Atos de Gestão, Notícias e Informações das Entidades

 
28.07 - Infraprev: Participantes tiram dúvidas sobre Plano CV - Os participantes do Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, tiveram a oportunidade de obter mais informações sobre o Plano CV e de tirar suas dúvidas. O gerente de Arrecadação e Cadastro do INFRAPREV, Marcelo Cartaxo, fez uma palestra,em 15 de julho, no auditório do aeroporto.
A apresentação teve também uma abordagem para os novos empregados que não são participantes. Marcelo Cartaxo  explanou sobre as vantagens de fazer parte do INFRAPREV, cujo plano de benefícios tem a participação da Infraero. A Infraero contribui junto com o empregado para a formação da aposentadoria.
Os atuais participantes  puderam ter suas dúvidas esclarecidas sobre benefícios, contribuição, institutos legais, tributação entre outros assuntos.
Esta foi a segunda apresentação do INFRAPREV este ano em um aeroporto. A primeira aconteceu em junho no Aeroporto do Galeão. A idéia é fazer palestras nas outras unidade da Infraero.  (Infraprev/AssPreviSite)

27.07 - Ceres: De olho na despesa administrativa - Uma das diretrizes organizacionais da Ceres é a racionalização dos custos de gestão, por isso, o custo operacional é assunto de monitoramento permanente na Ceres e vem sendo reduzido em termos reais desde 1999.
As reduções são resultado da atualização dos procedimentos administrativos e a colaboração dos empregados. Segundo o Gerente Administrativo da Fundação, Elery Cavalcanti, “trata-se de uma conduta consciente já incorporada à cultura organizacional”.
Com a ajuda de uma consultoria especializada, a Fundação firmou um novo contrato com a Embratel com base em tarifas reduzidas. Em janeiro de 2010 as novas tarifas começaram a vigorar. Decorridos quatro meses, a redução do custo de telefonia/internet da Ceres é de cerca de R$ 23 mil, que corresponde a uma economia em torno de 44%, já deduzido o custo da consultoria.  (Ceres/AssPreviSite)

26.07 - Fundação CEEE: Educação Previdenciária - Curso “Introdução ao Mercado de Capitais”
Dentro do seu projeto de Educação Previdenciária, a Fundação CEEE irá promover o curso “Introdução ao Mercado de Capitais” para todos os seus
participantes e familiares. A iniciativa é uma versão avançada do já tradicional curso de planejamento financeiro e orçamento familiar promovido pela entidade
desde 2005. O professor, Economista Alfredo Meneghetti irá falar sobre perfis de investimento (conservador, moderado, agressivo), a BOVESPA, o que é um
home broker e sobre como montar uma reserva financeira. Este módulo avançado é indicado para quem já participou do curso de planejamento financeiro e
orçamento familiar ou que já possui algum conhecimento prévio de finanças.  O evento ocorre no dia 9 de agosto, às 13h30min, no auditório do prédio sede da
Fundação CEEE. Inscrições gratuitas no www.fundacaoceee.com.br
O Programa de Educação Previdenciária da Fundação CEEE foi aprovado pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar – Previc no início de
2010. A aprovação vale para todos os oito planos administrados pela entidade. Composto por 13 ações, o programa tem o objetivo de proporcionar o
desenvolvimento de uma cultura voltada para o planejamento do futuro e para a poupança de longo prazo.  (Fundação CEEE)

23.07 - Valia: Superávit dos aposentados - Valia agenda reunião em setembro para discutir superávit dos aposentados
Os aposentados da Vale, beneficiários de um fundo de pensão com superávit no valor de R$ 1,6 bilhão, conseguiram autorização, através da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), para que a Valia, administradora do fundo, reduza o prazo para o pagamento. No entanto, a Valia afirma que a decisão só será tomada após reunião prevista para o dia 17 de setembro, o que contraria os aposentados.
Inicialmente, o benefício a que os aposentados têm direito seria pago em 17 anos, mas, diante das manifestações dos beneficiários, o prazo vai ser revisto. De acordo com o presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas da Vale (Apecovale), Antônio Vitor Ramalho, o patrimônio herdado pelos aposentados tem de ser distribuído em tempo reduzido, já que a média de idade dos beneficiários é de 65 anos e a cada ano morrem centenas deles.
Ele mostrou os demonstrativos que a Valia precisa enviar anualmente à Previc e que comprovam que em março de 2009 eram 17.243 os beneficiários do fundo de pensão. Já no mesmo mês de 2010 o número caiu para 17.107, uma diferença de 136 aposentados que faleceram à espera do benefício. No documento, também consta a assinatura de diretores da Vale, demonstrando que a empresa tem representação dentro da Valia, mesmo que ela seja uma entidade que trata dos aposentados e pensionistas da companhia, administrando um fundo que não pertence a eles e sim aos aposentados da empresa antes da privatização.
Os aposentados acham que deveria ser realizada uma reunião extraordinária para que se discuta o pagamento da trimestralidade retroativa e a manutenção dos 25% do superávit, que é a porcentagem do valor total que a Valia queria que fosse paga aos aposentados.
Para cobrar uma posição favorável da Valia, os beneficiários pretendem organizar uma caravana de 25 ônibus, 15 saindo de Vitória e outros 10 sde Itabira, Minas Gerais, para ir ao Rio de Janeiro no dia da reunião e ali dar um abraço simbólico ao prédio da Vale.
Antônio Vitor conta ainda que 9.100 dos aposentados recebem menos de R$ 1 mil mensalmente de benefício, realidade que poderia mudar com o pagamento do superávit.
Os aposentados também questionam o fato de a Aposvale ser a única entidade reconhecida pela Vale como representante dos participantes assistidos e a inconformidade da maioria dos aposentados com a recente mudança nos critérios de distribuição do superávit, mantendo o percentual de 25% do valor total do benefício.
Dos aposentados antes da privatização da companhia, 150 têm mais de 90 anos, 1,5 mil têm mais de 80 e mais de 5 mil têm mais de 70 anos. Cerca de 300 aposentados morrem todos os anos e o benefício não é deixado para os herdeiros. A Valia não concorda em passar o superávit para os herdeiros, como querem os aposentados.  (Lívia Francez - SéculoDiário)

