Atos de Gestão, Notícias e Informações das Entidades
Postalis:
Pesquisa de satisfação 2011
Neste
mês o Postalis vai inicia a 6ª edição da pesquisa
de satisfação. Com o objetivo de mensurar o grau de satisfação
de participantes e assistidos em relação aos serviços
prestados pelo Instituto, a pesquisa é um momento importante pois
cria oportunidades para a melhoria contínua dos serviços
e atendimentos do Postalis.
A
pesquisa será realizada pela empresa Plus Interativa via telefone
ou e-mail. Caso você seja um dos selecionados, não deixe de
participar. (Postalis/AssPreviSite)
Petros:
Educação Financeira na TV Petros
O
último programa “Projeto ano novo: seu futuro financeiro” faz uma
retrospectiva do que foi apresentado em 2011 e encerra a primeira temporada
de programas sobre Educação Finaceira.
O
canal foi criado em fevereiro de 2011 em parceria com a BM&F Bovespa
para ampliar o acesso dos participantes e do público em geral a
informações sobre planejamento orçamentário.
Durante
nove meses, programas quinzenais foram exibidos na grade de programação,
atraindo um publico de aproximadamente 10 mil espectadores.
Com
uma linguagem clara, objetiva e bem-humorada, os programas abordam temas
como a história do dinheiro e dos bancos, planejamento financeiro,
conquista da casa própria, dicas para o 13º salário,
poupança, formas de investimentos e educação financeira
para crianças.
Para
quem não teve tempo de acompanhar a programação, fica
a dica: a TV Petros tem todos os episódios disponíveis no
canal Educação Financeira. Confira no link:
http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario3.0/webtvconsole.php?console=179&canal=0&video=0
(Petros/AssPreviSite)
Funcef:
R$ 90 bilhões no mercado
Vencimento
dos títulos públicos federais detidos pelas fundações
provocará realocações dos recursos das entidades em
segmentos como os de private equity e crédito privado
Logo
no primeiro dia do 32º Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão,
a diretoria da Associação Brasileira das Entidades Fechadas
de Previdência Complementar (Abrapp) tratou de uma questão
importante: a projeção de que, nos próximos quatro
anos, R$ 90 bilhões em títulos públicos federais detidos
pelas fundações cheguem ao vencimento. Com a tão falada
tendência de queda da taxa de juros no Brasil, a expectativa é
de que segmentos como o de fundos estruturados e ativos de crédito
privado ganhem espaço nas carteiras de investimentos das entidades.
A
Funcef é um exemplo de entidade que pretende ampliar as aplicações
em private equity e títulos de crédito privado. Até
2015, vencerão R$ 5,5 bilhões em NTNs detidas pela fundação,
entre NTN-Bs (a maior parte) e NTN-Cs. Demosthenes Marques, diretor de
investimentos da Funcef, lembra que, apesar do expressivo volume com prazo
mais curto, a carteira da fundação é bastante alongada.
"Temos um estoque grande de NTN-Bs com vencimento em 2045", ressalva.
Ele
recorda que a fundação já vem antecipando, desde o
fim 2004, a tendência de redução da taxa dejuros no
Brasil e, por isso, promoveu mudanças na estrutura de sua carteira.
Para se ter uma ideia, em2004 metade do portfólio da Funcef estava
atrelada ao Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI).
Hoje,
a parcela relacionada ao CDI é de ordem de 9%. Além da redução
da exposição ao CDI, várias medidas foram adotadas
pela entidade a partir de 2005: a retomada da carteira de private equity,
o aumento das posições em renda variável e a criação
de uma carteira de credito privado. "O investimento em participações
nunca tinha sido olhado de forma estratégica até então.
Antes, essa classe de ativos só contemplava as operações
da época das privatizações", comenta Marques. Ele
informa que, atualmente, o segmento responde por 7% do total dos recursos
da Funcef, devendo chegar a 10% em três ou quatro anos. A carteira
de crédito privado, que hoje soma em torno de R$ 1,6 bilhão,
também deve crescer. "Temos R$ 800 milhões para investir
em private equity este ano", afirma o diretor, acrescentando que a entidade
deve fazer investimentos adicionais de mais de R$ 1,5 bilhão em
private equity e de no mínimo R$ 500 milhões em crédito
privado nos próximos anos.
Marques
aponta que, com o declínio dos cupons, as alternativas de realocação
de recursos em Selic ficam menos evidentes, mas a entidade já não
criava expectativas em relação a essa hipótese. "Já
trabalhávamos com a probabilidade de que os juros ficariam abaixo
da meta atuarial a partir de 2010. Sabíamos que chegaria o dia em
que não poderíamos contar com o CDI", reforça o diretor.
A Funcef conta com um patrimônio total aproximado de R$ 45,5 bilhões.
Mais
para a frente - Embora não tenha em carteira títulos públicos
com vencimento em 2015, a Fundação Real Grandeza (FRG) conta
com um volume de NTNs que vencem nos próximos anos (veja mais no
gráfico). Eduardo Garcia, diretor de investimentos da entidade,
conta que, diante da tendência de fechamento da taxa de juros, será
promovida uma realocação dos ativos da fundação
que passará por uma exposição maior ao private equity.
Atualmente,
perto de 1% do patrimônio da FRG está aplicado no segmento
de Fundos de Investimento em Participações (FIPs), sendo
que a autorização é para que se chegue a até
3% ainda este ano. Em cinco anos, a ideia é que a categoria responda
por 6% ou mais dos investimentos da entidade.
Entre
as áreas de interesse da FRG para aplicações no setor
estão as de energia, infraestrutura, logística e óleo
e gás. No momento, a fundação conta com dois FIPs
em análise, um voltado para portos e outro sem um foco setorial
estabelecido. "O segmento de fundos de participação nos permite
acompanhar de perto o ciclo de crescimento da economia brasileira", acredita
o diretor.
Ele
comenta que tem recebido muitas ofertas de gestores para eventuais investimentos
em fundos de private equity - mas, na sua opinião, não é
tão grande a quantidade de produtos bem estruturados. "A indústria
evoluiu muito, mas às vezes ainda sentimos falta de uma estruturação
melhor dos produtos. É preciso que haja um pipe-line definido e
regras de governança estabelecidas", enumera. Garcia completa que
não se pode correr o risco de não conseguir capturar um bom
investimento por conta da falta de um bom planejamento dos fundos.
Ele
toca ainda em um ponto que frequentemente está nos debates em torno
do segmento de private equity: a participação dos fundos
de pensão nos comitês de investimentos dos fundos. No caso
da FRG, a presença de um representante da entidade no comitê
dos fundos em que investe é uma condição prioritária
para a aplicação. "Queremos sempre participar da seleção
das empresas que farão parte da carteira do fundo. Para nós,
a participação com voto no comitê é fundamental",
declara o diretor.
O
patrimônio total da FRG é da ordem de R$ 9 bilhões,
dos quais 76,1% está em renda fixa, 17,6% em renda variável,
0,9% em investimentos estruturados, 2,2% em imóveis e 3,3% em empréstimos
aos participantes. Cerca de 86% da parcela em renda fixa está em
títulos públicos, com o restante aplicado em papéis
de crédito privado como Letras Financeiras (LFs), Certificados de
Depósito Bancário (CDBs) e debêntures.
Riscos
Apesar
de ter algum volume de títulos públicos federais a vencer
em 2014, a parcela mais significativa de NTNs com prazo mais curto da Fundação
Cesp tem vencimento em 2017: trata-se de algo entre R$ 1,4 bilhão
e R$ 1,6 bilhão em NTN-Cs. Pode ser que uma pequena parte dos recursos
seja realocada em papéis de crédito privado, como CDBs e
debêntures, mas tudo depende de uma série de variáveis.
"Essa realocação não é compulsória.
No momento em que o recurso chegar, teremos de analisar as oportunidades
sob o ponto de vista de prazo, risco, rating, taxa e indexador. É
preciso que o prêmio justifique o investimento e que o risco seja
adequado", pondera Jorge Simino Jr, diretor de investimentos e patrimônio
da Fundação Cesp. "Se não tiver tudo isso, ficamos
nos títulos públicos", completa.
Simino
afirma que muitas vezes os prêmios oferecidos não são
compatíveis com os riscos apresentados por alguns ativos.
A
Fundação Cesp tem um total de R$ 18,5 bilhões em recursos,
com exposição de 72% a renda fixa, 23% a renda variável,
3% a imóveis e 2% a empréstimos aos participantes. A meta
atuarial da entidade é de IGP- DI+6% ao ano. Assim como a maioria
das entidades, a fundação também deve enfrentar dificuldades
para bater sua meta em 2011. "O ano está muito difícil por
conta do comportamento da Bolsa", diz Simino. Até agosto, o fundo
de pensão estava cumprindo 80% da meta atuarial. Ele acrescenta
que "tem contas que devem ser feitas com muito cuidado", mas pode ser que
o fundo de pensão feche o ano empatado com a meta caso a Bolsa chegue
aos 60 mil pontos. "Existem outras variáveis que interferem na conta,
por isso não podemos garantir que caso a Bolsa chegue a esse patamar
podemos bater a meta", pondera.
A
Funcef também tem sofrido os efeitos negativos da Bolsa em sua rentabilidade.
Até agosto, a carteira total da entidade trouxe um retorno de 3,08%,
contra uma meta de 7,92% para o período pelo INPC+5,5%. O impacto
poderia ser ainda pior não fosse a estratégia de renda variável
da fundação, que é descorrelacionada. Para se ter
uma ideia, a carteira de renda variável da entidade registrou resultado
negativo de 5,34% no ano até agosto, diante de um Ibovespa de -18,48%.
"Relativamente, estamos melhor", compara Demosthenes Marques. Na renda
fixa, a Funcef obteve rentabilidade de 9,44% até agosto, bem acima
da meta. O segmento de operações com participantes rendeu
9,58% até agosto e o de imóveis, 3,89%. O diretor explica
que a carteira imobiliária passará por uma reavaliação
e certamente terá um retorno acima da meta no ano. Os investimentos
estruturados estavam com retorno de -0,98%, mas a rentabilidade negativa
já é prevista por conta da chamada curva J, uma vez que os
fundos ainda estão na fase de investimento. "O único segmento
que está fora do que esperávamos é a renda variável.
A grande questão desse ano é a Bolsa", aponta Marques.
A
FRG está um pouco mais otimista em relação a 2011.
"Estamos com a expectativa de conseguir bater a meta no plano de Benefício
Definido", diz Eduardo Garcia. A meta do plano é de INPC+6%. A reavaliação
dos imóveis da entidade e algumas aquisições de CDBs
e LFs com prêmios interessantes podem ajudar no atingimento da meta
- além, é claro, do comportamento da Bolsa. "Se a Bolsa andar
perto dos 60 mil, podemos até superar a meta", afirma o diretor.
Fonte: Investidor Institucional (Funcef/AssPreviSIte)
Previ:
Você pode voltar para o Previ Futuro
Ter
um plano de previdência complementar é fundamental para ter
um futuro mais confortável e digno. Por diversos motivos, alguns
colegas que fizeram parte do PREVI Futuro precisaram sair do Plano. Para
que possam voltar a ser participantes e contar com as vantagens da PREVI,
há algumas facilidades para viabilizar o retorno.
Se
esse é o seu caso, ou se conhece alguém nessa situação,
saiba que é possível retornar ao PREVI Futuro mediante a
quitação integral das contribuições relativas
às coberturas de Rendas de Aposentadoria, Pensão Por Morte
e Complemento de Invalidez para que esses valores sejam incorporados à
reserva pessoal de poupança do associado, ou seja, seu Saldo de
Conta individual, assim como à reserva para pagamento dos benefícios
de risco.
Outra
opção é quitar apenas o valor relativo à Parte
I, destinada à cobertura de Pensão Por Morte e benefícios
de Invalidez, que equivale a cerca de 10% do valor total não vertido
para o plano durante o cancelamento. Depois de reingressar no Plano, você
pode, se desejar, efetuar contribuições adicionais, com o
objetivo de recompor seu Saldo de Conta.
A
partir do seu reingresso, o Banco do Brasil também passa a contribuir
com o mesmo valor, garantindo de imediato 100% de rentabilidade para o
seu investimento.
Você
pode também entrar em contato com a Central de Atendimento da PREVI
e verificar a situação dos valores devidos e simular as condições
que deseja para o seu reingresso.
O
PREVI Futuro é a melhor solução para conquistar um
futuro tranquilo e seguro para você e sua família.
Para
saber mais, na página aqui do site, acesse PREVI > Planos e Produtos
> PREVI Futuro > Reingresso ao Plano. (Previ/AssPreviSite)
Metrus:
Cine Maior Idade
Cinema
e cultura para os aposentados
Os
participantes assistidos do Metrus estão convidados a participar
da iniciativa que coloca o cinema como espaço de promoção
da saúde integral. Na sessão inaugural do Cine Maior Idade,
uma parceria com a consultoria Via Gutenberg, será exibido o filme
“Eu, Tu, Eles”, de Ricardo Waddington. Na sequência serão
realizadas dinâmicas coordenadas pela Associação Brasileira
de Gerontologia, abordando os temas trazidos pelo filme.
