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Clipping Assistencial - 16.04.2013
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O Dia da Saúde - Nossa Leitura

O VGBL Saúde está chegando.  Aumento da população idosa no Brasil colaborará para a comercialização do produto, acredita o presidente da Fenaprevi, Osvaldo Nascimento, em evento promovido pelo CVG-SP na última quarta-feira.  Com a aprovação prevista para ainda esse semestre, o VGBL Saúde tem imbuído desafios como a cultura da poupança a longo prazo, educação financeira, previdenciária e securitária, para evitar litígios, e o conceito do seguro de vida como instrumento de proteção social.  Tais desafios encontram com a realidade do aumento da população idosa no Brasil, e com a queda de brasileiros jovens.  Segundo o presidente da Fenaprevi, atualmente, maior parte da população brasileira está na idade  economicamente ativa, mas a tendência é de que aumente a proporção de idosos. Com isso, a população crescerá em ritmo menor e impactará o sistema de saúde público. Osvaldo Nascimento declarou ainda que “Haverá uma pressão generalizada sobre os gastos com saúde em países como o nosso, onde está decaindo a população jovem e aumentando a população idosa”.  Os custos das operadoras de planos de saúde e comprometimento da renda do segurado com saúde também aumentarão. Hoje, consumidores de até 18 anos têm 7% da renda comprometida com planos.  O percentual salta para 25%, na faixa de 60 anos, e para 50%, aos 70 anos.

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Sistema de Saúde Suplementar e a gestão das operadoras
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Dia a Nacional de Alerta aos Planos
Está prevista a realização de atos públicos como assembleias, caminhadas, concentrações, dentre outras formas de manifestação contra supostos abusos praticados pelas operadoras de planos de saúde na relação com médicos e pacientes
No próximo dia 25 de abril, entidades médicas de todo o País organizam o Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde. Nesta data, diversos protestos deverão ocorrer nos estados contra supostos abusos praticados pelas operadoras de planos de saúde na relação com médicos e pacientes, segundo comunicado enviado por entidades médicas.
Na carta aberta à população, assinada pela Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (FENAM) – os médicos informam a retomada do diálogo com os empresários. A categoria definiu cinco itens de reivindicação que exprimem o histórico de lutas das entidades médicas por melhorias no setor.
Além do reajuste adequado dos valores das consultas e procedimentos, a classe cobra uma resposta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre as propostas de cláusulas obrigatórias a serem inseridas nos contratos entre médicos e planos de saúde, apresentadas pelos médicos em abril do ano passado. O apoio ao Projeto de Lei 6.964/10, que trata da contratualização e da periodicidade de reajuste dos honorários, também é uma das bandeiras da mobilização.
O protesto – Para o dia 25 de abril, está prevista a realização de atos públicos como assembleias, caminhadas, concentrações, dentre outras formas de manifestação. O formato será definido em assembleias organizadas pelas Comissões Estaduais de Honorários Médicos, compostas pelas Associações Médicas, Conselhos Regionais de Medicina, Sindicatos Médicos e Sociedades Estaduais de Especialidades.
Em caso de suspensão temporária de atendimentos eletivos, os pacientes serão atendidos em nova data, que será informada. O protesto não atinge os casos de urgência e emergência. Para eles, o atendimento está assegurado.
Confira abaixo a íntegra do Informe à População:
25 de abril: Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde
Em 25 de abril, ocorrerá o Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde, que configura um protesto contra os abusos praticados pelas operadoras de planos de saúde na relação com os pacientes e com os médicos.
O protesto prevê a realização de atos públicos (assembleias, caminhadas, concentrações, entre outras), sendo que, o formato a ser adotado em cada localidade será definido em assembleias organizadas por Comissões Estaduais (compostas pelas Associações Médicas, Conselhos Regionais de Medicina, Sindicatos Médicos e Sociedades Estaduais de Especialidades).
Em caso de suspensão temporária, os pacientes serão atendidos em nova data, que será informada. O protesto não atinge os casos de urgência e emergência. Para eles, o atendimento está assegurado.
A mobilização é um alerta para os gestores das operadoras dos planos de saúde, para os gestores públicos e para a sociedade em geral. As entidades defendem a retomada do diálogo que garanta o atendimento dos seguintes pontos:
1- Reajuste das consultas, a partir de critérios a serem definidos em cada Estado, tendo como referência a CBHPM em vigor (R$ 67,82 em 2012);
2- Reajuste dos procedimentos, tendo como balizador a CBHPM em vigor (2012);
3- “Por uma nova contratualização, baseada na proposta das entidades médicas nacionais”;
4- Rehierarquização dos procedimentos, feita com base na CBHPM;
5- Apoio ao Projeto de Lei 6.964/10, que trata da contratualização e da periodicidade de reajuste dos honorários pagos aos médicos.
Sem o atendimento dessa agenda mínima, há risco de prejuízos para mais de 48 milhões de usuários de planos de saúde em todo o país. Contamos com a compreensão dos brasileiros nesta luta, cujo êxito trará ganhos significativos para toda a sociedade.  (Saúde Business Web)

Avaliações para revisão das coberturas
Mais de 60 representantes do setor de saúde suplementar reuniram-se, no Rio de Janeiro, no último dia 09/04 para a terceira reunião do Grupo Técnico para revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde editado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Conduzido pela gerente-geral de Regulação Assistencial, Martha Oliveira, o evento contou com a presença do diretor-presidente da ANS, André Longo, que participou de algumas discussões.
A reunião contou também com a participação de Diogo Penha Soares, servidor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que falou sobre Tecnologia de amplificação de ácidos nucléicos constituída de testes in vitro qualitativos para detecção direta do RNA e DNA de agentes (NAT).
A próxima  reunião do Grupo Técnico do Rol será no dia 30 de abril, no Rio de Janeiro. (ANS)

Rol de Procedimentos e TUSS
No setor de planos de saúde sempre coexistiram múltiplas terminologias criadas por operadoras e prestadores de serviços de saúde. Diante das dificuldades para troca de informações entre os integrantes do setor, foi verificada a necessidade de adoção de uma terminologia clínica comum. Por essa razão, foi criada a Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS), resultado do trabalho conjunto feito pela ANS, Associação Médica Brasileira (AMB) e o Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPISS). Essa terminologia utiliza como base a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM).
Atualmente, são utilizadas no setor as tabelas da CBHPM, da TUSS e do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde (cobertura mínima obrigatória para os planos de saúde contatados a partir de 2/01/1999). Embora apresentem estrutura e conteúdo semelhantes, são três tabelas distintas, com funções específicas.
Com a finalidade de facilitar a compreensão a respeito das denominações usadas na saúde suplementar para os procedimentos e eventos em saúde, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) elaborou uma tabela em que constam os itens que integram o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde e as denominações equivalentes a esses itens de acordo com a Terminologia Unificada da Saúde (TUSS).  (ANS)

Cassi: Inclusão de dependentes
Desde o dia 08/04 a inclusão dos dependentes no Plano de Associados da CASSI está diferente. Os associados deverão incluir seus dependentes no Banco do Brasil e, em seguida, homologar a inscrição junto à Caixa de Assistência. A cobertura assistencial será iniciada após a homologação.
A mudança na inscrição de dependentes ocorrerá devido à mudança no sistema de cadastramento do sistema de recursos humanos do BB.
Atenção pensionistas!
Os associados poderão realizá-la pelo site da Caixa de Assistência (opção Dependentes para Homologação), pela Central CASSI (0800 729 0080) ou em alguma Unidade Cassi. Já os pensionistas, após habilitados pela PREVI ou pelo INSS (para os que não receberem complemento PREVI), conseguirão homologar a inscrição apenas nas Unidades ou na Central.
Os associados também devem entrar em contato com a CASSI para realizar qualquer alteração cadastral e exclusão de dependentes. Os titulares do plano continuam sendo inscritos automaticamente no Plano de Associados imediatamente após a posse e o cadastramento no sistema de recursos humanos do Banco. Dependentes inscritos na Cassi até 29/3 não precisarão ter inscrição homologada.  (Previ)

Unimed Volta Redonda: Sustentabilidade
Entre 247 projetos inscritos de vários estados do país, a Unimed Volta Redonda obteve um importante reconhecimento no 3º Prêmio Fecomércio de Sustentabilidade. Na categoria grande empresa, foi reconhecida como uma dos três melhores iniciativas, recebendo uma placa de menção ao trabalho.
A Unimed Volta Redonda enviou um projeto com o conjunto de ações que desenvolve, tanto em sua sede quanto no Hospital Unimed, para Cuidar das pessoas e do meio ambiente. A Cooperativa foi a única empresa representante do estado do Rio na final.
O objetivo da premiação, que aconteceu em São Paulo na última quinta-feira (12), é valorizar ideias inovadoras que contribuam com o desenvolvimento consciente, com base 16 nos Princípios Fundamentais do Varejo Responsável. A organização é feita pelo Fecomércio de São Paulo e tem a parceria da Fundação Dom Cabral.
O presidente da Unimed Volta Redonda, Luiz Paulo Tostes Coimbra, comentou o destaque. “Ficamos orgulhosos de compartilhar nossas boas práticas de sustentabilidade”, destacou ele. A vice-presidente, Drª Elizabeth Carolina Mathias de Araújo, também validou a iniciativa. “Tivemos a oportunidade de conhecer outros exemplos de empresas que, assim como a nossa, atuam com foco na sustentabilidade”, detalhou ela. (Unimeds)

Caminhos odontológicos
Duas grandes franquias de consultórios odontológicos, Sorridents e Odontoclinic, têm estratégias diferentes para crescer.
Com 183 unidades, além de 60 previstas até o final de 2013, a Sorridents se apoia na construção de novas clínicas e mira o mercado da capital fluminense.
"A entrada no mercado do Rio será de fora para dentro. Primeiro nos bairros periféricos e depois nos bairros mais ricos", afirma Carla Sarni, presidente da empresa. Serão 20 franquias no Rio até o final deste ano.
A Odontoclinic tem 160 unidades e prevê chegar a 210 até dezembro de 2013. Para se expandir, a companhia faz a conversão de clínicas já existentes para a bandeira da empresa, sobretudo na capital paulista.
"Hoje, metade das novas franquias já é de conversão. Até final deste ano, ela será a maior responsável pelo nosso crescimento", diz Álvaro Schocair, presidente do conselho da Odontoclinic. (Maria Cristina Frias - Folha de S.Paulo)

