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O Dia da Saúde - Nossa Leitura

Atendimento.  Avaliação feita pela ANS apontou que apenas 2,3% das operadoras do segmento médico-hospitalar alcançaram o melhor nível de qualidade estipulado pela ANS.   (vide matéria abaixo)

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Sistema de Saúde Suplementar e a gestão das operadoras
Odontoprev
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ANS divulga sua Carta de Serviços
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) torna pública a relação de todos os produtos e serviços que oferece à sociedade. A Carta de Serviços é um dos elementos que constituem o Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização - GesPública. Por definição, é um documento elaborado por uma organização pública, que visa a informar aos cidadãos os serviços prestados por ela, como acessá-los e solicitá-los e quais são os compromissos com o atendimento e os padrões estabelecidos pela instituição.
Em uma iniciativa pioneira, a ANS apresenta sua carta em versão navegável, simplificando o processo de busca do item desejado, com todos os serviços e produtos da instituição apresentados em uma única ferramenta . Em cada serviço ou produto, é possível conhecer seu conteúdo, consultar os normativos relacionados e, em alguns casos, fazer solicitações diretamente pela carta. Para aqueles que desejarem imprimi-la, está disponível uma versão completa em formato pdf na área destinada à navegação.
Críticas e sugestões podem ser encaminhadas à ANS pelo Fale Consosco.
Conheça os serviços e produtos da ANS no link http://www.ans.gov.br/main.jsp?lumPageId=8A95886528F402C8012928555F770B14   (ANS)

Só 2% dos planos de saúde atendem bem
Levantamento da ANS mostra que a maioria das empresas presta péssimos serviços
Avaliação feita pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontou, em números, o que o consumidor já percebe, na prática, sempre que precisa ser atendido na rede credenciada por um plano de saúde: na classificação da agência, apenas 2,3% das operadoras do segmento médico-hospitalar alcançaram o melhor nível de qualidade estipulado pela ANS. Ao todo, 23 empresas conseguiram ficar na faixa de 0,80 a 1,00 - a mais alta - do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), elaborado com base em consultas realizadas às empresas em 2009.
Outras 226 operadoras (22,9% do total) ficaram no patamar seguinte, com notas de 0,60 a 0,79. Juntas, as empresas que alcançaram as duas melhores faixas de classificação atendem a 24,8 milhões de beneficiários, ou seja, 59,5% das pessoas que contratam planos de saúde no país. Na comparação com a avaliação realizada pela agência em 2008, houve uma melhora no indicador. Em 2009, 83,4% dos beneficiários eram atendidos por operadoras classificadas com IDSS superior a 0,50; noano anterior, o percentual de participantes dos planos das operadoras melhor avaliadas era de 76,4%.
Há, entretanto, ainda um número considerável de operadoras nas piores faixas de avaliação: 178 delas, ou 18% do total, alcançaram pontuação de 0,20 a 0,39 e outras 214 (21,6%) foram classificadas entre 0 e 0,19. Essas empresas possuem menos clientes: somadas, elas atendem a 15,6 milhões de brasileiros. Na faixa intermediária - na qual o índice varia entre 0,40 e 0,59 -, encontram-se 348 operadoras (35,2% do total) que atendem a 12,2 milhões de beneficiários (29,3% do total).
As operadoras de planos odontológicos também foram avaliadas. Apenas 26,6% delas receberam classificações nas faixas de 0,60 a 0,79 e de 0,80 a 1,00, grupo responsável por 70,8% dos beneficiários (5,9 milhões de pessoas).
Reajuste A ANS está fazendo uma rodada de discussão sobre a nova fórmula de reajuste para os planos de saúde individual e familiar. Participante da rodada, a Proteste Associação de Consumidores manifestou preocupação com a falta de avaliação dos possíveis impactos financeiros para os consumidores com a aplicação da nova forma de cálculo. "Não dá para tratar de qualidade se a ANS ainda sequer possui um indicador que revele qual seja a proporção ideal entre o número de segurados de uma empresa e os equipamentos disponíveis", afirmou a entidade, em comunicado.   (Diário de Natal)

Reclamações poderão ser feitas direto para ANS
A Agência Nacional de Saúde quer criar mecanismos para tornar mais rápida a solução de problemas entre seguradoras de saúde e clientes.
O segurado Bráulio Esteve Monteiro foi pai de gêmeos, que nasceram prematuros e passaram 38 dias na UTI. Cada dia custava R$ 6.000 por bebê.
Na hora de pagar a conta, Bráulio descobriu que a empresa onde trabalhavam tinha trocado de seguradora, sem aviso, e que a nova seguradora não cobria a internação.
"Nas nossas idas para visitar as crianças na UTI, o hospital começou a questionar: 'poxa vocês tem uma conta em aberto quem vai pagar?'", relembra.
Bráulio teve que entrar na Justiça para que a nova seguradora pagasse a conta. Gastou quase R$ 6.000 com um advogado. Esse tipo de despesa e de aborrecimento pode estar com os dias contados. É o que promete uma resolução da Agência Nacional de Saúde.
Pedido de ressarcimento negado, pedido de internação negado, pedido de exames negado. Tantos 'nãos' provocaram cerca de nove mil reclamações, no ano passado.
"O consumidor, às vezes, ficava sem ter a sua demanda atendida. Demorava muito", afirma o diretor de fiscalização da ANS, Leandro Reis Tavares.
À partir de 06 de novembro quem tiver reclamação ou reivindicação, poderá recorrer à Agência Nacional de Saúde, antes de procurar a operadora. No passo seguinte, a ANS notifica a operadora e pede uma resposta em, no máximo, cinco dias.
Se nesse prazo o plano de saúde, a seguradora, não justificar o porquê da negação, será processada pela Agência Nacional de Saúde, ou poderá evitar isso, fazendo acordo com o segurado.
Segundo a Agência, essa solução já foi testada e conseguiu resolver 81% das demandas. "Ele pode utilizar um 0800 e fazer essa reclamação na agência, pode entrar no site da agência e 24 horas mandar e-mail e pode se dirigir a um dos núcleos regionais e protocolar essa informação".  (Edney Silvestre - pe360graus)

Multas sem rigor
Não falta disposição ao governo para lançar punições milionárias contra empresas, mas sim para torná-las uma realidade que coíba infrações
O pior tipo de norma é aquele que convida ao próprio descumprimento. Multas vultosas que nunca são cobradas obtêm efeito oposto ao pretendido, estimulando o infrator a reincidir.
O Estado brasileiro, praticante esforçado dessa modalidade de negligência, caminha para tornar-se um campeão na criação dessa espécie de "risco moral" (expressão consagrada na doutrina econômica para descrever situações que estimulam a adoção de comportamentos irresponsáveis).
Tome-se o caso da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Reportagem desta Folha mostrou que foram de fato pagos meros 2% das multas aplicadas entre 2005 e 2009 a planos de saúde, por infrações como recusar-se a cobrir cirurgias. De R$ 773 milhões lançados, só R$ 15 milhões chegaram aos cofres da agência.
A própria ANS derruba o valor das autuações, acatando estimados 90% dos recursos apresentados por empresas. Justifica-se dizendo que sua função primeira não é aplicar multas e arrecadar fundos. O argumento é em si correto, mas não serve para dirimir a questão em tela: qual o sentido de aplicar punições de alto valor se este não se presta a ser cobrado?
Multas eficientes são balizadas por dois extremos: nem tão baixas que incitem ao descumprimento, por irrisórias, nem tão altas que estimulem o faltoso a recorrer ou procrastinar o recolhimento, por meio de recursos administrativos ou à lentidão da Justiça. É recomendável, ainda, que sejam de algum modo proporcionais ao dano causado ao público e à capacidade econômica do infrator.
A ANS não figura solitária na prática perversa de distribuir multas tão chamativas quanto inócuas. A toda hora o governo federal ocupa as manchetes com autuações milionárias, como a assestada pela Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) contra a linha aérea Gol (R$ 2 milhões) há duas semanas, por atrasos em voos. Em julho, o Ibama embargou o maior porto do país, Santos, e lançou multa de R$ 10 milhões -apenas para cancelar os dois atos um dia depois.
A Petrobras desponta como alvo preferencial de autuações, nas casas de dezenas de milhões. Em 2007, foram R$ 84,7 milhões pela falta de gás natural. Em 2002, R$ 33 milhões por falta de licença ambiental de plataformas, mais R$ 48 milhões por supostas fraudes na venda de gás no Estado do Amazonas. Em 2001, R$ 150 milhões por derramamento no Paraná. Em 2000, R$ 51 milhões por desastre na baía da Guanabara.
A área ambiental, de resto, está entre as que mais incentivam o descaso e o descumprimento, como atesta o Ibama. Só 0,2% do valor das multas termina recolhido. De R$ 23,8 bilhões devidos à União, revelou a Folha em julho, 64% correspondiam a multas ambientais sem pagamento.
As multas sofrem do mesmo mal que corrói o império da lei -muitas não "pegam". Nenhuma sociedade consegue erguer-se sobre alicerce tão frágil.  (Folha de S. Paulo)

Proibido reajuste abusivo em plano de idosos no Rio
A Omint Saúde foi condenada a devolver em dobro os valores pagos a mais.
Desembargador diz que Estatuto do Idoso proíbe aumento por faixa etária.
A 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio proibiu a empresa Omint Serviços de Saúde de aplicar reajustes de 65% nos contratos de planos de saúde de idosos com idade igual ou superior a 60 anos. A sentença foi publicada ontem no site do Tribunal de Justiça. A assessoria de imprensa do órgão informou que da decisão cabe recurso no Superior Tribunal Federal (STF).
Segundo o relator do processo, desembargador Cláudio de Mello Tavares, o aumento em razão da faixa etária é proibido pelo Estatuto do Idoso. Os planos de saúde podem apenas repassar os reajustes gerais autorizados pela Agência Nacional de Saúde (ANS).
A assessoria de imprensa da Omint Serviços de Saúde disse que a empresa ainda está analisando a decisão.
Empresa terá que devolver valores em dobro
Os magistrados decidiram que a Omint terá ainda que devolver, em dobro, os valores pagos a mais pelos consumidores.
“O aumento do prêmio de seguro-saúde em razão da faixa etária dos segurados, se em percentual compatível com o aumento do risco de doenças e estando previsto no contrato de forma clara, não é considerado ilegal, exceto em relação ao idoso, pessoa a partir de 60 anos de idade, em face da vedação prevista no Estatuto do Idoso, cabendo-lhes, apenas, os aumentos gerais autorizados pela ANS”, considerou o desembargador.
O desembargador Cláudio de Mello lembrou que as relações entre seguradoras de planos de saúde e os clientes estão previstas no Código de Defesa do Consumidor, que ampara a anulação de cláusulas abusivas e ilegais.  (Portal G1)