Se
você é um participante assistido, ligue para 0800 16 05 98
e informe o dia e horário de sua preferência. As vagas são
limitadas! (Metrus/AssPreviSite)
Banesprev:
Assembléia Geral Extraordinária
No dia 26/11/2011, às
08h00, será realizada a Assembleia Geral Extraordinária do
Banesprev, no Esporte Clube Banespa - Salão Social.
Acesse a Carta Circular
com o teor da convocação no link:
http://www.banesprev.com.br/obanesprev/AtasEditais/AGE_2011_Carta_Circular.pdf
(Banesprev/AssPreviSite)
Celos:
Resultado de 7,15% até agosto
Até
o mês de agosto de 2011 a Celos apresentou um desempenho medido pelo
ICP (Índice de Correção do Patrimônio) de 7,15%,
enquanto a meta atuarial, que é IPCA mais 6% ao ano, atingiu 8,84%.
Dentro dos indicadores do mercado brasileiro destaca-se o comportamento
do IGP-M, que foi o mais baixo deles e ficou em 3,48% no período.
(Diário dos Fundos de Pensão)
Previ:
Extrato de contribuições tem novidade
Os
participantes do PREVI Futuro podem consultar no Extrato de Contribuições
do Autoatendimento do site informações sobre as contribuições
dos últimos 12 meses e o valor do saldo da conta individual. Está
disponível uma novidade: tabela que informa a quantidade e a valorização
da cota. No fim da tela, você encontra o desempenho dos quatro perfis
de investimento.
As
contribuições para o Plano correspondem a no mínimo
7% do salário de participação e são destinadas
aos benefícios de risco (Parte I) e de aposentadoria (Parte II).
O saldo de conta é formado apenas pela Parte II, incluindo as contribuições
pessoais e patronais.
Essas
são as contribuições obrigatórias. Você
pode aumentar o saldo de sua conta e ter um benefício maior no futuro.
Para isso, é preciso aproveitar todo o potencial da contribuição
2b, que tem a contrapartida do patrocinador, e fazer contribuições
voluntárias, com aportes periódicos ou esporádicos.
Saiba mais através do link:
http://www.previ.com.br/portal/page?_pageid=57,962914&_dad=portal&_schema=PORTAL
(Previ/AssPreviSite)
Fundação
Copel: Mais perto de você!
Fazer
com que os participantes tenham acesso aos serviços da Fundação
Copel sem sair do seu local de trabalho, aproximando a entidade dos seus
beneficiários.
Este
é o objetivo da implantação de um projeto-piloto da
Central de Atendimento da Fundação Copel que acontecerá
no Pólo Km3, de 1.º a 4 de novembro, das 10h às 16h.
O posto está localizado junto ao refeitório.
No
local, o participante poderá esclarecer dúvidas sobre os
planos de benefícios da Fundação, além de solicitar
atendimento nas áreas de saúde e previdência, incluindo
simulação de aposentadoria e a possibilidade da contratação
ou renovação de empréstimos.
ATENDIMENTO
DA FUNDAÇÃO COPEL
LOCAL:
Pólo Km3, junto ao refeitório
DATA:
de 1.º a 4 de novembro
HORÁRIO:
das 10h às 16h (Fundação Copel/AssPrevISite)
Funcef:
Carteira de Shoppings Centers
Shopping
centers: lucro e compromisso com o meio ambiente
Conheça
algumas ações realizadas em shoppings nos quais a FUNCEF
detém participação
A
política da FUNCEF estabelecida para o segmento da carteira de shoppings,
composta por 16 empreendimentos, é pautada na diversificação
dos investimentos e na valorização dos ativos da carteira,
avaliada em torno de R$ 1, 1 bilhão. Mas o compromisso dos investimentos
da FUNCEF vai além do lucro almejado para garantir a rentabilidade
dos negócios. O cuidado com o meio ambiente faz parte da rotina
de muitos empreendimentos. A maioria deles desenvolve programas de coleta
seletiva de lixo, reciclagem de papéis, descarte de lâmpadas
e resíduos poluentes, economia de água e de energia elétrica.
Confira algumas iniciativas:
Shopping
Center Lapa (BA) - Com participação de 60,93% da FUNCEF e
localizado em Salvador, o empreendimento desenvolve um trabalho de descontaminação
de lâmpadas fluorescentes, separando o mercúrio de outros
materiais, que são reciclados. Há ainda a captação
de águas pluviais para aproveitamento nos sanitários do shopping;
coleta de óleo de cozinha por empresa especializada no reaproveitamento
desse material ;e a coleta seletiva do lixo. Com o objetivo de promover
a cidadania, o shopping lançou o projeto “Pintando Ajuda” voltado
a instituições carentes de Salvador.
Shopping
Center Lapa: ações ambientais e projeto “Pintando Ajuda”
Brasília
Shopping (DF) - A Fundação detém 50% das ações
desse empreendimento, que desenvolve um projeto de fabricação
de gelo no período de 0h às 06h da manhã, armazenando-o
em tanques. O gelo é utilizado durante os horários de pico,
das 18h às 21h. Isso permite desligar os compressores e circular
a água gelada através dos mesmos, economizando energia.
Brasília
Shopping: armazenamento de gelo para economizar energia A
Canoas
Shopping (RS) - Situado em Canoas, região metropolitana de Porto
Alegre, e com participação societária de 72,59% da
FUNCEF, o empreendimento inovou com um moderno sistema de climatização
que garante economia de 50% de energia; investiu em motores com alta potência
e baixo consumo de óleo diesel e utiliza um sistema de aproveitamento
de luz natural através de zenitais e de gás natural canalizado,
o que evita gasto de combustível de caminhões-tanques.
O
shopping conta com uma estrutura totalmente preparada para segregação
de resíduos sólidos e destinação para reciclagem
de metais, papéis, plásticos, vidros, óleos e lâmpadas
fluorescentes. O piso asfáltico do estacionamento foi substituído
por blocos de concreto, o que aumentou a permeabilidade, auxiliando na
preservação dos mananciais de águas subterrâneas.
A
opção pelo concreto reduziu o consumo de cimento, diminuindo
as conseqüentes emissões de gás carbônico. Diversas
árvores nativas vão complementar o projeto paisagístico
do empreendimento. Assim, o Canoas Shopping não é apenas
o maior da Região Metropolitana de Porto Alegre, mas também
um centro de compras que é referência por suas operações,
pela geração de empregos e dinamização da economia
e pela preocupação com o meio ambiente.
Canoas
Shopping: inovou com um moderno sistema de climatização
Shopping
Bouganville (GO) - Localizado na capital goiana e com 30% de participação
da FUNCEF, desenvolve programas de coleta seletiva dos resíduos
gerados por lojistas, clientes e funcionários, além do uso
racional de energia.
Shopping
Bouganville: uso racional de energia
Auto
Shopping Global (SP) – Com 100% de participação da FUNCEF,
o empreendimento utiliza um sistema de reaproveitamento da água
e uso da energia solar para aquecimento dos chuveiros. Localizado em Santo
André, o shopping está finalizando o projeto hidrogerador:
a água captada da chuva gera energia para 58 lâmpadas de 85w.
A ação encontra-se em fase de testes.
Auto
Shopping Global: reaproveitamento da água e uso da energia solar
Shopping
Pátio Belém (PA) - Com participação societária
de 35,67% da FUNCEF, o Pátio Belém desenvolve as seguintes
ações de cunho ambiental: uso de papel reciclável
em todas as áreas administrativas; descarte adequado de materiais
destinados à reciclagem (lâmpadas fluorescentes, óleo
de cozinha utilizado pelas lojas de alimentação, óleo
lubrificante do gerador da usina de energia e papelão).
As
ações ambientalmente responsáveis incluem a realização
periódica de inventário dos resíduos para avaliação
e destinação correta dos mesmos; a instalação
de torneiras e mictórios com sensores de acionamento automático
e vasos sanitários com sistema de baixo consumo de água.
Shopping
Pátio Belém: descarte adequado de resíduos poluentes
River
Shopping (PE) - Localizado em Petrolina e com 57,59% de participação
da FUNCEF, o empreendimento desenvolve um programa de reciclagem
de papel e papelão, em parceria com a Cooperativa de Catadores de
Petrolina. Outra iniciativa é o recebimento de água in natura
do rio São Francisco, utilizada na irrigação de jardins
e árvores do shopping.
River
Shopping: parceira com a Cooperativa de Catadores de Petrolina
Shopping
Barra (BA) - Situado na capital baiana e com 11,87% de participação
da FUNCEF, o shopping desenvolve uma série de ações
ambientais. Dentre elas, destacam-se: coleta seletiva de lixo; adequação
à Lei Ambiental dos níveis de ruído e de gases poluentes;
seleção de material descartado (caixas de papelão),
com uso de prensa e coleta diária; uso de equipamentos (torneiras
e válvulas de descarga com sistema ‘economaster’) que permitem economia
de água; implantação do sistema ir bloc, que
permite a retirada de ar da tubulação visando ao menor consumo
de água; uso de lâmpadas com menor consumo de energia elétrica
e utilização de papel reciclado.
Educação
ambiental - O Shopping Barra também participa de eventos e
campanhas de incentivo à prática de esportes, ao uso de bicicletas
e à educação ambiental. Recentemente, foi construído
um bicicletário em um dos estacionamentos e, em julho deste ano,
o shopping realizou o workshop “Floresta Brasil”, divulgando a
riqueza da biodiversidade brasileira. Milhares de pessoas visitaram o espaço,
conduzido por estudantes e profissionais de Biologia.
Shopping
Barra: ações e campanhas educativas (Funcef/AssPreviSite)
Fundação
Copel: Um legado de quarenta anos
Um
público de mais de 350 pessoas prestou homenagem aos integrantes
do primeiro Conselho de Curadores da Fundação Copel, hoje
Conselho Deliberativo, durante as comemorações dos quarenta
anos da entidade, em solenidade realizada no Teatro Fernanda Montenegro,
em Curitiba.
O
reconhecimento foi extensivo a todos que, de alguma forma, colaboraram
com a criação e o fortalecimento da Fundação
Copel. Parte dessa história pioneira foi resgatada na cerimônia.
Abrindo
o encontro, Lindolfo Zimmer, presidente da Copel, lembrou que, naquela
época muitos não acreditaram na viabilidade da iniciativa,
mas que logo passaram a confiar em seus propósitos. Aliás,
confiança e segurança, conforme o presidente, são,
até hoje, os pilares que sustentam a entidade. ¿Hoje, a diretoria
da Fundação Copel está empenhada em cumprir a missão
de tornar os nossos participantes mais longevos dentre os dos fundos de
pensão do segmento energético¿, ressaltou.
De
acordo com o diretor financeiro José Carlos Loureiro, que representou
o presidente Hélio Pizzatto na solenidade, criar condições
para que os copelianos se sentissem protegidos quando chegassem à
aposentadoria, foi a recorrente justificativa desse grupo de visionários
ao comentar sobre os princípios que nortearam a idealização
da entidade.
Eles
não imaginavam as transformações que aquele ato provocaria
na vida de milhares de pessoas passados 40 anos. ¿Essa trajetória
de crescimento levou, nos dias de hoje, a Fundação Copel
a se posicionar entre os quinze maiores fundos de pensão do Brasil¿,
ressaltou Loureiro.
Na
sequência da programação, a plateia foi brindada com
a surpreendente palestra ¿A vida que vale a pena ser vivida¿,
do filósofo e catedrático da Universidade de São Paulo
(USP), Clóvis de Barros Filho que, de forma bem-humorada, trouxe
para questionamentos e momentos de reflexão.
Representando
a Superintendência Nacional da Previdência Complementar (Previc),
o diretor de Assuntos Atuariais, Contábeis e Econômicos, Edevaldo
Fernandes, discorreu sobre o atual estágio da previdência
complementar no Brasil. Para ele, a qualificação de dirigentes
e conselheiros, assim como a execução de programas de educação
financeira e previdenciária, consolida os próximos passos
do segmento no Brasil.
O
ponto alto do encontro foi a homenagem prestada aos dirigentes que assinaram
a primeira ata da instituição. Um a um foram sendo chamados
e receberam placas comemorativas referente a data. Um nome foi reverenciado
por todos os presentes: Jayme de Camargo Simões, primeiro presidente
da Fundação Copel.
Os
dirigentes Antonio Guetter e José Loureiro acompanhados de Rosemarie
Andreolli, filha do presidente da Copel à época, Arturo Andreolli,
descerraram simbolicamente a placa que ficará fixada na sede da
entidade em homenagem aos integrantes do primeiro Conselho de Curadores.
