Atos de Gestão, Notícias e Informações das Entidades

Postalis: Pesquisa de satisfação 2011
Neste mês o Postalis vai inicia a 6ª edição da pesquisa de satisfação. Com o objetivo de mensurar o grau de satisfação de participantes e assistidos em relação aos serviços prestados pelo Instituto, a pesquisa é um momento importante pois cria oportunidades para a melhoria contínua dos serviços e atendimentos do Postalis.
A pesquisa será realizada pela empresa Plus Interativa via telefone ou e-mail. Caso você seja um dos selecionados, não deixe de participar. (Postalis/AssPreviSite)

Petros: Educação Financeira na TV Petros
O último programa “Projeto ano novo: seu futuro financeiro” faz uma retrospectiva do que foi apresentado em 2011 e encerra a primeira temporada de programas sobre Educação Finaceira.
O canal foi criado em fevereiro de 2011 em parceria com a BM&F Bovespa para ampliar o acesso dos participantes e do público em geral a informações sobre planejamento orçamentário.
Durante nove meses, programas quinzenais foram exibidos na grade de programação, atraindo um publico de aproximadamente 10 mil espectadores.
Com uma linguagem clara, objetiva e bem-humorada, os programas abordam temas como a história do dinheiro e dos bancos, planejamento financeiro, conquista da casa própria, dicas para o 13º salário, poupança, formas de investimentos e educação financeira para crianças.
Para quem não teve tempo de acompanhar a programação, fica a dica: a TV Petros tem todos os episódios disponíveis no canal Educação Financeira. Confira no link:
http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario3.0/webtvconsole.php?console=179&canal=0&video=0  (Petros/AssPreviSite)

Funcef: R$ 90 bilhões no mercado
Vencimento dos títulos públicos federais detidos pelas fundações provocará realocações dos recursos das entidades em segmentos como os de private equity e crédito privado
Logo no primeiro dia do 32º Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão, a diretoria da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) tratou de uma questão importante: a projeção de que, nos próximos quatro anos, R$ 90 bilhões em títulos públicos federais detidos pelas fundações cheguem ao vencimento. Com a tão falada tendência de queda da taxa de juros no Brasil, a expectativa é de que segmentos como o de fundos estruturados e ativos de crédito privado ganhem espaço nas carteiras de investimentos das entidades.
A Funcef é um exemplo de entidade que pretende ampliar as aplicações em private equity e títulos de crédito privado. Até 2015, vencerão R$ 5,5 bilhões em NTNs detidas pela fundação, entre NTN-Bs (a maior parte) e NTN-Cs. Demosthenes Marques, diretor de investimentos da Funcef, lembra que, apesar do expressivo volume com prazo mais curto, a carteira da fundação é bastante alongada. "Temos um estoque grande de NTN-Bs com vencimento em 2045", ressalva.
Ele recorda que a fundação já vem antecipando, desde o fim 2004, a tendência de redução da taxa dejuros no Brasil e, por isso, promoveu mudanças na estrutura de sua carteira. Para se ter uma ideia, em2004 metade do portfólio da Funcef estava atrelada ao Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI).
Hoje, a parcela relacionada ao CDI é de ordem de 9%. Além da redução da exposição ao CDI, várias medidas foram adotadas pela entidade a partir de 2005: a retomada da carteira de private equity, o aumento das posições em renda variável e a criação de uma carteira de credito privado. "O investimento em participações nunca tinha sido olhado de forma estratégica até então. Antes, essa classe de ativos só contemplava as operações da época das privatizações", comenta Marques. Ele informa que, atualmente, o segmento responde por 7% do total dos recursos da Funcef, devendo chegar a 10% em três ou quatro anos. A carteira de crédito privado, que hoje soma em torno de R$ 1,6 bilhão, também deve crescer. "Temos R$ 800 milhões para investir em private equity este ano", afirma o diretor, acrescentando que a entidade deve fazer investimentos adicionais de mais de R$ 1,5 bilhão em private equity e de no mínimo R$ 500 milhões em crédito privado nos próximos anos.
Marques aponta que, com o declínio dos cupons, as alternativas de realocação de recursos em Selic ficam menos evidentes, mas a entidade já não criava expectativas em relação a essa hipótese. "Já trabalhávamos com a probabilidade de que os juros ficariam abaixo da meta atuarial a partir de 2010. Sabíamos que chegaria o dia em que não poderíamos contar com o CDI", reforça o diretor. A Funcef conta com um patrimônio total aproximado de R$ 45,5 bilhões.
Mais para a frente - Embora não tenha em carteira títulos públicos com vencimento em 2015, a Fundação Real Grandeza (FRG) conta com um volume de NTNs que vencem nos próximos anos (veja mais no gráfico). Eduardo Garcia, diretor de investimentos da entidade, conta que, diante da tendência de fechamento da taxa de juros, será promovida uma realocação dos ativos da fundação que passará por uma exposição maior ao private equity.
Atualmente, perto de 1% do patrimônio da FRG está aplicado no segmento de Fundos de Investimento em Participações (FIPs), sendo que a autorização é para que se chegue a até 3% ainda este ano. Em cinco anos, a ideia é que a categoria responda por 6% ou mais dos investimentos da entidade.
Entre as áreas de interesse da FRG para aplicações no setor estão as de energia, infraestrutura, logística e óleo e gás. No momento, a fundação conta com dois FIPs em análise, um voltado para portos e outro sem um foco setorial estabelecido. "O segmento de fundos de participação nos permite acompanhar de perto o ciclo de crescimento da economia brasileira", acredita o diretor.
Ele comenta que tem recebido muitas ofertas de gestores para eventuais investimentos em fundos de private equity - mas, na sua opinião, não é tão grande a quantidade de produtos bem estruturados. "A indústria evoluiu muito, mas às vezes ainda sentimos falta de uma estruturação melhor dos produtos. É preciso que haja um pipe-line definido e regras de governança estabelecidas", enumera. Garcia completa que não se pode correr o risco de não conseguir capturar um bom investimento por conta da falta de um bom planejamento dos fundos.
Ele toca ainda em um ponto que frequentemente está nos debates em torno do segmento de private equity: a participação dos fundos de pensão nos comitês de investimentos dos fundos. No caso da FRG, a presença de um representante da entidade no comitê dos fundos em que investe é uma condição prioritária para a aplicação. "Queremos sempre participar da seleção das empresas que farão parte da carteira do fundo. Para nós, a participação com voto no comitê é fundamental", declara o diretor.
O patrimônio total da FRG é da ordem de R$ 9 bilhões, dos quais 76,1% está em renda fixa, 17,6% em renda variável, 0,9% em investimentos estruturados, 2,2% em imóveis e 3,3% em empréstimos aos participantes. Cerca de 86% da parcela em renda fixa está em títulos públicos, com o restante aplicado em papéis de crédito privado como Letras Financeiras (LFs), Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e debêntures.
Riscos
Apesar de ter algum volume de títulos públicos federais a vencer em 2014, a parcela mais significativa de NTNs com prazo mais curto da Fundação Cesp tem vencimento em 2017: trata-se de algo entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,6 bilhão em NTN-Cs. Pode ser que uma pequena parte dos recursos seja realocada em papéis de crédito privado, como CDBs e debêntures, mas tudo depende de uma série de variáveis. "Essa realocação não é compulsória. No momento em que o recurso chegar, teremos de analisar as oportunidades sob o ponto de vista de prazo, risco, rating, taxa e indexador. É preciso que o prêmio justifique o investimento e que o risco seja adequado", pondera Jorge Simino Jr, diretor de investimentos e patrimônio da Fundação Cesp. "Se não tiver tudo isso, ficamos nos títulos públicos", completa.
Simino afirma que muitas vezes os prêmios oferecidos não são compatíveis com os riscos apresentados por alguns ativos.
A Fundação Cesp tem um total de R$ 18,5 bilhões em recursos, com exposição de 72% a renda fixa, 23% a renda variável, 3% a imóveis e 2% a empréstimos aos participantes. A meta atuarial da entidade é de IGP- DI+6% ao ano. Assim como a maioria das entidades, a fundação também deve enfrentar dificuldades para bater sua meta em 2011. "O ano está muito difícil por conta do comportamento da Bolsa", diz Simino. Até agosto, o fundo de pensão estava cumprindo 80% da meta atuarial. Ele acrescenta que "tem contas que devem ser feitas com muito cuidado", mas pode ser que o fundo de pensão feche o ano empatado com a meta caso a Bolsa chegue aos 60 mil pontos. "Existem outras variáveis que interferem na conta, por isso não podemos garantir que caso a Bolsa chegue a esse patamar podemos bater a meta", pondera.
A Funcef também tem sofrido os efeitos negativos da Bolsa em sua rentabilidade. Até agosto, a carteira total da entidade trouxe um retorno de 3,08%, contra uma meta de 7,92% para o período pelo INPC+5,5%. O impacto poderia ser ainda pior não fosse a estratégia de renda variável da fundação, que é descorrelacionada. Para se ter uma ideia, a carteira de renda variável da entidade registrou resultado negativo de 5,34% no ano até agosto, diante de um Ibovespa de -18,48%. "Relativamente, estamos melhor", compara Demosthenes Marques. Na renda fixa, a Funcef obteve rentabilidade de 9,44% até agosto, bem acima da meta. O segmento de operações com participantes rendeu 9,58% até agosto e o de imóveis, 3,89%. O diretor explica que a carteira imobiliária passará por uma reavaliação e certamente terá um retorno acima da meta no ano. Os investimentos estruturados estavam com retorno de -0,98%, mas a rentabilidade negativa já é prevista por conta da chamada curva J, uma vez que os fundos ainda estão na fase de investimento. "O único segmento que está fora do que esperávamos é a renda variável. A grande questão desse ano é a Bolsa", aponta Marques.
A FRG está um pouco mais otimista em relação a 2011. "Estamos com a expectativa de conseguir bater a meta no plano de Benefício Definido", diz Eduardo Garcia. A meta do plano é de INPC+6%. A reavaliação dos imóveis da entidade e algumas aquisições de CDBs e LFs com prêmios interessantes podem ajudar no atingimento da meta - além, é claro, do comportamento da Bolsa. "Se a Bolsa andar perto dos 60 mil, podemos até superar a meta", afirma o diretor.  Fonte: Investidor Institucional  (Funcef/AssPreviSIte)

Previ: Você pode voltar para o Previ Futuro
Ter um plano de previdência complementar é fundamental para ter um futuro mais confortável e digno. Por diversos motivos, alguns colegas que fizeram parte do PREVI Futuro precisaram sair do Plano. Para que possam voltar a ser participantes e contar com as vantagens da PREVI, há algumas facilidades para viabilizar o retorno.
Se esse é o seu caso, ou se conhece alguém nessa situação, saiba que é possível retornar ao PREVI Futuro mediante a quitação integral das contribuições relativas às coberturas de Rendas de Aposentadoria, Pensão Por Morte e Complemento de Invalidez para que esses valores sejam incorporados à reserva pessoal de poupança do associado, ou seja, seu Saldo de Conta individual, assim como à reserva para pagamento dos benefícios de risco.
Outra opção é quitar apenas o valor relativo à Parte I, destinada à cobertura de Pensão Por Morte e benefícios de Invalidez, que equivale a cerca de 10% do valor total não vertido para o plano durante o cancelamento. Depois de reingressar no Plano, você pode, se desejar, efetuar contribuições adicionais, com o objetivo de recompor seu Saldo de Conta.
A partir do seu reingresso, o Banco do Brasil também passa a contribuir com o mesmo valor, garantindo de imediato 100% de rentabilidade para o seu investimento.
Você pode também entrar em contato com a Central de Atendimento da PREVI e verificar a situação dos valores devidos e simular as condições que deseja para o seu reingresso.
O PREVI Futuro é a melhor solução para conquistar um futuro tranquilo e seguro para você e sua família.
Para saber mais, na página aqui do site, acesse PREVI > Planos e Produtos > PREVI Futuro > Reingresso ao Plano.  (Previ/AssPreviSite)

Metrus: Cine Maior Idade
Cinema e cultura para os aposentados
Os participantes assistidos do Metrus estão convidados a participar da iniciativa que coloca o cinema como espaço de promoção da saúde integral. Na sessão inaugural do Cine Maior Idade, uma parceria com a consultoria Via Gutenberg, será exibido o filme “Eu, Tu, Eles”, de Ricardo Waddington. Na sequência serão realizadas dinâmicas coordenadas pela Associação Brasileira de Gerontologia, abordando os temas trazidos pelo filme.
Se você é um participante assistido, ligue para 0800 16 05 98 e informe o dia e horário de sua preferência. As vagas são limitadas!  (Metrus/AssPreviSite)

