Gestão,
Soluções, Produtos e Serviços
São Paulo,
24 de Junho de 2005
|
Custódia e Controladoria
para Fundos
Serviços de Custódia
e Controladoria tendem a proporcionar maior tempo de análise aos
dirigentes dos Fundos de Pensão
As várias alterações
legais têm mudado a vida dos fundos de pensão, criando-se
a necessidade de estabelecer controles que permitam minimizar riscos operacionais
e, ao mesmo tempo, proporcionar maior tempo de análise aos dirigentes
das Entidades. Um dos maiores obstáculos para se atingir tais objetivos
são os processos manuais e a falta de escala, os quais resultam
em maior morosidade e aumento dos custos dos fundos de pensão.
Neste contexto, a terceirização
de serviços de custódia e controladoria acaba sendo um caminho
natural, já que a execução destas atividades por especialistas
permite que os fundos de pensão dediquem mais tempo para a análise
e não para a execução de processos. O Banco Itaú,
que é maior custodiante de títulos e valores mobiliários
do país, concorda com esta linha de pensamento. No entanto, o Itaú
acredita que o prestador de serviços de custódia e controladoria
precisa ir mais além, oferecendo um amplo leque de serviços
para os fundos de pensão de modo a atender todas as suas necessidades.
Nesta linha de atuação
o Itaú propõe-se a fazer não apenas a guarda, liquidação
e precificação dos ativos que compõem as carteiras
e fundos exclusivos de seus clientes, mas também oferece vários
serviços adicionais como: informações on-line e relatórios
para acompanhamento de gestão, serviços complementares para
análise de enquadramentos legais e das políticas de investimento,
ferramentas de controle de riscos como VAR e Divergência Não
Planejada (DNP), dentre outros. Mais informações sobre os
serviços custódia e controladoria podem ser obtidas na área
de Clientes Institucionais do Itaú (Telefone: 11 5029-1724).
(AssPreviSite)
Gestão
de Passivo para Entidades de Previdência
Visando ampliar o leque
de opções em prestação de serviços previdenciários,
o Banco Itaú constituiu a Itaú Administração
Previdenciária, empresa especializada na prestação
de serviços de passivo para entidades fechadas de previdência
complementar e regimes próprios de previdência.
A Itaú Administração
Previdenciária desenvolveu sistemas específicos da mais alta
tecnologia, com o único objetivo de ajudar a gerir com maior eficiência
e operacionalidade a administração de uma fundação
privada ou pública. Os participantes ou servidores destas Entidades
podem ser correntistas ou não do Banco Itaú, enquanto os
ativos financeiros podem ser administrados apenas pelo Itaú ou por
múltiplos gestores. Para as entidades fechadas de previdência
privada o Itaú presta os serviços de Gestão de Passivo
através de três módulos:
Módulo Seguridade:
Manutenção de cadastros, controle da arrecadação,
desligamento do participante, controle das contas individuais e globais,
controle dos benefícios, controle da portabilidade, atendimento
a participantes e folha de pagamento.
Módulo Administrativo:
Contabilidade, controle de bens patrimoniais, gestão de caixa, emissão
de relatórios legais e operacionais e valorização
das cotas.
Administração
da Carteira de Empréstimo: Simulações e concessões,
quitações, cobrança das parcelas e controle do saldo
devedor.
Mais informações
sobre os serviços de Gestão de Passivo podem ser obtidas
na área de Clientes Institucionais do Itaú (Telefone: 11
5029-1724). (AssPreviSite)
Regime Tributário:
Cenário de não aprovação da MP 233
No tratamento dos temas
atuais da previdência complementar, abordar os aspectos relacionados
às mudanças que estão em curso e a decisão
dos participantes sobre o regime tributário é um grande desafio
para aqueles que têm a responsabilidade de prestar esclarecimentos
sobre os aspectos mais relevantes deste novo cenário.
Temos certeza que você
já deve ter estruturado a forma de abordagem destes assuntos junto
aos seus participantes. Porém, esta sexta-feira será
uma excelente oportunidade para estar com outras entidades conversando
sobre as experiências que estão sendo adotadas, quais estratégias
adicionais que poderão ser praticadas na implantação
ou reforço das informações para os participantes e
o que informar dentro deste cenário de não aprovação
da MP 233.
Se você julgar interessante,
esteja conosco no dia 24 de junho, inaugurando o Espaço AssPreviSite
no Rio de Janeiro, no horário das 10 às 13 horas. A reunião
será no Salão Ouro do Hotel Novo Mundo, Praia do Flamengo,
20.
Para apresentar os principais
aspectos deste cenário estão confirmados: Wagner Pinheiro,
Presidente da PETROS e do ICSS, Edécio Ribeiro Brasil, Diretor de
Seguridade da VALIA, Felinto Sernache, TOWERS PERRIN, e Fábio Augusto
Junqueira, MARTINELLI Advogados.
O evento é voltado
a todos os envolvidos no desafio de levar os melhores esclarecimentos sobre
este novo cenário para as entidades de previdência complementar.
A participação conta com uma taxa de adesão de R$
100,00 e os interessados podem fazer reservas pelo telefone (11) 5579.1562
ou pelo email encontro@assprevisite.com.br
Dados do evento
Tributação
para participantes: Como informar e orientar
24 de junho de 2005 -
das 10:00 às 13:00
Salão Ouro – Hotel
Novo Mundo – Praia do Flamengo, 20 - Rio de Janeiro – RJ
(AssPreviSite)
Itaú:
Gestão de Passivo
Itaú amplia seu leque
de serviços para clientes institucionais oferecendo Gestão
de Passivo para Entidades de Previdência
Visando ampliar o leque
de opções em prestação de serviços previdenciários,
o Banco Itaú constituiu a Itaú Administração
Previdenciária, empresa especializada na prestação
de serviços de passivo para entidades fechadas de previdência
complementar e regimes próprios de previdência.
A Itaú Administração
Previdenciária desenvolveu sistemas específicos da mais alta
tecnologia, com o único objetivo de ajudar a gerir com maior eficiência
e operacionalidade a administração de uma fundação
privada ou pública. Os participantes ou servidores destas Entidades
podem ser correntistas ou não do Banco Itaú, enquanto os
ativos financeiros podem ser administrados apenas pelo Itaú ou por
múltiplos gestores. Para as entidades fechadas de previdência
privada o Itaú presta os serviços de Gestão de Passivo
através de três módulos:
Módulo Seguridade:
Manutenção de cadastros, controle da arrecadação,
desligamento do participante, controle das contas individuais e globais,
controle dos benefícios, controle da portabilidade, atendimento
a participantes e folha de pagamento.
Módulo Administrativo:
Contabilidade, controle de bens patrimoniais, gestão de caixa, emissão
de relatórios legais e operacionais e valorização
das cotas.
Administração
da Carteira de Empréstimo: Simulações e concessões,
quitações, cobrança das parcelas e controle do saldo
devedor.
Mais informações
sobre os serviços de Gestão de Passivo podem ser obtidas
na área de Clientes Institucionais do Itaú (Telefone: 11
5029-1724). (AssPreviSite)
Clientes
Institucionais: Serviços bancários e atendimento especializados
A constante preocupação
do Itaú em oferecer soluções cada vez mais completas
e eficientes aos clientes institucionais tem levado o banco a especializar-se
cada vez mais em produtos e atendimento diferenciado para este segmento
de mercado. A idéia do banco é aliar a tradicional segurança,
agilidade e comodidade de seus serviços bancários à
estratégia de relacionamento exclusivo que permite atender os clientes
institucionais de maneira completa e integrada.
Além do atendimento
exclusivo, os clientes institucionais também podem usufuir da forte
conveniência do Itaú proporcionada por sua ampla rede de agências
e postos de atendimento bancário. Atualmente o banco possui mais
de 2 mil agências e 22 mil caixas eletrônicos distribuídos
por todo o território nacional. Também vale ressaltar os
serviços completos por Internet, Intranet, telefone e fax, os quais
complementam as condições necessárias para a disponibilização
de soluções completas e personalizadas para os clientes institucionais.
