23.06 - Cartão para inativos da Prefeitura
do Rio
Os 50 mil aposentados e pensionistas da Prefeitura do Rio também
terão direito ao cartão de crédito especial para servidores.
A novidade do cartão de crédito para servidores foi o
assunto de ontem nas repartições da prefeitura. A analista
financeira Flávia Pires Rebelo, 29 anos, gostou do novo benefício
e já faz planos: “Vou trocar um dos meus quatro cartões por
um da prefeitura. Devo escolher o que tiver juros mais baixos e vou acabar
com o que tem a taxa mais alta. Outra vantagem é o desconto em folha”,
opinou.
O servidor vai poder escolher o cartão de qualquer um dos conveniados.
A prefeitura não vai exigir que o funcionário receba o seu
salário naquela instituição. A Secretaria de Fazenda
já começou a negociar com os bancos, e pelo menos 15 já
demonstraram interesse. Entre eles, estariam os bancos com o maior número
de contas do funcionalismo, como Unibanco, Itaú e Real. Para ampliar
a linha de crédito, hoje limitada a empréstimo, a instituição
precisa apenas mudar seu tipo de contrato com a prefeitura. (O Dia)
22.06 - Ipsemg: Reajuste das contribuições
Minas - A proposta da direção do Ipsemg de reajustar
em 150% as contribuições dos servidores a favor do instituto,
conforme anunciada nesta coluna, preocupa não só os contribuintes
do Ipsemg, como as entidades do funcionalismo do Estado.
Segundo o diretor da Associação dos Jornalistas do Serviço
Público (Ajosp), Cláudio Vilaça, esta medida está
fora da realidade financeira do funcionalismo, que, verdade seja dita,
está em jejum de reajuste salarial há 13 anos. (Vicente
Sanches - Diário da Tarde)
20.06 - Previ-Rio paga R$ 100 mil em benefícios
A Prefeitura do Rio de Janeiro paga nesta segunda-feira (20), através
do Previ-Rio, R$ 100 mil em benefícios para servidores e pensionistas
municipais, bem como a seus dependentes. O pagamento é referente
a pecúlios post-mortem, auxílios-natalidade, indenizações
de despesas de funeral e resíduos de proventos e de pensões.
De todo o montante pago, R$ 46 mil correspondem a 68 pecúlios.
(Monitor Mercantil)
15.06 - ConaPREV se reúne nesta quinta e sexta-feira
A reunião contará com a presença do Conselho Argentino
de Previdência
Começa nesta quinta-feira, em Foz do Iguaçu (PR), a 16ª
Reunião Ordinária do Conselho Nacional dos Dirigentes de
Regimes Próprios da Previdência Social (ConaPREV). O evento
contará com a presença do secretário de Previdência
Social, Helmut Schwarzer. A reunião acontece até sexta-feira
(17), no Carimã Hotel.
A reunião contará com uma novidade. Pela primeira vez,
dois conselhos de Previdência Social de países diferentes
estarão reunidos. Na sexta-feira, o ConaPREV e o Conselho Federal
de Previdência Social da Argentina (Cofepres) estarão reunidos
e terão como principal ponto de discussão o Acordo Multilateral
da Previdência Social do Mercosul, que começou a vigorar no
último dia 1º.
Conselho - O ConaPREV é uma entidade associativa civil, sem
fins lucrativos, e é composto por representantes de órgãos
ou entidades responsáveis pela gestão dos RPPS da União,
dos Estados e do Distrito Federal, além de representantes dos Municípios.
Ele foi criado em 2001 e tem o objetivo de servir como espaço de
articulação entre essas diferentes instâncias e contribuir
para a superação dos problemas decorrentes da implementação
dos RPPS.
Os objetivos do Conselho podem ser resumidos em acompanhar e avaliar
as políticas e diretrizes previdenciárias voltadas ao servidor
público; propor medidas e colaborar com a sua implementação;
executar e coordenar programas voltados à área de sua atuação
e finalidade; e promover congressos, simpósios, seminários,
cursos e outros eventos para estudos e debates no âmbito de sua atuação.
