessoas que não querem ser incomodadas por ligações telefônicas de empresas de telemarketing.
Embora as fraudes antitruste e financeiras ainda estejam no topo de sua agenda, a agência vem assumindo o combate às fraudes digitais ao longo da última década. Ela fechou círculos de spyware e empresas como a 3FN, uma operação sediada em Belize responsável por metade das mensagens spam que circulavam pelo mundo até o ano passado. "Estamos preocupados com vigaristas que podem usar o anonimato da tecnologia para roubar dinheiro ou enganar pessoas de maneiras difíceis de serem detectadas", afirma David Vladeck, diretor do Bureau de Proteção ao Consumidor da FTC.
Há um ano como principal caçador de fraudes dos Estados Unidos, Vladeck está de olho nas ameaças que rondam as redes de relacionamentos e os aparelhos móveis. Ele vem se reunindo com executivos do Vale do Silício e em junho concluiu a criação de um laboratório criminal móvel onde sua equipe, formada por advogados e investigadores, farejam aplicativos e sites da internet problemáticos usando equipamentos portáteis.
Os defensores da privacidade afirmam que uma polícia da internet como a FTC é necessária, uma vez que novas tecnologias proporcionam cada vez mais oportunidades para os fraudadores. Em junho, um hacker entrou no site da AT&T, expondo os endereços de e-mail de 114 mil donos de iPads. Em maio, o Google disse que recolheu inadvertidamente dados de usuários de internet sem fio, enquanto tirava fotografias para o seu sistema de mapeamento de ruas Street View. "Muitas das ameaças das quais os consumidores precisam ser defendidos são técnicas ? na internet, em aparelhos portáteis, em novos tipos de máquinas que os consumidores ainda não estão usando", diz Peter Eckersley, da Electronic Frontier Foundation, uma organização sem fins lucrativos de Washington.
O último ano foi um curso rápido de tecnologia para Vladeck, 59, um ex-professor de direito da Universidade Georgetown. "Eu achei que estaria além da minha capacidade porque sou um retrógrado", diz ele. Vladeck não tem contas no Facebook nem no Twitter, e o trabalho o forçou a usar um BlackBerry pela primeira vez. Sobre consultoria tecnológica, ele teve que recorrer a especialistas residentes, como o ex-blogueiro Christopher Soghoian e os jovens da agência.
A FTC não quis discutir investigações em andamento, mas sinalizou que está de olho em incidentes envolvendo segurança de dados em grandes serviços da internet. Um problema no acesso em banda larga sem fio com a tecnologia Wi-Fi do Google provocou uma resposta do chefe de Vladeck, o presidente da FTC, Jon Leibowitz, que disse que a agência vai "olhar de perto" o assunto. Depois que o Facebook mudou sua política de privacidade em abril, de uma maneira que irritou alguns usuários, quatro senadores americanos entraram com uma queixa junto à FTC.
Em 24 de junho, a agência anunciou um acordo com o Twitter, concluindo uma investigação sobre a violação da conta de um usuário em 2008. Vladeck diz que o Twitter não fez o suficiente para dar segurança ao seu site, permitindo que um hacker com um programa de descoberta de senhas se apropriasse de contas de clientes. O acordo sujeitará o Twitter a auditorias de segurança independentes por dez anos. "Queremos sinalizar ao setor que esse tipo de falta de controle não será tolerado", diz Vladeck. Foi o 28º caso de segurança de dados da agência e o primeiro a envolver um site de relacionamentos.
A missão designada à FTC permite a ele agir contra companhias que considere desleais ou com má intenção. No entanto, a FTC não pode estabelecer regras para o setor. A agência está criando "exigências reguladoras sem na verdade aprovar nenhuma norma", diz Paul Bond, advogado especializado em privacidade de dados da advocacia Reed Smith de Pittsburgh.   (Douglas MacMillan - Bloomberg BusinessWeek/ Valor Online)

15.07 - Informação: do dado à tomada de decisão
Cada vez mais, o tema “Sistemas de Informação” vem  se transformando em objeto de importantes discussões no âmbito da Saúde.
Por outro lado, pouco se tem clareza de como este recurso tem impacto, sob o ponto de vista assistencial, já que no aspecto econômico-financeiro sua aplicabilidade é mais evidente.
Entre as várias aplicações dos chamados Sistemas de Informação, está a utilização dos mesmos enquanto base para tomada de decisão. E, por decorrência, o terminologia que logo vem à mente é “indicador de desempenho”.
Só que, quando se fala em indicadores, temos que avaliar todo o processo que antecede a sua implantação. Tudo começa com a qualidade da informação, num primeiro momento dos próprios dados, desde de sua obtenção até seu tratamento.
Parece óbvio falando assim porém, a qualidade dos dados está longe de ser algo trivial já que existem desafios até de ordem conceitual. Por exemplo, num processo de Benchmarking, como pode-se comparar a taxa de ocupação de diferentes unidades hospitalares se conceitos tais como “leito bloqueado” ou “leito extra” forem diferentes entre as estas unidades?
Já o tratamento dos dados, pode ser algo ainda mais complexo pois implica numa revisão de fluxos e até a capacitação dos profissionais envolvidos no processo. Sua correção implica num conhecimento profundo dos fluxos hospitalares, associado às melhores práticas e experiências, inclusive, internacionais.
Tendo esta etapas vencidas e, em tese uma informação pode ser considerada confiável. Só aí, a preocupação dos gestores pode ser o que se pode fazer com esta informação.
E, este é outro campo sujeito a um estudo mais profundo.
Assim como somente a coleção de dados não é suficiente, a simples medição que um indicador pode trazer, se não for associada com uma inteligência analítica e de planejamento é igualmente de pouca utilidade.
A analogia que pode ser feita é a da simples observação dos instrumentos de um avião desgovernado. Se o piloto não soube o que fazer com esta informação, a catástrofe é inexorável.
Portanto, a capacitação dos gestores é fundamental para o sucesso deste tipo de iniciativa.
E, sobretudo, cabe reforcar aquilo que, para mim, é o mais importante; Qualquer análise deve evidenciar necessidades objetivas de melhoria, metas claras que tragam resultados relevantes àquele que deve ser o foco de todos os esforços: o paciente.    (Gustavo de Martini - Saúde Business Web)
 