22.07 - Visão Prev: Palestra sobre planejamento financeiro - Entidade convida os participantes e assistidos para mais uma palestra sobre planejamento financeiro
Para quem tem planos de ter um futuro tranqüilo e com qualidade de vida, sabe o quanto é importante um planejamento financeiro.
Para falar sobre este tema em mais uma palestra organizada pela Visão Prev, convidamos o palestrante Martin Casals Iglesias, Gerente de Educação para Investidores do Banco Itaú com sólida experiência no mercado financeiro.
A palestra será dividida em 3 etapas:
1ª - Introdução: Finanças comportamentais, necessidade de equilíbrio financeiro e dificuldade de planejamento.
Processo de planejamento, elaboração de orçamento, criação de reserva de emergência, preparação para a aposentadoria e busca por objetivos específicos.
2ª - Estudo de casos inspirados nas questões de clientes, veiculados no site do Itaú. (Link:
http://www.itau.com.br/itau/para_voce/investimentos/ind_fundos_opiniao.htm, ver Finanças Pessoais).
3ª - Abertura para Perguntas
Data da Palestra: 28/07/2010
Horário: 13:30 h (Credenciamento) 14:00 h (Início da Palestra com duração estimada de 2 h).
Onde: R Carolina Prado Penteado, 477 - Campinas - SP (Auditório da Telefonica no prédio do Planalto)
As inscrições devem ser feitas exclusivamente através da Central de Atendimento (0800.771.7738).
As vagas são limitadas, não perca tempo, reserve já o seu lugar!   (Visão Prev/AssPreviSite)

21.07 - Petros: Vida longa ao novo canal - TV Petros - A partir da segunda-feira (dia 19), os participantes contam com um novo canal de comunicação. A TV Petros foi ao ar pela primeira vez no fim da manhã, para aproximar ainda mais a Fundação de seus participantes e da sociedade, conforme anunciou o presidente Wagner Pinheiro em pronunciamento realizado durante a solenidade de lançamento no espaço cultural Oi Futuro, no Rio de Janeiro. “É mais uma forma de prestar contas com mais agilidade e chegar ao alcance, principalmente, das pessoas inscritas nos planos menores. A web TV é marcante porque avança na forma de fazer comunicação com os 133 mil participantes”, explicou o executivo.
A nova ferramenta pode ser acessada aqui no portal e, entre outras vantagens, permite a interatividade, além de contar com programas exclusivamente elaborados para a Petros. Na avaliação do diretor de Seguridade, Maurício Rubem, “trata-se de mais uma importante ferramenta de relacionamento com os participantes e patrocinadores”. Com a aproximação, segundo o dirigente, as duas partes poderão compor a grade de programação para ampliar os já elevados índices de satisfação em relação à Petros.
Diretor da área Financeira e de Investimentos, Luis Carlos Afonso se referiu à Fundação como uma “quarentona enxuta e moderna, mostrando a capacidade de chegar próximo ao participante”. Ele destacou a escolha do local para o lançamento da web TV, “que possibilita acessibilidade à informação e maior transparência da gestão”.
O diretor Newton Carneiro fez um discurso em tom de agradecimento aos trabalhadores que viabilizaram o sucesso da empreitada e destacou a importância do novo veículo para democratizar a informação. Aos representantes das empresas, fundações e instituições parceiras deixou uma mensagem especial, onde sublinhou que “o novo canal é uma maneira de a Fundação estar mais próxima”.
A Diretoria Executiva rendeu uma homenagem especial ao saudoso Rio Nogueira, atuário e estatístico responsável pelos estudos técnicos que viabilizaram a criação da entidade após nove anos de trabalho. Visivelmente emocionada, Julieta Daiub (viúva de Nogueira) recebeu uma moeda comemorativa pelos 40 anos da Petros das mãos do médico sanitarista Daphnis Souto – mentor intelectual e um dos integrantes do grupo de trabalho que idealizou a Fundação. A distinção foi cunhada pela Casa da Moeda.
Ao final, algumas personalidades gravaram depoimentos parabenizando a Petros, entre eles os ex-diretores da Fundação Ricardo Malavazi e Sérgio Lyra; o presidente do banco Máxima Sérgio Tabone; e o diretores da Funcef Antonio Bráulio de Carvalho e José Carlos Alonso e a conselheira Fabiana Matheus, também do fundo de pensão da Caixa.   (Petros/AssPreviSite)

