30.07 - Infraprev:
Previc aprova multipatrocínio - A Superintendência
Nacional de Previdência Complementar (Previc) aprovou agora em julho
o multipatrocínio para o INFRAPREV. Isto significa que o Instituto
poderá administrar planos de benefícios de outras empresas.
A nova condição, antes de passar pela Previc, foi aprovada
pela Infraero.
O multipatrocínio dá maior flexibilidade ao INFRAPREV.
Para definir como será a sua atuação dentro dessa
nova condição, o Instituto está desenvolvendo o seu
planejamento de marketing. Através desse trabalho serão definidos
o posicionamento do Instituto no mercado de previdência e a forma
de atuar.
Segundo o diretor-Superintendente, Carlos Frederico Aires Duque, o
INFRAPREV quer ser reconhecido como um fundo de pensão da área
de infraestrutrura e de aviação. “Não queremos nos
distanciar da origem”, afirma.
O Estatuto já foi alterado e está no portal para consulta
dos participantes. (Infraprev/AssPreviSite)
29.07 - Ceres: Transparência
nos Investimentos - A gestão de investimentos é um
tema recorrente no cotidiano das Entidades Fechadas de Previdência
Complementar – EFPCs, os conhecidos fundos pensão que administram
praticamente 20% do PIB brasileiro, algo em torno de 500 bilhões
de reais. Recursos estes com origem nas contribuições individuais
dos participantes e assistidos e no aporte substancial de patrocinadoras.
Ao longo dos anos, a legislação sobre a administração
destas Entidades está sendo aperfeiçoada no sentido de assegurar
a estrita observação aos princípios de segurança,
rentabilidade, solvência, liquidez e transparência. As leis
complementares Nºs. 108 e 109, de 2001, definem a relação
entre a União, os Estados, o Distrito Federal, suas autarquias,
fundações, sociedades de economia mistas, outras entidades
públicas e suas respectivas entidades fechadas de previdência
complementar fechada [e] sobre o regime de previdência complementar.
Elas também definem e disciplinam a responsabilidade dos administradores
e conselheiros no exercício das suas funções como
pessoas físicas. A Resolução CGPC N0 13, de 2004,
estabelece os princípios, regras e práticas de governança,
gestão e controles internos a serem observados pelas EFPCs. A resolução
CMN Nº. 3792, de 2009, dispõe sobre as diretrizes de aplicação
dos recursos garantidores dos planos administrados por essas referidas
Entidades.
Estes são alguns destaques do marco legal sobre a gestão
dos investimentos que sinalizam claramente que as regras de decisão
sobre os investimentos devem ser transparentes e seguir padrões
éticos e morais elevados, fundamentos intangíveis, mas necessários
aos atos de gestão dos fundos de pensão em suplemento à
legislação positivada.
A visibilidade do papel dos fundos de pensão perante a
sociedade recai sobre a grandeza dos seus investimentos. O importante é
trazer para a operacionalidade o que está presente na legislação,
nos códigos de ética, nos conceitos e nos manuais de governança
corporativa. Nessa perspectiva a Ceres, um fundo de pensão multipatrocinado,
operacionaliza a sua política de Investimentos na direção
de torná-la transparente não somente para os seus dirigentes,
conselheiros, patrocinadores e participantes, numa visão da individualidade,
mas orientada para todo o sistema de previdência complementar, para
o mercado e para a sociedade.
A política de investimentos da Ceres aprovada pelo Conselho
Deliberativo estabelece claramente as necessidades de rentabilidade mínima,
representada pela meta atuarial para os Planos de Benefício Definido
(BD) ou o Índice de Referência para os Planos de Contribuição
Variável (CV), representada pela variação do INPC
+ Juros. Estabelece também que a gestão dos investimentos
deve ser efetuada considerando os princípios de segurança,
liquidez, solvência, ética e transparência e com base
em critérios que definem claramente as margens de tolerância
aos riscos e as restrições para os investimentos em diferentes
categorias de ativos.
Um dos grandes objetivos da citada política é assegurar
que o processo de gestão dos investimentos seja totalmente independente
da decisão de um gestor específico e que as estratégias
utilizadas na aplicação dos recursos valorizem as questões
ambientais, sociais e estimulem a governança corporativa. Para tanto,
o Conselho Deliberativo elaborou e aprovou uma sistemática inovadora,
trazendo para a operacionalização dos investimentos, conceitos
e princípios que estão na legislação, nos códigos
de ética e nos manuais de governança corporativa, sob a forma
de um novo Comitê de Investimentos.
A Ceres executa o processo de decisão dos seus investimentos,
de uma forma resumida, como segue:
1. O Regimento do Comitê de Investimento é elaborado e
aprovado pelo Conselho Deliberativo. Com isto, tem-se um regimento duradouro
e sustentável, onde princípios e ações não
são modificados conforme os interesses de Diretores ou Diretorias
que se sucedem, mas somente sob a tutela do citado Conselho Deliberativo;
2. O Comitê de Investimento é consultivo e não
pode ultrapassar os requisitos legais expressos no Estatuto da Ceres, onde
a responsabilidade pela execução das diretrizes da gestão
permanece sob o comando da Diretoria Executiva. Não se permite a
violação ao princípio da deliberação
de responsabilidades e nem da hierarquia das normas;
3. Ampliou-se a composição do Comitê de Investimentos
com a participação dos assistidos, das patrocinadoras e do
Conselho Deliberativo. Esse Comitê é constituído por
nove membros titulares, seis permanentes e três indicados. Os membros
permanentes são os três Diretores, o titular da gerência
de investimentos, o titular da gerência de controle e o Presidente
do Conselho Deliberativo da Ceres. Os membros indicados são: um
representante dos assistidos, indicado pela entidade que representa os
assistidos junto à Ceres, e dois representantes dos Comitês
Consultivos de Planos das Patrocinadoras sem representantes no Conselho
Deliberativo. Esses representam diretamente a base dos participantes da
Ceres junto às suas patrocinadoras. Ademais, privilegiou-se a meritocracia,
a qualificação e a profissionalização, pois
os membros indicados, os seus suplentes e o substituto eventual indicado
pelo Presidente do Conselho Deliberativo devem comprovar conhecimento e
experiência nas áreas financeira, de mercado de capitais e
de investimentos;
4. A transparência abrange todas as fases do processo de decisão
de investimento. O início do processo decisório compreende
uma etapa sensível e susceptível às pressões
dos grupos de interesses. Toda e qualquer proposta para compra, venda,
aluguel, empréstimo ou qualquer outra forma de gestão ou
de utilização de ativos de investimentos submetidas à
Ceres deve ser protocolada diretamente pelo interessado e/ou pelo remetente,
no dia de seu recebimento, em sistema de protocolo específico. Aqui
está definido o princípio da impessoalidade. Depois de protocoladas,
as propostas serão enviadas ao Diretor de Investimento que prepara
um resumo executivo e o submete ao Grupo de Análise Preliminar (GAP),
composto pelos três diretores, o gerente de controle e o de investimento
da Ceres. O papel desse Grupo é adequar estas propostas às
exigências da política de investimentos da Ceres aprovada
pelo Conselho Deliberativo. Desta forma, esse mesmo Conselho aprova e acompanha
a referida política. As propostas aceitas pelo GAP serão
encaminhadas à Gerência de Investimentos ou à Gerência
de Controle e, caso necessário, à Gerência Jurídica,
para a análise e preparo de relatório a ser submetido ao
Comitê de Investimentos para avaliação e deliberação.
Após a decisão desse Comitê, as referidas propostas
serão encaminhadas à Diretoria Executiva para a decisão
final. Essas propostas devem conter informações específicas
e detalhadas, incluindo análises técnicas, econômicas,
financeiras e conjunturais que demonstrem a viabilidade e a segurança
do investimento proposto;
5. As propostas de investimentos recebidas pela Ceres via e-mail, enviadas
diretamente pelo interessado e/ou remetente para o endereço protocolo.investimentos@ceres.org.br
serão impressas e protocoladas no dia de seu recebimento em sistema
de protocolo específico com a atribuição do número
seqüencial. Depois, serão encaminhadas imediatamente à
Secretária do GAP, com os devidos registros e disponibilizadas em
tempo real à Diretoria Executiva. Mais uma vez se realça
o princípio da impessoalidade e se possibilita a análise
dos investimentos oriundos de um número maior de ofertantes no contexto
do mercado.
Na Ceres a transparência no trato com os investimentos antecede
as fases do seu processo decisório no âmbito do Comitê
de Investimento, uma vez que a legislação vigente exige que
os fundos de pensão sejam auditados por uma auditoria externa e
independente, afora as auditorias das patrocinadoras. Após a seleção
por um processo licitatório, a auditoria externa selecionada é
submetida à decisão do Conselho Deliberativo para avaliação
e posterior contratação. O escopo da auditagem externa ampliou
as exigências das convencionais auditorias contábeis e de
controles, para abranger os princípios da governança, da
ética e da moral da gestão.
A Ceres não está sozinha e não é dona da
verdade absoluta. O seu objetivo é mostrar as suas experiências
aos seus pares, na perspectiva de fortalecer essa importante política
de previdência social. Nesse sentido, é inexorável
o aperfeiçoamento das práticas de investimentos dos fundos
de pensão, na direção dos fundamentos da ética,
da moral e do respeito à boa gestão dos recursos de terceiros,
como depositários fiéis de milhares de trabalhadores que
na fase laborial, sonharam com uma aposentadoria justa, segura e vitalícia
na melhor idade. (Dante Scolari e Manoel Moacir Costa Macêdo
- Ceres/AssPreviSite)
28.07 - Infraprev: Participantes
tiram dúvidas sobre Plano CV - Os participantes do Aeroporto
de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, tiveram a oportunidade de obter
mais informações sobre o Plano CV e de tirar suas dúvidas.
O gerente de Arrecadação e Cadastro do INFRAPREV, Marcelo
Cartaxo, fez uma palestra,em 15 de julho, no auditório do aeroporto.
A apresentação teve também uma abordagem para
os novos empregados que não são participantes. Marcelo Cartaxo
explanou sobre as vantagens de fazer parte do INFRAPREV, cujo plano de
benefícios tem a participação da Infraero. A Infraero
contribui junto com o empregado para a formação da aposentadoria.
Os atuais participantes puderam ter suas dúvidas esclarecidas
sobre benefícios, contribuição, institutos legais,
tributação entre outros assuntos.