Banesprev: Assembléia Geral Extraordinária
No dia 26/11/2011, às 08h00, será realizada a Assembleia Geral Extraordinária do Banesprev, no Esporte Clube Banespa - Salão Social.
Acesse a Carta Circular com o teor da convocação no link:
http://www.banesprev.com.br/obanesprev/AtasEditais/AGE_2011_Carta_Circular.pdf  (Banesprev/AssPreviSite)

Celos: Resultado de 7,15% até agosto
Até o mês de agosto de 2011 a Celos apresentou um desempenho medido pelo ICP (Índice de Correção do Patrimônio) de 7,15%, enquanto a meta atuarial, que é IPCA mais 6% ao ano, atingiu 8,84%. Dentro dos indicadores do mercado brasileiro destaca-se o comportamento do IGP-M, que foi o mais baixo deles e ficou em 3,48% no período.  (Diário dos Fundos de Pensão)

Previ: Extrato de contribuições tem novidade
Os participantes do PREVI Futuro podem consultar no Extrato de Contribuições do Autoatendimento do site informações sobre as contribuições dos últimos 12 meses e o valor do saldo da conta individual. Está disponível uma novidade: tabela que informa a quantidade e a valorização da cota. No fim da tela, você encontra o desempenho dos quatro perfis de investimento.
As contribuições para o Plano correspondem a no mínimo 7% do salário de participação e são destinadas aos benefícios de risco (Parte I) e de aposentadoria (Parte II). O saldo de conta é formado apenas pela Parte II, incluindo as contribuições pessoais e patronais.
Essas são as contribuições obrigatórias. Você pode aumentar o saldo de sua conta e ter um benefício maior no futuro. Para isso, é preciso aproveitar todo o potencial da contribuição 2b, que tem a contrapartida do patrocinador, e fazer contribuições voluntárias, com aportes periódicos ou esporádicos. Saiba mais através do link:
http://www.previ.com.br/portal/page?_pageid=57,962914&_dad=portal&_schema=PORTAL  (Previ/AssPreviSite)

Fundação Copel: Mais perto de você!
Fazer com que os participantes tenham acesso aos serviços da Fundação Copel sem sair do seu local de trabalho, aproximando a entidade dos seus beneficiários.
Este é o objetivo da implantação de um projeto-piloto da Central de Atendimento da Fundação Copel que acontecerá no Pólo Km3, de 1.º a 4 de novembro, das 10h às 16h. O posto está localizado junto ao refeitório.
No local, o participante poderá esclarecer dúvidas sobre os planos de benefícios da Fundação, além de solicitar atendimento nas áreas de saúde e previdência, incluindo simulação de aposentadoria e a possibilidade da contratação ou renovação de empréstimos.
ATENDIMENTO DA FUNDAÇÃO COPEL
LOCAL: Pólo Km3, junto ao refeitório
DATA: de 1.º a 4 de novembro
HORÁRIO: das 10h às 16h  (Fundação Copel/AssPrevISite)

Funcef: Carteira de Shoppings Centers
Shopping centers: lucro e compromisso com o meio ambiente
Conheça algumas ações realizadas em shoppings nos quais a FUNCEF  detém participação
A política da FUNCEF estabelecida para o segmento da carteira de shoppings, composta por 16 empreendimentos, é pautada na diversificação dos investimentos e na valorização dos ativos da carteira, avaliada em torno de R$ 1, 1 bilhão. Mas o compromisso dos investimentos da FUNCEF vai além do lucro almejado para garantir a rentabilidade dos negócios. O cuidado com o meio ambiente faz parte da rotina de muitos empreendimentos. A maioria deles desenvolve programas de coleta seletiva de lixo, reciclagem de papéis, descarte de lâmpadas e resíduos poluentes, economia de água e de energia elétrica. Confira algumas iniciativas:
Shopping Center Lapa (BA) - Com participação de 60,93% da FUNCEF e localizado em Salvador, o empreendimento desenvolve um trabalho de descontaminação de lâmpadas fluorescentes, separando o mercúrio de outros materiais, que são reciclados. Há ainda a captação de águas pluviais para aproveitamento nos sanitários do shopping; coleta de óleo de cozinha por empresa especializada no reaproveitamento desse material ;e a coleta seletiva do lixo. Com o objetivo de promover a cidadania, o shopping lançou o projeto “Pintando Ajuda” voltado a instituições carentes de Salvador.
Shopping Center Lapa: ações ambientais e projeto “Pintando Ajuda”
Brasília Shopping (DF) - A Fundação detém 50% das ações desse empreendimento, que desenvolve um projeto de fabricação de gelo no período de 0h às 06h da manhã, armazenando-o em tanques. O gelo é utilizado durante os horários de pico, das 18h às 21h. Isso permite desligar os compressores e circular a água gelada através dos mesmos, economizando energia.
Brasília Shopping: armazenamento de gelo para economizar energia A
Canoas Shopping (RS) - Situado em Canoas, região metropolitana de Porto Alegre, e com participação societária de 72,59% da FUNCEF, o empreendimento inovou com um moderno sistema de climatização que garante economia de 50% de energia; investiu em motores com alta potência e baixo consumo de óleo diesel e utiliza um sistema de aproveitamento de luz natural através de zenitais e de gás natural canalizado, o que evita gasto de combustível de caminhões-tanques.
O shopping conta com uma estrutura totalmente preparada para segregação de resíduos sólidos e destinação para reciclagem de metais, papéis, plásticos, vidros, óleos e lâmpadas fluorescentes. O piso asfáltico do estacionamento foi substituído por blocos de concreto, o que aumentou a permeabilidade, auxiliando na preservação dos mananciais de águas subterrâneas.
A opção pelo concreto reduziu o consumo de cimento, diminuindo as conseqüentes emissões de gás carbônico. Diversas árvores nativas vão complementar o projeto paisagístico do empreendimento. Assim, o Canoas Shopping não é apenas o maior da Região Metropolitana de Porto Alegre, mas também um centro de compras que é referência por suas operações, pela geração de empregos e dinamização da economia e pela preocupação com o meio ambiente.
Canoas Shopping: inovou com um moderno sistema de climatização
Shopping Bouganville (GO) - Localizado na capital goiana e com 30% de participação da FUNCEF, desenvolve programas de coleta seletiva dos resíduos gerados por lojistas, clientes e funcionários, além do uso racional de energia.
Shopping Bouganville: uso racional de energia
Auto Shopping Global (SP) – Com 100% de participação da FUNCEF, o empreendimento utiliza um sistema de reaproveitamento da água e uso da energia solar para aquecimento dos chuveiros. Localizado em Santo André, o shopping está finalizando o projeto hidrogerador: a água captada da chuva gera energia para 58 lâmpadas de 85w. A ação encontra-se em  fase de testes.
Auto Shopping Global: reaproveitamento da água e uso da energia solar
Shopping Pátio Belém (PA) - Com participação societária de 35,67% da FUNCEF, o Pátio Belém desenvolve as seguintes ações de cunho ambiental: uso de papel reciclável em todas as áreas administrativas; descarte adequado de materiais destinados à reciclagem (lâmpadas fluorescentes, óleo de cozinha utilizado pelas lojas de alimentação, óleo lubrificante do gerador da usina de energia e papelão).
As ações ambientalmente responsáveis incluem a realização periódica de inventário dos resíduos para avaliação e destinação correta dos mesmos; a  instalação de torneiras e mictórios com sensores de acionamento automático e vasos sanitários com sistema de baixo consumo de água.
Shopping Pátio Belém: descarte adequado de resíduos poluentes
River Shopping (PE) - Localizado em Petrolina e com 57,59% de participação da FUNCEF, o  empreendimento desenvolve um programa de reciclagem de papel e papelão, em parceria com a Cooperativa de Catadores de Petrolina. Outra iniciativa é o recebimento de água in natura do rio São Francisco, utilizada na irrigação de jardins e árvores do shopping.
River Shopping: parceira com a Cooperativa de Catadores de Petrolina
Shopping Barra (BA) - Situado na capital baiana e com 11,87% de participação da FUNCEF, o shopping desenvolve uma série de ações ambientais. Dentre elas, destacam-se: coleta seletiva de lixo; adequação à Lei Ambiental dos níveis de ruído e de gases poluentes;  seleção de material descartado (caixas de papelão), com uso de prensa e coleta diária; uso de equipamentos (torneiras e válvulas de descarga com sistema ‘economaster’) que permitem economia de água;  implantação do sistema ir bloc, que permite a retirada de ar da tubulação visando ao menor consumo de água; uso de lâmpadas com menor consumo de energia elétrica e utilização de papel reciclado.
Educação ambiental - O Shopping  Barra também participa de eventos e campanhas de incentivo à prática de esportes, ao uso de bicicletas e à educação ambiental. Recentemente, foi construído um bicicletário em um dos estacionamentos e, em julho deste ano, o shopping realizou  o workshop “Floresta Brasil”, divulgando a  riqueza da biodiversidade brasileira. Milhares de pessoas visitaram o espaço, conduzido por estudantes e profissionais de Biologia.
Shopping Barra: ações e campanhas educativas   (Funcef/AssPreviSite)

Fundação Copel: Um legado de quarenta anos
Um público de mais de 350 pessoas prestou homenagem aos integrantes do primeiro Conselho de Curadores da Fundação Copel, hoje Conselho Deliberativo, durante as comemorações dos quarenta anos da entidade, em solenidade realizada no Teatro Fernanda Montenegro, em Curitiba.
O reconhecimento foi extensivo a todos que, de alguma forma, colaboraram com a criação e o fortalecimento da Fundação Copel. Parte dessa história pioneira foi resgatada na cerimônia.
Abrindo o encontro, Lindolfo Zimmer, presidente da Copel, lembrou que, naquela época muitos não acreditaram na viabilidade da iniciativa, mas que logo passaram a confiar em seus propósitos. Aliás, confiança e segurança, conforme o presidente, são, até hoje, os pilares que sustentam a entidade. ¿Hoje, a diretoria da Fundação Copel está empenhada em cumprir a missão de tornar os nossos participantes mais longevos dentre os dos fundos de pensão do segmento energético¿, ressaltou.
De acordo com o diretor financeiro José Carlos Loureiro, que representou o presidente Hélio Pizzatto na solenidade, criar condições para que os copelianos se sentissem protegidos quando chegassem à aposentadoria, foi a recorrente justificativa desse grupo de visionários ao comentar sobre os princípios que nortearam a idealização da entidade.
Eles não imaginavam as transformações que aquele ato provocaria na vida de milhares de pessoas passados 40 anos. ¿Essa trajetória de crescimento levou, nos dias de hoje, a Fundação Copel a se posicionar entre os quinze maiores fundos de pensão do Brasil¿, ressaltou Loureiro.
Na sequência da programação, a plateia foi brindada com a surpreendente palestra ¿A vida que vale a pena ser vivida¿, do filósofo e catedrático da Universidade de São Paulo (USP), Clóvis de Barros Filho que, de forma bem-humorada, trouxe para questionamentos e momentos de reflexão.
Representando a Superintendência Nacional da Previdência Complementar (Previc), o diretor de Assuntos Atuariais, Contábeis e Econômicos, Edevaldo Fernandes, discorreu sobre o atual estágio da previdência complementar no Brasil. Para ele, a qualificação de dirigentes e conselheiros, assim como a execução de programas de educação financeira e previdenciária, consolida os próximos passos do segmento no Brasil.
O ponto alto do encontro foi a homenagem prestada aos dirigentes que assinaram a primeira ata da instituição. Um a um foram sendo chamados e receberam placas comemorativas referente a data. Um nome foi reverenciado por todos os presentes: Jayme de Camargo Simões, primeiro presidente da Fundação Copel.
Os dirigentes Antonio Guetter e José Loureiro acompanhados de Rosemarie Andreolli, filha do presidente da Copel à época, Arturo Andreolli, descerraram simbolicamente a placa que ficará fixada na sede da entidade em homenagem aos integrantes do primeiro Conselho de Curadores.
A solenidade teve um encerramento especial, com a apresentação do Grupo Simplicidade, que executou com maestria históricos chorinhos, encantando a plateia.  (Fundação Copel/AssPreviSite)