20.07 - Fioprev: Mudança na Diretoria - A Diretoria Executiva do FioPrev informa a todos que Halan Harlens não é mais diretor do Instituto. O matemático foi aprovado no concurso público da RioPrevidência - Regime Próprio de Previdência do Estado – e, por isso deixou de trabalhar para o FioPrev.
Halan foi dispensado e, em seguida, será destituído do cargo de Diretor pelo Conselho Deliberativo. O Superintendente Carlos Magno irá acumular o cargo de Diretor de Previdência. Jacques Meyohas segue como Diretor Administrativo e Financeiro.
“Apesar de lamentar a perda de um profissional como o Halan, desejo muito sucesso profissional e pessoal para ele nesse novo desafio como servidor público. Ele sempre agregou muito valor à nossa equipe, foram 12 anos de dedicação assídua ao FioPrev. O mercado segue contando com um profissional ético e dedicado”, afirma o superintendente Carlos Magno.  (Fioprev/AssPreviSite)

19.07 - Previ: Você sabe quantos somos? - Ao investir na PREVI, você investe em melhor qualidade de vida no futuro para você e sua família. Isso também pode se refletir em viver mais e melhor, de acordo com os hábitos de vida de cada um. O Plano 1, por exemplo, possui cinco aposentados com idade entre 100 e 104 anos. Em compensação, a menor faixa etária de participantes ativos e aposentados é de 35 a 39 anos. A razão é simples, o Plano está fechado desde dezembro de 1997. Desde então, todos os novos participantes fazem parte do PREVI Futuro, que reúne exatamente na faixa etária de 25 a 34 anos o maior número de ativos.
Em cerca de doze anos de existência, o PREVI Futuro reúne 61.070 participantes. Desse total, 55.613 estão em atividade no Banco do Brasil e 5.128 ativos externos, ou seja, aqueles que saíram do Banco, mas mantiveram vínculo com a PREVI. Outros 89 estão aposentados e quatro são aposentados externos. O Plano possui ainda 236 pensionistas.
O Plano 1 terminou o primeiro semestre com 120.505 participantes. Desse total, 33.182 são empregados do Banco do Brasil, enquanto 904 são ativos externos, que romperam o vínculo empregatício, mas continuam filiados à PREVI. Estão como beneficiários de aposentadoria 64.161 associados, além de 3.475 aposentados externos. Os pensionistas totalizam 18.783 pessoas.  (Previ/AssPreviSite)

16.07 - Metrus: Novos membros no Comitê de Gestão - Tomaram posse no último dia 8 de julho, no auditório do Metrus, dois novos integrantes do Comitê de Gestão do Metrus Saúde: representando o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários de São Paulo (STETMSP), Manuel Xavier Lemos Filho (à direita na foto), e, representando a Gerência de Relacionamento do Metrus, Maurício de Souza Pereira. Os membros foram indicados e as duas novas posições do Comitê foram ratificadas pelo Conselho Deliberativo.   (Metrus/AssPreviSite)