A
solenidade teve um encerramento especial, com a apresentação
do Grupo Simplicidade, que executou com maestria históricos chorinhos,
encantando a plateia. (Fundação Copel/AssPreviSite)
Fundação
Sanepar: SaneSaúde é a melhor autogestão
O
SaneSaúde, plano de saúde dos empregados da Companhia de
Saneamento do Paraná (Sanepar), obteve a nota 0,861, a melhor do
País, na modalidade autogestão no Índice de Desempenho
da Saúde Suplementar (IDSS) divulgado pela Agência Nacional
de Saúde (ANS). Autogestão em saúde é o plano
criado e administrado pela própria empresa ou organização
beneficiada, sem fins lucrativos.
Quanto
mais perto da nota 1, melhor é o plano. A nota do SaneSaúde
foi a mais alta entre 165 operadoras brasileiras. O IDSS avalia o desempenho
e a qualificação das operadoras em quatro indicadores, divididos
em quatro áreas: Atenção à saúde, Situação
econômico-financeira, Estrutura e operação e Satisfação
dos beneficiários.
O
Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) faz parte
do Programa de Qualificação das Operadoras de Planos de Saúde
da ANS. Seu objetivo é contribuir para elevar os níveis de
saúde dos brasileiros cobertos por planos privados de saúde.
"A satisfação dos beneficiários é nosso principal
indicador e trabalhamos sempre para melhorá-lo", diz José
Luiz Taborda Rauen, presidente da Fundação Sanepar, administradora
do Sanesaúde.
Para
Fernando Ghignone, presidente da Sanepar, a excelência do SaneSaúde
reforça um dos compromissos da empresa com os empregados. "Temos
um dos melhores corpos técnicos do país, que tem a tranquilidade
de trabalhar sabendo que sua saúde e a de seus familiares é
bem cuidada", afirma Ghignone.
Criado
em 1998, o SaneSaúde atende 22.656 pessoas, funcionários
da Sanepar e dependentes, realizando em média 43.920 atendimentos
mensais, entre consultas ambulatoriais, exames, internações
hospitalares com obstetrícia e odontologia. (Fundação
Sanepar/AssPreviSite)
Sistel:
Novo canal de relacionamento
Sistel
TV: o novo canal de relacionamento da Fundação Sistel
Dia
26 de outubro, a Sistel lançou a Sistel TV: ferramenta valiosa para
a educação previdenciária, financeira e de saúde
de seu público.
Por
meio do novo canal, os participantes e assistidos da Fundação
poderão conferir matérias sobre novos serviços oferecidos,
depoimentos de assistidos, entrevistas com a Diretoria Executiva e colaboradores
da Sistel, empresas parceiras, entre outros.
A
programação da Sistel TV foi toda elaborada pensando na facilidade
que o recurso audiovisual oferece para o melhor atendimento do público
de participantes e assistidos.
Os
vídeos estão disponíveis no Portal www.sistel.com.br,
clicando no ícone com a logomarca da Sistel TV. Vale
a pena conferir! (Sistel/AssPreviSite)
Fusan:
Treinamento de advogados da patrocinadora
A
Fundação Sanepar de Previdência e Assistência
Social - Fusan, realizará em parceria com a Diretoria Jurídica
da Sanepar um evento nesta quinta (27) para tratar as questões jurídicas
e atuariais relativas ao plano FusanPrev.
Participarão
do evento todos advogados da patrocinadora principal - Sanepar. Para agilizar
o treinamento e maximizar o uso das novas tecnologias, o evento será
realizado nas salas de teleconferência da Sanepar, localizadas em
Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Ponta Grossa.
A
abertura do evento será realizada pelo Diretor-Presidente da Fusan,
José Luiz Costa Taborda Rauen e pelo Diretor Jurídico da
entidade, Flávio Luis Coutinho Slivinski. Rauen apresentará
o contexto institucional, em seguida a Gerente de Benefícios Previdenciários,
Eliziane Salvador, trará informações sobre o plano
e o consultor jurídico da Fusan, Sidnei Cardoso apresentará
o contexto Legal e as Ações em andamento. Também participará
do evento a Atuária do FusanPrev, Rita P. Anzolin, abordando os
Riscos Atuariais. (Diário dos Fundos de Pensão)
Sabesprev:
Entre os melhores da saúde
A
Sabesprev, fundo de pensão dos empregados da Cia de Saneamento
Básico do Estado de São Paulo, tem mais um motivo para festejar
seus 20 anos de existência: figura entre os seis melhores planos
de saúde do País, segundo relatório de qualificação
de atendimento da Agência Nacional de Saúde Suplementar –
ANS, divulgado esta semana. Atualmente o plano de autogestão em
saúde da Fundação atende um universo próximo
a 54 mil vidas, entre participantes ativos, assistidos e respectivos
dependentes, e conta com cerca de quatro mil credenciados, entre hospitais,
clínicas e diferentes profissionais da área médica
distribuídos na Capital, Litoral e Interior do Estado.
(Sabesprev/AssPreviSite)
Fundação
CEEE: Audiência pública do TRT - RS
O
Plano Único da Fundação CEEE foi tema da primeira
audiência pública da história do Tribunal Regional
do Trabalho do Rio Grande do Sul (TRT-RS). O evento ocorreu no dia 21 de
outubro, na sala de sessões do Tribunal Pleno do TRT-RS em Porto
Alegre. Foram abordados os critérios de cálculo da complementação
definitiva de aposentadoria do Grupo CEEE, para empregados vinculados ao
Plano Único e cujos contratos estavam em curso durante a vigência
do Regulamento de 1979 da Fundação CEEE.
A
audiência foi conduzida pelo presidente do Tribunal, desembargador
Carlos Alberto Robinson. O objetivo foi debater questões sociais,
econômicas e técnicas sobre a matéria, que é
controversa na jurisprudência do TRT-RS, gerando decisões
diferentes entre as Turmas Julgadoras sobre os seguintes tópicos
que envolvem o Plano Único da Fundação CEEE: utilização
do regulamento vigente no momento da inscrição do participante
no fundo de pensão, critérios de dedução do
valor de benefício previdenciário e de reajuste do salário-real-de-contribuição.
Existem
várias as ações sobre o mesmo assunto, mas três
reclamatórias deram origem a Incidentes de Uniformização
de Jurisprudência (IUJs), instrumento que visa à consolidação
de um entendimento único do Tribunal a respeito do tema. Ao apreciar
os IUJs em junho deste ano, o Tribunal Pleno do TRT-RS decidiu realizar
a audiência. Agora, os IUJs voltarão à pauta do Pleno
para julgamento, podendo, ou não, resultar na edição
de uma súmula. “A importância desse evento não só
foi de elucidar o TRT da 4ª Região no que se refere ao segmento
da Previdência Complementar, mas também informar da importância
que essas decisões judiciais poderão repercutir para a sociedade,
resultando em jurisprudência na esfera estadual como também
em âmbito nacional”, afirmou Gerson Plucani, Gerente Jurídico
da Fundação CEEE.
Os
advogados das partes envolvidas: dos reclamantes, do Grupo CEEE e da Fundação
CEEE tiveram 20 minutos para se manifestar. A audiência também
contou com mais 12 pronunciamentos, de pessoas previamente inscritas e
habilitadas. Entre elas, advogados, representantes de entidades da área
Previdenciária, atuários e aposentados do Grupo CEEE. O material
enviado pelos pronunciantes será disponibilizado nos próximos
dias, assim como a gravação na íntegra da audiência
pública, basta acessar: no site www.trt4.jus.br (Fundação
CEEE/AssPreviSite)
Capef:
Eleição para Conselhos no dia 1º de novembro
A
Comissão Eleitoral, no uso de suas atribuições legais,
informa que será prorrogada a data da eleição para
os membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da CAPEF em função
da continuidade da paralisação dos funcionários do
Banco do Nordeste do Brasil S.A.
Conforme
acordado entre as chapas concorrentes e aprovado pelo Conselho Deliberativo
da Entidade, a nova data do processo eleitoral será dia 1º
de novembro de 2011. Os locais de votação e o horário
da eleição permanecem inalterados. (Capef/AssPreviSite)
Petros:
Regulamento do Plano AnaparPrev
Proposta
de alteração do regulamento do Plano ANAPARprev está
disponível na área do participante
Para
atender à exigência legal, a Petros enviou a todos os participantes
do Plano ANAPARprev a proposta de alteração do Regulamento
do Plano por carta e e-mail, além de disponibilizar o documento
na área de acesso restrito do participante, no Portal.
Desde
abril, as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs)
estão obrigadas a comunicar antecipadamente aos participantes e
assistidos o teor da proposta de alteração de estatuto e
regulamento dos planos de benefícios.
Recentemente,
a Resolução CNPC nº 6, de 15/8/2011, alterou o prazo
da comunicação antecipada de qualquer proposta de alteração
de estatuto e regulamento dos planos de 60 para 30 dias, contados anteriormente
ao envio do requerimento de alteração à Superintendência
Nacional de Previdência Complementar (Previc).
Desde
a publicação dessa nova resolução, as EFPCs
devem enviar a síntese das alterações aos participantes
e assistidos e divulgar o inteiro teor da proposta na sede da entidade
e na Internet. (Petros/AssPrevISIte)
Braslight:
Certificação 9001 é mantida
A
BSI Brasil conduziu, ao longo de três dias trabalho de auditoria
cujo objetivo era realizar uma reavaliação da certificação
ISO 9001 mantida pela Braslight, para garantir que os elementos do seu
escopo e os requisitos da norma estão sendo efetivamente abordados
pela Fundação no seu sistema de gestão da qualidade.
Ao
final da auditoria, foi recomendada a continuidade da certificação.
A
certificação pela norma ISO 9001 na Braslight teve início
em 2004, com o processo de concessão de benefícios, e foi,
paulatinamente, sendo ampliada.Em 2010, seu escopo assumiu uma forma mais
abrangente e passou a ser “Administração de Planos de Benefícios
de Natureza Previdenciária”, incluindo os processos de concessão
de benefícios e de empréstimos a participantes; extração
de dados para avaliação atuarial; folha de pagamento de assistidos;
relacionamento com participantes, arrecadação de contribuições
e concessão de institutos previdenciários; e também
os processos da área financeira (contabilidade, tesouraria, controladoria
e gestão de investimentos).
A
cada certificação são auditados também os processos
das áreas-meio, como, por exemplo, gestão de recursos humanos,
gestão de fornecedores e contratos, tecnologia da informação,
gestão jurídica, comunicação institucional
e secretaria geral. (Diário dos Fundos de Pensão)
Forluz:
Obra recebe visita técnica de profissionais da Vale
Uma
equipe da Vale realizou, na sexta-feira (21/10), uma visita técnica
à obra do edifício Aureliano Chaves. A visita foi uma solicitação
do Centro de Tecnologia de Edificações – CTE, empresa que
presta consultoria referente a sustentabilidade e certificação
Leadership in Energy and Environmental Development – LEED para a Forluz,
e que também acompanha a Vale em dois empreendimentos que estão
sendo iniciados pela mineradora.
Os
profissionais foram recebidos pela arquiteta Marisa Lanna e pelo engenheiro
Marildo Diniz, integrantes da equipe de gerenciamento e fiscalização
da obra. “Eles estavam interessados em informações tanto
no que diz respeito aos detalhes técnicos da construção,
quanto às adequações necessárias para a observância
dos critérios do LEED”, esclareceu a arquiteta.
A
demanda por esse tipo de informações tem sido grande. Essa
foi a sétima equipe a solicitar visita técnica ao empreendimento
este ano. Outras grandes empresas e instituições, como a
UFMG, a Assembleia Legislativa, a Mendes Júnior e o Hospital Mater
Dei também têm procurado a Forluz em busca de informações
sobre o prédio, que se tornou referência em Minas e no Brasil
por incorporar, de forma inédita, conceitos e práticas sustentáveis.
(Forluz/AssPrevISite)
Serpros:
Alteração da Contribuição Facultativa
Invista
em você e na sua família
Veja
quanto você poderá ganhar aumentando a sua contribuição
facultativa
Outubro
é o mês para alteração da contribuição
facultativa dos participantes ativos do PS-II. Quando o participante aumenta
a sua contribuição facultativa ao Plano, sua aposentadoria
cresce. Para ilustrar, pegamos como exemplo, uma participante que entrou
no SERPROS há um ano, tem 26 anos , com salário de R$ 5,3
mil e contribui com R$ 255 por mês. Essa participante terá
uma aposentadoria complementar estimada em R$ 1,6 mil, além da Previdência
Social.
Para
dobrar o benefício complementar do SERPROS para R$ 3,2 mil, a participante
contribuirá com R$ 410, ou seja, não precisa dobrar a contribuição
para o ter dobro da renda de aposentadoria complementar para o resto da
vida.
Porém,
se a participante desejar contribuir com o percentual máximo da
facultativa, ou seja, 15%, considerando o mesmo salário, poderá
chegar a uma aposentadoria estimada de R$ 5,4 mil, investindo R$ 613 por
mês.
Quanto
e quando?
Aumentar
a contribuição facultativa é um bom negócio,
independentemente do valor. Você pode fazer a alteração
da contribuição facultativa na medida certa, acrescentando,
anualmente, um pouco mais no mês de outubro. Você pode aumentar
a sua contribuição considerando seu orçamento familiar.