Informações  jurídicas, decisões e tributação
TempoCRC

Cuidadores: Jornada 12x36
Cuidadores de idosos podem fazer acordo individual
A exigência de negociação coletiva para a fixação da jornada de 12x36 não se aplica a cuidadores de idosos que trablham em ambiente familiar. O entendimento foi firmado em julgamento da 3ª Turma do Tribunal Superior do Trablho no dia 10 de abril. Na ocasião, tendo em vista o advento da Emenda Constitucional 72/2013, (PEC das Domésticas), o TST decidiu que os cuidadores de idosos podem fazer acordo individual para a jornada de trabalho.
Em agravo de instrumento, a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) questionava o pagamento em dobro do trabalho prestado em feriados por uma técnica de enfermagem na cidade de Belo Horizonte (MG). O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região negou seguimento ao recurso de revista da Fundação e o entendimento foi mantido pela 3ª Turma do TST, em conformidade com a Súmula 444 da corte (que exige instrumento coletivo para a fixação da jornada de 12x36).
Segundo o relator, ministro Maurício Godinho Delgado, embora não se trate exatamente de um processo envolvendo trabalhador doméstico, é oportuno esclarecer que, após a EC 72/2013, não é possível aplicar o rigor formalístico da Súmula 444 do TST no caso de cuidadores de doentes ou idosos da família, podendo nessa hipótese haver apenas o acordo bilateral escrito entre as partes.
Para Godinho, é preciso ressalvar essa hipótese a fim de se evitar uma injustiça, "porque a família, nesta relação doméstica de caráter assistencial e de seguridade social, agrega ou até mesmo substitui função e dever do Estado". De acordo com o ministro, a própria Constituição Federal afirma que o idoso deve ser preferencialmente tratado na família e que é preciso agir em conformidade com isso. "Exigir negociação coletiva para autorizar essa sistemática de prestação de assistência e seguridade social no âmbito familiar seria desrespeitar a ênfase que vários dispositivos constitucionais realizam nesse campo".
Para o professor de pós-graduação da PUC-SP Ricardo Pereira de Freitas, essa indicação do TST reforça a importância de patrões e empregados domésticos formalizarem todos os horários e direitos em um novo contrato. “Mesmo com a existência de Súmula da Corte que não permite acordo individual para jornada de trabalho 12x36, em manifestação expressa, que parece considerar o ambiente diverso daquele comum de trabalho, e sobretudo, a ausência de representatividade sindical, acenou o Tribunal para a possibilidade de um acordo individual entre empregado doméstico e seu empregador para fixação de jornada 12x 36. Com isso, ganha mais força a formalidade contratual que deve existir entre às partes, empregado e empregador. Agiu bem o TST”, afirmou o professor.  AIRR-1272-74.2012.5.03.0139   (Consultor Jurídico)

Informações de Economia e Finanças
IdealCare

Focus: Selic deve ser mantida em 7,25%
A taxa básica de juros, a Selic, deve ser mantida em 7,25% ao ano, na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). Essa é a expectativa de instituições financeiras consultadas pelo BC, semanalmente. A reunião do Copom está marcada para hoje(16) e amanhã (17).
A projeção de que a Selic será mantida no atual patamar, neste mês, é a mesma há 25 semanas. Entretanto, de acordo com a mediana das expectativas das instituições financeiras, em maio, a Selic deve subir para 7,75% ao ano, contra a estimativa anterior de 7,5%. Ao final de 2013, a taxa básica deve chegar a 8,5% ao ano, a mesma expectativa para o fim de 2014.
A Selic é o principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação, que está em alta no país. No último dia 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado no sistema de metas de inflação, chegou a 6,59%, em 12 meses encerrados em março. O índice ficou acima do teto da meta de inflação para o ano que é 6,5%. O centro da meta é 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Cabe ao BC fazer com que a inflação termine, este ano, dentro da meta de inflação.
De acordo com as projeções do mercado financeiro, o IPCA deve fechar este ano acima do centro da meta, mas abaixo do limite superior. A estimativa é que o índice fique em 5,68%, contra 5,7% previstos na pesquisa da semana passada. Para 2014, permanece a estimativa de 5,7%.
Segundo avaliação de especialistas consultados pela Agência Brasil, a inflação não deve fugir do controle, mas arrefecer nos próximos meses, apesar de ficar acima do centro da meta.
O Copom eleva os juros para estimular a poupança e conter a expansão excessiva da demanda. Quando a procura por bens e serviços aumenta, há dificuldade da indústria, do comércio e do setor de serviços de suprir os consumidores na mesma proporção do aumento da demanda. Com isso, a tendência é que os preços aumentem.
O comitê não muda os juros básicos quando acredita que o patamar da taxa é suficiente para gerar equilíbrio entre o que se produz, o que se compra e os preços. Ou ainda reduzir a taxa Selic se o objetivo for aquecer o mercado consumidor e estimular a atividade econômica.
O presidente do BC, Alexandre Tombini, tem reiterado que a instituição não é tolerante com a inflação e que está atentamente monitorando os indicadores para tomar decisão.
Na ata da última reunião do Copom, em março, o colegiado informou que a dinâmica desfavorável da inflação pode não ser um fenômeno temporário, mas uma eventual acomodação da inflação em patamar mais elevado. O comitê ponderou, entretanto, que incertezas remanescentes – de origem externa e interna – cercam o cenário prospectivo e recomendam cautela na definição da Selic.   (Agência Brasil)

Governo planeja inflação acima de 5% neste ano
Folga permitiria abrandar alta dos juros, para não abater a recuperação econômica
Apesar de reconhecer a necessidade de reduzir a inflação oficial (IPCA) neste ano, o governo considera que um índice acima de 5% é aceitável, para evitar uma elevação muito forte da taxa de juros, hoje de 7,25% ao ano.
Juros mais altos tendem a inibir tanto o consumo (o que tiraria a pressão da inflação) quanto os investimentos, que a área econômica quer preservar. O raciocínio é que aumentar a capacidade de produção e a oferta de serviços, via investimentos, é importante tanto para acelerar o crescimento quanto para controlar as pressões inflacionárias do consumo aquecido.
Nos planos do governo, a ideia é fechar 2013 com uma inflação um pouco abaixo da de 2012 (5,84%), mas ainda distante do centro da meta (4,5%). Fala-se em algo entre 5,2% e 5,5%, abaixo da projeção de 5,68% que consta da pesquisa que o BC faz semanalmente com analistas.
O cenário do governo trabalha com quatro altas seguidas dos juros, de 0,25 ponto percentual cada uma, totalizando 1 ponto, o que faria a taxa Selic passar dos atuais 7,25% para 8,25% ao ano.
Declarações do presidente do BC, Alexandre Tombini, e do ministro Guido Mantega (Fazenda) sinalizam que o novo ciclo de alta pode começar nesta semana, com 0,25 ponto. A maioria dos analistas ouvidos pelo BC, no entanto, espera aumento de 0,5 ponto percentual, só em maio.
De uma forma ou de outra, a equipe econômica trabalha com o cenário de ajuste nos juros restrito a 2013, sem pressões no ano eleitoral de 2014.
Acredita-se que se, no ano que vem, com a economia num ritmo maior de expansão e inflação em queda, a discussão será o melhor momento de reduzir juros. (SHEILA D'AMORIM E VALDO CRUZ - Folha de S.Paulo)

Ibovespa despenca
Ação da OGX recua mais de 12% e contribui para a derrocada de 3,66% do Ibovespa na primeira sessão da semana
O crescimento econômico chinês no primeiro trimestre deste ano decepcionou e determinou a baixa generalizada entre os papéis mais relevantes do índice doméstico.
O Produto Interno Bruto (PIB) da China no primeiro trimestre de 2013 trouxe resultado decepcionante e propiciou mau humor dos agentes domésticos na primeira sessão desta semana. A derrocada de 3,66%, aos 52.949 pontos, fez com que o Ibovespa atingisse o seu menor nível em quase nove meses. O volume financeiro negociado foi de R$ 9,95 bilhões.
De acordo com Luiz Roberto Monteiro, operador institucional da Renascença Corretora, a divulgação trouxe novas preocupações sobre a possibilidade de o gigante asiático se recuperar no curto prazo.
"Com os números, os agentes ficaram desconfiados de que a retomada chinesa seja um pouco mais vagarosa. Com isso, os principais setores ligados a commodities foram penalizados, com destaque para a Vale", explica.
Entre janeiro e março, a China cresceu 7,7%, abaixo do esperado (8%). As ações VALE5 e VALE3 registraram queda de 6,47% e 6,13%, respectivamente.
No mesmo sentido, a desaceleração além da aguardada na China também derrubou os ativos da Petrobras e da OGX. As ações preferenciais da estatal retraíram 4,06%, enquanto os papéis ordinários da empresa que pertence ao grupo EBX, de Eike Batista, caíram 12,90%. Este último voltou a liderar entre as principais perdas do índice teórico.
Vale destacar que nenhuma ação do Ibovespa encerrou com valorização no pregão de ontem (15/4).
A agenda dos estados unidos foi considerada outro ponto de referência negativo para os investidores domésticos e internacionais. Por lá, vale destacar a confiança do setor de construção, que recuou para 42 pontos em abril. Além disso, a produção industrial de Nova York teve crescimento abaixo do estimado (7 pontos), ao marcar 3,1 pontos.
Neste contexto, os índices de Wall Street encerraram com baixas expressivas. O Dow Jones perdeu 1,79%, o S&P retraiu 2,30% e o Nasdaq caiu 2,38%.
"Os dados industriais dos Estados Unidos voltam a indicar que o país não está se remontando no ritmo esperado. A espera de que a recuperação seja um pouco mais lenta deixa os investidores pessimistas", avalia Monteiro.
No Velho Continente, o mau humor também prevaleceu. Além das influências da China, as bolsas europeias pesaram em função do recuo de 1% das exportações da Zona do Euro. Ainda assim, a balança registrou superávit de € 10,4 bilhões, o que não foi suficiente para estabelecer otimismo dos agentes da região.
Com isso, o CAC 40, de Paris, recuou 0,50%, o DAX, da Alemanha, teve retração de 0,41% e o FTSE 100, de Londres, desvalorizou 0,64%.
Destaque
Depois da OGX, as ações da Marfrig (MRFG3), que recuaram 11,13%, registraram as maiores perdas da sessão.
Câmbio
E no mercado de câmbio, o dólar fechou em alta de 1,47%, cotado a R$ 1,995 na compra e R$ 1,997 na venda.  (Marcelo Ribeiro - Brasil Econômico)