TJ proíbe reajuste para idosos da Omint, no Rio
Seguradora terá de devolver cobrança indevida em dobro
A 11° Câmara Cível do Tribunal de Justiça proibiu, por unanimidade, a empresa Omint Serviços de Saúde de aplicar reajustes de 65% aos contratos de planos de saúde de idosos com idade igual ou superior a 60 anos. Segundo o relator do processo, desembargador Cláudio de Mello Tavares, o aumento em razão da faixa etária é vedado pelo Estatuto do Idoso (lei 10.741/2003), cabendo apenas os reajustes gerais autorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A decisão vale para todos os segurados da Omint do Estado do Rio que tenham 60 anos ou mais. Ela terá de devolver, em dobro, os valores pagos a mais pelos consumidores.
A ação civil pública foi impetrada pelo Ministério Público (MP) e, na primeira instância, a 4° Vara Empresarial julgou o pedido improcedente. O MP então recorreu.
— O aumento do prêmio de seguro-saúde em razão da faixa etária dos segurados, estando previsto no contrato, não é ilegal, exceto em relação ao idoso, por causa do Estatuto do Idoso — explicou Tavares.
O desembargador explicou ainda que a Omint pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça, porém não há efeito suspensivo.
A execução da sentença já pode ser feita. O consumidor tem de se habilitar na ação na 4° Vara. Essa decisão criará jurisprudência e poderá ser utilizada em ações contra outras operadoras. Consultada, a Omint não se manifestou   (Nadja Sampaio - O Globo)

Ipasgo: Parceria com Banco de Olhos
O número de internações e procedimentos realizados na Fundação Banco de Olhos por meio do Ipasgo vai aumentar. O acordo entre o Instituto e a Fundação já foi assinado. A capacidade de internações eletivas aumentou de quatro para 40 por mês. A Fundação Banco de Olhos realiza cerca de 250 internações, três a quatro mil procedimentos mensais e é o único pronto socorro em oftalmologia que presta atendimento 24 horas por dia. A parceria entre o Instituto e o Banco de Olhos vai beneficiar todos os usuários do Ipasgo.
Nota aos prestadores de serviço
O Ipasgo informa  aos prestadores de serviço da rede credenciada que o atendimento aos usuários do sistema que apresentarem guias de procedimentos médicos com o valor zerado devem ser atendidos. Segundo a nota, eles fazem parte do Programa de Apoio Social do Ipasgo ou são vítimas do acidente do Césio 137. (Goiás Agora)

Como a Amil conduziu a compra da Medial
Em que ciclo da indústria a sua empresa se encontra? Esta é a primeira pergunta a ser feita para identificar oportunidades no mercado
Na onda das fusões e aquisições, todos desejam estar do lado do comprador. Porém, ser o vendedor da história também pode significar a melhor opção para uma companhia. "A primeira questão que deve ser colocada, de qualquer forma, é em que ciclo da indústria a minha empresa se encontra e quais são as oportunidades", avisou Gilberto Costa, diretor financeiro da Amil, que compartilhou a sua experiência com os congressistas do Financial Forum 2010, na última sexta-feira (13), em uma sessão dedicada ao tema.
O especialista utilizou dados sobre falência de empresas para associar os estágios de maturidade das organizações ao ciclo dos próprios empreendedores que lideram o negócio. Segundo ele, em companhias familiares, quando o comando da operação passa da primeira para a segunda geração, apenas 30% delas sobrevivem. "Os filhos não têm os mesmos sonhos que o fundador, isso é muito maior que o business. Às vezes, o sucessor tem mais sonhos que o fundador. Depende muito", refletiu Costa.
Resumindo, é preciso identificar em que estágio a empresa se encontra, e então, eventualmente, descobrir que pode ser um bom momento para comprar ou vender. "O ciclo de vida do empreendedor é igual a qualquer curva de crescimento. Uma hora ele estabiliza, até que se esgota", conclui o diretor.
Da ótica do investidor ou comprador, o que mais interessa é a diferenciação. "Qualquer empresa que começa do zero, cresce e ganha escala mostra que tem um produto ou serviço diferenciado, que conseguiu criar uma marca. Mas a questão não é comprar uma empresa que está maravilhosa, e sim o que a aquisição vai acrescentar", explica ele, ao exemplificar o raciocínio com um caso que acompanhou bem de perto.
Adquirida pela Amil no final do ano passado, a Medial, em 2004, foi oferecida por quase R$ 400 milhões a compradores. Na época, a operadora não avaliava a possibilidade de adquirir a competidora. Em 2005, a Medial contratou Luiz Kaufmann, que, em dois anos como presidente do grupo, promoveu uma reviravolta em seu modelo de negócio e levou a companhia para o IPO. Ao acelerar o crescimento, a empresa vendeu 49% da operação e embolsou R$ 250 milhões. Nesta nova fase, finalmente, a Amil adquiriu a parte dos controladores (51%) por mais R$ 612 milhões - ou seja, em cinco anos, a Medial dobrou o seu valor de venda.
"Foi uma estratégia perfeita", opinou Costa. A expectativa é que Amil e Medial sejam integradas até o final do ano, segundo ele, que pontua as sinergias apresentadas pela empresa adquirida que levaram à decisão: a liderança do grupo no Brasil e seus principais mercados; a rede própria (maior rede médica privada do País); o controle mais eficiente do custo médico; e as oportunidades de redução de despesas comerciais, administrativas e de marketing. "O negócio foi feito em uma semana e foi uma negociação difícil, pois existiam dois competidores. Era a Medial ou nenhuma outra empresa, pois as outras não tinha a mesma sinergia", recorda ele.
Ao considerar os ciclos da indústria como um princípio do plano de negócios, a Amil, a partir de 2002, empreendeu uma estratégia agressiva de M&A. "Trata-se de um segmento fragmentado, com regulamentação muito forte. Em meados do ano 2000, o marco regulatório transformou a indústria, e a primeira grande mudança foi a inflação. Conforme as empresas pequenas quebram, ou você as adquire ou tem um crescimento orgânico, pois os clientes vão procurar empresas mais sólidas", explica o diretor.   (Sílvia Paladino - FinancialWeb/Saúde Business Web)

Bradesco Saúde lidera ranking 'As Melhores da Dinheiro'
A Bradesco Saúde conquistou o principal prêmio no “Setor de Saúde", da edição 2010 do ranking As Melhores da Dinheiro, da Revista IstoÉ Dinheiro. No primeiro semestre de 2010, a Bradesco Saúde cresceu 22,3% comparativamente ao mesmo semestre de 2009, contra 15,1% do mercado de seguradoras de saúde. Contribuíram para o resultado a oferta de novos planos de saúde flexíveis, e também específicos para cada categoria de clientes,  e um completo sistema de informações criado para a gestão de custos e para a prevenção de doenças dos colaboradores das empresas contratantes. A análise da Revista Isto É Dinheiro observou mais de 500 das maiores empresas do País e foi preparada em conjunto com a consultoria Trevisan  (Fenaseg)

Rumores com a Odontoprev
Ação da OdontoPrev dispara com rumores de operação envolvendo a empresa
As ações da OdontoPrev (ODPV3) e da Tempo Participações (TEMP3) fecharam em forte alta nesta terça-feira (17), avançando 7,18% e 5,87%, respectivamente.
Segundo notícia veiculada pelo Valor, a OdontoPrev deve anunciar após o pregão desta quarta-feira (18) uma grande operação, semelhante à parceria com a Bradesco Dental ocorrida em outubro de 2009.
Empresas não comentam a notícia
De acordo com nota do Relatório Reservado divulgada em meados de julho, a Amil (AMIL3) estaria interessada na compra de uma operadora de planos odontológicos. A Amil não comentou o assunto. As ações fecharam em queda de 0,23%.
Em contato com a InfoMoney, a assessoria da Tempo afirmou que a presidência da empresa não se pronunciará sobre o assunto.
Já a assessoria da OdontoPrev ainda não respondeu a contato da InfoMoney.   (Beatriz Nantes - InfoMoney)

BB e Odontoprev, do Bradesco, se associam
O Banco do Brasil e a OdontoPrev - maior operadora de planos odontológicos do país que se associou à Bradesco Dental no ano passado - devem anunciar nos próximos dias uma associação para venda de planos odontológicos nas agências do banco estatal, segundo apurou o Valor.
É a parceria que faltava para o BB concluir a reestruturação da sua área de seguros. Além disso, o negócio marca mais um movimento conjunto do BB com o Bradesco. Recentemente, as duas instituições se associaram em diversas frentes de negócios: cartões, caixas eletrônicos e para atuar no continente africano.
Além de envolver a venda de planos odontológicos nos 18.286 pontos de atendimento do banco estatal, a operação contempla uma carteira de 900 mil beneficiários - que são os funcionários, dependentes e aposentados do Banco do Brasil. Trata-se de um número representativo para uma operadora conquistar de uma só vez. A própria OdontoPrev, junto com a Bradesco Dental, tem 4,3 milhões de clientes.
O BB teria pressa em fechar essa negociação devido a uma forte pressão por parte do Sindicato dos Bancários que está exigindo o plano odontológico para os funcionários do banco na próxima convenção coletiva.
O BB vinha anunciado desde maio a intenção de encontrar um parceiro na área de seguro dental e destacava como atrativo a carteira de 900 mil beneficiários que já possuía dentro de casa.
Para a Odontoprev, abre-se mais um canal relevante. A comercialização em agências bancárias é vista pelo mercado como um importante canal de distribuição. No mês passado, a Caixa Econômica Federal (CEF) e a Tempo Assist criaram uma seguradora para vender planos odontológicos nas agências da Caixa. A própria OdontoPrev já usa as agências do Bradesco para vender seu plano.
Ontem, os papéis da OdontoPrev chegaram a ter alta de 10% durante o dia, fechando com valorização de 7,17% por conta de rumores de que a operadora anunciaria hoje essa transação. Não estava claro ontem qual seria o formato da associação. Uma possibilidade mais radical seria o Bradesco vender uma fatia minoritária do capital da própria Odontroprev ao BB. Em geral, em suas parcerias na área de seguros, o BB opta por constituir uma empresa seguradora em que se torna o acionista minoritário, enquanto o parceiro privado assume o controle. Foi assim com Mapfre, Principal e Icatu.,
A negociação com o Banco do Brasil, que há meses vinha buscando um parceiro na área dental, atraiu o interesse de mais de dez operadoras do setor. Em entrevista concedida ao Valor em maio, o vice-presidente de novos negócios do BB, Paulo Caffarelli, disse que a ideia era criar uma nova empresa, que incluiria os seguros odontológicos e de saúde. Há três meses, o banco vendeu a participação de 49,9% que tinha na BrasilSaúde para a SulAmérica.
Ao contrário da área de planos de saúde, o segmento de planos odontológicos vem gerando grande interesse do mercado porque o risco de sinistralidade é pequeno, com procedimentos que demandam custos relativamente baixos. Com isso, o preço dos planos odontológicos também é baixo, o que facilita a venda para a pessoa física.
Procurados pela reportagem, o Banco do Brasil negou que esteja negociando com a OdontoPrev. A operadora de planos odontológicos, por sua vez, não retornou a ligação. Procurado, o Bradesco não tinha um executivo disponível para comentar.   (Beth Koike - Valor Online)