Fundação Sanepar: SaneSaúde é a melhor autogestão
O SaneSaúde, plano de saúde dos empregados da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), obteve a nota 0,861, a melhor do País, na modalidade autogestão no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) divulgado pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Autogestão em saúde é o plano criado e administrado pela própria empresa ou organização beneficiada, sem fins lucrativos.
Quanto mais perto da nota 1, melhor é o plano. A nota do SaneSaúde foi a mais alta entre 165 operadoras brasileiras. O IDSS avalia o desempenho e a qualificação das operadoras em quatro indicadores, divididos em quatro áreas: Atenção à saúde, Situação econômico-financeira, Estrutura e operação e Satisfação dos beneficiários.
O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) faz parte do Programa de Qualificação das Operadoras de Planos de Saúde da ANS. Seu objetivo é contribuir para elevar os níveis de saúde dos brasileiros cobertos por planos privados de saúde. "A satisfação dos beneficiários é nosso principal indicador e trabalhamos sempre para melhorá-lo", diz José Luiz Taborda Rauen, presidente da Fundação Sanepar, administradora do Sanesaúde.
Para Fernando Ghignone, presidente da Sanepar, a excelência do SaneSaúde reforça um dos compromissos da empresa com os empregados. "Temos um dos melhores corpos técnicos do país, que tem a tranquilidade de trabalhar sabendo que sua saúde e a de seus familiares é bem cuidada", afirma Ghignone.
Criado em 1998, o SaneSaúde atende 22.656 pessoas, funcionários da Sanepar e dependentes, realizando em média 43.920 atendimentos mensais, entre consultas ambulatoriais, exames, internações hospitalares com obstetrícia e odontologia.  (Fundação Sanepar/AssPreviSite)

Sistel: Novo canal de relacionamento
Sistel TV: o novo canal de relacionamento da Fundação Sistel
Dia 26 de outubro, a Sistel lançou a Sistel TV: ferramenta valiosa para a educação previdenciária, financeira e de saúde de seu público.
Por meio do novo canal, os participantes e assistidos da Fundação poderão conferir matérias sobre novos serviços oferecidos, depoimentos de assistidos, entrevistas com a Diretoria Executiva e colaboradores da Sistel, empresas parceiras, entre outros.
A programação da Sistel TV foi toda elaborada pensando na facilidade que o recurso audiovisual oferece  para o melhor atendimento do público de participantes e assistidos.
Os vídeos estão disponíveis no Portal www.sistel.com.br, clicando no ícone com a logomarca da Sistel TV.   Vale a pena conferir!  (Sistel/AssPreviSite)

Fusan: Treinamento de advogados da patrocinadora
A Fundação Sanepar de Previdência e Assistência Social - Fusan, realizará em parceria com a Diretoria Jurídica da Sanepar um evento nesta quinta (27) para tratar as questões jurídicas e atuariais relativas ao plano FusanPrev.
Participarão do evento todos advogados da patrocinadora principal - Sanepar. Para agilizar o treinamento e maximizar o uso das novas tecnologias, o evento será realizado nas salas de teleconferência da Sanepar, localizadas em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Ponta Grossa.
A abertura do evento será realizada pelo Diretor-Presidente da Fusan, José Luiz Costa Taborda Rauen e pelo Diretor Jurídico da entidade, Flávio Luis Coutinho Slivinski. Rauen apresentará o contexto institucional, em seguida a Gerente de Benefícios Previdenciários, Eliziane Salvador, trará informações sobre o plano e o consultor jurídico da Fusan, Sidnei Cardoso apresentará o contexto Legal e as Ações em andamento. Também participará do evento a Atuária do FusanPrev, Rita P. Anzolin, abordando os Riscos Atuariais.   (Diário dos Fundos de Pensão)

Sabesprev: Entre os melhores da saúde
A Sabesprev,  fundo de pensão dos empregados da Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, tem mais um motivo para festejar seus 20 anos de existência: figura entre os seis melhores planos de saúde do País, segundo relatório de qualificação de atendimento da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, divulgado esta semana. Atualmente o plano de autogestão em saúde da Fundação atende um universo próximo a  54 mil vidas, entre participantes ativos, assistidos e respectivos dependentes, e conta com cerca de quatro mil credenciados, entre hospitais, clínicas e diferentes profissionais da área médica distribuídos na Capital, Litoral e Interior do Estado.   (Sabesprev/AssPreviSite)

Fundação CEEE: Audiência pública do TRT - RS
O Plano Único da Fundação CEEE foi tema da primeira audiência pública da história do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (TRT-RS). O evento ocorreu no dia 21 de outubro, na sala de sessões do Tribunal Pleno do TRT-RS em Porto Alegre. Foram abordados os critérios de cálculo da complementação definitiva de aposentadoria do Grupo CEEE, para empregados vinculados ao Plano Único e cujos contratos estavam em curso durante a vigência do Regulamento de 1979 da Fundação CEEE.
A audiência foi conduzida pelo presidente do Tribunal, desembargador Carlos Alberto Robinson. O objetivo foi debater questões sociais, econômicas e técnicas sobre a matéria, que é controversa na jurisprudência do TRT-RS, gerando decisões diferentes entre as Turmas Julgadoras sobre os seguintes tópicos que envolvem o Plano Único da Fundação CEEE: utilização do regulamento vigente no momento da inscrição do participante no fundo de pensão, critérios de dedução do valor de benefício previdenciário e de reajuste do salário-real-de-contribuição.
Existem várias as ações sobre o mesmo assunto, mas três reclamatórias deram origem a Incidentes de Uniformização de Jurisprudência (IUJs), instrumento que visa à consolidação de um entendimento único do Tribunal a respeito do tema. Ao apreciar os IUJs em junho deste ano, o Tribunal Pleno do TRT-RS decidiu realizar a audiência. Agora, os IUJs voltarão à pauta do Pleno para julgamento, podendo, ou não, resultar na edição de uma súmula. “A importância desse evento não só foi de elucidar o TRT da 4ª Região no que se refere ao segmento da Previdência Complementar, mas também informar da importância que essas decisões judiciais poderão repercutir para a sociedade, resultando em jurisprudência na esfera estadual como também em âmbito nacional”, afirmou Gerson Plucani, Gerente Jurídico da Fundação CEEE.
Os advogados das partes envolvidas: dos reclamantes, do Grupo CEEE e da Fundação CEEE tiveram 20 minutos para se manifestar. A audiência também contou com mais 12 pronunciamentos, de pessoas previamente inscritas e habilitadas. Entre elas, advogados, representantes de entidades da área Previdenciária, atuários e aposentados do Grupo CEEE. O material enviado pelos pronunciantes será disponibilizado nos próximos dias, assim como a gravação na íntegra da audiência pública, basta acessar: no site www.trt4.jus.br  (Fundação CEEE/AssPreviSite)

Capef: Eleição para Conselhos no dia 1º de novembro
A Comissão Eleitoral, no uso de suas atribuições legais, informa que será prorrogada a data da eleição para os membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da CAPEF em função da continuidade da paralisação dos funcionários do Banco do Nordeste do Brasil S.A.
Conforme acordado entre as chapas concorrentes e aprovado pelo Conselho Deliberativo da Entidade, a nova data do processo eleitoral será dia 1º de novembro de 2011. Os locais de votação e o horário da eleição permanecem inalterados.  (Capef/AssPreviSite)

Petros: Regulamento do Plano AnaparPrev
Proposta de alteração do regulamento do Plano ANAPARprev está disponível na área do participante
Para atender à exigência legal, a Petros enviou a todos os participantes do Plano ANAPARprev a proposta de alteração do Regulamento do Plano por carta e e-mail, além de disponibilizar o documento na área de acesso restrito do participante, no Portal.
Desde abril, as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs) estão obrigadas a comunicar antecipadamente aos participantes e assistidos o teor da proposta de alteração de estatuto e regulamento dos planos de benefícios.
Recentemente, a Resolução CNPC nº 6, de 15/8/2011, alterou o prazo da comunicação antecipada de qualquer proposta de alteração de estatuto e regulamento dos planos de 60 para 30 dias, contados anteriormente ao envio do requerimento de alteração à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).
Desde a publicação dessa nova resolução, as EFPCs devem enviar a síntese das alterações aos participantes e assistidos e divulgar o inteiro teor da proposta na sede da entidade e na Internet.  (Petros/AssPrevISIte)

Braslight: Certificação 9001 é mantida
A BSI Brasil conduziu, ao longo de três dias  trabalho de auditoria cujo objetivo era realizar uma reavaliação da certificação ISO 9001 mantida pela Braslight, para garantir que os elementos do seu escopo e os requisitos da norma estão sendo efetivamente abordados pela Fundação no seu sistema de gestão da qualidade.
Ao final da auditoria, foi recomendada a continuidade da certificação.
A certificação pela norma ISO 9001 na Braslight teve início em 2004, com o processo de concessão de benefícios, e foi, paulatinamente, sendo ampliada.Em 2010, seu escopo assumiu uma forma mais abrangente e passou a ser “Administração de Planos de Benefícios de Natureza Previdenciária”, incluindo os processos de concessão de benefícios e de empréstimos a participantes; extração de dados para avaliação atuarial; folha de pagamento de assistidos; relacionamento com participantes, arrecadação de contribuições e concessão de institutos previdenciários; e também os processos da área financeira (contabilidade, tesouraria, controladoria e gestão de investimentos).
A cada certificação são auditados também os processos das áreas-meio, como, por exemplo, gestão de recursos humanos, gestão de fornecedores e contratos, tecnologia da informação, gestão jurídica, comunicação institucional e secretaria geral. (Diário dos Fundos de Pensão)

Forluz: Obra recebe visita técnica de profissionais da Vale
Uma equipe da Vale realizou, na sexta-feira (21/10), uma visita técnica à obra do edifício Aureliano Chaves. A visita foi uma solicitação do Centro de Tecnologia de Edificações – CTE, empresa que presta consultoria referente a sustentabilidade e certificação Leadership in Energy and Environmental Development – LEED para a Forluz, e que também acompanha a Vale em dois empreendimentos que estão sendo iniciados pela mineradora.
Os profissionais foram recebidos pela arquiteta Marisa Lanna e pelo engenheiro Marildo Diniz, integrantes da equipe de gerenciamento e fiscalização da obra. “Eles estavam interessados em informações tanto no que diz respeito aos detalhes técnicos da construção, quanto às adequações necessárias para a observância dos critérios do LEED”, esclareceu a arquiteta.
A demanda por esse tipo de informações tem sido grande. Essa foi a sétima equipe a solicitar visita técnica ao empreendimento este ano. Outras grandes empresas e instituições, como a UFMG, a Assembleia Legislativa, a Mendes Júnior e o Hospital Mater Dei também têm procurado a Forluz em busca de informações sobre o prédio, que se tornou referência em Minas e no Brasil por incorporar, de forma inédita, conceitos e práticas sustentáveis.  (Forluz/AssPrevISite)

Serpros: Alteração da Contribuição Facultativa
Invista em você e na sua família
Veja quanto você poderá ganhar aumentando a sua contribuição facultativa
Outubro é o mês para alteração da contribuição facultativa dos participantes ativos do PS-II. Quando o participante aumenta a sua contribuição facultativa ao Plano, sua aposentadoria cresce. Para ilustrar, pegamos como exemplo, uma participante que entrou no SERPROS há um ano, tem 26 anos , com salário de R$ 5,3 mil e contribui com R$ 255 por mês. Essa participante terá uma aposentadoria complementar estimada em R$ 1,6 mil, além da Previdência Social.
Para dobrar o benefício complementar do SERPROS para R$ 3,2 mil, a participante contribuirá com R$ 410, ou seja, não precisa dobrar a contribuição para o ter dobro da renda de aposentadoria complementar para o resto da vida.
Porém, se a participante desejar contribuir com o percentual máximo da facultativa, ou seja, 15%, considerando o mesmo salário, poderá chegar a uma aposentadoria estimada de R$ 5,4 mil, investindo R$ 613 por mês.
Quanto e quando?
Aumentar a contribuição facultativa é um bom negócio, independentemente do valor. Você pode fazer a alteração da contribuição facultativa na medida certa, acrescentando, anualmente, um pouco mais no mês de outubro. Você pode aumentar a sua contribuição considerando seu orçamento familiar. E não se esqueça: fazendo a sua parte de aumentar a contribuição facultativa, a patrocinadora também fará a dela, aumentando na mesma proporção a contribuição facultativa que é feita para sua aposentadoria.
Lembre-se que o prazo para a alteração da sua contribuição terminará às 17h do dia 31 de outubro de 2011.
E o Imposto de Renda?
Além de uma aposentadoria melhor, o aumento da contribuição facultativa poderá ser utilizado para abatimento na base de cálculo do Imposto de Renda até o limite de 12% da soma das rendas no exercício.
Como fazer?
No portal do SERPROS (www.serpros.com.br), na área restrita do participante, há um simulador para você ver o melhor percentual entre 0 e 15% da sua renda.
Caso necessite de alguma orientação, entre em contato com o SAP (Serviço de Atendimento ao Participante), pelo telefone 0800 721 10 10 de segunda a sexta, das 9 às 17 horas, ou pelo sap@serpros.com.br.  (Serpros/AssPreviSite)