Esta foi a segunda apresentação do INFRAPREV este ano
em um aeroporto. A primeira aconteceu em junho no Aeroporto do Galeão.
A idéia é fazer palestras nas outras unidade da Infraero.
(Infraprev/AssPreviSite)
27.07 - Ceres: De olho na despesa
administrativa - Uma das diretrizes organizacionais da Ceres é
a racionalização dos custos de gestão, por isso, o
custo operacional é assunto de monitoramento permanente na Ceres
e vem sendo reduzido em termos reais desde 1999.
As reduções são resultado da atualização
dos procedimentos administrativos e a colaboração dos empregados.
Segundo o Gerente Administrativo da Fundação, Elery Cavalcanti,
“trata-se de uma conduta consciente já incorporada à cultura
organizacional”.
Com a ajuda de uma consultoria especializada, a Fundação
firmou um novo contrato com a Embratel com base em tarifas reduzidas. Em
janeiro de 2010 as novas tarifas começaram a vigorar. Decorridos
quatro meses, a redução do custo de telefonia/internet da
Ceres é de cerca de R$ 23 mil, que corresponde a uma economia em
torno de 44%, já deduzido o custo da consultoria. (Ceres/AssPreviSite)
26.07 - Fundação CEEE:
Educação Previdenciária - Curso “Introdução
ao Mercado de Capitais”
Dentro do seu projeto de Educação Previdenciária,
a Fundação CEEE irá promover o curso “Introdução
ao Mercado de Capitais” para todos os seus
participantes e familiares. A iniciativa é uma versão
avançada do já tradicional curso de planejamento financeiro
e orçamento familiar promovido pela entidade
desde 2005. O professor, Economista Alfredo Meneghetti irá falar
sobre perfis de investimento (conservador, moderado, agressivo), a BOVESPA,
o que é um
home broker e sobre como montar uma reserva financeira. Este módulo
avançado é indicado para quem já participou do curso
de planejamento financeiro e
orçamento familiar ou que já possui algum conhecimento
prévio de finanças. O evento ocorre no dia 9 de agosto,
às 13h30min, no auditório do prédio sede da
Fundação CEEE. Inscrições gratuitas no
www.fundacaoceee.com.br
O Programa de Educação Previdenciária da Fundação
CEEE foi aprovado pela Superintendência Nacional de Previdência
Complementar – Previc no início de
2010. A aprovação vale para todos os oito planos administrados
pela entidade. Composto por 13 ações, o programa tem o objetivo
de proporcionar o
desenvolvimento de uma cultura voltada para o planejamento do futuro
e para a poupança de longo prazo. (Fundação
CEEE)
23.07 - Valia: Superávit dos
aposentados - Valia agenda reunião em setembro para discutir
superávit dos aposentados
Os aposentados da Vale, beneficiários de um fundo de pensão
com superávit no valor de R$ 1,6 bilhão, conseguiram autorização,
através da Superintendência Nacional de Previdência
Complementar (Previc), para que a Valia, administradora do fundo, reduza
o prazo para o pagamento. No entanto, a Valia afirma que a decisão
só será tomada após reunião prevista para o
dia 17 de setembro, o que contraria os aposentados.
Inicialmente, o benefício a que os aposentados têm direito
seria pago em 17 anos, mas, diante das manifestações dos
beneficiários, o prazo vai ser revisto. De acordo com o presidente
da Associação dos Aposentados e Pensionistas da Vale (Apecovale),
Antônio Vitor Ramalho, o patrimônio herdado pelos aposentados
tem de ser distribuído em tempo reduzido, já que a média
de idade dos beneficiários é de 65 anos e a cada ano morrem
centenas deles.
Ele mostrou os demonstrativos que a Valia precisa enviar anualmente
à Previc e que comprovam que em março de 2009 eram 17.243
os beneficiários do fundo de pensão. Já no mesmo mês
de 2010 o número caiu para 17.107, uma diferença de 136 aposentados
que faleceram à espera do benefício. No documento, também
consta a assinatura de diretores da Vale, demonstrando que a empresa tem
representação dentro da Valia, mesmo que ela seja uma entidade
que trata dos aposentados e pensionistas da companhia, administrando um
fundo que não pertence a eles e sim aos aposentados da empresa antes
da privatização.
Os aposentados acham que deveria ser realizada uma reunião extraordinária
para que se discuta o pagamento da trimestralidade retroativa e a manutenção
dos 25% do superávit, que é a porcentagem do valor total
que a Valia queria que fosse paga aos aposentados.
Para cobrar uma posição favorável da Valia, os
beneficiários pretendem organizar uma caravana de 25 ônibus,
15 saindo de Vitória e outros 10 sde Itabira, Minas Gerais, para
ir ao Rio de Janeiro no dia da reunião e ali dar um abraço
simbólico ao prédio da Vale.
Antônio Vitor conta ainda que 9.100 dos aposentados recebem menos
de R$ 1 mil mensalmente de benefício, realidade que poderia mudar
com o pagamento do superávit.
Os aposentados também questionam o fato de a Aposvale ser a
única entidade reconhecida pela Vale como representante dos participantes
assistidos e a inconformidade da maioria dos aposentados com a recente
mudança nos critérios de distribuição do superávit,
mantendo o percentual de 25% do valor total do benefício.
Dos aposentados antes da privatização da companhia, 150
têm mais de 90 anos, 1,5 mil têm mais de 80 e mais de 5 mil
têm mais de 70 anos. Cerca de 300 aposentados morrem todos os anos
e o benefício não é deixado para os herdeiros. A Valia
não concorda em passar o superávit para os herdeiros, como
querem os aposentados. (Lívia Francez - SéculoDiário)
22.07 - Visão Prev: Palestra
sobre planejamento financeiro - Entidade convida os participantes
e assistidos para mais uma palestra sobre planejamento financeiro
Para quem tem planos de ter um futuro tranqüilo e com qualidade
de vida, sabe o quanto é importante um planejamento financeiro.
Para falar sobre este tema em mais uma palestra organizada pela Visão
Prev, convidamos o palestrante Martin Casals Iglesias, Gerente de Educação
para Investidores do Banco Itaú com sólida experiência
no mercado financeiro.
A palestra será dividida em 3 etapas:
1ª - Introdução: Finanças comportamentais,
necessidade de equilíbrio financeiro e dificuldade de planejamento.
Processo de planejamento, elaboração de orçamento,
criação de reserva de emergência, preparação
para a aposentadoria e busca por objetivos específicos.
2ª - Estudo de casos inspirados nas questões de clientes,
veiculados no site do Itaú. (Link:
http://www.itau.com.br/itau/para_voce/investimentos/ind_fundos_opiniao.htm,
ver Finanças Pessoais).
3ª - Abertura para Perguntas
Data da Palestra: 28/07/2010
Horário: 13:30 h (Credenciamento) 14:00 h (Início da
Palestra com duração estimada de 2 h).
Onde: R Carolina Prado Penteado, 477 - Campinas - SP (Auditório
da Telefonica no prédio do Planalto)
As inscrições devem ser feitas exclusivamente através
da Central de Atendimento (0800.771.7738).
As vagas são limitadas, não perca tempo, reserve já
o seu lugar! (Visão Prev/AssPreviSite)
21.07 - Petros: Vida longa ao novo
canal - TV Petros - A partir da segunda-feira (dia 19), os participantes
contam com um novo canal de comunicação. A TV Petros foi
ao ar pela primeira vez no fim da manhã, para aproximar ainda mais
a Fundação de seus participantes e da sociedade, conforme
anunciou o presidente Wagner Pinheiro em pronunciamento realizado durante
a solenidade de lançamento no espaço cultural Oi Futuro,
no Rio de Janeiro. “É mais uma forma de prestar contas com mais
agilidade e chegar ao alcance, principalmente, das pessoas inscritas nos
planos menores. A web TV é marcante porque avança na forma
de fazer comunicação com os 133 mil participantes”, explicou
o executivo.
A nova ferramenta pode ser acessada aqui no portal e, entre outras
vantagens, permite a interatividade, além de contar com programas
exclusivamente elaborados para a Petros. Na avaliação do
diretor de Seguridade, Maurício Rubem, “trata-se de mais uma importante
ferramenta de relacionamento com os participantes e patrocinadores”. Com
a aproximação, segundo o dirigente, as duas partes poderão
compor a grade de programação para ampliar os já elevados
índices de satisfação em relação à
Petros.
Diretor da área Financeira e de Investimentos, Luis Carlos Afonso
se referiu à Fundação como uma “quarentona enxuta
e moderna, mostrando a capacidade de chegar próximo ao participante”.
Ele destacou a escolha do local para o lançamento da web TV, “que
possibilita acessibilidade à informação e maior transparência
da gestão”.
O diretor Newton Carneiro fez um discurso em tom de agradecimento aos
trabalhadores que viabilizaram o sucesso da empreitada e destacou a importância
do novo veículo para democratizar a informação. Aos
representantes das empresas, fundações e instituições
parceiras deixou uma mensagem especial, onde sublinhou que “o novo canal
é uma maneira de a Fundação estar mais próxima”.
A Diretoria Executiva rendeu uma homenagem especial ao saudoso Rio
Nogueira, atuário e estatístico responsável pelos
estudos técnicos que viabilizaram a criação da entidade
após nove anos de trabalho. Visivelmente emocionada, Julieta Daiub
(viúva de Nogueira) recebeu uma moeda comemorativa pelos 40 anos
da Petros das mãos do médico sanitarista Daphnis Souto –
mentor intelectual e um dos integrantes do grupo de trabalho que idealizou
a Fundação. A distinção foi cunhada pela Casa
da Moeda.
Ao final, algumas personalidades gravaram depoimentos parabenizando
a Petros, entre eles os ex-diretores da Fundação Ricardo
Malavazi e Sérgio Lyra; o presidente do banco Máxima Sérgio
Tabone; e o diretores da Funcef Antonio Bráulio de Carvalho e José
Carlos Alonso e a conselheira Fabiana Matheus, também do fundo de
pensão da Caixa. (Petros/AssPreviSite)
20.07 - Fioprev: Mudança na
Diretoria - A Diretoria Executiva do FioPrev informa a todos que
Halan Harlens não é mais diretor do Instituto. O matemático
foi aprovado no concurso público da RioPrevidência - Regime
Próprio de Previdência do Estado – e, por isso deixou de trabalhar
para o FioPrev.
Halan foi dispensado e, em seguida, será destituído do
cargo de Diretor pelo Conselho Deliberativo. O Superintendente Carlos Magno
irá acumular o cargo de Diretor de Previdência. Jacques Meyohas
segue como Diretor Administrativo e Financeiro.