15.07 - Previ: Participação nas maiores empresas do país - O balanço consolidado das 500 maiores empresas atuantes no país, segundo a 37º edição da especial Melhores e Maiores, da Revista Exame, mostra que apesar da queda nas vendas totais, em comparação a 2008, e também da queda da exportação, as empresas fecharam o ano com lucro 19,7% maior que o ano anterior, além de maior rentabilidade e mais empregados. A boa performance é resultado da ampliação da margem das vendas e redução das dívidas em 2009.
A gigante Petrobras, quarta maior empresa em valor de mercado das Américas, responsável sozinha por 6,5% do PIB brasileiro, lidera o ranking de maior empresa do país desde a primeira edição de Melhores e Maiores, em 1974. Nesta edição, apareceu em primeiro lugar em seis rankings: das dez maiores empresas com maior receita líquida; das dez com maior lucro; daquelas que pagam mais salários; das que pagam mais impostos; daquelas que mais exportam, e das dez que mais criaram riqueza.  A PREVI possui 3,19% de participação na Petrobras. Papéis da empresa fazem parte do portifólio de ações da carteira de investimento do Plano 1 e do PREVI Futuro.
Maiores grupos
Melhores e Maiores trouxe, também, o perfil completo dos 200 maiores grupos privados com atuação no Brasil, que faturaram juntos 899 bilhões de dólares em 2009. Na lista, importantes participadas da PREVI. O maior lucro do ano, de 5,9 bilhões de dólares, foi da mineradora Vale, terceiro maior grupo privado brasileiro, mesmo com queda na receita em 2009. Com 68 bilhões de dólares, o Itausa foi o campeão em receita, seguido por Bradesco, Vale, Telemar Participações e Ambev (Destaque do Ano como recordista em vendas do setor de bens de consumo). Todos os grupos listados têm participação da PREVI.
Globalizadas
Entre as 20 empresas brasileiras mais internacionalizadas, segundo número de países em que mantêm subsidiárias, sete são participadas da PREVI. A primeira da lista é a mineradora Vale, seguida por Petrobras e Banco do Brasil. As outras quatro empresas são: WEG (5º lugar); Brasil Foods (6º); Gerdau (10º) e Randon (13º).
Maiores do mundo
Outro importante ranking divulgado nesta semana foi o da Revista americana Fortune. A publicação, que lista as 500 maiores empresas do mundo, trouxe o nome de sete empresas brasileiras, entre elas, seis participadas da PREVI. Mais uma vez, a brasileira Petrobrás teve a melhor posição entre as empresas brasileiras listadas (54º). As outras colocadas foram: Itausa (117º); Banco Bradesco (135º); Banco do Brasil (148º); Vale (363º), e Ultrapar (471º). O primeiro lugar do ranking ficou com a varejista Walmart.
Para ver a lista completa de empresas nas quais a PREVI possui participação, clique na aba Investimentos, no menu superior da página principal do site, clique em Governança e, na barra lateral esquerda, acesse Empresas Participadas.  (Previ/AssPreviSite)

14.07 - Forluz: Educação Previdenciária - Experiências - Forluz e CBS expõem suas ações de conscientização
Dois programas de educação financeira e previdenciária foram expostos na última reunião do GPFP. As experiências, reconhecidas como modelos no setor, foram relatadas por dirigentes da Forluz, entidade dos empregados da Companhia Energética de Minas Gerais, e da CBS, da Companhia Siderúrgica Nacional, sediada no Estado do Rio de Janeiro.
De início, Wilson Geraldo Silva, gerente de previdência e atuária da Forluz, salienta que a educação previdenciária não deve ser tratada como um meio para a dispensa da distribuição do relatório anual impresso. “A Forluz foi uma das primeiras Entidades a obter o benefício, já em 2009”, afi rma. “Mas esse é um estímulo menor, porque um bom programa de educação custa mais que isso.”
O principal motivo encontra-se na ampliação do conhecimento dos participantes, para que eles façam as melhores escolhas no caminho de uma boa aposentadoria. A Forluz tem 26 mil participantes, com patrimônio total de mais de R$ 8,5 bilhões. O plano de contribuição variável da Forluz oferece quatro perfi s de investimentos, cinco percentuais de contribuição básica e três modalidades de aposentadoria.
A Entidade tem o desafi o de se comunicar com uma diversidade de participantes, espalhados pelo Estado de Minas Gerais. E, em sua experiência, tirou lições podem ser aproveitadas por todos.
A questão fundamental consiste em despertar o interesse do próprio participante. “Temos de conscientizar o público de que suas escolhas atuais terão refl exo em seu benefício e em sua qualidade de vida futura”, diz Wilson. “O participante precisa querer ser educado.”
Em suas ações, a Forluz visa atingir os participantes ativos e assistidos, os empregados da Entidade e seus familiares. “Envolver a família é muito importante para que a administração do orçamento e a mudança de hábitos comecem em casa.” No último Dia das Crianças, por exemplo, a comemoração incluiu a peça infantil “A cigarra e as formigas”, transposta para o ambiente previdenciário.
A Entidade utiliza os meios de comunicação impressos e eletrônicos, como site, jornal, e-mail, chat e c oluna fixa no jornal da patrocinadora. Ministra palestras no Programa de Preparação para a Aposentadoria, promove um evento anual de prestação de contas e realiza uma campanha anual de alteração de perfi l de investimentos.
“Esse negócio de comunicação é complicado”, reconhece Wilson. “Nada melhor do que uma conversa cara a cara.” Diante da difi culdade de reunir pessoas, eles procuram incluir a educação fi nanceira também nos eventos da patrocinadora.
Como saber se seu programa atinge os objetivos proposto? Um sistema de monitoramento das ações é exigido pela Previc. “É difícil medir os resultados”, diz Wilson. “O programa é de longo prazo.” De imediato, o dirigente da Forluz apontou ações como chats pela internet e questionários após os eventos
para medir a satisfação dos participantes.
“Esse é um trabalho de formiguinha, tem de ser duradouro”, recomenda Wilson. “Junte todas as suas ações, procure fazer da melhor forma possível e peça o reconhecimento para a Previc.“
Participação da comunidade
A CBS leva a educação financeira para fora dos muros da empresa
O programa de educação financeira e previdenciária da CBS, fundo de pensão dos empregados da CSN, abrange também a cidade de Volta Redonda, onde está sediada a patrocinadora. Ações para a comunidade, em creches e universidades, são um dos pilares de sua programação.
“Nós, os fundos de pensão, temos o papel social de fomentadores da cultura previdenciária”, dizem Ricardo Esch e Wlader Lúcio Lima, respectivamente diretor fi nanceiro e gerente de relacionamento da Entidade. Os dirigentes contam que aproveitam todas as oportunidades que surgem, por exemplo falar na rádio local. “É empreendedorismo mesmo.”
Na questão do monitoramento, eles recomendam manter evidências de todas as ações realizadas, como listas de presença, fotos, cartazes e pesquisas de opinião.
Um dos presentes ao encontro do GPFP perguntou sobre a forma de custear esse tipo de ação. Os representantes da CBS buscam parcerias, por exemplo com gestores de recursos, para bancar viagens, palestrantes e materiais. “O programa tem muito de idealismo”, reconhecem. “O importante é continuar sendo persistentes.”
Fonte: GPFP Notícias (Forluz/AssPreviSite)