Atendimento, Rede Hospitalar, SUS e a Saúde nos estados
HospitarSC

SP: Prevenção ao câncer bucal em Campinas
A Secretaria de Saúde de Campinas iniciou ontem a 12ª Campanha de Prevenção e Detecção Precoce de Câncer Bucal. A ação, que é direcionada à população com idade superior aos 60 anos, ocorre juntamente com a Campanha de Vacinação contra a Gripe, que termina em 26 de abril.
As pessoas dentro dessa faixa etária que se encaminharem a um dos 63 centros de saúde para tomar a vacina de gripe, serão convidadas a fazer uma avaliação clínica com o dentista da unidade. A partir de um exame clínico rápido e indolor, o profissional irá examinar a cavidade bucal incluindo língua, bochecha, gengiva, assoalho da língua, palato do paciente e verificar se apresenta algum tipo de lesão ou ferida.
Também serão feitas orientações sobre os cuidados que devem ser tomados para evitar o aparecimento de algum tipo de alteração na mucosa bucal. “A Campanha tem duas vertentes, a primeira foca a importância do diagnóstico precoce de lesões bucais, que em alguns casos pode se transformar em câncer bucal. Já a segunda vertente tem o aspecto educativo e visa orientar a população para os cuidados que devem ser tomados para se evitar o aparecimento das lesões bucais, incentivando a realização do auto exame, evitar o consumo do álcool, tabaco e exposição ao sol e também a remoção de todos traumas existentes na boca como próteses mal adaptadas e dentes fraturados, a correta higienização dos dentes e gengiva também serão abordado”, explica Isamu Murakami, coordenador da área técnica da saúde bucal.
Estudos comprovam que a detecção precoce e seu tratamento nas fases iniciais apresentam a possibilidade de cura em torno de 84%. A partir da avaliação inicial, os pacientes que apresentarem ferimentos ou lesões bucais no lábio, língua, bochechas e assoalho da língua serão retriados para uma consulta mais detalhada na própria unidade. A partir de então é realizado o tratamento específico, que pode ser medicamentoso ou a remoção do trauma instalado responsável pela lesão.
Pessoas que apresentam alguma ferida na boca por um período maior que três semanas devem sempre procurar um dentista nas unidades básicas de saúde, que fará um exame clínico detalhado. A parcela da população que consome bebida alcoólica e fuma concomitantemente tem o risco de desenvolver a doença 25 vezes mais que os não fumantes e não etilistas.
Em 2012, durante a campanha, foram realizados um total de 21.074 exames. Dentro desse número, 919 apresentaram alguma alteração na mucosa, foram retriados e tiveram um retorno marcado nos Centros de Saúde. Com o acompanhamento, 39% dos casos foram resolvidos dentro das unidades básicas e 20% encaminhados a um serviço de referência para o tratamento do câncer, um total de 181 pessoas.
Porém 41% dos pacientes (377 idosos) solicitados a retornar para um acompanhamento não compareceram às consultas. “Muitas pessoas pensam que o ferimento ou a lesão da mucosa bucal é temporário e, que em pouco tempo, ela desaparecerá. Mas muitas vezes esse tempo perdido é fundamental para o diagnóstico precoce do câncer, o que aumenta a chance de cura da doença, por isso é muito importante a realização do exame no período da campanha”, afirma o coordenador Murakami. (Portal Novidade)

SP: Terreno para novo HR em Sorocaba
Câmara de Sorocaba aprova doação de terreno para novo hospital regional
Os vereadores de Sorocaba (SP) aprovaram ontem  a doação do terreno onde vai ser construído o segundo Hospital Regional na cidade. A alteração da lei segue agora para o Governo do Estado de São Paulo, que deve publicar o edital da obra em breve. O prazo para o hospital ficar pronto é o início de 2015.
Foram quase três horas de discussões até o resultado aparecer no painel: 16 votos a favor e 3 contra. As duas sessões extraordinárias eram para aprovar uma simples correção no memorial descritivo do imóvel antes doado à prefeitura. A medição da área foi feita no sentido horário, quando o aceito é o anti-horário.
Mas o motivo da polêmica e da demora na votação é que os vereadores descobriram - um ano depois da votação na Câmara - quem era a antiga dona da área - a empresa Callas e participações de Votorantim (SP).
O temor dos parlamentares era de que a área ao redor daquela doada ao município e, agora, ao estado, se transforme em um ponto de especulação imobiliária.
Como o assunto deixou de ser votado duas vezes e os vereadores alegavam a necessidade de mais explicações para estas sessões extraordinárias, a prefeitura enviou dois secretários municipais para tirar dúvidas.
Anézio Lima, titular de negócios jurídicos, e João Leandro, secretário de governo, responderam várias perguntas dos vereadores. O secretário Anézio Lima disse que não há motivo para temer a especulação na região.
A área doada ao estado tem 37,2 mil m² e fica no km 107 da Rodovia Raposo Tavares. O projeto prevê um Hospital Regional com 220 leitos, sendo 110 para UTI, com atendimento de média e alta complexidade. Com o trâmite local concluído, a expectativa agora é pelo início das obras. (Portal G1 SP)

SP: Amparo Maternal investe na capacitação
Aprendizes são alocados em diversos setores, como Manutenção, Nutrição, Enfermagem, Suprimentos, Centro de Acolhida e Serviço de Atendimento ao Cliente
A Lei da Aprendizagem, proclamada em dezembro de 2000, estabelece que empresas de médio e grande porte devem contratar de 5% a 15% de adolescentes e jovens, de acordo com o total de empregados que possuem e cujas funções demandem formação profissional. No Amparo Maternal, os jovens fazem parte das diretrizes estratégicas da instituição, indo além do simples cumprimento da lei.
Com um Núcleo de Ensino, Pesquisa e Treinamento, a maternidade incentiva a capacitação profissional, tendo como referência sua tradição dos serviços prestados há mais de 70 anos em São Paulo. O Programa de Jovens Aprendizes teve início em 2009.
Atualmente, o Amparo Maternal conta com 8 aprendizes, mas possui 10 vagas para esta posição. “Temos aprendizes alocados nos setores de Manutenção, Nutrição, Enfermagem, Suprimentos, Centro de Acolhida e Serviço de Atendimento ao Cliente”, conta a responsável pela área de Gestão de Pessoas da entidade, Vanessa Barreto.
O programa de Jovens Aprendizes está estruturado, de forma que garanta um planejamento de carreira dentro da instituição. “Temos 2 ex-jovem aprendizes, que hoje são profissionais efetivados. Um atua como auxiliar de almoxarifado e outro assumiu a posição de auxiliar de farmácia”, comemora Vanessa.
Há 73 anos, o Amparo Maternal é uma maternidade filantrópica que atende exclusivamente aos sistemas públicos na cidade de São Paulo. O complexo hospitalar disponibiliza atendimentos de urgência obstétrica, serviços ambulatoriais, internação e Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e o Centro de Acolhida assiste à gestantes, mães e bebês em situação de vulnerabilidade e risco social.
Considerado como uma das maiores maternidades da América Latina, o empreendimento conta com mais de 400 colaboradores e 100 voluntários que contribuem para a realização de cerca de 7 (sete) mil partos anuais, dos quais 80% são normais.   (Saúd Business Web)

SP: Gripe A em Rio Preto
É grave o estado de saúde do morador de São José do Rio Preto (SP) internado com gripe A. Ele tem 54 anos e permanece na UTI da Santa Casa. Teve início ontem, em 26 unidades básicas de saúde de São José do Rio Preto (SP), a campanha de vacinação contra gripe realizada em todo o território nacional pelo Ministério da Saúde. As doses previnem os tipos comuns e o tipo A da doença.
Devem ser vacinados idosos com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a dois anos, indígenas, gestantes, pessoas privadas de liberdade, profissionais de saúde, mulheres no período de até 45 dias após o parto (em puerpério) e os doentes crônicos, desde que apresentem prescrição médica.
Em Rio Preto, entre profissionais de saúde, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, gestantes, puérperas, idosos e pessoas privadas de liberdade são 80,9 mil, sendo que a meta é vacinar 80% desse total. Já em relação aos pacientes com doenças crônicas, não há uma estimativa, porém, no ano passado, foram imunizados contra a influenza, um total de 30 mil pessoas.
Para ser imunizada, a pessoa deve pertencer a um dos grupos prioritários e procurar a unidade de saúde mais próxima de casa, portando documentos pessoais e, se possível, caderneta de imunização para atualização do calendário vacinal.
No caso de pacientes portadores de doenças crônicas é necessária a apresentação de prescrição médica recomendando a vacina. Além de imunizar contra a Influenza A (H1N1), também conhecida por gripe suína, essa vacina também protege contra os vírus influenza A H3N2 e B.
As salas de vacinas das 26 unidades de saúde abrem a partir das 7h. Nas unidades do Parque Industrial, Santo Antônio, Vila Toninho, Jaguaré, Eldorado, Vetorazzo e Solo Sagrado, a vacinação vai até às 20h, nas demais, termina às 17h. A campanha vai até o dia 26 deste mês. (Portal G1 SP)