(Alessandra Pires - AgPrev)
14.06 - Fórum pede dados sobre o IPE-Saúde
Porto Alegre - O Fórum das Entidades em Defesa do IPE solicitou
ao governo do Estado informações sobre supostas irregularidades
no repasse de verbas estaduais ao IPE-Saúde. Ontem, o subchefe da
Casa Civil do Palácio Piratini, Pedro Bisch Neto, recebeu uma carta
de representantes de entidades integrantes do fórum (Sindsepe/RS,
Cpers/Sindicato, Ugeirm/Sindicato, Sindjus/RS, Simpe/RS e Sindicaixa),
pedindo esclarecimentos sobre os repasses.
Conforme relata o documento, em abril último o governo do Estado
deixou de repassar R$ 15 milhões ao IPE-Saúde e teria estabelecido
um contingenciamento no orçamento do Ipergs no total de R$ 453 milhões.
O subchefe da Casa Civil informou que avaliará as informações.
(Correio do Povo)
10.06 - A aposentadoria e pensão dos servidores
Ainda causam muita confusão nas pessoas dados e informações
sobre a Previdência Social no Brasil. Poucos entendem, e muitos falam.
Quando falam, repetem as bobagens do tipo que o governo arrecada 37% do
PIB e gasta 29% do PIB só com a Previdência. Ou do tipo que
se gastam R$ 110 bilhões/ano com 23 milhões de aposentados
do INSS e R$ 80 bilhões com 3 milhões de aposentados públicos.
São os mesmos que ignoram a dívida pública de
R$ 873 bilhões, a dívida dos estados e municípios
de R$ 350 bilhões, a dívida de R$ 800 bilhões que
a Receita e o INSS têm a receber, os R$ 150 bilhões/ano para
pagamentos de juros, que mantêm a mais alta taxa do mundo.
São os mesmos que se apropriam do superávit de US$ 33,7
bilhões nas exportações, em 2004, para ampliar o superávit
primário, de R$ 81 bilhões, 4,6% do PIB; déficit de
6 milhões de moradias, saneamento por fazer, 60 milhões de
miseráveis; 40 milhões ganhando o salário mínimo,
40 milhões fora da previdência, 10 milhões de empresas
informais, 13 milhões de desempregados, mais de 5 milhões
de jovens fora da universidade.
Mas voltemos à Previdência. Os trabalhadores urbanos que
contribuíram para o INSS financiaram suas aposentadorias e pensões.
Eles são 13 milhões dos 23 milhões. Foi-lhes apresentado
um cálculo atuarial que cobriria seu benefício. Não
têm culpa pelos desmandos instalados no gerenciamento da Previdência
que dilapidaram R$ 500 bilhões de seu patrimônio.
No sistema, há outros 7 milhões de trabalhadores rurais
que recebem um salário mínimo, mas que não contribuíram
para isso. Há outros 2,5 milhões de miseráveis que
recebem o benefício assistencial de um salário mínimo.
Estes 10 milhões, até bem pouco, eram pagos pelas contribuições
dos trabalhadores urbanos. Hoje, são pagos com recursos fiscais
da Seguridade Social.
No caso da aposentadoria dos servidores públicos, civis e militares,
cabe inicialmente, a afirmação de que o debate não
é ético.
Tais servidores, na concepção do Estado, são partes
integrantes como governo, Nação, povo, Língua. Não
se concebeu ainda, em toda a civilização, Estado e governo
sem dirigentes e sem servidores.
Só o maniqueísmo (leia-se vilania) de tais analistas
e especialistas tenta descaracterizar os servidores, civis e militares
como componentes do que se chama de máquina pública.
Eles argumentam ainda que os servidores, civis e militares, nunca contribuíram
para a Previdência. Se nasceu em 1923 no nosso País, somente
na década de 40 é que o setor público a implantou.
Mais tarde, nas décadas de 60/70, a massa de servidores foi contratada
pela CLT, criando-se a figura dos celetistas, que chegaram a compor 70%
dos servidores (500 mil) e contribuindo, sem teto, pelo bruto, para o INSS.