13.07 - VisãoPrev: Palestra sobre Finanças Comportamentais - Em mais uma das ações do Programa Visão Educa, a Visão Prev convidou os participantes, não participantes e os assistidos da Telefônica para mais uma palestra sobre finanças.
O evento aconteceu no dia 07/07, no Auditório da Telefônica e teve como tema: “finanças comportamentais”, abordado pelo palestrante Aquiles Mosca, Superintendente do Grupo Santander, banco no qual, parte dos recursos financeiros da Entidade está investido.
Aquiles Mosca já publicou os livros Investimento Sob Medida e Finanças Comportamentais e escreve para o Valor Econômico e Gazeta Mercantil.
A palestra foi bem percebida pelos participantes e passou mensagens para reflexão, como: “até que ponto sofremos com a interferência do comportamento humano e da sociedade em nossas decisões financeiras”;  ou  “você conhece o seu próprio perfil pessoal para saber como e onde investir”?
Durante todo este ano, novas palestras serão ministradas, em vários locais estratégicos, pois o objetivo da Entidade é que o maior número possível de participantes, assistidos ou não participantes sejam atingidos nas ações do Programa Visão Educa.
Nas próximas semanas será divulgada a programação de todas as palestras e dos plantões de dúvidas, para que todos possam se programar e participar.   (Visão Prev/AssPreviSite)

12.07 - Fundação Corsan: Troféu Prata do Prêmio Qualidade RS - O caminho em busca da excelência nos seus serviços, trilhado pela Fundação Corsan há pelo menos oito anos, obteve esta semana mais uma importante conquista, que vai deixar marcas em sua história: o reconhecimento pelo Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP) com o Troféu Prata do Prêmio Qualidade RS.
Resultado de um trabalho em equipe, realizado por seus gestores e corpo funcional, o prêmio demonstra o constante avanço nos processos administrativos da instituição, que já acumula prêmios desde o ingresso no Programa, em 2002: recebeu a Medalha Bronze em 2005, depois o Troféu Bronze em 2008 e 2009.
A cerimônia de entrega da premiação já está agendada. Acontece no próximo dia 20, no centro de eventos da Fiergs, em Porto Alegre, a partir das 19h (Av. Assis Brasil, 8787).   (Fundação Corsan)

08.07 - Petros: Alteração na Política de Investimentos - A Diretoria Executiva da Petros, através de proposta do presidente Wagner Pinheiro, apresentou alteração na Política de Investimentos 2010/2014, aprovada pelo Conselho Deliberativo. Os conselheiros aprovaram, em 17 de junho, a inclusão do texto que determina que “a partir de 17/06/2010, todo e qualquer investimento dos Planos da Fundação, que exijam desencaixe superior a 1% (um por cento) do total de investimentos da Fundação, deverão ser submetidos à aprovação do Conselho Deliberativo”.
Além dos Comitês Gestores dos Planos de Contribuição Definida (CD) e Variável (CV), a Petros também conta com o Comitê de Investimentos (Comin) que é coordenado pela Diretoria Financeira e de Investimentos. O Comin é composto por representantes da Petrobras, da BR Distribuidora, dos participantes e por gerentes executivos da Fundação.
A Política de Investimentos, aprovada na última reunião do Conselho Deliberativo de cada ano, traz detalhes sobre a alocação global dos investimentos e é enviada, em dezembro, a todos os participantes da Petros e disponibilizada no Portal.  (Petros/AssPreviSite)

07.07 - Real Grandeza: Antecipação do Abono Anual - A Real Grandeza efetuará no próximo dia 29 o pagamento da parcela correspondente a 40% do Abono Anual aos seus Assistidos.
O pagamento seguirá os mesmos padrões adotados em 2009, ou seja, o adiantamento de 40% do valor do Abono Anual no dia 29 de julho e o desconto da mesma quantia em novembro, mês de pagamento do valor integral do benefício.  (Real Grandeza/AssPreviSite)