“Apesar de lamentar a perda de um profissional como o Halan, desejo
muito sucesso profissional e pessoal para ele nesse novo desafio como servidor
público. Ele sempre agregou muito valor à nossa equipe, foram
12 anos de dedicação assídua ao FioPrev. O mercado
segue contando com um profissional ético e dedicado”, afirma o superintendente
Carlos Magno. (Fioprev/AssPreviSite)
19.07 - Previ: Você sabe quantos
somos? - Ao investir na PREVI, você investe em melhor qualidade
de vida no futuro para você e sua família. Isso também
pode se refletir em viver mais e melhor, de acordo com os hábitos
de vida de cada um. O Plano 1, por exemplo, possui cinco aposentados com
idade entre 100 e 104 anos. Em compensação, a menor faixa
etária de participantes ativos e aposentados é de 35 a 39
anos. A razão é simples, o Plano está fechado desde
dezembro de 1997. Desde então, todos os novos participantes fazem
parte do PREVI Futuro, que reúne exatamente na faixa etária
de 25 a 34 anos o maior número de ativos.
Em cerca de doze anos de existência, o PREVI Futuro reúne
61.070 participantes. Desse total, 55.613 estão em atividade no
Banco do Brasil e 5.128 ativos externos, ou seja, aqueles que saíram
do Banco, mas mantiveram vínculo com a PREVI. Outros 89 estão
aposentados e quatro são aposentados externos. O Plano possui ainda
236 pensionistas.
O Plano 1 terminou o primeiro semestre com 120.505 participantes. Desse
total, 33.182 são empregados do Banco do Brasil, enquanto 904 são
ativos externos, que romperam o vínculo empregatício, mas
continuam filiados à PREVI. Estão como beneficiários
de aposentadoria 64.161 associados, além de 3.475 aposentados externos.
Os pensionistas totalizam 18.783 pessoas. (Previ/AssPreviSite)
16.07 - Metrus: Novos membros no
Comitê de Gestão - Tomaram posse no último
dia 8 de julho, no auditório do Metrus, dois novos integrantes do
Comitê de Gestão do Metrus Saúde: representando o Sindicato
dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários de São
Paulo (STETMSP), Manuel Xavier Lemos Filho (à direita na foto),
e, representando a Gerência de Relacionamento do Metrus, Maurício
de Souza Pereira. Os membros foram indicados e as duas novas posições
do Comitê foram ratificadas pelo Conselho Deliberativo.
(Metrus/AssPreviSite)
15.07 - Previ: Participação
nas maiores empresas do país - O balanço consolidado
das 500 maiores empresas atuantes no país, segundo a 37º edição
da especial Melhores e Maiores, da Revista Exame, mostra que apesar da
queda nas vendas totais, em comparação a 2008, e também
da queda da exportação, as empresas fecharam o ano com lucro
19,7% maior que o ano anterior, além de maior rentabilidade e mais
empregados. A boa performance é resultado da ampliação
da margem das vendas e redução das dívidas em 2009.
A gigante Petrobras, quarta maior empresa em valor de mercado das Américas,
responsável sozinha por 6,5% do PIB brasileiro, lidera o ranking
de maior empresa do país desde a primeira edição de
Melhores e Maiores, em 1974. Nesta edição, apareceu em primeiro
lugar em seis rankings: das dez maiores empresas com maior receita líquida;
das dez com maior lucro; daquelas que pagam mais salários; das que
pagam mais impostos; daquelas que mais exportam, e das dez que mais criaram
riqueza. A PREVI possui 3,19% de participação na Petrobras.
Papéis da empresa fazem parte do portifólio de ações
da carteira de investimento do Plano 1 e do PREVI Futuro.
Maiores grupos
Melhores e Maiores trouxe, também, o perfil completo dos 200
maiores grupos privados com atuação no Brasil, que faturaram
juntos 899 bilhões de dólares em 2009. Na lista, importantes
participadas da PREVI. O maior lucro do ano, de 5,9 bilhões de dólares,
foi da mineradora Vale, terceiro maior grupo privado brasileiro, mesmo
com queda na receita em 2009. Com 68 bilhões de dólares,
o Itausa foi o campeão em receita, seguido por Bradesco, Vale, Telemar
Participações e Ambev (Destaque do Ano como recordista em
vendas do setor de bens de consumo). Todos os grupos listados têm
participação da PREVI.
Globalizadas
Entre as 20 empresas brasileiras mais internacionalizadas, segundo
número de países em que mantêm subsidiárias,
sete são participadas da PREVI. A primeira da lista é a mineradora
Vale, seguida por Petrobras e Banco do Brasil. As outras quatro empresas
são: WEG (5º lugar); Brasil Foods (6º); Gerdau (10º)
e Randon (13º).
Maiores do mundo
Outro importante ranking divulgado nesta semana foi o da Revista americana
Fortune. A publicação, que lista as 500 maiores empresas
do mundo, trouxe o nome de sete empresas brasileiras, entre elas, seis
participadas da PREVI. Mais uma vez, a brasileira Petrobrás teve
a melhor posição entre as empresas brasileiras listadas (54º).
As outras colocadas foram: Itausa (117º); Banco Bradesco (135º);
Banco do Brasil (148º); Vale (363º), e Ultrapar (471º).
O primeiro lugar do ranking ficou com a varejista Walmart.
Para ver a lista completa de empresas nas quais a PREVI possui participação,
clique na aba Investimentos, no menu superior da página principal
do site, clique em Governança e, na barra lateral esquerda, acesse
Empresas Participadas. (Previ/AssPreviSite)
14.07 - Forluz: Educação
Previdenciária - Experiências - Forluz e CBS expõem
suas ações de conscientização
Dois programas de educação financeira e previdenciária
foram expostos na última reunião do GPFP. As experiências,
reconhecidas como modelos no setor, foram relatadas por dirigentes da Forluz,
entidade dos empregados da Companhia Energética de Minas Gerais,
e da CBS, da Companhia Siderúrgica Nacional, sediada no Estado do
Rio de Janeiro.
De início, Wilson Geraldo Silva, gerente de previdência
e atuária da Forluz, salienta que a educação previdenciária
não deve ser tratada como um meio para a dispensa da distribuição
do relatório anual impresso. “A Forluz foi uma das primeiras Entidades
a obter o benefício, já em 2009”, afi rma. “Mas esse é
um estímulo menor, porque um bom programa de educação
custa mais que isso.”
O principal motivo encontra-se na ampliação do conhecimento
dos participantes, para que eles façam as melhores escolhas no caminho
de uma boa aposentadoria. A Forluz tem 26 mil participantes, com patrimônio
total de mais de R$ 8,5 bilhões. O plano de contribuição
variável da Forluz oferece quatro perfi s de investimentos, cinco
percentuais de contribuição básica e três modalidades
de aposentadoria.
A Entidade tem o desafi o de se comunicar com uma diversidade de participantes,
espalhados pelo Estado de Minas Gerais. E, em sua experiência, tirou
lições podem ser aproveitadas por todos.
A questão fundamental consiste em despertar o interesse do próprio
participante. “Temos de conscientizar o público de que suas escolhas
atuais terão refl exo em seu benefício e em sua qualidade
de vida futura”, diz Wilson. “O participante precisa querer ser educado.”
Em suas ações, a Forluz visa atingir os participantes
ativos e assistidos, os empregados da Entidade e seus familiares. “Envolver
a família é muito importante para que a administração
do orçamento e a mudança de hábitos comecem em casa.”
No último Dia das Crianças, por exemplo, a comemoração
incluiu a peça infantil “A cigarra e as formigas”, transposta para
o ambiente previdenciário.
A Entidade utiliza os meios de comunicação impressos
e eletrônicos, como site, jornal, e-mail, chat e c oluna fixa no
jornal da patrocinadora. Ministra palestras no Programa de Preparação
para a Aposentadoria, promove um evento anual de prestação
de contas e realiza uma campanha anual de alteração de perfi
l de investimentos.
“Esse negócio de comunicação é complicado”,
reconhece Wilson. “Nada melhor do que uma conversa cara a cara.” Diante
da difi culdade de reunir pessoas, eles procuram incluir a educação
fi nanceira também nos eventos da patrocinadora.
Como saber se seu programa atinge os objetivos proposto? Um sistema
de monitoramento das ações é exigido pela Previc.
“É difícil medir os resultados”, diz Wilson. “O programa
é de longo prazo.” De imediato, o dirigente da Forluz apontou ações
como chats pela internet e questionários após os eventos
para medir a satisfação dos participantes.
“Esse é um trabalho de formiguinha, tem de ser duradouro”, recomenda
Wilson. “Junte todas as suas ações, procure fazer da melhor
forma possível e peça o reconhecimento para a Previc.“
Participação da comunidade
A CBS leva a educação financeira para fora dos muros
da empresa
O programa de educação financeira e previdenciária
da CBS, fundo de pensão dos empregados da CSN, abrange também
a cidade de Volta Redonda, onde está sediada a patrocinadora. Ações
para a comunidade, em creches e universidades, são um dos pilares
de sua programação.
“Nós, os fundos de pensão, temos o papel social de fomentadores
da cultura previdenciária”, dizem Ricardo Esch e Wlader Lúcio
Lima, respectivamente diretor fi nanceiro e gerente de relacionamento da
Entidade. Os dirigentes contam que aproveitam todas as oportunidades que
surgem, por exemplo falar na rádio local. “É empreendedorismo
mesmo.”
Na questão do monitoramento, eles recomendam manter evidências
de todas as ações realizadas, como listas de presença,
fotos, cartazes e pesquisas de opinião.
Um dos presentes ao encontro do GPFP perguntou sobre a forma de custear
esse tipo de ação. Os representantes da CBS buscam parcerias,
por exemplo com gestores de recursos, para bancar viagens, palestrantes
e materiais. “O programa tem muito de idealismo”, reconhecem. “O importante
é continuar sendo persistentes.”
Fonte: GPFP Notícias (Forluz/AssPreviSite)
13.07 - VisãoPrev: Palestra
sobre Finanças Comportamentais - Em mais uma das ações
do Programa Visão Educa, a Visão Prev convidou os participantes,
não participantes e os assistidos da Telefônica para mais
uma palestra sobre finanças.
O evento aconteceu no dia 07/07, no Auditório da Telefônica
e teve como tema: “finanças comportamentais”, abordado pelo palestrante
Aquiles Mosca, Superintendente do Grupo Santander, banco no qual, parte
dos recursos financeiros da Entidade está investido.