Neste contexto, o banco
consegue agilizar e facilitar os processos de pagamento de benefícios,
fornecedores e salários, assim como os de cobrança de contribuições
e empréstimos. Este processo é acompanhado diariamente por
gerentes exclusivos do segmento de clientes institucionais, os quais não
apenas conhecem as necessidades específicas destes clientes, mas
também as legislações que regem este segmento de mercado.
Maiores informações
sobre a estrutura e os serviços descritos acima podem ser obtidas
na área de Clientes Institucionais do Banco Itaú (Telefone:
11 5029-1724 / 1340). (AssPreviSite)
Microsiga entra no setor
de saúde com soluções para hospitais e operadoras
Empresa investiu R$ 7 milhões
e 120 mil horas de pesquisa para o desenvolvimento
A Microsiga prepara sua
entrada no mercado de saúde. A empresa acaba de adquirir o software
de gestão para planos de saúde da APSoft Sistemas e Consultoria,
que será integrado ao sistema Protheus 8.
A Microsiga investiu R$7
milhões e 120 mil horas de pesquisa para o desenvolvimento do software
e passa a ser responsável pela administração de 600
mil vidas. A meta é conquistar 20% do mercado de sistemas de gestão
em saúde.
Na Hospitalar, a empresa
apresenta soluções de ERP, Gestão Hospitalar e módulos
para planos de saúde. A solução para Gestão
Hospitalar permite integrar os processos de Registro Geral de Paciente,
atendimento ambulatorial e internação, Comissão de
Controle de Infecção Hospitalar, prescrições
eletrônicas, controle de glosas e tabela do SUS.
A solução
para planos de saúde oferece ferramentas para credenciamento de
prestadores, gerenciamento de vendas e contratos, atendimento e autorizações,
controle de contas médicas, reembolso, cobrança e pagamentos,
regras de cobertura, carências, valorização de serviços
e procedimentos, auditoria, compra de carência, rede referenciada,
movimentação de beneficiários e livro de registros
da Agência Nacional de Saúde. (Saúde Business)
Governança corporativa
Integrando as comemorações
de seus dez anos de fundação, o Instituto Brasileiro de Governança
Corporativa (IBGC) promove nesta terça-feira (dia 21), das 8 às
10 horas, café da manhã reunindo especialistas para debater
o tema "O Desafio de Fazer a Governança Corporativa Funcionar -
A Visão dos Secretários de Conselhos". Entre os tópicos
que serão analisados estão o posicionamento e o escopo do
cargo de secretário do conselho dentro das organizações;
os maiores desafios internos para a governança funcionar; a importância
de fazer a governança corporativa permear a cultura corporativa;
o envolvimento da gerência e dos demais funcionários; os desafios
da comunicação; e a evolução da importância
da função dentro das organizações. Informações
complementares podem ser obtidas pelo telefone (11) 3043-7008/7009, pelo
e-mail ibgc@ibgc.org.br ou através do site www.ibgc.org.br.
Local: Hotel Gran Meliá.
Avenida Nações Unidas, 12.559 (Salão Las Palmas) -
São Paulo, SP. (Gazeta Mercantil)
Investidores
Institucionais: Banco Itaú lança FIQ FIDC
Observando o aumento da
demanda de investidores institucionais por Fundos de Investimentos de Direitos
Creditórios, o Banco Itaú lançou uma alternativa de
investimento voltada a este segmento de mercado, o ITAÚ INSTITUCIONAL
FIQ FIDC.
Trata-se de um fundo de
fundos, constituído como “condomínio fechado”, com patrimônio
líquido de até R$200 milhões que aplica os recursos
captados juntos a investidores em quotas de Fundos de Investimentos em
Direitos Creditórios (FIDCS). O ITAÚ INSTITUCIONAL FIQ FIDC
poderá adquirir, no mercado primário ou secundário,
quotas seniores dos FIDCS selecionados e administrados pelo próprio
Itaú ou outra instituição.
O Fundo busca proporcionar
aos seus cotistas resultados superiores aos proporcionados por investimentos
de renda fixa tradicionais. Para atingir este objetivo o Itaú utilizará
sua expertise na estruturação, análise e prestação
de serviços para FIDCS, minimizando a subjetividade da avaliação
e, conseqüentemente, agregando valor para os investidores do Fundo.
O investimento no Fundo
está associado a diferentes fatores de riscos que estão descritos
no prospecto e regulamento do produto. Na visão do Itaú,
estes fatores de risco tornam os processos de análise e seleção
do Banco ainda mais importantes, na medida em que os mesmos buscam avaliar
como estes riscos são mitigados.
Maiores informações
sobre o Fundo podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais
do Banco Itaú (Telefone: 11 5029-1724). (AssPreviSite)
Attps quer
crescer 23%
A attps Informática,
especializada em softwares direcionados à cessão de crédito
bancário e investimentos de fundos de pensões, espera ampliar
seu faturamento em 23% este ano, alcançando R$ 36 milhões.
Em quatro anos, ampliou sua carteira de clientes de nove para 29 bancos.
Em 2005, resultado de parceria com o Deutsche Bank no Brasil, a attps Informática
entra em outro campo promissor, o de software para fundos de recebíveis.
(Gazeta Mercantil)
Custódia
e Controladoria para Fundos
Serviços de Custódia
e Controladoria tendem a proporcionar maior tempo de análise aos
dirigentes dos Fundos de Pensão
As várias alterações
legais têm mudado a vida dos fundos de pensão, criando-se
a necessidade de estabelecer controles que permitam minimizar riscos operacionais
e, ao mesmo tempo, proporcionar maior tempo de análise aos dirigentes
das Entidades. Um dos maiores obstáculos para se atingir tais objetivos
são os processos manuais e a falta de escala, os quais resultam
em maior morosidade e aumento dos custos dos fundos de pensão.
Neste contexto, a terceirização
de serviços de custódia e controladoria acaba sendo um caminho
natural, já que a execução destas atividades por especialistas
permite que os fundos de pensão dediquem mais tempo para a análise
e não para a execução de processos. O Banco Itaú,
que é maior custodiante de títulos e valores mobiliários
do país, concorda com esta linha de pensamento. No entanto, o Itaú
acredita que o prestador de serviços de custódia e controladoria
precisa ir mais além, oferecendo um amplo leque de serviços
para os fundos de pensão de modo a atender todas as suas necessidades.
Nesta linha de atuação
o Itaú propõe-se a fazer não apenas a guarda, liquidação
e precificação dos ativos que compõem as carteiras
e fundos exclusivos de seus clientes, mas também oferece vários
serviços adicionais como: informações on-line e relatórios
para acompanhamento de gestão, serviços complementares para
análise de enquadramentos legais e das políticas de investimento,
ferramentas de controle de riscos como VAR e Divergência Não
Planejada (DNP), dentre outros. Mais informações sobre os
serviços custódia e controladoria podem ser obtidas na área
de Clientes Institucionais do Itaú (Telefone: 11 5029-1724).