 
 
 
 

14.07 - Mais de um terço das empresas admite vazamento de dados
Muitas companhias ainda derrapam nos controles de segurança das informações sensíveis aos seus negócios. Pelo menos é o que mostra um estudo realizado pela Cyber-Ark. No levantamento, 35% dos profissionais de TI admitem que suas organizações já foram vítimas de vazamento de informações confidenciais.
O levantamento, realizado nos Estados Unidos e Inglaterra, ouviu 400 administradores seniores de TI. E, de acordo com o relatório, 37% dos profissionais entrevistados creditam o furto das informações a ex-funcionários.
Em segundo lugar na lista dos possíveis motivos do vazamento de informações confidenciais está a falha humana, com 28%. Para aumentar a proteção nessa área, a Cyber-Ark sugere que sejam implementadas camadas adicionais nos sistema para reforçar a segurança dos dados mai sensíveis.
Leia também: Abuso de senhas administrativas e acesso a arquivos críticos também foram averiguados.
Outros 10% dos entrevistados acredita na hipótese de os dados terem sido sequestrados com base na ação de crackers e a mesma parcela atribui o vazamento à perda de dispositivos móveis, com notebooks, smartphones e outros aparelhos.
Segundo o levantamento, os dados mais visados são bases de clientes, planos de pesquisa e informações confidenciais de desenvolvimento, com 26% e 13%, respectivamente das ocorrências. (Computerworld)

14.07 - Número de falhas de segurança explode em 2010, diz relatório
Pesquisa da empresa de segurança online Secunia diz que quantidade de bugs no primeiro semestre de 2010 é quase igual ao de 2009 inteiro.
O número de vulnerabildiades no primeiro semestre do ano teve um crescimento assustador. De acordo com uma pesquisa da empresa de segurança Secunia, o índice de bugs e falhas em softwares nos primeiros seis meses chegou próximo ao de 2009 inteiro.
Outra surpresa é a líder do ranking: Apple. Na sequência, Oracle e Microsoft.
Durante os primeiros seis meses, a Secunia registrou 380 vulnerabilidades nos 50 principais programas utilizados por usuários finais – o equivalente a 89% do registrado em todo o ano de 2009.
A empresa diz em seu relatório que as principais ameaças estão deixando de se concentrar em sistemas operacionais – agora o problema está mais em aplicativos externos (third-party applications).
De acordo com o estudo, um usuário com 50 programas instalados em seu PC irá encontrar 3,5 mais bugs de segurança nos 24 aplicativos externos mais comuns do que nos 26 da Microsoft. 
Além disso, consertar essa falhas aplicando updates (patches) é ainda mais complicado, por depender de pelo menos 13 mecanismos diferentes, em média, por PC.
Entre 2007 e 2009 o número de vulnerabilidades que afetam um PC típico dobrou de 220 para 420. A empresa projeta que esse número deve chegar a 760 ainda este ano. (IDG Now)

14.07 - Oracle anuncia pacote de correções para 59 brechas de segurança
Do total de vulnerabilidades que serão consertadas em 13/7, 21 afetam produtos relacionados ao sistema Solaris e 13, sua linha de banco de dados.
A Oracle vai liberar na terça-feira (13/7) 59 correções para brechas de segurança que afetam centenas de produtos, de acordo com nota publicada no site da empresa.
Do total, 21 vulnerabilidades afetam produtos relacionados ao Solaris, o sistema operacional que passou às mãos da Oracle após a compra da Sun Microsystems. Sete delas podem ser exploradas remotamente sem exigir senha ou nome de usuário, afirmou a Oracle.
Entre os produtos Solaris em questão estão OpenSSO, Solaris Studio, Sun Convergence e Glassfish Enterprise Server.
A atualização também inclui 13 correções para a linha de produtos de banco de dados da Oracle. Sete são para vulnerabilidades passíveis de serem exploradas remotamente, tanto no componente TimesTen como no Secure Backup. Essas vulnerabilidades receberam nota CVSS (de Common Vulnerability Scoring System) de 10.0, a mais crítica da escala.
Sete outras correções têm como alvos os produtos Fusion Middleware. Outras 16 são para outras aplicações, como E-Business Suite, PeopleSoft e JD Edwards. Uma correção está incluída para uma questão com o Enterprise Manager.
No site, a Oracle recomenda a seus usuários instalar as correções assim que possível. (IDG Now)
 
 
 
 
 
 

13.07 - Vírus para Symbian S60 contaminou mais de 100 mil smartphones
Aplicativo disfarçado de game envia mensagens do aparelho contaminado sem que o usuário perceba e apaga os registros.
Um aplicativo malicioso (malware) que ataca smartphones com  sistema operacional Symbian Serie 60 (S60) de 3ª e 5 ª Edições pode estar sendo usado para criar uma botnet – rede de dispositivos "zumbis", controlados remotamente.
De acordo com a empresa de segurança NetQin, mais de 100 000 smartphones já foram comprometidos com o malware, que simula ser um game. A empresa disse que o aplicativo está programado para mandar mensagens SMS a partir do telefone infectado.
"Essas botnets fazem uma coisa ou outra: enviam mensagens para todos os contatos da agenda, ou mandam para números aleatórios, conectando-se a um servidor", explicou a empresa em um post. O nome do aplicativo não foi revelado.
"Os vírus irão deletar da caixa de saída do usuário as mensagens enviadas e o registro do SMS. Todas as mensagens contêm URLs que levam para sites com malware, e quem recebe não tem como verificar isso até que o malware instale-se automaticamente".
A Fundação Symbian disse que o certificado usado para assinar o malware já foi revogado, e recomenda aos usuários que instalaram muitos aplicativos recentemente que habilitem a função de rechecagem da validade dele. (IDG Now)