E não se esqueça: fazendo a sua parte de aumentar a contribuição
facultativa, a patrocinadora também fará a dela, aumentando
na mesma proporção a contribuição facultativa
que é feita para sua aposentadoria.
Lembre-se
que o prazo para a alteração da sua contribuição
terminará às 17h do dia 31 de outubro de 2011.
E
o Imposto de Renda?
Além
de uma aposentadoria melhor, o aumento da contribuição facultativa
poderá ser utilizado para abatimento na base de cálculo do
Imposto de Renda até o limite de 12% da soma das rendas no exercício.
Como
fazer?
No
portal do SERPROS (www.serpros.com.br), na área restrita do participante,
há um simulador para você ver o melhor percentual entre 0
e 15% da sua renda.
Caso
necessite de alguma orientação, entre em contato com o SAP
(Serviço de Atendimento ao Participante), pelo telefone 0800 721
10 10 de segunda a sexta, das 9 às 17 horas, ou pelo sap@serpros.com.br.
(Serpros/AssPreviSite)
Fundação
Copel: 40 anos e novo visual
Presente
na vida de milhares de participantes, a Fundação Copel comemora
o seu quadragésimo aniversário neste dia 21 de outubro, ostentando
a 15ª posição entre quase trezentas entidades fechadas
de previdência complementar.
A
nossa história começou a ser construída pelos pioneiros
que acreditaram no sonho de estruturar uma entidade forte e representativa.
Este ideal nos move até hoje e nos faz recriá-la a cada dia,
assumindo a obrigação de prepará-la para o futuro
e um alcance ainda maior: a perenidade.
Como
dizem que a vida começa aos quarenta, aproveitamos as comemorações
dos 40 anos para modernizar nossa identidade visual, agregando valores
tradicionais à nova fase da entidade.
Basicamente,
o conceito da nova logo - uma seta azul direcionada à logomarca
da Copel - representa a missão maior da entidade que é reverter
todos os seus esforços a fim de atender os anseios e as expectativas
de participantes e patrocinadoras, representados pela nossa instituidora.
Atualizar
a marca não representa romper o vínculo com o passado, nem
desvalorizar tudo o que foi conquistado pela Fundação Copel
nessas quatro décadas. Essa história já está
arquivada em nosso DNA e ficará em nossa memória para sempre.
Aproveitamos
a data para lançar o novo site institucional, com um design mais
atraente, navegação ágil e amigável, facilitando
o acesso aos serviços mais procurados pelos participantes.
O
projeto valorizou as informações sobre os produtos disponibilizados
pela Fundação Copel. Usuários do plano de saúde,
por exemplo, ganharam uma nova forma de apresentação do guia
médico, mais explicativa e eficaz.
Preparamos
o site para se integrar às redes sociais. Todo o conteúdo
poderá ser compartilhado através do Blog, Facebook e Twitter.
Convidamos
a todos para a acessarem o novo site (www.fundacaocopel.org.br).
(Fundação Copel/AssPreviSite)
Economus:
Novo Diretor de Controles
Benilton
Couto da Cunha, tomou posse em 10 de Outubro
O
novo Diretor substituiu Octávio Muniz Mauro Freire, que esteve na
diretoria administrativa de 03/2010 a 09/2011 e se aposentou
recentemente.
Benilton
Cunha é formado em Economia e Administração de Empresas
com MBA em Auditoria, e possui Pós-Graduação em Gestão
da Qualidade em Serviços. Atuou como Gerente Executivo da Diretoria
Menor Renda e da Unidade Desenvolvimento Sustentável do Banco do
Brasil, Diretor de Administração e Finanças do Banco
Popular do Brasil, Gerente Regional de Varejo, Gerente de Auditoria e Administrador
de Agências.
Ao
novo Diretor desejamos as boas-vindas e sucesso nesta nova trajetória.
(Economus/AssPreviSite)
Regius:
Responsabilidade Socioambiental
Implementado
a partir da última sexta-feira, o Programa de Gestão Integrada
de Resíduos Sólidos, idealizado pelo BRB, inclui em suas
ações: economia de papel com lixeiras específicas
para reaproveitamento; lixeiras de coleta seletiva de materiais orgânicos
e plásticos; palestras para a redução de consumo de
energia elétrica e de água além de outras medidas
de sensibilização dos funcionários para a causa.
A
conscientização sobre a responsabilidade socioambiental fará
parte da rotina da Regius, com o objetivo de mudar hábitos para
a construção de um futuro mais sustentável.
É
a Regius cuidando do seu futuro e do planeta. (Regius/AssPreviSite)
Fundação
Cesp: O Cenário Internacional
O
terceiro trimestre de 2011 certamente será lembrado por (pelo menos)
três eventos:
1)
A discussão sobre a ampliação do teto da dívida
pública nos EUA; e logo em seguida o rebaixamento do rating dos
EUA de AAA para AA pela agencia Moody´s;
2)
A crise da dívida pública na Europa atingindo fortemente
a Itália (e em menor grau a Espanha), as dúvidas sobre a
solidez dos bancos europeus e também as dúvidas sobre a capacidade
da Grécia honrar seus compromissos no curto praz e;
3)
O repentino corte na taxa de juros básica, efetivamente pelo Copom
na sua reunião de 31 de Agosto (a taxa Selic caiu de 12,50% para
12,00%).
Este
conjunto de eventos trouxe de volta a volatilidade para patamares bastante
elevados, ainda que abaixo daqueles observados na primeira fase da crise
em 2008.
Em
outras palavras, neste período coisas consideradas inimagináveis
se tornaram realidade. Realidade triste e preocupante, frise-se. Importante
destacar que esta é a mesma crise de 2008, mas afirmar que ela é
uma mera extensão daquela não basta, pois há diferenças
entre os dois momentos.
Na
primeira fase a questão era a dos agentes privados, como bancos
e corretoras de investimentos. Todos esses agentes tomaram dinheiro emprestado
e geraram ativos em magnitude muitas vezes além do seu patrimônio
líquido. A redução das suas dívidas foi feita,
até aqui, por caminhos tortuosos, mas na sua essência ela
foi assumida pelo setor público. É fácil constatar
esse processo: basta observar a evolução recente da razão
dívida pública sobre o PIB em alguns países.
A
segunda fase (atual) é mais assustadora porque agora a dúvida
diz respeito a como desalavancar o setor público. Em outras palavras,
como diminuir a dívida pública que em vários países
apresenta uma dinâmica francamente insustentável. Qualquer
dinâmica de redução da dívida pública
envolve dois elementos (e/ou uma combinação entre deles):
aumento de impostos e redução de despesas.
Num
ambiente de desaquecimento econômico, a elevação de
impostos tende a agravar a situação ao retirar recursos dos
agentes privados. Por outro lado, o corte das despesas além de intrinsecamente
recessivo – pela diminuição da demanda agregada – tende a
encontrar resistência política.
Agrava
o quadro a magnitude dos números e a fragilidade do sistema financeiro,
particularmente, o europeu, dado que o Fundo Europeu para Estabilização
Financeira inicialmente criado com € 440 bilhões já
é considerado insuficiente e os novos números para o fundo
sugerem alguma coisa superior a 1 trilhão de euros (a bem da verdade
a situação é tão complicada que qualquer deve
ser tratado com a devida reserva).
Nessas
circunstâncias o dia a dia do mercado oscila entre o pânico
e o alívio, mas de forma quase assimétrica, ou seja, os movimentos
de
queda tendem a serem maiores que os movimentos de alta. E o pior é
que dada a complexidade técnica e política do problema é
ingenuidade supor que exista uma solução ao mesmo tempo rápida,
contundente e indolor. O mais provável, sem dúvida, é
convivermos com essa incerteza por vários meses à frente.
O
Cenário Doméstico
Em
meio a tantas incertezas, o Bacen tomou uma decisão surpreendente
e ousada: não somente interrompeu o ciclo de alta de juros, mas
sim reverteu o processo anunciando um corte de 0,5% (a taxa SELIC recuou
de 12,50% para 12,00%)
Mesmo
com a inflação (IPCA) acumulada de 12 meses (terminados em
julho) na faixa de 7,2%, as autoridades econômicas dão sinais
claros que podem e aceitam conviver com um binômio mais crescimento
com mais inflação, sem muita inquietação.
Para
compensar em parte o efeito expansionista na atividade econômica
de uma taxa de juros menor o governo anunciou uma ampliação
da disciplina fiscal para este ano e o próximo. Esta será
uma componente fundamental do novo binômio crescimento (mais) e juros
(menos). O efeito contracionista da área fiscal será necessário
para não aquecer em demasia a economia e criar condições
ainda mais favoráveis para o repasse de preços.
O
comportamento dos mercados e a gestão dos recursos
A
reação dos mercados (renda fixa e ações) a
este novo conjunto de informações foi simples: muito mais
volatilidade e compra de títulos atrelados a inflação.
O índice IBOVESPA abriu o mês de agosto nos 59.000 pontos
caiu até os 48.000 pontos e fechou o período perto dos 56.400
pontos. No movimento de recuperação, os papéis que
mais se destacaram foram aqueles ligados ao consumo doméstico (numa
leitura simplória do novo cenário, pode-se dizer).
A
oscilação da bolsa parece estar mais ligada aos fatores macroeconômicos
(domésticos e internacionais) já que os resultados das empresas
até junho deste ano podem ser considerados bons e dentro das expectativas,
de uma forma geral, embora seja quase certo que, em algum momento, as preocupações
de ordem macroeconômica terminem por desencadear algum ajuste nas
projeções de lucro das empresas para 2012.
Por
outro lado, na renda fixa, o interesse por papéis atrelados a inflação
(particularmente as Notas do Tesouro Nacional da serie B – indexada
ao IPCA) cresceu enormemente e por conseguinte as taxas de juros caíram
de forma acentuada em todos os vencimentos.
Apesar
de uma gestão mais conservadora dos recursos garantidores dos planos
de previdenciários administrados pela Fundação CESP,
os movimentos dos preços dos ativos têm alcançado amplitude
tal que os resultados acumulados até agosto equivalem á 75%
da meta atuarial do período. O tom mais conservador da gestão
pode observado seja pela alocação historicamente baixa em
renda variável, seja constante aquisição de títulos
públicos federais atrelados à inflação.
(Jorge Simino Jr - Fundação Cesp/AssPreviSite)
Forluz:
Cenário econômico brasileiro e mundial
O
Comitê de Investimentos da Forluz organizou um novo evento com consultor
externo, na terça-feira, 18 de outubro, recebendo, desta vez, o
economista chefe do Banco Pine, Marco Maciel. O encontro teve como objetivo
discutir o cenário econômico brasileiro e mundial, em curto
e longo prazos, visando auxiliar a Forluz na definição de
sua política de investimentos. As questões macroeconômicas
abordadas durante o encontro auxiliarão o Comitê a traçar
planos estratégicos para alocação de recursos.
Dentre
os assuntos tratados, mereceram atenção a economia interna,
dando enfoque ao aumento da participação da renda do brasileiro
no mercado, especialmente da classe média. O aumento do salário
mínimo e sua influência na inflação, queda de
juros, a visão dos países estrangeiros em relação
ao Brasil, a expansão do mercado asiático, dificuldades financeiras
em alguns países europeus e a volatilidade do dólar. Para
aferir os desdobramentos da crise e tendências do mercado, a Forluz
tem realizado um ciclo de encontros com profissionais influentes e suas
equipes.
Desde
junho deste ano, passaram pela Fundação nomes como José
Márcio Camargo, professor titular do Departamento de Economia da
PUC-Rio e consultor de empresas e organizações empresariais,
o ex-presidente do Banco Central e sócio fundador da Rio Bravo Investimentos,
Gustavo Franco, o ex-presidente do Banco Central e coautor do livro "História
do Pensamento Econômico como Teoria e Retórica", Pérsio
Arida, o estrategista da Quest Investimentos e ex-ministro das Comunicações,
Luiz Carlos Mendonça de Barros. (Forluz/AssPrevISite)
Previ:
Comprovante do IR
Escolha
como quer receber o comprovante de Imposto de Renda
Por
diversos motivos, algumas pessoas preferem não receber o comprovante
para fins de Imposto de Renda impresso. Há alguns anos, o comprovante
é disponibilizado aqui pelo site e os participantes podem consultar
essas informações antes mesmo de recebê-las pelos Correios.
Todos
os participantes podem fazer a qualquer tempo a opção no
Autoatendimento / Seu Cadastro, marcando ou não a opção
Demonstrativo para IR, na parte "Escolha como receber informações".
A opção de não recebimento via correio refere-se aos
comprovantes e informes de rendimentos, como também aos extratos
de financiamento imobiliário, empréstimo simples, Capec e
de contribuições.
Durante
os próximos meses, ao acessar qualquer serviço no Autoatendimento,
você será automaticamente direcionado para a tela de opção.