Fundação Copel: 40 anos e novo visual
Presente na vida de milhares de participantes, a Fundação Copel comemora o seu quadragésimo aniversário neste dia 21 de outubro, ostentando a 15ª posição entre quase trezentas entidades fechadas de previdência complementar.
A nossa história começou a ser construída pelos pioneiros que acreditaram no sonho de estruturar uma entidade forte e representativa. Este ideal nos move até hoje e nos faz recriá-la a cada dia, assumindo a obrigação de prepará-la para o futuro e um alcance ainda maior: a perenidade.
Como dizem que a vida começa aos quarenta, aproveitamos as comemorações dos 40 anos para modernizar nossa identidade visual, agregando valores tradicionais à nova fase da entidade.
Basicamente, o conceito da nova logo - uma seta azul direcionada à logomarca da Copel - representa a missão maior da entidade que é reverter todos os seus esforços a fim de atender os anseios e as expectativas de participantes e patrocinadoras, representados pela nossa instituidora.
Atualizar a marca não representa romper o vínculo com o passado, nem desvalorizar tudo o que foi conquistado pela Fundação Copel nessas quatro décadas. Essa história já está arquivada em nosso DNA e ficará em nossa memória para sempre.
Aproveitamos a data para lançar o novo site institucional, com um design mais atraente, navegação ágil e amigável, facilitando o acesso aos serviços mais procurados pelos participantes.
O projeto valorizou as informações sobre os produtos disponibilizados pela Fundação Copel. Usuários do plano de saúde, por exemplo, ganharam uma nova forma de apresentação do guia médico, mais explicativa e eficaz.
Preparamos o site para se integrar às redes sociais. Todo o conteúdo poderá ser compartilhado através do Blog, Facebook e Twitter.
Convidamos a todos para a acessarem o novo site (www.fundacaocopel.org.br).  (Fundação Copel/AssPreviSite)

Economus: Novo Diretor de Controles
Benilton Couto da Cunha, tomou posse em 10 de Outubro
O novo Diretor substituiu Octávio Muniz Mauro Freire, que esteve na diretoria administrativa  de 03/2010  a 09/2011 e se aposentou recentemente.
Benilton Cunha é formado em Economia e Administração de Empresas com MBA em Auditoria, e possui Pós-Graduação em Gestão da Qualidade em Serviços. Atuou como Gerente Executivo da Diretoria Menor Renda e da Unidade Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil, Diretor de Administração e Finanças do Banco Popular do Brasil, Gerente Regional de Varejo, Gerente de Auditoria e Administrador de Agências.
Ao novo Diretor desejamos as boas-vindas e sucesso nesta nova trajetória.  (Economus/AssPreviSite)

Regius: Responsabilidade Socioambiental
Implementado a partir da última sexta-feira, o Programa de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, idealizado pelo BRB, inclui em suas ações: economia de papel com lixeiras específicas para reaproveitamento; lixeiras de coleta seletiva de materiais orgânicos e plásticos; palestras para a redução de consumo de energia elétrica e de água além de outras medidas de sensibilização dos funcionários para a causa.
A conscientização sobre a responsabilidade socioambiental fará parte da rotina da Regius, com o objetivo de mudar hábitos para a construção de um futuro mais sustentável.
É a Regius cuidando do seu futuro e do planeta.   (Regius/AssPreviSite)

Fundação Cesp: O Cenário Internacional
O terceiro trimestre de 2011 certamente será lembrado por (pelo menos) três eventos:
1) A discussão sobre a ampliação do teto da dívida pública nos EUA; e logo em seguida o rebaixamento do rating dos EUA de AAA para AA pela agencia Moody´s;
2) A crise da dívida pública na Europa atingindo fortemente a Itália (e em menor grau a Espanha), as dúvidas sobre a solidez dos bancos europeus e também as dúvidas sobre a capacidade da Grécia honrar seus compromissos no curto praz e;
3) O repentino corte na taxa de juros básica, efetivamente pelo Copom na sua reunião de 31 de Agosto (a taxa Selic caiu de 12,50% para 12,00%).
Este conjunto de eventos trouxe de volta a volatilidade para patamares bastante elevados, ainda que abaixo daqueles observados na primeira fase da crise em 2008.
Em outras palavras, neste período coisas consideradas inimagináveis se tornaram realidade. Realidade triste e preocupante, frise-se. Importante destacar que esta é a mesma crise de 2008, mas afirmar que ela é uma mera extensão daquela não basta, pois há diferenças entre os dois momentos.
Na primeira fase a questão era a dos agentes privados, como bancos e corretoras de investimentos. Todos esses agentes tomaram dinheiro emprestado e geraram ativos em magnitude muitas vezes além do seu patrimônio líquido. A redução das suas dívidas foi feita, até aqui, por caminhos tortuosos, mas na sua essência ela foi assumida pelo setor público. É fácil constatar esse processo: basta observar a evolução recente da razão dívida pública sobre o PIB em alguns países.
A segunda fase (atual) é mais assustadora porque agora a dúvida diz respeito a como desalavancar o setor público. Em outras palavras, como diminuir a dívida pública que em vários países apresenta uma dinâmica francamente insustentável. Qualquer dinâmica de redução da dívida pública envolve dois elementos (e/ou uma combinação entre deles): aumento de impostos e redução de despesas.
Num ambiente de desaquecimento econômico, a elevação de impostos tende a agravar a situação ao retirar recursos dos agentes privados. Por outro lado, o corte das despesas além de intrinsecamente recessivo – pela diminuição da demanda agregada – tende a encontrar resistência política.
Agrava o quadro a magnitude dos números e a fragilidade do sistema financeiro, particularmente, o europeu, dado que o Fundo Europeu para Estabilização Financeira inicialmente criado com € 440 bilhões já é considerado insuficiente e os novos números para o fundo sugerem alguma coisa superior a 1 trilhão de euros (a bem da verdade a situação é tão complicada que qualquer deve ser tratado com a devida reserva).
Nessas circunstâncias o dia a dia do mercado oscila entre o pânico e o alívio, mas de forma quase assimétrica, ou seja, os movimentos de queda tendem a serem maiores que os movimentos de alta. E o pior é que dada a complexidade técnica e política do problema é ingenuidade supor que exista uma solução ao mesmo tempo rápida, contundente e indolor. O mais provável, sem dúvida, é convivermos com essa incerteza por vários meses à frente.
O Cenário Doméstico
Em meio a tantas incertezas, o Bacen tomou uma decisão surpreendente e ousada: não somente interrompeu o ciclo de alta de juros, mas sim reverteu o processo anunciando um corte de 0,5% (a taxa SELIC recuou de 12,50% para 12,00%)
Mesmo com a inflação (IPCA) acumulada de 12 meses (terminados em julho) na faixa de 7,2%, as autoridades econômicas dão sinais claros que podem e aceitam conviver com um binômio mais crescimento com mais inflação, sem muita inquietação.
Para compensar em parte o efeito expansionista na atividade econômica de uma taxa de juros menor o governo anunciou uma ampliação da disciplina fiscal para este ano e o próximo. Esta será uma componente fundamental do novo binômio crescimento (mais) e juros (menos). O efeito contracionista da área fiscal será necessário para não aquecer em demasia a economia e criar condições ainda mais favoráveis para o repasse de preços.
O comportamento dos mercados e a gestão dos recursos
A reação dos mercados (renda fixa e ações) a este novo conjunto de informações foi simples: muito mais volatilidade e compra de títulos atrelados a inflação. O índice IBOVESPA abriu o mês de agosto nos 59.000 pontos caiu até os 48.000 pontos e fechou o período perto dos 56.400 pontos. No movimento de recuperação, os papéis que mais se destacaram foram aqueles ligados ao consumo doméstico (numa leitura simplória do novo cenário, pode-se dizer).
A oscilação da bolsa parece estar mais ligada aos fatores macroeconômicos (domésticos e internacionais) já que os resultados das empresas até junho deste ano podem ser considerados bons e dentro das expectativas, de uma forma geral, embora seja quase certo que, em algum momento, as preocupações de ordem macroeconômica terminem por desencadear algum ajuste nas projeções de lucro das empresas para 2012.
Por outro lado, na renda fixa, o interesse por papéis atrelados a inflação (particularmente as  Notas do Tesouro Nacional da serie B – indexada ao IPCA) cresceu enormemente e por conseguinte as taxas de juros caíram de forma acentuada em todos os vencimentos.
Apesar de uma gestão mais conservadora dos recursos garantidores dos planos de previdenciários administrados pela Fundação CESP, os movimentos dos preços dos ativos têm alcançado amplitude tal que os resultados acumulados até agosto equivalem á 75% da meta atuarial do período. O tom mais conservador da gestão pode observado seja pela alocação historicamente baixa em renda variável, seja constante aquisição de títulos públicos federais atrelados à inflação.   (Jorge Simino Jr - Fundação Cesp/AssPreviSite)

Forluz: Cenário econômico brasileiro e mundial
O Comitê de Investimentos da Forluz organizou um novo evento com consultor externo, na terça-feira, 18 de outubro, recebendo, desta vez, o economista chefe do Banco Pine, Marco Maciel. O encontro teve como objetivo discutir o cenário econômico brasileiro e mundial, em curto e longo prazos, visando auxiliar a Forluz na definição de sua política de investimentos. As questões macroeconômicas abordadas durante o encontro auxiliarão o Comitê a traçar planos estratégicos para alocação de recursos.
Dentre os assuntos tratados, mereceram atenção a economia interna, dando enfoque ao aumento da participação da renda do brasileiro no mercado, especialmente da classe média. O aumento do salário mínimo e sua influência na inflação, queda de juros, a visão dos países estrangeiros em relação ao Brasil, a expansão do mercado asiático, dificuldades financeiras em alguns países europeus e a volatilidade do dólar. Para aferir os desdobramentos da crise e tendências do mercado, a Forluz tem realizado um ciclo de encontros com profissionais influentes e suas equipes.
Desde junho deste ano, passaram pela Fundação nomes como José Márcio Camargo, professor titular do Departamento de Economia da PUC-Rio e consultor de empresas e organizações empresariais, o ex-presidente do Banco Central e sócio fundador da Rio Bravo Investimentos, Gustavo Franco, o ex-presidente do Banco Central e coautor do livro "História do Pensamento Econômico como Teoria e Retórica", Pérsio Arida, o estrategista da Quest Investimentos e ex-ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros.  (Forluz/AssPrevISite)

Previ: Comprovante do IR
Escolha como quer receber o comprovante de Imposto de Renda
Por diversos motivos, algumas pessoas preferem não receber o comprovante para fins de Imposto de Renda impresso. Há alguns anos, o comprovante é disponibilizado aqui pelo site e os participantes podem consultar essas informações antes mesmo de recebê-las pelos Correios.
Todos os participantes podem fazer a qualquer tempo a opção no Autoatendimento / Seu Cadastro, marcando ou não a opção Demonstrativo para IR, na parte "Escolha como receber informações". A opção de não recebimento via correio refere-se aos comprovantes e informes de rendimentos, como também aos extratos de financiamento imobiliário, empréstimo simples, Capec e de contribuições.
Durante os próximos meses, ao acessar qualquer serviço no Autoatendimento, você será automaticamente direcionado para a tela de opção. Caso tenha feito alguma escolha em anos anteriores, essa manifestação continua valendo. Caso não tenha mudado de ideia, não precisa manifestar-se novamente. Sua escolha passará a valer para todos os anos seguintes. Para que seja inibida a emissão de comprovantes já para a Declaração de IRPF 2012, ano-base 2011, o prazo de opção é 31 de janeiro.
Os comprovantes eletrônicos oferecem vantagens como maior segurança de dados, já que o ambiente exige matrícula e senha do participante, eliminação do risco de extravio de correspondência, agilidade e facilidade de acesso, além da colaboração com a política de responsabilidade socioambiental da PREVI, que prevê redução no uso de materiais e recursos como papel e energia, utilizados durante o processo de impressão.  (Previ/AssPrevISIte)