Hora e vez dos médios e pequenos
Na esteira da recuperação da economia e da formalização do emprego, os planos de saúde corporativos vêm crescendo no Brasil. Atualmente, os chamados planos coletivos, com 31,5 milhões de segurados, representam 73% do mercado total, que arrecadou R$ 64, 2 bilhões no ano passado. "O plano de saúde faz parte praticamente obrigatória do cardápio de benefícios das empresas interessadas em reter talentos e é um item cada vez mais frequente nos acordos sindicais", afirma Marcio Coriolano, presidente da Bradesco Saúde. Com 2,6 milhões de segurados registrados no final do primeiro semestre, a Bradesco Saúde é a líder do mercado nacional, onde compete com nomes como a SulAmérica, Amil, Medial e Golden Cross. No período, a Bradesco Saúde incorporou cerca de 150 mil novos segurados, elevando suas receitas a R$ 3,2 bilhões. Até o fim do ano, a previsão é chegar a uma arrecadação de R$ 5,4 bilhões.
O grande responsável pelo resultado foi o crescimento do seguro para pequenos grupos, identificado pela sigla SPG, destinado a clientes corporativos que seguram entre 5 e 99 funcionários. Entre janeiro e junho, o SPG, que já representa 15,6% das 42 mil empresas clientes da Bradesco Saúde, cresceu 33%, quase o dobro do aumento obtido pelos planos empresariais tradicionais. "Isso mostra o vigor das pequenas e médias empresas no País e a maior formalização do emprego", diz Coriolano. Segundo ele, à medida que as pessoas se empregam com carteira assinada, elas tendem a cancelar seus planos individuais. Atualmente, os planos individuais representam menos de 9% da carteira total da Bradesco Saúde.
Um dos produtos que mais ajudaram a empinar as vendas do SPG foi o Plano Perfil, uma inovação da seguradora. Lançado há dois anos, no Rio de Janeiro e São Paulo, a preços mais em conta do que os produtos tradicionais, o Perfil já pode ser contratado em praças como Belo Horizonte, Blumenau, Salvador, Recife e Campinas. Ao contrário dos outros planos da Bradesco Saúde, a abrangência geográfica da cobertura do Perfil é regional. "A rede do Perfil não é nacional, é uma rede de municípios", afirma Coriolano. Também há uma menor oferta de hospitais de primeira linha, que costumam encarecer os planos de saúde. "É um plano que cabe no bolso da empresa", diz. Além de definir se vai oferecer apartamentos ou enfermaria nos casos de hospitalização, o cliente determina o valor do reembolso das despesas médicas, bem como se vai exigir a coparticipação do funcionário no patrocínio do plano. "Tudo isso ajuda a moldar e ajustar a assistência de saúde às necessidades e disponibilidades do cliente", afirma.
Coriolano, que também é presidente da FenaSaúde, acredita que as perspectivas de crescimento do setor inevitavelmente atrairão as atenções dos competidores internacionais. Por enquanto, a despeito de alguns movimentos, como a aquisição da Medial Saúde pela Amil, em 2009,ele acredita que a consolidação do mercado de seguro saúde, pulverizado entre 1200 operadoras no País, se dará lentamente. "Num primeiro momento, o foco será a concentração dos prestadores de serviços, como os hospitais", diz. "As seguradoras estrangeiras virão mais adiante, mas em associação com grupos nacionais, como ocorreu no ramo de seguros gerais", afirma.  (Clayton Netz - O Estado de S.Paulo)

Saúde é a maior preocupação dos brasileiros
Nesta semana, o Jornal Nacional apresenta uma série de reportagens especiais sobre as cinco maiores preocupações dos brasileiros, reveladas por uma pesquisa exclusiva, encomendada ao Ibope.
No resultado, que o JN divulgou na segunda, a saúde apareceu em primeiro lugar. O governo relata avanços, mas 41% dos cidadãos escolheram a área como a que mais preocupa.
Os repórteres Marcelo Canellas e Lúcio Alves mostram alguns problemas que ajudam a entender por quê.
A professora Rosângela Ferreira da Silva cansou de zanzar em cima da maca. “Eu fui pro Crof, do Crof me mandaram pro HS, do HS me mandaram pro Crof de novo, do Crof me mandou pra cá de novo”.
Ou falta equipamento. “Tinha um aparelho quebrado, não dava pra fazer cirurgia, e me encaminharam pra cá”, disse a dona de casa Salete Alves de Souza. Ou falta médico. “Não dá pra tratar lá em Quirinópolis. Lá não tem neurocirurgião”.
A maior queixa vem das pequenas cidades. A pesquisa do Ibope apontou que a saúde é a principal preocupação de todos os brasileiros. Mas no Norte e no Centro-Oeste é ainda maior.
O que dizer de um sistema de saúde que empurra pacientes do interior para a capital? “Está falido. Não atende o seu cidadão no seu local”, afirmou um médico.
Goiás. Quase a metade dos municípios não tem unidades de emergência. São 3h em Quirinópolis, interior do estado. Quatro horas de viagem, o ônibus segue lotado de pacientes para Goiânia, onde a prefeitura de Quirinópolis mantém um albergue e um funcionário.
“Eu que marco as consultas, os exames, as cirurgias”, diz o funcionário.
O que não significa garantia de atendimento. “Falou que era pra vir que já estava pronto e marcado. Nós chegamos e, realmente, estava marcado. Só que tudo errado!”, reclamou a comerciária Cleovane Melo.
A cirurgia, marcada há um ano, era de vesícula. Mandaram para a ginecologia. O médico ficou furioso e deixou claro na receita: “O paciente é idoso, mora no interior e se submeteu a uma viagem totalmente desnecessária”.
“Eu não entendi isso aí, eu mandei pra eles na secretaria pra eles resolverem”, defende-se o funcionário.
A doença não espera o tempo que a papelada quer. Em dez anos, a relação do número de leitos por mil habitantes vem caindo em todo o país. Para o lavrador Odair Martins de Freitas, os sintomas pedem pressa. “Sinto muita dor no estômago, o que come faz mal”.
Diagnóstico: hérnia no esôfago. Ordem médica: cirurgia em no máximo 60 dias. “Há sete anos, eu marquei uma cirurgia de uma hérnia no esôfago e até hoje não funcionou. Estou esperando que me chamem”.
No sudeste do Pará, acontece exatamente o contrário: em vez de o paciente viajar até o tratamento, é o tratamento que viaja até o paciente.
Onze municípios se reuniram e montaram um consórcio para oferecer serviços como uma unidade móvel. Ninguém mais precisa ir até a capital para consultar um oftalmologista.
O ambulatório fica, em média, dois dias em cada cidade. “É muito mais fácil você chegar até ele do que ele sair”, afirma um médico.
As pessoas fazem exame de vista. O laboratório, dentro da unidade móvel, faz a lente recomendada e o paciente vai embora de óculos. Tudo de graça.
E se não tivesse esse serviço? “Ah, eu teria que pagar uma consulta em Marabá, que é caríssimo: R$ 180”, conta a professora Glória Silva.
Consórcios como esse são raridade no país. Há evolução nos índices da saúde, mas a melhora é lenta. A mortalidade infantil caiu, principalmente na Região Nordeste, que ainda detêm os piores números do país.
A expectativa de vida cresceu no mesmo período e hoje é menor no Nordeste e maior na Região Sul.
De 2002 a 2007, aumentou o número de cirurgias eletivas realizadas. Segundo o Ministério da Saúde, o país erradicou o sarampo e interrompeu a transmissão do cólera e da rubéola.
Mesmo assim, o que prevalece é uma insatisfação detectada por pesquisadores e cientistas sociais. “Os brasileiros estão tendo uma vivência, uma percepção de piora da sua qualidade de saúde. Pra dar uma nota desde muito ruim até muito bom, as notas piores têm aumentado nos últimos dez anos. Reflete uma demanda da sociedade que o estado não está conseguindo atender”, declarou Marcelo Neri, economista-chefe do CPS/FGV.
A aplicação de recursos na saúde pelo Governo Federal quase triplicou de 97 a 2007, mas continua representando menos de 2% do Produto Interno Bruto, que é a soma de tudo que é produzido pela economia do país.
Uma das alternativas têm sido os ônibus ou a ambulancioterapia, numa viagem interminável. É o que faz Cleovane para que a mãe seja atendida um dia.
“Tentar outros meios pra nós conseguir a cirurgia da minha mãe o mais rápido possível, porque se ela continuar desse jeito, ela vai morrer. Depois que ela morrer, eu não vou querer fazer a cirurgia dela mais”.  (Jornal Nacional)