Caso tenha feito alguma escolha em anos anteriores, essa manifestação
continua valendo. Caso não tenha mudado de ideia, não precisa
manifestar-se novamente. Sua escolha passará a valer para todos
os anos seguintes. Para que seja inibida a emissão de comprovantes
já para a Declaração de IRPF 2012, ano-base 2011,
o prazo de opção é 31 de janeiro.
Os
comprovantes eletrônicos oferecem vantagens como maior segurança
de dados, já que o ambiente exige matrícula e senha do participante,
eliminação do risco de extravio de correspondência,
agilidade e facilidade de acesso, além da colaboração
com a política de responsabilidade socioambiental da PREVI, que
prevê redução no uso de materiais e recursos como papel
e energia, utilizados durante o processo de impressão. (Previ/AssPrevISIte)
Sabesprev:
Entidades impedem migração
Enquanto
não for realizada perícia contábil e atuarial está
proibida a migração de participantes do plano de Benefício
Definido (BD) para o plano de Contribuição Definida (CD)
da SABESPREV, entidade de previdência que administra os planos patrocinados
pela SABESP, a companhia de saneamento do Estado de São Paulo. A
perícia foi solicitada pelas entidades representativas dos participantes
para definir de quem é a responsabilidade pela cobertura do déficit
técnico de cerca de R$ 500 milhões verificado no plano BD.
Esta
foi a decisão 12ª Câmara de Direito Público do
Tribunal de Justiça de São Paulo, em julgamento ocorrido
no dia 28 de setembro de 2011, ao não acatar cinco recursos interpostos
pela SABESPREV e pela patrocinadora SABESP, que buscavam transferir a competência
da 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo para uma
das Varas Cíveis comuns da Justiça Estadual da capital, e
ainda cassar a liminar que havia sido concedida por aquele juízo,
que proibiu a migração de participantes e reservas do plano
BD para um novo plano CD.
Além
dos recursos de SABESP e SABESPREV, também foi julgado e acatado
o agravo de instrumento proposto pelo Sindicato dos Trabalhadores em Água,
Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo – SINTAEMA, e pela
Associação dos Aposentados e Pensionistas da Sabesp – AAPS.
Foi mantida a competência da 8ª Vara da Fazenda Pública
de São Paulo para apreciar e julgar a ação coletiva
intentada pelas entidades associativas, através do advogado Ricardo
Só de Castro, integrante do Escritório de Direito Social.
As
decisões proferidas em favor das entidades que representam os participantes
e assistidos da SABESPREV viabilizam o início do processo de negociação
entre as partes envolvidas, que, por sua vez, já providenciaram
pedido de suspensão da ação coletiva pelo prazo de
seis meses para que a negociação fosse realizada.
SINTAEMA
e APPS não defendem a imutabilidade de planos de benefícios,
mas consideram imprescindível que qualquer mudança em estatutos
e regulamentos seja feita através de negociação entre
as partes – participante, patrocinador, fundo de pensão. “Os conflitos
envolvendo mudanças de regulamentos, transferências de reservas,
implantação de novos planos e cobertura de déficit
só devem ser resolvidos por negociação entre as partes
e não pela imposição das patrocinadoras, contrariando
interesses dos participantes”, avalia Cláudia Ricaldoni, presidente
da ANAPAR.
As
entidades representativas consideram fundamentais as vitórias e
lembram que só recorreram ao Judiciário porque não
conseguirem ter suas tentativas de negociação atendidas pela
patrocinadora. (Anapar)
Elos:
Entidade Multipatrocinada
O
Conselho Deliberativo da ELOS aprovou a proposta de alteração
do estatuto da ELOS e também do regulamento do plano previdenciário
BD-ELOS/Tractebel, em caráter de adequação e atendimento
às diretrizes da Lei nº 108. Entre as mudanças está
a definição da Fundação como entidade
multipatrocinada.
As
alterações serão encaminhadas para a Superintendência
Nacional de Previdência Complementar (PREVIC).
Conforme
divulgado anteriormente, a ELOS passará a ser regida pela Lei Complementar
nº 108, de 29 de maio de 2011, e não mais pela Lei Complementar
nº 109, em virtude da inversão ocorrida com o patrimônio
dos planos patrocinados pela Eletrosul, maior do que o da patrocinadora
Tractebel. (Diário dos Fundos de Pensão)
Funcef:
Ouvidora fala sobre o novo canal de atendimento
Meio
é estratégico para promover a excelência do serviço
Os
participantes da FUNCEF ganharam em agosto deste ano mais um meio de atendimento
com a Fundação, a Ouvidoria. Para saber mais sobre esse novo
canal, confira a entrevista concedida pela ouvidora Rosilândia Gonçalves.
Qual
é a função de uma Ouvidoria dentro de uma Organização?
A
Ouvidoria deve entender o olhar de quem usa o serviço e avaliar
adequadamente as reivindicações no sentido de humanizar a
relação e gerar ações destinadas à satisfação.
O papel da Ouvidoria é estratégico e busca a excelência
no atendimento.
Como
será a relação da Ouvidoria da FUNCEF com as demais
áreas no que diz respeito ao atendimento aos participantes?
É
importante reforçar que os canais de atendimento da FUNCEF serão
mantidos e preservados. A Ouvidoria trata casos excepcionais, que por algum
motivo não foram bem resolvidos pelos setores normais de atendimento.
Ao
tomar a decisão de aceitar uma manifestação, a Ouvidoria
registra em sistema próprio, informa o número de protocolo
e prazo para resposta.
A
manifestação é direcionada à área
competente por providenciar a resolução do problema. Ao rejeitar
uma demanda, a Ouvidoria avisa o manifestante o motivo da rejeição
e se for o caso, encaminha o participante ao canal correto de atendimento.
A
Ouvidoria será constituída a partir das nossas experiências,
unindo a experiência da equipe que compõe a Ouvidoria com
todas as unidades da FUNCEF.
Há
prazo para que as áreas devolvam a demanda para a Ouvidoria a fim
de que seja repassada ao participante?
Sim.
As informações requisitadas pela Ouvidoria deverão
ser prestadas pela área no prazo de até cinco dias úteis.
O participante receberá a resposta da Ouvidoria no prazo de até
dez dias úteis, a contar do recebimento da manifestação.
Como
surgiu a figura do ouvidor nas instituições?
A
figura do ouvidor, ou ombudsman, surgiu na Suécia, no início
do século XIX. No Brasil, esta função foi adotada
visando conferir uma maior transparência às atividades das
instituições e, também, estimular o cidadão
a defender seus direitos e interesses, privilegiando a prevenção
e, por conseqüência, evitar confrontos nas relações
de consumo.
Visando
preservar os princípios que regem a Ouvidoria, a Associação
Brasileira de Ouvidores - ABO, criada em 1995, aprovou em 1997 o seu Código
de Ética, expressando os valores que devem nortear a atuação
dos Ouvidores/Ombudsman, conscientizando os cidadãos sobre o alcance
desta função e as suas obrigações junto à
comunidade.
Os
canais para acessar a Ouvidoria FUNCEF são:
•
0800 706 9000;
•
E-mail: ouvidoria@funcef.com.br;
•
Correspondência: SCN, qd.2, bl.A, Ed. Corporate Financial Center,
CEP:70712-900. Brasília (DF);
•
Atendimento presencial agendado, sala da Ouvidoria-12º andar (mesmo
endereço de correspondência), horário de atendimento:
das 9h às 12h e das 14h às 17h; e
•
Formulário : http://www.funcef.com.br/apl/ouvidoria/faleconosco.aspx
(Funcef/AssPreviSite)
Infraprev:
Espaço de educação previdenciária
O
INFRAPREV reformulou o espaço de Educação Previdenciária
no seu portal. O INFRAEDUCA é uma nova proposta que permite maior
interação através de jogos e vídeos.
Gradativamente
serão disponibilizados jogos que vão facilitar o entendimento
do assunto, assim como os vídeos, que podem ser acessados também
pelo youtube.com/infraprev.
O
primeiro jogo é a Forca, que testa o conhecimento do participante
sobre previdência e finanças. A participação
dá direito a um brinde do INFRAPREV. É preciso que o participante
jogue, entrando com login e senha, para ganhar o brinde.
Acesse
o espaço compreenda com mais clareza o funcionamento da previdência
complementar e ao mesmo tempo divirta-se. (Infraprev/AssPreviSite)
Metrus:
Qualidade de vida e Sustentabilidade
Com
o foco na política de qualidade de vida desenvolvida pelo Metrus
o Baile da Primavera, que comemorou os 18 anos de existência do Instituto,
foi um evento de contagiosa alegria e sucesso para todos os presentes.
A
edição da festiva e marcante reunião de sexta-feira,
contou ainda com o lançamento de um projeto novo do Instituto envolvendo
a questão da sustentabilidade: A reciclagem dos cartões
de identificação do Metrus.
O
evento, com a participação dos metroviários e seus
familiares, faz parte do calendário de reuniões do Instituto
com palestras de orientação sobre previdência, preservação
da saúde e prevenção de doenças, no auditório
de sua sede, em São Paulo. (AssPreviSite)
Fundação
CEEE: Encontro Mais Vida 2011
Motivação
e o sentido da vida, este é o tema do Encontro Mais Vida 2011, com
a presença de José Luiz Tejon, Publicitário,
Jornalista, mestre em arte e cultura pela Universidade Machenzie e doutorando
em Ciência da Educação pela Universidad de La Empresa,
no Uruguai. O evento irá conversar sobre viver as oportunidades
que a vida proporciona, mesmo sob os mais difíceis obstáculos.
O
Encontro Mais Vida será realizado no dia 19 de outubro, no Centro
de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, a partir
das 13h30min. As inscrições são gratuitas e evento
é dirigido a participantes ativos, aposentados, pensionistas e seus
familiares, com o objetivo de integrar e realizar a troca de experiências
e melhoria da qualidade de vida abordando temas pertinentes à melhor
idade.
O
evento anual traz convidados para proferirem palestras e atrações
artísticas que encantam o público. Com 31 anos de experiência
no mercado, a Fundação CEEE é o maior fundo de pensão
do RS, com um patrimônio superior a R$ 4,4 bilhões. Atualmente,
a instituição administra planos de previdência dos
empregados das companhias de energia elétrica do Estado (CEEE, CGTEE,
RGE, AES Sul), da mineradora CRM e dos associados ao SINPRO RS, SENGE-RS,
SINTAE RS E AFCEEE. (Fundação CEEE/AssPreviSite)
Forluz:
Apresentação para novos empregados
Forluz
apresenta a Fundação e o plano previdenciário para
empregados da Cemig Telecom
O
diretor de Seguridade e Gestão da Forluz, José Ribeiro Pena
Neto, e a analista previdenciária, Rejane Couto, estiveram na Cemig
Telecom, no dia 10 de outubro, para apresentar a Fundação
e o Plano B aos novos empregados. O foco nesse público visa sua
adesão ao plano previdenciário da Fundação,
tendo em vista que a Empresa vem crescendo e ampliando seu quadro. Sérgio
Belisário, diretor Técnico da Cemig Telecom e presidente
do Conselho Deliberativo da Forluz e Leandro César Reis, Superintendente
Administrativo Financeiro da Cemig Telecom, também prestigiaram
a reunião. Durante o encontro, José Ribeiro ressaltou a importância
de se preparar desde cedo para a aposentadoria e a vantagem de contar com
uma empresa patrocinadora o que ajuda e muito nisso. Em seguida, a analista
previdenciária da Forluz, Rejane Couto Dutra, fez uma exposição
sobre o Plano B, abordando seus aspectos mais importantes, como benefícios
e contribuições, e esclarecendo dúvidas dos presentes.
A Cemig Telecom possui atualmente 93 empregados efetivos e cerca de 140
terceirizados. Dos efetivos, cerca de 20 recém admitidos ainda não
aderiram ao plano de previdência. A Cemig Telecom é patrocinadora
dos planos previdenciários da Forluz desde fevereiro de 2006. Atualmente,
a Forluz possui nove patrocinadoras, todas empresas pertencentes ao Grupo
Cemig. (Forluz/AssPreviSite)
Previ:
Indicadores de performance de agosto
Participantes
já podem consultar as rentabilidades dos três planos de benefícios
da PREVI - Plano 1, PREVI Futuro e Capec, bem como do Plano de Gestão
Administrativa (PGA) - referentes ao mês de agosto e ao acumulado
de 2011.
Atualizadas
mensalmente, as rentabilidades segmentadas por plano e por carteira de
investimentos podem ser conferidas no site, na seção Investimentos/
Demonstrativos, link:
http://www.previ.com.br/portal/page?_pageid=57,963026&_dad=portal&_schema=PORTAL
(Previ/AssPrevISIte)
Infraprev:
Alteração de Contribuição
Prazo
prorrogado para dezembro
O
prazo para alterar o percentual de contribuição para o Plano
CV foi prorrogado para 31 de dezembro. O participante pode aumentar
o percentual por meio do hotsite de Alteração de Contribuição
no portal do INFRAPREV, mediante login e senha. É rápido
e simples.
