Gestão, Soluções, Produtos e Serviços
São Paulo, 24 de Junho de 2005

Custódia e Controladoria para Fundos
Serviços de Custódia e Controladoria tendem a proporcionar maior tempo de análise aos dirigentes dos Fundos de Pensão
As várias alterações legais têm mudado a vida dos fundos de pensão, criando-se a necessidade de estabelecer controles que permitam minimizar riscos operacionais e, ao mesmo tempo, proporcionar maior tempo de análise aos dirigentes das Entidades. Um dos maiores obstáculos para se atingir tais objetivos são os processos manuais e a falta de escala, os quais resultam em maior morosidade e aumento dos custos dos fundos de pensão.
Neste contexto, a terceirização de serviços de custódia e controladoria acaba sendo um caminho natural, já que a execução destas atividades por especialistas permite que os fundos de pensão dediquem mais tempo para a análise e não para a execução de processos. O Banco Itaú, que é maior custodiante de títulos e valores mobiliários do país, concorda com esta linha de pensamento. No entanto, o Itaú acredita que o prestador de serviços de custódia e controladoria precisa ir mais além, oferecendo um amplo leque de serviços para os fundos de pensão de modo a atender todas as suas necessidades.
Nesta linha de atuação o Itaú propõe-se a fazer não apenas a guarda, liquidação e precificação dos ativos que compõem as carteiras e fundos exclusivos de seus clientes, mas também oferece vários serviços adicionais como: informações on-line e relatórios para acompanhamento de gestão, serviços complementares para análise de enquadramentos legais e das políticas de investimento, ferramentas de controle de riscos como VAR e Divergência Não Planejada (DNP), dentre outros. Mais informações sobre os serviços custódia e controladoria podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais do Itaú (Telefone: 11 5029-1724).   (AssPreviSite)

Gestão de Passivo para Entidades de Previdência
Visando ampliar o leque de opções em prestação de serviços previdenciários, o Banco Itaú constituiu a Itaú Administração Previdenciária, empresa especializada na prestação de serviços de passivo para entidades fechadas de previdência complementar e regimes próprios de previdência.
A Itaú Administração Previdenciária desenvolveu sistemas específicos da mais alta tecnologia, com o único objetivo de ajudar a gerir com maior eficiência e operacionalidade a administração de uma fundação privada ou pública. Os participantes ou servidores destas Entidades podem ser correntistas ou não do Banco Itaú, enquanto os ativos financeiros podem ser administrados apenas pelo Itaú ou por múltiplos gestores. Para as entidades fechadas de previdência privada o Itaú presta os serviços de Gestão de Passivo através de três módulos:
Módulo Seguridade: Manutenção de cadastros, controle da arrecadação, desligamento do participante, controle das contas individuais e globais, controle dos benefícios, controle da portabilidade, atendimento a participantes e folha de pagamento.
Módulo Administrativo: Contabilidade, controle de bens patrimoniais, gestão de caixa, emissão de relatórios legais e operacionais e valorização das cotas.
Administração da Carteira de Empréstimo: Simulações e concessões, quitações, cobrança das parcelas e controle do saldo devedor.
Mais informações sobre os serviços de Gestão de Passivo podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais do Itaú (Telefone: 11 5029-1724).    (AssPreviSite)

Regime Tributário: Cenário de não aprovação da MP 233
No tratamento dos temas atuais da previdência complementar, abordar os aspectos relacionados às mudanças que estão em curso e a decisão dos participantes sobre o regime tributário é um grande desafio para aqueles que têm a responsabilidade de prestar esclarecimentos sobre os aspectos mais relevantes deste novo cenário.
Temos certeza que você já deve ter estruturado a forma de abordagem destes assuntos junto aos seus participantes.  Porém, esta sexta-feira será uma excelente oportunidade para estar com outras entidades conversando sobre as experiências que estão sendo adotadas, quais estratégias adicionais que poderão ser praticadas na implantação ou reforço das informações para os participantes e o que informar dentro deste cenário de não aprovação da MP 233.
Se você julgar interessante, esteja conosco no dia 24 de junho, inaugurando o Espaço AssPreviSite no Rio de Janeiro, no horário das 10 às 13 horas. A reunião será no Salão Ouro do Hotel Novo Mundo, Praia do Flamengo, 20.
Para apresentar os principais aspectos deste cenário estão confirmados: Wagner Pinheiro, Presidente da PETROS e do ICSS, Edécio Ribeiro Brasil, Diretor de Seguridade da VALIA, Felinto Sernache, TOWERS PERRIN, e Fábio Augusto Junqueira, MARTINELLI  Advogados.
O evento é voltado a todos os envolvidos no desafio de levar os melhores esclarecimentos sobre este novo cenário para as entidades de previdência complementar. A participação conta com uma taxa de adesão de R$ 100,00 e os interessados podem fazer reservas pelo telefone (11) 5579.1562 ou pelo email encontro@assprevisite.com.br
Dados do evento
Tributação para participantes: Como informar e orientar
24 de junho de 2005 - das 10:00 às 13:00
Salão Ouro – Hotel Novo Mundo – Praia do Flamengo, 20 - Rio de Janeiro – RJ     (AssPreviSite)

Itaú: Gestão de Passivo
Itaú amplia seu leque de serviços para clientes institucionais oferecendo Gestão de Passivo para Entidades de Previdência
Visando ampliar o leque de opções em prestação de serviços previdenciários, o Banco Itaú constituiu a Itaú Administração Previdenciária, empresa especializada na prestação de serviços de passivo para entidades fechadas de previdência complementar e regimes próprios de previdência.
A Itaú Administração Previdenciária desenvolveu sistemas específicos da mais alta tecnologia, com o único objetivo de ajudar a gerir com maior eficiência e operacionalidade a administração de uma fundação privada ou pública. Os participantes ou servidores destas Entidades podem ser correntistas ou não do Banco Itaú, enquanto os ativos financeiros podem ser administrados apenas pelo Itaú ou por múltiplos gestores. Para as entidades fechadas de previdência privada o Itaú presta os serviços de Gestão de Passivo através de três módulos:
Módulo Seguridade: Manutenção de cadastros, controle da arrecadação, desligamento do participante, controle das contas individuais e globais, controle dos benefícios, controle da portabilidade, atendimento a participantes e folha de pagamento.
Módulo Administrativo: Contabilidade, controle de bens patrimoniais, gestão de caixa, emissão de relatórios legais e operacionais e valorização das cotas.
Administração da Carteira de Empréstimo: Simulações e concessões, quitações, cobrança das parcelas e controle do saldo devedor.
Mais informações sobre os serviços de Gestão de Passivo podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais do Itaú (Telefone: 11 5029-1724).   (AssPreviSite)

Clientes Institucionais: Serviços bancários e atendimento especializados
A constante preocupação do Itaú em oferecer soluções cada vez mais completas e eficientes aos clientes institucionais tem levado o banco a especializar-se cada vez mais em produtos e atendimento diferenciado para este segmento de mercado. A idéia do banco é aliar a tradicional segurança, agilidade e comodidade de seus serviços bancários à estratégia de relacionamento exclusivo que permite atender os clientes institucionais de maneira completa e integrada.
Além do atendimento exclusivo, os clientes institucionais também podem usufuir da forte conveniência do Itaú proporcionada por sua ampla rede de agências e postos de atendimento bancário. Atualmente o banco possui mais de 2 mil agências e 22 mil caixas eletrônicos distribuídos por todo o território nacional. Também vale ressaltar os serviços completos por Internet, Intranet, telefone e fax, os quais complementam as condições necessárias para a disponibilização de soluções completas e personalizadas para os clientes institucionais.
Neste contexto, o banco consegue agilizar e facilitar os processos de pagamento de benefícios, fornecedores e salários, assim como os de cobrança de contribuições e empréstimos. Este processo é acompanhado diariamente por gerentes exclusivos do segmento de clientes institucionais, os quais não apenas conhecem as necessidades específicas destes clientes, mas também as legislações que regem este segmento de mercado.
Maiores informações sobre a estrutura e os serviços descritos acima podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais do Banco Itaú (Telefone: 11 5029-1724 / 1340).  (AssPreviSite)