SP: Dengue em Santos
Santos confirma mais duas mortes por dengue
Já são 4 óbitos na cidade. Outras 6 mortes estão em investigação. Prefeitura já prepara plano de mobilização contra a dengue para 2014
Mais duas pessoas morreram por causa da dengue, em Santos, segundo confirmou ontem a Prefeitura. Já são quatro mortes, no total, e outros seis óbitos seguem em investigação. A informação é do próprio secretário de Saúde, Marcos Calvo, que apresentou um balanço da evolução da epidemia na Cidade em 2013.
O número de casos confirmados da doença chega a 4.988, contados de janeiro até a última sexta-feira, dia 12. Comparado a 2010, quando foi registrada a pior epidemia de dengue em Santos, o número ainda é menor. Há três anos, a Cidade registrou 6.942 casos no mesmo período. Já durante o ano inteiro, 8.279 pessoas foram vítimas da doença e ocorreram 24 mortes.
"Estamos entrando numa curva descendente de ocorrências de casos de dengue por conta da mudança climática, mas ainda não temos a tranquilidade de dizer que a dengue já foi embora", disse o secretário de Saúde durante a coletiva. Calvo afirma que a Prefeitura está em alerta e já se prepara para entrar em campanha de prevenção da doença para 2014.
O secretário explica que a maior incidência de casos está entre jovens e adultos, na faixa etária dos 16 aos 60 anos, no entanto a gravidade da doença é maior em idosos. Os dois novos óbitos confirmados pela Prefeitura aconteceram com pessoas de idades avançadas, de 81 e 89 anos. As outras duas mortes, já confirmadas e anunciadas anteriormente, foram com um adolescente de 16 anos e outro idoso de 76 anos. "Todos os casos de morte que ocorreram este ano tiveram outras situações clínicas associadas, o que agravou o quadro dos doentes", ressalta.
Calvo afirma que a epidemia deste ano é do vírus tipo 4. "Não foi feita a sorologia de todos os casos confirmados de dengue, mas mais de 400 exames foram analisados e todos eles deram o resultado do tipo 4. Por isso, a Prefeitura decretou epidemia de dengue tipo 4", explica.
Prevenção
Com a mudança climática, a Prefeitura já tem outra preocupação: a preparação das unidades de saúde para receber a demanda de casos de Influenza. No entanto, um Plano de Mobilização Municipal Contra a Dengue para 2014 também deve entrar em vigor ainda este ano.
Entre as principais iniciativas estão o acompanhamento clínico diário para os casos graves notificados com monitoramento com infectologista, ação conjunta com Ministério Público para intervenção de obras paradas, imóveis fechados e abandonados com risco para saúde pública, além da continuidade de diferentes campanhas de conscientização nas comunidades.
Sobre o atendimento às vítimas de dengue, o secretário prevê a construção de três novas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) dentro de dois anos.  (Diário do Litoral)

SP: Dengue em Barretos
Epidemia de dengue em Barretos tem ao menos 3.391 casos
A epidemia de dengue de Barretos já atingiu 3.391 pessoas neste ano. É o que indica levantamento divulgado ontem. Há, ainda, 800 casos suspeitos aguardando confirmação.
De acordo com a prefeitura, a cidade já considera como positivos os casos em que os pacientes tenham ao menos três sintomas da doença --ainda que não tenham feito o exame. (Folha de S.Paulo)

PR: Diabetes é tratada em projeto de game
Desenvolvedores da Faculdade Pequeno Príncipe, de Londrina, criou um aplicativo para gamificar o tratamento de diabéticos e foi escolhido pela Microsoft para representar o país na final da Imagine Cup 2013, na Rússia.
O projeto que irá para a final Mundial será o InsuOnline, criado por Leandro Arthur Diehl, estudante, e seu mentor Rodrigo Martins de Souza.
O InsuOnline, vencedor da categoria Cidadania Mundial, é um software criado para melhorar a habilidade e a confiança dos médicos de cuidados primários para prescrever insulina e melhorar o controle de pacientes diabéticos.
Por meio de um jogo, o profissional pratica o atendimento de pacientes com diabetes, analisando os resultados laboratoriais e análise física para prescrever insulina no tratamento da diabetes.
Segundo os criadores da aplicação, a ideia para a criação do InsuOnline tem a ver com o cenário atual da doença. Hoje, 370 milhões de pessoas estão vivendo com diabetes em todo o mundo, mas os médicos que tratam esses pacientes geralmente não são especialistas, e têm várias dificuldades e incertezas com relação ao uso de insulina.
“Esse é o primeiro ano que um time de Londrina ganha a competição e esse é um projeto que tem ações focadas na área médica. Estamos muito orgulhosos de todos os projetos”, afirma Cristian Fialho, gerente de programas acadêmicos da Microsoft Brasil.
Além do escolhido para representar o Brasil na finalízzima, o concurso teve outras premiações nas categorias Games, Cidadania Munidial e Inovação, com vencedores de universidades de Bauru, João Pessoa e Recife.
Na categoria Games, a Unesp, de Bauru, foi a vencedora com o projeto Twinkle – jogo desenvolvido para a plataforma Windows e Xbox 360, unindo aventura e quebra-cabeça ao aplicar conceitos como gravidade e aceleração gravitacional para ir navegando entre os planetas e realizar as missões propostas.
Na categoria Inovação, uma equipe formada por alunos da Universidade Federal da Paraíba e Universidade Federal de Pernambuco (João Pessoa e Recife) desenvolveu o Can Game, projeto multidisciplinar para tratamento de crianças autistas.
A etapa final da Imagine Cup ocorre a cada ano em um diferente país. Este ano, ela ocorrerá em São Petersburgo, na Rússia, entre 8 a 11 de Julho. (Leandro Souza - Baguete)

PR: Dengue no Estado
Sesa confirma morte por dengue em Jussara, no Noroeste do Paraná
De acordo com boletim divulgado nesta segunda-feira, uma idosa de 60 anos morreu por conta da doença no dia 24 de março. Seis novos municípios entraram para lista de epidêmicos
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou mais uma morte por dengue na região Noroeste do Paraná. Desta vez, a vítima foi uma mulher de 60 anos, moradora de Jussara, a 64 quilômetros de Maringá, que morreu no dia 24 de março. A informação foi confirmada pela própria Sesa em boletim divulgado ontem.
Com isso, o número de mortes causadas pela doença no estado subiu para 11, de agosto do ano passado até esta segunda-feira. Todas as vítimas viviam nas regiões Centro-Oeste e Noroeste do Paraná. No total, o estado já registrou 23.166 casos confirmados de dengue no mesmo período, conforme os números divulgados.
Maringá entra para lista de municípios com epidemia de dengue
Somente este ano, foram confirmados 19.548 casos da doença no Paraná. Segundo a Sesa, a maioria dos casos se concentra nos meses de janeiro e fevereiro. No mês de março, de acordo com o boletim, o número de pessoas com dengue caiu 54% em relação ao primeiro bimestre.
Maringá entrou na lista de municípios com epidemia de dengue na sexta-feira (12). Segundo a Sesa, até esta segunda-feira 1.195 casos haviam sido confirmados e 3.620 notificados, além de ter sido registrada uma morte no município. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a epidemia ocorre quando há mais de cem confirmações para cada grupo de 300 mil habitantes.
Os bairros mais afetados pela dengue são o Conjunto Requião, a Vila Operária, o Jardim Alvorada, a Zona 8, o Conjunto Porto Seguro, o Conjunto Léa Leal e o distrito de Iguatemi.
“Maringá é uma das seis cidades que entraram em situação de epidemia nesta semana e já estamos trabalhando junto com o município para conter o avanço da doença”, disse, em nota, o superintendente de Vigilância em Saúde da Sesa, Sezifredo Paz.
Outros cinco municípios também entraram para lista de epidêmicos
Além de Maringá, outros cinco municípios paranaenses entraram para lista de epidêmicos, segundo o relatório divulgado pela Sesa. De acordo com a pasta, Missal, Ubiratã, Mamborê, Itaguajé e Nova Olímpica também ultrapassaram a marca de incidência aceita pela OMS. (Erick Gimenes - Gazeta do Povo Online)

SC: Hospital Infantil Joana de Gusmão
Uma sala cirúrgica do Hospital Joana de Gusmão, em Florianópolis, foi reaberta ontem, de acordo com o governo do Estado de Santa Catarina. Com esta, a unidade de saúde volta a funcionar com três salas de cirurgia pediátricas. De acordo com a enfermeira-chefe Stella Maris de Carvalho, O local estava fechado desde o dia 11 de abril por falta de funcionários.
A previsão da Secretaria da Saúde é que, no total, 400 cirurgias sejam realizadas por mês no Hospital. Para que a sala fosse reaberta, houve remanejamento de profissionais para o local. De acordo com as informações da Secretaria do Estado de Saúde, os trabalhadores cumprem a jornada no hospital de origem e uma jornada extra no infantil.
O processo de contratação de mais funcionários está em andamento desde março. De acordo com a Secretaria da Saúde, serão mais 87 pessoas trabalhando no local. Com este aumento, o objetivo é que o Hospital opere na capacidade total.
O remanejamento provisório de servidores foi um pedido do Ministério Público de Santa Catarina, que na sexta-feira (5) fez 17 determinações em relação ao Hospital Infantil. Segundo o MP, o objetivo do requerimento é que se dê solução a problemas estruturais e sanitários e à falta de recursos humanos e materiais que atingem o hospital. O Poder Judiciário fixou, no caso de descumprimento das determinações por parte do Estado, multa diária de R$ 5 mil. (Portal G1 SC)

SC: Dengue no Estado
Secretaria da Saúde orienta população no combate à dengue
Em entrevista coletiva, concedida na tarde de ontem, o secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira, e a gerente de Vigilância de Zoonoses e Entomologia do Estado, Suzana Zeccer, esclareceram questões inerentes à dengue em Santa Catarina.
Na última sexta-feira, 12, foi confirmado o primeiro caso de contágio de dengue em território catarinense, em 2013. Uma moradora de Chapecó foi picada pelo mosquito Ades aegypti em Santa Catarina. Até então, Santa Catarina era o único estado do país que não havia apresentado sequer um caso de contaminação autóctone, ou seja, contraída internamente. Todos os pacientes aqui atendidos haviam sido infectados em outras regiões brasileiras.
O secretário da Saúde explicou que, de janeiro até hoje, Santa Catarina confirmou 161 casos de dengue – no mesmo período de 2012, haviam sido confirmados 45 casos.  Os números indicam, conforme avalia a gerente de zoonoses do Estado, que a incidência de dengue no Brasil vem em uma crescente.
Apesar de um único caso de infecção ter ocorrido em território catarinense, Dalmo de Oliveira enfatiza que “o Estado sempre primou e continuará primando pelo controle do mosquito”.
De novembro a abril, período de maior calor, é quando o mosquito transmissor da dengue encontra situação mais propícia para se proliferar. Este ano, no Estado, foram detectados 1639 focos de Ades aegypti. Os municípios que mais preocupam são Chapecó, com 782 focos, e São Miguel do Oeste, com 270 focos.
Para detectar os focos e prevenir o aumento no número de focos, o Estado instala armadilhas. Atualmente, há 20 mil armadilhas espalhados nos municípios catarinenses. “A cada cem imóveis, temos uma armadilha”, explica Suzana Zeccer.
“Não vamos reduzir os esforços no sentido de eliminar o mosquito, mas a população é o principal agente no combate ao mosquito da dengue”, acrescenta o secretário, ressaltando a importância da conscientização. (Portal da Ilha)