Sabesprev: Entidades impedem migração
Enquanto não for realizada perícia contábil e atuarial está proibida a migração de participantes do plano de Benefício Definido (BD) para o plano de Contribuição Definida (CD) da SABESPREV, entidade de previdência que administra os planos patrocinados pela SABESP, a companhia de saneamento do Estado de São Paulo. A perícia foi solicitada pelas entidades representativas dos participantes para definir de quem é a responsabilidade pela cobertura do déficit técnico de cerca de R$ 500 milhões verificado no plano BD.
Esta foi a decisão 12ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, em julgamento ocorrido no dia 28 de setembro de 2011, ao não acatar cinco recursos interpostos pela SABESPREV e pela patrocinadora SABESP, que buscavam transferir a competência da 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo para uma das Varas Cíveis comuns da Justiça Estadual da capital, e ainda cassar a liminar que havia sido concedida por aquele juízo, que proibiu a migração de participantes e reservas do plano BD para um novo plano CD.
Além dos recursos de SABESP e SABESPREV, também foi julgado e acatado o agravo de instrumento proposto pelo Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo – SINTAEMA, e pela Associação dos Aposentados e Pensionistas da Sabesp – AAPS. Foi mantida a competência da 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo para apreciar e julgar a ação coletiva intentada pelas entidades associativas, através do advogado Ricardo Só de Castro, integrante do Escritório de Direito Social.
As decisões proferidas em favor das entidades que representam os participantes e assistidos da SABESPREV viabilizam o início do processo de negociação entre as partes envolvidas, que, por sua vez, já providenciaram pedido de suspensão da ação coletiva pelo prazo de seis meses para que a negociação fosse realizada.
SINTAEMA e APPS não defendem a imutabilidade de planos de benefícios, mas consideram imprescindível que qualquer mudança em estatutos e regulamentos seja feita através de negociação entre as partes – participante, patrocinador, fundo de pensão. “Os conflitos envolvendo mudanças de regulamentos, transferências de reservas, implantação de novos planos e cobertura de déficit só devem ser resolvidos por negociação entre as partes e não pela imposição das patrocinadoras, contrariando interesses dos participantes”, avalia Cláudia Ricaldoni, presidente da ANAPAR.
As entidades representativas consideram fundamentais as vitórias e lembram que só recorreram ao Judiciário porque não conseguirem ter suas tentativas de negociação atendidas pela patrocinadora.  (Anapar)

Elos: Entidade Multipatrocinada
O Conselho Deliberativo da ELOS aprovou a proposta de alteração do estatuto da ELOS e também do regulamento do plano previdenciário BD-ELOS/Tractebel, em caráter de adequação e atendimento às diretrizes da Lei nº 108. Entre as mudanças está a   definição da Fundação como entidade multipatrocinada.
As alterações serão encaminhadas para a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC).
Conforme divulgado anteriormente, a ELOS passará a ser regida pela Lei Complementar nº 108, de 29 de maio de 2011, e não mais pela Lei Complementar nº 109, em virtude da inversão ocorrida com o patrimônio dos planos patrocinados pela Eletrosul, maior do que o da patrocinadora Tractebel.  (Diário dos Fundos de Pensão)

Funcef: Ouvidora fala sobre o novo canal de atendimento
Meio é estratégico para promover a excelência do serviço
Os participantes da FUNCEF ganharam em agosto deste ano mais um meio de atendimento com a Fundação, a Ouvidoria. Para saber mais sobre esse novo canal, confira a entrevista concedida pela ouvidora Rosilândia Gonçalves.
Qual é a função de uma Ouvidoria dentro de uma Organização?
A Ouvidoria deve entender o olhar de quem usa o serviço e avaliar  adequadamente as reivindicações no sentido de humanizar a relação e gerar ações destinadas à satisfação. O papel da Ouvidoria é estratégico e busca a excelência no atendimento.
Como será a relação da Ouvidoria da FUNCEF com as demais áreas no que diz respeito ao atendimento aos participantes?
É importante reforçar que os canais de atendimento da FUNCEF serão mantidos e preservados. A Ouvidoria trata casos excepcionais, que por algum motivo não foram bem resolvidos pelos setores normais de atendimento.
Ao tomar a decisão de aceitar uma manifestação, a Ouvidoria registra em sistema próprio, informa o número de protocolo e prazo para resposta.
A manifestação  é direcionada à área competente por providenciar a resolução do problema. Ao rejeitar uma demanda, a Ouvidoria avisa o manifestante  o motivo da rejeição e se for o caso, encaminha o participante  ao canal correto de atendimento.
A Ouvidoria será constituída a partir das nossas experiências, unindo a experiência da equipe que compõe a Ouvidoria com todas as unidades da FUNCEF.
Há prazo para que as áreas devolvam a demanda para a Ouvidoria a fim de que seja repassada ao participante?
Sim. As informações requisitadas pela Ouvidoria deverão ser prestadas pela área no prazo de até cinco dias úteis.  O participante receberá a resposta da Ouvidoria no prazo de até dez dias úteis, a contar do recebimento da manifestação.
Como surgiu a figura do ouvidor nas instituições?
A figura do ouvidor, ou ombudsman, surgiu na Suécia, no início do século XIX. No Brasil, esta função foi adotada visando conferir uma maior transparência às atividades das instituições e, também, estimular o cidadão  a defender seus direitos e interesses, privilegiando a prevenção e, por conseqüência, evitar confrontos nas relações de consumo.
Visando preservar os princípios que regem a Ouvidoria, a Associação Brasileira de Ouvidores - ABO, criada em 1995, aprovou em 1997 o seu Código de Ética, expressando os valores que devem nortear a atuação dos Ouvidores/Ombudsman, conscientizando os cidadãos sobre o alcance desta função e as suas obrigações junto à comunidade.
Os canais para acessar a Ouvidoria FUNCEF são:
• 0800 706 9000;
• E-mail: ouvidoria@funcef.com.br;
• Correspondência: SCN, qd.2, bl.A, Ed. Corporate Financial Center, CEP:70712-900. Brasília (DF);
• Atendimento presencial agendado, sala da Ouvidoria-12º andar (mesmo endereço de correspondência), horário de atendimento: das 9h às 12h e das 14h às 17h; e
• Formulário : http://www.funcef.com.br/apl/ouvidoria/faleconosco.aspx  (Funcef/AssPreviSite)

Infraprev: Espaço de educação previdenciária
O INFRAPREV reformulou o espaço de Educação Previdenciária no seu portal. O INFRAEDUCA é uma nova proposta que permite maior interação através de jogos e vídeos.
Gradativamente serão disponibilizados jogos que vão facilitar o entendimento do assunto, assim como os vídeos, que podem ser acessados também pelo youtube.com/infraprev.
O primeiro jogo é a Forca, que testa o conhecimento do participante sobre previdência e finanças. A participação dá direito a um brinde do INFRAPREV. É preciso que o participante jogue, entrando com login e senha, para ganhar o brinde.
Acesse o espaço compreenda com mais clareza o funcionamento da previdência complementar e ao mesmo tempo divirta-se. (Infraprev/AssPreviSite)

Metrus: Qualidade de vida e Sustentabilidade
Com o foco na política de qualidade de vida desenvolvida pelo Metrus o Baile da Primavera, que comemorou os 18 anos de existência do Instituto, foi um evento de contagiosa alegria e sucesso para todos os presentes.
A edição da festiva e marcante reunião de sexta-feira, contou ainda com o lançamento de um projeto novo do Instituto envolvendo a questão da sustentabilidade:  A reciclagem dos cartões de identificação do Metrus.
O evento, com a participação dos metroviários e seus familiares, faz parte do calendário de reuniões do Instituto com palestras de orientação sobre previdência, preservação da saúde e prevenção de doenças, no auditório de sua sede, em São Paulo. (AssPreviSite)

Fundação CEEE: Encontro Mais Vida 2011
Motivação e o sentido da vida, este é o tema do Encontro Mais Vida 2011, com a  presença de José Luiz Tejon, Publicitário, Jornalista, mestre em arte e cultura pela Universidade Machenzie e doutorando em Ciência da Educação pela Universidad de La Empresa, no Uruguai. O evento irá conversar sobre viver as oportunidades que a vida proporciona, mesmo sob os mais difíceis obstáculos.
O Encontro Mais Vida será realizado no dia 19 de outubro, no Centro de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre,  a partir das 13h30min. As inscrições são gratuitas e evento é dirigido a participantes ativos, aposentados, pensionistas e seus familiares, com o objetivo de integrar e realizar a troca de experiências e melhoria da qualidade de vida abordando temas pertinentes à melhor idade.
O evento anual traz convidados para proferirem palestras e atrações artísticas que encantam o público. Com 31 anos de experiência no mercado, a Fundação CEEE é o maior fundo de pensão do RS, com um patrimônio superior a R$ 4,4 bilhões. Atualmente, a instituição administra planos de previdência dos empregados das companhias de energia elétrica do Estado (CEEE, CGTEE, RGE, AES Sul), da mineradora CRM e dos associados ao  SINPRO RS, SENGE-RS, SINTAE RS E AFCEEE.  (Fundação CEEE/AssPreviSite)

Forluz: Apresentação para novos empregados
Forluz apresenta a Fundação e o plano previdenciário para empregados da Cemig Telecom
O diretor de Seguridade e Gestão da Forluz, José Ribeiro Pena Neto, e a analista previdenciária, Rejane Couto, estiveram na Cemig Telecom, no dia 10 de outubro, para apresentar a Fundação e o Plano B aos novos empregados. O foco nesse público visa sua adesão ao plano previdenciário da Fundação, tendo em vista que a Empresa vem crescendo e ampliando seu quadro. Sérgio Belisário, diretor Técnico da Cemig Telecom e presidente do Conselho Deliberativo da Forluz e Leandro César Reis, Superintendente Administrativo Financeiro da Cemig Telecom, também prestigiaram a reunião. Durante o encontro, José Ribeiro ressaltou a importância de se preparar desde cedo para a aposentadoria e a vantagem de contar com uma empresa patrocinadora o que ajuda e muito nisso. Em seguida, a analista previdenciária da Forluz, Rejane Couto Dutra, fez uma exposição sobre o Plano B, abordando seus aspectos mais importantes, como benefícios e contribuições, e esclarecendo dúvidas dos presentes. A Cemig Telecom possui atualmente 93 empregados efetivos e cerca de 140 terceirizados. Dos efetivos, cerca de 20 recém admitidos ainda não aderiram ao plano de previdência. A Cemig Telecom é patrocinadora dos planos previdenciários da Forluz desde fevereiro de 2006. Atualmente, a Forluz possui nove patrocinadoras, todas empresas pertencentes ao Grupo Cemig.   (Forluz/AssPreviSite)

Previ: Indicadores de performance de agosto
Participantes já podem consultar as rentabilidades dos três planos de benefícios da PREVI - Plano 1, PREVI Futuro e Capec, bem como do Plano de Gestão Administrativa (PGA) - referentes ao mês de agosto e ao acumulado de 2011.
Atualizadas mensalmente, as rentabilidades segmentadas por plano e por carteira de investimentos podem ser conferidas no site, na seção Investimentos/ Demonstrativos, link:
http://www.previ.com.br/portal/page?_pageid=57,963026&_dad=portal&_schema=PORTAL  (Previ/AssPrevISIte)

Infraprev: Alteração de Contribuição
Prazo prorrogado para dezembro
O prazo para alterar o percentual de contribuição para o Plano CV foi prorrogado para  31 de dezembro. O participante pode aumentar o percentual por meio do hotsite de Alteração de Contribuição no portal do INFRAPREV, mediante login e senha. É rápido e simples.
Ao aumentar o percentual de contribuição, o participante tem uma economia no Imposto de Renda, já que é possível deduzir a contribuição básica, até o limite de 12%, sobre os rendimentos tributáveis recebidos no ano.
Além disso, o valor da poupança previdenciária cresce, já que as suas contribuições e a da Infraero, sua parceira nesse investimento, também se tornam maiores.  (Infraprev/AssPreviSite)