Microsiga entra no setor de saúde com soluções para hospitais e operadoras
Empresa investiu R$ 7 milhões e 120 mil horas de pesquisa para o desenvolvimento
A Microsiga prepara sua entrada no mercado de saúde. A empresa acaba de adquirir o software de gestão para planos de saúde da APSoft Sistemas e Consultoria, que será integrado ao sistema Protheus 8.
A Microsiga investiu R$7 milhões e 120 mil horas de pesquisa para o desenvolvimento do software e passa a ser responsável pela administração de 600 mil vidas. A meta é conquistar 20% do mercado de sistemas de gestão em saúde.
Na Hospitalar, a empresa apresenta soluções de ERP, Gestão Hospitalar e módulos para planos de saúde. A solução para Gestão Hospitalar permite integrar os processos de Registro Geral de Paciente, atendimento ambulatorial e internação, Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, prescrições eletrônicas, controle de glosas e tabela do SUS.
A solução para planos de saúde oferece ferramentas para credenciamento de prestadores, gerenciamento de vendas e contratos, atendimento e autorizações, controle de contas médicas, reembolso, cobrança e pagamentos, regras de cobertura, carências, valorização de serviços e procedimentos, auditoria, compra de carência, rede referenciada, movimentação de beneficiários e livro de registros da Agência Nacional de Saúde.   (Saúde Business)


Governança corporativa
Integrando as comemorações de seus dez anos de fundação, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) promove nesta terça-feira (dia 21), das 8 às 10 horas, café da manhã reunindo especialistas para debater o tema "O Desafio de Fazer a Governança Corporativa Funcionar - A Visão dos Secretários de Conselhos". Entre os tópicos que serão analisados estão o posicionamento e o escopo do cargo de secretário do conselho dentro das organizações; os maiores desafios internos para a governança funcionar; a importância de fazer a governança corporativa permear a cultura corporativa; o envolvimento da gerência e dos demais funcionários; os desafios da comunicação; e a evolução da importância da função dentro das organizações. Informações complementares podem ser obtidas pelo telefone (11) 3043-7008/7009, pelo e-mail ibgc@ibgc.org.br ou através do site www.ibgc.org.br.
Local: Hotel Gran Meliá. Avenida Nações Unidas, 12.559 (Salão Las Palmas) - São Paulo, SP.    (Gazeta Mercantil)

Investidores Institucionais: Banco Itaú lança FIQ FIDC
Observando o aumento da demanda de investidores institucionais por Fundos de Investimentos de Direitos Creditórios, o Banco Itaú lançou uma alternativa de investimento voltada a este segmento de mercado, o ITAÚ INSTITUCIONAL FIQ FIDC.
Trata-se de um fundo de fundos, constituído como “condomínio fechado”, com patrimônio líquido de até R$200 milhões que aplica os recursos captados juntos a investidores em quotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCS). O ITAÚ INSTITUCIONAL FIQ FIDC poderá adquirir, no mercado primário ou secundário, quotas seniores dos FIDCS selecionados e administrados pelo próprio Itaú ou outra instituição.
O Fundo busca proporcionar aos seus cotistas resultados superiores aos proporcionados por investimentos de renda fixa tradicionais. Para atingir este objetivo o Itaú utilizará sua expertise na estruturação, análise e prestação de serviços para FIDCS, minimizando a subjetividade da avaliação e, conseqüentemente, agregando valor para os investidores do Fundo.
O investimento no Fundo está associado a diferentes fatores de riscos que estão descritos no prospecto e regulamento do produto. Na visão do Itaú, estes fatores de risco tornam os processos de análise e seleção do Banco ainda mais importantes, na medida em que os mesmos buscam avaliar como estes riscos são mitigados.
 Maiores informações sobre o Fundo podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais do Banco Itaú (Telefone: 11 5029-1724).    (AssPreviSite)

Attps quer crescer 23%
A attps Informática, especializada em softwares direcionados à cessão de crédito bancário e investimentos de fundos de pensões, espera ampliar seu faturamento em 23% este ano, alcançando R$ 36 milhões. Em quatro anos, ampliou sua carteira de clientes de nove para 29 bancos. Em 2005, resultado de parceria com o Deutsche Bank no Brasil, a attps Informática entra em outro campo promissor, o de software para fundos de recebíveis. (Gazeta Mercantil)

Custódia e Controladoria para Fundos
Serviços de Custódia e Controladoria tendem a proporcionar maior tempo de análise aos dirigentes dos Fundos de Pensão
As várias alterações legais têm mudado a vida dos fundos de pensão, criando-se a necessidade de estabelecer controles que permitam minimizar riscos operacionais e, ao mesmo tempo, proporcionar maior tempo de análise aos dirigentes das Entidades. Um dos maiores obstáculos para se atingir tais objetivos são os processos manuais e a falta de escala, os quais resultam em maior morosidade e aumento dos custos dos fundos de pensão.
Neste contexto, a terceirização de serviços de custódia e controladoria acaba sendo um caminho natural, já que a execução destas atividades por especialistas permite que os fundos de pensão dediquem mais tempo para a análise e não para a execução de processos. O Banco Itaú, que é maior custodiante de títulos e valores mobiliários do país, concorda com esta linha de pensamento. No entanto, o Itaú acredita que o prestador de serviços de custódia e controladoria precisa ir mais além, oferecendo um amplo leque de serviços para os fundos de pensão de modo a atender todas as suas necessidades.
Nesta linha de atuação o Itaú propõe-se a fazer não apenas a guarda, liquidação e precificação dos ativos que compõem as carteiras e fundos exclusivos de seus clientes, mas também oferece vários serviços adicionais como: informações on-line e relatórios para acompanhamento de gestão, serviços complementares para análise de enquadramentos legais e das políticas de investimento, ferramentas de controle de riscos como VAR e Divergência Não Planejada (DNP), dentre outros. Mais informações sobre os serviços custódia e controladoria podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais do Itaú (Telefone: 11 5029-1724).   (AssPreviSite)

