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30.07 - Infraprev: Previc aprova multipatrocínio - A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) aprovou agora em julho o multipatrocínio para o INFRAPREV. Isto significa que o Instituto poderá administrar planos de benefícios de outras empresas. A nova condição, antes de passar pela Previc, foi aprovada pela Infraero.
O multipatrocínio dá maior flexibilidade ao INFRAPREV. Para definir como será a sua atuação dentro dessa nova condição, o Instituto está desenvolvendo o seu planejamento de marketing. Através desse trabalho serão definidos o posicionamento do Instituto no mercado de previdência e a forma de atuar.
Segundo o diretor-Superintendente, Carlos Frederico Aires Duque, o INFRAPREV quer ser reconhecido como um fundo de pensão da área de infraestrutrura e de aviação. “Não queremos nos distanciar da origem”, afirma.
O Estatuto já foi alterado e está no portal para consulta dos participantes.  (Infraprev/AssPreviSite)

29.07 - Ceres: Transparência nos Investimentos - A gestão de investimentos é um tema recorrente no cotidiano das Entidades Fechadas de Previdência Complementar – EFPCs, os conhecidos fundos pensão que administram praticamente 20% do PIB brasileiro, algo em torno de 500 bilhões de reais. Recursos estes com origem nas contribuições individuais dos participantes e assistidos e no aporte substancial de patrocinadoras.
Ao longo dos anos, a legislação sobre a administração destas Entidades está sendo aperfeiçoada no sentido de assegurar a estrita observação aos princípios de segurança, rentabilidade, solvência, liquidez e transparência. As leis complementares Nºs. 108 e 109, de 2001, definem a relação entre a União, os Estados, o Distrito Federal, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mistas, outras entidades públicas e suas respectivas entidades fechadas de previdência complementar fechada [e] sobre o regime de previdência complementar. Elas também definem e disciplinam a responsabilidade dos administradores e conselheiros no exercício das suas funções como pessoas físicas. A Resolução CGPC N0 13, de 2004, estabelece os princípios, regras e práticas de governança, gestão e controles internos a serem observados pelas EFPCs. A resolução CMN Nº. 3792, de 2009, dispõe sobre as diretrizes de aplicação dos recursos garantidores dos planos administrados por essas referidas Entidades.
Estes são alguns destaques do marco legal sobre a gestão dos investimentos que sinalizam claramente que as regras de decisão sobre os investimentos devem ser transparentes e seguir padrões éticos e morais elevados, fundamentos intangíveis, mas necessários aos atos de gestão dos fundos de pensão em suplemento à legislação positivada.
 A visibilidade do papel dos fundos de pensão perante a sociedade recai sobre a grandeza dos seus investimentos. O importante é trazer para a operacionalidade o que está presente na legislação, nos códigos de ética, nos conceitos e nos manuais de governança corporativa. Nessa perspectiva a Ceres, um fundo de pensão multipatrocinado, operacionaliza a sua política de Investimentos na direção de torná-la transparente não somente para os seus dirigentes, conselheiros, patrocinadores e participantes, numa visão da individualidade, mas orientada para todo o sistema de previdência complementar, para o mercado e para a sociedade.
 A política de investimentos da Ceres aprovada pelo Conselho Deliberativo estabelece claramente as necessidades de rentabilidade mínima, representada pela meta atuarial para os Planos de Benefício Definido (BD) ou o Índice de Referência para os Planos de Contribuição Variável (CV), representada pela variação do INPC + Juros. Estabelece também que a gestão dos investimentos deve ser efetuada considerando os princípios de segurança, liquidez, solvência, ética e transparência e com base em critérios que definem claramente as margens de tolerância aos riscos e as restrições para os investimentos em diferentes categorias de ativos.
Um dos grandes objetivos da citada política é assegurar que o processo de gestão dos investimentos seja totalmente independente da decisão de um gestor específico e que as estratégias utilizadas na aplicação dos recursos valorizem as questões ambientais, sociais e estimulem a governança corporativa. Para tanto, o Conselho Deliberativo elaborou e aprovou uma sistemática inovadora, trazendo para a operacionalização dos investimentos, conceitos e princípios que estão na legislação, nos códigos de ética e nos manuais de governança corporativa, sob a forma de um novo Comitê de Investimentos.
A Ceres executa o processo de decisão dos seus investimentos, de uma forma resumida, como segue:
1. O Regimento do Comitê de Investimento é elaborado e aprovado pelo Conselho Deliberativo. Com isto, tem-se um regimento duradouro e sustentável, onde princípios e ações não são modificados conforme os interesses de Diretores ou Diretorias que se sucedem, mas somente sob a tutela do citado Conselho Deliberativo;
2. O Comitê de Investimento é consultivo e não pode ultrapassar os requisitos legais expressos no Estatuto da Ceres, onde a responsabilidade pela execução das diretrizes da gestão permanece sob o comando da Diretoria Executiva. Não se permite a violação ao princípio da deliberação de responsabilidades e nem da hierarquia das normas;
3. Ampliou-se a composição do Comitê de Investimentos com a participação dos assistidos, das patrocinadoras e do Conselho Deliberativo. Esse Comitê é constituído por nove membros titulares, seis permanentes e três indicados. Os membros permanentes são os três Diretores, o titular da gerência de investimentos, o titular da gerência de controle e o Presidente do Conselho Deliberativo da Ceres. Os membros indicados são: um representante dos assistidos, indicado pela entidade que representa os assistidos junto à Ceres, e dois representantes dos Comitês Consultivos de Planos das Patrocinadoras sem representantes no Conselho Deliberativo. Esses representam diretamente a base dos participantes da Ceres junto às suas patrocinadoras. Ademais, privilegiou-se a meritocracia, a qualificação e a profissionalização, pois os membros indicados, os seus suplentes e o substituto eventual indicado pelo Presidente do Conselho Deliberativo devem comprovar conhecimento e experiência nas áreas financeira, de mercado de capitais e de investimentos;
4. A transparência abrange todas as fases do processo de decisão de investimento.  O início do processo decisório compreende uma etapa sensível e susceptível às pressões dos grupos de interesses. Toda e qualquer proposta para compra, venda, aluguel, empréstimo ou qualquer outra forma de gestão ou de utilização de ativos de investimentos submetidas à Ceres deve ser protocolada diretamente pelo interessado e/ou pelo remetente, no dia de seu recebimento, em sistema de protocolo específico. Aqui está definido o princípio da impessoalidade. Depois de protocoladas, as propostas serão enviadas ao Diretor de Investimento que prepara um resumo executivo e o submete ao Grupo de Análise Preliminar (GAP), composto pelos três diretores, o gerente de controle e o de investimento da Ceres. O papel desse Grupo é adequar estas propostas às exigências da política de investimentos da Ceres aprovada pelo Conselho Deliberativo. Desta forma, esse mesmo Conselho aprova e acompanha a referida política. As propostas aceitas pelo GAP serão encaminhadas à Gerência de Investimentos ou à Gerência de Controle e, caso necessário, à Gerência Jurídica, para a análise e preparo de relatório a ser submetido ao Comitê de Investimentos para avaliação e deliberação. Após a decisão desse Comitê, as referidas propostas serão encaminhadas à Diretoria Executiva para a decisão final. Essas propostas devem conter informações específicas e detalhadas, incluindo análises técnicas, econômicas, financeiras e conjunturais que demonstrem a viabilidade e a segurança do investimento proposto;
5. As propostas de investimentos recebidas pela Ceres via e-mail, enviadas diretamente pelo interessado e/ou remetente para o endereço protocolo.investimentos@ceres.org.br serão impressas e protocoladas no dia de seu recebimento em sistema de protocolo específico com a atribuição do número seqüencial. Depois, serão encaminhadas imediatamente à Secretária do GAP, com os devidos registros e disponibilizadas em tempo real à Diretoria Executiva. Mais uma vez se realça o princípio da impessoalidade e se possibilita a análise dos investimentos oriundos de um número maior de ofertantes no contexto do mercado.
Na Ceres a transparência no trato com os investimentos antecede as fases do seu processo decisório no âmbito do Comitê de Investimento, uma vez que a legislação vigente exige que os fundos de pensão sejam auditados por uma auditoria externa e independente, afora as auditorias das patrocinadoras. Após a seleção por um processo licitatório, a auditoria externa selecionada é submetida à decisão do Conselho Deliberativo para avaliação e posterior contratação. O escopo da auditagem externa ampliou as exigências das convencionais auditorias contábeis e de controles, para abranger os princípios da governança, da ética e da moral da gestão.
A Ceres não está sozinha e não é dona da verdade absoluta. O seu objetivo é mostrar as suas experiências aos seus pares, na perspectiva de fortalecer essa importante política de previdência social. Nesse sentido, é inexorável o aperfeiçoamento das práticas de investimentos dos fundos de pensão, na direção dos fundamentos da ética, da moral e do respeito à boa gestão dos recursos de terceiros, como depositários fiéis de milhares de trabalhadores que na fase laborial, sonharam com uma aposentadoria justa, segura e vitalícia na melhor idade.   (Dante Scolari e Manoel Moacir Costa Macêdo - Ceres/AssPreviSite)

28.07 - Infraprev: Participantes tiram dúvidas sobre Plano CV - Os participantes do Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, tiveram a oportunidade de obter mais informações sobre o Plano CV e de tirar suas dúvidas. O gerente de Arrecadação e Cadastro do INFRAPREV, Marcelo Cartaxo, fez uma palestra,em 15 de julho, no auditório do aeroporto.
A apresentação teve também uma abordagem para os novos empregados que não são participantes. Marcelo Cartaxo  explanou sobre as vantagens de fazer parte do INFRAPREV, cujo plano de benefícios tem a participação da Infraero. A Infraero contribui junto com o empregado para a formação da aposentadoria.
Os atuais participantes  puderam ter suas dúvidas esclarecidas sobre benefícios, contribuição, institutos legais, tributação entre outros assuntos.
Esta foi a segunda apresentação do INFRAPREV este ano em um aeroporto. A primeira aconteceu em junho no Aeroporto do Galeão. A idéia é fazer palestras nas outras unidade da Infraero.  (Infraprev/AssPreviSite)