(AssPreviSite)
Gestão
corporativa de performance
É essencial dizer
como a empresa está e também para onde ela vai. O processo
de tomada de decisões e escolha por investimentos está cercado
por importantes pré-requisitos. Entretanto, o mais prioritário
parece ser a valorização da própria empresa e, com
isso, a demonstração de valor para seus acionistas. Afinal
de contas, quantos projetos são vetados porque os acionistas simplesmente
não enxergam os benefícios futuros? Segundo um estudo da
Accenture realizado em maio de 2003, 58% do valor total de uma corporação
é calculado com base em sua performance futura, enquanto os 42%
restantes têm como referencial a performance presente. Uma vez que
o valor da corporação é a prioridade para qualquer
acionista, torna-se essencial possuir ferramentas que consigam não
apenas dizer como a empresa está, mas também para onde ela
vai. Os acionistas normalmente têm sua atenção voltada
ao valor de mercado de sua companhia e, como conseqüência disso,
à correta gestão de sua performance. Os dois conceitos –
valor de mercado e performance – acabam se encontrando na seguinte equação:
o valor de mercado é calculado levando-se em conta duas variáveis,
a performance presente e a performance futura. Entretanto, a cultura empresarial
existente até o momento gera um paradoxo: apesar de o futuro ser
mais importante, muitas companhias investiram em soluções
que tentaram atender – nem sempre com sucesso – apenas à performance
presente. A atenção estava muito voltada às transações,
ao mundo operacional do resultado imediato, à obtenção
de resultados para a cumprimento de metas a curto prazo. Como conseqüência,
ficaram deficientes importantes processos como o planejamento e o acompanhamento
correto da performance obtida até o momento. Foco no presente, em
detrimento do passado e do futuro. Aos poucos, executivos e gestores começam
a reconhecer a importância de uma nova realidade, que enxerga com
clareza os acontecimentos passados e planeja a médio e longo prazos.
Ainda que de forma fragmentada e empírica, buscam escapar de um
cenário que aponta para muitas operações manuais e
retrabalho. Além disso, começam a identificar alguns benefícios
que a correta tomada de decisões traz – por exemplo, um estudo realizado
pelo Hackett Group apontou que as empresas que conseguem fazer a gestão
da sua performance hoje acabam gastando um alto montante com os processos
(cerca de 1,5% do seu faturamento em vendas), que, além de tudo,
encontram-se muito fragmentados. A gestão de performance não
está baseada em tecnologia, mas sim em um conceito criado pelo Instituto
Gartner, o Corporate Performance Management, a partir da descrição
de metodologias, ferramentas e métricas que visam ao correto gerenciamento
das performances presente e futura. Ou seja, que permitem planejar, monitorar
e analisar a "vida" da corporação; entender os cenários
nos quais a corporação está, de que maneira está
e para onde ela vai. Projetos de implementação de gestão
de performance são, na sua totalidade, mudanças a longo prazo
que envolvem conceitos, cultura empresarial e soluções tecnológicas.
Envolvem processos de tomada de decisões e disseminação
de poder, ao mesmo tempo que explicita a importância do envolvimento
de todos – respeitando divisões hierárquicas – na tomada
de decisões, corporativas ou departamentais. Voltando à figura
do acionista, talvez o primeiro raciocínio a ser feito seja: se
o dinheiro já existe e já é gasto, por que não
investi-lo em algo que atenderá diretamente à nossa necessidade
de valorização da companhia, como a gestão corporativa
de performance? Por que não garantir um presente melhor, valorizando
também o futuro? kicker: Quantos projetossão vetados porqueos
acionistas simplesmente não enxergam osbenefícios futuros?
(Gazeta Mercantil - Mauro Orlando - Diretor de alianças da Cognos
no Brasil.)
Itaú
oferece serviços bancários e atendimento especializados para
Clientes Institucionais
A constante preocupação
do Itaú em oferecer soluções cada vez mais completas
e eficientes aos clientes institucionais tem levado o banco a especializar-se
cada vez mais em produtos e atendimento diferenciado para este segmento
de mercado. A idéia do banco é aliar a tradicional segurança,
agilidade e comodidade de seus serviços bancários à
estratégia de relacionamento exclusivo que permite atender os clientes
institucionais de maneira completa e integrada.
Além do atendimento
exclusivo, os clientes institucionais também podem usufuir da forte
conveniência do Itaú proporcionada por sua ampla rede de agências
e postos de atendimento bancário. Atualmente o banco possui mais
de 2 mil agências e 22 mil caixas eletrônicos distribuídos
por todo o território nacional. Também vale ressaltar os
serviços completos por Internet, Intranet, telefone e fax, os quais
complementam as condições necessárias para a disponibilização
de soluções completas e personalizadas para os clientes institucionais.
Neste contexto, o banco
consegue agilizar e facilitar os processos de pagamento de benefícios,
fornecedores e salários, assim como os de cobrança de contribuições
e empréstimos. Este processo é acompanhado diariamente por
gerentes exclusivos do segmento de clientes institucionais, os quais não
apenas conhecem as necessidades específicas destes clientes, mas
também as legislações que regem este segmento de mercado.
Maiores informações
sobre a estrutura e os serviços descritos acima podem ser obtidas
na área de Clientes Institucionais do Banco Itaú (Telefone:
11 5029-1724 / 1340). (AssPreviSite)
Governança da
Previdência Complementar: Perspectivas e Desafios
Governança Corporativa
vem se consolidando como prática imposta pela sociedade, superando
o modismo que costuma atacar de forma intensa as inovações
em administração.
Seu escopo vem sendo ampliado
a cada dia, num movimento transdisciplinar que passa pela administração
estratégica, pela economia, pelo direito, pela contabilidade, pela
sociologia e diversas outras contribuições das ciências,
numa forte tendência em se afirmar como uma nova disciplina.
Aderente a esta tendência,
a Resolução CGPC/MPS nº 13, de 01.10.04, dispõe
de conceitos e práticas de governança e gestão, com
ênfase no papel dos conselheiros das Entidades Fechadas de Previdência
Complementar (EFPC). Necessário se faz entender e discutir a teoria
e prática da Governança Corporativa no contexto dos fundos
de pensão, tomando-se como referência experiências em
curso no âmbito das entidades.
Com esta motivação
o IDEAS oferece à comunidade de Previdência Complementar o
Seminário GOVERNANÇA DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: PERSPECTIVAS
E DESAFIOS , que abordará diferentes aspectos deste importante tema,
à luz de sua recente regulamentação
Programa
Palestra: Regulação
Institucional: O Papel do Estado
Palestrante Convidado: Dr.
Waldemir Bargieri (PREVIC)
Debate: A Prática
dos Conselheiros: Principais Desafios
Debatedores Convidados:
Dr. Waldemir Bargieri (PREVIC)
Dr. Antonio Braulio de Carvalho
(ANAPAR)
Prof. Luiz Romero (Professor
MBA - IDEAS/COPPE e ESPM)
Palestra: Governança
das EFPC: Principais Perspectivas
Palestrante Convidado: Luiz
Romero (Professor MBA - IDEAS/COPPE e ESPM)
Painel de Experiências:
As Práticas das Entidades: os Desafios da Resolução
CGPC/MPS nº 13/04
Informações
Data: 07 de Julho de 2005
(mudança de data)
Horário: 08:30h às
17:30h
Local de Realização:
Hotel Manhattan Plaza SHN, Quadra 2, Bloco A
Brasilia - Distrito Federal
- Tel.: (61)319-3060
Valor das Inscrições:
R$ 450,00 - Serão concedidos descontos de 20% aos participantes
associados da ANAPAR
Serão concedidos
descontos de 5% a partir da terceira inscrição da mesma empresa
Realização
IDEAS
(AssPreviSite)
Fundo Itaú
Excelência Social: Rentabilidade e Responsabilidade Social em um
mesmo produto
O tema Responsabilidade
Social Corporativa tem sido muito discutido nos últimos anos no
Brasil e nas duas últimas décadas no mundo. O debate acerca
da responsabilidade social das empresas tornou-se hoje onipresente nos
ambientes corporativos, organismos internacionais, movimentos da sociedade
civil e corredores acadêmicos.
Advindo desta preocupação
surgiu o conceito de Investimento Socialmente Responsável (ISR),
atribuindo à alocação de recursos um papel não
somente de agregação de valor ao investidor, mas também
a todos os stakeholders (fornecedores, clientes, funcionários, sociedade,
etc.) envolvidos no processo.
Nesse contexto, o volume
total de investimentos socialmente responsáveis já compreendia,
segundo levantamento da consultoria italiana Value Partners (“Il Balancio
di Sostenibilita’ come strumento per valorizzare l´azienda”, Milano,
17/06/2004, pág. 5), cerca de 13% do patrimônio total de recursos
geridos sob gestão profissional nos Estados Unidos no final de 2003
(totalizando aproximadamente US$ 3 trilhões). Na Europa somavam
€ 15,4 bilhões, também no final de 2003, de acordo com
o mesmo estudo.