Gestão corporativa de performance 
É essencial dizer como a empresa está e também para onde ela vai. O processo de tomada de decisões e escolha por investimentos está cercado por importantes pré-requisitos. Entretanto, o mais prioritário parece ser a valorização da própria empresa e, com isso, a demonstração de valor para seus acionistas. Afinal de contas, quantos projetos são vetados porque os acionistas simplesmente não enxergam os benefícios futuros? Segundo um estudo da Accenture realizado em maio de 2003, 58% do valor total de uma corporação é calculado com base em sua performance futura, enquanto os 42% restantes têm como referencial a performance presente. Uma vez que o valor da corporação é a prioridade para qualquer acionista, torna-se essencial possuir ferramentas que consigam não apenas dizer como a empresa está, mas também para onde ela vai. Os acionistas normalmente têm sua atenção voltada ao valor de mercado de sua companhia e, como conseqüência disso, à correta gestão de sua performance. Os dois conceitos – valor de mercado e performance – acabam se encontrando na seguinte equação: o valor de mercado é calculado levando-se em conta duas variáveis, a performance presente e a performance futura. Entretanto, a cultura empresarial existente até o momento gera um paradoxo: apesar de o futuro ser mais importante, muitas companhias investiram em soluções que tentaram atender – nem sempre com sucesso – apenas à performance presente. A atenção estava muito voltada às transações, ao mundo operacional do resultado imediato, à obtenção de resultados para a cumprimento de metas a curto prazo. Como conseqüência, ficaram deficientes importantes processos como o planejamento e o acompanhamento correto da performance obtida até o momento. Foco no presente, em detrimento do passado e do futuro. Aos poucos, executivos e gestores começam a reconhecer a importância de uma nova realidade, que enxerga com clareza os acontecimentos passados e planeja a médio e longo prazos. Ainda que de forma fragmentada e empírica, buscam escapar de um cenário que aponta para muitas operações manuais e retrabalho. Além disso, começam a identificar alguns benefícios que a correta tomada de decisões traz – por exemplo, um estudo realizado pelo Hackett Group apontou que as empresas que conseguem fazer a gestão da sua performance hoje acabam gastando um alto montante com os processos (cerca de 1,5% do seu faturamento em vendas), que, além de tudo, encontram-se muito fragmentados. A gestão de performance não está baseada em tecnologia, mas sim em um conceito criado pelo Instituto Gartner, o Corporate Performance Management, a partir da descrição de metodologias, ferramentas e métricas que visam ao correto gerenciamento das performances presente e futura. Ou seja, que permitem planejar, monitorar e analisar a "vida" da corporação; entender os cenários nos quais a corporação está, de que maneira está e para onde ela vai. Projetos de implementação de gestão de performance são, na sua totalidade, mudanças a longo prazo que envolvem conceitos, cultura empresarial e soluções tecnológicas. Envolvem processos de tomada de decisões e disseminação de poder, ao mesmo tempo que explicita a importância do envolvimento de todos – respeitando divisões hierárquicas – na tomada de decisões, corporativas ou departamentais. Voltando à figura do acionista, talvez o primeiro raciocínio a ser feito seja: se o dinheiro já existe e já é gasto, por que não investi-lo em algo que atenderá diretamente à nossa necessidade de valorização da companhia, como a gestão corporativa de performance? Por que não garantir um presente melhor, valorizando também o futuro? kicker: Quantos projetossão vetados porqueos acionistas simplesmente não enxergam osbenefícios futuros?    (Gazeta Mercantil - Mauro Orlando - Diretor de alianças da Cognos no Brasil.) 

Itaú oferece serviços bancários e atendimento especializados para Clientes Institucionais
A constante preocupação do Itaú em oferecer soluções cada vez mais completas e eficientes aos clientes institucionais tem levado o banco a especializar-se cada vez mais em produtos e atendimento diferenciado para este segmento de mercado. A idéia do banco é aliar a tradicional segurança, agilidade e comodidade de seus serviços bancários à estratégia de relacionamento exclusivo que permite atender os clientes institucionais de maneira completa e integrada.
Além do atendimento exclusivo, os clientes institucionais também podem usufuir da forte conveniência do Itaú proporcionada por sua ampla rede de agências e postos de atendimento bancário. Atualmente o banco possui mais de 2 mil agências e 22 mil caixas eletrônicos distribuídos por todo o território nacional. Também vale ressaltar os serviços completos por Internet, Intranet, telefone e fax, os quais complementam as condições necessárias para a disponibilização de soluções completas e personalizadas para os clientes institucionais.
Neste contexto, o banco consegue agilizar e facilitar os processos de pagamento de benefícios, fornecedores e salários, assim como os de cobrança de contribuições e empréstimos. Este processo é acompanhado diariamente por gerentes exclusivos do segmento de clientes institucionais, os quais não apenas conhecem as necessidades específicas destes clientes, mas também as legislações que regem este segmento de mercado.
Maiores informações sobre a estrutura e os serviços descritos acima podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais do Banco Itaú (Telefone: 11 5029-1724 / 1340).  (AssPreviSite)


Governança da Previdência Complementar: Perspectivas e Desafios
Governança Corporativa vem se consolidando como prática imposta pela sociedade, superando o modismo que costuma atacar de forma intensa as inovações em administração.
Seu escopo vem sendo ampliado a cada dia, num movimento transdisciplinar que passa pela administração estratégica, pela economia, pelo direito, pela contabilidade, pela sociologia e diversas outras contribuições das ciências, numa forte tendência em se afirmar como uma nova disciplina.
Aderente a esta tendência, a Resolução CGPC/MPS nº 13, de 01.10.04, dispõe de conceitos e práticas de governança e gestão, com ênfase no papel dos conselheiros das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). Necessário se faz entender e discutir a teoria e prática da Governança Corporativa no contexto dos fundos de pensão, tomando-se como referência experiências em curso no âmbito das entidades.
Com esta motivação o IDEAS oferece à comunidade de Previdência Complementar o Seminário GOVERNANÇA DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: PERSPECTIVAS E DESAFIOS , que abordará diferentes aspectos deste importante tema, à luz de sua recente regulamentação
Programa
Palestra: Regulação Institucional: O Papel do Estado
Palestrante Convidado: Dr. Waldemir Bargieri (PREVIC)
Debate: A Prática dos Conselheiros: Principais Desafios
Debatedores Convidados:
Dr. Waldemir Bargieri (PREVIC)
Dr. Antonio Braulio de Carvalho (ANAPAR)
Prof. Luiz Romero (Professor MBA - IDEAS/COPPE e ESPM)
Palestra: Governança das EFPC: Principais Perspectivas
Palestrante Convidado: Luiz Romero (Professor MBA - IDEAS/COPPE e ESPM)
Painel de Experiências: As Práticas das Entidades: os Desafios da Resolução CGPC/MPS nº 13/04
Informações
Data: 07 de Julho de 2005 (mudança de data)
Horário: 08:30h às 17:30h
Local de Realização: Hotel Manhattan Plaza SHN, Quadra 2, Bloco A
Brasilia - Distrito Federal - Tel.: (61)319-3060
Valor das Inscrições: R$ 450,00 - Serão concedidos descontos de 20% aos participantes associados da ANAPAR
Serão concedidos descontos de 5% a partir da terceira inscrição da mesma empresa
Realização
IDEAS            (AssPreviSite)