27.07 - Ceres: De olho na despesa administrativa - Uma das diretrizes organizacionais da Ceres é a racionalização dos custos de gestão, por isso, o custo operacional é assunto de monitoramento permanente na Ceres e vem sendo reduzido em termos reais desde 1999.
As reduções são resultado da atualização dos procedimentos administrativos e a colaboração dos empregados. Segundo o Gerente Administrativo da Fundação, Elery Cavalcanti, “trata-se de uma conduta consciente já incorporada à cultura organizacional”.
Com a ajuda de uma consultoria especializada, a Fundação firmou um novo contrato com a Embratel com base em tarifas reduzidas. Em janeiro de 2010 as novas tarifas começaram a vigorar. Decorridos quatro meses, a redução do custo de telefonia/internet da Ceres é de cerca de R$ 23 mil, que corresponde a uma economia em torno de 44%, já deduzido o custo da consultoria.  (Ceres/AssPreviSite)

26.07 - Fundação CEEE: Educação Previdenciária - Curso “Introdução ao Mercado de Capitais”
Dentro do seu projeto de Educação Previdenciária, a Fundação CEEE irá promover o curso “Introdução ao Mercado de Capitais” para todos os seus
participantes e familiares. A iniciativa é uma versão avançada do já tradicional curso de planejamento financeiro e orçamento familiar promovido pela entidade
desde 2005. O professor, Economista Alfredo Meneghetti irá falar sobre perfis de investimento (conservador, moderado, agressivo), a BOVESPA, o que é um
home broker e sobre como montar uma reserva financeira. Este módulo avançado é indicado para quem já participou do curso de planejamento financeiro e
orçamento familiar ou que já possui algum conhecimento prévio de finanças.  O evento ocorre no dia 9 de agosto, às 13h30min, no auditório do prédio sede da
Fundação CEEE. Inscrições gratuitas no www.fundacaoceee.com.br
O Programa de Educação Previdenciária da Fundação CEEE foi aprovado pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar – Previc no início de
2010. A aprovação vale para todos os oito planos administrados pela entidade. Composto por 13 ações, o programa tem o objetivo de proporcionar o
desenvolvimento de uma cultura voltada para o planejamento do futuro e para a poupança de longo prazo.  (Fundação CEEE)

23.07 - Valia: Superávit dos aposentados - Valia agenda reunião em setembro para discutir superávit dos aposentados
Os aposentados da Vale, beneficiários de um fundo de pensão com superávit no valor de R$ 1,6 bilhão, conseguiram autorização, através da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), para que a Valia, administradora do fundo, reduza o prazo para o pagamento. No entanto, a Valia afirma que a decisão só será tomada após reunião prevista para o dia 17 de setembro, o que contraria os aposentados.
Inicialmente, o benefício a que os aposentados têm direito seria pago em 17 anos, mas, diante das manifestações dos beneficiários, o prazo vai ser revisto. De acordo com o presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas da Vale (Apecovale), Antônio Vitor Ramalho, o patrimônio herdado pelos aposentados tem de ser distribuído em tempo reduzido, já que a média de idade dos beneficiários é de 65 anos e a cada ano morrem centenas deles.
Ele mostrou os demonstrativos que a Valia precisa enviar anualmente à Previc e que comprovam que em março de 2009 eram 17.243 os beneficiários do fundo de pensão. Já no mesmo mês de 2010 o número caiu para 17.107, uma diferença de 136 aposentados que faleceram à espera do benefício. No documento, também consta a assinatura de diretores da Vale, demonstrando que a empresa tem representação dentro da Valia, mesmo que ela seja uma entidade que trata dos aposentados e pensionistas da companhia, administrando um fundo que não pertence a eles e sim aos aposentados da empresa antes da privatização.
Os aposentados acham que deveria ser realizada uma reunião extraordinária para que se discuta o pagamento da trimestralidade retroativa e a manutenção dos 25% do superávit, que é a porcentagem do valor total que a Valia queria que fosse paga aos aposentados.
Para cobrar uma posição favorável da Valia, os beneficiários pretendem organizar uma caravana de 25 ônibus, 15 saindo de Vitória e outros 10 sde Itabira, Minas Gerais, para ir ao Rio de Janeiro no dia da reunião e ali dar um abraço simbólico ao prédio da Vale.
Antônio Vitor conta ainda que 9.100 dos aposentados recebem menos de R$ 1 mil mensalmente de benefício, realidade que poderia mudar com o pagamento do superávit.
Os aposentados também questionam o fato de a Aposvale ser a única entidade reconhecida pela Vale como representante dos participantes assistidos e a inconformidade da maioria dos aposentados com a recente mudança nos critérios de distribuição do superávit, mantendo o percentual de 25% do valor total do benefício.
Dos aposentados antes da privatização da companhia, 150 têm mais de 90 anos, 1,5 mil têm mais de 80 e mais de 5 mil têm mais de 70 anos. Cerca de 300 aposentados morrem todos os anos e o benefício não é deixado para os herdeiros. A Valia não concorda em passar o superávit para os herdeiros, como querem os aposentados.  (Lívia Francez - SéculoDiário)

22.07 - Visão Prev: Palestra sobre planejamento financeiro - Entidade convida os participantes e assistidos para mais uma palestra sobre planejamento financeiro
Para quem tem planos de ter um futuro tranqüilo e com qualidade de vida, sabe o quanto é importante um planejamento financeiro.
Para falar sobre este tema em mais uma palestra organizada pela Visão Prev, convidamos o palestrante Martin Casals Iglesias, Gerente de Educação para Investidores do Banco Itaú com sólida experiência no mercado financeiro.
A palestra será dividida em 3 etapas:
1ª - Introdução: Finanças comportamentais, necessidade de equilíbrio financeiro e dificuldade de planejamento.
Processo de planejamento, elaboração de orçamento, criação de reserva de emergência, preparação para a aposentadoria e busca por objetivos específicos.
2ª - Estudo de casos inspirados nas questões de clientes, veiculados no site do Itaú. (Link:
http://www.itau.com.br/itau/para_voce/investimentos/ind_fundos_opiniao.htm, ver Finanças Pessoais).
3ª - Abertura para Perguntas
Data da Palestra: 28/07/2010
Horário: 13:30 h (Credenciamento) 14:00 h (Início da Palestra com duração estimada de 2 h).
Onde: R Carolina Prado Penteado, 477 - Campinas - SP (Auditório da Telefonica no prédio do Planalto)
As inscrições devem ser feitas exclusivamente através da Central de Atendimento (0800.771.7738).
As vagas são limitadas, não perca tempo, reserve já o seu lugar!   (Visão Prev/AssPreviSite)

21.07 - Petros: Vida longa ao novo canal - TV Petros - A partir da segunda-feira (dia 19), os participantes contam com um novo canal de comunicação. A TV Petros foi ao ar pela primeira vez no fim da manhã, para aproximar ainda mais a Fundação de seus participantes e da sociedade, conforme anunciou o presidente Wagner Pinheiro em pronunciamento realizado durante a solenidade de lançamento no espaço cultural Oi Futuro, no Rio de Janeiro. “É mais uma forma de prestar contas com mais agilidade e chegar ao alcance, principalmente, das pessoas inscritas nos planos menores. A web TV é marcante porque avança na forma de fazer comunicação com os 133 mil participantes”, explicou o executivo.
A nova ferramenta pode ser acessada aqui no portal e, entre outras vantagens, permite a interatividade, além de contar com programas exclusivamente elaborados para a Petros. Na avaliação do diretor de Seguridade, Maurício Rubem, “trata-se de mais uma importante ferramenta de relacionamento com os participantes e patrocinadores”. Com a aproximação, segundo o dirigente, as duas partes poderão compor a grade de programação para ampliar os já elevados índices de satisfação em relação à Petros.
Diretor da área Financeira e de Investimentos, Luis Carlos Afonso se referiu à Fundação como uma “quarentona enxuta e moderna, mostrando a capacidade de chegar próximo ao participante”. Ele destacou a escolha do local para o lançamento da web TV, “que possibilita acessibilidade à informação e maior transparência da gestão”.
O diretor Newton Carneiro fez um discurso em tom de agradecimento aos trabalhadores que viabilizaram o sucesso da empreitada e destacou a importância do novo veículo para democratizar a informação. Aos representantes das empresas, fundações e instituições parceiras deixou uma mensagem especial, onde sublinhou que “o novo canal é uma maneira de a Fundação estar mais próxima”.
A Diretoria Executiva rendeu uma homenagem especial ao saudoso Rio Nogueira, atuário e estatístico responsável pelos estudos técnicos que viabilizaram a criação da entidade após nove anos de trabalho. Visivelmente emocionada, Julieta Daiub (viúva de Nogueira) recebeu uma moeda comemorativa pelos 40 anos da Petros das mãos do médico sanitarista Daphnis Souto – mentor intelectual e um dos integrantes do grupo de trabalho que idealizou a Fundação. A distinção foi cunhada pela Casa da Moeda.
Ao final, algumas personalidades gravaram depoimentos parabenizando a Petros, entre eles os ex-diretores da Fundação Ricardo Malavazi e Sérgio Lyra; o presidente do banco Máxima Sérgio Tabone; e o diretores da Funcef Antonio Bráulio de Carvalho e José Carlos Alonso e a conselheira Fabiana Matheus, também do fundo de pensão da Caixa.   (Petros/AssPreviSite)

20.07 - Fioprev: Mudança na Diretoria - A Diretoria Executiva do FioPrev informa a todos que Halan Harlens não é mais diretor do Instituto. O matemático foi aprovado no concurso público da RioPrevidência - Regime Próprio de Previdência do Estado – e, por isso deixou de trabalhar para o FioPrev.
Halan foi dispensado e, em seguida, será destituído do cargo de Diretor pelo Conselho Deliberativo. O Superintendente Carlos Magno irá acumular o cargo de Diretor de Previdência. Jacques Meyohas segue como Diretor Administrativo e Financeiro.
“Apesar de lamentar a perda de um profissional como o Halan, desejo muito sucesso profissional e pessoal para ele nesse novo desafio como servidor público. Ele sempre agregou muito valor à nossa equipe, foram 12 anos de dedicação assídua ao FioPrev. O mercado segue contando com um profissional ético e dedicado”, afirma o superintendente Carlos Magno.  (Fioprev/AssPreviSite)