Aquiles Mosca já publicou os livros Investimento Sob Medida
e Finanças Comportamentais e escreve para o Valor Econômico
e Gazeta Mercantil.
A palestra foi bem percebida pelos participantes e passou mensagens
para reflexão, como: “até que ponto sofremos com a interferência
do comportamento humano e da sociedade em nossas decisões financeiras”;
ou “você conhece o seu próprio perfil pessoal para saber
como e onde investir”?
Durante todo este ano, novas palestras serão ministradas, em
vários locais estratégicos, pois o objetivo da Entidade é
que o maior número possível de participantes, assistidos
ou não participantes sejam atingidos nas ações do
Programa Visão Educa.
Nas próximas semanas será divulgada a programação
de todas as palestras e dos plantões de dúvidas, para que
todos possam se programar e participar. (Visão Prev/AssPreviSite)
12.07 - Fundação Corsan:
Troféu Prata do Prêmio Qualidade RS - O caminho em
busca da excelência nos seus serviços, trilhado pela Fundação
Corsan há pelo menos oito anos, obteve esta semana mais uma importante
conquista, que vai deixar marcas em sua história: o reconhecimento
pelo Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP) com o Troféu
Prata do Prêmio Qualidade RS.
Resultado de um trabalho em equipe, realizado por seus gestores e corpo
funcional, o prêmio demonstra o constante avanço nos processos
administrativos da instituição, que já acumula prêmios
desde o ingresso no Programa, em 2002: recebeu a Medalha Bronze em 2005,
depois o Troféu Bronze em 2008 e 2009.
A cerimônia de entrega da premiação já está
agendada. Acontece no próximo dia 20, no centro de eventos da Fiergs,
em Porto Alegre, a partir das 19h (Av. Assis Brasil, 8787).
(Fundação Corsan)
08.07 - Petros: Alteração
na Política de Investimentos - A Diretoria Executiva da
Petros, através de proposta do presidente Wagner Pinheiro, apresentou
alteração na Política de Investimentos 2010/2014,
aprovada pelo Conselho Deliberativo. Os conselheiros aprovaram, em 17 de
junho, a inclusão do texto que determina que “a partir de 17/06/2010,
todo e qualquer investimento dos Planos da Fundação, que
exijam desencaixe superior a 1% (um por cento) do total de investimentos
da Fundação, deverão ser submetidos à aprovação
do Conselho Deliberativo”.
Além dos Comitês Gestores dos Planos de Contribuição
Definida (CD) e Variável (CV), a Petros também conta com
o Comitê de Investimentos (Comin) que é coordenado pela Diretoria
Financeira e de Investimentos. O Comin é composto por representantes
da Petrobras, da BR Distribuidora, dos participantes e por gerentes executivos
da Fundação.
A Política de Investimentos, aprovada na última reunião
do Conselho Deliberativo de cada ano, traz detalhes sobre a alocação
global dos investimentos e é enviada, em dezembro, a todos os participantes
da Petros e disponibilizada no Portal. (Petros/AssPreviSite)
07.07 - Real Grandeza: Antecipação
do Abono Anual - A Real Grandeza efetuará no próximo
dia 29 o pagamento da parcela correspondente a 40% do Abono Anual aos seus
Assistidos.
O pagamento seguirá os mesmos padrões adotados em 2009,
ou
seja, o adiantamento de 40% do valor do Abono Anual no dia 29 de julho
e o desconto da mesma quantia em novembro, mês de pagamento do valor
integral do benefício. (Real Grandeza/AssPreviSite)
06.07 - Petros: Evento dos 40 anos
- Evento no Theatro Municipal marca a passagem dos 40 anos
No dia 2 de julho, um evento no Theatro Municipal do Rio de Janeiro,
um dos maiores símbolos da cultura brasileira, coroou as comemorações
pelos 40 anos da Petros. Milhares de participantes, empregados da Petros,
dirigentes de fundos de pensão, empresários e autoridades
prestigiaram o discurso de abertura do presidente da Petros, Wagner Pinheiro,
que agradeceu ao alto comando da Petrobras pelo empenho em buscar soluções
para os problemas da Fundação, nos últimos sete anos.
O público presenciou uma das mais belas apresentações
da Orquestra Choral Petrobras e dos corais da companhia, no Rio de Janeiro,
e da Petros. Sob a regência do maestro José Machado Neto,
mesclaram um repertório entre o popular e o erudito e foram efusivamente
aplaudidos de pé.
Para encerrar com chave de ouro, o cantor Paulinho da Viola brindou
o público com sucessos eternizados por ele e outros mestres da MPB
como Cartola, Lupicinio Rodrigues e Monarco - este último fez uma
apresentação especial no show. Muito simpático, o
Príncipe do Samba lembrou histórias da carreira e emocionou
seus súditos da plateia com a riqueza melódica de suas composições.
O ponto alto da noite foi a apresentação de Um rio que passou
em minha vida, juntamente com os corais e a orquestra – uma parceria para
entrar nos anais da Fundação.
Mas o reino da Petros não seria o mesmo sem o trabalho majestoso
de um grupo de abnegados pioneiros que tiveram a ideia de instituir o conceito
de previdência complementar dentro do Sistema Petrobras. Por isso,
o médico sanitarista Daphnis Souto foi laureado com uma moeda comemorativa
pelos 40 anos da Petros, cunhada pela Casa da Moeda. Com mais de 60 anos
dedicados à profissão, Daphnis agradeceu a homenagem surpresa,
e destacou o papel de outros personagens nesta trajetória. Disse
ainda ter “a sensação de dever cumprido” pelo conjunto de
suas realizações ao longo deste período. O presidente
Wagner Pinheiro lembrou também do empenho fundamental do matemático
e atuário Rio Nogueira, considerado o “cérebro” da Petros.
O diretor presidente do Banco Bradesco - patrocinador do evento -, Luiz
Carlos Trabuco Cappi, falou da importância da previdência complementar
para o desenvolvimento econômico e social brasileiro.
Os empregados da Petros que completaram 10, 20 e 30 anos de serviços
dedicados à Fundação foram homenageados e o presidente
Wagner Pinheiro aproveitou o momento para agradecer o empenho e a dedicação
destes trabalhadores que “garantem a solidez impressa pela Petros no mercado
nacional de previdência complementar”.
Pela manhã, a realização de um culto ecumênico
deu inicio ao calendário das atividades alusivas à data.
A solenidade reuniu o pluralismo de seis doutrinas religiosas (católica,
messiânica, espírita, afro-brasileira, judaica e evangélica).
Seus representantes levaram mensagens de reflexão e fé ao
público, procurando criar uma atmosfera ainda mais favorável
para os próximos anos. O tom musical da celebração
ficou a cargo do Coral da Petros, que apresentou um repertório de
músicas sacras. (Petros/AssPreviSite)
05.07 - Previ: Nova
gestão apostará em imóveis e varejo - Presidente
do fundo de pensão do BB diz que investirá R$ 3 bi no setor
imobiliário até 2016 e que vai mirar nova classe média
do país
O presidente da Previ, Ricardo Flores, 46, diz que investirá
R$ 3 bilhões na aquisição de imóveis até
2016, em sua primeira entrevista exclusiva após assumir o comando
do fundo de pensão do Banco do Brasil, em junho, no lugar de Sérgio
Rosa.
O foco será em shopping centers e prédios comerciais
de "alto padrão", afirma. A Previ tem R$ 4 bilhões em imóveis
-o que corresponde a 2,8% dos seus R$ 142 bilhões de patrimônio.
Entre as prioridades da nova gestão, ele revela o aumento da
participação em grandes redes de varejo: "Existem oportunidades
de ganho com o aumento do poder de compra, em especial das classes C e
D".
Flores rejeita vender o excedente do fundo em ações da
Vale. Pela lei, a Previ não pode ter mais de 10% do capital em uma
empresa. Hoje, 15% dos ativos estão na Vale.
O executivo diz conversar com a Previc, órgão regulador
federal dos fundos, para fazer um ajuste até 2014.
Moderado, o ex-vice-presidente crédito do BB evita endossar
as críticas do presidente Lula, feitas à Vale durante a crise.
Afirma que ele e seus colegas enxergaram "mais as oportunidades do que
as ameaças", mas ressalva que "o respeito aos acionistas é
fundamental".
Quanto à participação da Previ na usina de Belo
Monte (PA), prioridade do governo Lula no setor enérgico, o executivo
diz que "estuda a viabilidade e o retorno do projeto para eventualmente
decidir se vai participar".
Folha - Quais as prioridades na nova gestão da Previ?
Ricardo Flores - Dar continuidade ao trabalho que foi feito, um trabalho
legal. Queremos agora enfatizar prioridades dentro do bom momento que vive
o país. O mundo procura o Brasil. Vamos aproveitar as oportunidades
para garantir o nosso principal compromisso, que é pagar benefícios
para os atuais e futuros beneficiados. A Previ paga cerca de R$ 6 bilhões
em benefícios.
Há alguma área da economia que priorizará?
Ampliar a participação no comércio varejista.
Existem oportunidades de ganho. O aumento do poder de compra, em especial
das classes C e D, eleva significativamente a atratividade do país
para investidores nacionais e internacionais.
Pode citar uma empresa específica?
Estamos estudando. Mas é uma decisão investir mais no
varejo.
O que pode ser diferente na sua gestão?
O grande guarda-chuva da infraestrutura. Concessões de estradas,
petróleo e gás, comunicação, energia. Enxergamos
belas oportunidades de investimento.
Pode apontar um negócio concreto?
Estamos estudando. Para o Brasil continuar a crescer de forma consistente,
são necessários investimentos em infraestrutura. A Copa do
Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 reforçam isso.
A Previ tem mais de 10% dos seus ativos na Vale. Pela lei, não
poderia estar acima desse percentual. O sr. pretende vender esse excedente?
Não está na ordem do dia. Temos até 2014 para
nos ajustar. Estamos conversando com o órgão regulador, que
é a Previc, buscando alternativas e um entendimento melhor dessa
norma.
O sr. quer manter os investimentos na Vale?
Não trabalhamos [com a possibilidade] de venda de ações
da Vale. É uma importante empresa nacional.
Eike Batista fez uma proposta ao Bradesco pela fatia do banco na Vale
e também procurou fundos de pensão. O empresário procurou
a sua gestão com esse interesse?
Não houve contato.