Fundo Itaú Excelência Social: Rentabilidade e Responsabilidade Social em um mesmo produto
O tema Responsabilidade Social Corporativa tem sido muito discutido nos últimos anos no Brasil e nas duas últimas décadas no mundo. O debate acerca da responsabilidade social das empresas tornou-se hoje onipresente nos ambientes corporativos, organismos internacionais, movimentos da sociedade civil e corredores acadêmicos.
Advindo desta preocupação surgiu o conceito de Investimento Socialmente Responsável (ISR), atribuindo à alocação de recursos um papel não somente de agregação de valor ao investidor, mas também a todos os stakeholders (fornecedores, clientes, funcionários, sociedade, etc.) envolvidos no processo.
Nesse contexto, o volume total de investimentos socialmente responsáveis já compreendia, segundo levantamento da consultoria italiana Value Partners (“Il Balancio di Sostenibilita’ come strumento per valorizzare l´azienda”, Milano, 17/06/2004, pág. 5), cerca de 13% do patrimônio total de recursos geridos sob gestão profissional nos Estados Unidos no final de 2003 (totalizando aproximadamente US$ 3 trilhões). Na Europa somavam € 15,4 bilhões, também no final de 2003, de acordo com o mesmo estudo.
De acordo com matéria publicada na Gazeta Mercantil em 21/12/2004 (“O ISR movimenta US$ 3 trilhões nos EUA”), os “investidores incorporaram a percepção de que é possível ser socialmente responsável e ainda lucrar com isso”, dado que empresas que possuem práticas de responsabilidade social podem apresentar um retorno diferenciado e sustentável no longo prazo.
O Banco Itaú, buscando inserir-se neste contexto e atendendo a uma demanda específica dos clientes institucionais por este tipo de produto, lançou em 03/02/2004 o fundo Itaú Excelência Social (FIES). O FIES é um fundo ético e social. É um fundo ético porquê aloca seus recursos em ações de empresas socialmente responsáveis, entendendo-se por responsabilidade social: práticas sociais, práticas de proteção do meio ambiente e boas práticas de governança corporativa. É também um fundo social dado que o mesmo destina 50% da taxa de administração a projetos de caráter social.
O fundo possui taxa de 0,60% ao ano e destina-se a investidores institucionais, apresentando um montante mínimo de aplicação de R$ 1 milhão. O Itaú FIES apresentava, em 31/05/2005 um patrimônio líquido de R$ 16,9 milhões e um retorno acumulado desde 03/02/2004 (data do início do fundo) igual a 28,4%, superando os índices IBrX-50 Médio e Ibovespa Médio, que renderam, respectivamente, 25,6% e 14,6%, no mesmo período.
Maiores informações sobre o Fundo podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais do Banco Itaú (Telefone: 11 5029-1724).   (AssPreviSite)

Segmento de Investidores Institucionais do Banco Itaú lança FIQ FIDC
Observando o aumento da demanda de investidores institucionais por Fundos de Investimentos de Direitos Creditórios, o Banco Itaú lançou uma alternativa de investimento voltada a este segmento de mercado, o ITAÚ INSTITUCIONAL FIQ FIDC.
Trata-se de um fundo de fundos, constituído como “condomínio fechado”, com patrimônio líquido de até R$200 milhões que aplica os recursos captados juntos a investidores em quotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCS). O ITAÚ INSTITUCIONAL FIQ FIDC poderá adquirir, no mercado primário ou secundário, quotas seniores dos FIDCS selecionados e administrados pelo próprio Itaú ou outra instituição.
O Fundo busca proporcionar aos seus cotistas resultados superiores aos proporcionados por investimentos de renda fixa tradicionais. Para atingir este objetivo o Itaú utilizará sua expertise na estruturação, análise e prestação de serviços para FIDCS, minimizando a subjetividade da avaliação e, conseqüentemente, agregando valor para os investidores do Fundo.
O investimento no Fundo está associado a diferentes fatores de riscos que estão descritos no prospecto e regulamento do produto. Na visão do Itaú, estes fatores de risco tornam os processos de análise e seleção do Banco ainda mais importantes, na medida em que os mesmos buscam avaliar como estes riscos são mitigados.
 Maiores informações sobre o Fundo podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais do Banco Itaú (Telefone: 11 5029-1724).  (AssPreviSite)

Boa governança cresce nos fundos de pensão
Em artigo na newsletter que publica, o consultor Luciano Ventura começa observando que o Sistema de Previdência Complementar no Brasil tem adquirido uma importância tão relevante para a sociedade brasileira, nos últimos anos, que a forma como cada um dos fundos de pensão é governado passa a exigir uma atenção especial.
Seguem alguns pontos sobre os quais Luciano Ventura chama a atenção:
- A novidade, agora, é que boa governança passou a ser obrigatória para todo e qualquer fundo brasileiro de pensão, a partir da Resolução nº 13, de 01 de outubro de 2004, do Conselho de Gestão da Previdência Complementar, que estabeleceu princípios, regras e práticas de governança e controles internos a serem observados pelas entidades fechadas de previdência complementar e determinou prazos para o seu atendimento.
- Esta resolução, no que tudo indica, levou em consideração vários aspectos da lei americana conhecida como Sarbanes-Oxley, é dividida em quatro capítulos, a saber, estrutura de governança, riscos e monitoramento, divulgação de informações e manifestação do conselho fiscal, e transfere para os dirigentes dos fundos de pensão uma maior responsabilidade como gestores dessas entidades.
- A título de conclusão, fica a sugestão para todos aqueles interessados no desenvolvimento da governança em entidades em geral no Brasil, observar e se possível, medir o nível de governança nas empresas abertas, com destaque para a evolução do Novo Mercado e dos outros dois níveis diferenciados de governança corporativa da Bovespa e comparar com o nível de governança de fundos de pensão praticado pelas entidades de previdência fechada no Brasil, no primeiro trimestre do ano de 2006.  (Diário dos Fundos de Pensão)

DixAmico usa ferramenta de TI para ampliar clientela
A biometria figura entre as tecnologias implantadas com os investimentos de R$ 6 milhões este ano. A DixAmico está investindo R$ 6 milhões em tecnologia da informação neste ano para crescer no mercado brasileiro. Além de desenvolver novos projetos, entre os quais a implementação de uma ferramenta da gestão de processos (BPMS) para agilizar a captação de associados, a empresa vai expandir o uso da biometria e os serviços via web. Com a adoção mais intensa da tecnologia, a terceira operadora de planos de saúde do Brasil, formada com a aquisição da carteira da Amico em 2002, tem pretensão de dobrar a sua base de clientes em cinco anos. "A meta é chegar a 1,5 milhão de clientes no período e atingir a liderança do setor", disse o diretor de informática da DixAmico, Mauro Penha Bastos. Após integrar os principais sistemas das duas empresas no ano passado, a companhia iniciou em fevereiro último a implementação da ferramenta de gestão de processos (BPMS), da Fuego, para automatizar o gerenciamento das atividades comerciais. Do total de investimentos este ano, R$ 500 mil são destinados ao projeto na área de vendas, desenvolvido pela Decision Warehouse. "Fizemos um projeto piloto em 2004, mas não era o momento de adotar a ferramenta. O nosso primeiro processo é tentar uma nova orquestração para as vendas". A DixAmico conta hoje com 40 corretores próprios e 5 mil autônomos nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Com a solução, a operadora planeja agilizar a captação de associados. "Estamos automatizando o setor de vendas", disse o executivo. A ferramenta permitirá o acompanhamento de todas as etapas da venda de planos de saúde, para multiplicá-los". Por meio de uma camada de orquestração, adicionada pelo BPMS, a empresa poderá gerenciar informações, normas e comportamentos para resolver problemas operacionais independentemente dos usuários, sis-temas e parceiros envolvidos nos processos. A ferramenta integra os processos da organização com sistemas legados, plataformas de gestão empresarial integrada (EPR) e de relaciona-mento com o cliente (CRM). Com isso, o usuário pode acessar os dados da empresa pela internet. "O Fuego veio ajudar na integração dos sistemas e padronização de processos." A DixAmico também está investindo na internet para oferecer serviços aos seus clientes. Os associados contam com a web para acessar laudos de exames médicos, alterar o cadastro e acompanhar os serviços médicos. "Temos projetos em andamento de portais para todos os tipos de clientes." Impressão digital em uso Há dois anos, DixAmico decidiu adotar a biometria, que reconhece o associado por meio da impressão digital - dispensando o uso de carteirinhas ou outros documentos -, em 42 unidades credenciadas do município de Barra Mansa (RJ). A empresa possui 400 leitores de impressão digital instalados, mas quer ampliar esse número. O sistema permite reduzir o número de fraudes em 10%, segundo o diretor. "Pretendemos chegar a 800 pontos de leitura." A operadora mantém uma estrutura própria com três hospitais, 15 centros médicos e uma rede de laboratórios.     (Ana Carolina Saito - Gazeta Mercantil)