13.07 - Surgem mais três bugs de dia-zero para assombrar a Microsoft
A Microsoft enfrenta uma leva de vulnerabilidades de dia-zero em alguns de seus softwares mais importantes, conforme revelações feitas recentemente de que há bugs não corrigidos em produtos como Windows XP, Internet Explorer e até em seu servidor web.
Além de uma vulnerabilidade divulgada por um inflamado grupo de pesquisadores de segurança que se autointitula ironicamente Microsoft Spurned Researcher Collective (MSRC - mesma sigla que identifica o grupo de segurança da Microsoft), a empresa foi informada de pelo menos três outras falhas nas últimas semanas.
Na terça-feira (6/7), o pesquisador Soroush Dalili publicou informações sobre uma vulnerabilidade no Internet Information Services (IIS), servidor web da Microsoft.
De acordo com Dalili, que trabalha como analista de segurança da informação na indústria de cassinos e jogos de azar, a autenticação em versões antigas do IIS pode ser burlada, dando aos invasores uma porta de entrada em qualquer esquema de assalto a um servidor web corporativo.
O bug pode ser explorado no IIS 5.1, mas não nas versões mais recentes IIS 6, IIS 7 ou IIS 7.5, informou Dalili.
Ameaça minimizada
A Microsoft afirmou que investiga a vulnerabilidade. Mas, tal como respondeu ao alerta de bug do grupo independente MSRC, a empresa minimizou a ameaça. “O IIS não é instalado como um serviço padrão; além disso, para se tornarem vulneráveis, os usuários teriam que mudar a configuração padrão”, disse Jerry Bryant, um gerente de grupo do Microsoft Security Response Center, por e-mail.
A rastreadora de vulnerabilidades Secunia classificou a ameaça como “moderadamente crítica” – uma nota intermediária em sua escala de cinco passos.
No começo da semana, Ruben Santamarta, um pesquisador da empresa espanhola de segurança Wintercore, divulgou informações sobre uma vulnerabilidade no Internet Explorer 8 (IE8) e publicou o código de ataque – a falha afeta o IE8 em uso nos sistemas Windows XP, Vista e Windows 7.
Santamarta afirmou que o bug poderia ser utilizado para contornar duas barreiras digitais embutidas no Windows, a Data Execution Prevention (DEP) e ASLR (Address Space Layout Randomization).
Bug premiado
As técnicas que burlam o DEP e o ASLR não são nada novas: em março, o pesquisador holandês Peter Vreugdenhil explorou uma vulnerabilidade no IE8 sobre Windows 7 com um código de ataque que passou por cima do DEP e do ASLR, uma façanha que lhe rendeu 10 mil dólares na quarta edição do concurso anual Pwn2Own.
A Microsoft também minimizou a questão levantada por Santamarta, o que não surpreendeu já que havia feito o mesmo ao comentar a invasão ocorrida na Pwn2Own.
“Não se trata de um contorno direto de ASLR, e só funciona sob certas condições”, disse Bryant. “Um invasor teria de usar isso em conjunto com uma vulnerabilidade não corrigida se quiser explorar um sistema.” No mesmo e-mail, Bryant recusou-se a chamar o bug de vulnerabilidade de segurança. “Esta não é uma vulnerabilidade, mas uma técnica que atenua uma defesa”, disse.
Brecha na biblioteca
No mês passado, alguém identificado apenas como “fl0 fl0w” publicou código de exploração para uma falha em uma importante biblioteca usada para desenvolver programas de terceiros por meio do pacote de programação Visual Studio.
O bug na Microsoft Foundation Classes (MFC), um conjunto de bibliotecas de código que dá acesso às APIs do Windows em programas escritos em C++, pode ser explorado por meio de alguns softwares de terceiros escritos com Visual Studio. O usuário “fl0 fl0w” disse que seu código de ataque pode comprometer um PC com Windows via PowerZip, um utilitário de arquivamento de baixo custo.
A Microsoft disse que sua investigação preliminar mostrou que apenas que o Windows 2000 e o XP seriam vulneráveis ao ataque via MFC. “Nós temos investigado as denúncias (...) e os manteremos informados quando surgirem mais informações”, afirmou a empresa em sua conta oficial de segurança no Twitter, na segunda-feira (5/7).
Dedo da Google
Os quatro novos informes de falhas de dia-zero não são as únicas dores-de-cabeça para os engenheiros de segurança da Microsoft. Eles ainda não consertaram a falha crítica do Windows que foi publicada no mês passado por Tavis Ormandy depois que a Microsoft não se comprometeu com uma data para correção.
Ormandy, que trabalha para a equipe de segurança da Google, está no centro de um debate entre pesquisadores, que questionam sua decisão de tornar a brecha pública. O Microsoft-Spurned Researcher Collective foi formado justamente como reação à sugestão feita pela Microsoft de ligar as intenções de Ormandy a seu empregador.
Essa vulnerabilidade tem sido explorada ativamente por cibercriminosos desde 15 de junho.
A próxima publicação de correções da Microsoft, a chamada Patch Tuesday, está prevista para 13 de julho. A empresa tem mantido os lábios cerrados sobre se irá ou não consertar a falha apontada por Ormandy. Mas, a julgar pelo que já fez no passado, é bastante improvável que a Microsoft vá montar e testar correções para as outras falhas de dia-zero a tempo de serem incluídas no pacote de correções da semana que vem. (Computerworld)
 
 
 
 
 