Na crise, o presidente Lula fez críticas à gestão
do presidente da Vale, Roger Agnelli, que anunciou cortes de investimentos
e demissões. É legítimo o presidente fazer esse tipo
de pressão sobre uma empresa privada?
Não vejo como interferência [de Lula] ou [intenção
de] querer gerir a empresa. A Vale é uma grande empresa, com reflexos
no Brasil e no exterior. Vejo com naturalidade a preocupação
do presidente da República, tendo em vista a relevância da
Vale.
O sr. foi vice-presidente de crédito do BB, quando o banco aplicou
uma política de crédito agressiva e ganhou mercado, na contramão
da iniciativa privada, que pisou no freio. Tudo indica que o sr. colocará
o pé no acelerador. Se estivesse na Vale no lugar de Agnelli, pisaria
no freio ou no acelerador?
O Banco do Brasil soube aproveitar muito bem as oportunidades que a
crise ofereceu. No caso do banco, tínhamos o entendimento de que
a crise não seria tão longa e que o Brasil sairia dela com
maior rapidez. Não tenho como avaliar se a decisão da Vale
foi acertada ou não. Entendo que o respeito aos acionistas é
fundamental, cumprido sempre o dever de lealdade com a companhia, mas enxergando
o ambiente político, econômico e social ao qual a Vale ou
outra empresa está sujeita.
Essa decisão aconteceu após troca de comando no BB por
insatisfação do governo com a gestão anterior.
Houve troca e substituições de vice-presidentes. Essa
equipe entendeu que deveria tocar o banco enxergando mais as oportunidades
do que as ameaças. Foi uma decisão acertada. O banco apresentou
em dezembro o maior lucro de sua história, recuperou a liderança
em ativos e tem a menor inadimplência comparado com os concorrentes.
O sr. não considerou ingerência do BB sobre a Previ, quando
o vice-presidente do BB Robson Rocha afirmou que conselheiros da Previ
deveriam apresentar produtos do banco em empresas privadas em que são
conselheiros?
Não vi como ingerência. Ele quis passar o entendimento
de que, se houver condições iguais de produto, por que não
os conselheiros indicados pela Previ argumentarem que se faça negócio
com o BB? Entretanto, a minha posição é de que o dever
de lealdade do conselheiro é com a companhia. Não é
função do conselheiro indicar este ou aquele banco.
O sr. não gostou da manifestação de Rocha...
Não é a função do conselheiro.
Já teve algum encontro com o presidente Lula para ouvir em qual
linha atuar?
A prerrogativa de indicar o presidente da Previ é estatutariamente
do BB. O nome foi referendado pelo conselho da Previ. Não tive contato
com o presidente sobre os planos da Previ. Vejo com naturalidade uma conversa
com o presidente da República ou outras lideranças técnicas
do Brasil, se ocorrer.
E com a ex-ministra Dilma Rousseff?
Não.
A Previ vai ampliar sua participação em grandes empresas
nacionais, em operações como fez com a Embraer e a Brazil
Foods (resultado da fusão Perdigão-Sadia)?
É uma boa lógica. O Brasil vive um momento especial e
as suas empresas buscam fortemente uma internacionalização.
O que a Previ puder fazer para tornar as empresas nacionais mais robustas
e globais é uma boa lógica. Sempre entendendo que deve respeitar
os limites legais para investimento e a rentabilidade para o fundo.
Em quais setores?
O setor de energia elétrica pode ser melhor pensado. O setor
de produtos alimentícios pode passar por uma melhor consolidação.
[Também] o setor varejista. Mas temos de ter preocupação
de não consolidar concentrando e, com isso, gerar graus ruins de
dependência.
A Previ participará de Belo Monte? Nos bastidores, o Palácio
do Planalto estimula a Previ...
A Previ não participou do leilão diretamente. As empresas
que perderam não podem participar. Estamos estudando a rentabilidade
e a viabilidade do projeto, para eventualmente decidir.
De que forma será a eventual participação?
A Neoenergia e a Vale, por terem participado do leilão, já
não podem. Estamos buscando alternativas que respeitem a legislação
e que tragam uma boa remuneração para a Previ.
A Previ vai vender o terreno do hospital Umberto Primo, em São
Paulo?
Há questões relacionadas que estão sujeitas a
sigilo. Há a decisão de vender o imóvel para a proposta
que trouxer o melhor retorno.
A Previ está interessada em comprar imóveis em SP?
Não posso falar deste ou daquele imóvel, mas há
um interesse da Previ em crescer em ativos na área imobiliária,
particularmente em prédios comerciais e em shoppings, desde que
bem localizados e modernos.
Vai investir em shoppings a serem construídos?
No segmento de imóveis, o foco está em shopping centers
e em empreendimentos comerciais de alto padrão. Esse tipo de ativo
propicia excelente rentabilidade. A previsão é aumentar de
2,8% para 5% do total dos nossos investimentos em imóveis, até
2016. Ao longo desse período, será um aporte de cerca de
R$ 3 bilhões, já que a Previ tem R$ 4 bilhões aplicados
em empreendimentos imobiliários. Nossos investimentos estão
concentrados em São Paulo, Rio e Brasília. Mas podemos ampliar
investimentos para outras localidades, por meio de compras e de fundos
imobiliários.
PERFIL
Presidente da Previ começou no BB aos 14 anos
O economista pernambucano Ricardo José da Costa Flores, 46,
assumiu a presidência da Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários
do Banco do Brasil) no mês passado.
Começou a trabalhar no banco aos 14 anos, como menor-aprendiz.
Fez pós-graduação em projetos de investimentos (FGV)
e dois MBAs na USP.
Até maio, respondia pela vice-presidência de crédito,
controladoria e risco global do banco. De perfil moderado, o preferido
do presidente Lula para o cargo é cuidadoso em suas afirmações
e tem bom trânsito político.
Durante sua gestão na área de crédito, o banco
ampliou o volume de empréstimos, como queria Lula.
Em 2009, o BB obteve o maior lucro de sua história, de R$ 10,2
bilhões. (MARIA CRISTINA FRIAS e KENNEDY ALENCAR - Folha
de S.Paulo)
02.07 - Petros completa 40 anos
- O segundo maior fundo de pensão brasileiro completou, ontem,
dia 1º, quatro décadas. Com um patrimônio de 50 bilhões
e mais de 130 mil participantes, a Petros comemora também a posição
de maior fundo de pensão multipatrocinado do País e muitas
outras conquistas.
Para marcar a data, a Fundação realiza uma série
de eventos. Um culto ecumênico reuniu, ontem, os empregados para
um momento de oração. Hoje, as comemorações
acontecem no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Os participantes, empregados
e parceiros que participarão da festa terão o privilégio
de apreciar a bela arquitetura do Theatro recentemente reformado. No domingo,
a tradicional Corrida Rústica da Petros, que acontece no Aterro
do Flamengo e está em sua décima edição, dá
continuidade às festividades. (Petros/AssPreviSite)
01.07 - Banesprev: Optantes pelo
Autopatrocínio ou BPD - A Entidade informa que a cobrança
referente ao mês de julho para o Plano III ocorrerá em 30.07.2010
e para os planos I, II e IV ocorrerá em 02.08.2010. Os novos termos
de opção que chegarem ao Setor de Contribuições
até 15.07.2010 terão sua cobrança ainda na data mencionada,
os demais pedidos somente entrarão na cobrança do mês
de agosto de 2010.
Informa também que solicitações com opção
de pagamento por boleto bancário ou qualquer outro evento dos participantes
que possuem cobrança por boleto bancário serão aceitas
até 08.07.2010.
Solicitações de Resgate:
O Banesprev aproveita para informar que os pagamentos de resgates,
referentes ao mês de julho, serão pagos em 29.07.2010, para
as solicitações que chegarem ao Setor de Contribuições
até 15.07.2010.
Lembra ainda que para casos com data de rescisão contratual
em julho, qualquer que seja a opção efetuada, a mesma será
processada no final do mês subseqüente, ou seja, no final de
agosto de 2010. (Banesprev/AssPreviSite)
30.06 - VisãoPrev: Lançamento
do Programa Visão Educa - Nos dias 30/06 (Auditório
da Telefônica) e 01/07 (Teatro Vivo), participantes e assistidos
foram convidados a participarem de um grande evento, o lançamento
do Programa de Educação Previdenciária e Financeira
da Visão Prev.
O evento contará com a participação do palestrante
Gustavo Cerbasi (especialista em finanças pessoais) de representantes
das patrocinadoras, como diretoras executivas de RH e presidente do Conselho
Deliberativo, presidente da Visão Prev e coordenadora geral da Previc
(Superintendência Nacional de Previdência Complementar).
O objetivo principal deste programa é levar informações,
instruções e orientações sobre aspectos financeiros
e previdenciários aos participantes, assistidos, incluindo os seus
familiares.
Esta é apenas uma das ações do Visão Educa,
que trará uma série de novidades pela frente, como cartilha
financeira e previdenciária, um blog exclusivo, novas palestras,
plantões de dúvidas, entre outras.
A Visão Prev espera assim contribuir para um futuro melhor de
todos os seus participantes e assistidos! (VisãoPrev/AssPreviSite)
29.06 - Fundação CEEE:
Participantes elegem novos dirigentes - Com transparência,
organização e recorde de votantes, a Fundação
CEEE encerrou, no dia 21 de junho, o processo eleitoral de 2010 que definiu
os dirigentes
escolhidos pelos participantes. Foram eleitos dois conselheiros deliberativos,
um conselheiro fiscal, seus respectivos suplentes e um diretor. A Fundação
computou
7.905 votos, totalizando mais de 56% de participação.
A metodologia utilizada pela Fundação, realizando as eleições
exclusivamente por correspondência, trouxe
mais comodidade para o participante votar e ofereceu total segurança
para que o voto fosse secreto. Cada participante recebeu em seu endereço
cadastrado na
Fundação as informações sobre a forma de
votação, prazo, instruções, cédula e
um envelope especial para retorno com porte pago. Gerson Gonçalves
da Silva
(4.451 votos) e Jorge Eduardo Saraiva Bastos (4.389 votos) foram eleitos
para compor o Conselho Deliberativo. Cláudio Canalis Goulart, com
4.484 votos foi
eleito para o Conselho Fiscal. Manuel Antonio Ribeiro Valente foi eleito
com 4.686 votos e continuará na Diretoria Executiva da entidade.
O edital com os
resultados das eleições será publicado na imprensa
após homologação pelo Conselho Deliberativo.