RJ: Investimentos na saúde
Estado aponta melhorias no setor na Baixada Fluminense
Dados da Secretaria Estadual de Saúde apontam investimentos de mais de R$ 450 milhões na Baixada Fluminense em 2012. A pasta destinouR$ 488.290.354 a programas de atenção básica, medicamentos especializados e atendimento a gestantes, além de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais na região da Baixada Fluminense em 2012.
Uma das principais conquistas na região foi a inauguração do Hospital Estadual da Mãe, em Mesquita. Com um perfil de atendimento a gestantes de baixa e média complexidades, a unidade tem 70 leitos de internação, oito de UTI neonatal e 12 salas PPP (pré-parto, parto e pós- parto) e conta ainda com a Clínica da Mãe, que funciona com ambulatório de atendimento pré-natal em parceria com os municípios. Em Duque de Caxias e Nova Iguaçu, 68 leitos de UTI neonatal foram contratados pelo governo do estado, totalizando um investimento de mais de R$ 26 milhões. Outros R$ 347.247.031 foram destinados ao Hospital da Mulher Heloneida Studart, Vereador Melchíades Calazans e Adão Pereira Nunes.  (O Dia)

RJ: Idosos e a mortalidade por região
Entre os idosos, as causas de morte podem estar relacionadas ao bairro em que vivem.
Na Zona Sul, é grande a incidência de óbitos por câncer. Já nas zonas Norte e Oeste, doenças circulatórias e respiratórias se destacam. A explicação está no acesso (ou falta de) a saneamento básico e atendimento médico.
Os dados são da Análise Espacial da Mortalidade de Idosos por Doenças Crônicas no Município do Rio de Janeiro, dissertação de mestrado do enfermeiro Davi Barroso Alves, da Escola Nacional de Saúde Pública, da Fiocruz. As maiores taxas de morte por câncer estão nos bairros Glória, Gávea e Copacabana. Já os índices relativos a doenças circulatórias e respiratórias concentram-se em locais como Camorim, Zumbi, Deodoro e São Cristóvão. Em relação a problemas cerebro-vasculares, Pedra de Guaratiba, Saúde e Jacaré se destacam. “Quanto mais envelhecido é o bairro, melhores são suas condições socio-econômicas, e doenças circulatórias e respiratórias são menos expressivas entre os óbitos”, disse. O pesquisador explica que, em bairros mais pobres, idosos morrem por doenças que seriam de fácil diagnóstico e tratamento, como hipertensão. Já na ZonaSul, as causas  estariam ligadas a problemas naturais da velhice, como vários tipos de câncer.
Davi analisou indicadores socio-econômicos do Censo 2010 (renda, analfabetismo, esgoto, coleta de lixo e abastecimento de água) e também dados do Ministério da Saúde. (Meia Hora)

ES: Problema de vaga em UTI Neonatal
Bebê com Síndrome de Down e problemas cardíacos precisa de vaga em UTI, mas não consegue
Enquanto aguarda a vaga, a criança permanece internada numa enfermaria comum do Hospital São Camilo
Nascida com Síndrome de Down e problemas cardíacos, a bebê Ester Barbosa de Jesus, de apenas três meses, foi internada com pneumonia, na semana passada, e necessita de ser transferida imediatamente para uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Mas, até agora, os hospitais infantis da Grande Vitória, que têm a estrutura necessária ao caso, não têm vagas.
Segundo a mãe, a dona de casa Denilda dos Santos Barbosa, 38 anos, a bebê, que nasceu com dois buracos no coração, deu entrada na ala de emergência do Hospital São Camilo, em Aracruz, na última quarta-feira (10), com pneumonia.
“Como na equipe do hospital não há cardiologista, minha bebê tinha de ser transferida para a UTI de algum hospital infantil da Grande Vitória o quanto antes. Mas o São Camilo somente colocou o nome dela na central de transferências na sexta-feira (12) à tarde, quando o estado dela se complicou. O número de batimentos cardíacos dela caiu muito e ela ficou roxa”, disse dona Denilda.
Enquanto aguarda a vaga, a criança permanece internada numa enfermaria comum do Hospital São Camilo. Ela está sendo ventilada com oxigênio e ar comprimido, e recebendo remédios para o coração e antibióticos contra a pneumonia. “Ela não está sendo mal atendida, mas precisa de mais do que o hospital de Aracruz pode oferecer”, disse.
A mãe disse que vai levar a filha ao Hospital Infantil de Vitória nesta terça-feira (16) para fazer uma consulta, já marcada, com um cardiologista. “A esperança é que eles a internem. Mas, e se não internarem? Vou ter de trazer ela de volta para Aracruz”, lamentou dona Denilda.
“Ela é uma menina boa, sorridente, minha pedra preciosa. Se ninguém correr atrás logo, será mais uma criança morta nas estatísticas. Preciso que o Hospital Infantil arranje um jeito para transferir minha filha”, afirmou dona Denilda.
Por telefone, a diretoria do Hospital São Camilo informou que a criança foi internada na unidade com um quadro de broquiolite (pneumonia). “Essa doença poderia ser tratada na instituição, mas dado os problemas cardíacos da bebê, ela tem de ser transferida e passar por uma cirurgia”, destacou.
O médico Carlos Guerra, coordenador da Urgência e Emergência da secretaria de Estado da Saúde (Sesa), informou que está sendo feita uma busca por uma vaga no setor intensivo e algum hospital da Grande Vitória, “tanto na rede pública quanto na particular”. Ele afirmou ainda que o leito pode surgir a qualquer momento.
“Por enquanto, ela (a criança) está dentro de um hospital sob supervisão de pediatras. Está em ambiente adequado e com alimentação natural. O quadro clínico dela está evoluindo positivamente e, neste momento, é estável”, disse Carlos Guerra. “Os médicos da Central de Regulação estão em contato permanente com o Hospital São Camilo e em busca de uma vaga na UTI para a bebê”, completou. (Gustavo Pereira - Gazeta Online)

MG: Gripe - Vacinas variam até 107% na capital
Maior aumento encontrado foi da vacina Influenza (Gripe) de 7,77%, em dezembro custava em média, R$ 55,67 e em abril passou a custar R$ 60
A "DTPac (difteria, tétano e coqueluche) Pólio" foi a vacina que apresentou maior variação, e custa de R$ 70 a R$ 145
Para vacinar nos laboratórios de Belo Horizonte é preciso pesquisar para não doer no bolso. É que algumas doses chegam a  variar 107,14%. Os dados são de uma pesquisa do site Mercado Mineiro, realizada entre os dias 11 e 12 de abril, em nove laboratórios da capital.
A "DTPac (difteria, tétano e coqueluche)+Pólio", foi a vacina que apresentou maior variação, e custa de R$ 70 a R$ 145. Já a "BCG (Tuberculose)" oscila 89,19%, custando de R$ 37 a R$ 70. A "Adacel – Quadra – DTPa+ IPV (Adulto/Infantil)" também tem variação considerável de 84,44%, onde o menor preço foi de R$ 90 e o maior de R$ 166. Já o preço da "Haemophilus tipo B" vai de R$ 39 até R$ 64, variação de 64,10%. Já a "Hepatite B (Adulto)", varia 58,18%, com o menor preço de R$ 55 e o maior de R$ 87.
A menor diferença de preço encontrada foi de 13,33% para a "Hepatite B (Infantil)", e custa de R$ 45 e a R$ 51. A segunda menor variação é representada pela "Hepatite A (Adulto)" de 17,65%, com o menor preço de R$ 102 e o maior de R$ 120. Já a vacina "HPV (Papiloma vírus Humano) Quadrivalente/MERCK", sai por R$ 305 a R$ 360.
O estudo apontou ainda os preços médios de algumas vacinas entre dezembro de 2012 e março de 2013. O maior aumento foi da vacina "Influenza (Gripe)" de 7,77%, em dezembro custava em média, R$ 55,67 e em abril passou a custar R$ 60. A vacina contra a "Caxumba, Rubéola, Sarampo (Tríplice Viral)" também subiu em relação a dezembro, essa custava em média, R$ 48,86, e atualmente subiu para R$ 51,17, com aumento de 4,73%.
Algumas vacinas apresentaram queda nesse mesmo período, foi o caso da dose contra a "Varicela", que caiu 1,25% em dezembro, quando custava em média R$ 142,78 e atualmente custa R$ 141. A vacina contra "Hepatite A (Adulto)" apresentou queda de 0,79%, em dezembro, essa custava R$ 115,13 e em abril e caiu para R$ 114,22  (Fernanda Borges - Portal Uai)

MT: Repasses da Saúde
Prefeituras "fecharão" as portas para cobrar repasses atrasados da Saúde em MT
O caos na saúde no interior do Estado de Mato Grosso fez com que prefeitos e presidentes das Câmaras Municipais de 10 municípios resolvessem "fechar" as portas dos órgãos públicos na próxima sexta-feira. O manifesto tem como objetivo sensibilizar o Governo do Estado de Mato Grosso a repassar os três meses de atraso ao Hospital São João Batista, de Diamantino.
Segundo as informações, o débito do Estado com repasse do Hospital já ultrapassa R$ 1 milhão. Sem os recursos, o São João Batista deixará de atender cirurgias e o próximo passo será deixar de atender os exames ambulatoriais, o que levará toda demanda para Cuiabá e Várzea Grande. A população regional que o hospital atende é de 200 mil habitantes.
Além de Diamantino, os municípios que aderiram ao manifesto são: Alto Paraguai, Nortelândia, Arenápolis, Santo Afonso, Nova Marilândia, Rosário Oeste, Nobres, São José do Rio Claro e Nova Maringá.
Cada município disponibilizará em média dois ônibus que se deslocarão até a capital do Estado para protestar no Encontro Estadual com Novos Prefeitos e Prefeitas, evento que o governador Silval Barbosa estará presente.
Os prefeitos dizem que o Estado quebrou a saúde no interior e querem uma solução, pois nenhuma instituição quer mais administrar o hospital, tendo em vista a inadimplência do Governo Estadual.  (O Documento Digital)