De acordo com matéria
publicada na Gazeta Mercantil em 21/12/2004 (“O ISR movimenta US$ 3 trilhões
nos EUA”), os “investidores incorporaram a percepção de que
é possível ser socialmente responsável e ainda lucrar
com isso”, dado que empresas que possuem práticas de responsabilidade
social podem apresentar um retorno diferenciado e sustentável no
longo prazo.
O Banco Itaú, buscando
inserir-se neste contexto e atendendo a uma demanda específica dos
clientes institucionais por este tipo de produto, lançou em 03/02/2004
o fundo Itaú Excelência Social (FIES). O FIES é um
fundo ético e social. É um fundo ético porquê
aloca seus recursos em ações de empresas socialmente responsáveis,
entendendo-se por responsabilidade social: práticas sociais, práticas
de proteção do meio ambiente e boas práticas de governança
corporativa. É também um fundo social dado que o mesmo destina
50% da taxa de administração a projetos de caráter
social.
O fundo possui taxa de 0,60%
ao ano e destina-se a investidores institucionais, apresentando um montante
mínimo de aplicação de R$ 1 milhão. O Itaú
FIES apresentava, em 31/05/2005 um patrimônio líquido de R$
16,9 milhões e um retorno acumulado desde 03/02/2004 (data do início
do fundo) igual a 28,4%, superando os índices IBrX-50 Médio
e Ibovespa Médio, que renderam, respectivamente, 25,6% e 14,6%,
no mesmo período.
Maiores informações
sobre o Fundo podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais
do Banco Itaú (Telefone: 11 5029-1724). (AssPreviSite)
Segmento
de Investidores Institucionais do Banco Itaú lança FIQ FIDC
Observando o aumento da
demanda de investidores institucionais por Fundos de Investimentos de Direitos
Creditórios, o Banco Itaú lançou uma alternativa de
investimento voltada a este segmento de mercado, o ITAÚ INSTITUCIONAL
FIQ FIDC.
Trata-se de um fundo de
fundos, constituído como “condomínio fechado”, com patrimônio
líquido de até R$200 milhões que aplica os recursos
captados juntos a investidores em quotas de Fundos de Investimentos em
Direitos Creditórios (FIDCS). O ITAÚ INSTITUCIONAL FIQ FIDC
poderá adquirir, no mercado primário ou secundário,
quotas seniores dos FIDCS selecionados e administrados pelo próprio
Itaú ou outra instituição.
O Fundo busca proporcionar
aos seus cotistas resultados superiores aos proporcionados por investimentos
de renda fixa tradicionais. Para atingir este objetivo o Itaú utilizará
sua expertise na estruturação, análise e prestação
de serviços para FIDCS, minimizando a subjetividade da avaliação
e, conseqüentemente, agregando valor para os investidores do Fundo.
O investimento no Fundo
está associado a diferentes fatores de riscos que estão descritos
no prospecto e regulamento do produto. Na visão do Itaú,
estes fatores de risco tornam os processos de análise e seleção
do Banco ainda mais importantes, na medida em que os mesmos buscam avaliar
como estes riscos são mitigados.
Maiores informações
sobre o Fundo podem ser obtidas na área de Clientes Institucionais
do Banco Itaú (Telefone: 11 5029-1724). (AssPreviSite)
Boa governança
cresce nos fundos de pensão
Em artigo na newsletter
que publica, o consultor Luciano Ventura começa observando que o
Sistema de Previdência Complementar no Brasil tem adquirido uma importância
tão relevante para a sociedade brasileira, nos últimos anos,
que a forma como cada um dos fundos de pensão é governado
passa a exigir uma atenção especial.
Seguem alguns pontos sobre
os quais Luciano Ventura chama a atenção:
- A novidade, agora, é
que boa governança passou a ser obrigatória para todo e qualquer
fundo brasileiro de pensão, a partir da Resolução
nº 13, de 01 de outubro de 2004, do Conselho de Gestão da Previdência
Complementar, que estabeleceu princípios, regras e práticas
de governança e controles internos a serem observados pelas entidades
fechadas de previdência complementar e determinou prazos para o seu
atendimento.
- Esta resolução,
no que tudo indica, levou em consideração vários aspectos
da lei americana conhecida como Sarbanes-Oxley, é dividida em quatro
capítulos, a saber, estrutura de governança, riscos e monitoramento,
divulgação de informações e manifestação
do conselho fiscal, e transfere para os dirigentes dos fundos de pensão
uma maior responsabilidade como gestores dessas entidades.
- A título de conclusão,
fica a sugestão para todos aqueles interessados no desenvolvimento
da governança em entidades em geral no Brasil, observar e se possível,
medir o nível de governança nas empresas abertas, com destaque
para a evolução do Novo Mercado e dos outros dois níveis
diferenciados de governança corporativa da Bovespa e comparar com
o nível de governança de fundos de pensão praticado
pelas entidades de previdência fechada no Brasil, no primeiro trimestre
do ano de 2006. (Diário dos Fundos de Pensão)
DixAmico
usa ferramenta de TI para ampliar clientela
A biometria figura entre
as tecnologias implantadas com os investimentos de R$ 6 milhões
este ano. A DixAmico está investindo R$ 6 milhões em tecnologia
da informação neste ano para crescer no mercado brasileiro.
Além de desenvolver novos projetos, entre os quais a implementação
de uma ferramenta da gestão de processos (BPMS) para agilizar a
captação de associados, a empresa vai expandir o uso da biometria
e os serviços via web. Com a adoção mais intensa da
tecnologia, a terceira operadora de planos de saúde do Brasil, formada
com a aquisição da carteira da Amico em 2002, tem pretensão
de dobrar a sua base de clientes em cinco anos. "A meta é chegar
a 1,5 milhão de clientes no período e atingir a liderança
do setor", disse o diretor de informática da DixAmico, Mauro Penha
Bastos. Após integrar os principais sistemas das duas empresas no
ano passado, a companhia iniciou em fevereiro último a implementação
da ferramenta de gestão de processos (BPMS), da Fuego, para automatizar
o gerenciamento das atividades comerciais. Do total de investimentos este
ano, R$ 500 mil são destinados ao projeto na área de vendas,
desenvolvido pela Decision Warehouse. "Fizemos um projeto piloto em 2004,
mas não era o momento de adotar a ferramenta. O nosso primeiro processo
é tentar uma nova orquestração para as vendas". A
DixAmico conta hoje com 40 corretores próprios e 5 mil autônomos
nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Com a solução,
a operadora planeja agilizar a captação de associados. "Estamos
automatizando o setor de vendas", disse o executivo. A ferramenta permitirá
o acompanhamento de todas as etapas da venda de planos de saúde,
para multiplicá-los". Por meio de uma camada de orquestração,
adicionada pelo BPMS, a empresa poderá gerenciar informações,
normas e comportamentos para resolver problemas operacionais independentemente
dos usuários, sis-temas e parceiros envolvidos nos processos. A
ferramenta integra os processos da organização com sistemas
legados, plataformas de gestão empresarial integrada (EPR) e de
relaciona-mento com o cliente (CRM). Com isso, o usuário pode acessar
os dados da empresa pela internet. "O Fuego veio ajudar na integração
dos sistemas e padronização de processos." A DixAmico também
está investindo na internet para oferecer serviços aos seus
clientes. Os associados contam com a web para acessar laudos de exames
médicos, alterar o cadastro e acompanhar os serviços médicos.
"Temos projetos em andamento de portais para todos os tipos de clientes."
Impressão digital em uso Há dois anos, DixAmico decidiu adotar
a biometria, que reconhece o associado por meio da impressão digital
- dispensando o uso de carteirinhas ou outros documentos -, em 42 unidades
credenciadas do município de Barra Mansa (RJ). A empresa possui
400 leitores de impressão digital instalados, mas quer ampliar esse
número. O sistema permite reduzir o número de fraudes em
10%, segundo o diretor. "Pretendemos chegar a 800 pontos de leitura." A
operadora mantém uma estrutura própria com três hospitais,
15 centros médicos e uma rede de laboratórios.