Menos sinistros
Mantidas as regras atuais, as empresas de medicina de grupo e cooperativas parecem ter mais futuro do que as seguradoras na administração de planos de saúde. Cerca de 30% dos brasileiros que têm planos de saúde são atendidos por essas companhias de medicina de grupo, cujos gastos médico-hospitalares com os usuários correspondem a 75% do que arrecadam.
No jargão do mercado, esse índice é chamado de sinistralidade (qualquer indenização a um segurado é um sinistro; já o que o segurado paga se chama prêmio...). Pois a sinistralidade das seguradoras no ramo saúde passa de 85% do total de prêmios arrecadados, o que levou as empresas que atuam no setor a registrar prejuízo em tal atividade no ano passado. Pelos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o órgão que regula o funcionamento dos planos, a perda das seguradoras em 2004 foi equivalente a 3,1% do patrimônio líquido (capital e reservas) desse ramo específico, enquanto os ganhos das companhias de medicina de grupo e cooperativas corresponderam a 13,7 % do patrimônio líquido, uma taxa de retorno compatível com as melhores aplicações do mercado financeiro.
De todos os brasileiros atendidos por planos de saúde, 10% são clientes das seguradoras. Mas elas têm uma receita proporcionalmente mais polpuda (28% do que o mercado arrecada), embora também respondam por 30% dos gastos médico-hospitalares dos planos de saúde. Nas empresas medicina de grupo, esses índices estão em linha (número de usuários, receitas e gastos em torno de 30%).
As empresas de medicina de grupo conseguem controlar mais seus gastos porque se verticalizaram, com hospitais e laboratórios próprios, clínicas conveniadas, etc. As seguradoras, por sua vez, estão mais próximas do que se espera de um plano de saúde privado, com o direito de escolha de médicos e locais de tratamento.
Uma curiosidade estatística: em média, 70% dos gastos com saúde (tratamentos, exames, cirurgias, re médios, etc) são feitos nos dois últimos anos da vida das pessoas.  (George Vidor - O Globo)

Governança da Previdência Complementar: Perspectivas e Desafios
Governança Corporativa vem se consolidando como prática imposta pela sociedade, superando o modismo que costuma atacar de forma intensa as inovações em administração.
Seu escopo vem sendo ampliado a cada dia, num movimento transdisciplinar que passa pela administração estratégica, pela economia, pelo direito, pela contabilidade, pela sociologia e diversas outras contribuições das ciências, numa forte tendência em se afirmar como uma nova disciplina.
Aderente a esta tendência, a Resolução CGPC/MPS nº 13, de 01.10.04, dispõe de conceitos e práticas de governança e gestão, com ênfase no papel dos conselheiros das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). Necessário se faz entender e discutir a teoria e prática da Governança Corporativa no contexto dos fundos de pensão, tomando-se como referência experiências em curso no âmbito das entidades.
Com esta motivação o IDEAS oferece à comunidade de Previdência Complementar o Seminário GOVERNANÇA DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: PERSPECTIVAS E DESAFIOS , que abordará diferentes aspectos deste importante tema, à luz de sua recente regulamentação
Programa
Palestra: Regulação Institucional: O Papel do Estado
Palestrante Convidado: Dr. Waldemir Bargieri (PREVIC)
Debate: A Prática dos Conselheiros: Principais Desafios
Debatedores Convidados:
Dr. Waldemir Bargieri (PREVIC)
Dr. Antonio Braulio de Carvalho (ANAPAR)
Prof. Luiz Romero (Professor MBA - IDEAS/COPPE e ESPM)
Palestra: Governança das EFPC: Principais Perspectivas
Palestrante Convidado: Luiz Romero (Professor MBA - IDEAS/COPPE e ESPM)
Painel de Experiências: As Práticas das Entidades: os Desafios da Resolução CGPC/MPS nº 13/04
Informações
Data: 16 de junho de 2005
Horário: 08:30h às 17:30h
Local de Realização: Hotel Manhattan Plaza SHN, Quadra 2, Bloco A
Brasilia - Distrito Federal - Tel.: (61)319-3060
Valor das Inscrições: R$ 450,00 - Serão concedidos descontos de 20% aos participantes associados da ANAPAR
                                                 Serão concedidos descontos de 5% a partir da terceira inscrição da mesma empresa
Realização
IDEAS       (AssPreviSite)

attps Informática participa do III Congresso Anbid
Evento da Associação Nacional dos Bancos de Investimento se encerrou quarta-feira no Hotel Gran Meliá WTC e reuniu cerca de 500 profissionais do mercado.
A attps Informática, empresa mineira especializada em desenvolvimento de sistemas, fábrica de software e outsourcing, que também dispõe de soluções ERP para segmentos verticais específicos (Bancos, Fundos de Pensão e Planos de Saúde), participou do III Congresso Anbid de Fundos de Investimento, realizado nos dias 31 de maio e 1º de junho, no Hotel Gran Meliá WTC, em São Paulo, para tratar dos rumos do mercado de fundos no país.
Segundo a Anbid, o congresso reuniu cerca de 500 representantes do setor e personalidades como Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, Marcelo Trindade, presidente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), José Antonio Gragnani, secretário-adjunto do Tesouro Nacional e Alfredo Setubal, presidente da Anbid, entre outros.
Em parceria com a YMF, a attps teve um stand no evento, para mostrar aos participantes as inovações da solução Finansys, com destaques para os sistemas de Contabilidade Bancária e do FIDC (Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios), voltado para gestão de Fundos de Recebíveis.
A solução FIDC realiza o controle de mitigação de risco através da conferência do processo de blindagem dos recebíveis, junto aos bancos cobradores do originador, conluindo o processo através da integração com o sistema de gestão de investimentos da instituição (Integração com o sistema YMF/FIDC já implementada).    (AssPreviSite)