Forluz: Novas regras de empréstimo
Participante deve prestar atenção às novas regras de empréstimo
A Forluz lembra aos participantes que, de acordo com o novo regulamento de empréstimo, o envio do contrato deverá ser acompanhado obrigatoriamente do regulamento em sua íntegra. Vale ressaltar que todas as páginas devem ser assinadas pelo financiado e cônjuge quando necessário.
Ressaltamos, ainda, que não será concedido o empréstimo caso o formulário tenha sido preenchido incorretamente ou enviado sem a documentação exigida. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-0909090 ou pelo e-mail atendimento@forluz.org.br.
Para acessar o novo regulamento clique no link
https://www.forluz.org.br/Documentos%20Compartilhados/Novo%20regulamento%20empréstimo.pdf  (Forluz/AssPreviSite)

Serpros: Contratação de Empréstimo
Até o dia 20 de outubro, estará aberto o período de simulação e de contratação de empréstimo no SERPROS.
PRAZO
De 01 a 48 meses
PRESTAÇÃO
Fixa durante a vigência do contrato
TAXAS (já inclusa a taxa de administração de 0,2% ao mês)
De 1,55% a 1,71% ao mês, dependendo do prazo escolhido
Para conhecer melhor as características do empréstimo simples pré-fixado veja o quadro em anexo - (clique aqui)
Para os participantes que fizeram simulação antes do período de contratação, informamos que deverão clicar na opção -Recalcular- para que os valores sejam atualizados.  (Sepros/AssPreviSite)

Infraprev: Educação previdenciária
Saber consumir, poupar, planejar a vida financeira e administrar o dinheiro são fundamentais para um futuro com qualidade de vida. Com esse objetivo, o INFRAPREV reformulou o espaço de Educação Previdenciária no seu portal.
O INFRAEDUCA é uma nova proposta que permite maior interação através de jogos e vídeos. Os participantes ativos e assistidos e outros usuários do portal podem usufruir de informações sobre previdência e finanças e de planejar o orçamento por meio de uma planilha criada pelo Instituto.
Gradativamente serão disponibilizados jogos que vão facilitar o entendimento do assunto. A criação dos jogos teve a participação dos empregados do INFRAPREV, assim como o tema dos vídeos, que podem também ser acessado pelo youtube.com/infraprev.
O primeiro jogo é a Forca, que testa o conhecimento do participante sobre previdência e finanças. A participação dá direito a um brinde do INFRAPREV. É preciso que o participante jogue, entrando com login e senha, para ganhar o brinde.  (Infraprev/AssPreviSite)

Fundação Cesp: Adesões à contribuição voluntária
De 1º de outubro a 31 de novembro estão abertas as adesões à contribuição voluntária ou aumento do seu percentual. Contribuição voluntária é uma contribuição adicional a que você já faz obrigatoriamente ao plano. Ela é calculada com base nos 30% de seu salário (nos casos do PPCPFL e PAP/Fundação, essa referência é de 100%) e seu valor será descontado mensalmente no aviso de pagamento em conjunto com sua contribuição obrigatória. Essa porcentagem pode ser cancelada a qualquer tempo e é por meio dela que você pode planejar o quanto quer receber de aposentadoria. Já pensou em receber um benefício maior que seu salário reservando apenas um pequeno valor mensal para isso? Com a voluntária você pode realizar esse sonho!
A adesão ou a alteração da porcentagem pode ser feita diretamente na internet. É só entrar na área restrita do portal, escolher o menu “Previdência” e selecionar a opção “Alteração de Contribuição Voluntária”. Para aqueles que já aderiram à voluntária e esqueceram qual o percentual escolhido, nesta mesma tela já aparecerá o percentual e o ano que foi feita a opção. É necessário preencher o campo “Percentual de contribuição voluntária mensal vigente” com o valor que deverá ser descontado a partir de janeiro do ano que vem e também alterar o ano de vigência, que será 2012.
Lembre-se: sua empresa também te acompanha na contribuição voluntária. Confira abaixo o percentual da sua empregadora:
AES Eletropaulo – 5%
AES Tietê – 5%
CESP – 2,5%
CPFL Piratininga – 5%
CTEEP – 2,5% (para os provenientes do PSAP/EPTE – 5%)
Duke Energy – 2,5%
Elektro -2,5%
Eletropaulo Telecom – 5%
EMAE - 5%
Fundação CESP – 0,25%
Na área restrita do Portal, você pode ainda simular a expectativa de seu benefício com e sem a contribuição voluntária. É possível solicitar a adesão também pelo Disque-Fundação, pelos telefones (11) 3065.3000 ou 0800.012.7173. A adesão e mudança de percentual podem ser feitas até 31 de novembro.  (Fundação Cesp)

Aerus: Infeliz aniversário
No feriado de quarta-feira completam-se cinco anos e meio da “incrível, inaceitável e injustificável marca de um covarde e arbitrário calote em nossa aposentadoria”, como diz um ex-comandante da Varig sobre o fundo de pensão Aerus. Ele diz que não se consegue definir o que é “passar a vida trabalhando, poupando para um futuro um pouco menos incerto e descobri-lo comprometido pela irresponsabilidade de terceiros”.  (Fernando Albrecht - Jornal do Comércio)

Funcef: 33º Simpósio dos Aposentados
Diretores discutiram o impacto da crise econômica e do contencioso jurídico nos resultados da Fundação
O debate sobre os reflexos da crise econômica europeia e das ações judiciais para a rentabilidade dos planos marcou a participação da FUNCEF no 33º Simpósio Nacional dos Economiários Aposentados e Pensionistas da CAIXA, encerrado na quinta-feira (6/10), na Bahia. Além de apresentar os principais números e ações da Fundação, diretores e gestores responderam perguntas, tiraram dúvidas e se colocaram à disposição dos participantes.
“Queremos ouvir vocês de perto”, manifestou o presidente da Fundação, Carlos Caser, na abertura do encontro, dia 3 de outubro.
Na plenária de quarta-feira (5/10), foram feitas apresentações dos diretores Antônio Braulio de Carvalho (Planejamento e Controladoria), Demóstenes Marques (Investimentos), Carlos Borges (Participações Societárias e Imobiliárias), Renata Marotta (Administração) e José Carlos Alonso (Benefícios).
Confira os principais assuntos:
Crise europeia e a rentabilidade
Apesar da expectativa de rentabilidade menor no Balanço de 2011, os participantes devem ficar tranquilos. Segundo o diretor Demosthenes Marques, os bons resultados alcançados pela FUNCEF no período de 2003 a 2010 (com rentabilidade acumulada superior a 300%, contra uma meta atuarial de 146%) garantem à Fundação tranquilidade para superar os reflexos da crise econômica que afeta os países europeus, principalmente Grécia, Itália, Irlanda, Espanha e Portugal.
A boa rentabilidade possibilitou honrar os compromissos com os participantes e adotar uma séria de medidas prudenciais visando garantir a solidez dos planos.  Na avaliação do diretor Demósthenes Marques, a FUNCEF tem um patrimônio consolidado, o que a coloca em uma posição de segurança, principalmente se comparada a outros fundos de pensão.
Com apresentação de gráficos, o diretor mostrou que os ativos de investimentos da FUNCEF subiram de e 14,9 bilhões, em 2003, para R$ 43,5 bilhões, até agosto de 2011. “Soubemos nos apropriar dos momentos da economia e os resultados positivos nos deram capacidade para superar a crise de 2008 e agora, em 2011, manter o que já conquistamos. A carteira de investimentos da Fundação é salutar, com capacidade de dar bons resultados em prazos mais longos”, assegurou Demóstenes.
FUNCEF sobe no ranking mundial
Outra demonstração de que a FUNCEF tem acertado na política de investimentos é a sua posição como o 116º maior fundo de pensão do mundo. Nos últimos cinco anos, a Fundação subiu 110 posições no ranking mundial, que era de 226ª em 2006.  “A FUNCEF cresceu mundialmente e isso reflete os bons resultados alcançados”, comemorou Demósthenes.
Ações judiciais prejudicam planos
O aumento do número de ações judiciais contra FUNCEF interfere no desempenho dos planos e prejudica sua rentabilidade. O assunto mereceu atenção especial durante o 33º Simpósio dos Economiários Aposentados e Pensionistas da CAIXA.  Os diretores buscaram informar e esclarecer os participantes sobre o tema. Em apenas um mês, o número de processos judiciais envolvendo a Fundação saltou de 13.249 (agosto 2011) para mais de 20 mil (setembro 2011).
Após apresentar os ativos (recursos) dos planos REB, REG/Replan (saldado e não saldado) e Novo Plano, o diretor eleito Antônio Bráulio de Carvalho explicou – em tom de conscientização - que o resultado imediato dos processos judiciais obrigando a Fundação a pagar direitos que não estavam previstos nos regulamentos dos planos é o aprovisionamento de valores da ordem de R$ 786,3 milhões. Esses recursos poderiam ser aplicados para aumentar a rentabilidade dos planos.
Quem paga a conta? Com essa pergunta, os diretores eleitos alertaram para o caráter coletivo dos fundos de pensão. “Somos nós, todos os participantes, que pagamos essa conta, pois os recursos são dos planos”, destacou Antônio Braulio de Carvalho.
CTVA - Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado
A maioria dos processos judiciais envolvendo a FUNCEF refere-se a pleitos que não foram objeto de contribuição nem por parte do participante nem da Patrocinadora (CTVA, abono, auxílio-cesta, horas extras e outros).
Quanto às ações judiciais, o diretor Antônio Braulio de Carvalho lançou um desafio aos participantes. “Vamos avaliar o impacto dessas ações para os planos”, conclamou.
Aumento dos benefícios: desafio constante
O aumento real dos benefícios dos aposentados e pensionistas foi outro assunto abordado pelos diretores. O diretor de Investimentos, Demósthenes Marques, lembrou que esse é um desafio constante da FUNCEF. “Em um período de cinco anos a FUNCEF conseguiu conceder aumentos de 30% nos benefícios”, frisou.
Despesas bem controladas
A diretora de Administração eleita, Renata Marotta, apresentou as inovações tecnológicas que permitem aprimorar o atendimento e o controle dos processos na Fundação e disse que as ações tomadas pela FUNCEF têm por objetivo garantir o cumprimento de suas obrigações no presente e no futuro. “Ser previdente é tomar atitudes que não venham a prejudicar o patrimônio dos planos, pois quem paga a conta somos nós, os participantes”, alertou, referindo-se à avalanche de ações judiciais contra a Fundação. “Estamos nos esforçando para que a Fundação seja bem administrada”, garantiu, colocando-se à disposição dos participantes.
Investimentos da FUNCEF geram 1,4 milhão de empregos
O diretor de Participações Societárias e Imobiliárias, Carlos Borges, falou sobre os bons resultados da carteira imobiliária e destacou a contribuição da FUNCEF para o desenvolvimento do País.
Borges apresentou um estudo realizado pela DIPAR que revela que os empreendimentos da Fundação em imóveis, fundos de investimento e participações em empresas criam 1,4 milhão de postos de trabalho.  (Funcef/AssPreviSite)

Funsejem: Sistema multicotas
Resultados estimados de setembro: 1,03% na conservadora, 0,29% na moderada, -0,46% na agressiva e -2,19% na superagressiva
Os resultados estimados das modalidades de investimento do sistema multicotas, referentes ao mês de setembro, foram os seguintes: 1,03% na conservadora; 0,29% na moderada; -0,46% na agressiva e -2,19% na superagressiva. As cotas definitivas serão apuradas no décimo dia útil do mês. Elas não costumam se distanciar das estimativas e podem ser conferidas neste site.
É sempre bom lembrar que a diferença entre as modalidades está no requisito risco. A superagressiva, mais arriscada de todas, pode destinar de 30% a 50% dos recursos à renda variável, segmento que engloba aplicações de alto risco, como ações em bolsa de valores. No caso da agressiva, esta exposição vai de 0% a 50%. A moderada não tem uma composição específica. Seu resultado equivale à média dos rendimentos obtidos na agressiva e na conservadora, que contempla aplicações 100% renda fixa, de baixo risco.
Para uma ajuda sobre qual modalidade escolher, o participante pode contar com o simulador de perfil de investidor deste site. Em caso de mudança de modalidade, basta acessar a área restrita com login e senha e solicitar a alteração. O pedido é encaminhado automaticamente e atendido em até 60 dias. Também é possível baixar um formulário (disponível na área de livre acesso) que, depois de preenchido, deve ser encaminhado à Funsejem.   (Funsejem/AssPreviSite)