Ao
aumentar o percentual de contribuição, o participante tem
uma economia no Imposto de Renda, já que é possível
deduzir a contribuição básica, até o limite
de 12%, sobre os rendimentos tributáveis recebidos no ano.
Além
disso, o valor da poupança previdenciária cresce, já
que as suas contribuições e a da Infraero, sua parceira nesse
investimento, também se tornam maiores. (Infraprev/AssPreviSite)
Forluz: Novas regras
de empréstimo
Participante deve prestar
atenção às novas regras de empréstimo
A Forluz lembra aos participantes
que, de acordo com o novo regulamento de empréstimo, o envio do
contrato deverá ser acompanhado obrigatoriamente do regulamento
em sua íntegra. Vale ressaltar que todas as páginas devem
ser assinadas pelo financiado e cônjuge quando necessário.
Ressaltamos, ainda, que
não será concedido o empréstimo caso o formulário
tenha sido preenchido incorretamente ou enviado sem a documentação
exigida. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone
0800-0909090 ou pelo e-mail atendimento@forluz.org.br.
Para acessar o novo regulamento
clique no link
https://www.forluz.org.br/Documentos%20Compartilhados/Novo%20regulamento%20empréstimo.pdf
(Forluz/AssPreviSite)
Serpros: Contratação
de Empréstimo
Até o dia 20 de outubro,
estará aberto o período de simulação e de contratação
de empréstimo no SERPROS.
PRAZO
De 01 a 48 meses
PRESTAÇÃO
Fixa durante a vigência
do contrato
TAXAS (já inclusa
a taxa de administração de 0,2% ao mês)
De 1,55% a 1,71% ao mês,
dependendo do prazo escolhido
Para conhecer melhor as
características do empréstimo simples pré-fixado veja
o quadro em anexo - (clique aqui)
Para os participantes que
fizeram simulação antes do período de contratação,
informamos que deverão clicar na opção -Recalcular-
para que os valores sejam atualizados. (Sepros/AssPreviSite)
Infraprev: Educação
previdenciária
Saber consumir, poupar,
planejar a vida financeira e administrar o dinheiro são fundamentais
para um futuro com qualidade de vida. Com esse objetivo, o INFRAPREV reformulou
o espaço de Educação Previdenciária no seu
portal.
O INFRAEDUCA é uma
nova proposta que permite maior interação através
de jogos e vídeos. Os participantes ativos e assistidos e outros
usuários do portal podem usufruir de informações sobre
previdência e finanças e de planejar o orçamento por
meio de uma planilha criada pelo Instituto.
Gradativamente serão
disponibilizados jogos que vão facilitar o entendimento do assunto.
A criação dos jogos teve a participação dos
empregados do INFRAPREV, assim como o tema dos vídeos, que podem
também ser acessado pelo youtube.com/infraprev.
O primeiro jogo é
a Forca, que testa o conhecimento do participante sobre previdência
e finanças. A participação dá direito a um
brinde do INFRAPREV. É preciso que o participante jogue, entrando
com login e senha, para ganhar o brinde. (Infraprev/AssPreviSite)
Fundação
Cesp: Adesões à contribuição voluntária
De 1º de outubro a
31 de novembro estão abertas as adesões à contribuição
voluntária ou aumento do seu percentual. Contribuição
voluntária é uma contribuição adicional a que
você já faz obrigatoriamente ao plano. Ela é calculada
com base nos 30% de seu salário (nos casos do PPCPFL e PAP/Fundação,
essa referência é de 100%) e seu valor será descontado
mensalmente no aviso de pagamento em conjunto com sua contribuição
obrigatória. Essa porcentagem pode ser cancelada a qualquer tempo
e é por meio dela que você pode planejar o quanto quer receber
de aposentadoria. Já pensou em receber um benefício maior
que seu salário reservando apenas um pequeno valor mensal para isso?
Com a voluntária você pode realizar esse sonho!
A adesão ou a alteração
da porcentagem pode ser feita diretamente na internet. É só
entrar na área restrita do portal, escolher o menu “Previdência”
e selecionar a opção “Alteração de Contribuição
Voluntária”. Para aqueles que já aderiram à voluntária
e esqueceram qual o percentual escolhido, nesta mesma tela já aparecerá
o percentual e o ano que foi feita a opção. É necessário
preencher o campo “Percentual de contribuição voluntária
mensal vigente” com o valor que deverá ser descontado a partir de
janeiro do ano que vem e também alterar o ano de vigência,
que será 2012.
Lembre-se: sua empresa também
te acompanha na contribuição voluntária. Confira abaixo
o percentual da sua empregadora:
AES Eletropaulo – 5%
AES Tietê – 5%
CESP – 2,5%
CPFL Piratininga – 5%
CTEEP – 2,5% (para os provenientes
do PSAP/EPTE – 5%)
Duke Energy – 2,5%
Elektro -2,5%
Eletropaulo Telecom – 5%
EMAE - 5%
Fundação CESP
– 0,25%
Na área restrita
do Portal, você pode ainda simular a expectativa de seu benefício
com e sem a contribuição voluntária. É possível
solicitar a adesão também pelo Disque-Fundação,
pelos telefones (11) 3065.3000 ou 0800.012.7173. A adesão e mudança
de percentual podem ser feitas até 31 de novembro. (Fundação
Cesp)
Aerus: Infeliz aniversário
No feriado de quarta-feira
completam-se cinco anos e meio da “incrível, inaceitável
e injustificável marca de um covarde e arbitrário calote
em nossa aposentadoria”, como diz um ex-comandante da Varig sobre o fundo
de pensão Aerus. Ele diz que não se consegue definir o que
é “passar a vida trabalhando, poupando para um futuro um pouco menos
incerto e descobri-lo comprometido pela irresponsabilidade de terceiros”.
(Fernando Albrecht - Jornal do Comércio)
Funcef: 33º Simpósio
dos Aposentados
Diretores discutiram o impacto
da crise econômica e do contencioso jurídico nos resultados
da Fundação
O debate sobre os reflexos
da crise econômica europeia e das ações judiciais para
a rentabilidade dos planos marcou a participação da FUNCEF
no 33º Simpósio Nacional dos Economiários Aposentados
e Pensionistas da CAIXA, encerrado na quinta-feira (6/10), na Bahia. Além
de apresentar os principais números e ações da Fundação,
diretores e gestores responderam perguntas, tiraram dúvidas e se
colocaram à disposição dos participantes.
“Queremos ouvir vocês
de perto”, manifestou o presidente da Fundação, Carlos Caser,
na abertura do encontro, dia 3 de outubro.
Na plenária de quarta-feira
(5/10), foram feitas apresentações dos diretores Antônio
Braulio de Carvalho (Planejamento e Controladoria), Demóstenes Marques
(Investimentos), Carlos Borges (Participações Societárias
e Imobiliárias), Renata Marotta (Administração) e
José Carlos Alonso (Benefícios).
Confira os principais assuntos:
Crise europeia e a rentabilidade
Apesar da expectativa de
rentabilidade menor no Balanço de 2011, os participantes devem ficar
tranquilos. Segundo o diretor Demosthenes Marques, os bons resultados alcançados
pela FUNCEF no período de 2003 a 2010 (com rentabilidade acumulada
superior a 300%, contra uma meta atuarial de 146%) garantem à Fundação
tranquilidade para superar os reflexos da crise econômica que afeta
os países europeus, principalmente Grécia, Itália,
Irlanda, Espanha e Portugal.
A boa rentabilidade possibilitou
honrar os compromissos com os participantes e adotar uma séria de
medidas prudenciais visando garantir a solidez dos planos. Na avaliação
do diretor Demósthenes Marques, a FUNCEF tem um patrimônio
consolidado, o que a coloca em uma posição de segurança,
principalmente se comparada a outros fundos de pensão.
Com apresentação
de gráficos, o diretor mostrou que os ativos de investimentos da
FUNCEF subiram de e 14,9 bilhões, em 2003, para R$ 43,5 bilhões,
até agosto de 2011. “Soubemos nos apropriar dos momentos da economia
e os resultados positivos nos deram capacidade para superar a crise de
2008 e agora, em 2011, manter o que já conquistamos. A carteira
de investimentos da Fundação é salutar, com capacidade
de dar bons resultados em prazos mais longos”, assegurou Demóstenes.
FUNCEF sobe no ranking mundial
Outra demonstração
de que a FUNCEF tem acertado na política de investimentos é
a sua posição como o 116º maior fundo de pensão
do mundo. Nos últimos cinco anos, a Fundação subiu
110 posições no ranking mundial, que era de 226ª em
2006. “A FUNCEF cresceu mundialmente e isso reflete os bons resultados
alcançados”, comemorou Demósthenes.
Ações judiciais
prejudicam planos
O aumento do número
de ações judiciais contra FUNCEF interfere no desempenho
dos planos e prejudica sua rentabilidade. O assunto mereceu atenção
especial durante o 33º Simpósio dos Economiários Aposentados
e Pensionistas da CAIXA. Os diretores buscaram informar e esclarecer
os participantes sobre o tema. Em apenas um mês, o número
de processos judiciais envolvendo a Fundação saltou de 13.249
(agosto 2011) para mais de 20 mil (setembro 2011).
Após apresentar os
ativos (recursos) dos planos REB, REG/Replan (saldado e não saldado)
e Novo Plano, o diretor eleito Antônio Bráulio de Carvalho
explicou – em tom de conscientização - que o resultado imediato
dos processos judiciais obrigando a Fundação a pagar direitos
que não estavam previstos nos regulamentos dos planos é o
aprovisionamento de valores da ordem de R$ 786,3 milhões. Esses
recursos poderiam ser aplicados para aumentar a rentabilidade dos planos.
Quem paga a conta? Com essa
pergunta, os diretores eleitos alertaram para o caráter coletivo
dos fundos de pensão. “Somos nós, todos os participantes,
que pagamos essa conta, pois os recursos são dos planos”, destacou
Antônio Braulio de Carvalho.
CTVA - Complemento Temporário
Variável de Ajuste de Mercado
A maioria dos processos
judiciais envolvendo a FUNCEF refere-se a pleitos que não foram
objeto de contribuição nem por parte do participante nem
da Patrocinadora (CTVA, abono, auxílio-cesta, horas extras e outros).
Quanto às ações
judiciais, o diretor Antônio Braulio de Carvalho lançou um
desafio aos participantes. “Vamos avaliar o impacto dessas ações
para os planos”, conclamou.
Aumento dos benefícios:
desafio constante
O aumento real dos benefícios
dos aposentados e pensionistas foi outro assunto abordado pelos diretores.
O diretor de Investimentos, Demósthenes Marques, lembrou que esse
é um desafio constante da FUNCEF. “Em um período de cinco
anos a FUNCEF conseguiu conceder aumentos de 30% nos benefícios”,
frisou.
Despesas bem controladas
A diretora de Administração
eleita, Renata Marotta, apresentou as inovações tecnológicas
que permitem aprimorar o atendimento e o controle dos processos na Fundação
e disse que as ações tomadas pela FUNCEF têm por objetivo
garantir o cumprimento de suas obrigações no presente e no
futuro. “Ser previdente é tomar atitudes que não venham a
prejudicar o patrimônio dos planos, pois quem paga a conta somos
nós, os participantes”, alertou, referindo-se à avalanche
de ações judiciais contra a Fundação. “Estamos
nos esforçando para que a Fundação seja bem administrada”,
garantiu, colocando-se à disposição dos participantes.
Investimentos da FUNCEF
geram 1,4 milhão de empregos
O diretor de Participações
Societárias e Imobiliárias, Carlos Borges, falou sobre os
bons resultados da carteira imobiliária e destacou a contribuição
da FUNCEF para o desenvolvimento do País.
Borges apresentou um estudo
realizado pela DIPAR que revela que os empreendimentos da Fundação
em imóveis, fundos de investimento e participações
em empresas criam 1,4 milhão de postos de trabalho. (Funcef/AssPreviSite)
Funsejem:
Sistema multicotas
Resultados
estimados de setembro: 1,03% na conservadora, 0,29% na moderada, -0,46%
na agressiva e -2,19% na superagressiva
Os
resultados estimados das modalidades de investimento do sistema multicotas,
referentes ao mês de setembro, foram os seguintes: 1,03% na conservadora;
0,29% na moderada; -0,46% na agressiva e -2,19% na superagressiva. As cotas
definitivas serão apuradas no décimo dia útil do mês.
Elas não costumam se distanciar das estimativas e podem ser conferidas
neste site.
É
sempre bom lembrar que a diferença entre as modalidades está
no requisito risco. A superagressiva, mais arriscada de todas, pode destinar
de 30% a 50% dos recursos à renda variável, segmento que
engloba aplicações de alto risco, como ações
em bolsa de valores. No caso da agressiva, esta exposição
vai de 0% a 50%. A moderada não tem uma composição
específica. Seu resultado equivale à média dos rendimentos
obtidos na agressiva e na conservadora, que contempla aplicações
100% renda fixa, de baixo risco.