19.07 - Previ: Você sabe quantos somos? - Ao investir na PREVI, você investe em melhor qualidade de vida no futuro para você e sua família. Isso também pode se refletir em viver mais e melhor, de acordo com os hábitos de vida de cada um. O Plano 1, por exemplo, possui cinco aposentados com idade entre 100 e 104 anos. Em compensação, a menor faixa etária de participantes ativos e aposentados é de 35 a 39 anos. A razão é simples, o Plano está fechado desde dezembro de 1997. Desde então, todos os novos participantes fazem parte do PREVI Futuro, que reúne exatamente na faixa etária de 25 a 34 anos o maior número de ativos.
Em cerca de doze anos de existência, o PREVI Futuro reúne 61.070 participantes. Desse total, 55.613 estão em atividade no Banco do Brasil e 5.128 ativos externos, ou seja, aqueles que saíram do Banco, mas mantiveram vínculo com a PREVI. Outros 89 estão aposentados e quatro são aposentados externos. O Plano possui ainda 236 pensionistas.
O Plano 1 terminou o primeiro semestre com 120.505 participantes. Desse total, 33.182 são empregados do Banco do Brasil, enquanto 904 são ativos externos, que romperam o vínculo empregatício, mas continuam filiados à PREVI. Estão como beneficiários de aposentadoria 64.161 associados, além de 3.475 aposentados externos. Os pensionistas totalizam 18.783 pessoas.  (Previ/AssPreviSite)

16.07 - Metrus: Novos membros no Comitê de Gestão - Tomaram posse no último dia 8 de julho, no auditório do Metrus, dois novos integrantes do Comitê de Gestão do Metrus Saúde: representando o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários de São Paulo (STETMSP), Manuel Xavier Lemos Filho (à direita na foto), e, representando a Gerência de Relacionamento do Metrus, Maurício de Souza Pereira. Os membros foram indicados e as duas novas posições do Comitê foram ratificadas pelo Conselho Deliberativo.   (Metrus/AssPreviSite)

15.07 - Previ: Participação nas maiores empresas do país - O balanço consolidado das 500 maiores empresas atuantes no país, segundo a 37º edição da especial Melhores e Maiores, da Revista Exame, mostra que apesar da queda nas vendas totais, em comparação a 2008, e também da queda da exportação, as empresas fecharam o ano com lucro 19,7% maior que o ano anterior, além de maior rentabilidade e mais empregados. A boa performance é resultado da ampliação da margem das vendas e redução das dívidas em 2009.
A gigante Petrobras, quarta maior empresa em valor de mercado das Américas, responsável sozinha por 6,5% do PIB brasileiro, lidera o ranking de maior empresa do país desde a primeira edição de Melhores e Maiores, em 1974. Nesta edição, apareceu em primeiro lugar em seis rankings: das dez maiores empresas com maior receita líquida; das dez com maior lucro; daquelas que pagam mais salários; das que pagam mais impostos; daquelas que mais exportam, e das dez que mais criaram riqueza.  A PREVI possui 3,19% de participação na Petrobras. Papéis da empresa fazem parte do portifólio de ações da carteira de investimento do Plano 1 e do PREVI Futuro.
Maiores grupos
Melhores e Maiores trouxe, também, o perfil completo dos 200 maiores grupos privados com atuação no Brasil, que faturaram juntos 899 bilhões de dólares em 2009. Na lista, importantes participadas da PREVI. O maior lucro do ano, de 5,9 bilhões de dólares, foi da mineradora Vale, terceiro maior grupo privado brasileiro, mesmo com queda na receita em 2009. Com 68 bilhões de dólares, o Itausa foi o campeão em receita, seguido por Bradesco, Vale, Telemar Participações e Ambev (Destaque do Ano como recordista em vendas do setor de bens de consumo). Todos os grupos listados têm participação da PREVI.
Globalizadas
Entre as 20 empresas brasileiras mais internacionalizadas, segundo número de países em que mantêm subsidiárias, sete são participadas da PREVI. A primeira da lista é a mineradora Vale, seguida por Petrobras e Banco do Brasil. As outras quatro empresas são: WEG (5º lugar); Brasil Foods (6º); Gerdau (10º) e Randon (13º).
Maiores do mundo
Outro importante ranking divulgado nesta semana foi o da Revista americana Fortune. A publicação, que lista as 500 maiores empresas do mundo, trouxe o nome de sete empresas brasileiras, entre elas, seis participadas da PREVI. Mais uma vez, a brasileira Petrobrás teve a melhor posição entre as empresas brasileiras listadas (54º). As outras colocadas foram: Itausa (117º); Banco Bradesco (135º); Banco do Brasil (148º); Vale (363º), e Ultrapar (471º). O primeiro lugar do ranking ficou com a varejista Walmart.
Para ver a lista completa de empresas nas quais a PREVI possui participação, clique na aba Investimentos, no menu superior da página principal do site, clique em Governança e, na barra lateral esquerda, acesse Empresas Participadas.  (Previ/AssPreviSite)

14.07 - Forluz: Educação Previdenciária - Experiências - Forluz e CBS expõem suas ações de conscientização
Dois programas de educação financeira e previdenciária foram expostos na última reunião do GPFP. As experiências, reconhecidas como modelos no setor, foram relatadas por dirigentes da Forluz, entidade dos empregados da Companhia Energética de Minas Gerais, e da CBS, da Companhia Siderúrgica Nacional, sediada no Estado do Rio de Janeiro.
De início, Wilson Geraldo Silva, gerente de previdência e atuária da Forluz, salienta que a educação previdenciária não deve ser tratada como um meio para a dispensa da distribuição do relatório anual impresso. “A Forluz foi uma das primeiras Entidades a obter o benefício, já em 2009”, afi rma. “Mas esse é um estímulo menor, porque um bom programa de educação custa mais que isso.”
O principal motivo encontra-se na ampliação do conhecimento dos participantes, para que eles façam as melhores escolhas no caminho de uma boa aposentadoria. A Forluz tem 26 mil participantes, com patrimônio total de mais de R$ 8,5 bilhões. O plano de contribuição variável da Forluz oferece quatro perfi s de investimentos, cinco percentuais de contribuição básica e três modalidades de aposentadoria.
A Entidade tem o desafi o de se comunicar com uma diversidade de participantes, espalhados pelo Estado de Minas Gerais. E, em sua experiência, tirou lições podem ser aproveitadas por todos.
A questão fundamental consiste em despertar o interesse do próprio participante. “Temos de conscientizar o público de que suas escolhas atuais terão refl exo em seu benefício e em sua qualidade de vida futura”, diz Wilson. “O participante precisa querer ser educado.”
Em suas ações, a Forluz visa atingir os participantes ativos e assistidos, os empregados da Entidade e seus familiares. “Envolver a família é muito importante para que a administração do orçamento e a mudança de hábitos comecem em casa.” No último Dia das Crianças, por exemplo, a comemoração incluiu a peça infantil “A cigarra e as formigas”, transposta para o ambiente previdenciário.
A Entidade utiliza os meios de comunicação impressos e eletrônicos, como site, jornal, e-mail, chat e c oluna fixa no jornal da patrocinadora. Ministra palestras no Programa de Preparação para a Aposentadoria, promove um evento anual de prestação de contas e realiza uma campanha anual de alteração de perfi l de investimentos.
“Esse negócio de comunicação é complicado”, reconhece Wilson. “Nada melhor do que uma conversa cara a cara.” Diante da difi culdade de reunir pessoas, eles procuram incluir a educação fi nanceira também nos eventos da patrocinadora.
Como saber se seu programa atinge os objetivos proposto? Um sistema de monitoramento das ações é exigido pela Previc. “É difícil medir os resultados”, diz Wilson. “O programa é de longo prazo.” De imediato, o dirigente da Forluz apontou ações como chats pela internet e questionários após os eventos
para medir a satisfação dos participantes.
“Esse é um trabalho de formiguinha, tem de ser duradouro”, recomenda Wilson. “Junte todas as suas ações, procure fazer da melhor forma possível e peça o reconhecimento para a Previc.“
Participação da comunidade
A CBS leva a educação financeira para fora dos muros da empresa
O programa de educação financeira e previdenciária da CBS, fundo de pensão dos empregados da CSN, abrange também a cidade de Volta Redonda, onde está sediada a patrocinadora. Ações para a comunidade, em creches e universidades, são um dos pilares de sua programação.
“Nós, os fundos de pensão, temos o papel social de fomentadores da cultura previdenciária”, dizem Ricardo Esch e Wlader Lúcio Lima, respectivamente diretor fi nanceiro e gerente de relacionamento da Entidade. Os dirigentes contam que aproveitam todas as oportunidades que surgem, por exemplo falar na rádio local. “É empreendedorismo mesmo.”
Na questão do monitoramento, eles recomendam manter evidências de todas as ações realizadas, como listas de presença, fotos, cartazes e pesquisas de opinião.
Um dos presentes ao encontro do GPFP perguntou sobre a forma de custear esse tipo de ação. Os representantes da CBS buscam parcerias, por exemplo com gestores de recursos, para bancar viagens, palestrantes e materiais. “O programa tem muito de idealismo”, reconhecem. “O importante é continuar sendo persistentes.”
Fonte: GPFP Notícias (Forluz/AssPreviSite)