Informações  jurídicas e tributação
MML Adv Ass
Indenização por atraso em parto
O Distrito Federal deve indenizar em R$ 100 mil os pais de uma criança que sofreu perda de audição e ficou epiléptica devido ao atraso de quatro horas em seu parto no Hospital Regional de Taguatinga. A decisão do juiz da 4ª Vara de Fazenda Pública do Distrito Federal foi confirmada pela 5ª Turma do Tribunal de Justiça. Cabe recurso.
No acórdão, o desembargador relator afirmou que os relatórios dos médicos do hospital e da médica particular contratada confirmaram que as sequelas foram provocadas pelo atraso no parto. "Não é admissível que em razão de falta de material, uma parturiente com diagnóstico de sofrimento fetal agudo tenha que aguardar por mais de quatro horas para ser operada, causando sequelas graves e irreversíveis em sua filha", afirmou o relator.
De acordo com os autos, os pais da menina relataram que, no dia 25 de outubro de 2001, a mãe foi levada ao Hospital Regional de Taguatinga com fortes dores. Ela já estava com 41 semanas de gestação e foi mandada de volta para casa. O mesmo aconteceu no dia seguinte. Somente no dia 29, ao voltar novamente à emergência, o médico de plantão indicou-lhe uma injeção, com a qual a autora não concordou. Ela procurou, então, o médico do pré-natal, que a examinou e constatou que o feto estava com falta de oxigenação no cérebro.
A mãe afirmou que foi internada às 11h30, mas que o parto só foi feito às 17h30 por falta de roupas no bloco cirúrgico obstétrico. A recém-nascida estava completamente roxa após o parto e contraiu pneumonia devido a uma infecção hospitalar. O bebê ficou 23 dias na UTI neonatal e, depois de um ano e meio, foi diagnosticada a perda significativa de audição da criança, devido ao atraso no parto, além de epilepsia. Os autores pediram R$ 100 mil de indenização por danos morais.
O Distrito Federal alegou que não foi comprovado o comportamento omissivo culposo por parte do Estado, nem que a causa das sequelas na criança teria sido a demora do parto. Além disso, alegou ser exorbitante o valor pedido de indenização. O juiz não aceitou os argumentos e fixou a indenização.
Na segunda instância, o Distrito Federal impetrou recurso sob o argumento de que o laudo apresentado pelos pais da criança não demonstrava que a perda auditiva tenha relação com a demora para o parto. Além disso, pleiteou a redução do valor da indenização. Em julgamento unânime, a 5ª Turma do TJ-DF negou o recurso e manteve a condenação. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.
Processo: 2004.01.1.089407-7  (Consultor Jurídico)

Somente doenças previstas em lei têm isenção de IR
Para a 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça, apenas doenças elencadas no artigo 6º, inciso XIV, da Lei 7.713/88 têm isenção de Imposto de Renda. Assim, aposentados portadores de outras doenças graves não estão isentos do imposto. A decisão do recurso destacado como representativo de controvérsia deve ser aplicada a todos os demais processos que tratam da matéria.
No caso em questão, a aposentada ajuizou uma ação com o objetivo de ver declarada a inexistência de relação jurídico-tributária que a obrigue a recolher o Imposto de Renda sobre rendimentos a partir do ajuizamento da demanda. Ela é portadora de uma moléstia incapacitante, a distonia cervical.
A ação foi julgada precedente em primeira instância. A Fazenda Nacional apelou. Sustentou que as hipóteses deveriam ser interpretadas literalmente. E argumentou, ainda, que a isenção com base em outra moléstia é ilegal. Além disso, a isenção não poderia ser reconhecida a partir do ajuizamento da ação, mas sim a partir do laudo que reconheceu a patologia.
Para o relator do processo, ministro Luiz Fux, no caso tem-se a impossibilidade de interpretação das normas concessivas de isenção de forma analógica ou extensiva, ficando consolidado o entendimento no sentido de descaber a extensão do benefício à situação que não se enquadre no texto expresso da lei. Com informações da Assessoria de Comunicação do STJ.  (Consultor Jurídico)


Atendimento, Rede Hospitalar, SUS e a Saúde nos estados

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SP: Capital pode se tornar polo mundial de saúde
A cidade é uma das poucas do mundo que possui os requisitos para o desenvolvimento de serviços de alta complexidade na Saúde
A cidade de São Paulo reúne todos os requisitos para se tornar um polo mundial de atividades ligadas às ciências da vida humana, segundo constatação da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).
São Paulo abriga 15,4% dos pesquisadores brasileiros da área de medicina, que respondem por 30,3% da produção científica nacional. Além disso, possui 10.000 empresas do setor e contribui com 12,8% das internações para procedimentos de alta complexidade no Sistema Único de Saúde (SUS).
Além disso, outras particularidades foram identificadas, que individualiza São Paulo até em relação a centros internacionais. Entre elas, que o município é um dos poucos do mundo que reúne todos os elementos estratégicos para o desenvolvimento de uma plataforma industrial, de serviços médico-hospitalares, ensino e pesquisa na área das ciências da vida. Além da concentração de vínculos empregatícios que exigem elevada especialização e expertise, intensificação dos setores prestadores de serviços médico-hospitalares, presença de instituições de pesquisa e na sua capacidade de formar recursos humanos de nível superior.
O relatório também enumera os principais problemas enfrentados pelo setor na cidade: carência na oferta de serviços para determinados problemas de saúde, demanda reprimida de atenção básica que sobrecarrega hospitais universitários, falta de contato entre academia e indústria, etc.
Dezenas de profissionais de institutos de pesquisa, universidades, agências de fomento e empresas foram entrevistados para traçar o diagnóstico das atividades em ciências da vida, encomendado pela prefeitura.
"Com o levantamento pronto, podemos traçar estratégias para potencializar o setor", disse a assessora especial da prefeitura, Maria Aparecida Orsini de Carvalho. O objetivo é fomentar iniciativas semelhantes ao Biopolo de Lyon, na França, ou o Aglomerado de Ciências da Vida de Montreal, no Canadá: projetos de expressão internacional, conduzidos por governos, que transformam ideias em riqueza.   (Saúde Business Web)

SP: Sírio-Libanês investe em tomografia computadorizada
Procedimento fica três vezes mais rápido e com baixa dose de radiação com a tecnologia Somatom Definition Flash
O Hospital Sírio-Libanês (HSL) colocou em funcionamento o Somatom Definition Flash, tomografia computadorizada que combina maior rapidez na obtenção de imagens com níveis menores de radiação. Segundo comunicado, a instituição é a primeira da América Latina a investir na tecnologia.
Desde a instalão do equipamento, em junho, houve um aumento de 38% no número de solicitações de tomografias computadorizadas. O procedimento chega a ficar três vezes mais rápido que os similares.
O Somatom Definition Flash, fabricado pela Siemens, é ideal para exames cardiológicos e oncológicos. De acordo com o Sírio, a tomografia possibilita examinar todo o tórax e as artérias coronárias em menos de 1 segundo, o que permite a realização do exame, por exemplo, em crianças sem sedação ou anestesia.
“Nos casos de exames especificamente cardíacos, a dose reduzida de radiação e a alta velocidade do procedimento abrem portas para novas possibilidades, como o diagnóstico precoce e mais preciso de lesões na parede das artérias coronárias”, explicou o médico cardiologista do HSL, Luiz Francisco Avila.
Investimento
Desde que iniciou a atualização de seu Centro de Diagnósticos, em 2007, o Hospital Sírio-Libanês já investiu aproximadamente R$ 52 milhões na compra de equipamentos de última geração e readequação dos ambientes.   (Saúde Business Web)

SP: Santa Paula conquista acreditação canadense
Avaliação final foi acompanhada por representantes canadenses do Accreditation Canada juntamente com o IQG
O Hospital Santa Paula de São Paulo conquistou a acreditação canadense no último dia 12 de agosto. As avaliações foram realizadas entre os dias 19 a 22 de julho pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG), que acompanhou ao longo de 18 meses o programa por meio de visitas periódicas.
Segundo a instituição, a avaliação final foi acompanhada por representantes canadenses do Accreditation Canada juntamente com o IQG. "Todo esse processo se deu pelo fato do Santa Paula já participar do programa de acreditação da ONA e ter o certificado de Excelência", diz um comunicado veiculado pelo hospital.
O foco da unidade é o aprimoramento contínuo de seu programa de qualidade.    (Saúde Business Web)

SP: Leito vira caso de polícia em Ribeirão
Saúde em Ribeirão Secretário registra BO contra três hospitais que não teriam vagas para casos de emergência
O secretário da Saúde, Stênio Miranda, registrou um boletim de ocorrência (BO) contra três hospitais de Ribeirão Preto, no final de semana, por causa da dificuldade em conseguir vagas de emergência para pacientes do SUS. A medida foi tomada depois que os hospitais se recusaram a oferecer duas vagas durante a madrugada de sábado para domingo a pacientes das unidades de saúde municipais. As entidades que constam no BO são Hospital das Clínicas, Santa Casa e Beneficência Portuguesa.
"A medida foi cautelar, para preservar os profissionais que trabalham na regulação", disse Miranda. Segundo ele, a partir das 22h do sábado, começaram chegar muitos casos de traumas graves e de cirurgia, que foram recebidos pelos hospitais. Mas em determinado horário, essas unidades se declararam sem vagas. "Às 3h recebemos dois pacientes muito graves e que corriam risco de morte, um com trauma craniano e um com abdômen infeccioso. Como nós já tínhamos enviados seis pacientes em vaga zero, tomei a iniciativa (de fazer o BO) para que não houvesse nenhum constrangimento para os reguladores", explicou o secretário.
Miranda afirmou que o serviço de urgência e emergência trabalha sempre com muita tensão e exigência e que está sujeito a situações como a do final de semana, quando a demanda ultrapassa o previsto. "Temos uma média de atendimentos, trabalhamos com isso, mas acontece imprevistos e o sistema precisa ter condições de suportar e responder satisfatoriamente a demanda", falou.
O HC-UE tem 140 leitos disponíveis para urgência e emergência da rede, o hospital Beneficência Portuguesa disponibiliza 115 leitos e a Santa Casa 149 leitos.
O secretário da Saúde afirmou que o número de leitos seria suficiente se o gerenciamento fosse melhor e a rotatividade maior. "Muitos pacientes que entram como urgência e permanecem nos leitos, mesmo quando eles poderiam ser transferidos, pois precisam de acompanhamento, mas não são mais casos de emergência", disse.
De acordo com a secretaria, a regulação encaminha cerca de 100 pacientes por dia para os hospitais da cidade.
A Secretaria do Estado da Saúde informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que os leitos são suficientes para a demanda. Entretanto, a Secretaria do Estado não se manifestou sobre uma possível má gestão dos leitos.
Santa Lydia vai agregar mais leitos
Com a aquisição do hospital Santa Lydia, Ribeirão Preto passou a ter 1473 leitos disponíveis para o Sistema Único de Saúde (SUS). O preconizado pelo Ministério da Saúde é de 3 para cada 1000 habitantes, o equivalente, na cidade, a 1,8 mil leitos. A Prefeitura tem convênio com o Hospital das Clínicas, que oferece 649 leitos, o hospital Estadual, com 49 leitos, o hospital Beneficência Portuguesa, que disponibiliza 115 leitos, a Santa Casa, 149 leitos, o hospital Electro Bonini, 20, e o São Francisco, nove leitos. Alguns hospitais oferecem vagas apenas para urgência e emergência e outros não.  (MARIA CAROLINA FREITAS - Diário)