(Ana Carolina Saito - Gazeta Mercantil)
Menos sinistros
Mantidas as regras atuais,
as empresas de medicina de grupo e cooperativas parecem ter mais futuro
do que as seguradoras na administração de planos de saúde.
Cerca de 30% dos brasileiros que têm planos de saúde são
atendidos por essas companhias de medicina de grupo, cujos gastos médico-hospitalares
com os usuários correspondem a 75% do que arrecadam.
No jargão do mercado,
esse índice é chamado de sinistralidade (qualquer indenização
a um segurado é um sinistro; já o que o segurado paga se
chama prêmio...). Pois a sinistralidade das seguradoras no ramo saúde
passa de 85% do total de prêmios arrecadados, o que levou as empresas
que atuam no setor a registrar prejuízo em tal atividade no ano
passado. Pelos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS), o órgão que regula o funcionamento dos planos, a perda
das seguradoras em 2004 foi equivalente a 3,1% do patrimônio líquido
(capital e reservas) desse ramo específico, enquanto os ganhos das
companhias de medicina de grupo e cooperativas corresponderam a 13,7 %
do patrimônio líquido, uma taxa de retorno compatível
com as melhores aplicações do mercado financeiro.
De todos os brasileiros
atendidos por planos de saúde, 10% são clientes das seguradoras.
Mas elas têm uma receita proporcionalmente mais polpuda (28% do que
o mercado arrecada), embora também respondam por 30% dos gastos
médico-hospitalares dos planos de saúde. Nas empresas medicina
de grupo, esses índices estão em linha (número de
usuários, receitas e gastos em torno de 30%).
As empresas de medicina
de grupo conseguem controlar mais seus gastos porque se verticalizaram,
com hospitais e laboratórios próprios, clínicas conveniadas,
etc. As seguradoras, por sua vez, estão mais próximas do
que se espera de um plano de saúde privado, com o direito de escolha
de médicos e locais de tratamento.
Uma curiosidade estatística:
em média, 70% dos gastos com saúde (tratamentos, exames,
cirurgias, re médios, etc) são feitos nos dois últimos
anos da vida das pessoas. (George Vidor - O Globo)
Governança
da Previdência Complementar: Perspectivas e Desafios
Governança Corporativa
vem se consolidando como prática imposta pela sociedade, superando
o modismo que costuma atacar de forma intensa as inovações
em administração.
Seu escopo vem sendo ampliado
a cada dia, num movimento transdisciplinar que passa pela administração
estratégica, pela economia, pelo direito, pela contabilidade, pela
sociologia e diversas outras contribuições das ciências,
numa forte tendência em se afirmar como uma nova disciplina.
Aderente a esta tendência,
a Resolução CGPC/MPS nº 13, de 01.10.04, dispõe
de conceitos e práticas de governança e gestão, com
ênfase no papel dos conselheiros das Entidades Fechadas de Previdência
Complementar (EFPC). Necessário se faz entender e discutir a teoria
e prática da Governança Corporativa no contexto dos fundos
de pensão, tomando-se como referência experiências em
curso no âmbito das entidades.
Com esta motivação
o IDEAS oferece à comunidade de Previdência Complementar o
Seminário GOVERNANÇA DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: PERSPECTIVAS
E DESAFIOS , que abordará diferentes aspectos deste importante tema,
à luz de sua recente regulamentação
Programa
Palestra: Regulação
Institucional: O Papel do Estado
Palestrante Convidado: Dr.
Waldemir Bargieri (PREVIC)
Debate: A Prática
dos Conselheiros: Principais Desafios
Debatedores Convidados:
Dr. Waldemir Bargieri (PREVIC)
Dr. Antonio Braulio de Carvalho
(ANAPAR)
Prof. Luiz Romero (Professor
MBA - IDEAS/COPPE e ESPM)
Palestra: Governança
das EFPC: Principais Perspectivas
Palestrante Convidado: Luiz
Romero (Professor MBA - IDEAS/COPPE e ESPM)
Painel de Experiências:
As Práticas das Entidades: os Desafios da Resolução
CGPC/MPS nº 13/04
Informações
Data: 16 de junho de 2005
Horário: 08:30h às
17:30h
Local de Realização:
Hotel Manhattan Plaza SHN, Quadra 2, Bloco A
Brasilia - Distrito Federal
- Tel.: (61)319-3060
Valor das Inscrições:
R$ 450,00 - Serão concedidos descontos de 20% aos participantes
associados da ANAPAR
Serão concedidos descontos de 5% a partir da terceira inscrição
da mesma empresa
Realização
IDEAS
(AssPreviSite)
attps Informática
participa do III Congresso Anbid
Evento da Associação
Nacional dos Bancos de Investimento se encerrou quarta-feira no Hotel Gran
Meliá WTC e reuniu cerca de 500 profissionais do mercado.
A attps Informática,
empresa mineira especializada em desenvolvimento de sistemas, fábrica
de software e outsourcing, que também dispõe de soluções
ERP para segmentos verticais específicos (Bancos, Fundos de Pensão
e Planos de Saúde), participou do III Congresso Anbid de Fundos
de Investimento, realizado nos dias 31 de maio e 1º de junho, no Hotel
Gran Meliá WTC, em São Paulo, para tratar dos rumos do mercado
de fundos no país.
Segundo a Anbid, o congresso
reuniu cerca de 500 representantes do setor e personalidades como Henrique
Meirelles, presidente do Banco Central, Marcelo Trindade, presidente da
CVM (Comissão de Valores Mobiliários), José Antonio
Gragnani, secretário-adjunto do Tesouro Nacional e Alfredo Setubal,
presidente da Anbid, entre outros.
Em parceria com a YMF, a
attps teve um stand no evento, para mostrar aos participantes as inovações
da solução Finansys, com destaques para os sistemas de Contabilidade
Bancária e do FIDC (Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios),
voltado para gestão de Fundos de Recebíveis.
A solução
FIDC realiza o controle de mitigação de risco através
da conferência do processo de blindagem dos recebíveis, junto
aos bancos cobradores do originador, conluindo o processo através
da integração com o sistema de gestão de investimentos
da instituição (Integração com o sistema YMF/FIDC
já implementada). (AssPreviSite)
Cofins:
STF gera expectativa positiva
Como é de amplo conhecimento,
a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
(Cofins), sucessora do antigo Finsocial, foi instituída pela Lei
Complementar nº 70, editada em 31/12/91, atendendo ao preceito insculpido
na alínea “b” do inciso I do artigo 195 da Constituição
da República Federativa do Brasil, sendo que a sua incidência,
segundo dicção do artigo 2º da referida lei, se daria
sobre o faturamento, assim entendido a receita de venda de mercadorias,
de mercadorias e serviços, bem como de serviços de qualquer
natureza.
Posteriormente, a veiculação
da Lei nº 9.718, ocorrida em 27.11.98, alterou a base de cálculo
da Cofins, alargando-a de modo a onerar a totalidade das receitas auferidas
pela pessoa jurídica, sendo irrelevante o tipo de atividade por
ela exercida e a classificação contábil adotada para
as tais receitas. Tal alteração significou o incremento nos
montantes arrecadados pela Receita Federal a título desta contribuição,
majorando sensivelmente a carga tributária dos diversos contribuintes
pátrios.
Entrementes, a mencionada
modificação legislativa representa flagrante ofensa ao ordenamento
jurídico vigente, principalmente ao texto constitucional, o qual,
à época, possibilitava a cobrança da malsinada contribuição
social somente sobre o faturamento.