13.07 - VisãoPrev: Palestra sobre Finanças Comportamentais - Em mais uma das ações do Programa Visão Educa, a Visão Prev convidou os participantes, não participantes e os assistidos da Telefônica para mais uma palestra sobre finanças.
O evento aconteceu no dia 07/07, no Auditório da Telefônica e teve como tema: “finanças comportamentais”, abordado pelo palestrante Aquiles Mosca, Superintendente do Grupo Santander, banco no qual, parte dos recursos financeiros da Entidade está investido.
Aquiles Mosca já publicou os livros Investimento Sob Medida e Finanças Comportamentais e escreve para o Valor Econômico e Gazeta Mercantil.
A palestra foi bem percebida pelos participantes e passou mensagens para reflexão, como: “até que ponto sofremos com a interferência do comportamento humano e da sociedade em nossas decisões financeiras”;  ou  “você conhece o seu próprio perfil pessoal para saber como e onde investir”?
Durante todo este ano, novas palestras serão ministradas, em vários locais estratégicos, pois o objetivo da Entidade é que o maior número possível de participantes, assistidos ou não participantes sejam atingidos nas ações do Programa Visão Educa.
Nas próximas semanas será divulgada a programação de todas as palestras e dos plantões de dúvidas, para que todos possam se programar e participar.   (Visão Prev/AssPreviSite)

12.07 - Fundação Corsan: Troféu Prata do Prêmio Qualidade RS - O caminho em busca da excelência nos seus serviços, trilhado pela Fundação Corsan há pelo menos oito anos, obteve esta semana mais uma importante conquista, que vai deixar marcas em sua história: o reconhecimento pelo Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP) com o Troféu Prata do Prêmio Qualidade RS.
Resultado de um trabalho em equipe, realizado por seus gestores e corpo funcional, o prêmio demonstra o constante avanço nos processos administrativos da instituição, que já acumula prêmios desde o ingresso no Programa, em 2002: recebeu a Medalha Bronze em 2005, depois o Troféu Bronze em 2008 e 2009.
A cerimônia de entrega da premiação já está agendada. Acontece no próximo dia 20, no centro de eventos da Fiergs, em Porto Alegre, a partir das 19h (Av. Assis Brasil, 8787).   (Fundação Corsan)

08.07 - Petros: Alteração na Política de Investimentos - A Diretoria Executiva da Petros, através de proposta do presidente Wagner Pinheiro, apresentou alteração na Política de Investimentos 2010/2014, aprovada pelo Conselho Deliberativo. Os conselheiros aprovaram, em 17 de junho, a inclusão do texto que determina que “a partir de 17/06/2010, todo e qualquer investimento dos Planos da Fundação, que exijam desencaixe superior a 1% (um por cento) do total de investimentos da Fundação, deverão ser submetidos à aprovação do Conselho Deliberativo”.
Além dos Comitês Gestores dos Planos de Contribuição Definida (CD) e Variável (CV), a Petros também conta com o Comitê de Investimentos (Comin) que é coordenado pela Diretoria Financeira e de Investimentos. O Comin é composto por representantes da Petrobras, da BR Distribuidora, dos participantes e por gerentes executivos da Fundação.
A Política de Investimentos, aprovada na última reunião do Conselho Deliberativo de cada ano, traz detalhes sobre a alocação global dos investimentos e é enviada, em dezembro, a todos os participantes da Petros e disponibilizada no Portal.  (Petros/AssPreviSite)

07.07 - Real Grandeza: Antecipação do Abono Anual - A Real Grandeza efetuará no próximo dia 29 o pagamento da parcela correspondente a 40% do Abono Anual aos seus Assistidos.
O pagamento seguirá os mesmos padrões adotados em 2009, ou seja, o adiantamento de 40% do valor do Abono Anual no dia 29 de julho e o desconto da mesma quantia em novembro, mês de pagamento do valor integral do benefício.  (Real Grandeza/AssPreviSite)

06.07 - Petros: Evento dos 40 anos - Evento no Theatro Municipal marca a passagem dos 40 anos
No dia 2 de julho, um evento no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, um dos maiores símbolos da cultura brasileira, coroou as comemorações pelos 40 anos da Petros. Milhares de participantes, empregados da Petros, dirigentes de fundos de pensão, empresários e autoridades prestigiaram o discurso de abertura do presidente da Petros, Wagner Pinheiro, que agradeceu ao alto comando da Petrobras pelo empenho em buscar soluções para os problemas da Fundação, nos últimos sete anos.
O público presenciou uma das mais belas apresentações da Orquestra Choral Petrobras e dos corais da companhia, no Rio de Janeiro, e da Petros. Sob a regência do maestro José Machado Neto, mesclaram um repertório entre o popular e o erudito e foram efusivamente aplaudidos de pé.
Para encerrar com chave de ouro, o cantor Paulinho da Viola brindou o público com sucessos eternizados por ele e outros mestres da MPB como Cartola, Lupicinio Rodrigues e Monarco - este último fez uma apresentação especial no show. Muito simpático, o Príncipe do Samba lembrou histórias da carreira e emocionou seus súditos da plateia com a riqueza melódica de suas composições. O ponto alto da noite foi a apresentação de Um rio que passou em minha vida, juntamente com os corais e a orquestra – uma parceria para entrar nos anais da Fundação.
Mas o reino da Petros não seria o mesmo sem o trabalho majestoso de um grupo de abnegados pioneiros que tiveram a ideia de instituir o conceito de previdência complementar dentro do Sistema Petrobras. Por isso, o médico sanitarista Daphnis Souto foi laureado com uma moeda comemorativa pelos 40 anos da Petros, cunhada pela Casa da Moeda. Com mais de 60 anos dedicados à profissão, Daphnis agradeceu a homenagem surpresa, e destacou o papel de outros personagens nesta trajetória. Disse ainda ter “a sensação de dever cumprido” pelo conjunto de suas realizações ao longo deste período. O presidente Wagner Pinheiro lembrou também do empenho fundamental do matemático e atuário Rio Nogueira, considerado o “cérebro” da Petros. O diretor presidente do Banco Bradesco - patrocinador do evento -, Luiz Carlos Trabuco Cappi, falou da importância da previdência complementar para o desenvolvimento econômico e social brasileiro.
Os empregados da Petros que completaram 10, 20 e 30 anos de serviços dedicados à Fundação foram homenageados e o presidente Wagner Pinheiro aproveitou o momento para agradecer o empenho e a dedicação destes trabalhadores que “garantem a solidez impressa pela Petros no mercado nacional de previdência complementar”.
Pela manhã, a realização de um culto ecumênico deu inicio ao calendário das atividades alusivas à data. A solenidade reuniu o pluralismo de seis doutrinas religiosas (católica, messiânica, espírita, afro-brasileira, judaica e evangélica). Seus representantes levaram mensagens de reflexão e fé ao público, procurando criar uma atmosfera ainda mais favorável para os próximos anos. O tom musical da celebração ficou a cargo do Coral da Petros, que apresentou um repertório de músicas sacras.   (Petros/AssPreviSite)