SP: Falta de remédios preocupa na região de Sorocaba
Famílias sofrem com a falta de medicamentos nas farmácias de alto custo do estado
Imagine a seguinte situação: um filho, um marido, alguém de casa tem um problema sério de saúde e depende de remédios caros. Mas você não tem condições de comprar. Aí o medicamento começa a faltar nas farmácias de alto custo do estado. Você vê os remédios, tão necessários, acabando aos poucos.
Pois é, poucos sentimentos devem ser piores do que você simplesmente não poder cuidar de um filho que está numa situação assim. Algumas famílias da região de Sorocaba estão passando por esse problema.
Sobre a falta do leite, a Secretaria Estadual de Saúde informou que a empresa responsável pela entrega do produto interrompeu o fornecimento. A secretaria determinou uma compra de emergência, mas o processo foi paralisado por problemas jurídicos entre as empresas fornecedoras.
A secretaria informa que já está em andamento um novo processo pra compra do produto, por pregão eletrônico. A expectativa é de que até o início do próximo mês a situação seja normalizada. A Secretaria de Saúde não informou o motivo da falta do outro medicamento mostrado na reportagem. (Tem Mais)

SP: Vítima fatal por meningite em Indaiatuba
A Secretaria de Saúde de Indaiatuba confirmou ontem uma morte por meningite meningocócica na cidade. A vítima é um homem de 30 anos. Ele foi internado no dia 12 de julho no Hospital Santa Ignês e faleceu no mesmo dia. Pelo laudo do Instituto Adolfo Lutz, ele morreu por infecção bacteriana aguda generalizada.
As ações de bloqueio à doença já foram realizadas em 12 pessoas que tiveram contato direto com o paciente. Em 2010, já foram registrados 24 casos da doença em Indaiatuba. Essa foi a primeira morte do ano. Em 2009, foram 26 registros, com um óbito.
A Secretaria Municipal de Saúde investiga outro caso suspeito, homem de 60 anos, que está internado no mesmo hospital desde sábado (14), com suspeita de meningite meningocócica. Ele passa bem. Uma amostra de sangue dele já foi coletada amostra para exame.
Casos confirmados em Limeira
A Secretaria de Saúde de Limeira confirmou nesta terça-feira oito novos casos confirmados de meningite na cidade  De acordo com o órgão, estes casos são referentes à última semana, mas só só foram divulgados nesta terça. 68 pessoas já tiveram a doença este ano em Limeira, com duas mortes registradas. Em 2009, a cidade registrou 111 casos de meningite, com três óbitos. (EPTV)

PR: Médicos-residentes do Estado ameaçam greve
Mais de 600 médicos-residentes do Paraná definirão, na noite de hoje, se aderem à greve nacional ou não. De acordo com a Associação dos Médicos Residentes do Paraná (Amerepar), um indicativo de greve foi aprovado pela categoria na segunda-feira.
O movimento paranaense ainda depende do resultado das discussões feitas entre os líderes de cada Estado sobre a proposta feita ontem pelo Ministério da Saúde (MS). Em âmbito nacional, a greve, iniciada ontem, já atinge 22 mil residentes.
De acordo com Murilo Murata, da Associação dos Médicos-Residentes do Hospital Evangélico, a categoria quer aumento na bolsa-auxílio, que atualmente é R$ 1.916,45.
"Queremos um reajuste de 38,7% nesse valor que está congelado há quatro anos", diz. Na tarde de ontem, o Ministério da Saúde (MS) anunciou reajuste de 20% a partir do orçamento de 2011. "Foi então montada uma comissão nacional para avaliar essa proposta", afirma.
Até o final na tarde de ontem, não havia posicionamento sobre o reajuste oferecido pelo MS por parte da Associação Nacional dos Médicos-Residentes (ANMR).
Mesmo com o anúncio da paralisação, hospitais de Curitiba estavam atendendo normalmente. Segundo o Hospital de Clínicas, nenhum dos 275 residentes tinha afirmado o interesse no estado de greve.
O mesmo acontece no Hospital do Trabalhador. Lá nenhum dos 17 residentes irão parar. O Hospital Cajuru, com 111 residentes, disse que até a tarde de ontem o atendimento estava normal. Já o Hospital Evangélico, que tem 151 residentes, afirmou que uma assembleia definirá os rumos do movimento.
De acordo com Denise Mashima, diretora clínica do Hospital Universitário de Londrina, os 152 residentes deverão hoje um documento nominando os envolvidos na paralisação. (Leonardo Coleto - Paraná Online)

PR: Casos de dengue podem superar os de 2007
Sesa também faz alerta quanto à volta da circulação do sorotipo 4 que não era notificado há 28 anos no País
A dengue não deu trégua neste ano: mesmo com o clima mais frio foram mais 9 mil casos (foto: Arquivo/JE) O Paraná está muito perto de atingir o recorde de casos positivos de dengue neste ano. Ontem a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou novo balanço da doença em 2010. Até o momento eram confirmados 24.658 casos, sendo 23.867 autóctones (quando a infecção ocorreu dentro do Estado), e 791 importados. Em 2007, marcado pelo ano epidêmico, foram 25.988 casos confirmados, dos quais 25.070 autóctones.
O quadro atual é semelhante ao daquele ano. Até julho de 2007 a Sesa já tinha confirmado pouco mais de 20 mil casos. A diferença é o clima. Os números aumentaram em cerca de 5 mil casos entre o mês passado e o boletim atual, mesmo com o clima mais frio. A Sesa também alerta quanto à circulação do sorotipo 4 da doença, que não era notificado no Brasil há 28 anos.
“Esse aumento tem duas explicações. A primeira podemos dizer que, em média, a cada três anos temos um surto epidêmico no Estado”, explicou o secretário de Saúde, Carlos Moreira Junior, em audiência na Assembleia Legislativa na semana passada, lembrando do surto recorde em 2007.
Um outro ponto que contribui para os números maiores neste ano é quanto a investigação de casos suspeitos. O trabalho de monitoramento da secretaria melhorou, tanto que o número de casos investigados já é 31% maior que em relação a 2007. No ano pandêmico foram pouco mais de 44 mil casos analisados como suspeitos, o que resultou em mais de 50% de positivos.
Neste ano já foram investigados laboratorialmente quase 59 mil casos, com índice de 35% de confirmações. “A suspeita do diagnóstico feito pelo médico precocemente é importante tanto para a indicação do tratamento, como para o bloqueio da transmissão, pois é a partir do caso suspeito que realizamos as ações de combate no campo”, explica o superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria, José Lúcio dos Santos. “Isso demonstra que o Estado está aumentando cada vez mais seu sistema de notificação e combate à dengue e que os profissionais de saúde estão atentos à doença”.
Sorotipo 4 — A secretaria estadual da Saúde reforça o alerta para a população manter os cuidados contra o mosquito transmissor da dengue. A entrada do sorotipo 4 da doença no Brasil trouxe preocupação às autoridades sanitárias. “A população deve se conscientizar e ficar atenta aos criadouros do mosquito, já que eles são nosso maior problema no combate à doença. Atitudes simples e contínuas já fazem grande diferença”, avalia o secretário de Saúde.
O Ministério da Saúde confirmou a circulação do sorotipo 4 da dengue no país; o Instituto Evandro Chagas realizou os testes. “Como o vírus não é notificado há 28 anos no Brasil a população ainda não tem imunidade contra ele”, explica José Lúcio. “Contra os vírus tipo 1, 2 e 3, parte da população já está imune, mas com a entrada do 4 aumenta-se o risco de casos graves”, explica o técnico do Programa de Combate à Dengue da secretaria, Ronaldo Trevisan.  (Bem Paraná)

SC: Residentes, primeiro reflexo nas cirurgias
Hospital Regional suspende operações e São José já revê procedimentos
No primeiro dia da greve nacional dos médicos residentes, os reflexos já começaram a ser sentidos. Em Joinville, onde os 130 médicos residentes que atuam na cidade aderiram à paralisação, apenas 20 permaneceram em seus postos de trabalhos nos hospitais São José, Regional, Materno Infantil e na Maternidade Darcy Vargas, atendendo a emergências.Cirurgias eletivas (não urgentes) e consultas com especialistas tiveram de ser remarcadas.
O Hospital Regional Hans Dieter Schimidt anunciou ontem que cirurgias eletivas estão suspensas enquanto durar a greve. “Precisamos remanejar médicos e priorizar o atendimento dos casos mais graves”, justifica o gerente técnico do Hospital Regional, Hercílio Fronza. “Os pacientes serão informados por telefone sobre as remarcações, mas se a greve perdurar, vamos ter de comunicar massivamente”, afirma.
Só o Regional faz por dia, em média, dez cirurgias eletivas. Se a greve for longa, a tendência é de que o acúmulo gerado pelos adiamentos possa aumentar ainda mais o tempo de espera por cirurgias. “A espera por uma cirurgia de hérnia ou uma cirurgia plástica, por exemplo, pode chegar a um ano, porque são áreas onde a capacidade de atendimento já é pequena e a demanda é grande”, exemplifica Fronza. “Uma cirurgia cardíaca de menor complexidade, que hoje demora, em média, 30 dias, também deve demorar mais, até porque, nesta área, já trabalhamos com um quadro de médicos 50% abaixo do ideal”, complementa.
“Os 32 médicos residentes são parte importante da capacidade de atendimento do hospital e o impacto da greve já começa a ser sentido também no ambulatório, na enfermaria e no pronto-socorro”, diz o diretor do Regional. Pacientes que chegam ao pronto-socorro e são classificados pelo Protocolo de Manchester como casos não-urgentes e menos urgentes são os mais prejudicados. “Não temos previsão de quanto tempo eles podem ter de esperar. Estamos pedindo para que procurem outras unidades”, diz Fronza. (Mariana Pereira – A Notícia)