GO: HGG realiza com êxito transplante de rim
O Hospital Geral de Goiânia (HGG) celebra o êxito do transplante de rim feito na última sexta-feira, dia 12, em um paciente de 25 anos que há cinco aguardava na fila por um órgão. O diretor-geral da unidade, André Luis Braga, explica que há mais de cinco anos a unidade não realizava um transplante devido a dificuldades enfrentadas como falta de insumos, de medicamentos e outros entraves burocráticos.
“Hoje temos a satisfação de estar sob a gestão de uma Organização Social que contribui para o abastecimento de insumos, medicamentos e manutenção de equipamentos tão fundamentais para a realização de nosso trabalho”, enalteceu o diretor-geral.
A cirurgia foi possível graças a uma captação de órgão feita na noite de quinta-feira, dia 11. Após a realização de testes de compatibilidade foi direcionado o rim ao jovem. Todo o procedimento teve duração de aproximadamente quatro horas e envolveu uma equipe multidisciplinar de 15 profissionais.
O paciente, que era submetido frequentemente a sessões de hemodiálise, aguarda em ótimo estado de saúde o pleno funcionamento do órgão. “Estamos na fase aguda do pós-operatório, onde o rim transplantado está em funcionamento de forma lenta, na fase de acomodação e adaptação fisiológica”, declara André Luis.
O jovem está em estado estável, se alimentando, consciente e orientado sobre o seu estado de saúde. Sua operação foi o marco da retomada de transplantes na unidade, alegou o diretor-geral. (Goiás Agora)

DF: Hospital oferece Sistema Contínuo de Insulina
Pela primeira em uma unidade pública do País é oferecido procedimento que consiste na instalação de uma bomba de infusão de insulina para que o paciente monitore os níveis de glicose 24 horas por dia
O Hospital Regional de Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal, é a primeira unidade pública do país a oferecer atendimento a diabéticos via Sistema Contínuo de Insulina (SIC).
O procedimento consiste na instalação de uma bomba de infusão de insulina para que o paciente monitore os níveis de glicose 24 horas por dia.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que, por meio da utilização da bomba, o diabético configura as doses de insulina de acordo com suas necessidades e faz ajustes de acordo com a ingestão de alimentos e o programa de exercícios.
“As bombas são equipamentos pequenos e portáteis que liberam insulina, de ação rápida, diretamente no organismo do paciente, controlando a taxa de açúcar no sangue”, esclareceu.
Para ter acesso ao tratamento, o diabético deve preencher os seguintes requisitos:
- ser encaminhado por um médico do Sistema Único de Saúde (SUS) ou da rede privada para a Subsecretaria de Atenção Primária em Saúde;
- ter participado de adequação do tratamento indicado pelo médico assistente;
- estar em tratamento endocrinológico adequado e, ainda assim, apresentar descontrole glicêmico ou episódios de hipoglicemia. (Saúde Business Web)

SE: Hospital encerra as atividades
Unidade fazia uma média de 1700 atendimentos por mês.
Funcionários estão com três meses de salários atrasados.
Ontem, após 38 anos de funcionamento e com uma média de 1700 atendimentos por mês, o Hospital e Maternidade São Francisco de Assis, em Nossa Senhora das Dores, no Sertão de Sergipe, encerrou suas atividades.
O hospital é uma associação de caridade sem fins lucrativos, mas recebeu intervenção desde dezembro de 2005 por causa de uma dívida de mais de um milhão e meio de reais.
Os funcionários do hospital estão desempregados e com três meses de salários atrasados, pois o governo não faz o repasse da verba desde o mês de janeiro, sendo que a dívida já acumula R$ 120.000.
“O estado está devendo desde o mês de janeiro, até a presente data. É tanto que nós não temos um médico de plantão porque os médicos não receberam e deixaram de vir”, explica Ivan Pinto, diretor administrativo do hospital.
“Foi repassado dois meses. Vem de fundo nacional, estadual e municipal. Hoje já está repassando dois meses, dos três meses que estavam em atraso”, revela Fernando Lima, prefeito do município.
Ontem a clínica da família da prefeitura começou a atender com serviço de urgência e emergência. “A partir de hoje médico e enfermeiro 24h, além de equipes do PSF, funcionando com dentista para atender serviço de emergência e atenção básica”.  (Portal G1 SE)

AL: Divulgação da análise da situação da Saúde
Ontem o secretário de Estado da Saúde, Jorge Villas Bôas, realizou a entrega oficial da Análise da Situação da Saúde do Estado à Associação dos Municípios Alagoanos (AMA). O livro foi disponibilizado ao presidente da AMA, Marcelo Beltrão, ao vice-presidente, Jorge Dantas, e aos gestores municipais, durante reunião semanal da entidade.
Segundo o gestor Estadual, a análise é um instrumento valioso para o planejamento dos serviços ofertados por Região de Saúde. “É baseado nos dados apresentados no livro que os gestores podem elaborar uma programação para mudar a realidade de seus municípios”, disse Villas Bôas.
De acordo com o secretário de Estado, os municípios do Sertão e do Litoral Norte são os que apresentam maior carência de serviço de saúde e precisam de uma atenção maior. Por essa razão, é preciso organizar a Atenção Primária - porta de entrada de serviços. “Essa atenção é necessária para garantir a melhora da Saúde no Estado, evitando o deslocamento de pacientes para o Hospital Geral do Estado (HGE), e sim, proporcionando que o paciente seja atendido o mais próximo de sua residência”, esclareceu o gestor Estadual..
Ainda segundo Villas Bôas, o governador Teotonio Vilela Filho é o primeiro gestor a destinar uma contrapartida estadual para a Atenção Primária. Esse investimento na Atenção Primária é responsável por resolver, no mínimo, 30% dos problemas de saúde da população.
A vice-presidente do Cosems, Inês Brandão, falou sobre o objetivo de disseminar esses dados aos gestores municipais para que sejam traçadas novas estratégias em relação à melhoria dos serviços de Saúde.
“Algumas situações e serviços precisam ser revistos, pois sabemos o quanto é oneroso manter uma unidade, que, se planejada de forma regionalizada, podem atender de forma humanizada e regionalizada a população”, falou Inês Brandão.
Ainda durante a reunião, os prefeitos expuseram a situação da saúde em relação aos municípios. (Alagoas 24 horas)

MA: Timbiras - Mutirão de cirurgias de hérnias
Durante ações do Governo Itinerante em Timbiras, cirurgiões do Hospital Estadual Tarquínio Lopes Filho (Geral) atenderam 34 pacientes que necessitavam de cirurgia de hérnia umbilical e inguinal. Paralelamente, foram intensificados os atendimentos de clínica médica, pediatria, dermatologia, oftalmologia (cirurgias de catarata e glaucoma), prevenção de câncer de colo uterino, exames laboratoriais, glicemia, aferição de pressão arterial, e vacinação.
No Hospital Geral de Timbiras, cirurgiões do Hospital Estadual Tarquínio Lopes Filho (Geral) atenderam 34 pacientes que necessitavam de cirurgia de hérnia umbilical e inguinal. Paralelamente, foram intensificados os atendimentos de clínica médica, pediatria, dermatologia, oftalmologia (cirurgias de catarata e glaucoma), prevenção de câncer de colo uterino, exames laboratoriais, glicemia, aferição de pressão arterial, e vacinação.
Maria Ferreira de Andrade dos Santos, 55 anos, moradora da cidade de Timbiras, foi uma das pacientes submetidas ao procedimento cirúrgico na região umbilical. Ela disse que a doença causava dores e a deixava impossibilitada de fazer serviços domésticos. "Estava há mais de um ano tentando fazer a cirurgia em Codó e não conseguia. Estou muito feliz, porque agora vou ficar boa", disse ela.
Antonia Cléia Santos Moreira, 35 anos, do povoado Arrendamento, em Timbiras, também aproveitou para fazer o preventivo do câncer uterino. Casada e mãe de quatro filhos, há mais de seis anos não fazia o exame. "Sei que é importante, mas no município tem que pagar para fazer. Agora estou fazendo porque é de graça e não tenho que ir para Codó ou Coroatá para fazer", justificou.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) levou diversas ações para os municípios de Timbiras e Aldeias Altas, nesta segunda-feira (15), como parte das ações do Governo Itinerante. As atividades terão continuidade nesta terça-feira (16), nas duas cidades. (iMirante)

Artigos, Comentários, Entrevistas e Opiniões sobre o Segmento de Saúde
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Reivindicações para combater a falta de médicos
A FNP (Frente Nacional dos Prefeitos) entregou a Dilma Rousseff e ao ministro Alexandre Padilha (Saúde) uma lista de sete reivindicações dos municípios para combater a falta de médicos na rede pública. São reivindicações próprias, que enumeram as possíveis "soluções" da falta de médico nos diferentes interiores do Brasil.
Portanto, como profissional médico que atua na rede publica e na atenção primária em saúde, gostaria também de apresentar a presidente Dilma Rousseff as minhas reivindicações para que possamos combater essa falta de médicos. Dentre elas são:
1.Valorização do Médico de Família e Comunidade. Essa especialidade médica reconhecida pelo CFM/AMB é visto hoje com pouquíssimo interesse pelos estudantes de medicina, já que a remuneração é PÉSSIMA e qualquer recém-formado que esta esperando passar na residência pode ”exercer ”essa área.
2.Estruturar as equipes de ESF e as unidades Básicas de Saúde. Nenhum médico quer trabalhar em um lugar que falte medicamentos, exames e uma equipe multiprofissional comprometida com a atenção primaria em saúde.
3.Remunerar de forma justa, não somente os médicos, mas sim os enfermeiros  técnicos, Agentes Comunitários de Saúde e demais profissões. Não existe interiorização sem um salário justo e atrativo. Se for pra receber “X” em São Paulo, porque vou receber o mesmo “X” na Amazônia?
4.Criar um plano de Carreira semelhante aos juízes para os médicos. Incentivar a interiorização com subsídios e atrativos futuros, que permita o médico seguir trajetória naquela região.
5.Oferecer capacitação e atualização gratuita aos médicos e profissionais interiorizados, obrigando eles a irem aos congressos, estudarem por livros de referência e protocolos do Ministério da Saúde, assim como serem submetido a avaliações periódicas.
6.Precisamos ter um sistema de regulação em Saúde mais eficiente, permitindo uma integralidade das referências especializadas, com agilidade nos encaminhamentos. Nenhum médico quer trabalhar em uma rede onde o encaminhamento pro oftalmologista demore 6 meses ou mais.
7.Colocar na cabeça de alguns gestores que médico não é igual ao sal de cozinha, ou seja… branco, barato e se encontra em qualquer esquina. Médico é uma profissão de altíssima responsabilidade, que precisa ter acesso a recursos suficientes para realizar um trabalho digno e de qualidade. Sem esses recursos, o profissional médico jamais vai sair dos privilégios de sua capital, deixando os interiores deste pais cada vez mais esquecido, isolado e doente   (Karlisson Éder da Cunha Lima - CFM)