Banesprev: Auditoria Interna ISO
Da direção do Banesprev aos seus auditores internos
Afinada com as idéias contidas em “Melhores práticas dos fundos de pensão”, brochura editada em 2010 pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), a Diretoria Executiva do Banesprev estendeu o conteúdo ao seu Sistema de Gestão da Qualidade. Junto, em 9/9, a mensagem do presidente Jarbas de Biagi na reunião de abertura da auditoria interna anual (NBR ISO 9001:2008):
“Com base no ‘Guia’, da Previc, peço que incluam na lista de verificação os itens pertinentes a cada área auditada e apontem as oportunidades de melhoria”.
Desta forma, a entidade dissemina entre os seus colaboradores a cultura da supervisão baseada em riscos, que é premissa de boas práticas de gestão entre os seus dirigentes.”   (Banesprev/AssPreviSite)

Fundação Copel: Nova tábua de sobrevivência em dezembro
O Conselho Deliberativo da Fundação Copel, em reunião realizada em setembro e em atendimento à recomendação do atuário externo, aprovou a mudança da tábua de sobrevivência, da AT-83 para a AT-2000, segregada por sexo, a partir de 1.º de dezembro de 2011.
Considerando que há reservas suficientes o Conselho Deliberativo autorizou a sua utilização para que não haja impacto nos benefícios concedidos e a conceder, na adoção da AT2000.
A Entidade prestará informações mais detalhadas sobre a alteração e utilização da nova tábua, nas próximas edições do informativos e no site da Fundação Copel www.fundacaocopel.org.br.  (Fundação Copel/AssPreviSite)

Capaf está sob intervenção
O Diário Oficial da União publicou na terça-feira resolução da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) decretando intervenção, pelo prazo de 180 dias, na Capaf, a Caixa de Previdência Complementar do Banco da Amazônia. Para o cargo de interventor, foi nomeado Nivaldo Alves Nunes.
Ontem, tanto a Aeba (Associação dos Empregados do Banco da Amazônia) quanto a Aaba (Associação dos Aposentados e Pensionistas do Banco da Amazônia) reagiram com cautela à decisão, que já era esperada. Os dirigentes das duas entidades preferiram aguardar para fazer somente hoje uma manifestação conjunta à imprensa, às 10 horas.
A intervenção na Capaf representa o desfecho de um longo e penoso processo de negociação que acabou fracassando, já que não houve adesão de empregados em número suficiente aos novos planos de previdência apresentados pelo fundo de pensão. A Capaf conta atualmente com cerca de 3.900 participantes, segundo estimativa da Aeba.
O presidente da Aeba, Sílvio Kanner, foi lacônico ao tratar do assunto. Ouvido por telefone, fez questão de frisar que do ponto de vista legal a intervenção tem por objetivo assegurar os direitos dos participantes. Além disso, assinalou que tanto a Aeba quanto a Aaba colecionam diversas decisões judiciais favoráveis e que essas decisões não serão suspensas pela intervenção. O dirigente não descartou a liquidação da Capaf, mas deixou claro que não está trabalhando com essa possibilidade.
Um membro do conselho da Capaf, cujo nome é mantido sob reserva porque não está autorizado a falar em nome da entidade, antecipou que as duas entidades – a dos empregados e a dos aposentados e pensionistas – devem anunciar hoje a decisão de trabalhar em conjunto no sentido de buscar, num derradeiro esforço, uma saída salvadora para a Capaf. Para isso, vão tentar, junto ao interventor, uma equação viável para a recuperação financeira da entidade e, ao mesmo tempo, manter entendimentos com o Banco da Amazônia. “Nós vamos fazer tudo o que for possível para evitar a liquidação extrajudicial, esta sim, fortemente prejudicial a todos”, finalizou. (Diário do Pará)

Serpros: Sem custo administrativo impactando suas contas
Como isso é possível?
Atualmente, o custo administrativo do SERPROS não tem impacto nas contas dos participantes.
Por ser uma Entidade sem fins lucrativo, o SERPROS, ao longo da sua existência, acumulou sobras dos recursos planejados para administração do plano. Estas sobras acumuladas mês a mês, devido às boas administrações sucessivas, acumularam um montante que hoje constitui um fundo de investimento específico para administração do plano.
O resultado dos investimentos dessas sobras acumuladas tem pago todos os custos do SERPROS. Se não acontecer nenhum imprevisto, o SERPROS manterá o custeio administrativo utilizando os recursos dessas sobras, pois, além do resultado de seus investimentos, o excedente de cada mês volta para o fundo.
Esta é uma grande diferença entre as Entidades de Previdência Abertas e Fechadas na administração de recursos: enquanto as Entidades de Previdência Aberta cobram de 1% a 4% do patrimônio do participante na forma de taxa de administração, as Entidades de Previdência Fechada podem não descontar este custo das contas individuais de cada participante.  (Serpros/AssPrevISite)

Previ: Aumento do teto de aposentadoria
Senadora teme prejuízos com aumentos de aposentadoria complementar da Previ
A senadora Ana Amélia (PP-RS) alertou para a possibilidade de a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) aumentar seu teto de aposentadoria complementar de R$ 27 mil para R$ 80 mil. A parlamentar lembrou em Plenário, ontem, já ter apresentado requerimento solicitando informações sobre o impacto financeiro e atuarial dessa medida.
A representante gaúcha afirmou que a medida vai de encontro à “corajosa iniciativa” da presidente Dilma Rousseff de “enfrentar os altos salários no poder público”.
Ana Amélia disse temer que os aposentados e os funcionários do Banco do Brasil sejam prejudicados com o aumento do teto da aposentadoria complementar. Ela lembrou que uma falha da fiscalização federal no fundo de pensão dos trabalhadores da Varig faz com que hoje comandantes de jatos comerciais aposentados que deveriam ganhar R$ 6 mil ganhem R$ 250.  (Agencia Senado/ Correio do Brasil)

Fundação Promon: 35 anos de pioneirismo
Anterior ao primeiro marco regulatório da previdência complementar fechada, a entidade foi a mentora da criação da APEP e segue como referência no setor
Na década de 1970, os brasileiros deram seus primeiros grandes passos rumo à construção daquele que é hoje o oitavo maior sistema de previdência complementar do mundo, atrás apenas de Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Holanda, Austrália, Canadá e Suíça. As companhias estatais e de capital misto largaram na frente, mas o empresariado não tardou a aderir a esse processo. Em dezembro de 1975, duas entidades fechadas de previdência complementar (EFPCs) patrocinadas por empresas privadas aguardavam autorização para iniciar suas atividades, disputando assim o pioneirismo no segmento. "Perdemos no fotochart, por uma pequena diferença de tempo, para a Fundação Caemi, que depois decidiu transferir sua gestão para uma entidade aberta. Hoje, a Fundação Promon de Previdência Social, a FPPS, é o fundo de pensão privado mais antigo do País", destaca Luiz Gonzaga Marinho Brandão, diretor presidente da entidade de 2003 a 2010 e hoje membro do conselho deliberativo.
A ideia partiu do engenheiro Júlio César Bruschini de Queiroz, um dos fundadores da moderna Promon (leia adiante). Para torná-la realidade, ele recorreu ao professor Rio Nogueira, o maior nome da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) e uma lenda no setor. Doutor em matemática e ciências econômicas, contábeis e atuariais, Nogueira orientou a criação de um plano de benefício definido (BD), de contribuição paritária, que foi colocado à disposição dos funcionários da Promon S.A. em janeiro de 1976. A patrocinadora e a sua fundação estavam muito à frente do segmento e do próprio País, pois só 18 meses depois, a 15 de julho de 1977, surgiria o primeiro marco regulatório da previdência complementar fechada, a Lei 6.435 – cuja redação, aliás, contou com várias sugestões da FPPS, por solicitação do Executivo e dos legisladores.
O entusiasmo da Promon com a previdência complementar não se limitou à sua própria fundação. A empresa teve papel decisivo na criação, em 1978, da Associação Brasileira de Entidade Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), e destacou um de seus profissionais, Osvaldo Herbster Gusmão, para presidir a nova organização. "Pai" da FPPS, Queiroz integrou o Conselho de Gestão da Previdência Complementar (CGPC), vinculado ao Ministério da Previdência Social, e percebeu tempos depois, em contatos com colegas de outras EFPCs, que ainda faltava algo no setor. "Ele me pediu que criasse uma associação para fazer valer os interesses dos fundos de pensão do setor privado. A Associação dos Fundos de Pensão de Empresas Privadas, a APEP, surgiu, portanto, dentro da Promon e a partir das reuniões lá realizadas com gestores de outras fundações para debater problemas comuns", conta Mario Dias Lopes, ex-executivo da empresa, que se tornou, em 1990, o primeiro presidente da APEP.
Mentora da Associação, a Promon sempre manteve relações estreitas com a APEP. Lopes cumpriu dois mandatos como presidente, seguindo depois para o Conselho Consultivo, no qual permaneceu por duas gestões, sucedendo a Queiroz. O bastão, a seguir, foi entregue a Luiz Ernesto Gemignani, atual presidente do Conselho de Administração da Promon, que atuou como conselheiro deliberativo entre 2005 e 2010, e Brandão, que ocupou a 1a vice-presidência da APEP em igual período. "Vinte e dois anos após a sua criação, a APEP segue como uma importante interlocutora do setor com as autoridades e um fórum privilegiado de debate dos problemas que afetam os fundos de pensão patrocinados pelo setor privado. Os maiores, sem dúvida, são a burocracia em excesso e o regime repressivo a que estão submetidos os dirigentes das entidade – o qual, aliás, tende a se tornar ainda mais duro", constata Mário Sérgio de Pina Ribeiro, diretor executivo da FPPS e sucessor de Brandão na atual diretoria da Associação.
Com ativos totais de aproximadamente R$ 915 milhões, a Fundação Promon de Previdência Social é um dos 50 maiores fundos de pensão privados do País. A entidade unificou seus dois primeiros planos de benefício definido (BD) em 1991 e criou, em 2005, um de contribuição definida (CD) no qual a patrocinadora contribui com o equivalente a 8% do salário dos funcionários, sem necessidade de contrapartida destes. A gestão dos recursos garantidores é conservadora: 75% dos ativos estão concentrados em renda fixa, basicamente em títulos públicos, 15% em renda variável e 10% em empréstimos aos participantes. "Ainda está em estudos a adoção de perfis de investimento na Fundação. Diferentemente de outras entidades, um fator adicional para a análise desta modalidade de gestão é decorrente de nosso modelo acionário, porque o pagamento de dividendos tende a garantir ao quadro de pessoal uma rentabilidade bastante confortável", assinala Mario Ribeiro.
Cultura sem paralelo
Referência nacional e internacional no setor de gerenciamento de projetos de engenharia para infraestrutura, a Promon tem trajetória e características únicas. A empresa surgiu em 1960 de uma parceria entre a norte-americana Procon e a brasileira Montreal Engenharia, com a missão de projetar uma extensão da Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão (SP). Quatro anos depois, 11 engenheiros de seu corpo técnico compraram a participação acionária dos norte-americanos e se tornaram sócios do empreendimento até 1967, quando arremataram a parte da Montreal. Engana-se, porém, quem imagina que eles se tornaram "donos" do negócio, pois a Promon não tem nem nunca teve controlador. Todos os seus executivos e funcionários têm a oportunidade de comprar ações da companhia, mas são obrigados a revendê-las para a empregadora quando se aposentam ou trocam de emprego. Não foram exceções a essa regra nem mesmo os 11 fundadores da moderna Promon, que perderam todos os vínculos – o societário, inclusive – com o empreendimento que criaram. "Aqui, só tem sócio-atleta", brinca Brandão.
A empresa segue à risca a sua "Constituição". Trata-se da Carta de Campos do Jordão, redigida em dezembro de 1970 e revalidada, integralmente, há poucos anos. Com apenas oito breves parágrafos, o documento esclarece que a Promon é a expressão do valor de seus profissionais. "Ela é o resultado da conjugação de esforços de indivíduos de vocações afins, com o objetivo de criar condições para sua realização profissional e humana", diz o terceiro parágrafo". O sentimento de coletividade é reforçado no último e surpreendente parágrafo da Carta: "Sendo requisito indispensável à estabilidade e ao desenvolvimento da empresa, o lucro não é, todavia, um de seus objetivos básicos; é, antes, um meio para a consecução de seus fins". "A criação de um fundo de pensão, no momento em que a previdência complementar fechada ainda engatinhava no País, foi um passo natural para uma empresa com esses princípios", comenta Mario Ribeiro.
Tais diretrizes, aliadas a uma competência técnica e administrativa fuori serie, garantiram à Promon um reconhecimento que vai muito além do seu ramo de atividades. Em julho, por exemplo, ela foi eleita a Empresa do Ano pelo anuário Melhores & Maiores, editado pela revista Exame, que não poupou elogios ao potencial de inovação da grande vencedora. "A Promon, cuja origem está em projetos de engenharia para grandes obras de infraestrutura, nasceu e cresceu dentro de uma cultura sem paralelo no Brasil. [...] Desde o princípio, seus fundadores decidiram que esta não seria uma empresa de engenharia – mas um centro de conhecimento técnico, adaptável às mudanças de mercado e rígida ao seguir uma lista de valores expressa num documento de apenas uma página", diz o texto da reportagem principal do anuário. Os prêmios, aliás, vão se acumulando. "Há seis anos, a Promon foi considerada a melhor empresa para se trabalhar no Brasil, pelas revistas Exame e Você SA. Tudo a ver, pois nunca vi uma empresa tratar com tanto repeito os seus funcionários", observa Brandão.  (Apep)