Analistas e especialistas ignoram que no período do celetismo,
que acabou em 1990, com o Regime Jurídico Único, enquanto
os trabalhadores pagavam sua parte, o governo jamais pagou a sua, que seria
de 20% sobre a folha. Mesmo depois de 1990, com o RJU, quando os celetistas
foram transformados em estatutários, por força da Constituição
de 1988, o governo jamais recolheu a sua parte do Plano de Seguridade Social
do Servidor-órgão, como constatou o TCU. Só o servidor,
com base no PSSS-servidor, contribuiu na alíquota atuarial estabelecida.
O Estado regulador que está substituindo o Estado-protetor,
(que nos legou Volta Redonda, os sistemas hidroelétrico, rodoviário,
aeroviário, portuário, universitário, aeronáutico,
agropecuário, sucateado mas ainda resistindo) é mais corrupto
e ineficiente, pois se nutre dos ingredientes verbas e cargos, assistencialismo
e paternalismo, impunidade e fisiologia. O desmanche do Estado-protetor
está servindo apenas para ampliar a distância entre o cidadão
e a cobertura de suas necessidades básicas. (Jornal
de Brasília)
08.06 - Prorrogados contratos do IPE com municípios
Porto Alegre - O conselho deliberativo do IPE aprovou a resolução
que prorroga em 90 dias o prazo de renovação de contratos
de prestação de serviço de saúde pelo instituto
aos funcionários das prefeituras e das câmaras municipais.
O prazo para adequação dos 309 contratos existentes encerrava-se
no final do semestre. Para entrar em vigor, a prorrogação
precisa da assinatura do presidente do IPE, Otomar Vivian, e de publicação
no Diário Oficial do Estado. (Correio do Povo)
07.06 - Complementação em estudo
Além da saúde suplementar e ocupacional, o governo federal
está estudando proposta de criação de um Fundo de
Previdência Complementar para o servidor federal. Pretende encaminhar
a proposta, ainda este ano, ao Congresso Nacional, para que a categoria
complemente a sua aposentadoria no futuro. Antes disso, estão em
andamento várias simulações para definir, entre outras
coisas, a alíquota que será paga pelo governo e o servidor.
"O plano precisa ter sustentabilidade", justifica Luiz Roberto.
Com o valor do novo teto de aposentadoria (R$ 2.668,15), a lei determina
que seja criado um plano de previdência complementar dos servidores.
O assunto está sendo discutido na Mesa Nacional de Negociação
Permanente, por meio de uma comissão temática. A idéia
é criar regras gerais, que sirvam de parâmetro para os três
poderes.
O Judiciário está se antecipando à discussão.
O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Edson
Vidigal, está percorrendo os estados para discutir com os tribunais
estaduais a proposta de criação do fundo do servidor do Judiciário.
Ele vem dizendo que há espaço, no poder, para criar o maior
fundo de previdência privada do Brasil.
Os números são animadores: 25 mil servidores recebem
salário médio entre R$ 3,4 mil e R$ 4 mil e poderão
aderir ao fundo. A contribuição mensal, se o percentual ficar
entre 6% e 9%, pode chegar a R$ 30 milhões. O STJ pretende concluir,
ainda este semestre, a discussão e o anteprojeto para criar o fundo
de previdência para o Judiciário. "Este é o caminho
para tranqüilizar o servidor que vai se aposentar de acordo com as
novas regras", afirma Alcides Diniz, diretor-geral do STJ.
Benefício especial poderá ser criado
A discussão sobre a regulamentação da seguridade
social do servidor prevê, ainda, a criação da aposentadoria
especial no serviço público. Na iniciativa privada, já
existe o benefício. As diretrizes para a criação da
aposentadoria especial para o servidor depende de aprovação
de proposta de Lei Complementar pelo Congresso Nacional.
A proposta pretende atender os servidores que trabalham em atividade
de risco à saúde. Segundo a minuta da norma regulamentadora
da seguridade social, a comprovação da atividade especial
será feita por meio de Laudo de Avaliação Ambiental,
emitido pelo Serviço de Saúde Ocupacional da União.
Servidores expostos a agentes nocivos químicos, físicos
e biológicos, definidos pelo Ministério da Saúde,
poderão ter acesso ao benefício. "A criação
da aposentadoria especial é uma reivindicação histórica
de alguns setores, que trabalham em áreas insalubres e que não
têm, atualmente, esta prerrogativa", afirma Sérgio da Silva,
secretário de imprensa da Confederação dos Servidores
Públicos Federais (Condsef).