Para
uma ajuda sobre qual modalidade escolher, o participante pode contar com
o simulador de perfil de investidor deste site. Em caso de mudança
de modalidade, basta acessar a área restrita com login e senha e
solicitar a alteração. O pedido é encaminhado automaticamente
e atendido em até 60 dias. Também é possível
baixar um formulário (disponível na área de livre
acesso) que, depois de preenchido, deve ser encaminhado à Funsejem.
(Funsejem/AssPreviSite)
Banesprev:
Auditoria Interna ISO
Da
direção do Banesprev aos seus auditores internos
Afinada
com as idéias contidas em “Melhores práticas dos fundos de
pensão”, brochura editada em 2010 pela Superintendência Nacional
de Previdência Complementar (Previc), a Diretoria Executiva do Banesprev
estendeu o conteúdo ao seu Sistema de Gestão da Qualidade.
Junto, em 9/9, a mensagem do presidente Jarbas de Biagi na reunião
de abertura da auditoria interna anual (NBR ISO 9001:2008):
“Com
base no ‘Guia’, da Previc, peço que incluam na lista de verificação
os itens pertinentes a cada área auditada e apontem as oportunidades
de melhoria”.
Desta
forma, a entidade dissemina entre os seus colaboradores a cultura da supervisão
baseada em riscos, que é premissa de boas práticas de gestão
entre os seus dirigentes.” (Banesprev/AssPreviSite)
Fundação
Copel: Nova tábua de sobrevivência em dezembro
O
Conselho Deliberativo da Fundação Copel, em reunião
realizada em setembro e em atendimento à recomendação
do atuário externo, aprovou a mudança da tábua de
sobrevivência, da AT-83 para a AT-2000, segregada por sexo, a partir
de 1.º de dezembro de 2011.
Considerando
que há reservas suficientes o Conselho Deliberativo autorizou a
sua utilização para que não haja impacto nos benefícios
concedidos e a conceder, na adoção da AT2000.
A
Entidade prestará informações mais detalhadas sobre
a alteração e utilização da nova tábua,
nas próximas edições do informativos e no site da
Fundação Copel www.fundacaocopel.org.br. (Fundação
Copel/AssPreviSite)
Capaf
está sob intervenção
O
Diário Oficial da União publicou na terça-feira resolução
da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc)
decretando intervenção, pelo prazo de 180 dias, na Capaf,
a Caixa de Previdência Complementar do Banco da Amazônia. Para
o cargo de interventor, foi nomeado Nivaldo Alves Nunes.
Ontem,
tanto a Aeba (Associação dos Empregados do Banco da Amazônia)
quanto a Aaba (Associação dos Aposentados e Pensionistas
do Banco da Amazônia) reagiram com cautela à decisão,
que já era esperada. Os dirigentes das duas entidades preferiram
aguardar para fazer somente hoje uma manifestação conjunta
à imprensa, às 10 horas.
A
intervenção na Capaf representa o desfecho de um longo e
penoso processo de negociação que acabou fracassando, já
que não houve adesão de empregados em número suficiente
aos novos planos de previdência apresentados pelo fundo de pensão.
A Capaf conta atualmente com cerca de 3.900 participantes, segundo estimativa
da Aeba.
O
presidente da Aeba, Sílvio Kanner, foi lacônico ao tratar
do assunto. Ouvido por telefone, fez questão de frisar que do ponto
de vista legal a intervenção tem por objetivo assegurar os
direitos dos participantes. Além disso, assinalou que tanto a Aeba
quanto a Aaba colecionam diversas decisões judiciais favoráveis
e que essas decisões não serão suspensas pela intervenção.
O dirigente não descartou a liquidação da Capaf, mas
deixou claro que não está trabalhando com essa possibilidade.
Um
membro do conselho da Capaf, cujo nome é mantido sob reserva porque
não está autorizado a falar em nome da entidade, antecipou
que as duas entidades – a dos empregados e a dos aposentados e pensionistas
– devem anunciar hoje a decisão de trabalhar em conjunto no sentido
de buscar, num derradeiro esforço, uma saída salvadora para
a Capaf. Para isso, vão tentar, junto ao interventor, uma equação
viável para a recuperação financeira da entidade e,
ao mesmo tempo, manter entendimentos com o Banco da Amazônia. “Nós
vamos fazer tudo o que for possível para evitar a liquidação
extrajudicial, esta sim, fortemente prejudicial a todos”, finalizou. (Diário
do Pará)
Serpros:
Sem custo administrativo impactando suas contas
Como
isso é possível?
Atualmente,
o custo administrativo do SERPROS não tem impacto nas contas dos
participantes.
Por
ser uma Entidade sem fins lucrativo, o SERPROS, ao longo da sua existência,
acumulou sobras dos recursos planejados para administração
do plano. Estas sobras acumuladas mês a mês, devido às
boas administrações sucessivas, acumularam um montante que
hoje constitui um fundo de investimento específico para administração
do plano.
O
resultado dos investimentos dessas sobras acumuladas tem pago todos os
custos do SERPROS. Se não acontecer nenhum imprevisto, o SERPROS
manterá o custeio administrativo utilizando os recursos dessas sobras,
pois, além do resultado de seus investimentos, o excedente de cada
mês volta para o fundo.
Esta
é uma grande diferença entre as Entidades de Previdência
Abertas e Fechadas na administração de recursos: enquanto
as Entidades de Previdência Aberta cobram de 1% a 4% do patrimônio
do participante na forma de taxa de administração, as Entidades
de Previdência Fechada podem não descontar este custo das
contas individuais de cada participante. (Serpros/AssPrevISite)
Previ: Aumento do teto
de aposentadoria
Senadora teme prejuízos
com aumentos de aposentadoria complementar da Previ
A senadora Ana Amélia
(PP-RS) alertou para a possibilidade de a Caixa de Previdência dos
Funcionários do Banco do Brasil (Previ) aumentar seu teto de aposentadoria
complementar de R$ 27 mil para R$ 80 mil. A parlamentar lembrou em Plenário,
ontem, já ter apresentado requerimento solicitando informações
sobre o impacto financeiro e atuarial dessa medida.
A representante gaúcha
afirmou que a medida vai de encontro à “corajosa iniciativa” da
presidente Dilma Rousseff de “enfrentar os altos salários no poder
público”.
Ana Amélia disse
temer que os aposentados e os funcionários do Banco do Brasil sejam
prejudicados com o aumento do teto da aposentadoria complementar. Ela lembrou
que uma falha da fiscalização federal no fundo de pensão
dos trabalhadores da Varig faz com que hoje comandantes de jatos comerciais
aposentados que deveriam ganhar R$ 6 mil ganhem R$ 250. (Agencia
Senado/ Correio do Brasil)
Fundação
Promon: 35 anos de pioneirismo
Anterior
ao primeiro marco regulatório da previdência complementar
fechada, a entidade foi a mentora da criação da APEP e segue
como referência no setor
Na
década de 1970, os brasileiros deram seus primeiros grandes passos
rumo à construção daquele que é hoje o oitavo
maior sistema de previdência complementar do mundo, atrás
apenas de Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Holanda, Austrália,
Canadá e Suíça. As companhias estatais e de capital
misto largaram na frente, mas o empresariado não tardou a aderir
a esse processo. Em dezembro de 1975, duas entidades fechadas de previdência
complementar (EFPCs) patrocinadas por empresas privadas aguardavam autorização
para iniciar suas atividades, disputando assim o pioneirismo no segmento.
"Perdemos no fotochart, por uma pequena diferença de tempo, para
a Fundação Caemi, que depois decidiu transferir sua gestão
para uma entidade aberta. Hoje, a Fundação Promon de Previdência
Social, a FPPS, é o fundo de pensão privado mais antigo do
País", destaca Luiz Gonzaga Marinho Brandão, diretor presidente
da entidade de 2003 a 2010 e hoje membro do conselho deliberativo.
A
ideia partiu do engenheiro Júlio César Bruschini de Queiroz,
um dos fundadores da moderna Promon (leia adiante). Para torná-la
realidade, ele recorreu ao professor Rio Nogueira, o maior nome da Escola
Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) e uma lenda no setor.
Doutor em matemática e ciências econômicas, contábeis
e atuariais, Nogueira orientou a criação de um plano de benefício
definido (BD), de contribuição paritária, que foi
colocado à disposição dos funcionários da Promon
S.A. em janeiro de 1976. A patrocinadora e a sua fundação
estavam muito à frente do segmento e do próprio País,
pois só 18 meses depois, a 15 de julho de 1977, surgiria o primeiro
marco regulatório da previdência complementar fechada, a Lei
6.435 – cuja redação, aliás, contou com várias
sugestões da FPPS, por solicitação do Executivo e
dos legisladores.
O
entusiasmo da Promon com a previdência complementar não se
limitou à sua própria fundação. A empresa teve
papel decisivo na criação, em 1978, da Associação
Brasileira de Entidade Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp),
e destacou um de seus profissionais, Osvaldo Herbster Gusmão, para
presidir a nova organização. "Pai" da FPPS, Queiroz integrou
o Conselho de Gestão da Previdência Complementar (CGPC), vinculado
ao Ministério da Previdência Social, e percebeu tempos depois,
em contatos com colegas de outras EFPCs, que ainda faltava algo no setor.
"Ele me pediu que criasse uma associação para fazer valer
os interesses dos fundos de pensão do setor privado. A Associação
dos Fundos de Pensão de Empresas Privadas, a APEP, surgiu, portanto,
dentro da Promon e a partir das reuniões lá realizadas com
gestores de outras fundações para debater problemas comuns",
conta Mario Dias Lopes, ex-executivo da empresa, que se tornou, em 1990,
o primeiro presidente da APEP.
Mentora
da Associação, a Promon sempre manteve relações
estreitas com a APEP. Lopes cumpriu dois mandatos como presidente, seguindo
depois para o Conselho Consultivo, no qual permaneceu por duas gestões,
sucedendo a Queiroz. O bastão, a seguir, foi entregue a Luiz Ernesto
Gemignani, atual presidente do Conselho de Administração
da Promon, que atuou como conselheiro deliberativo entre 2005 e 2010, e
Brandão, que ocupou a 1a vice-presidência da APEP em igual
período. "Vinte e dois anos após a sua criação,
a APEP segue como uma importante interlocutora do setor com as autoridades
e um fórum privilegiado de debate dos problemas que afetam os fundos
de pensão patrocinados pelo setor privado. Os maiores, sem dúvida,
são a burocracia em excesso e o regime repressivo a que estão
submetidos os dirigentes das entidade – o qual, aliás, tende a se
tornar ainda mais duro", constata Mário Sérgio de Pina Ribeiro,
diretor executivo da FPPS e sucessor de Brandão na atual diretoria
da Associação.
Com
ativos totais de aproximadamente R$ 915 milhões, a Fundação
Promon de Previdência Social é um dos 50 maiores fundos de
pensão privados do País. A entidade unificou seus dois primeiros
planos de benefício definido (BD) em 1991 e criou, em 2005, um de
contribuição definida (CD) no qual a patrocinadora contribui
com o equivalente a 8% do salário dos funcionários, sem necessidade
de contrapartida destes. A gestão dos recursos garantidores é
conservadora: 75% dos ativos estão concentrados em renda fixa, basicamente
em títulos públicos, 15% em renda variável e 10% em
empréstimos aos participantes. "Ainda está em estudos a adoção
de perfis de investimento na Fundação. Diferentemente de
outras entidades, um fator adicional para a análise desta modalidade
de gestão é decorrente de nosso modelo acionário,
porque o pagamento de dividendos tende a garantir ao quadro de pessoal
uma rentabilidade bastante confortável", assinala Mario Ribeiro.
Cultura
sem paralelo
Referência
nacional e internacional no setor de gerenciamento de projetos de engenharia
para infraestrutura, a Promon tem trajetória e características
únicas. A empresa surgiu em 1960 de uma parceria entre a norte-americana
Procon e a brasileira Montreal Engenharia, com a missão de projetar
uma extensão da Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão
(SP). Quatro anos depois, 11 engenheiros de seu corpo técnico compraram
a participação acionária dos norte-americanos e se
tornaram sócios do empreendimento até 1967, quando arremataram
a parte da Montreal. Engana-se, porém, quem imagina que eles se
tornaram "donos" do negócio, pois a Promon não tem nem nunca
teve controlador. Todos os seus executivos e funcionários têm
a oportunidade de comprar ações da companhia, mas são
obrigados a revendê-las para a empregadora quando se aposentam ou
trocam de emprego. Não foram exceções a essa regra
nem mesmo os 11 fundadores da moderna Promon, que perderam todos os vínculos
– o societário, inclusive – com o empreendimento que criaram. "Aqui,
só tem sócio-atleta", brinca Brandão.