05.07 - Previ: Nova gestão apostará em imóveis e varejo - Presidente do fundo de pensão do BB diz que investirá R$ 3 bi no setor imobiliário até 2016 e que vai mirar nova classe média do país
O presidente da Previ, Ricardo Flores, 46, diz que investirá R$ 3 bilhões na aquisição de imóveis até 2016, em sua primeira entrevista exclusiva após assumir o comando do fundo de pensão do Banco do Brasil, em junho, no lugar de Sérgio Rosa.
O foco será em shopping centers e prédios comerciais de "alto padrão", afirma. A Previ tem R$ 4 bilhões em imóveis -o que corresponde a 2,8% dos seus R$ 142 bilhões de patrimônio.
Entre as prioridades da nova gestão, ele revela o aumento da participação em grandes redes de varejo: "Existem oportunidades de ganho com o aumento do poder de compra, em especial das classes C e D".
Flores rejeita vender o excedente do fundo em ações da Vale. Pela lei, a Previ não pode ter mais de 10% do capital em uma empresa. Hoje, 15% dos ativos estão na Vale.
O executivo diz conversar com a Previc, órgão regulador federal dos fundos, para fazer um ajuste até 2014.
Moderado, o ex-vice-presidente crédito do BB evita endossar as críticas do presidente Lula, feitas à Vale durante a crise. Afirma que ele e seus colegas enxergaram "mais as oportunidades do que as ameaças", mas ressalva que "o respeito aos acionistas é fundamental".
Quanto à participação da Previ na usina de Belo Monte (PA), prioridade do governo Lula no setor enérgico, o executivo diz que "estuda a viabilidade e o retorno do projeto para eventualmente decidir se vai participar".
Folha - Quais as prioridades na nova gestão da Previ?
Ricardo Flores - Dar continuidade ao trabalho que foi feito, um trabalho legal. Queremos agora enfatizar prioridades dentro do bom momento que vive o país. O mundo procura o Brasil. Vamos aproveitar as oportunidades para garantir o nosso principal compromisso, que é pagar benefícios para os atuais e futuros beneficiados. A Previ paga cerca de R$ 6 bilhões em benefícios.
Há alguma área da economia que priorizará?
Ampliar a participação no comércio varejista. Existem oportunidades de ganho. O aumento do poder de compra, em especial das classes C e D, eleva significativamente a atratividade do país para investidores nacionais e internacionais.
Pode citar uma empresa específica?
Estamos estudando. Mas é uma decisão investir mais no varejo.
O que pode ser diferente na sua gestão?
O grande guarda-chuva da infraestrutura. Concessões de estradas, petróleo e gás, comunicação, energia. Enxergamos belas oportunidades de investimento.
Pode apontar um negócio concreto?
Estamos estudando. Para o Brasil continuar a crescer de forma consistente, são necessários investimentos em infraestrutura. A Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 reforçam isso.
A Previ tem mais de 10% dos seus ativos na Vale. Pela lei, não poderia estar acima desse percentual. O sr. pretende vender esse excedente?
Não está na ordem do dia. Temos até 2014 para nos ajustar. Estamos conversando com o órgão regulador, que é a Previc, buscando alternativas e um entendimento melhor dessa norma.
O sr. quer manter os investimentos na Vale?
Não trabalhamos [com a possibilidade] de venda de ações da Vale. É uma importante empresa nacional.
Eike Batista fez uma proposta ao Bradesco pela fatia do banco na Vale e também procurou fundos de pensão. O empresário procurou a sua gestão com esse interesse?
Não houve contato.
Na crise, o presidente Lula fez críticas à gestão do presidente da Vale, Roger Agnelli, que anunciou cortes de investimentos e demissões. É legítimo o presidente fazer esse tipo de pressão sobre uma empresa privada?
Não vejo como interferência [de Lula] ou [intenção de] querer gerir a empresa. A Vale é uma grande empresa, com reflexos no Brasil e no exterior. Vejo com naturalidade a preocupação do presidente da República, tendo em vista a relevância da Vale.
O sr. foi vice-presidente de crédito do BB, quando o banco aplicou uma política de crédito agressiva e ganhou mercado, na contramão da iniciativa privada, que pisou no freio. Tudo indica que o sr. colocará o pé no acelerador. Se estivesse na Vale no lugar de Agnelli, pisaria no freio ou no acelerador?
O Banco do Brasil soube aproveitar muito bem as oportunidades que a crise ofereceu. No caso do banco, tínhamos o entendimento de que a crise não seria tão longa e que o Brasil sairia dela com maior rapidez. Não tenho como avaliar se a decisão da Vale foi acertada ou não. Entendo que o respeito aos acionistas é fundamental, cumprido sempre o dever de lealdade com a companhia, mas enxergando o ambiente político, econômico e social ao qual a Vale ou outra empresa está sujeita.
Essa decisão aconteceu após troca de comando no BB por insatisfação do governo com a gestão anterior.
Houve troca e substituições de vice-presidentes. Essa equipe entendeu que deveria tocar o banco enxergando mais as oportunidades do que as ameaças. Foi uma decisão acertada. O banco apresentou em dezembro o maior lucro de sua história, recuperou a liderança em ativos e tem a menor inadimplência comparado com os concorrentes.
O sr. não considerou ingerência do BB sobre a Previ, quando o vice-presidente do BB Robson Rocha afirmou que conselheiros da Previ deveriam apresentar produtos do banco em empresas privadas em que são conselheiros?
Não vi como ingerência. Ele quis passar o entendimento de que, se houver condições iguais de produto, por que não os conselheiros indicados pela Previ argumentarem que se faça negócio com o BB? Entretanto, a minha posição é de que o dever de lealdade do conselheiro é com a companhia. Não é função do conselheiro indicar este ou aquele banco.
O sr. não gostou da manifestação de Rocha...
Não é a função do conselheiro.
Já teve algum encontro com o presidente Lula para ouvir em qual linha atuar?
A prerrogativa de indicar o presidente da Previ é estatutariamente do BB. O nome foi referendado pelo conselho da Previ. Não tive contato com o presidente sobre os planos da Previ. Vejo com naturalidade uma conversa com o presidente da República ou outras lideranças técnicas do Brasil, se ocorrer.
E com a ex-ministra Dilma Rousseff?
Não.
A Previ vai ampliar sua participação em grandes empresas nacionais, em operações como fez com a Embraer e a Brazil Foods (resultado da fusão Perdigão-Sadia)?
É uma boa lógica. O Brasil vive um momento especial e as suas empresas buscam fortemente uma internacionalização. O que a Previ puder fazer para tornar as empresas nacionais mais robustas e globais é uma boa lógica. Sempre entendendo que deve respeitar os limites legais para investimento e a rentabilidade para o fundo.
Em quais setores?
O setor de energia elétrica pode ser melhor pensado. O setor de produtos alimentícios pode passar por uma melhor consolidação. [Também] o setor varejista. Mas temos de ter preocupação de não consolidar concentrando e, com isso, gerar graus ruins de dependência.
A Previ participará de Belo Monte? Nos bastidores, o Palácio do Planalto estimula a Previ...
A Previ não participou do leilão diretamente. As empresas que perderam não podem participar. Estamos estudando a rentabilidade e a viabilidade do projeto, para eventualmente decidir.
De que forma será a eventual participação?
A Neoenergia e a Vale, por terem participado do leilão, já não podem. Estamos buscando alternativas que respeitem a legislação e que tragam uma boa remuneração para a Previ.
A Previ vai vender o terreno do hospital Umberto Primo, em São Paulo?
Há questões relacionadas que estão sujeitas a sigilo. Há a decisão de vender o imóvel para a proposta que trouxer o melhor retorno.
A Previ está interessada em comprar imóveis em SP?
Não posso falar deste ou daquele imóvel, mas há um interesse da Previ em crescer em ativos na área imobiliária, particularmente em prédios comerciais e em shoppings, desde que bem localizados e modernos.
Vai investir em shoppings a serem construídos?
No segmento de imóveis, o foco está em shopping centers e em empreendimentos comerciais de alto padrão. Esse tipo de ativo propicia excelente rentabilidade. A previsão é aumentar de 2,8% para 5% do total dos nossos investimentos em imóveis, até 2016. Ao longo desse período, será um aporte de cerca de R$ 3 bilhões, já que a Previ tem R$ 4 bilhões aplicados em empreendimentos imobiliários. Nossos investimentos estão concentrados em São Paulo, Rio e Brasília. Mas podemos ampliar investimentos para outras localidades, por meio de compras e de fundos imobiliários.
PERFIL
Presidente da Previ começou no BB aos 14 anos
O economista pernambucano Ricardo José da Costa Flores, 46, assumiu a presidência da Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) no mês passado.
Começou a trabalhar no banco aos 14 anos, como menor-aprendiz. Fez pós-graduação em projetos de investimentos (FGV) e dois MBAs na USP.
Até maio, respondia pela vice-presidência de crédito, controladoria e risco global do banco. De perfil moderado, o preferido do presidente Lula para o cargo é cuidadoso em suas afirmações e tem bom trânsito político.
Durante sua gestão na área de crédito, o banco ampliou o volume de empréstimos, como queria Lula.
Em 2009, o BB obteve o maior lucro de sua história, de R$ 10,2 bilhões.   (MARIA CRISTINA FRIAS e KENNEDY ALENCAR - Folha de S.Paulo)

02.07 - Petros completa 40 anos - O segundo maior fundo de pensão brasileiro completou, ontem, dia 1º, quatro décadas. Com um patrimônio de 50 bilhões e mais de 130 mil participantes, a Petros comemora também a posição de maior fundo de pensão multipatrocinado do País e muitas outras conquistas.
Para marcar a data, a Fundação realiza uma série de eventos. Um culto ecumênico reuniu, ontem, os empregados para um momento de oração. Hoje, as comemorações acontecem no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Os participantes, empregados e parceiros que participarão da festa terão o privilégio de apreciar a bela arquitetura do Theatro recentemente reformado. No domingo, a tradicional Corrida Rústica da Petros, que acontece no Aterro do Flamengo e está em sua décima edição, dá continuidade às festividades.  (Petros/AssPreviSite)

01.07 - Banesprev: Optantes pelo Autopatrocínio ou BPD - A Entidade informa que a cobrança referente ao mês de julho para o Plano III ocorrerá em 30.07.2010 e para os planos I, II e IV ocorrerá em 02.08.2010. Os novos termos de opção que chegarem ao Setor de Contribuições até 15.07.2010 terão sua cobrança ainda na data mencionada, os demais pedidos somente entrarão na cobrança do mês de agosto de 2010.
Informa também que solicitações com opção de pagamento por boleto bancário ou qualquer outro evento dos participantes que possuem cobrança por boleto bancário serão aceitas até 08.07.2010.
Solicitações de Resgate:
O Banesprev aproveita para informar que os pagamentos de resgates, referentes ao mês de julho, serão pagos em 29.07.2010, para as solicitações que chegarem ao Setor de Contribuições até 15.07.2010.
Lembra ainda que para casos com data de rescisão contratual em julho, qualquer que seja a opção efetuada, a mesma será processada no final do mês subseqüente, ou seja, no final de agosto de 2010.  (Banesprev/AssPreviSite)
 
 
 
 
 

30.06 - VisãoPrev: Lançamento do Programa Visão Educa - Nos dias 30/06 (Auditório da Telefônica) e 01/07 (Teatro Vivo), participantes e assistidos foram convidados a participarem de um grande evento, o lançamento do Programa de Educação Previdenciária e Financeira da Visão Prev.
O evento contará com a participação do palestrante Gustavo Cerbasi (especialista em finanças pessoais) de representantes das patrocinadoras, como diretoras executivas de RH e presidente do Conselho Deliberativo, presidente da Visão Prev e coordenadora geral da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar).
O objetivo principal deste programa é levar informações, instruções e orientações sobre aspectos financeiros e previdenciários aos participantes, assistidos, incluindo os seus familiares.
Esta é apenas uma das ações do Visão Educa, que trará uma série de novidades pela frente, como cartilha financeira e previdenciária, um blog exclusivo, novas palestras, plantões de dúvidas, entre outras.
A Visão Prev espera assim contribuir para um futuro melhor de todos os seus participantes e assistidos!   (VisãoPrev/AssPreviSite)

29.06 - Fundação CEEE: Participantes elegem novos dirigentes - Com transparência, organização e recorde de votantes, a Fundação CEEE encerrou, no dia 21 de junho, o processo eleitoral de 2010 que definiu os dirigentes
escolhidos pelos participantes. Foram eleitos dois conselheiros deliberativos, um conselheiro fiscal, seus respectivos suplentes e um diretor. A Fundação computou
7.905 votos, totalizando mais de 56% de participação. A metodologia utilizada pela Fundação, realizando as eleições exclusivamente por correspondência, trouxe
mais comodidade para o participante votar e ofereceu total segurança para que o voto fosse secreto. Cada participante recebeu em seu endereço cadastrado na
Fundação as informações sobre a forma de votação, prazo, instruções, cédula e um envelope especial para retorno com porte pago. Gerson Gonçalves da Silva
(4.451 votos) e Jorge Eduardo Saraiva Bastos (4.389 votos) foram eleitos para compor o Conselho Deliberativo. Cláudio Canalis Goulart, com 4.484 votos foi
eleito para o Conselho Fiscal. Manuel Antonio Ribeiro Valente foi eleito com 4.686 votos e continuará na Diretoria Executiva da entidade. O edital com os
resultados das eleições será publicado na imprensa após homologação pelo Conselho Deliberativo.  (Fundação CEEE/AssPreviSite)