08.07 - Inovação simples e óbvia 
A web abre possibilidades indiscutíveis de melhoria de produtividade nas grandes corporações 
Há duas semanas desembarquei em San Francisco, Califórnia, para uma rodada de reuniões com pessoas ligadas ao Google. Parte de uma rotina atribulada de viagens nos últimos cinco anos. Mas dessa vez havia uma diferença inesquecível: o avião pousou justamente quando começava um dos jogos do Brasil na Copa e ainda havia um fio de esperança para nossa seleção. 
Eu já sabia do risco, mas estava relativamente tranquilo, pois acreditava que poderia seguir o resultado em algum canto. Sai apressado do avião e ainda dentro do aeroporto vejo um restaurante e algumas pessoas vidradas na partida. Como teria ainda que buscar minha bagagem e alugar um carro, conferi o resultado e segui meu caminho. 
Chego para pegar minhas malas e fico impaciente. Ali, nenhuma mídia tradicional sintonizada na Copa. A vida continuava normal. Minha única saída foi conectar o celular a algum aplicativo (o mais fascinante para mim, nesta Copa, é o Worldcup Droid, criado por desenvolvedores brasileiros) ou acompanhar o jogo por um dos portais da web que informam a partida minuto a minuto. 
Deu certo. Fico sabendo quase em tempo real que a seleção havia marcado o primeiro gol. Mala nas mãos, carro ligado... pronto para seguir meu caminho e quem sabe assistir ao segundo tempo sem grandes problemas. Aí vem o desespero. Não havia nenhuma rádio transmitindo o jogo. Como sou absolutamente consciente do risco de olhar no celular enquanto dirijo, desisto. 
Hoje parece tão óbvio o papel que a tecnologia deve ter na estratégia de inovação das empresas. Mas são poucas as companhias que a utilizam de maneira convincente. Uma das reuniões de que participei nesta viagem à Califórnia foi com um senhor muito simpático, no auge de seus 60 e tantos anos. Em seu indefectível colete vermelho com um grande logotipo da empresa, Alan Mullaly -CEO mundial da Ford- está revolucionando conceitos numa indústria pra lá de tradicional. 
Uma de suas brilhantes ideias reside numa simplicidade absurdamente óbvia. Em suas próprias palavras: "Quero meus clientes com as mãos no volante, olhos na estrada e totalmente conectados à internet". 
O carro deve ser a extensão da conectividade móvel que já nos é tão familiar. Hoje, isso ainda é um desafio para essa indústria (o que usamos além do viva-voz e do GPS?). Observe que a Copa do Mundo levou a internet a novos recordes de audiência. Algumas pesquisas dão conta de que mais de 12 milhões de internautas acessaram novas páginas a cada minuto durante a abertura dos jogos. Quer dizer: as pessoas já buscam informações na rede mundial o tempo todo e de forma crescente. Nada mais normal que façam o mesmo enquanto dirigem. 
Se o sr. Mullaly pudesse descrever como deveria ter sido minha experiência, seria assim: chego ao aeroporto, vejo o resultado no meu celular, entro no carro e ele me conecta instantaneamente à web. Entro na minha agenda, que me indica aonde devo ir, meu próximo compromisso, o endereço do hotel, a rota, o mapa. 
Abro meu portal favorito e o Google transforma em voz os textos que estão sendo atualizados. Consigo ouvir o que está acontecendo no jogo, minuto a minuto. 
Assim como a Ford, é hora de as empresas se debruçarem na busca de soluções simples e óbvias baseada nos novos conceitos de interatividade e colaboração. Imagine que economia teria uma empresa se combinasse atividades de call center com uma plataforma wiki (base de conhecimento interativo e aberto para colaboração de usuários), em que usuários registram suas perguntas e outros usuários as respondem. 
Em vez de ligar para uma central de atendimento, busco na internet minha dúvida e como resolvê-la. Ou uma rede de supermercados que compare a cada minuto preços de seus produtos básicos versus a concorrência, divulgando em tempo real na internet e no celular para poder atrair mais consumidores. 
Essa mesma web já revolucionou como nos informamos, nos comunicamos, nos relacionamos e como compramos. Agora -talvez em sua versão 3.0- abre possibilidades indiscutíveis de melhoria de produtividade nas grandes corporações. Sim, a internet já permeia a sociedade e a economia de forma ampla e os consumidores da sua empresa estão conectados. Resta às companhias a tarefa de usar essa simplicidade óbvia da web em prol de seus negócios.   (ALEXANDRE HOHAGEN - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

07.07 - Vendas globais de chips apresentam alta de 4,5%
As vendas mundiais de chips apresentaram um crescimento de 4,5% no mês de maio, segundo dados divulgados nesta terça-feira (06) pela SIA (Semiconductor Industry Association). No período, as receitas somaram US$ 24,7 bilhões, um crescimento de 47,6% na comparação com maio de 2009, quando as vendas chegaram a US$ 16,7 bilhões.
Para George Scalise, presidente da SIA, as vendas mundiais alcançaram um novo recorde no período, mas permaneceram no ritmo previsto pela Associação. “Prevemos um crescimento de 28,4% em 2010. As vendas do setor têm sido impulsionadas pela comercialização de computadores, celulares, outros dispositivos de TI, além de aplicações industriais e automóveis. As vendas unitárias de computadores estão devem atingir a expectativa de crescimento de 20%, enquanto as vendas de celulares devem apresentar expansão de 10% a 12%”, afirmou.
A SIA ressaltou mais uma vez que as taxas de crescimento do setor devem diminuir no segundo semestre. “As vendas recentes têm demonstrado uma demanda robusta, mas as taxas de crescimento anuais também refletem um mercado mais reprimido no primeiro semestre de 2009. Preocupações crescentes sobre questões como a dívida pública, queda na confiança dos consumidores e as pressões sobre os gastos do governo não parecem ter afetado as vendas de semicondutores em todo o mundo. Mas diante da crescente sensibilidade da indústria de semicondutores, estas questões deverão se destacar no segundo semestre de 2010", concluiu Scalise.   (Executivos Financeiros)