Vacina contra o HPV é um direito da mulher
O combate ao HPV (17/3, A3), este jornal oportunamente cobrou do governo federal ações que tornem viável a vacinação contra o papilomavírus humano, responsável por 90% do número de casos de câncer de colo do útero no Brasil. Também concordo com a análise do editorial de que o assunto entrou na ordem do dia e as ações não podem mais ser procrastinadas.
Há muito tempo as parlamentares da bancada feminina no Congresso Nacional lutam para que essa ação de prevenção à saúde das mulheres e de homens seja realidade em todo o País. O primeiro projeto foi apresentado por mim em 2007 na Câmara dos Deputados, sob o número 164. Em seguida, a então senadora Ideli Salvatti apresentou outro projeto de igual teor, sob o número PLS 51/2007.
Ao reapresentar a matéria no Senado, propus a imunização de mulheres entre 9 a 40 anos de idade, mas depois de intenso debate o teor da proposição foi mudado pela relatora, senadora Marta Suplicy (PT-SP), para que abrangesse apenas meninas de 9 a 13 anos, no sentido claro de prevenir o contágio antes do início da atividade sexual. O projeto, que já foi aprovado no Senado, encontra-se em análise na Comissão de Seguridade Social da Câmara, onde espero que tenha rápida tramitação.
O fato de a vacinação ter sido iniciada no Distrito Federal, seguido pelos Estados do Amazonas e do Rio de Janeiro, que já aprovaram leis a ela favoráveis, só reforça a nossa luta. Creio que após essas movimentações não há como o Ministério da Saúde adiar a compra da vacina para distribuir gratuitamente a Estados e municípios e estabelecer a imunização no calendário nacional.
Afinal de contas, a situação é grave e não pode esperar. O câncer de colo do útero é um problema de saúde pública em todo o planeta. São aproximadamente 500 mil novos casos por ano e 270 mil mortes provocadas pela doença, sendo 80% delas nos países mais pobres e em desenvolvimento, muito em decorrência da falta de programas de rastreamento, o que dificulta o acesso das mulheres aos serviços de saúde. A principal causa dessa diferença de mortalidade entre nações decorre justamente da mencionada falta de programas de rastreamento, que são pouco desenvolvidos nos países mais pobres, limitando o acesso das mulheres ao necessário tratamento médico.
O câncer de colo do útero é o segundo tipo de tumor maligno de maior incidência entre as brasileiras, perdendo apenas para o câncer de mama. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a Região Norte é a única onde o câncer de colo do útero mata mais que o de mama.
O dado positivo é que o País avançou nas últimas décadas no que se refere ao diagnóstico e tratamento precoce do câncer. Na década de 1990, 70% dos casos diagnosticados estavam no estágio mais agressivo da doença. Atualmente, 44% dos casos são diagnosticados ainda precocemente, aumentando substancialmente a possibilidade de cura.
Por ano, segundo o Inca, esse tipo de câncer faz 4.800 vítimas de morte e apresenta 18.430 novos casos. Para este ano, por exemplo, calcula-se que 17.540 brasileiras venham a contrair o câncer de colo do útero. Os dados consolidados de 2010 registraram 4.986 mortes no País por causa dessa doença.
No Amazonas, onde a situação é mais crítica, foram registrados no ano passado 600 novos casos e 171 mortes. Esse quadro negativo reforçou a necessidade da vacinação de 90 mil meninas entre 11 e 13 anos das escolas da rede de ensino pública e privada. O Estado pretende adquirir 270 mil doses, 90 mil para cada etapa da vacinação. Os custos são estimados em R$ 12,1 milhões no processo de pregão.
A ginecologista Mônica Bandeira de Melo, que liderou um movimento na luta contra o câncer de colo uterino no Estado do Amazonas, diz que o HPV é a causa de doença sexualmente transmissível (DST) mais comum no mundo. Infelizmente, o uso correto do preservativo não protege 100%, visto que durante as preliminares o vírus também pode ser transmitido. São fatores de risco o início precoce da atividade sexual, múltiplos parceiros, o tabagismo e o uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.
O HPV não causa apenas o câncer de colo do útero, mas também câncer de pênis, de ânus e de vulva. Há mais de 70 anos que no Brasil se conhece a relação do HPV com esses tipos de câncer. Portanto, a vacina é o melhor meio de combate a esse tipo de doença. Ela está disponível gratuitamente em 30 países. No nosso país, apenas o Distrito Federal e mais 16 dos 5.570 municípios brasileiros dispõem da vacina na rede pública, o que é lamentável.
Precisamos mudar essa realidade. A vacinação é vantajosa, principalmente, diante do custo assistencial elevado, decorrente de consultas médicas, exames laboratoriais, biópsias e tratamentos medicamentosos, quimioterápicos, radiológicos e cirúrgicos. Portanto, a oferta gratuita da vacina constitui importante estratégia de enfrentamento da doença, conforme já comprovaram estudos científicos.
Nos Estados Unidos, por exemplo, não apenas as mulheres, mas os homens também estão sendo imunizados para que esse câncer não se propague.
O objetivo central da vacinação é melhorar a qualidade e a expectativa de vida das mulheres e, consequentemente, potencializar a sua capacidade de viver de forma ativa e saudável, sempre inserida na família, no trabalho e na comunidade.
Enfim, o que defendemos é que o governo federal atenda à recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMC) para que a vacina seja introduzida como parte de uma estratégia coordenada com vista à prevenção do câncer de colo do útero e de outras doenças relacionadas ao HPV. Isto é, que o combate às doenças relacionadas ao HPV seja prioridade dentro do sistema de saúde pública, incluindo a vacina no Programa Nacional de Imunizações e a prevenção do câncer de colo do útero.  (Vanessa Grazziotin - Agência Estado)

Notícias de Interesse do Mercado de Saúde
MedLar

22,7% da população adulta sofre de hipertensão
Desse total, o diagnóstico em mulheres é mais comum, 25,4%, e em homens 19,5%
A hipertensão atinge 22,7% da população adulta brasileira. Desse total, o diagnóstico em mulheres é mais comum, 25,4%, e em homens 19,5%. Os dados são da mais recente pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2011, da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde.
“A mulher está mudando o perfil. Antes ela cuidava dos filhos e o marido ia para o trabalho. Hoje não. A mulher ocupou um espaço na sociedade igual ao do homem. Ela tem as mesmas posições. Está submetida às mesmas situações de estresse e ainda tem dupla jornada. Além de trabalhar fora, ela chega em casa faz as lições com as crianças, vai ao supermercado.
Ela tem uma carga de trabalho maior e ainda está fumando mais. Inclusive vem aumentando, gradativamente, a mortalidade entre mulheres por doença cardiovascular”, disse o coordenador da campanha nacional contra a hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Carlos Alberto Machado.
Ainda conforme a pesquisa, há diferença entre níveis de escolaridade. Enquanto na faixa de mulheres com até oito anos de escolaridade 34,4% informaram diagnóstico de hipertensão, entre as de nível superior foram 14,2%. “As mulheres com menos escolaridade, em geral, têm menos informação e menos acesso aos serviços de saúde para fazer o diagnóstico. Tenta marcar uma consulta na saúde básica no posto de saúde perto da sua casa. Hoje uma das grandes lutas da sociedade é qualificar a atenção básica e facilitar o acesso na rede primária que é porta de entrada do sistema de saúde qualificado”, informou.
O cardiologista alertou que os números podem ser maiores, porque a pesquisa é feita por telefone fixo e nos horários em que as pessoas são encontradas em casa. Agora, de acordo com ele, o questionamento deve ser ampliado porque a pesquisa vai começar a ser feita também em celulares. “A gente acredita que os números são subestimados e que o número real é maior do que os dados do Vigitel, mas mesmo subestimados são muito altos. A gente precisa melhorar isso”, disse.
Pelos cálculos da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o Brasil tem, atualmente, cerca de 32 milhões de hipertensos com mais de 20 anos de idade. Segundo o coordenador, o grande problema é que a maioria dos hipertensos nem sabe que tem a doença. “Inicialmente ela não dá sintomas e apesar de não dar sintomas ela vai causando uma série de lesões em vários órgãos. Ela pode lesar o coração, o cérebro, os rins, os olhos”, alertou o médico.
De acordo com o cardiologista, a hipertensão é responsável por 80% dos derrames, por 40% de doenças como infarto e 37% dos casos de insuficiência renal, que levam os doentes à diálise. Ele disse que não tem cura, mas com tratamento é possível controlar em 100% nas pessoas atingidas.
Para o médico, diante das possibilidades de acompanhamento médico e de remédios disponíveis nas redes de atendimento público, não se justifica mais a internação e a morte de pessoas hipertensas. “Hoje com todo conhecimento que a gente tem, com todas as classes de remédios de graça na rede, não se justifica mais internar ninguém por hipertensão e nem morrer ninguém por hipertensão”, avaliou.
Ele destacou ainda, que quando se analisa os dados de mortalidade do Sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde, verifica-se que em torno de 12% das pessoas que morrem, está no atestado de óbito que a principal causa mortis é a hipertensão. “Então é importante chamar atenção da população da necessidade de medir a pressão. Se ela estiver alterada, maior ou igual a 140 por 90, a pessoa deve procurar o médico confirmar este diagnóstico e depois de confirmar, iniciar o tratamento”, orientou o cardiologista.
Segundo ele, há duas formas de tratamento, o medicamentoso e o não medicamentoso. “O não medicamentoso são as mudanças no estilo de vida, diminuir o sal da comida, emagrecer, fazer uma atividade física regular, evitar o estresse e o uso abusivo de bebida alcóolica e abandonar o tabagismo. O tratamento medicamentoso é individualizado, depende de cada pessoa. Vai ser identificado o mecanismo mais prevalente na pessoa e medicá-la e quando inicia o tratamento ele é para o resto da vida. A mudança no estilo de vida faz parte do tratamento da hipertensão. Tem pessoas que só com isso a gente consegue controlar a pressão. Na grande maioria, a gente precisa passar o remédio e quando passa o remédio as pessoas vão tomar o remédio para o resto da vida”, explicou.  (Saúde Business Web)