28.06 - Fundação Copel: Concessão de Empréstimo com nova regra - A regra que trata do aval foi alterada, com vigência a partir deste 1º de julho. A mudança  visa facilitar a concessão e renegociação dos empréstimos.
Informamos que o item 8.5 do Regulamento de Empréstimo Pessoal foi alterado na 159ª Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo, realizada em 24 de junho de 2010, na sede da Fundação Copel, passando a ter a seguinte redação:
- 8.5 No caso do(s) avalista(s) falecer(em), perder(em) a condição de participante(s) ou se desvincular(em) do quadro de pessoal da Patrocinadora, o tomador deverá providenciar a sua substituição no prazo máximo de 30 (trinta) dias, exceto quando o avalista se tornar assistido da FUNDAÇÃO COPEL. Caso contrário será exigido do tomador e/ou avalista subsistente, quando houver, a liquidação total antecipada do saldo devedor do Empréstimo.
Os PARTICIPANTES ATIVOS que se tornarem assistidos da FUNDAÇÃO COPEL serão mantidos como avalistas dos empréstimos que avalizaram, até o término do contrato de empréstimo. Caso o mutuário deseje renegociar o empréstimo, deverá apresentar novo avalista."
A alteração será válida a partir de primeiro de julho de 2010.  (Fundação Copel/AssPreviSite)

25.06 - Previ: Aposentados são quase o dobro dos ativos - Dos 101.814 inscritos no Plano 1 em maio, os participantes ativos eram 34.191, enquanto os que recebem benefício da PREVI totalizavam 67.623. Isso é natural, e o número de aposentados só deve aumentar, já que o Plano está fechado, ou seja, não aceita novas inscrições. O Plano 1 reúne funcionários do Banco do Brasil que ingressaram até dezembro de 1997. Após essa data, quem entra no BB tem a opção de se filiar ao PREVI Futuro.
Em relação aos 34.191 participantes ativos, há uma outra proporção de dois para um: os homens são duas vezes o número de mulheres. Os filiados do sexo masculino são 22.999, enquanto as mulheres são 11.192   (Previ/AssPreviSite)

24.06 - Serpros: Participação do Seminário promovido pela Previc - No dia 14 de junho a Gerente da Divisão de Atendimento ao Participante Valéria Borsari e a Analista de Atendimento, Fabianna Fontenele, representaram o SERPROS no Seminário promovido pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC, em Brasília, para debater o tema Educação Financeira e Previdenciária juntamente com outras entidades fechadas de previdência complementar (EFPC).
Valéria relatou que a iniciativa da PREVIC foi muito elogiada por ser considerada de grande importância para a disseminação do conhecimento em previdência e que aliada a Educação Financeira permitirá aos cidadãos maior segurança financeira e com isso, obter qualidade de vida em todas as fases, principalmente após o período laboral.
O SERPROS faz parte de um grupo de Entidades que estão desenvolvendo projetos de Educação Previdenciária e Financeira para disseminação de conhecimento entre seus participantes. Das Entidades, treze já tiveram seus projetos aprovados pela PREVIC, e o SERPROS está empenhado nesse processo.  (Serpros/AssPreviSite)

23.06 - Fundação CEEE: resultado das eleições 2010 - Com transparência, organização e recorde de votantes, a Fundação CEEE encerrou, no dia 21 de junho, o processo eleitoral de 2010 que definiu os dirigentes escolhidos pelos participantes. Foram eleitos dois conselheiros deliberativos, um conselheiro fiscal, seus respectivos suplentes e um diretor. A Fundação computou 7905 votos, totalizando mais de 56% de participação. A metodologia utilizada pela Fundação, realizando as eleições exclusivamente por correspondência, trouxe mais comodidade para o participante votar e ofereceu total segurança para que o voto fosse secreto. Cada participante recebeu em seu endereço cadastrado na Fundação, as informações sobre a forma de votação, prazo, instruções, cédula e um envelope especial para retorno com porte pago. O edital com os resultados das eleições será publicado na imprensa após homologação pelo Conselho Deliberativo.
A Fundação CEEE é um dos maiores fundos de pensão do Brasil. Há mais de 30 anos no mercado de previdência complementar, acumula um patrimônio superior a R$ 4,5 bilhões. Administra planos previdenciários para as companhias de energia do Rio Grande do Sul (CEEE, CGTEE, AES Sul, RGE) para a mineradora CRM, para o Sindicato dos Engenheiros do Estado,  para o Sindicatos do Professores das Escolas Particulares do RS e para o Sindicatos dos Trabalhadores em Administração Escolar do RS.
Outras informações: www.fundacaoceee.com.br/eleicoes  (Fundação CEEE/AssPreviSite)

22.06 - Randonprev: Nova composição do quadro diretivo - No dia 04/06/2010, tomaram posse para o triênio 2010/2013, os membros que irão compor o quadro de Dirigentes do Randonprev Fundo de Pensão.
O RANDONPREV, entidade de previdência privada fechado que administra o Plano de Benefícios de Aposentadoria Complementar dos empregados das Empresas Randon, formado
por 17 patrocinadoras e 11.339 participantes, com sede em Caxias do Sul – RS.
Completou no dia 10/06/2010, 16 anos de fundação, possuindo um patrimônio de R$ 155 milhões, sua folha de assistidos é composta por 99 beneficiários de renda
complementar.
A composição do quadro diretivo do Randonprev Fundo de Pensão para o próximo triênio:
Conselho Deliberativo:
Alexandre Randon - Presidente
Alexandre Dorival Gazzi – Vice-presidente
Daniel Raul Randon
Sérgio Luiz Onzi - Eleito pelos participantes
Suplentes:
Norberto José Fabris
João Pedro Crespi - Eleito pelos participantes
Cesar Alencar Pissetti
Augusto Giongo Letti
Conselho Fiscal:
Luiz Carlos de Lima – Presidente
Dionéia Canal
Carlos Wanderlei Reis da Silva - Eleito pelos participantes
Suplentes:
Ieda Maria Onzi Perosa
Irene Andretta Fontana
Ivanir Antonio Buchebuan - Eleito pelos participantes
Diretoria Executiva:
Ademar Salvador - Diretor Superintendente
Rui de Oliveira Bueno
Jaime Marchet
Sérgio Martins Barbosa  (Randonprev/AssPreviSite)

18.06 - Previ: BB sugere oferta de produtos do banco - O encontro anual dos conselheiros da Previ está confirmando o que ficou aparente com a eleição da nova diretoria em maio: um forte avanço do poder da empresa patrocinadora, o Banco do Brasil, sobre a fundação de previdência dos funcionários. Uma mostra da ingerência do banco na fundação foi dada pelo diretor de sustentabilidade do BB, Robson Rocha, que, do palco da solenidade de abertura do evento, na noite de quarta-feira, conclamou em alto e bom som que os conselheiros da Previ deveriam apresentar os produtos do banco para as empresas onde são conselheiros.
Ao ser questionado sobre o conflito de interesses que isso geraria - afinal, outros bancos não teriam um agente tão privilegiado dentro do conselho das empresas -, Rocha reconheceu que este não era o papel de um conselheiro. "Não é o papel oficial dele, mas ele pode sugerir, não vejo isso como imposição."
Ricardo Flores, presidente da Previ, evitou polemizar com o representante da patrocinadora, mas disse que "as boas práticas recomendam condições iguais de competição" e que a postura dos conselheiros deve ser "a mais leal à companhia que ele serve".
Como foi divulgado na ocasião da eleição, a nova diretoria da Previ, que tomou posse este mês, foi toda escolhida pelo banco depois de uma disputa interna que terminou com a derrota do então mais forte candidato, o ex-diretor Joilson Ferreira, defendido pelo ex-presidente Sergio Rosa.
A política de investimentos para 2011 da Previ vai privilegiar práticas de sustentabilidade socioambiental nas empresas emissoras dos papéis em que investe seus recursos, informou o novo diretor de investimentos da entidade, René Sanda. "Praticamente todas as empresas têm um conceito bem definido de sustentabilidade, falta levar para a prática", reconheceu Sanda ao responder uma questão sobre até que ponto a fundação cobrava bom comportamento socioambiental das empresas em que tem ações ou participações acionárias relevantes.
Empreendedorismo e sustentabilidade é o tema deste ano do encontro de conselheiros, uma grande reunião dos 220 representantes (entre titulares e suplentes) da Previ nas empresas em que possui posições acionárias mais relevantes. O evento, aberto na quarta-feira à noite, é realizado anualmente no mesmo local: o resort Costa do Sauípe, uma das controladas da fundação. "Estamos passando um sinal claro para os conselheiros de que eles têm que ponderar (sobre sustentabilidade) dentro dos conselhos de suas empresas", disse Ricardo Flores.
A Previ tem perto de R$ 80 bilhões aplicados em ações no mercado acionário e em participações em quase 70 empresas. Essa posição, embora tenha contribuído para a formação de um superávit acumulado de R$ 38 bilhões, já começou a ser reduzida, a fim de gerar liquidez para pagamento das aposentadorias da maioria dos participantes, que já está entrando na fase de recebimento de benefícios.
Enquanto não se espera que a fundação venha a aumentar ou diminuir muito drasticamente sua posição em renda variável, em função de uma eventual exclusão de empresas não sustentáveis, critérios mais rígidos serão cobrados daquelas companhias emissoras de títulos de renda fixa que a Previ pretende investir a partir de 2011, sugeriu Sanda. (Janes Rocha - Valor Online)