Diante das irregularidades
constatadas na lei nº 9.718/98, alternativa não restou aos
contribuintes senão ingressar com medidas judiciais, pretendendo
ver reconhecido o seu direito de não recolher a Cofins sobre a totalidade
de sua receita bruta, mas apenas sobre o seu efetivo faturamento, qual
seja, o resultado das vendas de mercadorias, de mercadorias e serviços,
bem como de serviços de qualquer natureza.
Agora, o Supremo Tribunal
Federal, através de cinco de seus Ministros, se manifestou de forma
contrária ao aumento da carga tributária propiciada pela
citada Lei nº 9.718/99. Este julgamento foi interrompido por pedido
de vista do ministro Eros Grau.
Diante do quadro traçado
no Supremo Tribunal Federal após a votação acima citada,
tem-se que a prolação de apenas mais um voto favorável
aos contribuintes acarretará a declaração de inconstitucionalidade
do artigo 2º da Lei nº 9.718/99, implicando a necessidade de
devolução de toda a quantia indevidamente arrecada aos cofres
públicos.
Da mesma forma como recentemente
ocorrido com a revogação da Medida Provisória nº
232/04, esta mudança do posicionamento até então externado
pelo Supremo Tribunal Federal, rechaçando a exigência da Cofins
sobre o total das receitas brutas auferidas pelas pessoas jurídicas,
limitando-a ao faturamento, demonstra a intolerância da sociedade
para com o aumento desmedido, irresponsável e ilegal da carga tributária
nacional, atualmente beirando os 40% do Produto Interno Bruto – PIB, bem
como sinaliza para a necessidade de se tratar o sistema tributário
de maneira sensata e, principalmente, conforme as respectivas regras e
princípios jurídicos informadores.
Resta aos contribuintes
aguardar o desfecho dessa questão, adotando as medidas legais cabíveis
para evitar a decadência/prescrição do direito de reaver
a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
(Cofins), recolhida a maior desde a edição da multicitada
norma, o que já tem sido providenciado pelo setor produtivo nacional.
(Jornal do Brasil - Felipe Chalfun, Advogado, gerente da área
tributária do escritório José de Castro Ferreira,
Décio Freire & Associados)
Governança:
Conselheiros ainda são dependentes no Brasil
Só 33% dos membros
do conselho não têm nenhum vínculo
A tão desejada independência
do conselho de administração ainda está longe de se
tornar uma realidade no Brasil. Pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro
de Governança Corporativa (IBGC) e pela consultoria Watson Wyatt
mostra que membros independentes são minoria nos conselhos, presentes
em apenas 33% dos assentos. Enquanto isso, a maior parte das vagas fica
com os acionistas majoritários ou com pessoas relacionadas a eles.
Apenas 17 empresas responderam
espontaneamente à pesquisa. Ao todo, os questionários foram
encaminhados para cerca de 30 companhias com práticas de governança
diferenciadas ou com relevância no setor em que atuam. "Se analisássemos
todo o universo das empresas brasileiras, o resultado seria bem pior",
avalia Paulo Conte Vasconcellos, conselheiro do IBGC. Isso porque das 17
empresas pesquisadas, 12 estão nos segmentos diferenciados de governança
corporativa da Bolsa de Valores de São Paulo.
E mesmo com todo esse diferencial,
em nenhuma das empresas pesquisadas o cargo de presidente do conselho ficou
com uma pessoa independente do controlador ou que nunca tenha trabalhado
na empresa. Em oito delas, o presidente do conselho era o acionista majoritário.
"Ainda é preciso melhorar a independência dos conselhos no
Brasil para que ele tenha uma maior liberdade de julgamento", diz Vasconcellos.
A função do
conselho de administração é proteger e valorizar o
patrimônio da empresa assim como maximizar o retorno de todos os
acionistas de uma forma igual, sem defender interesses particulares. Por
isso o IBGC prega que a maioria do conselho seja composta por membros independentes.
Mas essa visão não
é regra no mundo todo. Nos Estados Unidos, ainda é muito
comum, por exemplo, que o presidente executivo seja também o presidente
do conselho de administração. Já o modelo europeu,
que vem sendo mais seguido no Brasil, segue a independência das estruturas.
De acordo com Walter Jansen
Neto, acionista e ex-executivo da Weg que agora se dedica ao estudo da
governança nos Estados Unidos, o modelo americano é possível
porque o controle das empresas é pulverizado. "No Brasil, a presença
do fundador ainda é muito forte em toda a sua estrutura. Ele carrega
as funções de gestor, de presidente do conselho e de dono
do negócio, o que inviabiliza a independência", afirma.
Mas nem toda a estrutura
das companhias no Brasil é alvo de crítica. Em outros aspectos,
as empresas brasileiras já atingiram um bom nível de governança
corporativa. A pesquisa revelou que, em média, as empresas possuem
nove conselheiros, sendo que por lei as companhias são obrigadas
a ter, no mínimo, três.
"Esse número de membros
não é nem pequeno demais para a discussão de assuntos
tão diversos nem grande demais para dificultar as decisões
e tornar as reuniões menos produtivas", diz Vasconcellos, do IBGC.
A entidade recomenda que os conselhos tenham de cinco a nove integrantes.
Com esse número de
membros, o conselheiro do IBGC também afirma que podem ser formados
comitês, como os de auditoria, remuneração e finanças.
"Tempo e conhecimento são fatores limitantes da atuação
dos conselheiros. Com a divisão dos assuntos, cada grupo tem mais
tempo para avaliar uma matéria", explica Vasconcellos.
A dedicação
dos conselheiros à empresa também tem atendido às
expectativas do IBGC. Segundo a pesquisa, 47% das empresas fazem de 9 a
12 reuniões por ano. Outros 29% realizam de 5 a 8 encontros, e o
restante, menos do que isso. "Isso indica que os conselheiros não
estão no dia-a-dia das empresas, mas que participam das principais
decisões delas", diz o conselheiro do IBGC. A maior parte dos estatutos
das empresas brasileiras prevê a realização de quatro
reuniões por ano.
Nas atribuições
do conselho, o IBGC também considera que o Brasil está bem.
Monitoramento de resultados, planejamento estratégico, gestão
humana e de risco - itens considerados como os principais nas atividades
de um conselho pelo IBGC - são fatores que constam entre as seis
principais preocupações dos conselheiros.
"As entrevistas mostraram
que, em muitos casos, já estamos nos aproximando das melhores práticas
de governança. Para as empresas que não entraram na pesquisa,
os resultados servem de exemplo", diz Vasconcellos.
A pesquisa também
mapeou a remuneração dos conselheiros. Em média, presidentes
têm uma remuneração fixa mensal de R$ 11,3 mil, enquanto
os demais membros ganham R$ 8,1 mil. (Carolina Mandl
- Valor Online)
MV Sistemas
lança nova versão de sistema de gestão hospitalar
Durante a Hospitalar 2005,
a MV Sistemas, que atua no segmento de software para gestão hospitalar,
inova mais uma vez e apresenta a versão 4.6 da solução
MV 2000i, que está incorporando os novos módulos MV Report,
Inventário Palm, Movimentações de Documentos e Laboratório.
Além disso, o sistema apresenta novidades nos módulos de
Compras, Prescrição e Repasse Médico. A versão
4.6 passa a oferecer também a possibilidade de integração
com soluções de interfaces com equipamentos de laboratórios,
instituições financeiras, bancos de sangue e portais de compras,
entre outras integrações disponíveis.
O MV 2000i é uma
solução de gestão hospitalar que viabiliza o registro
de informações das diversas áreas de um hospital,
compartilhando uma base de dados única. Através de mais de
30 módulos, o sistema realiza o controle total dos processos das
áreas de atendimento, clínico-assistencial, diagnóstico,
materiais, faturamento, financeiro e serviços de apoio, possibilitando
análises de custos e resultados de forma online.
Novos módulos do
MV 2000i
O MV Report é um
gerador de relatórios que tem como base o dicionário de dados
do MV 2000i e views de negócios previamente desenvolvidas. Permite
a criação de relatórios e a sua inclusão para
reuso do cliente, que pode escolher os campos a serem impressos, como grupos
de quebras, totais, ordem de classificação e filtros.