07.07 - Internet já atinge 26% da população mundial
O número de usuários da internet atingirá a marca de 5 bilhões até o final deste ano, segundo relatório da International Telecommunication (ITU), embalados pelo crescimento da telefonia móvel. A pesquisa também apontou que a quantidade de internautas duplicou de 2003 a 2009, chegando a 26% da população mundial aproximadamente. 
O relatório é uma revisão dos progressos realizados para a criação de uma sociedade de informação global em 2015, um compromisso que os governos acordaram na World Summit on the Information Society (WSIS), em Genebra, em 2003, e depois em Túnis, em 2005.
Enquanto setor de tecnologia da informação avançam a passos largos, cerca de 80% das pessoas nos países em desenvolvimento ainda não têm acesso à Internet. De acordo com o relatório, no mundo desenvolvido, quase 60% das famílias tinham acesso à Internet, contra apenas 12% no mundo em desenvolvimento. A inclusão da banda larga fixa nos países em desenvolvimento foi muito menor: cerca de 3,5% no final de 2009. 
Segundo a chefe da divisão de estatísticas do ITU, Susan Teltscher, grande parte do crescimento das comunicações nos países em desenvolvimento está vindo principalmente da China e da Índia. Eles respondem por um terço dos assinantes de telefonia móvel no mundo. Somente a China é responsável pela metade das assinaturas de banda larga em países em desenvolvimento.
De acordo com os dados divulgados, as redes celulares já cobrem cerca de 90% da população mundial. Além da conectividade, também há uma divisão clara entre conteúdos e línguas, declarou Teltscher. Mais de 50% do conteúdo da Internet está escrito em poucos idiomas, sobretudo o Inglês, disse ela. 
Até o final de 2009, havia cerca de 1,4 milhões de domicílios com TV ao redor do mundo, fornecendo a , proximadamente, 5 bilhões de pessoas o acesso a um televisor em casa. Isso significa que  79% dos lares possuem aparelhos de TV, o que representa um aumento de 6% em comparação a 2002. Os dados no continente africano contrastam: apenas 28% das famílias possuem televisão.  (Jornal do Commercio)
 
 
 
 
 

06.07 - Venda de software retoma crescimento no Brasil
Apesar de recuperação, setor corre risco de estagnação diante de outros países
Vendas passarão de US$ 16,7 bi em 2010, mas país continuará com menos de 2% do resultado global 
A produção brasileira de software deve exibir crescimento de 20% neste ano e, mesmo assim, o país corre o risco de continuar estagnado na comparação com outros competidores globais.
Relatório da Abes, associação que representa a indústria de software e serviços, prevê que, em 2010, o setor movimentará US$ 16,7 bilhões, alta de 8,4% em relação ao ano anterior.
Porém, o estudo foi realizado no início do ano, quando a taxa de câmbio estava desfavorável e a previsão de crescimento do PIB, em 3%.
As estimativas atuais indicam que a economia fechará o ano com 6% de expansão. "Isso significa que o setor crescerá cerca de 20%, muito acima da média mundial", disse Gerson Schmitt, presidente da Abes. "Passaremos dos US$ 16 bilhões."
Contudo, Schmitt afirma que esse resultado seria maior caso o governo estimulasse o setor privado, em vez de competir com ele. "Corremos o risco de continuar na mesma entre os países que competem nesse ramo."
O Brasil ocupa a 12ª posição respondendo por 1,7% das vendas globais.
Para Schmitt, a estratégia do Brasil para ganhar mercado internacional foi investir na formação de profissionais para a prestação de serviços terceirizados como fazem China e Índia.
É uma possibilidade, mas, ainda segundo ele, a estrutura de custos do Brasil não permitirá atingir a competitividade dos asiáticos.
MENOS SOFTWARE LIVRE
Outra dificuldade é a escolha das plataformas de códigos abertos (softwares livres), promovidas particularmente pelo governo federal, como prioridade. A Abes defende o incentivo aos programas de "marca" (fechados).
Ainda segundo a Abes, o país tem reputação internacional no desenvolvimento de softwares destinados às áreas financeira e energética.
"Deveria aproveitar esse potencial para exportar", disse Schmitt. "Só 6% das receitas do setor no país vêm das vendas externas."
Não bastasse, 71% das vendas ocorridas no mercado interno tornam-se receitas para empresas estrangeiras, que aqui são líderes.
Além disso, o próprio governo é um concorrente. Empresas públicas desenvolvem softwares exclusivos para a administração federal, um mercado que as empresas privadas têm dificuldade de participar e estimam deixar de ganhar R$ 2 bilhões por ano.  (Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

05.07 - Campanha analógica
Exceto pela febre no Twitter e pelas declarações desastradas de alguns políticos, a internet terá um papel limitado no atual processo eleitoral brasileiro.
Há várias razões para esse atraso. Embora cerca de 70 milhões de pessoas já tenham acesso à rede mundial de computadores, a conexão da maioria é de baixa qualidade. A banda larga no Brasil é estreita. Um aspecto, entretanto, parece ser o responsável principal para o país ainda ter uma eleição "desconectada": o excesso de burocracia e a falta de tecnologia para facilitar doações por meio da web.
Ao longo de seus quase dois anos de campanha, Barack Obama montou uma rede de 3 milhões de doadores. Recebeu cerca de 6 milhões de doações em valores até US$ 100. Como comparação, em 2006, Lula teve 1.634 doadores.
No Brasil, a campanha oficial começa apenas hoje, dia 5 de julho, quando estarão registradas todas as candidaturas. Os políticos só têm três meses para montar suas redes de colaboradores.
Vários estão tentando. Nenhum ainda teve sucesso. Nos EUA, o doador vai ao site do candidato de sua preferência, avista uma página com os ícones das principais bandeiras de cartões de crédito, clica na opção desejada, informa o valor e envia o dinheiro pela web. A conta vem na fatura do cartão. A operação dura cerca de um minuto.
No Brasil, os partidos escorregaram num mata-burro: a lei determina que todas as doações eleitorais tenham um recibo, identificando quem deu o dinheiro, com os dados completos, inclusive o CPF. Esse é o problema: o CPF.
As administradoras de cartões de crédito tiraram o corpo fora. Quem tem o CPF do cliente são os bancos. Agora, os partidos terão de abrir contas em todos os principais bancos que fornecem cartões se quiserem massificar a estratégia. Mas a chance de haver uma clicocracia a la Obama por aqui é mínima.   (FERNANDO RODRIGUES - Folha de S.Paulo)