17.06 - Ceres: Eleições 2010 - Este ano, os participantes e assistidos da Embrapa terão que eleger novos representantes para os órgãos colegiados da Ceres. São duas vagas para o Conselho Deliberativo e uma vaga para o Conselho Fiscal, com mandato de quatro anos. O processo de eleição será executado pela Comissão Eleitoral Central da Embrapa e pelas Comissões Eleitorais Locais, presentes nos locais de votação, situados na Sede e nas unidades descentralizadas da patrocinadora.
Poderão se inscrever como candidatos os participantes ou assistidos do plano de benefícios da Embrapa inscritos na Ceres há pelo menos cinco anos, que estejam em dia com suas obrigações junto à Fundação, que não estejam respondendo a processo judicial, não tenham sofrido penalidade administrativa por infração da legislação da seguridade social, inclusive da previdência complementar ou como servidor público, e que comprovem conhecimento e experiência no exercício das atividades financeira, administrativa, contábil atuarial ou de auditoria. O prazo para inscrição vai até 30 de junho de 2010.
A votação será realizada nos dias 31 de agosto e 1º de setembro de 2010. O edital contendo todas as informações sobre o processo eleitoral está disponível no site da Fundação, www.ceres.org.br .  (Ceres/AssPreviSite)

16.06 - Petros: Equidade de Gênero - Petros participa de encontro regional sobre equidade de gênero
Corresponsabilidade Social – O Equilíbrio da Vida Profissional, Pessoal e Familiar sob a Perspectiva de Gênero. Esse foi o tema que norteou o II ciclo do Encontro Regional para o Fortalecimento da Equidade de Gênero, realizado em 14 de junho, na Petrobras.
A Petros, como uma das empresas que concorrem ao Selo, concedido pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), foi representada na oportunidade por integrantes do Subcomitê Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade da Fundação.
Durante o evento também foi lançada a publicação em que consta os relatos do I Ciclo de Encontros Regionais para o Fortalecimento da Equidade de Gênero. (Petros/AssPreviSite)

15.06 - Fundação CEEE: Reta final das eleições 2010 - As eleições 2010 da Fundação CEEE estão chegando na reta final. O escrutínio está agendado para o dia 21 de junho. Pela terceira vez o pleito é realizado exclusivamente via correio. Cada participante recebeu em sua residência, as informações sobre a forma de votação, prazo, instruções, cédula e um envelope especial para retorno com porte pago. Os participantes só precisam seguir as instruções fornecidas no kit e enviar o seu voto pelo correio o mais rápido possível, para que ele chegue até o momento do recolhimento nos correios que será às 09h do dia 21 de junho. Serão eleitos dois conselheiros deliberativos, um conselheiro fiscal, seus respectivos suplentes e um diretor. Em 2008, as eleições registraram 7160 kits apurados, 251 foram considerados inválidos, totalizando 6909. A meta para 2010 é ampliar a participação, pois esse é o momento para os participantes exercerem a escolha democrática de seus futuros gestores, que terão a responsabilidade de participar do processo decisório e também fiscalizar os atos do maior fundo de pensão do Rio Grande do Sul, responsável pela aposentadoria atual e futura de mais de 14.000 pessoas. A Fundação CEEE é um dos maiores fundos de pensão do Brasil.
Há mais de 30 anos no mercado de previdência complementar, acumula um patrimônio superior a R$ 4,5 bilhões. Administra planos previdenciários para as companhias de energia do Rio Grande do Sul (CEEE, CGTEE, AES Sul, RGE) para a mineradora CRM, para o Sindicato dos Engenheiros do Estado,  para o Sindicatos do Professores das Escolas Particulares do RS e para o Sindicatos dos Trabalhadores em Administração Escolar do RS.
Outras informações: www.fundacaoceee.com.br/eleicoes  (Fundação CEEE/AssPreviSite)

14.06 - Funcef: Comissão Permanente de Negociação - Medida tem por objetivo reduzir conflitos de natureza judiciária por meio do diálogo com os participantes
A FUNCEF deu mais um passo para avançar no relacionamento com seus participantes. A Diretoria Executiva aprovou, por meio do voto 009/2010 da Presidência, a criação da Comissão Permanente de Negociação e Mediação, que tem por objetivo utilizar o diálogo como recurso para reduzir o número de ações judiciais. A intenção é evitar, dessa forma, que os conflitos de natureza previdenciária fiquem dependentes do Poder Judiciário. "Os participantes só têm a ganhar com essa iniciativa, pois, além de trabalhar para solucionar os conflitos pela via administrativa, a Comissão também atuará para agilizar as questões judiciais, que podem demorar muito tempo para serem resolvidas", comemora o secretário-geral da Fundação, Fabiano Silva dos Santos.
A Comissão Permanente de Negociação e Mediação, que conta com o apoio das entidades representativas, será formada por representantes de diretorias da Fundação, podendo receber a contribuição de entidades externas sobre a pertinência das ações e suas possíveis consequências aos planos de benefícios.
A iniciativa está alinhada ao planejamento estratégico da FUNCEF, que tem como uma de suas metas a redução gradual do número de ações judiciais. Isso porque o elevado número de processos interfere no desempenho e na rentabilidade dos planos. A conseqüência imediata do ajuizamento das ações é o aprovisionamento de valores, por parte da Fundação, para garantir o equilíbrio contábil em caso de futuras perdas no balanço.   (Funcef/AssPreviSite)

11.06  - Fundação CEEE: Curso para preparação da aposentadoria - Dentro das ações do Programa de Educação Previdenciária, a Fundação CEEE irá realizar mais uma turma do curso de Preparação para Aposentadoria 2010. O evento, destinado a participantes que estão próximos a se aposentar, ocorre no auditório da Fundação, nos dias 16, 17 e 18 de junho, das 8h30min às 12 horas e das 13h30min às 17 horas. As inscrições podem ser feitas com o Serviço Social da Fundação, pelos telefones  51 3027 3123 ou 3027 3124, até 11 de junho. O curso é aberto também aos familiares e tem no programa os seguintes assuntos: Qualidade de vida, Aspectos psicossociais e financeiros e Benefícios da Fundação CEEE.  (Fundação CEEE/AssPreviSite)

10.06 - Previ: Reajuste de benefícios - Benefícios de aposentados e pensionistas estão maiores a partir de junho. Para as aposentadorias e pensões concedidas até 30/6/2009, o índice de reajuste da PREVI foi de 5,31%, correspondente ao INPC acumulado entre junho de 2009 e maio de 2010. O INPC é o indexador dos Planos de Benefícios. Este é o 14º reajuste desde a criação do Regulamento do Plano de Benefícios 1 e totaliza índice acumulado de 212,85% desde 1997.
A forma de cálculo depende da data de concessão do benefício. O Estatuto vigente a partir de 4/3/1980 estabeleceu critérios diferentes para reajuste dos complementos:
- Para quem ingressou no Plano 1 até 3/3/1980 e teve benefício concedido durante a vigência daquele Estatuto (até 23/12/1997) o índice de reajuste incide sobre a mensalidade de aposentadoria (PREVI + INSS).
- Para quem se filiou ao Plano 1 a partir de 4/3/1980 e teve o benefício concedido durante a vigência daquele Estatuto o índice de reajuste incide sobre o complemento PREVI.
- Para todos os participantes que tiveram os benefícios concedidos a partir da vigência do Regulamento do Plano de Benefícios nº 1 (24/12/1997) o índice de reajuste incide sobre o complemento PREVI.
Benefícios com menos de um ano
Para os benefícios concedidos a partir de 1/7/2009, computou-se o INPC acumulado entre o primeiro dia do mês de início do benefício e 31/5/2010.
Para pensões por morte de participantes aposentados, concedidas a partir de 1/7/2009, o critério de apuração do índice de reajuste da PREVI leva em conta o mês de início da aposentadoria e não o da pensão.
Veja como seu complemento será reajustado
a) Reajuste Complementar
– participante filiado até 3/3/1980 com benefício concedido até 23/12/1997;
– o reajuste da PREVI (5,31%) é aplicado sobre o benefício global (INSS + PREVI). Para saber qual é o valor do complemento PREVI, subtrai-se do total o valor do benefício pago pelo INSS;
b) Reajuste Suplementar
– participante filiado a partir de 4/3/1980 com benefício concedido até 23/12/1997;
– participante filiado em qualquer data com benefício concedido a partir de 24/12/1997;
– o reajuste da PREVI (5,31%) é aplicado somente sobre o complemento;
– o benefício do INSS foi reajustado no mês de janeiro.  (Previ/AssPreviSite)

09.06 - Economus: Você conhece a Portabilidade? - Pela Lei Complementar nº 109, publicada em 29/05/2001, todos os participantes de planos de previdência complementar (sejam as abertas, comercializadas no mercado, ou as fechadas, exclusivas para funcionários de determinada empresa) podem transferir os recursos acumulados ao longo do tempo. Essa medida chama-se Portabilidade.
Quem trouxer reservas para o Economus, com certeza fará bom  negócio. A rentabilidade, aqui, está entre as melhores do mercado.
De outro lado, em caso de demissão, o participante do Economus também pode transferir as contribuições efetuadas ao PrevMais,  inclusive  as do patrocinador, para um plano aberto ou para o fundo de pensão da empresa em que for trabalhar, se houver.  As regras são simples: basta ter 3 anos de adesão e na transferência não há impostos ou taxas.
A vantagem de transferir os recursos para o Economus, ou de aderir ao PrevMais, é a paridade: a cada R$1,00 depositado pelo participante, o Instituto deposita o mesmo valor no saldo da conta, obedecendo os critérios da contribuição, que deve ser no mínimo 2% e no máximo 8% do salário.
Para informações, entre em contato com a Central de Relacionamento com o Participante: (11) 3464-7777 ou atendimentoprevidenciario@economus.com.br.   (Economus/AssPreviSite)