06.07 - Petros: Evento dos 40 anos - Evento no Theatro Municipal marca a passagem dos 40 anos
No dia 2 de julho, um evento no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, um dos maiores símbolos da cultura brasileira, coroou as comemorações pelos 40 anos da Petros. Milhares de participantes, empregados da Petros, dirigentes de fundos de pensão, empresários e autoridades prestigiaram o discurso de abertura do presidente da Petros, Wagner Pinheiro, que agradeceu ao alto comando da Petrobras pelo empenho em buscar soluções para os problemas da Fundação, nos últimos sete anos.
O público presenciou uma das mais belas apresentações da Orquestra Choral Petrobras e dos corais da companhia, no Rio de Janeiro, e da Petros. Sob a regência do maestro José Machado Neto, mesclaram um repertório entre o popular e o erudito e foram efusivamente aplaudidos de pé.
Para encerrar com chave de ouro, o cantor Paulinho da Viola brindou o público com sucessos eternizados por ele e outros mestres da MPB como Cartola, Lupicinio Rodrigues e Monarco - este último fez uma apresentação especial no show. Muito simpático, o Príncipe do Samba lembrou histórias da carreira e emocionou seus súditos da plateia com a riqueza melódica de suas composições. O ponto alto da noite foi a apresentação de Um rio que passou em minha vida, juntamente com os corais e a orquestra – uma parceria para entrar nos anais da Fundação.
Mas o reino da Petros não seria o mesmo sem o trabalho majestoso de um grupo de abnegados pioneiros que tiveram a ideia de instituir o conceito de previdência complementar dentro do Sistema Petrobras. Por isso, o médico sanitarista Daphnis Souto foi laureado com uma moeda comemorativa pelos 40 anos da Petros, cunhada pela Casa da Moeda. Com mais de 60 anos dedicados à profissão, Daphnis agradeceu a homenagem surpresa, e destacou o papel de outros personagens nesta trajetória. Disse ainda ter “a sensação de dever cumprido” pelo conjunto de suas realizações ao longo deste período. O presidente Wagner Pinheiro lembrou também do empenho fundamental do matemático e atuário Rio Nogueira, considerado o “cérebro” da Petros. O diretor presidente do Banco Bradesco - patrocinador do evento -, Luiz Carlos Trabuco Cappi, falou da importância da previdência complementar para o desenvolvimento econômico e social brasileiro.
Os empregados da Petros que completaram 10, 20 e 30 anos de serviços dedicados à Fundação foram homenageados e o presidente Wagner Pinheiro aproveitou o momento para agradecer o empenho e a dedicação destes trabalhadores que “garantem a solidez impressa pela Petros no mercado nacional de previdência complementar”.
Pela manhã, a realização de um culto ecumênico deu inicio ao calendário das atividades alusivas à data. A solenidade reuniu o pluralismo de seis doutrinas religiosas (católica, messiânica, espírita, afro-brasileira, judaica e evangélica). Seus representantes levaram mensagens de reflexão e fé ao público, procurando criar uma atmosfera ainda mais favorável para os próximos anos. O tom musical da celebração ficou a cargo do Coral da Petros, que apresentou um repertório de músicas sacras.   (Petros/AssPreviSite)