Ele diz que os servidores esperam que o governo faça um debate
mais aprofundado sobre a proposta de regulamentação da seguridade
social do servidor. Sérgio da Silva confirma que as doenças
ocupacionais que mais acometem os servidores são LER e depressão.
"Isso é conseqüência da queda na condição
salarial, que desestimula o servidor, o leva à depressão
e a outras doenças, como o alcoolismo", ressalta Marta Pereira,
coordenadora da Secretaria de Aposentados e Saúde do Trabalhador
do Sindicato dos Servidores Públicos Federais (Sindsep).
A LER não se relaciona com o arrocho salarial, mas às
más condições de trabalho. Maria Luíza Lopes,
que contraiu a doença há 13 anos, confirma que o serviço
público, assim como muitas empresas privadas, não parece
preocupado com móveis ergométricos e em investir na saúde
do trabalhador que desempenha atividades de risco. (Jornal
de Brasília)
06.06 - ParanáPrevidência: Prazo menor para conceder aposentadoria
A ParanaPrevidência já reduziu em dois meses o prazo de
concessão de aposentadorias. “Desde março, conseguimos diminuir
o prazo médio de aprovação das aposentadorias de 180
para 120 dias”, conta José Maria Correia, presidente da ParanaPrevidência,
entidade que administra o sistema previdenciário dos funcionários
públicos do Estado.
O próximo passo, segundo Correia, será reduzir a tramitação
para sessenta dias. Com esse objetivo, a ParanaPrevidência, juntamente
com a Secretaria da Administração e da Previdência
(Seap), está organizando oficina para debater a desburocratização
e agilização de processos. A oficina vai mobilizar, no dia
13 de junho, cerca de setenta técnicos da Seap e da ParanaPrevidência.
O foco principal será a concessão de aposentadorias, uma
vez que as pensões saem em um mês.
Além da participação do presidente da ParanaPrevidência,
o evento contará com a presença da secretária da Administração
e da Previdência, Maria Marta Lunardon, e de diretores dos dois órgãos.
As discussões se concentrarão nos meios de simplificar
e desburocratizar procedimentos, eliminar papéis e despachos supérfluos,
abreviar processos sem perder a segurança, e utilizar a informatização
para facilitar o acesso do segurado aos serviços. Em cinco painéis,
serão examinadas gestão de cadastro, perícia médica,
gerenciamento de concessões de benefícios, folhas de pagamento,
e questões legais nas aposentadorias e pensões.
“Atualmente, cerca de 52% das aposentadorias são concedidos
em até noventa dias. Nosso objetivo é acelerar ainda mais
os procedimentos, para melhor atender aos servidores”, diz José
Maria Correia. (O Estado do Paraná)
03.06 - IPE vai cadastrar senhas até dia 30
O Instituto de Previdência do Estado (IPE) alerta os seus segurados
e pensionistas que ainda não têm senha que devem providenciá-la
até 30 de junho nas agências do IPE, nos terminais do Banrisul
ou pela Internet (www.ipe.rs.gov.br).
A partir de 1º de julho as senhas serão necessárias
para autorizar a realização de exames e consultas. Aproximadamente
50% dos usuários já se cadastraram. O IPE esclarece que a
senha refere-se aos segurados e dependentes. Os que desejarem fornecer
senhas individuais aos dependentes deverão procurar as agências
do instituto. (Correio do Povo)
01.06 - Prefeitura deve a CriciúmaPrev
A Prefeitura de Criciúma (SC) tem uma dívida de mais
de R$ 4 milhões com o Instituto Municipal de Seguridade Social de
(CriciúmaPrev). O número foi apresentado ontem pela diretora-presidente
da instituição, Maria Salete Milanezi. O órgão
é responsável pelo serviço de previdência dos
funcionários públicos do município. "Já estamos
analisando um projeto de lei que pode permitir a quitação
desta dívida", ressaltou. Milanezi também apresentou informações
sobre os recursos que o órgão tem aplicados na Caixa Econômica
Federal, Banco do Brasil, Besc, Santander e no fundo de investimentos do
Banco Santos, num total de R$ 8,5 milhões de receita. (A Notícia)
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