SC: São José enfrenta problemas
A direção do hospital São José, onde trabalham 94 dos 130 médicos residentes de Joinville, informou ontem que os serviços de urgência e emergência funcionaram normalmente durante o dia.
Mas as cirurgias eletivas poderão ser adiadas e o atendimento no ambulatório também foi prejudicado. Só ontem, duas cirurgias de menor complexidade foram canceladas e serão agendadas para uma nova data. Os pacientes serão informados por telefone sobre a remarcação. Para hoje, estão previstos 48 procedimentos e, até o final da tarde de ontem não havia confirmação se todos seriam realizados.
“Se greve continuar, provavelmente, será necessário suspender as cirurgias eletivas, que serão remarcadas conforme a sequência dos pacientes na fila de cada especialidade e a urgência do caso”, disse o diretor técnico do hospital, Tomio Tomita. “Aqueles pacientes que precisam passar por cirurgia porque correm risco, vão ser operados”, garantiu.
Segundo o coordenador da residência médica do São José, Carlos Antônio Daudt, profissionais estão sendo remanejados para garantir os atendimentos de urgência e emergência.
As consultas com especialistas podem ser afetadas. “O atendimento no ambulatório tende a ficar mais lento, principalmente na área de ortopedia, que concentra maior número de residentes, até porque o hospital é referência em trauma”, diz Daudt.
Ontem, pela manhã, alguns pacientes que seriam atendidos por um ortopedista foram informados de que só serão atendidos somente terça-feira.
Foi o caso de Aline Maria de Jesus Santiago. “Simplesmente disseram que o médico não veio e que é para voltar dia 24. Agora vou ver se, num posto de saúde, pelo menos, eles trocam as ataduras, que estão caindo”, conta Aline, que sofreu uma torção na perna. “Seria a minha primeira consulta com o ortopedista depois de ter sido atendida no pronto-socorro. Nem sei se devo continuar com a tala”, dizia, preocupada.
Segundo a direção do hospital, o reflexo da greve sobre o atendimento deve ficar mais evidente nos próximos dias. (A Notícia)

SC: Quase tudo normal na Darcy Vargas
Na Maternidade Darcy Vargas, que conta com 12 médicos residentes, o impacto do primeiro dia de paralisação foi pequeno. “Como 30% dos residentes continuaram trabalhando, apenas os ambulatórios foram um pouco afetados e duas cirurgias ginecológicas, que seriam realizadas no Hospital Regional, foram canceladas”, diz o chefe da residência médica da Darcy Vargas, Manoel Pereira Pinto Filho.
“A longo prazo, deveremos realizar um remanejamento de profissionais para suprir a falta dos residentes, até porque já temos um déficit de médicos na instituição que não foi suprido pela realização do último concurso”, diz.
O atendimento no hospital Materno Infantil, onde atuam dez médicos residentes, não foi alterado com a greve, segundo a direção. Os residentes, que normalmente atuam nas alas de internação e no pronto-socorro, trabalharam apenas no PS, para não prejudicar o serviço de urgência e emergência. (A Notícia)

RS: Greve de residentes atinge o SUS
Deflagrada ontem em todo o país, a greve dos médicos residentes deverá provocar atrasos no atendimento do SUS na Capital e no Interior. De acordo com o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), foi confirmada a adesão de profissionais de pelo menos oito hospitais de Porto Alegre e de mais seis em Pelotas, Rio Grande, Passo Fundo, Santa Maria e Caxias do Sul.
Conforme a comissão de greve da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), a orientação é que serviços essenciais (urgências, emergências e UTIs) sejam mantidos com 30% dos residentes em cada setor.
– Os hospitais não podem depender de nós para fazer atendimentos. Mas sabemos que, na prática, viramos mão de obra barata. Portanto, muitas cirurgias, procedimentos e consultas correm o risco de cancelamento – apontou o presidente da ANMR, Nívio Moreira Junior Moreira.
No primeiro dia da paralisação, os hospitais de Porto Alegre ainda não haviam sentido alterações nos atendimentos.
Segundo a assessoria de imprensa do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), houve uma preparação para a greve com antecedência, mas não foi descartada a possibilidade de atrasos se a paralisação se estender. (Zero Hora)

RJ: Hospital em Volta Redonda inicia a captação de córneas
Banco de olhos é o único em funcionamento no estado
O Banco de Olhos de Volta Redonda, no Sul Fluminense, fez as suas duas primeiras captações de córneas neste fim de semana. No sábado pela manhã, o doador foi um homem, de 34 anos, que morreu depois de ser baleado. A segunda doação, feita no mesmo dia, foi depois da morte de uma mulher de 72 anos, que estava internada no Hospital São João Batista, onde fica o Banco de Olhos. A unidade de Volta Redonda foi credenciada no dia 30 de julho pelo Ministério da Saúde e pela Vigilância Sanitária para a realização dos serviços e é a primeira unidade pública do tipo no Rio e a única em funcionamento no estado.
— Vamos realizar a captação de córneas em todo o Médio Paraíba — explicou a coordenadora do Banco de Olhos, Mara Lúcia Miranda de Almeida, acrescentando ser importante as pessoas informarem às suas famílias a intenção de ser doador.
Já o diretor do hospital, Sebastião Faria, destacou que qualquer pessoa poderá ser doadora. O procedimento é possível mesmo que o doador tenha alguma correção visual, como o uso de óculos. A técnica cirúrgica não deixa vestígios de deformidade em quem fez a doação.
— A fila de espera no estado do Rio é a maior do país — ressaltou Faria.   (Extra Online)

RJ: Nova lei cria oportunidades na saúde
Hospitais públicos do RJ precisarão de profissionais de massoterapia,drenagem linfática e áreas que já oferecem cursos
Com a sanção da lei 5471/09 pelo governador Sérgio Cabral Filho, todos os hospitais públicos do estado estão autorizados a implantarem o Programa de Terapias Naturais. Por conta dos novos serviços, diversos postos de trabalhos serão criados e, para participar do processo seletivo será preciso que o candidato esteja habilitado e inscrito em seu respectivo órgão de classe municipal, estadual ou federal. Aproveitando o ensejo, a Universidade Castelo Branco, já tradicional em realizar cursos de extensão universitária em terapias naturais, está investindo mais do que nunca na qualidade da sua 24ª edição dos 12 cursos básicos que serão oferecidos a R$ 35 (incluso certificado) cada, em agosto e setembro desse ano. Com carga horária de nove horas/aula, por curso, os destaques são as seguintes abordagens: Drenagem Linfática Manual; Massoterapia Ayurvédica; Cinesiologia Aplicada e Autoconhecimento; Bioenergia e Leitura Corporal; Psicohomeopatia; Seitai; Terapia Ortomolecular; Shiatsu; Reflexologia Craniana, Podal e Manual; Parapsicologia Terapêutica; Massoterapia Estética Corporal e Auriculoterapia. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, essas modalidades podem chegar a terceiro lugar no ranking das profissões mais procuradas. Qualquer pessoa com nível médio completo, independente de ter conhecimentos na área, pode fazer os cursos. Informações: 2210- 1196. As matrículas devem ser feitas, presencialmente, na Avenida Treze de Maio, 47/2805, Centro do Rio.  (Povo)

MG: Greve de médicos atinge hospital de Itajubá
Médicos do Hospital Escola de Itajubá iniciaram uma greve na manhã de ontem. Desde às 7h, 40 médicos residentes pararam por tempo indeterminado. Os atendimentos do SUS são feitos apenas em caso de urgência e emergência. Ás 14h está prevista uma manifestação em frente ao hospital.
Na cidade de Pouso Alegre está prevista uma manifestação dos residentes do Hospital Samuel Libânio durante à tarde, que fará com que o atendimento seja reduzido para 30% da sua capacidade. No hospital não houve adesão à greve, ao contrário do que havia sido informado anteriormente.
Segundo Leandro Urquiza, membro da Associação Mineira dos Médicos Residentes, os profissionais reivindicam reajuste salarial de 38,7% no salário-bolsa, auxílio-moradia e alimentação, fixação de data base para reajuste, ampliação de licença maternidade para 6 meses e 13ª bolsa-salário.
Urquiza disse que as conversas com os ministérios da Saúde e da Educação, que regulam e pagam os profissionais, começaram em abril, mas, segundo ele, não houve acordo.
Reajuste
Os ministérios da Saúde e da Educação ofereceram na segunda-feira um aumento de 20% aos médicos residentes a partir de 2012. Um grupo de trabalho especial foi criado para analisar as reivindicações da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR). Aém do aumento da bolsa mensal, a licença maternidade e licença paternidade devem ser discutidas. (EPTV)

MG: Greve de residente segue pelo menos até amanhã
A greve dos médicos residentes de Minas Gerais, iniciada ontem, vai continuar pelo menos até amanhã. Em assembleia realizada nesta terça-feira, eles recusaram a oferta de reajuste do governo e optaram por permanecer de braços cruzados. Os atendimentos de urgência e emergência estão mantidos.
A principal reivindicação é um aumento de 38,7% na bolsa de estudos, que, hoje, é de R$ 1.672,64. "A discussão começou em abril. Sentamos para negociar três vezes e, na segunda-feira, eles ofereceram 20%. É pouco", afirmou o vice-presidente da Associação Mineira de Médicos Residentes (Amimer), Lorenzo Tomé.
Além do reajuste, os residentes reivindicam auxílio moradia e alimentação, 13º, data-base, revisão anual do valor e direito a licença maternidade de 180 dias. Em comunicado, os Ministérios da Saúde e da Educação informaram que a oferta de 20% já é resultado de um remanejamento de recursos de outros projetos. (Victor Hugo Fonseca – O Tempo)

GO: Capacitação dos servidores do Materno Infantil
A Secretaria da Saúde está promovendo a capacitação dos servidores e residentes do Hospital Materno Infantil. Na próxima segunda-feira, dia 23, será aberta a Semana do Psicólogo, com uma oficinas, palestras e dinâmicas de grupo. O evento será realizado no Espaço de Convivência do hospital.
No dia 31 deste mês acontece a Feirinha da Alegria, das 8 às 18 horas, também no Espaço de Convivência. No local os servidores poderão expor trabalhos manuais e demonstrar talentos, expondo itens de artesanato e alimentação.
No dia 1º de setembro, o médico Raulê  Almeida, neonatologista do Hospital Materno Infantil de Brasília vai ministrar uma palestra sobre a qualidade da assistência perinatal e sua influência na estruturação do sujeito emergente, a partir das 8 horas, no Auditório do Materno Infantil.
Raulê Almeida é reconhecido pelo trabalho como tutor do Método Canguru no Distrito Federal, que promove melhores condições de recuperação de bebês  prematuros. (Goiás Agora)