05.07 - Previ: Nova gestão apostará em imóveis e varejo - Presidente do fundo de pensão do BB diz que investirá R$ 3 bi no setor imobiliário até 2016 e que vai mirar nova classe média do país
O presidente da Previ, Ricardo Flores, 46, diz que investirá R$ 3 bilhões na aquisição de imóveis até 2016, em sua primeira entrevista exclusiva após assumir o comando do fundo de pensão do Banco do Brasil, em junho, no lugar de Sérgio Rosa.
O foco será em shopping centers e prédios comerciais de "alto padrão", afirma. A Previ tem R$ 4 bilhões em imóveis -o que corresponde a 2,8% dos seus R$ 142 bilhões de patrimônio.
Entre as prioridades da nova gestão, ele revela o aumento da participação em grandes redes de varejo: "Existem oportunidades de ganho com o aumento do poder de compra, em especial das classes C e D".
Flores rejeita vender o excedente do fundo em ações da Vale. Pela lei, a Previ não pode ter mais de 10% do capital em uma empresa. Hoje, 15% dos ativos estão na Vale.
O executivo diz conversar com a Previc, órgão regulador federal dos fundos, para fazer um ajuste até 2014.
Moderado, o ex-vice-presidente crédito do BB evita endossar as críticas do presidente Lula, feitas à Vale durante a crise. Afirma que ele e seus colegas enxergaram "mais as oportunidades do que as ameaças", mas ressalva que "o respeito aos acionistas é fundamental".
Quanto à participação da Previ na usina de Belo Monte (PA), prioridade do governo Lula no setor enérgico, o executivo diz que "estuda a viabilidade e o retorno do projeto para eventualmente decidir se vai participar".
Folha - Quais as prioridades na nova gestão da Previ?
Ricardo Flores - Dar continuidade ao trabalho que foi feito, um trabalho legal. Queremos agora enfatizar prioridades dentro do bom momento que vive o país. O mundo procura o Brasil. Vamos aproveitar as oportunidades para garantir o nosso principal compromisso, que é pagar benefícios para os atuais e futuros beneficiados. A Previ paga cerca de R$ 6 bilhões em benefícios.
Há alguma área da economia que priorizará?
Ampliar a participação no comércio varejista. Existem oportunidades de ganho. O aumento do poder de compra, em especial das classes C e D, eleva significativamente a atratividade do país para investidores nacionais e internacionais.
Pode citar uma empresa específica?
Estamos estudando. Mas é uma decisão investir mais no varejo.
O que pode ser diferente na sua gestão?
O grande guarda-chuva da infraestrutura. Concessões de estradas, petróleo e gás, comunicação, energia. Enxergamos belas oportunidades de investimento.
Pode apontar um negócio concreto?
Estamos estudando. Para o Brasil continuar a crescer de forma consistente, são necessários investimentos em infraestrutura. A Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 reforçam isso.
A Previ tem mais de 10% dos seus ativos na Vale. Pela lei, não poderia estar acima desse percentual. O sr. pretende vender esse excedente?
Não está na ordem do dia. Temos até 2014 para nos ajustar. Estamos conversando com o órgão regulador, que é a Previc, buscando alternativas e um entendimento melhor dessa norma.
O sr. quer manter os investimentos na Vale?
Não trabalhamos [com a possibilidade] de venda de ações da Vale. É uma importante empresa nacional.
Eike Batista fez uma proposta ao Bradesco pela fatia do banco na Vale e também procurou fundos de pensão. O empresário procurou a sua gestão com esse interesse?
Não houve contato.
Na crise, o presidente Lula fez críticas à gestão do presidente da Vale, Roger Agnelli, que anunciou cortes de investimentos e demissões. É legítimo o presidente fazer esse tipo de pressão sobre uma empresa privada?
Não vejo como interferência [de Lula] ou [intenção de] querer gerir a empresa. A Vale é uma grande empresa, com reflexos no Brasil e no exterior. Vejo com naturalidade a preocupação do presidente da República, tendo em vista a relevância da Vale.
O sr. foi vice-presidente de crédito do BB, quando o banco aplicou uma política de crédito agressiva e ganhou mercado, na contramão da iniciativa privada, que pisou no freio. Tudo indica que o sr. colocará o pé no acelerador. Se estivesse na Vale no lugar de Agnelli, pisaria no freio ou no acelerador?
O Banco do Brasil soube aproveitar muito bem as oportunidades que a crise ofereceu. No caso do banco, tínhamos o entendimento de que a crise não seria tão longa e que o Brasil sairia dela com maior rapidez. Não tenho como avaliar se a decisão da Vale foi acertada ou não. Entendo que o respeito aos acionistas é fundamental, cumprido sempre o dever de lealdade com a companhia, mas enxergando o ambiente político, econômico e social ao qual a Vale ou outra empresa está sujeita.
Essa decisão aconteceu após troca de comando no BB por insatisfação do governo com a gestão anterior.
Houve troca e substituições de vice-presidentes. Essa equipe entendeu que deveria tocar o banco enxergando mais as oportunidades do que as ameaças. Foi uma decisão acertada. O banco apresentou em dezembro o maior lucro de sua história, recuperou a liderança em ativos e tem a menor inadimplência comparado com os concorrentes.
O sr. não considerou ingerência do BB sobre a Previ, quando o vice-presidente do BB Robson Rocha afirmou que conselheiros da Previ deveriam apresentar produtos do banco em empresas privadas em que são conselheiros?
Não vi como ingerência. Ele quis passar o entendimento de que, se houver condições iguais de produto, por que não os conselheiros indicados pela Previ argumentarem que se faça negócio com o BB? Entretanto, a minha posição é de que o dever de lealdade do conselheiro é com a companhia. Não é função do conselheiro indicar este ou aquele banco.
O sr. não gostou da manifestação de Rocha...
Não é a função do conselheiro.
Já teve algum encontro com o presidente Lula para ouvir em qual linha atuar?
A prerrogativa de indicar o presidente da Previ é estatutariamente do BB. O nome foi referendado pelo conselho da Previ. Não tive contato com o presidente sobre os planos da Previ. Vejo com naturalidade uma conversa com o presidente da República ou outras lideranças técnicas do Brasil, se ocorrer.
E com a ex-ministra Dilma Rousseff?
Não.
A Previ vai ampliar sua participação em grandes empresas nacionais, em operações como fez com a Embraer e a Brazil Foods (resultado da fusão Perdigão-Sadia)?
É uma boa lógica. O Brasil vive um momento especial e as suas empresas buscam fortemente uma internacionalização. O que a Previ puder fazer para tornar as empresas nacionais mais robustas e globais é uma boa lógica. Sempre entendendo que deve respeitar os limites legais para investimento e a rentabilidade para o fundo.
Em quais setores?
O setor de energia elétrica pode ser melhor pensado. O setor de produtos alimentícios pode passar por uma melhor consolidação. [Também] o setor varejista. Mas temos de ter preocupação de não consolidar concentrando e, com isso, gerar graus ruins de dependência.
A Previ participará de Belo Monte? Nos bastidores, o Palácio do Planalto estimula a Previ...
A Previ não participou do leilão diretamente. As empresas que perderam não podem participar. Estamos estudando a rentabilidade e a viabilidade do projeto, para eventualmente decidir.
De que forma será a eventual participação?
A Neoenergia e a Vale, por terem participado do leilão, já não podem. Estamos buscando alternativas que respeitem a legislação e que tragam uma boa remuneração para a Previ.
A Previ vai vender o terreno do hospital Umberto Primo, em São Paulo?
Há questões relacionadas que estão sujeitas a sigilo. Há a decisão de vender o imóvel para a proposta que trouxer o melhor retorno.
A Previ está interessada em comprar imóveis em SP?
Não posso falar deste ou daquele imóvel, mas há um interesse da Previ em crescer em ativos na área imobiliária, particularmente em prédios comerciais e em shoppings, desde que bem localizados e modernos.
Vai investir em shoppings a serem construídos?
No segmento de imóveis, o foco está em shopping centers e em empreendimentos comerciais de alto padrão. Esse tipo de ativo propicia excelente rentabilidade. A previsão é aumentar de 2,8% para 5% do total dos nossos investimentos em imóveis, até 2016. Ao longo desse período, será um aporte de cerca de R$ 3 bilhões, já que a Previ tem R$ 4 bilhões aplicados em empreendimentos imobiliários. Nossos investimentos estão concentrados em São Paulo, Rio e Brasília. Mas podemos ampliar investimentos para outras localidades, por meio de compras e de fundos imobiliários.
PERFIL
Presidente da Previ começou no BB aos 14 anos
O economista pernambucano Ricardo José da Costa Flores, 46, assumiu a presidência da Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) no mês passado.
Começou a trabalhar no banco aos 14 anos, como menor-aprendiz. Fez pós-graduação em projetos de investimentos (FGV) e dois MBAs na USP.
Até maio, respondia pela vice-presidência de crédito, controladoria e risco global do banco. De perfil moderado, o preferido do presidente Lula para o cargo é cuidadoso em suas afirmações e tem bom trânsito político.
Durante sua gestão na área de crédito, o banco ampliou o volume de empréstimos, como queria Lula.
Em 2009, o BB obteve o maior lucro de sua história, de R$ 10,2 bilhões.   (MARIA CRISTINA FRIAS e KENNEDY ALENCAR - Folha de S.Paulo)