Cofins: STF gera expectativa positiva
Como é de amplo conhecimento, a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), sucessora do antigo Finsocial, foi instituída pela Lei Complementar nº 70, editada em 31/12/91, atendendo ao preceito insculpido na alínea “b” do inciso I do artigo 195 da Constituição da República Federativa do Brasil, sendo que a sua incidência, segundo dicção do artigo 2º da referida lei, se daria sobre o faturamento, assim entendido a receita de venda de mercadorias, de mercadorias e serviços, bem como de serviços de qualquer natureza.
Posteriormente, a veiculação da Lei nº 9.718, ocorrida em 27.11.98, alterou a base de cálculo da Cofins, alargando-a de modo a onerar a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica, sendo irrelevante o tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil adotada para as tais receitas. Tal alteração significou o incremento nos montantes arrecadados pela Receita Federal a título desta contribuição, majorando sensivelmente a carga tributária dos diversos contribuintes pátrios.
Entrementes, a mencionada modificação legislativa representa flagrante ofensa ao ordenamento jurídico vigente, principalmente ao texto constitucional, o qual, à época, possibilitava a cobrança da malsinada contribuição social somente sobre o faturamento.
Diante das irregularidades constatadas na lei nº 9.718/98, alternativa não restou aos contribuintes senão ingressar com medidas judiciais, pretendendo ver reconhecido o seu direito de não recolher a Cofins sobre a totalidade de sua receita bruta, mas apenas sobre o seu efetivo faturamento, qual seja, o resultado das vendas de mercadorias, de mercadorias e serviços, bem como de serviços de qualquer natureza.
Agora, o Supremo Tribunal Federal, através de cinco de seus Ministros, se manifestou de forma contrária ao aumento da carga tributária propiciada pela citada Lei nº 9.718/99. Este julgamento foi interrompido por pedido de vista do ministro Eros Grau.
Diante do quadro traçado no Supremo Tribunal Federal após a votação acima citada, tem-se que a prolação de apenas mais um voto favorável aos contribuintes acarretará a declaração de inconstitucionalidade do artigo 2º da Lei nº 9.718/99, implicando a necessidade de devolução de toda a quantia indevidamente arrecada aos cofres públicos.
Da mesma forma como recentemente ocorrido com a revogação da Medida Provisória nº 232/04, esta mudança do posicionamento até então externado pelo Supremo Tribunal Federal, rechaçando a exigência da Cofins sobre o total das receitas brutas auferidas pelas pessoas jurídicas, limitando-a ao faturamento, demonstra a intolerância da sociedade para com o aumento desmedido, irresponsável e ilegal da carga tributária nacional, atualmente beirando os 40% do Produto Interno Bruto – PIB, bem como sinaliza para a necessidade de se tratar o sistema tributário de maneira sensata e, principalmente, conforme as respectivas regras e princípios jurídicos informadores.
Resta aos contribuintes aguardar o desfecho dessa questão, adotando as medidas legais cabíveis para evitar a decadência/prescrição do direito de reaver a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), recolhida a maior desde a edição da multicitada norma, o que já tem sido providenciado pelo setor produtivo nacional.      (Jornal do Brasil - Felipe Chalfun,  Advogado, gerente da área tributária do escritório José de Castro Ferreira, Décio Freire & Associados)

Governança: Conselheiros ainda são dependentes no Brasil
Só 33% dos membros do conselho não têm nenhum vínculo
A tão desejada independência do conselho de administração ainda está longe de se tornar uma realidade no Brasil. Pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e pela consultoria Watson Wyatt mostra que membros independentes são minoria nos conselhos, presentes em apenas 33% dos assentos. Enquanto isso, a maior parte das vagas fica com os acionistas majoritários ou com pessoas relacionadas a eles.
Apenas 17 empresas responderam espontaneamente à pesquisa. Ao todo, os questionários foram encaminhados para cerca de 30 companhias com práticas de governança diferenciadas ou com relevância no setor em que atuam. "Se analisássemos todo o universo das empresas brasileiras, o resultado seria bem pior", avalia Paulo Conte Vasconcellos, conselheiro do IBGC. Isso porque das 17 empresas pesquisadas, 12 estão nos segmentos diferenciados de governança corporativa da Bolsa de Valores de São Paulo.
E mesmo com todo esse diferencial, em nenhuma das empresas pesquisadas o cargo de presidente do conselho ficou com uma pessoa independente do controlador ou que nunca tenha trabalhado na empresa. Em oito delas, o presidente do conselho era o acionista majoritário. "Ainda é preciso melhorar a independência dos conselhos no Brasil para que ele tenha uma maior liberdade de julgamento", diz Vasconcellos.
A função do conselho de administração é proteger e valorizar o patrimônio da empresa assim como maximizar o retorno de todos os acionistas de uma forma igual, sem defender interesses particulares. Por isso o IBGC prega que a maioria do conselho seja composta por membros independentes.
Mas essa visão não é regra no mundo todo. Nos Estados Unidos, ainda é muito comum, por exemplo, que o presidente executivo seja também o presidente do conselho de administração. Já o modelo europeu, que vem sendo mais seguido no Brasil, segue a independência das estruturas.
De acordo com Walter Jansen Neto, acionista e ex-executivo da Weg que agora se dedica ao estudo da governança nos Estados Unidos, o modelo americano é possível porque o controle das empresas é pulverizado. "No Brasil, a presença do fundador ainda é muito forte em toda a sua estrutura. Ele carrega as funções de gestor, de presidente do conselho e de dono do negócio, o que inviabiliza a independência", afirma.
Mas nem toda a estrutura das companhias no Brasil é alvo de crítica. Em outros aspectos, as empresas brasileiras já atingiram um bom nível de governança corporativa. A pesquisa revelou que, em média, as empresas possuem nove conselheiros, sendo que por lei as companhias são obrigadas a ter, no mínimo, três.
"Esse número de membros não é nem pequeno demais para a discussão de assuntos tão diversos nem grande demais para dificultar as decisões e tornar as reuniões menos produtivas", diz Vasconcellos, do IBGC. A entidade recomenda que os conselhos tenham de cinco a nove integrantes.
Com esse número de membros, o conselheiro do IBGC também afirma que podem ser formados comitês, como os de auditoria, remuneração e finanças. "Tempo e conhecimento são fatores limitantes da atuação dos conselheiros. Com a divisão dos assuntos, cada grupo tem mais tempo para avaliar uma matéria", explica Vasconcellos.
A dedicação dos conselheiros à empresa também tem atendido às expectativas do IBGC. Segundo a pesquisa, 47% das empresas fazem de 9 a 12 reuniões por ano. Outros 29% realizam de 5 a 8 encontros, e o restante, menos do que isso. "Isso indica que os conselheiros não estão no dia-a-dia das empresas, mas que participam das principais decisões delas", diz o conselheiro do IBGC. A maior parte dos estatutos das empresas brasileiras prevê a realização de quatro reuniões por ano.
Nas atribuições do conselho, o IBGC também considera que o Brasil está bem. Monitoramento de resultados, planejamento estratégico, gestão humana e de risco - itens considerados como os principais nas atividades de um conselho pelo IBGC - são fatores que constam entre as seis principais preocupações dos conselheiros.
"As entrevistas mostraram que, em muitos casos, já estamos nos aproximando das melhores práticas de governança. Para as empresas que não entraram na pesquisa, os resultados servem de exemplo", diz Vasconcellos.
A pesquisa também mapeou a remuneração dos conselheiros. Em média, presidentes têm uma remuneração fixa mensal de R$ 11,3 mil, enquanto os demais membros ganham R$ 8,1 mil.    (Carolina Mandl - Valor Online)