08.06 - Previ: ES Reingresso facilita retorno ao Plano - Há participantes do PREVI Futuro que, por diversos motivos, pedem o cancelamento de sua inscrição. Passado algum tempo, vários solicitam o reingresso no Plano, mas o regulamento prevê a obrigatoriedade de quitar à vista o total das contribuições pessoais e patronais relativas ao período em que esteve desligado. Esse valor representa 14% das verbas de natureza salarial recebidas durante esse tempo.
Como muitos participantes não tinham como arcar com essa despesa, a PREVI tomou duas providências para viabilizar que um maior número de pessoas pudessem retornar ao Plano. Uma delas foi aprovar a concessão de Empréstimo Simples específico a quem quiser reingressar. Batizada de ES Reingresso, a nova linha de crédito tem teto de R$ 35 mil, prazo para pagamento em até 60 meses e está condicionada à existência de margem consignável, dispositivo que demonstra a capacidade de pagamento.
O valor do empréstimo não transita pela conta corrente do participante e é transferido diretamente para seu saldo de conta. Assim, ele retoma os investimentos dele e da patrocinadora para a aposentadoria futura, e continua protegido pelos benefícios de invalidez e de pensão por morte, caso aconteça algum evento fortuito.
A outra providência tomada pela PREVI foi alterar o regulamento para que o ex-participante arque somente com as contribuições dos benefícios de risco, o que corresponde a 1,2% do salário recebido. Essa alteração foi aprovada pelos colegiados da PREVI e aguarda anuência da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) para ser implantada.
A PREVI enviou correspondência com orientações detalhadas sobre a operação para os ex-participantes que permanecem no Banco. Clique em um dos links abaixo e conheça melhor esse produto.  (Previ/AssPreviSite)

07.06 - Funcef: Posse de diretores e conselheiros - Entidade celebra paridade na gestão
Tomaram posse em (1/6), no edifício sede da Fundação, em Brasília (DF), os novos membros da Diretoria Executiva e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal escolhidos no Processo Eleitoral FUNCEF 2010. A cerimônia contou com a participação expressiva de entidades representativas dos associados; do ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas;  de gestores da CAIXA; representantes sindicais, além de diretores da FUNCEF e de outros fundos de pensão.
Além do ministro Carlos Gabas, compuseram a mesa o presidente da FUNCEF, Guilherme Lacerda; o presidente do Conselho Deliberativo, Marcos Roberto Vasconcelos; o ex-ministro da Previdência Social, deputado Ricardo Berzoini; o diretor-Superintendente da PREVIC, Ricardo Pena; a presidenta em exercício da CAIXA, Clarice Coppetti; o presidente do Conselho Fiscal, Emanoel Souza de Jesus; o presidente da FENAE, Pedro Eugênio Beneduzzi Leite; e o presidente da FENACEF, Décio de Carvalho.  Após composição da mesa e execução do Hino Nacional, o presidente do Conselho Deliberativo, Marcos Vasconcelos, foi convidado para empossar os novos diretores e conselheiros eleitos. A solenidade foi marcada pela valorização do processo de democratização na gestão da FUNCEF e dos avanços conquistados nos últimos sete anos pelos participantes.
Diálogo - Ao abrir o evento, o presidente Guilherme Lacerda agradeceu a todos pelo “relacionamento respeitoso e de alto nível” e destacou que as conquistas são resultados das boas práticas de governança e dos intensos diálogos e negociações entre a Fundação, a CAIXA e os participantes.
Lacerda lembrou que o fortalecimento dos fundos de pensão encontrou terreno fértil na política do Presidente Lula. “Programas como o PAC e Minha Casa Minha Vida transformaram o País, que há mais de duas décadas carecia de projetos para o desenvolvimento nacional”.  Ele acrescentou que os fundos de pensão têm uma grande importância nesse processo, pois agregam R$ 500 bilhões de patrimônio, o que corresponde a mais de 18% do PIB (Produto Interno Bruto).
Avanços - Lacerda destacou algumas conquistas que a FUNCEF vem realizando desde 2003, entre outras: a paridade de gestão, a adesão de cerca de 40 mil novos empregados da CAIXA, a opção do Saldamento, a criação do Novo Plano, a rentabilidade acumulada de 243% (2003- 2010) contra uma meta atuarial de 119%, a recuperação dos benefícios dos aposentados e pensionistas que estavam há oitos anos sem reajuste.
“Nós fizemos o melhor para os participantes. O patrimônio da FUNCEF pulou de menos de R$ 10 bilhões, no final de 2002, para quase R$ 40 bilhões atualmente. O setor de fundos de pensão no Brasil é sério, saudável  e está comprometido com os seus associados”, concluiu, agradecendo a todos pelo apoio e desejando boas vindas aos novos eleitos.
Desenvolvimento - O ministro Carlos Gabas disse que os fundos de pensão incentivam a poupança interna e que a FUNCEF é uma grande parceira nesse processo.  Na mesma linha de raciocínio, o deputado Ricardo Berzoini afirmou que “os fundos de pensão estarão sempre voltados ao desenvolvimento do País, à qualidade de vida e ao crescimento social”.
“A imagem da FUNCEF mudou muito. Hoje ela participa das páginas de negócios e investimentos dos jornais, o que não acontecia antes”, afirmou o superintendente da Previc, Ricardo Pena, parabenizando pelos avanços da FUNCEF.
O presidente da Fenae, Pedro Eugênio Beneduzzi, lembrou que as conquistas dos associados nos últimos anos são conseqüência da participação  democrática na gestão da FUNCEF. “A paridade fortalece a gestão interna, reforça a transparência e aumenta a nossa responsabilidade como participante”.
Democratização - O presidente da Fenacef, Décio de Carvalho, frisou que o índice de participação nas Eleições da FUNCEF aumentou de 26%, em 2006, para 46%. Avançamos, mas ainda é pouco. Vamos colaborar para fortalecer a FUNCEF, pois quando criticamos a Fundação estamos criticando a nós mesmos”, disse, para acrescentar, dirigindo-se aos eleitos: “A eleição acabou. Agora vamos trabalhar.”
Ao despedir-se da Presidência do Conselho Fiscal, Emanoel Souza de Jesus ressaltou: “A FUNCEF avançou muito. O desafio agora é normatizar tudo o que conquistamos para garantir a continuidade desses progressos”.
O diretor reeleito, Antonio Bráulio de Carvalho, agradeceu a confiança dos participantes ativos, aposentados e pensionistas e disse que fazer parte da FUNCEF é um aprendizado valioso firmado na ética, na transparência e na justiça, ao garantir qualidade de vida aos empregados da Caixa. “Obrigado por nos escolher para tocar a Fundação por mais quatro anos”, concluiu.
Primeira diretora eleita -  A presidenta em exercício da CAIXA, Clarice Coppetti, destacou a importância do banco público no desenvolvimento nacional, parabenizou a atual gestão da FUNCEF  e saudou os empossados, em especial a primeira diretora eleita da Fundação, Renata Marotta. Ela frisou que a  Caixa também está comprometida com o programa de equidade de gênero da SPM (Secretaria Especial de  Política para as Mulheres) e  lembrou que “Renata Marotta  foi a primeira gerente geral da CAIXA”. Em seus discursos, os conselheiros Marcos Vasconcelos e Carlos Levino Vilanova (que deixa a Fundação) também destacaram o clima respeitável e de dialogo entre a FUNCEF, a CAIXA e as entidades representativas.
Homenagens - Foram homenageados com uma placa comemorativa pelos relevantes serviços prestados à Fundação os conselheiros deliberativos Carlos Levino Vilanova e Edgar Antônio Bastos Lima (suplente), os conselheiros fiscais Renata Marotta (que assume como diretora),  Márcio Percival Pinto, Isair Dallazen (suplente)  e Raphael Rezende Beto (suplente), o diretor Carlos Alberto Caser e o ex-diretor Sérgio Francisco da Silva (atual presidente do DEST).
Ao se despedir da Diretoria de Benefícios, o diretor Carlos Alberto Caser fez um discurso emocionado e descontraído. “Em 2002, assumi a Diretoria de Controladoria e posso dizer que houve muitos avanços de lá para cá. Um deles é a participação dos associados na administração da FUNCEF, trazendo mais força e transparência aos atos de gestão”, frisou,  agradecendo em especial ao presidente Guilherme Lacerda e às suas equipes de trabalho. “Como disse um dia o mestre Niemeyer, tudo e importante; mas o importante mesmo na vida são os amigos”, concluiu.
Reconhecido e respeitado por seu trabalho combativo, o conselheiro Carlos Levino Vilanova agradeceu o apoio de todos e dirigiu uma mensagem aos eleitos: “Vamos atuar conscientemente em favor do participante”, reforçou.   (Funcef/AssPreviSite)

02.06 - Serpros: Saque parcial na aposentadoria - No momento da aposentadoria, muitos participantes têm a necessidade de sacar parte do dinheiro depositado na conta de previdência para pagar pequenas dívidas ou para iniciar algum empreendimento. Como hoje isso ainda não é possível, a solução daqueles que não têm outra opção é fazer o resgate total do dinheiro depositado durante toda a vida para a sua tranquilidade no futuro.
O risco desta decisão é grande, pois é preciso muito preparo para administrar recursos que não poderão ser novamente acumulados pelo mesmo período de tempo.
Preocupado com isso, o SERPROS preparou um documento, já aprovado pelo Conselho Deliberativo e encaminhado para aprovação dos órgãos reguladores, com a solicitação de opção ao participante do levantamento parcial do seu saldo de contas, limitado a 25%. O restante valor/saldo remanescente em sua conta deverá ser revertido em renda de aposentadoria, na forma do regulamento.
O Documento foi encaminhado pelo SERPROS em 2009 para o Ministério da Fazenda para posteriormente ser remetido ao Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST) e à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC).
Por se tratar de um plano em que o cálculo da aposentadoria no SERPROS é feito com base em média salarial, esse dispositivo regulamentar não pode ser aplicado ao Plano PS-I.  (Serpros/AssPreviSite)

01.06 - Fapes: Semana do Meio Ambiente - Aulas sobre alimentos orgânicos na semana do meio ambiente
Para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, a FAPES oferecerá, para o seu corpo funcional, oficinas práticas de plantio de horta orgânica nos dias 7,9 e 11 de junho. O trabalho, que será conduzido pelo Centro de Pesquisa Mokiti Okada – CPMO, tem o objetivo de despertar o interesse por uma alimentação mais saudável e propiciar o contato com conceitos e práticas da agricultura natural.
O alimento orgânico é produto obtido com tecnologia alternativa, que não utiliza fertilizantes químicos no manejo do solo nem agrotóxicos durante o cultivo, não prejudicando, assim, o meio ambiente e resultando em uma produção mais saudável para o consumo.  (Fapes/AssPreviSite)


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