02.07 - Petros completa 40 anos - O segundo maior fundo de pensão brasileiro completou, ontem, dia 1º, quatro décadas. Com um patrimônio de 50 bilhões e mais de 130 mil participantes, a Petros comemora também a posição de maior fundo de pensão multipatrocinado do País e muitas outras conquistas.
Para marcar a data, a Fundação realiza uma série de eventos. Um culto ecumênico reuniu, ontem, os empregados para um momento de oração. Hoje, as comemorações acontecem no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Os participantes, empregados e parceiros que participarão da festa terão o privilégio de apreciar a bela arquitetura do Theatro recentemente reformado. No domingo, a tradicional Corrida Rústica da Petros, que acontece no Aterro do Flamengo e está em sua décima edição, dá continuidade às festividades.  (Petros/AssPreviSite)

01.07 - Banesprev: Optantes pelo Autopatrocínio ou BPD - A Entidade informa que a cobrança referente ao mês de julho para o Plano III ocorrerá em 30.07.2010 e para os planos I, II e IV ocorrerá em 02.08.2010. Os novos termos de opção que chegarem ao Setor de Contribuições até 15.07.2010 terão sua cobrança ainda na data mencionada, os demais pedidos somente entrarão na cobrança do mês de agosto de 2010.
Informa também que solicitações com opção de pagamento por boleto bancário ou qualquer outro evento dos participantes que possuem cobrança por boleto bancário serão aceitas até 08.07.2010.
Solicitações de Resgate:
O Banesprev aproveita para informar que os pagamentos de resgates, referentes ao mês de julho, serão pagos em 29.07.2010, para as solicitações que chegarem ao Setor de Contribuições até 15.07.2010.
Lembra ainda que para casos com data de rescisão contratual em julho, qualquer que seja a opção efetuada, a mesma será processada no final do mês subseqüente, ou seja, no final de agosto de 2010.  (Banesprev/AssPreviSite)

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