(Fundação CEEE/AssPreviSite)
28.06 - Fundação Copel:
Concessão de Empréstimo com nova regra - A regra
que trata do aval foi alterada, com vigência a partir deste 1º
de julho. A mudança visa facilitar a concessão e renegociação
dos empréstimos.
Informamos que o item 8.5 do Regulamento de Empréstimo Pessoal
foi alterado na 159ª Reunião Extraordinária do Conselho
Deliberativo, realizada em 24 de junho de 2010, na sede da Fundação
Copel, passando a ter a seguinte redação:
- 8.5 No caso do(s) avalista(s) falecer(em), perder(em) a condição
de participante(s) ou se desvincular(em) do quadro de pessoal da Patrocinadora,
o tomador deverá providenciar a sua substituição no
prazo máximo de 30 (trinta) dias, exceto quando o avalista se tornar
assistido da FUNDAÇÃO COPEL. Caso contrário será
exigido do tomador e/ou avalista subsistente, quando houver, a liquidação
total antecipada do saldo devedor do Empréstimo.
Os PARTICIPANTES ATIVOS que se tornarem assistidos da FUNDAÇÃO
COPEL serão mantidos como avalistas dos empréstimos que avalizaram,
até o término do contrato de empréstimo. Caso o mutuário
deseje renegociar o empréstimo, deverá apresentar novo avalista."
A alteração será válida a partir de primeiro
de julho de 2010. (Fundação Copel/AssPreviSite)
25.06 - Previ: Aposentados são
quase o dobro dos ativos - Dos 101.814 inscritos no Plano 1 em
maio, os participantes ativos eram 34.191, enquanto os que recebem benefício
da PREVI totalizavam 67.623. Isso é natural, e o número de
aposentados só deve aumentar, já que o Plano está
fechado, ou seja, não aceita novas inscrições. O Plano
1 reúne funcionários do Banco do Brasil que ingressaram até
dezembro de 1997. Após essa data, quem entra no BB tem a opção
de se filiar ao PREVI Futuro.
Em relação aos 34.191 participantes ativos, há
uma outra proporção de dois para um: os homens são
duas vezes o número de mulheres. Os filiados do sexo masculino são
22.999, enquanto as mulheres são 11.192 (Previ/AssPreviSite)
24.06 - Serpros: Participação
do Seminário promovido pela Previc - No dia 14 de junho
a Gerente da Divisão de Atendimento ao Participante Valéria
Borsari e a Analista de Atendimento, Fabianna Fontenele, representaram
o SERPROS no Seminário promovido pela Superintendência Nacional
de Previdência Complementar - PREVIC, em Brasília, para debater
o tema Educação Financeira e Previdenciária juntamente
com outras entidades fechadas de previdência complementar (EFPC).
Valéria relatou que a iniciativa da PREVIC foi muito elogiada
por ser considerada de grande importância para a disseminação
do conhecimento em previdência e que aliada a Educação
Financeira permitirá aos cidadãos maior segurança
financeira e com isso, obter qualidade de vida em todas as fases, principalmente
após o período laboral.
O SERPROS faz parte de um grupo de Entidades que estão desenvolvendo
projetos de Educação Previdenciária e Financeira para
disseminação de conhecimento entre seus participantes. Das
Entidades, treze já tiveram seus projetos aprovados pela PREVIC,
e o SERPROS está empenhado nesse processo. (Serpros/AssPreviSite)
23.06 - Fundação CEEE:
resultado das eleições 2010 - Com transparência,
organização e recorde de votantes, a Fundação
CEEE encerrou, no dia 21 de junho, o processo eleitoral de 2010 que definiu
os dirigentes escolhidos pelos participantes. Foram eleitos dois conselheiros
deliberativos, um conselheiro fiscal, seus respectivos suplentes e um diretor.
A Fundação computou 7905 votos, totalizando mais de 56% de
participação. A metodologia utilizada pela Fundação,
realizando as eleições exclusivamente por correspondência,
trouxe mais comodidade para o participante votar e ofereceu total segurança
para que o voto fosse secreto. Cada participante recebeu em seu endereço
cadastrado na Fundação, as informações sobre
a forma de votação, prazo, instruções, cédula
e um envelope especial para retorno com porte pago. O edital com os resultados
das eleições será publicado na imprensa após
homologação pelo Conselho Deliberativo.
A Fundação CEEE é um dos maiores fundos de pensão
do Brasil. Há mais de 30 anos no mercado de previdência complementar,
acumula um patrimônio superior a R$ 4,5 bilhões. Administra
planos previdenciários para as companhias de energia do Rio Grande
do Sul (CEEE, CGTEE, AES Sul, RGE) para a mineradora CRM, para o Sindicato
dos Engenheiros do Estado, para o Sindicatos do Professores das Escolas
Particulares do RS e para o Sindicatos dos Trabalhadores em Administração
Escolar do RS.
Outras informações: www.fundacaoceee.com.br/eleicoes
(Fundação CEEE/AssPreviSite)
22.06 - Randonprev: Nova composição
do quadro diretivo - No dia 04/06/2010, tomaram posse para o triênio
2010/2013, os membros que irão compor o quadro de Dirigentes do
Randonprev Fundo de Pensão.
O RANDONPREV, entidade de previdência privada fechado que administra
o Plano de Benefícios de Aposentadoria Complementar dos empregados
das Empresas Randon, formado
por 17 patrocinadoras e 11.339 participantes, com sede em Caxias do
Sul – RS.
Completou no dia 10/06/2010, 16 anos de fundação, possuindo
um patrimônio de R$ 155 milhões, sua folha de assistidos é
composta por 99 beneficiários de renda
complementar.
A composição do quadro diretivo do Randonprev Fundo de
Pensão para o próximo triênio:
Conselho Deliberativo:
Alexandre Randon - Presidente
Alexandre Dorival Gazzi – Vice-presidente
Daniel Raul Randon
Sérgio Luiz Onzi - Eleito pelos participantes
Suplentes:
Norberto José Fabris
João Pedro Crespi - Eleito pelos participantes
Cesar Alencar Pissetti
Augusto Giongo Letti
Conselho Fiscal:
Luiz Carlos de Lima – Presidente
Dionéia Canal
Carlos Wanderlei Reis da Silva - Eleito pelos participantes
Suplentes:
Ieda Maria Onzi Perosa
Irene Andretta Fontana
Ivanir Antonio Buchebuan - Eleito pelos participantes
Diretoria Executiva:
Ademar Salvador - Diretor Superintendente
Rui de Oliveira Bueno
Jaime Marchet
Sérgio Martins Barbosa (Randonprev/AssPreviSite)
18.06 - Previ: BB sugere oferta de
produtos do banco - O encontro anual dos conselheiros da Previ
está confirmando o que ficou aparente com a eleição
da nova diretoria em maio: um forte avanço do poder da empresa patrocinadora,
o Banco do Brasil, sobre a fundação de previdência
dos funcionários. Uma mostra da ingerência do banco na fundação
foi dada pelo diretor de sustentabilidade do BB, Robson Rocha, que, do
palco da solenidade de abertura do evento, na noite de quarta-feira, conclamou
em alto e bom som que os conselheiros da Previ deveriam apresentar os produtos
do banco para as empresas onde são conselheiros.
Ao ser questionado sobre o conflito de interesses que isso geraria
- afinal, outros bancos não teriam um agente tão privilegiado
dentro do conselho das empresas -, Rocha reconheceu que este não
era o papel de um conselheiro. "Não é o papel oficial dele,
mas ele pode sugerir, não vejo isso como imposição."
Ricardo Flores, presidente da Previ, evitou polemizar com o representante
da patrocinadora, mas disse que "as boas práticas recomendam condições
iguais de competição" e que a postura dos conselheiros deve
ser "a mais leal à companhia que ele serve".
Como foi divulgado na ocasião da eleição, a nova
diretoria da Previ, que tomou posse este mês, foi toda escolhida
pelo banco depois de uma disputa interna que terminou com a derrota do
então mais forte candidato, o ex-diretor Joilson Ferreira, defendido
pelo ex-presidente Sergio Rosa.
A política de investimentos para 2011 da Previ vai privilegiar
práticas de sustentabilidade socioambiental nas empresas emissoras
dos papéis em que investe seus recursos, informou o novo diretor
de investimentos da entidade, René Sanda. "Praticamente todas as
empresas têm um conceito bem definido de sustentabilidade, falta
levar para a prática", reconheceu Sanda ao responder uma questão
sobre até que ponto a fundação cobrava bom comportamento
socioambiental das empresas em que tem ações ou participações
acionárias relevantes.
Empreendedorismo e sustentabilidade é o tema deste ano do encontro
de conselheiros, uma grande reunião dos 220 representantes (entre
titulares e suplentes) da Previ nas empresas em que possui posições
acionárias mais relevantes. O evento, aberto na quarta-feira à
noite, é realizado anualmente no mesmo local: o resort Costa do
Sauípe, uma das controladas da fundação. "Estamos
passando um sinal claro para os conselheiros de que eles têm que
ponderar (sobre sustentabilidade) dentro dos conselhos de suas empresas",
disse Ricardo Flores.
A Previ tem perto de R$ 80 bilhões aplicados em ações
no mercado acionário e em participações em quase 70
empresas. Essa posição, embora tenha contribuído para
a formação de um superávit acumulado de R$ 38 bilhões,
já começou a ser reduzida, a fim de gerar liquidez para pagamento
das aposentadorias da maioria dos participantes, que já está
entrando na fase de recebimento de benefícios.
Enquanto não se espera que a fundação venha a
aumentar ou diminuir muito drasticamente sua posição em renda
variável, em função de uma eventual exclusão
de empresas não sustentáveis, critérios mais rígidos
serão cobrados daquelas companhias emissoras de títulos de
renda fixa que a Previ pretende investir a partir de 2011, sugeriu Sanda.
(Janes Rocha - Valor Online)
17.06 - Ceres: Eleições
2010 - Este ano, os participantes e assistidos da Embrapa terão
que eleger novos representantes para os órgãos colegiados
da Ceres. São duas vagas para o Conselho Deliberativo e uma vaga
para o Conselho Fiscal, com mandato de quatro anos. O processo de eleição
será executado pela Comissão Eleitoral Central da Embrapa
e pelas Comissões Eleitorais Locais, presentes nos locais de votação,
situados na Sede e nas unidades descentralizadas da patrocinadora.