MV Sistemas lança nova versão de sistema de gestão hospitalar
Durante a Hospitalar 2005, a MV Sistemas, que atua no segmento de software para gestão hospitalar, inova mais uma vez e apresenta a versão 4.6 da solução MV 2000i, que está incorporando os novos módulos MV Report, Inventário Palm, Movimentações de Documentos e Laboratório. Além disso, o sistema apresenta novidades nos módulos de Compras, Prescrição e Repasse Médico. A versão 4.6 passa a oferecer também a possibilidade de integração com soluções de interfaces com equipamentos de laboratórios, instituições financeiras, bancos de sangue e portais de compras, entre outras integrações disponíveis.
O MV 2000i é uma solução de gestão hospitalar que viabiliza o registro de informações das diversas áreas de um hospital, compartilhando uma base de dados única. Através de mais de 30 módulos, o sistema realiza o controle total dos processos das áreas de atendimento, clínico-assistencial, diagnóstico, materiais, faturamento, financeiro e serviços de apoio, possibilitando análises de custos e resultados de forma online.
Novos módulos do MV 2000i
O MV Report é um gerador de relatórios que tem como base o dicionário de dados do MV 2000i e views de negócios previamente desenvolvidas. Permite a criação de relatórios e a sua inclusão para reuso do cliente, que pode escolher os campos a serem impressos, como grupos de quebras, totais, ordem de classificação e filtros.
O módulo Inventário Palm permite a realização de contagens de estoques via equipamento tipo PALM. O sistema viabiliza a identificação do inventário assim como da pessoa responsável pela contagem. Através da leitura do código de barras são identificados o produto, o lote e a data de validade. Usando os botões do PALM ou a caneta, o operador digita a quantidade inventariada e, posteriormente, a contagem é carregada no sistema e os ajustes são realizados de acordo com esta contagem.
O módulo de Movimentação de Documentos faz o controle da movimentação de documentos de cada conta do hospital, dos diversos setores para a área de faturamento.
O novo sistema de Laboratório apresenta recursos como: impressão automática dos laudos nos setores solicitantes (urgência, emergência e UTI); confirmação de coletas para prescrição médica, configuração do exame para número máximo de dias para entrega de acordo com o modo de solicitação; orientação para realização de exames nas telas de pedidos e agendamento de exames; lançamento de perguntas no processo de coleta; rastreamento de amostras; processo de re-coleta; interfaces com equipamentos de laboratório, assinatura eletrônica dos laudos; e relatórios diversos, entre outros.
Evoluções
A nova versão do MV 2000i traz ainda inovações no módulo de Compras, que incorpora as funcionalidades de autorização múltipla por nível de aprovação (WORK FLOW), programação de compras por período e parcelamento das entregas das solicitações de compras,.
O módulo de Repasse Médico também apresenta novidades, como a possibilidade de pagamento diferenciado para horário contratado e o rateio de repasse entre as equipes médicas.
Integrações
A MV Sistemas, em parceria com as empresas Matrix e Data Innovations, desenvolveu as interfaces necessárias para a captura pelo MV 2000i dos resultados dos exames diretamente das máquinas do laboratório, sem a necessidade de digitação dos mesmos.
Na versão 4.6, estão disponíveis dois tipos de integração bancária: pagamento escritural, que consiste em encaminhar arquivos eletrônicos para os bancos e baixar automaticamente os títulos via arquivo de retorno; e conciliação eletrônica, realizada diretamente nos extratos encaminhados pelos bancos contrapondo aos lançamentos efetuados pelo MV 2000i.
O MV 2000i também está integrado com a solução de gestão de banco de sangue da empresa SBS, com a geração automática dos pedidos de sangue e o retorno da utilização para faturamento de forma automática pelo sistema para convênios, particulares e SUS.
Estão disponíveis também as interfaces com os portais de compras das empresas Síntese e Bionexo, com as opções de envio das solicitações de compras geradas no MV 2000i e o retorno das ordens de compras geradas pelos respectivos portais.
Integração com sistemas independentes de processamento do laboratório, Carros de Dispensação Automática da Lanco e o sistema ERP Pirâmide são outras novas funcionalidades do software MV 2000i.   (Hospitalar)

Excelência Acadêmica em  Previdência Complementar
A parceria IDEAS e COPPE/UFRJ, que reúne o conhecimento acadêmico de ponta e as melhores práticas do mercado, promove sua décima turma do MBA em Previdência Complementar, destinada a conselheiros fiscais e deliberativos, diretores, gerentes e profissionais ligados direta ou indiretamente a este segmento.
A excelência acadêmica é garantida por meio do competente corpo docente que congrega doutores, mestres e especialistas, muitos dos quais com ampla experiência de gestão nos mais importantes fundos de pensão do país.
O Programa foi concebido em torno de quatro eixos temáticos, a saber:
• Fundamentação Geral  (Economia Empresarial, Contabilidade Geral, entre outras)
• Gestão de Negócios  (Estratégica Empresarial, Governança Corporativa e outras)
• Gestão de Investimentos (Asset Liability Management – ALM, Gestão de Risco e outras)
• Gestão Previdencial  (Previdência no Brasil e no Mundo, Gestão de Risco Atuarial e mais)
Além das 25 cadeiras do curso serão realizados Seminários sobre temas relevantes complementares ao programa por profissionais renomados do segmento de previdência, órgãos reguladores e mercado financeiro.
Coordenação Acadêmica
Prof. Carlos Alberto Nunes Cosenza – Pós-Doutorado, Cambridge University, UK; Pós-Doutorado, École Nacionale de L’; Aviation Ciile – ENAC – Toulose, FR; Professor Emérito da COPPE/UFRJ
Direção Técnica
Instituto de Desenvolvimento e Estudos Aplicados à Seguridade - IDEAS
Informações Complementares
Carga Horária: 360 horas
Internet: www.ideas.org.br
e-mail: www.ideas@ideas.org.br
Contatos: Tel/Fax (21) 2223-0369
Local de realização: Cidade do Rio de Janeiro    (AssPreviSite)

Seguradoras: Código de ética - quem ainda não implantou, deve correr para criar
"As seguradoras que ainda não têm um código de ética, devem correr para implementá-lo, pois uma única notícia ruim tem um efeito devastador para todo o setor", disse o desembargador José Renato Nalini, do Tribunal de Justiça de São Paulo, na palestra "A necessidade de parâmetros éticos e claros na massificação dos seguros", proferida na última terça-feira, em São Paulo, no 4º Seminário Ética e Transparência na Atividade Seguradora - A Massificação do Seguro, promovido pela Associação Paulista dos Técnicos de Seguros e o Instituto Roncarati. Ele apresentou várias manchetes de jornais onde as seguradoras foram colocadas como "vilãs" e o consumidor como a "vítima". "Por estarmos atravessando uma era de incertezas em relação às instituições públicas, fatos como os que ocorreram na mídia podem abalar a imagem do setor como um todo e não apenas as empresas citadas", disse. "Antigamente, a relação médico/paciente, por exemplo, era quase que sacerdotal, mas hoje muitos deles estão sendo levados aos tribunais. Isso também tende a acontecer em setores como o de seguros", alertou o desembargador, ressaltando também a importância do engajamento social. "As empresas tem que se preocupar e aplicar parte de seus lucros em ações sociais, em projetos de visibilidade".   (Fenaseg)