05.07 - Software e serviços têm o menor crescimento em 5 anos
US$ 15,36 bilhões em 2009, tendo atravessado a crise econômica mundial com crescimento de 2,4% em relação a 2008, segundo estudo realizado pela IDC para a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes). 
Embora o ritmo de crescimento do Brasil nesse setor tenha superado a média global de 0,89% em relação a 2008, o resultado foi dez vezes inferior ao patamar de crescimento anual, que foi superior a 20% nos últimos cinco anos. A diferença é ainda mais expressiva se comparada ao crescimento de 35% do mercado entre 2008 e 2007. 
Na avaliação do presidente da Abes, Gerson Schmitt, o ritmo de crescimento foi afetado pela crise econômica global e alta do dólar. "O ano passado foi atípico, mas já tivemos uma adaptação do câmbio e o setor deve retomar o avanço de dois dígitos ainda em 2010", prevê Schmitt. Segundo ele, o resultado deste ano deve superar a previsão de crescimento de 8,5%, feita pela IDC.
O país manteve a 12ª posição no mercado global de software e serviços, e a média de participação de 1,7% no faturamento global de US$ 880,6 bilhões do setor. 
Os Estados Unidos lidera o mercado mundial de software, com faturamento de US$ 349,7 bilhões no ano passado, 39,71% de alta na comparação anual. Na segunda posição está o Japão, que registrou US$ 71,7 bilhões e se manteve estável em 2009.
Para conquistar mais posições no ranking global do setor, no entanto, o Brasil precisa rever seu modelo de negócios, atualmente calcado em serviços. Para Schmitt, o governo deveria apoiar o desenvolvimento de sistemas, que tem maior valor adicionado, "ao invés de dar suporte apenas ao software livre e à oferta de serviços."
"O setor é composto por 94% de micro, pequenas e médias empresas, que precisam de políticas de incentivo para crescer", afirma Schmitt.
Do total de US$ 15,36 bilhões de receita do mercado, o segmento de serviços representou US$ 9,9 bilhões, ou 64,5%. A exportação de serviços movimentou US$ 271 milhões no ano passado, com elevação de 2,5% em um ano. O segmento de software obteve receita de US$ 5,45 bilhões, com participação de 35,5% no mercado total. A exportação de software gerou US$ 92 milhões, aumento de 6%. .
Atualmente, 71% da receita do segmento de software (US$ 3,88 bilhões) vem de produtos desenvolvidos no exterior, enquanto serviços, com domínio da indústria nacional, geraram US$ 9,64 bilhões e participação de 97,5%.
A falta de mão de obra qualificada é outro reflexo crítico do atual modelo do setor. O mercado brasileiro de software e serviços sofrerá com a carência de 140 mil profissionais em 2013, de acordo com levantamento da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado no final de 2009. "Se for adotado o modelo de software como prioridade, podemos ter uma redução nesta diferença para 80 mil posições", prevê o presidente da Abes. "Mas se competirmos por custos, o modelo não se sustenta sem pessoas na área de serviços."
Os segmentos de finanças e indústria são os principais consumidores de software no país. Juntos representam 48,1% dos compradores da indústria nacional. Nesse sentido, segundo Schmitt, o potencial para os desenvolvedores de software encontra-se especialmente nos segmentos financeiro, de governo eletrônico (e-gov), segurança e em sistemas de gestão empresarial (ERP).
Embora o Brasil seja o maior mercado em software e serviços na América Latina, com 47% de participação no resultado de US$ 65 bilhões de região, não há razão para se acomodar, afirma Schmitt.   (Daniela Braun - Valor Online)

05.07 - Vendas de downloads ganham espaço na internet brasileira
Faturamento com cópias de jogos e livros supera expectativas 
O mercado de downloads surpreendeu as redes brasileiras que apostaram no formato. Recém-lançados, os serviços de compra via troca de dados na internet já experimentam crescimentos de até 300% nas vendas.
Executivos e especialistas acreditam que os produtos possam repetir a curva de crescimento observada no comércio on-line do país, que neste ano deve chegar a 30% do total das vendas.
A referência do potencial é o mercado norte-americano de e-books (livro digital), que registra avanço médio anual de 71,7%.
A última estatística da APP (Associação Americana das Editoras) mostrou os e-books ocupando 4% do mercado total das vendas, o equivalente a US$ 27,4 milhões.
"Conseguimos fazer o download de jogos gerar mais receita do que os de caixinha. Isso é surpreendente para mim", diz o gerente comercial do PontoFrio.com, Cláudio Campos.
Desde outubro de 2009, quando os downloads começaram a ser comercializados no site, as vendas crescem 20% ao mês, segundo dados do varejista. Até o final do ano, a empresa quer ampliar o serviço para livros e filmes.
Campos diz que os down- loads atraem pelo preço e a possibilidade de utilização imediata, além da oferta do arquivo de títulos com baixa tiragem. O formato é cerca de 50% mais barato do que um jogo vendido em caixa.
VENDAS CRESCENTES
A ampliação dos títulos foi essencial para fazer as vendas de downloads de filmes da Saraiva.com registrar crescimento de 300% desde o lançamento, em maio do ano passado.
Os 1.200 títulos disponíveis hoje representam 60% a mais do que o número inicial. A empresa espera repetir o resultado com os e-books, lançados em junho.
"A próxima evolução do nosso negócio é digital. O cliente vai consumir cultura sem receber o produto físico", afirma o diretor presidente da Livraria Saraiva, Marcílio D'Amico Pousada.
Ele estima que as vendas virtuais da empresa vão superar as compras nas lojas em cinco anos. Hoje, o comércio virtual representa 35% do faturamento.
Já a Livraria Cultura, que tem 20% da receita no comércio virtual, espera igualar as vendas de e-book ao nível americano em dois anos. A venda dos livros digitais foi lançada em maio e no último mês registrou alta de 100%.
Para o diretor do e-bit, de informação sobre comércio eletrônico, Pedro Guasti, a comercialização de downloads é caminho sem volta.
Ele acredita que esse mercado será impulsionado com a expansão da banda larga e a queda nos preços dos equipamentos de leitura portátil, como Kindle e iPad.  (GABRIEL BALDOCCHI - Folha de S.Paulo)
 