O módulo Inventário
Palm permite a realização de contagens de estoques via equipamento
tipo PALM. O sistema viabiliza a identificação do inventário
assim como da pessoa responsável pela contagem. Através da
leitura do código de barras são identificados o produto,
o lote e a data de validade. Usando os botões do PALM ou a caneta,
o operador digita a quantidade inventariada e, posteriormente, a contagem
é carregada no sistema e os ajustes são realizados de acordo
com esta contagem.
O módulo de Movimentação
de Documentos faz o controle da movimentação de documentos
de cada conta do hospital, dos diversos setores para a área de faturamento.
O novo sistema de Laboratório
apresenta recursos como: impressão automática dos laudos
nos setores solicitantes (urgência, emergência e UTI); confirmação
de coletas para prescrição médica, configuração
do
exame para número máximo de dias para entrega de acordo com
o modo de solicitação; orientação para realização
de exames nas telas de pedidos e agendamento de exames; lançamento
de perguntas no processo de coleta; rastreamento de amostras; processo
de re-coleta; interfaces com equipamentos de laboratório, assinatura
eletrônica dos laudos; e relatórios diversos, entre outros.
Evoluções
A nova versão do
MV 2000i traz ainda inovações no módulo de Compras,
que incorpora as funcionalidades de autorização múltipla
por nível de aprovação (WORK FLOW), programação
de compras por período e parcelamento das entregas das solicitações
de compras,.
O módulo de Repasse
Médico também apresenta novidades, como a possibilidade de
pagamento diferenciado para horário contratado e o rateio de repasse
entre as equipes médicas.
Integrações
A MV Sistemas, em parceria
com as empresas Matrix e Data Innovations, desenvolveu as interfaces necessárias
para a captura pelo MV 2000i dos resultados dos exames diretamente das
máquinas do laboratório, sem a necessidade de digitação
dos mesmos.
Na versão 4.6, estão
disponíveis dois tipos de integração bancária:
pagamento escritural, que consiste em encaminhar arquivos eletrônicos
para os bancos e baixar automaticamente os títulos via arquivo de
retorno; e conciliação eletrônica, realizada diretamente
nos extratos encaminhados pelos bancos contrapondo aos lançamentos
efetuados pelo MV 2000i.
O MV 2000i também
está integrado com a solução de gestão de banco
de sangue da empresa SBS, com a geração automática
dos pedidos de sangue e o retorno da utilização para faturamento
de forma automática pelo sistema para convênios, particulares
e SUS.
Estão disponíveis
também as interfaces com os portais de compras das empresas Síntese
e Bionexo, com as opções de envio das solicitações
de compras geradas no MV 2000i e o retorno das ordens de compras geradas
pelos respectivos portais.
Integração
com sistemas independentes de processamento do laboratório, Carros
de Dispensação Automática da Lanco e o sistema ERP
Pirâmide são outras novas funcionalidades do software MV 2000i.
(Hospitalar)
Excelência
Acadêmica em Previdência Complementar
A parceria IDEAS e COPPE/UFRJ,
que reúne o conhecimento acadêmico de ponta e as melhores
práticas do mercado, promove sua décima turma do MBA em Previdência
Complementar, destinada a conselheiros fiscais e deliberativos, diretores,
gerentes e profissionais ligados direta ou indiretamente a este segmento.
A excelência acadêmica
é garantida por meio do competente corpo docente que congrega doutores,
mestres e especialistas, muitos dos quais com ampla experiência de
gestão nos mais importantes fundos de pensão do país.
O Programa foi concebido
em torno de quatro eixos temáticos, a saber:
• Fundamentação
Geral (Economia Empresarial, Contabilidade Geral, entre outras)
• Gestão de Negócios
(Estratégica Empresarial, Governança Corporativa e outras)
• Gestão de Investimentos
(Asset Liability Management – ALM, Gestão de Risco e outras)
• Gestão Previdencial
(Previdência no Brasil e no Mundo, Gestão de Risco Atuarial
e mais)
Além das 25 cadeiras
do curso serão realizados Seminários sobre temas relevantes
complementares ao programa por profissionais renomados do segmento de previdência,
órgãos reguladores e mercado financeiro.
Coordenação
Acadêmica
Prof. Carlos Alberto Nunes
Cosenza – Pós-Doutorado, Cambridge University, UK; Pós-Doutorado,
École Nacionale de L’; Aviation Ciile – ENAC – Toulose, FR; Professor
Emérito da COPPE/UFRJ
Direção
Técnica
Instituto de Desenvolvimento
e Estudos Aplicados à Seguridade - IDEAS
Informações
Complementares
Carga Horária: 360
horas
Internet: www.ideas.org.br
e-mail: www.ideas@ideas.org.br
Contatos: Tel/Fax (21) 2223-0369
Local de realização:
Cidade do Rio de Janeiro (AssPreviSite)
Seguradoras:
Código de ética - quem ainda não implantou, deve correr
para criar
"As seguradoras que ainda
não têm um código de ética, devem correr para
implementá-lo, pois uma única notícia ruim tem um
efeito devastador para todo o setor", disse o desembargador José
Renato Nalini, do Tribunal de Justiça de São Paulo, na palestra
"A necessidade de parâmetros éticos e claros na massificação
dos seguros", proferida na última terça-feira, em São
Paulo, no 4º Seminário Ética e Transparência na
Atividade Seguradora - A Massificação do Seguro, promovido
pela Associação Paulista dos Técnicos de Seguros e
o Instituto Roncarati. Ele apresentou várias manchetes de jornais
onde as seguradoras foram colocadas como "vilãs" e o consumidor
como a "vítima". "Por estarmos atravessando uma era de incertezas
em relação às instituições públicas,
fatos como os que ocorreram na mídia podem abalar a imagem do setor
como um todo e não apenas as empresas citadas", disse. "Antigamente,
a relação médico/paciente, por exemplo, era quase
que sacerdotal, mas hoje muitos deles estão sendo levados aos tribunais.
Isso também tende a acontecer em setores como o de seguros", alertou
o desembargador, ressaltando também a importância do engajamento
social. "As empresas tem que se preocupar e aplicar parte de seus lucros
em ações sociais, em projetos de visibilidade".
(Fenaseg)
Gestão
de talentos é chave para empresas
O americano Stephen Covey,
72 anos, é um homem de superlativos. Seu livro "Os Sete Hábitos
das Pessoas Altamente Eficazes", de 1989, vendeu 15 milhões de cópias,
foi traduzido para 38 línguas, eleito o mais influente do século
XX pela revista "Chief Executive" e até hoje mantém venda
regular de cem mil cópias por mês. Em sua história
como empresário, Covey também coleciona êxitos. Tem
como clientes 150 corporações que estão entre as 500
melhores da "Fortune" e não por acaso está entre os 25 figurões
escolhidos pela revista "Time" como os mais importantes do mundo.
Nada mais natural, portanto,
que o novo livro de Covey, "O Oitavo Hábito - Da Eficácia
à Grandeza", que acaba de ser lançado no Brasil, chegue envolto
de expectativas e se estabeleça na lista de mais vendidos publicada
pelo Valor. Ocupa a terceira posição. Mas o autor não
surpreende nessa nova publicação. Trata-se de uma seqüência
acrescida do oitavo hábito: "Encontre sua voz interior e inspire
os outros a encontrar a deles".
Com esse módulo atual,
Covey enfatiza a necessidade de cada pessoa descobrir e usar o seu talento
individual para alcançar engajamento no trabalho. "Defendo a necessidade
de unir o talento, a paixão e a consciência, hábitos
que poucas pessoas cultivam", disse Stephen Covey em entrevista ao Valor.
Apesar da impressão
de reciclagem de idéias, o autor diz que o livro é uma obra
de seu tempo. A série de mudanças ocorridas entre o lançamento
de "Os Sete Hábitos" (1989) e "O Oitavo Hábito" exigiu uma
adequação em sua base teórica e um modelo de gestão
inovador. "A era do conhecimento, que está substituindo a industrial,
pede a introdução desse oitavo hábito para alcançar
a excelência organizacional e pessoal. Mas todos se complementam",
justifica.