Geap: 66 anos de excelência em saúde e previdência
A GEAP comemora seu aniversário com festas em todas das Geres...
Para a GEAP - Fundação de Seguridade Social, o dia 29 de setembro representa a celebração de 66 anos de uma história de conquistas para a seguridade social do servidor público federal. Nos idos de 1945, a ideia de Hélio Beltrão, na época agente administrativo do extinto Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários (IAPI), ganhava vida com a criação da Assistência Patronal dos servidores do IAPI. O aniversário da Fundação foi comemorado pela Diretoria Executiva, Gerências Regionais, localizadas em todo o país, juntamente com seus patrocinadores, prestadores de serviços, assistidos e beneficiários.
A GEAP é uma autogestão em saúde e previdência complementar saneada, sustentável, moderna e responsável que, ao longo desses anos, conquistou a preferência dos servidores por seus diferenciais em serviços de saúde e previdência complementar.
Foram enumeras vitórias tanto no segmento de previdência quanto na saúde suplementar. No âmbito da previdência foram a redução do valor das contribuições para o Plano de Pecúlio Facultativo (PPF), a implantação do Pecúlio em Vida e a criação do plano de previdência para os funcionários da GEAP, o GEAPREV.
Na área da saúde, o principal reflexo das conquistas está na confiança depositada na instituição. Na esfera governamental, 91 órgãos mantêm convênio com a GEAP. Na prestação de serviço, a rede conta com 21.217 credenciados - médicos, odontológicos, clínicas e hospitais. Entre os beneficiários são mais de 630 mil vidas assistidas pela Fundação.
Parabéns a todos os assistidos e patrocinadores que acreditam e confiam na Fundação, aos prestadores que são parceiros nos atendimentos de qualidade e aos empregados que oferecem o melhor de si para garantir excelência nessa gestão.
Breve histórico
29 de setembro de 1945 - Criada a Assistência Patronal dos servidores do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários (IAPI).
1972 - A Assistência Patronal foi estendida a todos os servidores estatutários do Instituto Nacional de Previdência (INPS).
1977 - Cinco anos depois, em 1977, foi criado o Sistema Nacional de Previdência a Assistência Social (SINPAS) que permitiu a ampliação do quantitativo de servidores segurados e cobertos pela Assistência Patronal.
1989 - Com o aumento de segurados e recursos, foi necessário renovar o modo de administrar. Então, em março de 1989, foi criado o Grupo Executivo de Assistência Patronal (GEAP).
1990 - Em 14 de março de 1990, mantendo a sigla GEAP, representantes de vários órgãos do SINPAS e também do Ministério da Previdência e Assistência Social instituíram a GEAP - Fundação de Seguridade Social, entidade privada, sem fins lucrativos e reconhecida como a legítima sucessora da assistência patronal aos seus servidores. Ainda em 1990, é publicada a lei 8.112, cujo artigo 230 assegura a assistência total à saúde do servidor, ativo ou inativo, e de sua família.  (Geap)

Sias: Alteração Estatutária - Instituidores
Conforme Portaria da PREVIC Nº 529, de 23/09/2011, publicada no Diário Oficial da União do dia 26/09, foram aprovadas as alterações propostas no estatuto da SIAS Sociedade Ibgeana de Assistência e Seguridade, fundo de pensão dos servidores do IBGE. Tais alterações dizem respeito à possibilidade de a entidade administrar Plano de Benefícios de Instituidores. (Sias/AssPreviSite)

Regius: Adesão
Resultado de efetiva campanha de esclarecimentos, composta de diversos encontros no local de trabalho, contatos telefônicos e outros meios de comunicação junto aos funcionários da BRB – Administradora e Corretora de Seguros, e com o apoio da diretoria dessa nova patrocinadora, foram registrados 65 novos participantes no Plano CV-03 até o encerramento do prazo de adesão.
A Regius dá boas vindas aos novos participantes e ratifica o compromisso de administrar de maneira transparente e responsável os recursos que lhe serão confiados.
Conheça a Regius e acompanhe a nossa gestão por este site. Estamos de portas abertas para atendê-lo. Apresente críticas, sugestões e solicite informações sempre que julgar necessárias.
É a Regius construindo seu futuro junto com você.  (Regius/AssPrevISite)

Bungeprev: Novo informativo está disponível
Já está disponível a segunda edição do informativo Bungeprev feito para você. Assim como na edição de 2010, nele você encontra informações sobre a Bungeprev, como rentabilidade acumulada ao longo dos anos, investimentos e gestão.
O Bungeprev feito para você traz ainda matérias sobre saúde, previdência e finanças.
Pensando na preservação ambiental, em 2011 o informativo terá apenas a versão virtual, pois a Bungeprev acredita que se cada um fizer a sua parte será garantido às próximas gerações um planeta sustentável.
Para ter mais informações sobre previdência privada clique no link
http://www.bungeprev.com.br/bungeprev/servlet/servidorImagem?id=267035056394715362  e sinta-se convidado a programar o seu futuro. (Bungeprev/AssPreviSite)

Previ: Carteira de Pecúlios
E você, já tem pecúlio da PREVI?
O número de participantes que contratam planos de pecúlio da PREVI vêm aumentando progressivamente, sendo a média do percentual de adesões no ano de 49,39% entre os novos funcionários do BB. Somente neste ano, até o mês de agosto, foram mais de três mil inscrições, totalizando 115.990 participantes e 172.567 planos vigentes. No mesmo período, a Carteira de Pecúlios da PREVI pagou R$ 116.910 milhões de benefícios.
Poder contar com um plano de pecúlios é uma vantagem oferecida pela PREVI a todos os empregados do BB e da PREVI, participantes do Plano 1 e do PREVI Futuro. Como não tem fins lucrativos, a Capec oferece os melhores preços e valores de benefícios comparado a outros planos do mercado. Por menos de R$ 10 é possível contratar cobertura por invalidez, paga ao próprio participante, e morte, paga aos beneficiários designados pelo participante, na proporção estipulada, quando do seu falecimento.
O pecúlio da PREVI conta com planos Morte, Invalidez e Especial que podem ser contratados de acordo com a faixa etária (em qualquer idade) e valores de benefícios. Para se inscrever no Pecúlio Invalidez ou Especial é preciso ter contratado alguma modalidade do Pecúlio por Morte.
Uma das vantagens dos planos de pecúlios da PREVI é que o pagamento é feito de uma só vez, sem burocracia. E como beneficiário você pode colocar qualquer pessoa, parente ou não, ou até mesmo instituições, por exemplo instituições de caridade, orfanatos ou hospitais. A alteração de beneficiários poderá ser feita a qualquer tempo no site da PREVI, para isso, basta enviar o termo de autorização de operações pela Internet.
A edição 159 da Revista PREVI trouxe matéria sobre os pecúlios da PREVI, vantagens, benefícios e comparações com concorrentes do mercado. Leia aqui.
Vantagens da Carteira de Pecúlios da PREVI
1- Pagamento em parcela única, sem carência ou burocracia
2- Plano sem fins lucrativos
3- Você pode adquirir ou alterar o seu Plano pela Internet
4- Você pode designar livremente seus beneficiários
5- Melhores preços comparados com outros planos do mercado   (Previ/AssPreviSite)

Fusan: Melhores práticas
A Fundação Sanepar de Previdência e Assistência Social - Fusan, após ter criado no dia 15 de fevereiro uma comissão específica para estudar sua aderência ao Guia de Melhores Práticas em Fundos de Pensão da Previc, constatou, a partir de aprofundada análise dos membros da comissão, que a entidade está perfeitamente enquadrada na imensa maioria dos aspectos do referido guia.
Naqueles poucos aspectos identificados, nos quais a Fusan ainda não está inteiramente enquadrada, foram sugeridas e implantadas ações visando a adequação.
A Fusan entendeu que o trabalho realizado foi muito profícuo no sentido de seu aperfeiçoamento institucional. (Diário dos Fundos de Pensão)

Fundação Copel: Importância da educação previdenciária
A Fundação Copel promoveu em setembro, o I Seminário com os RHs das Patrocinadoras e Representantes Regionais. O evento fez parte da segunda fase do programa de educação financeira, previdenciária e de qualidade de vida da entidade. Estiverem representadas no encontro, as áreas de Recursos Humanos da Copel, Compagas, Lactec, Fundação Copel, representantes regionais e dirigentes da Associação dos Aposentados e Pensionistas da Copel (AAPC) e da Associação dos Profissionais da Copel (APC).
O objetivo foi reforçar a parceria com esses formadores de opinião, cuja atuação é essencial para o esclarecimento de assuntos referentes ao plano de previdência e em ações que impactam na tomada de decisões voltadas para uma aposentadoria com mais qualidade de vida.
O encontro foi aberto pelo diretor de Administração e Seguridade, Antonio Sérgio Guetter que elencou as principais expectativas da diretoria com a continuidade do programa de educação financeira, agora com a inclusão de temas ligados à saúde. "Preparar o terreno para a aposentadoria, passa por administrar com segurança as próprias finanças, acompanhar a evolução do plano previdenciário e manter hábitos saudáveis para preservar a saúde", comentou.
Em seguida, a gerente da Assessoria de Comunicação e Planejamento Solange Regina Schutesky, representando o presidente Hélio Pizzatto, mostrou um histórico das ações implementadas em 2010, com os resultados alcançados, e apresentou a 2ª edição "Uma Vida Ativa", com as ações já implementadas e os resultados parciais obtidos.
A programação foi abrilhantada pela apresentação do secretário adjunto da Secretaria de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência Social, José Edson da Cunha Junior, que explanou sobre o 3.º ciclo da Previdência Complementar no Brasil, que tem como um dos focos principais a Educação Previdenciária.
Para o dirigente, melhorar a compreensão dos participantes em relação aos conceitos e produtos da previdência, com informações e orientações claras, ajuda a desenvolver os valores e as competências necessários para torná-los mais conscientes das oportunidades e riscos envolvidos. "Assim, eles podem fazer escolhas melhor embasadas tecnicamente no sentido buscar um melhor bem estar ao final da fase laborativa", comentou.
Na sequência, de forma descontraída, a professora Cleusa Martins proferiu a palestra Tempo de Ser Melhor, mostrando a importância das pessoas, ao invés de buscar conquistas momentâneas e imediatas, priorizarem ações que contemplem a realização pessoal e familiar, que passam a ser uma conquista de vida.
A programação finalizada pelo José Carlos Loureiro, diretor Financeiro da Fundação Copel, que ressaltou a importância de proporcionar educação financeira aos participantes, visto que a previdência complementar possui variáveis de difícil entendimento, como longevidade, rentabilidade dos investimentos e tábua de sobrevivência, por exemplo. "Temos o desafio de esclarecer todas as dúvidas do nosso participante, a intenção é transformar a sua aposentadoria somente em certezas" completou.  (Fundação Copel/AssPreviSite)

TOPO