 
 
 
 

02.07 - Vendas de TI crescem 20% no semestre
O mercado brasileiro de tecnologia da informação (TI) cresceu, e muito, nos primeiros seis meses do ano. Números preliminares adiantados ao Valor apontam que empresas e governo gastaram R$ 24,3 bilhões com tecnologia no período. O resultado é quase 20% superior ao verificado no mesmo semestre de 2009, quando o setor relatou vendas de R$ 20,3 bilhões, segundo a consultoria IT Data. Fabricantes de equipamentos e componentes como Hewlett-Packard (HP), Intel, EMC, Itautec e Positivo registraram taxas de crescimento entre 20% e 32%. 
O desempenho ficou pouco acima da indústria geral, que acumulou alta de 17,3% até maio e deve fechar o semestre com aumento de 16,5%, segundo a LCA Consultores. Além de fatores como expansão da oferta de crédito e da renda, nível de inadimplência estabilizado e perspectiva de crescimento do PIB de 7,3% no ano, contribuíram para o resultado a retomada das encomendas pelas empresas, que tinham adiado a renovação de infraestrutura no ano passado. Também ajudaram no resultado as compras do governo, mais concentradas na primeira metade do ano, e a expansão da demanda da classe C.
A HP foi uma das companhias favorecidas pelas encomendas crescentes de empresas e demanda aquecida no varejo. O vice-presidente da área de sistemas pessoais da HP, Cláudio Raupp, observa que as empresas costumam renovar um terço do parque de máquinas a cada ano, mas em 2008 e parte de 2009, por conta da crise financeira internacional, essa renovação não foi completa. "As vendas para empresas foram mais fortes no segundo trimestre e, pelo nível de encomendas, o segundo semestre também será muito bom", afirma Raupp. 
As compras do governo também contribuíram para a expansão das vendas no semestre. Raupp não cita números, mas diz que a HP cresceu acima da média do mercado no período. No segmento de produtos para pessoas físicas, a demanda crescente das classes C e D foi o principal impulsionador das vendas no país ao longo do período, com o segmento de notebooks na liderança das vendas. "Houve um crescimento significativo da procura por sistemas para compartilhamento de conteúdos, como músicas, filmes e fotos", afirma o executivo. 
A Itautec também sentiu os efeitos da retomada das encomendas. De acordo com o vice-presidente comercial da companhia, Cláudio Vita, as vendas subiram 30% no semestre em relação ao mesmo intervalo de 2009. Entre os segmentos que investiram mais na substituição de equipamentos estão bancos e empresas de varejo. "Os provedores de internet também reforçaram os investimentos em novos centros de dados, por conta da expectativa de aumento do acesso em função da Copa", diz Vita. 
Para o segundo semestre, a expectativa da Itautec é manter o ritmo de vendas, ao menos para o mercado corporativo. "As vendas para pessoa física dependerão das condições de crédito e inadimplência", afirma Vita. De acordo com dados do Banco Central, a taxa de inadimplência total para pessoas físicas é de 6,8% até maio e o nível de endividamento era de 41,5% (1,2% inferior a maio de 2009). Para o ano, a Itautec prevê expansão de 17% no mercado de computadores, para 14 milhões de unidades. 
A Intel, que no fim do ano passado foi apontada como muito otimista ao prever para o setor expansão de 25% neste ano, viu no primeiro semestre um crescimento na demanda brasileira por itens de TI de 30%, afirma o diretor de marketing da Intel Brasil, Cassio Tietê. 
Além da retomada das encomendas de empresas e das compras de governo, Tietê destaca a expansão no número de famílias das classes C e D que adquiriram o primeiro computador. "Outra tendência que se torna mais forte no Brasil é a individualização do PC", afirma. Ele observa que o brasileiro tomou gosto por usar o computador para se comunicar e, com a popularização das redes de terceira geração de serviços móveis, consumidores das classes A, B e C começam a adquirir um PC para cada membro da família. Para 2010, Tietê prevê crescimento mais próximo de 25% no mercado.
O otimismo não é menor na Positivo Informática, que lidera a venda de PCs no país. É preciso lembrar, no entanto, que o crescimento se baseia nos resultados de um semestre apático de 2009, comenta Hélio Rotenberg, presidente da companhia. "A primeira metade deste ano foi um período muito bom, que ficou dentro do que era esperado." 
Durante a crise, diz Rotenberg, o governo foi o grande fomentador do mercado, enquanto as empresas tiveram queda abrupta de compra. "Este ano, os negócios retomaram o fôlego, o mercado está bom e competitivo", comenta. Entre janeiro e março, a Positivo vendeu 425,7 mil computadores, 32% a mais que no primeiro trimestre de 2009.
O momento é de investimento, diz Carlos Cunha, diretor geral da EMC, especializada em equipamentos de armazenamento de dados. "Estamos trabalhando na elaboração de um plano de três anos, que terá início neste semestre", comenta. "Queremos trazer a produção de novos equipamentos para o país e ampliaremos o quadro profissional."   (Cibelle Bouças e André Borges -  Valor Online)
 
 
 
 
 

01.07 - Sony alerta donos de laptop Vaio sobre risco de superaquecimento
A gigante japonesa Sony pediu nesta quarta-feira aos donos de laptops "Vaio" que baixem um programa para corrigir um problema de superaquecimento que afeta em torno de 535.000 computadores no mundo.
Segundo as informações divulgadas pela Sony, o sistema que regula a temperatura tem defeitos e pode provocar um superaquecimento do aparelho a ponto de deformá-lo.
Este problema pode ser corrigido com a instalação de um programa interno (BIOS).
Os clientes que não se sentirem capazes de instalá-lo podem fazê-lo nos locais de venda de aparelhos Sony, informa o grupo.
Em torno de 535.000 laptops Vaio séries F e C no mundo têm esse problema, dos quais 52.000 estão no Japão, segundo a Sony. (AFP/ Diário do Grande ABC)