Poderão se inscrever como candidatos os participantes ou assistidos
do plano de benefícios da Embrapa inscritos na Ceres há pelo
menos cinco anos, que estejam em dia com suas obrigações
junto à Fundação, que não estejam respondendo
a processo judicial, não tenham sofrido penalidade administrativa
por infração da legislação da seguridade social,
inclusive da previdência complementar ou como servidor público,
e que comprovem conhecimento e experiência no exercício das
atividades financeira, administrativa, contábil atuarial ou de auditoria.
O prazo para inscrição vai até 30 de junho de 2010.
A votação será realizada nos dias 31 de agosto
e 1º de setembro de 2010. O edital contendo todas as informações
sobre o processo eleitoral está disponível no site da Fundação,
www.ceres.org.br . (Ceres/AssPreviSite)
16.06 - Petros: Equidade de Gênero
- Petros participa de encontro regional sobre equidade de gênero
Corresponsabilidade Social – O Equilíbrio da Vida Profissional,
Pessoal e Familiar sob a Perspectiva de Gênero. Esse foi o tema que
norteou o II ciclo do Encontro Regional para o Fortalecimento da Equidade
de Gênero, realizado em 14 de junho, na Petrobras.
A Petros, como uma das empresas que concorrem ao Selo, concedido pela
Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), foi representada
na oportunidade por integrantes do Subcomitê Pró-Equidade
de Gênero, Raça e Diversidade da Fundação.
Durante o evento também foi lançada a publicação
em que consta os relatos do I Ciclo de Encontros Regionais para o Fortalecimento
da Equidade de Gênero. (Petros/AssPreviSite)
15.06 - Fundação CEEE:
Reta final das eleições 2010 - As eleições
2010 da Fundação CEEE estão chegando na reta final.
O escrutínio está agendado para o dia 21 de junho. Pela terceira
vez o pleito é realizado exclusivamente via correio. Cada participante
recebeu em sua residência, as informações sobre a forma
de votação, prazo, instruções, cédula
e um envelope especial para retorno com porte pago. Os participantes só
precisam seguir as instruções fornecidas no kit e enviar
o seu voto pelo correio o mais rápido possível, para que
ele chegue até o momento do recolhimento nos correios que será
às 09h do dia 21 de junho. Serão eleitos dois conselheiros
deliberativos, um conselheiro fiscal, seus respectivos suplentes e um diretor.
Em 2008, as eleições registraram 7160 kits apurados, 251
foram considerados inválidos, totalizando 6909. A meta para 2010
é ampliar a participação, pois esse é o momento
para os participantes exercerem a escolha democrática de seus futuros
gestores, que terão a responsabilidade de participar do processo
decisório e também fiscalizar os atos do maior fundo de pensão
do Rio Grande do Sul, responsável pela aposentadoria atual e futura
de mais de 14.000 pessoas. A Fundação CEEE é um dos
maiores fundos de pensão do Brasil.
Há mais de 30 anos no mercado de previdência complementar,
acumula um patrimônio superior a R$ 4,5 bilhões. Administra
planos previdenciários para as companhias de energia do Rio Grande
do Sul (CEEE, CGTEE, AES Sul, RGE) para a mineradora CRM, para o Sindicato
dos Engenheiros do Estado, para o Sindicatos do Professores das Escolas
Particulares do RS e para o Sindicatos dos Trabalhadores em Administração
Escolar do RS.
Outras informações: www.fundacaoceee.com.br/eleicoes
(Fundação CEEE/AssPreviSite)
14.06 - Funcef: Comissão Permanente
de Negociação - Medida tem por objetivo reduzir conflitos
de natureza judiciária por meio do diálogo com os participantes
A FUNCEF deu mais um passo para avançar no relacionamento com
seus participantes. A Diretoria Executiva aprovou, por meio do voto 009/2010
da Presidência, a criação da Comissão Permanente
de Negociação e Mediação, que tem por objetivo
utilizar o diálogo como recurso para reduzir o número de
ações judiciais. A intenção é evitar,
dessa forma, que os conflitos de natureza previdenciária fiquem
dependentes do Poder Judiciário. "Os participantes só têm
a ganhar com essa iniciativa, pois, além de trabalhar para solucionar
os conflitos pela via administrativa, a Comissão também atuará
para agilizar as questões judiciais, que podem demorar muito tempo
para serem resolvidas", comemora o secretário-geral da Fundação,
Fabiano Silva dos Santos.
A Comissão Permanente de Negociação e Mediação,
que conta com o apoio das entidades representativas, será formada
por representantes de diretorias da Fundação, podendo receber
a contribuição de entidades externas sobre a pertinência
das ações e suas possíveis consequências aos
planos de benefícios.
A iniciativa está alinhada ao planejamento estratégico
da FUNCEF, que tem como uma de suas metas a redução gradual
do número de ações judiciais. Isso porque o elevado
número de processos interfere no desempenho e na rentabilidade dos
planos. A conseqüência imediata do ajuizamento das ações
é o aprovisionamento de valores, por parte da Fundação,
para garantir o equilíbrio contábil em caso de futuras perdas
no balanço. (Funcef/AssPreviSite)
11.06 - Fundação
CEEE: Curso para preparação da aposentadoria - Dentro
das ações do Programa de Educação Previdenciária,
a Fundação CEEE irá realizar mais uma turma do curso
de Preparação para Aposentadoria 2010. O evento, destinado
a participantes que estão próximos a se aposentar, ocorre
no auditório da Fundação, nos dias 16, 17 e 18 de
junho, das 8h30min às 12 horas e das 13h30min às 17 horas.
As inscrições podem ser feitas com o Serviço Social
da Fundação, pelos telefones 51 3027 3123 ou 3027 3124,
até 11 de junho. O curso é aberto também aos familiares
e tem no programa os seguintes assuntos: Qualidade de vida, Aspectos psicossociais
e financeiros e Benefícios da Fundação CEEE.
(Fundação CEEE/AssPreviSite)
10.06 - Previ: Reajuste de benefícios
- Benefícios de aposentados e pensionistas estão maiores
a partir de junho. Para as aposentadorias e pensões concedidas até
30/6/2009, o índice de reajuste da PREVI foi de 5,31%, correspondente
ao INPC acumulado entre junho de 2009 e maio de 2010. O INPC é o
indexador dos Planos de Benefícios. Este é o 14º reajuste
desde a criação do Regulamento do Plano de Benefícios
1 e totaliza índice acumulado de 212,85% desde 1997.
A forma de cálculo depende da data de concessão do benefício.
O Estatuto vigente a partir de 4/3/1980 estabeleceu critérios diferentes
para reajuste dos complementos:
- Para quem ingressou no Plano 1 até 3/3/1980 e teve benefício
concedido durante a vigência daquele Estatuto (até 23/12/1997)
o índice de reajuste incide sobre a mensalidade de aposentadoria
(PREVI + INSS).
- Para quem se filiou ao Plano 1 a partir de 4/3/1980 e teve o benefício
concedido durante a vigência daquele Estatuto o índice de
reajuste incide sobre o complemento PREVI.
- Para todos os participantes que tiveram os benefícios concedidos
a partir da vigência do Regulamento do Plano de Benefícios
nº 1 (24/12/1997) o índice de reajuste incide sobre o complemento
PREVI.
Benefícios com menos de um ano
Para os benefícios concedidos a partir de 1/7/2009, computou-se
o INPC acumulado entre o primeiro dia do mês de início do
benefício e 31/5/2010.
Para pensões por morte de participantes aposentados, concedidas
a partir de 1/7/2009, o critério de apuração do índice
de reajuste da PREVI leva em conta o mês de início da aposentadoria
e não o da pensão.
Veja como seu complemento será reajustado
a) Reajuste Complementar
– participante filiado até 3/3/1980 com benefício concedido
até 23/12/1997;
– o reajuste da PREVI (5,31%) é aplicado sobre o benefício
global (INSS + PREVI). Para saber qual é o valor do complemento
PREVI, subtrai-se do total o valor do benefício pago pelo INSS;
b) Reajuste Suplementar
– participante filiado a partir de 4/3/1980 com benefício concedido
até 23/12/1997;
– participante filiado em qualquer data com benefício concedido
a partir de 24/12/1997;
– o reajuste da PREVI (5,31%) é aplicado somente sobre o complemento;
– o benefício do INSS foi reajustado no mês de janeiro.
(Previ/AssPreviSite)
09.06 - Economus: Você
conhece a Portabilidade? - Pela Lei Complementar nº 109, publicada
em 29/05/2001, todos os participantes de planos de previdência complementar
(sejam as abertas, comercializadas no mercado, ou as fechadas, exclusivas
para funcionários de determinada empresa) podem transferir os recursos
acumulados ao longo do tempo. Essa medida chama-se Portabilidade.
Quem trouxer reservas para o Economus, com certeza fará bom
negócio. A rentabilidade, aqui, está entre as melhores do
mercado.
De outro lado, em caso de demissão, o participante do Economus
também pode transferir as contribuições efetuadas
ao PrevMais, inclusive as do patrocinador, para um plano aberto
ou para o fundo de pensão da empresa em que for trabalhar, se houver.
As regras são simples: basta ter 3 anos de adesão e na transferência
não há impostos ou taxas.
A vantagem de transferir os recursos para o Economus, ou de aderir
ao PrevMais, é a paridade: a cada R$1,00 depositado pelo participante,
o Instituto deposita o mesmo valor no saldo da conta, obedecendo os critérios
da contribuição, que deve ser no mínimo 2% e no máximo
8% do salário.
Para informações, entre em contato com a Central de Relacionamento
com o Participante: (11) 3464-7777 ou atendimentoprevidenciario@economus.com.br.
(Economus/AssPreviSite)
08.06 - Previ: ES Reingresso facilita
retorno ao Plano - Há participantes do PREVI Futuro que,
por diversos motivos, pedem o cancelamento de sua inscrição.
Passado algum tempo, vários solicitam o reingresso no Plano, mas
o regulamento prevê a obrigatoriedade de quitar à vista o
total das contribuições pessoais e patronais relativas ao
período em que esteve desligado. Esse valor representa 14% das verbas
de natureza salarial recebidas durante esse tempo.
Como muitos participantes não tinham como arcar com essa despesa,
a PREVI tomou duas providências para viabilizar que um maior número
de pessoas pudessem retornar ao Plano. Uma delas foi aprovar a concessão
de Empréstimo Simples específico a quem quiser reingressar.
Batizada de ES Reingresso, a nova linha de crédito tem teto de R$
35 mil, prazo para pagamento em até 60 meses e está condicionada
à existência de margem consignável, dispositivo que
demonstra a capacidade de pagamento.