Gestão de talentos é chave para empresas
O americano Stephen Covey, 72 anos, é um homem de superlativos. Seu livro "Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes", de 1989, vendeu 15 milhões de cópias, foi traduzido para 38 línguas, eleito o mais influente do século XX pela revista "Chief Executive" e até hoje mantém venda regular de cem mil cópias por mês. Em sua história como empresário, Covey também coleciona êxitos. Tem como clientes 150 corporações que estão entre as 500 melhores da "Fortune" e não por acaso está entre os 25 figurões escolhidos pela revista "Time" como os mais importantes do mundo.
Nada mais natural, portanto, que o novo livro de Covey, "O Oitavo Hábito - Da Eficácia à Grandeza", que acaba de ser lançado no Brasil, chegue envolto de expectativas e se estabeleça na lista de mais vendidos publicada pelo Valor. Ocupa a terceira posição. Mas o autor não surpreende nessa nova publicação. Trata-se de uma seqüência acrescida do oitavo hábito: "Encontre sua voz interior e inspire os outros a encontrar a deles".
Com esse módulo atual, Covey enfatiza a necessidade de cada pessoa descobrir e usar o seu talento individual para alcançar engajamento no trabalho. "Defendo a necessidade de unir o talento, a paixão e a consciência, hábitos que poucas pessoas cultivam", disse Stephen Covey em entrevista ao Valor.
Apesar da impressão de reciclagem de idéias, o autor diz que o livro é uma obra de seu tempo. A série de mudanças ocorridas entre o lançamento de "Os Sete Hábitos" (1989) e "O Oitavo Hábito" exigiu uma adequação em sua base teórica e um modelo de gestão inovador. "A era do conhecimento, que está substituindo a industrial, pede a introdução desse oitavo hábito para alcançar a excelência organizacional e pessoal. Mas todos se complementam", justifica.
O abismo entre as duas eras é gigante, na sua visão. O trabalhador do período industrial era descartável e podia ser substituído sem dor por uma máquina. Mas o da era do conhecimento deve ser criativo. "As competências pessoais têm peso extra, apesar de executivos não terem se dado conta", diz.
A dificuldade dos líderes de compreensão dos novos tempos tem levado as pessoas a se sentirem frustradas, desmotivadas e subvalorizadas. "Poucos conseguem escutar a voz interior e contribuir de forma singular para a melhoria do trabalho. Isso porque não são estimulados."
A constatação pode ser feita com base em pesquisa apresentada no livro:
- 37% dos entrevistados disseram entender claramente o que sua organização está tentando atingir e por quê;
- 20% estavam entusiasmados com as metas de sua equipe e sua corporação;
- 50% se sentiam satisfeitas com o trabalho executado, e
- 87% afirmaram que não têm confiança e intensa colaboração com os grupos ou departamentos de sua empresa.
Diante dessa anemia dos recursos humanos em canalizar e estimular talentos, a liderança do século XXI exige, segundo o autor, uma capacidade de "comandar pessoas por meio da comunicação constante de seu potencial, realçando sua mais valia de forma tão clara, que consigam encontrar essas características em si", afirma.
Com MBA em Harvard e PhD na Brigham Young University -, Covey explica suas premissas em itens sintéticos e em tom messiânico. "O encontro da voz interior requer a procura de uma via alternativa nas discussões com o próximo. Não se deve buscar o caminho fácil do mundo binário dividido entre a sua posição e a do outro, que tende a valoriza uma ou outra posição. O ideal é uma terceira saída, certamente, melhor e mais adequada."
Segundo o autor, os hábitos elaborados há 16 anos permanecem contemporâneos nesse livro. Isso porque propõem a mudança do vetor do "comando puro e simples" pelo "empowerment", o que corrobora o oitavo hábito.
Para adequar o livro ao discurso à "nova economia", Covey resolveu que a obra atual merecia um DVD com filmes, que servem de complemento dos capítulos. No melhor estilo "compre um leve dois". Seus sócios não gostaram de vender um dos segredos das conferências. Mas, no fim, conseguiu.
"O Oitavo Hábito -
Da Eficácia à Grandeza" - De Stephen Covey. Editora Campus/Elsevier, 387 páginas    (Robinson Borges - Valor Online)

Empresas devem se render à governança
Para abrir capital, elas precisam aderir ao Novo Mercado da Bovespa
As novas companhias que quiserem aproveitar a janela de captação de recursos no mercado de ações brasileiro terão de se render, obrigatoriamente, às regras de governança corporativa. Este ponto é consenso entre três grandes bancos de investimento que atuam intensamente na área: Pactual, Credit Suisse First Boston (CSFB) e Itaú BBA.
A avaliação é que as empresas, ao abrirem o capital, devem aderir ao Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o que implica ter apenas ações ordinárias (com direito a voto). "Se uma nova companhia desejasse ir a mercado sem um tratamento adequado aos acionistas minoritários, eu não participaria, não faria a operação", afirmou Rodolfo Riechert, sócio do Pactual.
Para o chefe de investimentos do CSFB, José Olympio Pereira, cabe uma exceção só às empresas impedidas, por causa da regulamentação de seus setores, de aderir ao Novo Mercado. É o caso da América Latina Logística (ALL) e da Gol, que optaram pelo nível 2 de governança corporativa, que permite as ações preferenciais. "Nos outros casos, não há conversa: ou vai para o Novo Mercado ou não tem operação."
O vice-presidente executivo do Itaú BBA, Jean-Marc Etlin, avalia que a importância da governança corporativa no Brasil é maior ainda, pois o arcabouço societário nacional permite a existência de ações sem direito a voto. Mas ressalta que a adoção de práticas de transparência não pode ser uma decisão tomada só pela iminência de abertura de capital. "Deve ser um processo ao longo do tempo, e não algo para inglês ver. Se isso acontecer, o investidor percebe e fica evidente que não é uma postura profunda, e, sim, superficial."
Para os executivos, os empresários brasileiros que decidem abrir o capital de suas companhias estão conscientes da necessidade de tratamento adequado aos demais acionistas. Mas Riechert acredita que a governança ainda é mal praticada pela maioria das empresas abertas. "Estamos empolgados com as novas ofertas, mas essas ações devem representar 5% do valor de mercado da Bovespa. Os outros 95% não praticam como deveriam."
A janela para emissão de ações segue aberta no Brasil. Em 2004, as empresas levantaram cerca de R$ 9 bilhões com a venda de papéis a novos investidores. "Neste ano, o volume deve ser ainda maior", diz Pereira.
O Pactual, que tem coordenado a maior parte das operações, está hoje com três mandatos de novas companhias que devem abrir o capital no Novo Mercado neste ano. Todas emitirão novas ações, em ofertas primárias, que não significarão a saída de alguns sócios, como tem acontecido até agora.   (Daniela Milanese - O Estado de S.Paulo)

Seminário: Mudanças estruturais e a Nova Legislação
Previdência Privada
Planos de Sáude
Seguros de Vida e Acidentes Pessoais
Público-Alvo: Empresas e profissionais associadas à AC Minas, empresas e empresários em geral, gestores de Recursos Humanos, administradores, contadores, economistas, advogados, estudantes e demais interessados
Inscrições: (31) 3201-9566
(Secretária Geral da ACMinas)
Incluso: Café de boas vindas, almoço, coffe-break e coquetel
PREÇOS ESPECIAIS PARA ASSOCIADOS, ESTUDANTES E GRUPOS
LOCAL/DATA
Belo Horizonte/MG
19 de maio de 2005 – das 8h às 19h
Ouro Minas Palace Hotel
Av. Cristiano Machado, 4.001
* Para reservas e informações ligue: (31) 3429-4000    (SK)

attps Informática apóia eventos da Ancep
Seminários organizados pela Associação Nacional dos Contabilistas das Entidades de Previdência acontecerão nos dias 12, 13, 16 e 17 de maio
A attps Informática, empresa mineira especializada em desenvolvimento de sistemas, fábrica de software e outsourcing, que também dispõe de soluções ERP para segmentos verticais específicos (Bancos, Fundos de Pensão e Planos de Saúde),   é uma das apoiadoras dos eventos que acontecerão nos dias 12, 13, 16 e 17 de maio, em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, com o tema “Obrigações tributárias das EFPC e registro e controle das operações administrativas no contexto de multiplanos”. EFPC são as Entidades Fechadas de Previdência Complementar.
Realizados pela Ancep (Associação Nacional dos Contabilistas das Entidades de Previdência), os seminários são voltados para dirigentes, conselheiros, assessores, gerentes, contadores, atuários, auditores e técnicos da Área de Benefícios. O objetivo principal é fazer uma exposição teórica seguida de debates, elucidação de dúvidas e exercícios práticos. Os instrutores serão a advogada e especialista em Direito Tributário e Legislação de Impostos Simone Ventura, e o contador e administrador José de Melo.
Mais informações sobre os eventos pelos telefones (21) 2516-5708 e 2518-1469 ou pelo e-mail inscricao@ancep.org.br. (AssPreviSite)

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