01.07 - Suporte privilegiado ao HTML5 quer deixar IE9 mais veloz
Navegador usará - como padrão - aceleração de hardware para todas as funções na Internet.
Depois de liberar o terceiro preview do Internet Explorer 9 nesta semana para desenvolvedores, a Microsoft fez uma revisão e adicionou suporte para diversos padrões HTML5, afirmando que o navegador está mais rápido do que nunca.
Com o nome de  IE9 Plattform Preview (IE9PP), o aplicativo ainda não é um navegador completo, mas apresenta uma interface muito enxuta, acondicionada em torno da renderização mais recente da Microsoft, além de contar com mecanismos JavaScript. Desde que apresentou o browser em meados de março, a empresa se comprometeu a atualizar o preview a cada oito semanas, até que ele entrasse em beta público, algo que ainda não tem data para ocorrer, bem como a versão final do mesmo. 
A Microsoft quer que o IE 9 iguale ou supere a velocidade dos rivais na capacidade de descarregar textos, imagens e vídeos, otimizando o desempenho do processador gráfico dos PCs e, consecutivamente, melhorando seu desempenho. "Esse é o primeiro navegador que usa - como padrão - aceleração de hardware para  todas as funções na Internet", disse Dean Hachamovich, gerente geral da divisão IE, em um post no blog correspondente. Durante os testes, a empresa também destacou a velocidade de visualização em aplicativos JavaScript.
Ainda de acordo com a Microsoft, o IE9PP 3 concluiu os testes com o SunSpider JavaScript com 47% mais rápido que o seu antecessor, ainda que ele esteja aqué de edições do Safari e do Chrome 5. O PP3 também foi dez vezes mais rápido na renderização do JavaScript do que o IE8, versão 2009.
No benchmark Acid 3 - teste que verifica em detalhes como um navegador segue certos padrões na Web - o IE9PP3 marcou 83 pontos de 100 possíveis - uma melhora de 22% sobre o PP2.
Ao contrário das versões Release Candidate do IE (edição próxima de ser finalizada), o preview do mesmo é executado juntamente com versões existentes do IE7 no Vista e do IE 8 no Windows 7. Este preview ou a versão final do IE9 não serão compatíveis com o Windows XP, já que o navegador precisará de APIs específicos, que estarão integrados no Windows 7 e p[oderão ser adicionados no Vista e no Server 2008 R2, mas não estarão disponíveis ao XP.
O IE9 é a esperaça da Microsoft para se recuperar no mercado de navegadores. Nos últimos 12 meses, a empresa perdeu 8,3% do seu share no setor, que hoje conta com 59,8% de participação, segundo a consultoria especializada em web, Net Applications.
Quem quiser conhecer o IE9PP3 pode fazer o download clicando aqui. O arquivo tem 16MB. (Computerworld)

01.07 - Redes sociais móveis deixam vazar informações privadas, aponta estudo
Você faz questão que todo mundo saiba onde você está?
Bem, é o que seus sites de rede social favoritos podem fazer quando deixar vazar informações sobre sua localização.
Um estudo feito pelo Worcester Polytechnic Institute (WPI) mostra que as redes sociais móveis têm fornecido dados sobre a localização física dos usuários para sites de rastreamento e outros serviços de rede social. Os pesquisadores afirmaram que todos os 20 sites estudados deixaram vazar algum tipo de informação privada para sites de rastreamento de terceiros.
"Esta análise inicial das redes sociais móveis online levanta algumas preocupações sérias, mas há mais trabalho a ser feito", disse Craig Wills, professor de ciência da computação do WPI e coautor do estudo. "Os sites de terceiros parecem agora ter a capacidade de construir um retrato dinâmico e abrangente dos usuários de redes sociais móveis. Isso exige um modo igualmente abrangente de captura de toda a gama de controles de privacidade em um painel unificado e fácil de entender, para que os usuários possam tomar escolhas conscientes sobre sua privacidade online e acreditem que compartilham suas informações privadas e pessoais apenas com as entidades que escolherem."
Redes tradicionais
No estudo, os pesquisadores avaliaram as práticas de 13 redes sociais móveis online, incluindo Brightkite, Flickr, Foursquare, Gowalla e Urbanspoon. Eles também estudaram sete rede tradicionais online, como Facebook, LinkedIn, MySpace e Twitter, que permitem o acesso por meio de dispositivos móveis, como smartphones.
Os pesquisadores descobriram que todos os 20 sites deixam vazar algum tipo de informação privada para sites de rastreamento de terceiros, mas diversos deles usam um serviço de mapas de terceiros para mostrar a localização do usuário num mapa. O estudo também revelou que seis diferentes sites transmitem um identificador único para o dispositivo móvel do usuário, permitindo que sites de terceiros continuem a rastrear a localização de um usuário mesmo que ele esteja usando outra aplicação móvel.
O estudo não revela quais dos 20 sites analisados deram informação de localização de seus usuários.
"A combinação de informações de localização, identificadores únicos de dispositivos, e vazamento tradicional de outras informações de identificação pessoal conspira contra a proteção da privacidade dos usuários", escreveram os pesquisadores, no relatório.
Os sites de rede social, como o Facebook, têm sofrido pressão nos últimos meses para proteger melhor as informações privadas de seus usuários.
O Facebook, por exemplo, foi criticado não apenas por criar ferramentas para tornar mais fácil o compartilhamento de informações de usuários com sites web de terceiros, mas também por dificultar o uso de controles de privacidade do site.
O site popular de redes sociais respondeu às críticas com o lançamento de uma forma mais simples de controlar a privacidade. (Computerworld)

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