O valor do empréstimo não transita pela conta corrente
do participante e é transferido diretamente para seu saldo de conta.
Assim, ele retoma os investimentos dele e da patrocinadora para a aposentadoria
futura, e continua protegido pelos benefícios de invalidez e de
pensão por morte, caso aconteça algum evento fortuito.
A outra providência tomada pela PREVI foi alterar o regulamento
para que o ex-participante arque somente com as contribuições
dos benefícios de risco, o que corresponde a 1,2% do salário
recebido. Essa alteração foi aprovada pelos colegiados da
PREVI e aguarda anuência da Superintendência Nacional de Previdência
Complementar (Previc) para ser implantada.
A PREVI enviou correspondência com orientações
detalhadas sobre a operação para os ex-participantes que
permanecem no Banco. Clique em um dos links abaixo e conheça melhor
esse produto. (Previ/AssPreviSite)
07.06 - Funcef: Posse de diretores
e conselheiros - Entidade celebra paridade na gestão
Tomaram posse em (1/6), no edifício sede da Fundação,
em Brasília (DF), os novos membros da Diretoria Executiva e dos
Conselhos Deliberativo e Fiscal escolhidos no Processo Eleitoral FUNCEF
2010. A cerimônia contou com a participação expressiva
de entidades representativas dos associados; do ministro da Previdência
Social, Carlos Eduardo Gabas; de gestores da CAIXA; representantes
sindicais, além de diretores da FUNCEF e de outros fundos de pensão.
Além do ministro Carlos Gabas, compuseram a mesa o presidente
da FUNCEF, Guilherme Lacerda; o presidente do Conselho Deliberativo, Marcos
Roberto Vasconcelos; o ex-ministro da Previdência Social, deputado
Ricardo Berzoini; o diretor-Superintendente da PREVIC, Ricardo Pena; a
presidenta em exercício da CAIXA, Clarice Coppetti; o presidente
do Conselho Fiscal, Emanoel Souza de Jesus; o presidente da FENAE, Pedro
Eugênio Beneduzzi Leite; e o presidente da FENACEF, Décio
de Carvalho. Após composição da mesa e execução
do Hino Nacional, o presidente do Conselho Deliberativo, Marcos Vasconcelos,
foi convidado para empossar os novos diretores e conselheiros eleitos.
A solenidade foi marcada pela valorização do processo de
democratização na gestão da FUNCEF e dos avanços
conquistados nos últimos sete anos pelos participantes.
Diálogo - Ao abrir o evento, o presidente Guilherme Lacerda
agradeceu a todos pelo “relacionamento respeitoso e de alto nível”
e destacou que as conquistas são resultados das boas práticas
de governança e dos intensos diálogos e negociações
entre a Fundação, a CAIXA e os participantes.
Lacerda lembrou que o fortalecimento dos fundos de pensão encontrou
terreno fértil na política do Presidente Lula. “Programas
como o PAC e Minha Casa Minha Vida transformaram o País, que há
mais de duas décadas carecia de projetos para o desenvolvimento
nacional”. Ele acrescentou que os fundos de pensão têm
uma grande importância nesse processo, pois agregam R$ 500 bilhões
de patrimônio, o que corresponde a mais de 18% do PIB (Produto Interno
Bruto).
Avanços - Lacerda destacou algumas conquistas que a FUNCEF vem
realizando desde 2003, entre outras: a paridade de gestão, a adesão
de cerca de 40 mil novos empregados da CAIXA, a opção do
Saldamento, a criação do Novo Plano, a rentabilidade acumulada
de 243% (2003- 2010) contra uma meta atuarial de 119%, a recuperação
dos benefícios dos aposentados e pensionistas que estavam há
oitos anos sem reajuste.
“Nós fizemos o melhor para os participantes. O patrimônio
da FUNCEF pulou de menos de R$ 10 bilhões, no final de 2002, para
quase R$ 40 bilhões atualmente. O setor de fundos de pensão
no Brasil é sério, saudável e está comprometido
com os seus associados”, concluiu, agradecendo a todos pelo apoio e desejando
boas vindas aos novos eleitos.
Desenvolvimento - O ministro Carlos Gabas disse que os fundos de pensão
incentivam a poupança interna e que a FUNCEF é uma grande
parceira nesse processo. Na mesma linha de raciocínio, o deputado
Ricardo Berzoini afirmou que “os fundos de pensão estarão
sempre voltados ao desenvolvimento do País, à qualidade de
vida e ao crescimento social”.
“A imagem da FUNCEF mudou muito. Hoje ela participa das páginas
de negócios e investimentos dos jornais, o que não acontecia
antes”, afirmou o superintendente da Previc, Ricardo Pena, parabenizando
pelos avanços da FUNCEF.
O presidente da Fenae, Pedro Eugênio Beneduzzi, lembrou que as
conquistas dos associados nos últimos anos são conseqüência
da participação democrática na gestão
da FUNCEF. “A paridade fortalece a gestão interna, reforça
a transparência e aumenta a nossa responsabilidade como participante”.
Democratização - O presidente da Fenacef, Décio
de Carvalho, frisou que o índice de participação nas
Eleições da FUNCEF aumentou de 26%, em 2006, para 46%. Avançamos,
mas ainda é pouco. Vamos colaborar para fortalecer a FUNCEF, pois
quando criticamos a Fundação estamos criticando a nós
mesmos”, disse, para acrescentar, dirigindo-se aos eleitos: “A eleição
acabou. Agora vamos trabalhar.”
Ao despedir-se da Presidência do Conselho Fiscal, Emanoel Souza
de Jesus ressaltou: “A FUNCEF avançou muito. O desafio agora é
normatizar tudo o que conquistamos para garantir a continuidade desses
progressos”.
O diretor reeleito, Antonio Bráulio de Carvalho, agradeceu a
confiança dos participantes ativos, aposentados e pensionistas e
disse que fazer parte da FUNCEF é um aprendizado valioso firmado
na ética, na transparência e na justiça, ao garantir
qualidade de vida aos empregados da Caixa. “Obrigado por nos escolher para
tocar a Fundação por mais quatro anos”, concluiu.
Primeira diretora eleita - A presidenta em exercício da
CAIXA, Clarice Coppetti, destacou a importância do banco público
no desenvolvimento nacional, parabenizou a atual gestão da FUNCEF
e saudou os empossados, em especial a primeira diretora eleita da Fundação,
Renata Marotta. Ela frisou que a Caixa também está
comprometida com o programa de equidade de gênero da SPM (Secretaria
Especial de Política para as Mulheres) e lembrou que
“Renata Marotta foi a primeira gerente geral da CAIXA”. Em seus discursos,
os conselheiros Marcos Vasconcelos e Carlos Levino Vilanova (que deixa
a Fundação) também destacaram o clima respeitável
e de dialogo entre a FUNCEF, a CAIXA e as entidades representativas.
Homenagens - Foram homenageados com uma placa comemorativa pelos relevantes
serviços prestados à Fundação os conselheiros
deliberativos Carlos Levino Vilanova e Edgar Antônio Bastos Lima
(suplente), os conselheiros fiscais Renata Marotta (que assume como diretora),
Márcio Percival Pinto, Isair Dallazen (suplente) e Raphael
Rezende Beto (suplente), o diretor Carlos Alberto Caser e o ex-diretor
Sérgio Francisco da Silva (atual presidente do DEST).
Ao se despedir da Diretoria de Benefícios, o diretor Carlos
Alberto Caser fez um discurso emocionado e descontraído. “Em 2002,
assumi a Diretoria de Controladoria e posso dizer que houve muitos avanços
de lá para cá. Um deles é a participação
dos associados na administração da FUNCEF, trazendo mais
força e transparência aos atos de gestão”, frisou,
agradecendo em especial ao presidente Guilherme Lacerda e às suas
equipes de trabalho. “Como disse um dia o mestre Niemeyer, tudo e importante;
mas o importante mesmo na vida são os amigos”, concluiu.
Reconhecido e respeitado por seu trabalho combativo, o conselheiro
Carlos Levino Vilanova agradeceu o apoio de todos e dirigiu uma mensagem
aos eleitos: “Vamos atuar conscientemente em favor do participante”, reforçou.
(Funcef/AssPreviSite)
02.06 - Serpros: Saque parcial na
aposentadoria - No momento da aposentadoria, muitos participantes
têm a necessidade de sacar parte do dinheiro depositado na conta
de previdência para pagar pequenas dívidas ou para iniciar
algum empreendimento. Como hoje isso ainda não é possível,
a solução daqueles que não têm outra opção
é fazer o resgate total do dinheiro depositado durante toda a vida
para a sua tranquilidade no futuro.
O risco desta decisão é grande, pois é preciso
muito preparo para administrar recursos que não poderão ser
novamente acumulados pelo mesmo período de tempo.
Preocupado com isso, o SERPROS preparou um documento, já aprovado
pelo Conselho Deliberativo e encaminhado para aprovação dos
órgãos reguladores, com a solicitação de opção
ao participante do levantamento parcial do seu saldo de contas, limitado
a 25%. O restante valor/saldo remanescente em sua conta deverá ser
revertido em renda de aposentadoria, na forma do regulamento.
O Documento foi encaminhado pelo SERPROS em 2009 para o Ministério
da Fazenda para posteriormente ser remetido ao Departamento de Coordenação
e Governança das Empresas Estatais (DEST) e à Superintendência
Nacional de Previdência Complementar (PREVIC).
Por se tratar de um plano em que o cálculo da aposentadoria
no SERPROS é feito com base em média salarial, esse dispositivo
regulamentar não pode ser aplicado ao Plano PS-I. (Serpros/AssPreviSite)
01.06 - Fapes: Semana do Meio Ambiente
- Aulas sobre alimentos orgânicos na semana do meio ambiente
Para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, a FAPES oferecerá,
para o seu corpo funcional, oficinas práticas de plantio de horta
orgânica nos dias 7,9 e 11 de junho. O trabalho, que será
conduzido pelo Centro de Pesquisa Mokiti Okada – CPMO, tem o objetivo de
despertar o interesse por uma alimentação mais saudável
e propiciar o contato com conceitos e práticas da agricultura natural.
O alimento orgânico é produto obtido com tecnologia alternativa,
que não utiliza fertilizantes químicos no manejo do solo
nem agrotóxicos durante o cultivo, não prejudicando, assim,
o meio ambiente e resultando em uma produção mais saudável
para o consumo. (Fapes/AssPreviSite)