Seja doador de medula
A esperança de pessoas com leucemia e outras doenças sanguíneas é o transplante de medulaóssea. Por conta da dificuldade de compatibilidade genética, que é de 1 em 100 mil, foi criado o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), coordenado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca). O Brasil tem o terceiro maior banco de doadores do mundo, com quase 3 milhões de cadastrados. Infelizmente, ainda estamos longe do ideal: nos EUA, são 5 milhões. Quer saber como ajudar? Se liga: basta ter entre 18 e 55 anos e gozar de boa saúde. Para se cadastrar, o doador deverá procurar o hemocentro, onde será agendada entrevista para esclarecer dúvidas e coletada uma amostra de sangue para o teste de compatibilidade — o envio das informações ao Redome depende do consentimento do doador.
Segundo o Inca, os poucos riscos da doação são relacionados à anestesia. É retirada menos de 15% da medula do doador, que em poucas semanas estará inteiramente recuperada. É sempre bom manter o cadastro atualizado, pois se for compatível você será convidado a fazer a doação.
Mais informações: http://www.hemorio.rj.gov.br/medulaossea/   (Meia Hora)

Pediatria: Acidentes com bebês
Bebês lideram internação infantil por queda
Segundo Datafolha, 83% dos casos de hospitalização de crianças que caíram envolvem as que têm menos de um ano
Sociedade Brasileira de Pediatria diz que vítimas geralmente são expostas a riscos por descuido dos adultos
Os bebês com menos de um ano de idade são, entre as crianças, as principais vítimas de quedas internadas em cinco hospitais públicos da cidade de São Paulo, segundo pesquisa Datafolha.
O levantamento aponta que as quedas são responsáveis por 48% das internações por acidentes de crianças com até 14 anos, seguidas por ferimentos em práticas de esportes, atropelamento, contato com corpos estranhos --como engolir uma moeda-- e acidentes com bicicletas.
Dentro do universo de quedas, 83% das vítimas são bebês com menos de um ano.
Feita a pedido da ONG Criança Segura, que atua na prevenção de acidentes com crianças, a pesquisa entrevistou 916 pais ou responsáveis, médicos e enfermeiros, entre agosto e novembro de 2012.
No ano passado, segundo o Ministério da Saúde, das 373.037 internações por quedas no país, 16% foram de crianças de 0 a 14 anos.
Levando em consideração todos os grupos de crianças, segundo a pesquisa Datafolha, as quedas foram provocadas, primeiramente, caindo da própria altura --quando se cai sem subir em nada. Em seguida, de escadas, da cama e no playground.
Entre bebês, é comum a queda em casa, de cima da cama de um adulto.
DESENVOLVIMENTO
O médico Aramis Lopes Neto, da Sociedade Brasileira de Pediatria, diz que pequenos acidentes fazem parte do desenvolvimento infantil.
Mas alerta: acidentes com crianças de até dois anos, em geral, ocorrem por atos de adultos, que as colocam em camas, que se descuidam de produtos tóxicos ou dão acesso a ambientes com risco.
"Ninguém pode nem quer limitar a ação das crianças, mas os adultos precisam fazer avaliação dos riscos a que elas estão expostas. Uma casa tem de ter o máximo de adequação, como bloqueio de escadas e proteção nas quinas de móveis. É possível aliar liberdade e segurança."
Os médicos recomendam que, depois de uma queda, caso a criança perca os sentidos, tenha vômito, sonolência excessiva ou sangramento, seja procurado auxílio médico imediatamente.
Em crianças de 10 a 14 anos, os acidentes mais comuns são na prática de esporte ou andando de bicicleta.
1/4 dos acidentes ocorre perto da mãe, diz pesquisa
A mãe está por perto em um quarto dos acidentes envolvendo crianças de 0 a 14. Em 8% das ocorrências, é o pai quem está no mesmo ambiente, diz o Datafolha.
A vendedora Roberta Gonçalves da Silva, 31, levou um susto com o filho Henrique, de dois anos e dez meses, na Páscoa. Ele escorregou no chão ensaboado da casa do pai. Teve sangramento e ficou internado por três dias.
"Ele é muito agitado, não para. Agora temos que ficar de olho o tempo todo."
Segundo Alessandra Françoia, coordenadora da ONG Criança Segura, há uma "falsa sensação de segurança" quando a criança está em casa. "É neste momento que o nível de atenção pode diminuir e um acidente acontecer", afirma.  (JAIRO MARQUES - Folha de S.Paulo)

Gestão, Produtos e Serviços

Prêmios Abramge de Medicina e Jornalismo 2013
Tema: Doenças Mentais e Emocionais – Causas, Diagnósticos, Tratamentos e Orientação para População
Jornalistas e médicos devem fazer suas inscrições até dia 4 de outubro
A Organização Mundial de Saúde alerta que 450 milhões de pessoas sofrem ou sofrerão de problemas mentais, neurológicos ou comportamentais ao longo da vida e por volta de 20% das crianças e adolescentes terão problemas de saúde mental. Ainda de acordo com a OMS, 154 milhões de pessoas no mundo desenvolveram depressão e cerca de 1% da população mundial tem esquizofrenia. Esses são apenas alguns dos motivos que levou os Prêmios Abramge de Medicina e Jornalismo “Domingos de Lucca Junior”, em sua 19ª edição, a escolher como tema Doenças Mentais e Emocionais – Causas, Diagnósticos, Tratamentos e Orientação para População .
De acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria, cerca de 9% da população brasileira é acometida por algum tipo de doença mental grave, e por volta de 12,6% das crianças apresentam sintomas de transtornos mentais importantes. E mais, aproximadamente 10% dos brasileiros têm depressão, sendo que destes, mais de 80% podem melhorar se receberem o tratamento adequado
Os participantes da premiação devem ser jornalistas de mídia impressa ou médicos. As reportagens sobre o tema escolhido deverão ter sido publicadas entre 6 de outubro de 2012 e 4 de outubro de 2013. Os médicos concorrem com trabalhos inéditos sobre o mesmo assunto – Doenças Mentais e Emocionais – Causas, Diagnósticos, Tratamentos e Orientação para População . A comissão julgadora dos Prêmios será constituída de cinco membros em cada uma das categorias .
“O objetivo dos Prêmios Abramge é estimular médicos e jornalistas a promover informação sobre saúde, seja na área científica, ou na mídia impressa esclarecendo o público em geral”, diz o presidente da Abramge, Arlindo de Almeida. Os prêmios para os vencedores compreendem R$ 15.000,00 (brutos); além de troféu de autoria da artista plástica Anita Kaufman e diploma, para os médicos. E a quantia de R$ 10.000,00 (brutos), mais troféu e diploma, para os jornalistas .
Os profissionais de imprensa e de saúde devem seguir formas de apresentação pré-estabelecidas no regulamento do Prêmio. Os candidatos precisam enviar ficha de inscrição e outros documentos. Confira os detalhes do Regulamento em www.abramge.com.br  (Abramge/AssPreviSite)

Desenvolvimento e Treinamento

Abramge: Gestão e Monitoramento em Saúde
19 de abril de 2013 – das 9h às 17h
Local: Rua Treze de Maio, 1540 – Bela Vista
A melhor maneira de se prever e acertar o futuro, é fazê-lo acontecer, conforme dizia Peter Drucker, e nesta linha, trazendo para o assunto Saúde, é ainda mais verdade.
Neste seminário, com uma visão que vai desde o cenário mundial ao cenário brasileiro, vamos mostrar o que tem sido feito e pensado na direção de fazermos acontecer mais saúde para todos os participantes deste sistema.
Se o único fim certo para a vida, já conhecemos, o que podemos e devemos fazer, como protagonistas da Gestão de Saúde, é viver mais, com mais qualidade de vida, e, de preferência, sem desperdícios financeiros.
Participe!
Objetivos:
- Discutir os formatos e possibilidades de Gestão em Saúde;
- Auxiliar os gestores e empresas a entenderem seus modelos e potenciais resultados;
- Embasar os participantes de conceitos e práticas em Gestão de Saúde.
Público Alvo:
Gestores de Saúde, Gestores de RH e Benefícios e Profissionais de Saúde em geral.
Palestrante:
Claudio Tafla
Informações:
Fone: (11) 3289 - 7511 com Fabiana. (Abramge/AssPreviSite)

Unidas: Curso sobre regulação, análise e auditoria
Auditoria e Análise de Contas Médico-Hospitalares e Controles em Sistemas de Saúde
26 de abril de 2013
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Promover o aprimoramento do profissional atuante no sistema de saúde com ênfase na regulação, análise e auditoria de prestação de serviços, através da introdução de conhecimento técnico e metodologias para os processos de controle, focando: Perspectivas e Tendências do Mercado de Saúde; Regulação e auditoria no sistema suplementar; Composição da conta médico-hospitalar: diárias, taxas, materiais e medicamentos, honorários médicos e tabelas adotadas; Avaliação de procedimentos de diagnose e terapia e utilização de tecnologia; Rediscussão de Modelos Assistenciais vigentes e alternativas à assistência hospitalar (cuidados domiciliares, atendimento pré-hospitalar, monitoramentos entre outros).
Instrutor
DRA. MIYUKI GOTO
Público Alvo
Profissionais que atuam na área de: Análise de contas médico-hospitalares; Atendimento e negociação com os prestadores de serviços; Auditoria externa, visita hospitalar e fechamento de pré fatura hospitalar; Atendimento aos usuários do sistema de saúde, autorização prévia, liberação de guias e senhas; Gestão e controles de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Kesia Koyama, e-mail treinamento@unidas.org.br (Unidas/AssPreviSite)



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