PB: Distribuição de medicamento deve ser regularizada
O Laboratório Abbot se comprometeu a regularizar o fornecimento do medicamento da marca “Survanta” nos hospitais públicos e privados do Estado da Paraíba até esta sexta-feira (20).
Desde julho deste ano, alguns serviços – como a Maternidade Cândida Vargas - começaram a sofrer com o desabastecimento do medicamento que contém em sua composição o princípio surfactante pulmonar exógeno, usado para garantir a sobrevivência de bebês prematuros com idade gestacional inferior a 34 semanas.
Em nota, o laboratório informou que o desabastecimento ocorreu em razão de “problemas na linha de produção” do medicamento. Na última segunda-feira (16), a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor ouviu o representante da Abbot. Segundo o consultor jurídico do laboratório, Eduardo Serrano Queiroz, o desabastecimento temporário do Survanta também ocorreu porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retenção de um lote do medicamento que apresentou variação de temperatura durante o transporte.
O advogado informou que um novo lote do Survanta já está no Rio de Janeiro e deve chegar na Paraíba até sexta-feira. Enquanto isso, o laboratório se comprometeu a suprir de forma emergencial a falta do medicamento através da distribuidora Elfa (representante da Abbot).
 Na semana passada, a Elfa já havia assumido o compromisso junto ao Ministério Público da Paraíba (através das Promotorias e Justiça da Infância e Juventude, do Cidadão, do Patrimônio Público e do Consumidor da Capital) de manter o estoque mínimo do medicamento na Maternidade Cândida Vargas, em João Pessoa.
 O serviço municipal é referência em gestação de alto risco e registra, em média, 600 nascimentos por mês, sendo que 14% deles são de bebês prematuros. Para evitar um colapso na maternidade e a morte de neonatos, a empresa se comprometeu a abastecer a Cândida Vargas com o medicamento da marca “Curosurf” (que tem o mesmo princípio ativo do Survanta). (Portal Correio)

RN: Cobertura chega a 66% das crianças
Dados disponibilizados pelo Datasus mostram que 176.931 crianças menores de 5 anos no estado do Rio Grande do Norte foram imunizadas na segunda etapa da campanha de vacinação contra a poliomielite (paralisia infantil). Este resultado representa 66,4% das 267.905 doses previstas para os 167 municípios do estado, um índice semelhante ao que alcançou o país com 66% e superior ao da região Nordeste com 57,53%. Na Grande Natal, a cobertura vacinal foi de 71,89%. Em Natal, a cobertura chegou a 68,87%. Na grande Natal, a cidade de Parnamirim, com 87,48%, foi a que apresentou índices mais próximos dos 95% que é a meta fixada pelo Ministério da Saúde.  (Diário de Natal)

CE: Messejana vai fazer transplante de pulmão
Após três anos de preparação, o Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes está apto pelo Ministério da Saúde para realizar transplante de pulmão. O feito coloca o Ceará como o quarto Estado brasileiro, após Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, e o primeiro do Norte/Nordeste, a ser credenciado a esse tipo de cirurgia.
A novidade foi anunciada na manhã de ontem, em entrevista coletiva, pelo titular da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), José Arruda Bastos, e contou com as presenças da diretora geral do HM, Socorro Martins; o coordenador da unidade, Antero Gomes; e coordenadora da Central de Transplantes do Estado, Eliana Barbosa.
Com o carimbo que viabiliza o transplante do órgão, a equipe multidisciplinar do Hospital de Messejana oficializou o atendimento no ambulatório da unidade de Transplantes de Pulmão, atualmente com 15 pacientes em processo de avaliação. "Eles podem ser indicados ou não para serem incluídos na lista de espera estadual que ainda não possui ninguém", explica Antero Gomes Neto.
Segundo ele, apenas os pacientes encaminhados por pneumologistas serão avaliados clinicamente. "Esse trabalho será feito com muita cautela e responsabilidade, seguindo todos os critérios do Protocolo de Transplante Pulmonar", disse.
O transplante de pulmão, explica o médico, pode beneficiar pacientes com problemas pulmonares evolutivos que não respondem mais à medicação e necessitam de oxigenação artificial. Enquadram-se aí os portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica, enfisema pulmonar, fibrose pulmonar, bronquiectasia, hipertensão pulmonar - males adquiridos ao longo da vida - e de fibrose cística, de origem congênita.
Para estarem aptos ao transplante, esclarece Antero, esses pacientes precisam estar estáveis e em casa e não em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A cirurgia não é recomendada à pacientes com doenças sérias, como insuficiência renal ou hepática, HIV, diabetes melito insulino-dependente, câncer.
A coordenadora da Unidade, Cyntia Viana, destaca que o procedimento vai aumentar a expectativa de vida de pacientes crônicos que antes não tinham condições físicas de ter uma vida normal. O Ceará só terá condições, pelo menos, no início, de realizar transplantes de doador com morte encefálica.
DESAFIOS
Captação de órgãos é considerada vulnerável
O credenciamento para um procedimento como o transplante de pulmão é apenas o primeiro e mais fácil passo. A partir dele, avalia Antero Gomes, começam os maiores desafios que passam pela captação do órgão, considerado o mais vulnerável de todos, e pela agilidade da Central.
A cirurgia de transplante de pulmão, informa, é complicada. O prazo decorrido entre a retirada do pulmão do doador e o implante no transplantado deve ser de, no máximo, seis horas. Além disso, o doador do órgão não pode estar conectado a respiração artificial por mais de três dias. "Uma outra restrição é a de que a medida do tórax do doador e do transplantado deve ter uma diferença de, no máximo, 20%",disse.
Ainda existem complicadores como a manutenção do próprio órgão após a morte encefálica. De acordo com Antero Gomes, no Brasil, de cada 100 potenciais doadores, apenas dez órgãos estão em condições de ser transplantado. "No Canadá, por exemplo, esse percentual chega a 40%".
A burocracia na autorização para captação e a rapidez com que a equipe da Central de Transplante age também contribuem para o sucesso. Por esta razão, informa, a coordenadora da Central, Eliana Barbosa, o Estado investiu na compra de seis aparelhos para o diagnóstico da morte encefálica, na capacitação da equipe e na compra de veículos para transportar os órgãos retirados.
A conscientização da população foi salientada pelos médicos do HM. Mesmo o Ceará estando entre os que mais doem, é preciso campanhas para que as famílias possam autorizar a retirada dos órgãos para transplante.    (LÊDA GONÇALVES - Diário do Nordeste)

CE: Greve de residentes prejudica o atendimento
Paralisados desde a última segunda-feira, cerca de 500 profissionais reivindicam reajuste de 38,7%
A greve dos médicos residentes de 22 hospitais públicos do Ceará já está causando transtornos à população: cirurgias foram desmarcadas e o atendimento tem sido prejudicado com a ausência de cerca de 500 profissionais que estão paralisados desde segunda-feira.
A categoria, sem reajuste salarial há quatro anos, reivindica reajuste de 38,7%. Um ato ontem de manhã na Assembleia Legislativa pediu mais apoio e visibilidade às reivindicações. O movimento é nacional e segundo Felipe Sydrião, presidente da Associação dos Médicos Residentes do Ceará (ANMR),está longe de uma negociação final. "Estivemos na Assembleia Legislativa ontem para pedir mais apoio e tentar a melhoria salarial dos residentes que sofrem com a defasagem de salários. Eles são mal pagos e explorados como uma mão-de-obra barata. Está difícil o diálogo", frisou Felipe Sydrião.
Um total de 22 mil médicos residentes também cruzou os braços em todo o País. Amanhã está marcada uma assembleia nas unidades médicas do Ceará para definir os rumos do movimento grevista.
Atualmente, segundo a Lei 6932, que regulamenta a profissão, os residentes têm carga horária de 60 horas semanais e recebem uma bolsa de R$ 1.916,45. "É muito difícil trabalhar sem reconhecimento, a gente fica com baixa estima. Temos que ser mais valorizados. Eu vim de Belém e tenho que pagar aluguel e transporte", disse o jovem residente do primeiro ano, Rafael Luz.
Além da pauta do reajuste da bolsa-auxílio, os residentes exigem também auxílio-moradia e alimentação, adicional de insalubridade; data-base para reajuste anual, instituição de 13ª bolsa auxílio, aumento da licença maternidade de quatro para seis meses e melhoria de condições de trabalho e ensino, de acordo com as necessidades de cada instituição. Apresentando uma outra reivindicação, o residente do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), Charles Renam de Almeida, denunciou a ausência quase total de profissionais médicos para acompanhar os residentes.
Preocupado com o movimento grevista, o superintendente dos hospitais universitários da UFC, Florentino Cardoso, comentou que as entidades têm trabalhado em esquema de rodízio a fim de não causar muitos danos à população.
"Ainda não sentimos muitos efeitos da ausência dos nossos residentes, mas estamos atentos e preocupados. Certamente terá impactos, mas tentaremos minimiza-los", alertou Florentino Cardoso.
Em nota, o Ministério da Saúde informou, no início dessa semana, informou que ofereceu um aumento de 20% na bolsa mensal a partir do Orçamento do próximo ano. (Diário do Nordeste)

MA: Cresce movimento em hospitais
Nestes meses mais quentes, pessoas que têm problemas respiratórios sofrem mais.
A temperatura começa a subir na Região dos Cocais, no Leste do Estado. São os meses mais quentes do ano. Pessoas que têm problemas respiratórios sofrem mais nesta época. (iMirante)


Artigos, Comentários, Entrevistas e Opiniões sobre o Segmento de Saúde

Capacidade de Resposta
Nada pode ser melhor do que uma organização em crescimento. Novas contratações, um ambiente sempre arejado por novos projetos e desafios, um ritmo de trabalho exaustivo, entretanto, muito prazeroso.
Mas, como as bênçãos sempre vêm no mesmo pacote das maldições, as organizações em crescimento vivem um grande desafio: como escolher e desenvolver seus gestores.
E isto é histórico. Lembro-me de idéias como a Teoria Y, desenvolvida por Douglas McGregor que se contrapunha à visão tradicional de Weber, Taylor e Fayol, baseada em controles rígidos, partindo da premissa que as pessoas são dependentes, incapazes de desenvolver um trabalho de maneira autônoma e evitam responsabilidades.
A teoria Y preconizava que as organizações devem proporcionar as condições para que as pessoas se desenvolvam, com motivação e responsabilidade, convergindo seus objetivos pessoais com os da empresa.
Esta revisão levou a um questionamento quanto ao processo de escolha de novos líderes pois, ao contrário da visão tradicional, os líderes já não deveriam ser grandes “controladores” mas, sim, grandes “inspiradores”.
Por exemplo, muitas empresas na década de 80 promoveram excelentes técnicos para posições de gerência, escolha esta baseada principalmente pelo chamado “tempo de casa”. As pessoas, por sua vez, normalmente aceitavam o novo cargo devido ao aumento de salário ou ao status da função.
Só que grande parte destas iniciativas não trouxe um bom resultado, pois bons técnicos podem não ser bons gestores, seja por preparo ou até mesmo por vocação. E, assim, a perda era dupla, uma vez que a empresa perdia um bom técnico e ganhava um mau gestor.
A nova visão organizacional propõe a possibilidade do desenvolvimento do profissional, dentro de uma mesma função. Na prática, um técnico de nível mais alto pode ter um reconhecimento maior, inclusive salarial, do que um gerente que recentemente assumiu a função.
Aliás, tenho me deparado com várias situações de clientes que promoveram pessoas ainda despreparadas ou imaturas para assumir um cargo de liderança, invariavelmente trazendo conseqüências indesejáveis, inclusive a perda de profissionais.
Esta decisão é tomada normalmente por uma combinação de eventos, desde a necessidade urgente do preenchimento da vaga até a dificuldade de encontrar bons profissionais no mercado. Mas, normalmente passa pela premência da obtenção de resultados rápidos, afinal o funcionário interno já conhece a organização e os processos.
São equívocos comuns, portanto é importante que as empresas entendam a importância no cuidado na tomada destas decisões e sempre se apóiem nem profissionais de RH internos ou externos, que devem utilizar metodologias consistentes de avaliação.
Se, uma possível interpretação da palavra “responsabilidade” é “capacidade de resposta”, é fundamental que não se cobre do profissional algo que ele não está preparado para oferecer.   (Gustavo de Martini - Saúde Business Web)