A
empresa segue à risca a sua "Constituição". Trata-se
da Carta de Campos do Jordão, redigida em dezembro de 1970 e revalidada,
integralmente, há poucos anos. Com apenas oito breves parágrafos,
o documento esclarece que a Promon é a expressão do valor
de seus profissionais. "Ela é o resultado da conjugação
de esforços de indivíduos de vocações afins,
com o objetivo de criar condições para sua realização
profissional e humana", diz o terceiro parágrafo". O sentimento
de coletividade é reforçado no último e surpreendente
parágrafo da Carta: "Sendo requisito indispensável à
estabilidade e ao desenvolvimento da empresa, o lucro não é,
todavia, um de seus objetivos básicos; é, antes, um meio
para a consecução de seus fins". "A criação
de um fundo de pensão, no momento em que a previdência complementar
fechada ainda engatinhava no País, foi um passo natural para uma
empresa com esses princípios", comenta Mario Ribeiro.
Tais
diretrizes, aliadas a uma competência técnica e administrativa
fuori serie, garantiram à Promon um reconhecimento que vai muito
além do seu ramo de atividades. Em julho, por exemplo, ela foi eleita
a Empresa do Ano pelo anuário Melhores & Maiores, editado pela
revista Exame, que não poupou elogios ao potencial de inovação
da grande vencedora. "A Promon, cuja origem está em projetos de
engenharia para grandes obras de infraestrutura, nasceu e cresceu dentro
de uma cultura sem paralelo no Brasil. [...] Desde o princípio,
seus fundadores decidiram que esta não seria uma empresa de engenharia
– mas um centro de conhecimento técnico, adaptável às
mudanças de mercado e rígida ao seguir uma lista de valores
expressa num documento de apenas uma página", diz o texto da reportagem
principal do anuário. Os prêmios, aliás, vão
se acumulando. "Há seis anos, a Promon foi considerada a melhor
empresa para se trabalhar no Brasil, pelas revistas Exame e Você
SA. Tudo a ver, pois nunca vi uma empresa tratar com tanto repeito os seus
funcionários", observa Brandão. (Apep)
Geap:
66 anos de excelência em saúde e previdência
A
GEAP comemora seu aniversário com festas em todas das Geres...
Para
a GEAP - Fundação de Seguridade Social, o dia 29 de setembro
representa a celebração de 66 anos de uma história
de conquistas para a seguridade social do servidor público federal.
Nos idos de 1945, a ideia de Hélio Beltrão, na época
agente administrativo do extinto Instituto de Aposentadorias e Pensões
dos Industriários (IAPI), ganhava vida com a criação
da Assistência Patronal dos servidores do IAPI. O aniversário
da Fundação foi comemorado pela Diretoria Executiva, Gerências
Regionais, localizadas em todo o país, juntamente com seus patrocinadores,
prestadores de serviços, assistidos e beneficiários.
A
GEAP é uma autogestão em saúde e previdência
complementar saneada, sustentável, moderna e responsável
que, ao longo desses anos, conquistou a preferência dos servidores
por seus diferenciais em serviços de saúde e previdência
complementar.
Foram
enumeras vitórias tanto no segmento de previdência quanto
na saúde suplementar. No âmbito da previdência foram
a redução do valor das contribuições para o
Plano de Pecúlio Facultativo (PPF), a implantação
do Pecúlio em Vida e a criação do plano de previdência
para os funcionários da GEAP, o GEAPREV.
Na
área da saúde, o principal reflexo das conquistas está
na confiança depositada na instituição. Na esfera
governamental, 91 órgãos mantêm convênio com
a GEAP. Na prestação de serviço, a rede conta com
21.217 credenciados - médicos, odontológicos, clínicas
e hospitais. Entre os beneficiários são mais de 630 mil vidas
assistidas pela Fundação.
Parabéns
a todos os assistidos e patrocinadores que acreditam e confiam na Fundação,
aos prestadores que são parceiros nos atendimentos de qualidade
e aos empregados que oferecem o melhor de si para garantir excelência
nessa gestão.
Breve
histórico
29
de setembro de 1945 - Criada a Assistência Patronal dos servidores
do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários
(IAPI).
1972
- A Assistência Patronal foi estendida a todos os servidores estatutários
do Instituto Nacional de Previdência (INPS).
1977
- Cinco anos depois, em 1977, foi criado o Sistema Nacional de Previdência
a Assistência Social (SINPAS) que permitiu a ampliação
do quantitativo de servidores segurados e cobertos pela Assistência
Patronal.
1989
- Com o aumento de segurados e recursos, foi necessário renovar
o modo de administrar. Então, em março de 1989, foi criado
o Grupo Executivo de Assistência Patronal (GEAP).
1990
- Em 14 de março de 1990, mantendo a sigla GEAP, representantes
de vários órgãos do SINPAS e também do Ministério
da Previdência e Assistência Social instituíram a GEAP
- Fundação de Seguridade Social, entidade privada, sem fins
lucrativos e reconhecida como a legítima sucessora da assistência
patronal aos seus servidores. Ainda em 1990, é publicada a lei 8.112,
cujo artigo 230 assegura a assistência total à saúde
do servidor, ativo ou inativo, e de sua família. (Geap)
Sias:
Alteração Estatutária - Instituidores
Conforme
Portaria da PREVIC Nº 529, de 23/09/2011, publicada no Diário
Oficial da União do dia 26/09, foram aprovadas as alterações
propostas no estatuto da SIAS Sociedade Ibgeana de Assistência e
Seguridade, fundo de pensão dos servidores do IBGE. Tais alterações
dizem respeito à possibilidade de a entidade administrar Plano de
Benefícios de Instituidores. (Sias/AssPreviSite)
Regius:
Adesão
Resultado
de efetiva campanha de esclarecimentos, composta de diversos encontros
no local de trabalho, contatos telefônicos e outros meios de comunicação
junto aos funcionários da BRB – Administradora e Corretora de Seguros,
e com o apoio da diretoria dessa nova patrocinadora, foram registrados
65 novos participantes no Plano CV-03 até o encerramento do prazo
de adesão.
A
Regius dá boas vindas aos novos participantes e ratifica o compromisso
de administrar de maneira transparente e responsável os recursos
que lhe serão confiados.
Conheça
a Regius e acompanhe a nossa gestão por este site. Estamos de portas
abertas para atendê-lo. Apresente críticas, sugestões
e solicite informações sempre que julgar necessárias.
É
a Regius construindo seu futuro junto com você. (Regius/AssPrevISite)
Bungeprev:
Novo informativo está disponível
Já
está disponível a segunda edição do informativo
Bungeprev feito para você. Assim como na edição de
2010, nele você encontra informações sobre a Bungeprev,
como rentabilidade acumulada ao longo dos anos, investimentos e gestão.
O
Bungeprev feito para você traz ainda matérias sobre saúde,
previdência e finanças.
Pensando
na preservação ambiental, em 2011 o informativo terá
apenas a versão virtual, pois a Bungeprev acredita que se cada um
fizer a sua parte será garantido às próximas gerações
um planeta sustentável.
Para
ter mais informações sobre previdência privada clique
no link
http://www.bungeprev.com.br/bungeprev/servlet/servidorImagem?id=267035056394715362
e sinta-se convidado a programar o seu futuro. (Bungeprev/AssPreviSite)
Previ: Carteira de
Pecúlios
E você, já
tem pecúlio da PREVI?
O número de participantes
que contratam planos de pecúlio da PREVI vêm aumentando progressivamente,
sendo a média do percentual de adesões no ano de 49,39% entre
os novos funcionários do BB. Somente neste ano, até o mês
de agosto, foram mais de três mil inscrições, totalizando
115.990 participantes e 172.567 planos vigentes. No mesmo período,
a Carteira de Pecúlios da PREVI pagou R$ 116.910 milhões
de benefícios.
Poder contar com um plano
de pecúlios é uma vantagem oferecida pela PREVI a todos os
empregados do BB e da PREVI, participantes do Plano 1 e do PREVI Futuro.
Como não tem fins lucrativos, a Capec oferece os melhores preços
e valores de benefícios comparado a outros planos do mercado. Por
menos de R$ 10 é possível contratar cobertura por invalidez,
paga ao próprio participante, e morte, paga aos beneficiários
designados pelo participante, na proporção estipulada, quando
do seu falecimento.
O pecúlio da PREVI
conta com planos Morte, Invalidez e Especial que podem ser contratados
de acordo com a faixa etária (em qualquer idade) e valores de benefícios.
Para se inscrever no Pecúlio Invalidez ou Especial é preciso
ter contratado alguma modalidade do Pecúlio por Morte.
Uma das vantagens dos planos
de pecúlios da PREVI é que o pagamento é feito de
uma só vez, sem burocracia. E como beneficiário você
pode colocar qualquer pessoa, parente ou não, ou até mesmo
instituições, por exemplo instituições de caridade,
orfanatos ou hospitais. A alteração de beneficiários
poderá ser feita a qualquer tempo no site da PREVI, para isso, basta
enviar o termo de autorização de operações
pela Internet.
A edição 159
da Revista PREVI trouxe matéria sobre os pecúlios da PREVI,
vantagens, benefícios e comparações com concorrentes
do mercado. Leia aqui.
Vantagens da Carteira de
Pecúlios da PREVI
1- Pagamento em parcela
única, sem carência ou burocracia
2- Plano sem fins lucrativos
3- Você pode adquirir
ou alterar o seu Plano pela Internet
4- Você pode designar
livremente seus beneficiários
5- Melhores preços
comparados com outros planos do mercado (Previ/AssPreviSite)
Fusan: Melhores práticas
A Fundação
Sanepar de Previdência e Assistência Social - Fusan, após
ter criado no dia 15 de fevereiro uma comissão específica
para estudar sua aderência ao Guia de Melhores Práticas em
Fundos de Pensão da Previc, constatou, a partir de aprofundada análise
dos membros da comissão, que a entidade está perfeitamente
enquadrada na imensa maioria dos aspectos do referido guia.
Naqueles poucos aspectos
identificados, nos quais a Fusan ainda não está inteiramente
enquadrada, foram sugeridas e implantadas ações visando a
adequação.
A Fusan entendeu que o trabalho
realizado foi muito profícuo no sentido de seu aperfeiçoamento
institucional. (Diário dos Fundos de Pensão)
Fundação
Copel: Importância da educação previdenciária
A
Fundação Copel promoveu em setembro, o I Seminário
com os RHs das Patrocinadoras e Representantes Regionais. O evento fez
parte da segunda fase do programa de educação financeira,
previdenciária e de qualidade de vida da entidade. Estiverem representadas
no encontro, as áreas de Recursos Humanos da Copel, Compagas, Lactec,
Fundação Copel, representantes regionais e dirigentes da
Associação dos Aposentados e Pensionistas da Copel (AAPC)
e da Associação dos Profissionais da Copel (APC).
O
objetivo foi reforçar a parceria com esses formadores de opinião,
cuja atuação é essencial para o esclarecimento de
assuntos referentes ao plano de previdência e em ações
que impactam na tomada de decisões voltadas para uma aposentadoria
com mais qualidade de vida.
O
encontro foi aberto pelo diretor de Administração e Seguridade,
Antonio Sérgio Guetter que elencou as principais expectativas da
diretoria com a continuidade do programa de educação financeira,
agora com a inclusão de temas ligados à saúde. "Preparar
o terreno para a aposentadoria, passa por administrar com segurança
as próprias finanças, acompanhar a evolução
do plano previdenciário e manter hábitos saudáveis
para preservar a saúde", comentou.
Em
seguida, a gerente da Assessoria de Comunicação e Planejamento
Solange Regina Schutesky, representando o presidente Hélio Pizzatto,
mostrou um histórico das ações implementadas em 2010,
com os resultados alcançados, e apresentou a 2ª edição
"Uma Vida Ativa", com as ações já implementadas e
os resultados parciais obtidos.
A
programação foi abrilhantada pela apresentação
do secretário adjunto da Secretaria de Políticas de Previdência
Complementar do Ministério da Previdência Social, José
Edson da Cunha Junior, que explanou sobre o 3.º ciclo da Previdência
Complementar no Brasil, que tem como um dos focos principais a Educação
Previdenciária.
Para
o dirigente, melhorar a compreensão dos participantes em relação
aos conceitos e produtos da previdência, com informações
e orientações claras, ajuda a desenvolver os valores e as
competências necessários para torná-los mais conscientes
das oportunidades e riscos envolvidos. "Assim, eles podem fazer escolhas
melhor embasadas tecnicamente no sentido buscar um melhor bem estar ao
final da fase laborativa", comentou.
Na
sequência, de forma descontraída, a professora Cleusa Martins
proferiu a palestra Tempo de Ser Melhor, mostrando a importância
das pessoas, ao invés de buscar conquistas momentâneas e imediatas,
priorizarem ações que contemplem a realização
pessoal e familiar, que passam a ser uma conquista de vida.
A
programação finalizada pelo José Carlos Loureiro,
diretor Financeiro da Fundação Copel, que ressaltou a importância
de proporcionar educação financeira aos participantes, visto
que a previdência complementar possui variáveis de difícil
entendimento, como longevidade, rentabilidade dos investimentos e tábua
de sobrevivência, por exemplo. "Temos o desafio de esclarecer todas
as dúvidas do nosso participante, a intenção é
transformar a sua aposentadoria somente em certezas" completou. (Fundação
Copel/AssPreviSite)