O abismo entre as duas eras
é gigante, na sua visão. O trabalhador do período
industrial era descartável e podia ser substituído sem dor
por uma máquina. Mas o da era do conhecimento deve ser criativo.
"As competências pessoais têm peso extra, apesar de executivos
não terem se dado conta", diz.
A dificuldade dos líderes
de compreensão dos novos tempos tem levado as pessoas a se sentirem
frustradas, desmotivadas e subvalorizadas. "Poucos conseguem escutar a
voz interior e contribuir de forma singular para a melhoria do trabalho.
Isso porque não são estimulados."
A constatação
pode ser feita com base em pesquisa apresentada no livro:
- 37% dos entrevistados
disseram entender claramente o que sua organização está
tentando atingir e por quê;
- 20% estavam entusiasmados
com as metas de sua equipe e sua corporação;
- 50% se sentiam satisfeitas
com o trabalho executado, e
- 87% afirmaram que não
têm confiança e intensa colaboração com os grupos
ou departamentos de sua empresa.
Diante dessa anemia dos
recursos humanos em canalizar e estimular talentos, a liderança
do século XXI exige, segundo o autor, uma capacidade de "comandar
pessoas por meio da comunicação constante de seu potencial,
realçando sua mais valia de forma tão clara, que consigam
encontrar essas características em si", afirma.
Com MBA em Harvard e PhD
na Brigham Young University -, Covey explica suas premissas em itens sintéticos
e em tom messiânico. "O encontro da voz interior requer a procura
de uma via alternativa nas discussões com o próximo. Não
se deve buscar o caminho fácil do mundo binário dividido
entre a sua posição e a do outro, que tende a valoriza uma
ou outra posição. O ideal é uma terceira saída,
certamente, melhor e mais adequada."
Segundo o autor, os hábitos
elaborados há 16 anos permanecem contemporâneos nesse livro.
Isso porque propõem a mudança do vetor do "comando puro e
simples" pelo "empowerment", o que corrobora o oitavo hábito.
Para adequar o livro ao
discurso à "nova economia", Covey resolveu que a obra atual merecia
um DVD com filmes, que servem de complemento dos capítulos. No melhor
estilo "compre um leve dois". Seus sócios não gostaram de
vender um dos segredos das conferências. Mas, no fim, conseguiu.
"O Oitavo Hábito
-
Da Eficácia à
Grandeza" - De Stephen Covey. Editora Campus/Elsevier, 387 páginas
(Robinson Borges - Valor Online)
Empresas
devem se render à governança
Para abrir capital, elas
precisam aderir ao Novo Mercado da Bovespa
As novas companhias que
quiserem aproveitar a janela de captação de recursos no mercado
de ações brasileiro terão de se render, obrigatoriamente,
às regras de governança corporativa. Este ponto é
consenso entre três grandes bancos de investimento que atuam intensamente
na área: Pactual, Credit Suisse First Boston (CSFB) e Itaú
BBA.
A avaliação
é que as empresas, ao abrirem o capital, devem aderir ao Novo Mercado
da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o que implica ter apenas
ações ordinárias (com direito a voto). "Se uma nova
companhia desejasse ir a mercado sem um tratamento adequado aos acionistas
minoritários, eu não participaria, não faria a operação",
afirmou Rodolfo Riechert, sócio do Pactual.
Para o chefe de investimentos
do CSFB, José Olympio Pereira, cabe uma exceção só
às empresas impedidas, por causa da regulamentação
de seus setores, de aderir ao Novo Mercado. É o caso da América
Latina Logística (ALL) e da Gol, que optaram pelo nível 2
de governança corporativa, que permite as ações preferenciais.
"Nos outros casos, não há conversa: ou vai para o Novo Mercado
ou não tem operação."
O vice-presidente executivo
do Itaú BBA, Jean-Marc Etlin, avalia que a importância da
governança corporativa no Brasil é maior ainda, pois o arcabouço
societário nacional permite a existência de ações
sem direito a voto. Mas ressalta que a adoção de práticas
de transparência não pode ser uma decisão tomada só
pela iminência de abertura de capital. "Deve ser um processo ao longo
do tempo, e não algo para inglês ver. Se isso acontecer, o
investidor percebe e fica evidente que não é uma postura
profunda, e, sim, superficial."
Para os executivos, os empresários
brasileiros que decidem abrir o capital de suas companhias estão
conscientes da necessidade de tratamento adequado aos demais acionistas.
Mas Riechert acredita que a governança ainda é mal praticada
pela maioria das empresas abertas. "Estamos empolgados com as novas ofertas,
mas essas ações devem representar 5% do valor de mercado
da Bovespa. Os outros 95% não praticam como deveriam."
A janela para emissão
de ações segue aberta no Brasil. Em 2004, as empresas levantaram
cerca de R$ 9 bilhões com a venda de papéis a novos investidores.
"Neste ano, o volume deve ser ainda maior", diz Pereira.
O Pactual, que tem coordenado
a maior parte das operações, está hoje com três
mandatos de novas companhias que devem abrir o capital no Novo Mercado
neste ano. Todas emitirão novas ações, em ofertas
primárias, que não significarão a saída de
alguns sócios, como tem acontecido até agora.
(Daniela Milanese - O Estado de S.Paulo)
Seminário:
Mudanças estruturais e a Nova Legislação
Previdência Privada
Planos de Sáude
Seguros de Vida e Acidentes
Pessoais
Público-Alvo: Empresas
e profissionais associadas à AC Minas, empresas e empresários
em geral, gestores de Recursos Humanos, administradores, contadores, economistas,
advogados, estudantes e demais interessados
Inscrições:
(31) 3201-9566
(Secretária Geral
da ACMinas)
Incluso: Café de
boas vindas, almoço, coffe-break e coquetel
PREÇOS ESPECIAIS
PARA ASSOCIADOS, ESTUDANTES E GRUPOS
LOCAL/DATA
Belo Horizonte/MG
19 de maio de 2005 – das
8h às 19h
Ouro Minas Palace Hotel
Av. Cristiano Machado, 4.001
* Para reservas e informações
ligue: (31) 3429-4000 (SK)
attps Informática
apóia eventos da Ancep
Seminários organizados
pela Associação Nacional dos Contabilistas das Entidades
de Previdência acontecerão nos dias 12, 13, 16 e 17 de maio
A attps Informática,
empresa mineira especializada em desenvolvimento de sistemas, fábrica
de software e outsourcing, que também dispõe de soluções
ERP para segmentos verticais específicos (Bancos, Fundos de Pensão
e Planos de Saúde), é uma das apoiadoras dos
eventos que acontecerão nos dias 12, 13, 16 e 17 de maio, em Belo
Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, com o tema “Obrigações
tributárias das EFPC e registro e controle das operações
administrativas no contexto de multiplanos”. EFPC são as Entidades
Fechadas de Previdência Complementar.
Realizados pela Ancep (Associação
Nacional dos Contabilistas das Entidades de Previdência), os seminários
são voltados para dirigentes, conselheiros, assessores, gerentes,
contadores, atuários, auditores e técnicos da Área
de Benefícios. O objetivo principal é fazer uma exposição
teórica seguida de debates, elucidação de dúvidas
e exercícios práticos. Os instrutores serão a advogada
e especialista em Direito Tributário e Legislação
de Impostos Simone Ventura, e o contador e administrador José de
Melo.
Mais informações
sobre os eventos pelos telefones (21) 2516-5708 e 2518-1469 ou pelo e-mail
inscricao@ancep.org.br. (AssPreviSite)
|
| TOPO| HOME
|
|
Sobre
o Conteúdo
|
Divulgue
seus
Serviços,
Produtos
e
Soluções
neste
espaço
|
|
| |
| |
|
|
| |
| |
|
|
| |
|
|