Notícias de Interesse do Mercado de Saúde

Geracao de Conteudo

Diabetes gestacional: risco para as mães e os bebês
Grávidas precisam ter a taxa de açúcar no sangue monitorada constantemente
Gestantes devem ficar atentas ao nível de açúcar no sangue. A Sociedade Brasileira de Diabetes alerta que a própria gravidez, além da falta de exercícios físicos e excesso de peso, podem desencadear a doença, que acarreta complicações para mãe e até risco de vida ao bebê.
Este será o tema do Simpósio Diabetes e Gravidez, organizado pela Sociedade Brasileira de Diabetes-Rio, no sábado, na Barra (inscrições: www.diabetes.org.br ou 11 3842-4931).
A placenta produz hormônios que inibem a ação da insulina. Segundo a endocrinologista e presidente da SBD-RJ, Lenita Zajdenverg, a alta de açúcar defende o bebê da fome quando a mãe fica muito tempo sem comer. Entretanto, quando a baixa de insulina é associada às altas taxas de açúcar no sangue da mãe, o feto ganha muito peso, podendo haver traumatismo durante o parto e hipoglicemia (baixa de açúcar) após o corte do cordão umbilical, que, se não tratada, gera problemas no desenvolvimento da criança. “Já no caso da mãe, ela pode desenvolver hipertensão”, completa Lenita.
Previna-se
Evite dieta rica em gorduras saturadas. Nas refeições prefira pratos assados, cozidos ou grelhados.
Adoçantes são permitidos com moderação em sucos e refrigerantes.
Beba bastante líquido: sucos naturais e água de coco.
Doces devem ser substituídos por frutas. Também é importante aumentar o consumo de fibras, pois retardam a absorção de açúcar e diminuem a fome.  (O Dia Online)

Residentes: 80% aderiram à greve, diz associação
De acordo com a associação, o Brasil tem 22 mil médicos residentes. Segundo governo, não há dados sobre reflexos da greve no atendimento
A assessoria de imprensa da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR) informou que pelo menos 80% dos médicos residentes entraram em greve ontem. A greve acontece por tempo indeterminado, segundo o órgão.
Segundo a ANMR, somente os médicos residentes dos estados de São Paulo e Paraná aderiram parcialmente ao movimento. Nesses estados, a paralisação deve ter início a partir de quinta-feira (19).
De acordo com a associação, o Brasil tem 22 mil médicos residentes. A categoria reivindica reajuste de 38,7% na bolsa-auxílio de R$ 1.916,45 que é paga aos residentes. Eles pedem ainda que seja fixada uma data-base anual para o reajuste salarial da categoria, além de direito a licença-maternidade de seis meses e pagamento correspondente ao 13º salário.
Ministério da Saúde
De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, os médicos residentes não são responsáveis pelo atendimento nos hospitais, ele trabalham como auxiliares. Ainda não foi feito um levantamento sobre os reflexos da greve no atendimento aos pacientes.
Em nota divulgada na segunda-feira (16), o Ministério da Saúde informou que ofereceu aumento de 20% na bolsa mensal a partir do Orçamento de 2011. Segundo o Ministério, muitos grupos ainda estão em assembléia, analisando a contra-proposta final encaminhada pelo governo.
O texto também anuncia a criação de um grupo de trabalho para analisar as reivindicações dos médicos residentes.
A ANMR afirma que a proposta será analisada na quarta-feira (18), em reunião da Comissão Nacional de Greve, que conta com representantes dos estados que aderiram à paralisação. Ainda assim, a proposta de reajuste do Ministério da Saúde foi considerada insuficiente, segundo a assessoria de imprensa da Associação. (Portal G1)

Médicos residentes decidem se continuam em greve
A comissão de greve da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR) deve decidir hoje se continua ou não com o movimento por aumento no valor da bolsa-auxílio, segundo o presidente da entidade, Nívio Moreira.
A categoria começou a greve ontem, reivindicando aumento de 38,7% da bolsa, que, atualmente, é de R$ 1.916,45. Os ministérios da Saúde e da Educação propõem um reajuste menor, de 20%. De acordo com Moreira, em alguns estados, os residentes rejeitaram a proposta do governo, porém outras assembleias ainda não encerraram o debate.
Moreira afirmou que o anúncio do governo será “bem avaliado” pela categoria. A associação disse que cerca de 17 mil médicos-residentes do Sistema Único de Saúde (SUS) aderiram à paralisação, o equivalente a 80% do total no país. (Agência Brasil)

Decisão encerra luta jurídica sobre célula de embrião
Segundo representante da Confederação Nacional dos Bispos, debate ético continua
O Diário Oficial da União publicou anteontem a decisão definitiva do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a legalidade do uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas.
A publicação indica o chamado "trânsito em julgado" do processo, ou seja, quando não é mais possível entrar com recursos para questionar a decisão do Supremo, anunciada em maio de 2008.
Na ocasião, o STF concluiu, mediante votação, que o uso científico de células-tronco embrionárias, originadas de embriões congelados, não é inconstitucional, pois não caracteriza aborto.
"Alegava-se que o uso desses embriões estava destruindo vidas. No entanto, 95% dos embriões congelados, se usados, não gerariam vida", afirma a geneticista da USP, Mayana Zatz.
O assessor jurídico da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), Paulo Leão, ressalta, no entanto, que o STF não se posicionou a favor ou contra essas pesquisas.
"O Supremo apenas diz que não é inconstitucional. O ministro Gilmar Mendes mostrou que nossa legislação sobre o tema é insuficiente", analisa. Para ele, "o debate ético sobre as pesquisas continua em aberto". A Igreja Católica condena os estudos.
A ação questionando a constitucionalidade das pesquisas partiu da Procuradoria Geral da União, com a participação de instituições que questionam as pesquisas, como a CNBB. O processo começou a tramitar em 2005. Agora, será arquivado.   (SABINE RIGHETTI - Folha de S.Paulo)


Gestão, Produtos e Serviços
AssPreviSite

Unidas: Curso trata modelo de gestão de cuidados
Modelos de Serviços para Gestão de Pacientes Crônicos e de Alto Custo - No contexto do modelo de gestão de cuidados
09 e 10 de setembro de 2010
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - São Paulo - SP
Objetivo
Apresentar o ciclo do modelo de gestão de cuidados, suas fases e resultados com vias de direcionar ações assistenciais e gerenciais. Apresentar os projetos de avaliação de condições de saúde em empresas e seguimento por linhas de cuidado. Apresentar o modelo de gerenciamento de casos para idosos fragilizados e pacientes de alto custo. Discutir a importância da padronização dos processos de avaliação, e estabelecimento de diretrizes assistenciais mínimas. Colocar em pauta a necessidade de tecnologia para alcance da qualidade, escala e abrangência dos programas propostos. O curso foi estruturado em formato de workshop para que os conceitos e as experiências possam ser debatidos e compartilhados entre professor e alunos. Artigos serão fornecidos e debatidos em sala de aula, palestras expositivas, relato de casos, e muita informação para que os participantes possam refletir sobre a real dificuldade em se implantar tais estratégias, com vias a redução do custo assistencial de seus beneficiários.
Instrutor
Dr. Leonardo Pereira Florêncio
Público Alvo
Gestores de Operadoras de Planos Privados de Saúde, Gestores Públicos de Saúde, Coordenadores de Programas e Projetos de Qualidade de Vida, Medicina Preventiva, Promoção da Saúde. Profissionais auditores, gestores de tecnologia da informação de organizações de saúde. Profissionais de saúde que pretendem atuar em programas de promoção da saúde e qualidade de vida.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Regiane F. Cazzaniga
treinamento@unidas.org.br   (Unidas/AssPreviSite)

MBA em Gestão de Plano de Saúde
Continuam abertas as inscrições para a quinta turma do curso de MBA em Gestão de Plano de Saúde, na Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes (LFG), em parceria com a Universidade Corporativa UNIDAS pelo Saber, Santos & Diniz Consultores Associados e Anhanguera Educacional. As aulas terão início no dia 2 de setembro próximo.
O curso é de alto desempenho – reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) -, tem a duração de 13 meses e destina-se a profissionais graduados que buscam aperfeiçoamento e a executivos que atuam ou pretendem atuar em posições de tomada de decisão, como na gerência ou direção de planos de saúde, além de hospitais e ambulatórios, especialmente nas áreas administrativas e de gestão.
As aulas são telepresenciais, ao vivo, com sala em mais de 480 municípios em todo o País.  A Rede LFG é especialista em ministrar cursos preparatórios e de pós-graduação em ambiente virtual, com aulas transmitidas via satélite, com interatividade entre professor e aluno, a partir de seus estúdios em São Paulo.
A instituição promotora concederá aos profissionais das filiadas a UNIDAS, bem como aos seus cônjuges e filhos, desconto especial de 10% no valor do curso.
As inscrições para a nova turma do curso de MBA em Gestão de Plano de Saúde devem ser feitas até o dia 1º de setembro de 2010 pelo site www.lfg.com.br/pos.
Aproveitem esta oportunidade e inscrevam-se já!   (Unidas/AssPreviSite)


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